Blog do Refribom - Capa

Carlos Refribom: Morador da cidade de Parauapebas desde 1997 iniciou sua carreira no jornalismo como representante comercial nos jornais locais, depois foi repórter de polícia e cidade por dois anos; em agosto de 2004, fundou o Carajás o Jornal e segue até os dias de hoje com esse trabalho reconhecido no sul e sudeste do Pará. Graduado em pedagogia pela FACIBRA em 2014  e pós graduado em comunicação eleitoral e marketing político, pela faculdade Estácio, Refribom coloca a disposição dos seus leitores, um Blog de referência em informação política da microrregião do Carajás.

 

Mais uma vez, uma cena que não era para ser vista em Parauapebas, infelizmente aconteceu, novamente foram trazidas pessoas de fora da nossa cidade para comandar os parauapebenses, e muitas vezes “humilhar”, os nossos trabalhadores e pais de família que esperam por esta feira agropecuária para ganhar um dinheiro extra e levar o sustento para sua casa. Este ano tudo que já denunciamos aqui, foi superado, quando falamos no propósito da organização do evento.

No começo foi a decisão do presidente e sua diretoria de trazer uma empresa de fora da nossa querida Parauapebas, para comandar, com “mãos de ferro”, os donos das barracas que investem no pensamento de ganhar um dinheiro extra, como já falamos aqui. Mas esse no - meu Deus do Céu, ainda bem que o senhor existe! Senão, vejamos: uma água de Coco, chegou as mãos dos barraqueiros a R$7, 00, imagina um valor desse, os pobres dos barraqueiros tiveram que vender a R$10, 00 uma água de coco, uma agua mineral, 5 reais e por ai  vai.  Foram tantos absurdos nos preços praticados, por essa empresa que passou os produtos aos nossos barraqueiros de Parauapebas, além do preço salgado do Siproduz, para se ter direito a trabalhar naquele local.

Até mesmo a prefeitura, ficou sem receber a quantidade de ingressos para se ter acesso e adentrar o parque de exposição, imagina a tratativa do sindicato, onde o maior investidor no caso, a PMP, não tenha recebido, uma quantidade suficiente para colocar para dentro do evento, pelo menos 1 mil ingresso nos dias de acessos pagos, e por ai vai... um barraqueiro me disse que chegou até a um dos coordenadores do evento e pediu para diminuir o preço de alguns produtos, para que eles pudessem também diminuir o valor e consequentemente vender mais e mais; a resposta que obteve foi “Nós viemos aqui para ganhar dinheiro, não tenho culpa se vocês aqui da cidade não tem ninguém competente para fazer o trabalho”, ai fica uma pergunta na minha cabeça ou no ar; será que realmente não temos nenhuma empresa ou pessoa competente com estrutura para atender nossos munícipes? Eu particularmente acho um absurdo essa falta de respeito do sindicato com os nossos comerciantes! Pelo menos o sindicato saber que as pessoas que mantém essa cidade, somos nós, os ganhos financeiros precisam ser nossos, porque daqui a pouco essa meia dúzia que vieram de fora, para mandar e humilhar nossos comerciantes, a essa altura do campeonato, já retornaram para suas casas e lá, gastando o dinheiro nosso que levaram e chamando todos de “besta”, “naquela cidade não tem competência, então pague o preço”. É isso que eu vejo e que o sindicato tome providencias no próximo ano, ou mande uma carta de explicação ao Carajás o jornal, dizendo que é diferente do que estou relatando aqui nessas linhas, pode mandar que eu publico, sem nenhum problema.

Já deixo tudo ajustado aqui, quando falei na semana passada a respeito dos animais que são colocados embaixo de sol forte e escaldante ao meio dia, é outro assunto que precisamos de rever com relação ao sindicato, o certo mesmo seria, fazer essa cavalgada a tardinha, já com o sol se pondo, seria uma maravilha para os animais e, também não deixar esquecer que, no próximo ano, que chamem as autoridades para participarem do evento, entre elas DMTT, Polícia Militar, Guarda Municipal e não permitir aquela aberração de motoqueiros no final da cavalgada, fazendo barulho com escapamento de moto, e a permissão de bebidas para ingerirem alcoólicas enquanto seguravam a moto em uma mão e na outra uma lata de cerveja. Isso é absurdo! vamos combater esse tipo de pratica, não é para isso que foi criado esse evento, vamos buscar ter respeito às famílias que se posicionam para ver uma cavalgada passar na porta da sua casa e logo em seguida aquele barulho ensurdecedor de várias e várias motos acelerando, com amortecedor arrancado.

Ao final das minhas palavras aqui, falo diretamente com o presidente da entidade, João Barreto, apesar de ter uma diretoria, mas a gente sabe, que a palavra do presidente em determinados momentos é a decisiva, e num caso deste, mais ainda, a palavra do presidente tem força. Então; não vamos trazer mais empresas de fora para comandar nossos empresários nas vendas das bebidas, não vamos dar oportunidade para quem é de fora do município, até porque a bandeira desse governo é “governo das oportunidades”; então, desta forma, quero falar diretamente com o prefeito de Parauapebas por aqui; “senhor prefeito Darci José Lermen, ano que vem, quando o sindicato for buscar patrocínio, o senhor já pergunta, “quem vai comandar os bares e bebidas e barraqueiros e nossos munícipes?” caso não seja, fale de primeira “Não posso patrocinar ninguém de fora, nosso patrocínio é para a nossa gente, porque nossa bandeira é GOVERNO DAS OPORTUNIDADES, GOVERNO DA NOSSA GENTE”. Caso o sindicato não atenda seu pedido, também não dê o patrocínio! Que é bem gordo, por sinal”.

Por Carlos Refribom.

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