Duane Silva Sousa cursava o 5º período de Engenharia de Produção no Campus de Parauapebas da Universidade Federal Rural da Amazônia, em 2017. Em um dia normal de aula, enquanto voltava para casa, foi brutalmente assassinado, vítima de um possível latrocínio em janeiro de 2017. Para homenagear a memória do jovem, a avenida que dá acesso à instituição passará a se chamar Av. Duane Silva Sousa, no trecho entre a PA 275 e a respectiva instituição de ensino, como homenagem ao estudante.

O projeto de Lei n 024/2019 de autoria do vereador Rafael Ribeiro/MDB, foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores na sessão ordinária desta terça-feira (25). E agora segue para a sansão prefeito, Darci Lermen.

Em seu discurso, o parlamentar disse que o projeto de lei visa homenagear o jovem, que também era servidor público.

“O Duane era visto como um jovem calmo e muito querido por seus amigos e familiares e até hoje seu caso gera comoção em nosso município, razão pela qual apresento esta propositura como forma de homenagem a este jovem que deixou muitas saudades no meio acadêmico da UFRA e a todos que o conheciam”, disse o vereador.

O jovem estudante foi assassinado de forma brutal no dia 17 de janeiro de 2017, a cerca de 800 metros das margens da Rodovia PA 275, próximo ao viaduto do Ramal Ferroviário, que fica há cerca de um quilometro da universidade.

Weverton Pereira Silva, Primo de Duane, disse em entrevista aos Carajás o Jornal que a homenagem não vai trazer o jovem de volta, porém, ele vê como justa a homenagem “Ele [Duane] estava muito feliz e falava com orgulho do curso e dizia que era um sonho o qual batalhou para conseguir. E agora, ter o nome dele na avenida, em que tanto trafegou, em busca de seu sonho, de certa forma chega a ser gratificante”, disse o primo da vítima.

 

Em uma cerimônia marcada pela emoção, o Governo do Estado do Pará oficializou, na manhã desta segunda-feira (17), uma ação pioneira no país no que se refere ao desenvolvimento de políticas públicas voltadas para pessoas com autismo: a instalação do Grupo de Trabalho de Estudos e Ações Relacionadas ao Transtorno do Espectro Autista. Na ocasião, o governador Helder Barbalho assinou o decreto que nomeou os membros integrantes do grupo que, dentre as principais ações, analisará a criação de um Centro Especializado de Atenção ao Transtorno do Espectro Autista (CETEA) no Estado.

Logo após a assinatura do decreto que institui oficialmente o grupo, o Governador Helder Barbalho apontou que o objetivo principal da ação é permitir que o Governo do Estado possibilite igualdade de direitos e oportunidades para todos os cidadãos. "Cabe ao Governo estender a mão e, de maneira conjunta com cada família e pessoa autista, construir ações que possam permitir a inclusão, o acesso a direitos e a políticas públicas que possam garantir felicidade e vida plena às pessoas autistas", destacou. "São ações que buscam garantir o direito dessas pessoas e, acima de tudo, demonstrar para eles que não estão sozinhos, que o Governo do Estado, cumprindo com a sua obrigação, garante o direito destas pessoas", complementou.

Dentre os órgãos do Governo que integram o grupo, a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) é a coordenadora dos trabalhos. De acordo com a secretária da Seplan, Hana Ghassan, o grupo irá discutir e definir o melhor modelo de centro especializado a ser implantado no Pará. "A Organização Mundial de Saúde estima que 1% da população mundial tenha autismo. Se a gente replicar este número para o Estado do Pará, são mais de 80 mil pessoas que precisam de diagnóstico precoce e atendimento multiprofissional, além da inclusão social", reforçou. "Então, esse grupo foi criado para realizar estudos e propor ações e políticas públicas integradas para o autismo. O Centro de Atendimento Especializado é uma ideia pioneira e servirá de apoio para os municípios e até de exemplo para outros Estados".

Mantendo atenção especial à necessidade de se obter o diagnóstico precoce do autismo, a secretária apontou, ainda, que a criação do CETEA tem como um dos focos de atuação o desenvolvimento da formação e qualificação de profissionais que atuem no acompanhamento multiprofissional às pessoas com autismo.

Dentre as propostas, está a criação de um curso de especialização na área voltado para profissionais dos campos da educação, saúde, assistência social e áreas afins. A proposição prevê que o curso seja conduzido pela Universidade do Estado do Pará (Uepa) e pela Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), com alocação inicial nos pólos de Belém, Marabá e Santarém.

Representante da sociedade civil no grupo de trabalho, a professora da Ufra e mãe de uma criança autista, Flávia Marçal, aponta que a instituição do grupo e a criação do CETEA é um momento histórico para o Estado do Pará. "Ele visa proporcionar não só atendimento adequado, como também o acolhimento e formação das famílias, atendimento educacional especializado em autismo, a formação intersetorial com a participação de entidades, grupos e instituições na construção dessas políticas", enumerou. "É um grande avanço para o nosso Estado e para a nossa sociedade".

Também representando a sociedade civil, a servidora da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon) e mãe de uma criança autista, Nayara Barbalho, destaca que o momento vivenciado na manhã desta segunda-feira "é uma vitória que para as pessoas autistas e para as mães de autistas".

Segundo Nayara, o projeto do centro especializado é baseado na Lei Federal 12.764/2012 também conhecida como Lei Berenice Piana, e que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. "O Governador Helder Barbalho abraçou essa causa que visa criar um modelo, um projeto piloto que agrega a intersetorialidade e a multidisciplinaridade que necessita uma pessoa com autismo".

Emoção – Já presente na fala das organizações e membros da sociedade civil que integram o grupo de trabalho, a emoção pela atitude pioneira no Estado também tomou conta da plateia que acompanhou o evento, formada em grande parte por familiares de autistas e membros de entidades, associações e ONGs ligadas ao tema.

Integrante do Grupo Mundo Azul e mãe do jovem autista Lucas Quaresma, de 25 anos, Eliana Quaresma lembra até hoje a dificuldade enfrentada até que o filho tivesse o diagnóstico de autismo fechado. Justamente por esse histórico, ela se mostrou esperançosa com a criação de um centro especializado em autismo no Pará. "O diagnóstico do Lucas foi muito difícil. Ele foi diagnosticado aos três anos de idade em São Paulo porque, naquela época, em Belém, não se ouvia falar muito em autismo e eu tive que ir buscar esse atendimento especializado fora", lembra. "O diagnóstico ainda hoje é difícil, então esse centro vai trazer muito mais conhecimento para os profissionais do Estado. Estou muito esperançosa e ansiosa com esse grupo de trabalho".

A primeira reunião oficial do grupo de trabalho já está agendada para o próximo dia 25 de junho, tendo como foco prioritário a discussão das medidas que são necessárias para a implantação do centro especializado.

Também membro do grupo, o ouvidor geral do Estado, Arthur Houat, explica que algumas tratativas já vêm sendo realizadas no sentido de viabilizar condições para a aplicação das políticas discutidas. "Já estivemos em Brasília buscando programas federais que tivessem relação com o tema e buscando emendas de parlamentares a nível federal para poder dar força para o projeto. A ideia é que quando o grupo de trabalho fechar a ideia de como será executada a política pública, a gente já tenha recursos garantidos", apontou. "Já temos uma emenda inicial destinada pelo deputado estadual Carlos Bordalo no valor de R$1,5 milhão. O Senador Jader Barbalho também já destinou emenda e, da mesma forma, o deputado federal Cristiano Vale".

Além da Seplan e da Ouvidoria Geral do Estado (OGE), integram o grupo a Casa Civil da Governadoria do Estado; a Secretaria de Estado de Educação (Seduc); a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa); Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster); Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa).

Fonte: Agencia Pará

Dezenas de produtores rurais e estudantes de Canaã dos Carajás e região participam do IV Encontro de Desenvolvimento Rural do município, evento que teve início na manhã desta sexta-feira (14) e se estenderá até o domingo (16). Nos próximos três dias, os produtores e estudantes da Unifesspa de Xinguara e UFRA de Parauapebas passarão por treinamentos e capacitações que visam incentivar a prática agrícola e aprimorar as técnicas de manejo no campo.

O encontro é uma iniciativa da Prefeitura de Canaã, por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Produção Rural (Sempru), em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais do município (Sicampo). Especialistas de toda a região falarão sobre diversos temas e orientarão os participantes do seminário sobre formas para se obter melhores resultados no cotidiano.

À frente da Sempru, Léo Ferreira destacou a importância de levar mais conhecimento aos agricultores e pecuaristas do município. “A qualificação é fundamental para melhores resultados em qualquer negócio e no setor agropecuário não é diferente.”

O secretário também falou sobre o trabalho de apoio à atividade no campo que já vem sendo feito em Canaã. “Só este ano, plantamos 70 mil mudas frutíferas e nossa meta é chegar às 150 mil. Queremos fazer com que Canaã seja referência também neste setor.”

Alexandre Pereira, prefeito em exercício, afirmou que a agricultura e a pecuária são fundamentais para a diversificação econômica do município. “Cumprimento a todos que apostam nessa alternativa. Canaã será uma cidade referência e para isso é necessário o investimento na sustentabilidade; o setor rural é peça importante nesse processo. A nossa missão é resgatar a vocação agrícola que Canaã tem, a partir disso, e com a união de todos, teremos um cidade modelo no futuro.”

Ainda nesta sexta, palestras sobre o manejo de pastagem e controle de plantas indesejáveis, produção suína, produção de tomates e sobre a utilização do bambu na construção de estufa serão apresentadas aos participantes do seminário.

Por Kleysykennyson Carneiro

(Canaã)

A edição desta sexta-feira (31) do Diário Oficial da União (DOU) traz um reforço para o quadro docente do campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) em Parauapebas: cinco vagas de professor para atender aos cinco cursos de graduação oferecidos pela instituição no município. As informações foram levantadas pelo Blog do Zé Dudu e estão disponíveis aqui .

Uma das vagas é para a disciplina de Gestão da Informação, em que o candidato deve ter formação em Engenharia de Produção e mestrado na área do concurso. Outra é para a disciplina de Engenharia do Produto, que também exige graduação em Engenharia de Produção e mestrado.

Para lecionar a disciplina de Introdução à Economia é ofertada uma vaga, cuja titulação exigida é graduação em Economia e mestrado em Economia, Administração ou área afim. Já para lecionar a disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras), a Ufra quer, preferencialmente, um graduado em Letras ou Pedagogia com mestrado em Educação Inclusiva ou Libras. A exigência mais elevada está na disciplina Genética Animal, para a qual o candidato precisa ter graduação em Zootecnia ou Medicina Veterinária, por exemplo, e impreterivelmente doutorado com tese na área de Melhoramento Genético de Bovinos.

As informações detalhadas sobre taxa de inscrição, prazos e conteúdos constam do edital publicado hoje. Um professor com mestrado em universidade federal chega a ganhar R$ 7.126,20, enquanto um docente do magistério superior federal com doutorado tem remuneração de R$ 10.058,92.

Em Parauapebas, a Ufra oferta cinco cursos de graduação regulares e com ingresso anual (Zootecnia, Agronomia, Engenharia Florestal, Engenharia de Produção e Administração) e um mestrado (Produção Animal). Cerca de 900 alunos estudam no campus local.

Fonte: Zedudu

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) está realizando um Processo Seletivo Especial (PSE) aberto para preenchimento de vagas remanescentes nos seus cursos de graduação para o segundo semestre de 2019. São 500 vagas distribuídas nos seis campis da universidade: Belém, Capanema, Capitão Poço, Paragominas, Parauapebas e Tomé-Açu.

As inscrições poderão ser feitas de 06 a 16 de junho de 2019, por meio do formulário que será disponibilizado site da instituição. A seleção dos candidatos será feita através de prova de redação que será realizada no dia 07 de julho de 2019, da 8:00h às 11:30h campi da UFRA onde o candidato optar por realizar a prova.

Em Parauapebas serão ofertadas 44 vagas, divididas em 05 cursos: Administração, Agronomia, Engenharia de Produção, Engenharia Florestal e Zootecnia.

Serão duas modalidades de seleção: Modalidade Interna (MODIN) é voltada para alunos de cursos de graduação da Ufra com vínculo ativo. Já a Mobilidade Externa (MODEX) é voltada para portadores de diploma de curso de graduação e alunos de graduação de outras instituições de ensino superior, conforme requisitos do edital.

Por Fernando Bonfim/Com informações UFRA 

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) divulgou o edital do Processo Seletivo Especial (PSE) – Vestibulinho 2019, para preenchimento de vagas remanescentes nos seus cursos de graduação. São 500 vagas distribuídas nos seis campi da universidade: Belém, Capanema, Capitão Poço, Paragominas, Parauapebas e Tomé-Açu.

São duas modalidades de seleção. A Modalidade Interna (MODIN) é voltada para alunos de cursos de graduação da Ufra com vínculo ativo. Já a Mobilidade Externa (MODEX) é voltada para portadores de diploma de curso de graduação e alunos de graduação de outras instituições de ensino superior, conforme requisitos do edital.

As inscrições poderão ser feitas de 06 a 16 de junho de 2019, por meio do formulário que será disponibilizado NESTE LINK. A prova será realizada no dia 07 de julho de 2019 e constará de uma redação, a ser realizada no campus da Ufra de opção do candidato.

Confira o edital:

EDITAL UFRA/PROEN Nº 10/2019 – PROCESSO SELETIVO ESPECIAL

O programa Talento Florestal aconteceu na Universidade Federal do Paraná, organizada pela empresa Malinovski, juntamente com o apoio da Empresa Jr COPLAF, entre os dias 20 e 22 de maio, Curitiba-PR. O Talento Florestal é dedicado à integração entre os melhores estudantes de engenharia florestal com as maiores empresas florestais do Brasil, tais como: Suzano, Klabin, Aperam, Ponsse, Amata, Eldorado Brasil, Duratex, Bracell, Remasa e Águia Florestal.

O Programa Talento Florestal contou com a participação de 97 Alunos selecionados em 25 Cursos de Engenharia Florestal do Brasil, com melhor desempenho no ENADE 2017. O curso de engenharia florestal do Câmpus de Parauapebas foi representado pela discente do nono período, Bruna Evelly da Silva Costa.

Nas palestras promovidas pelas empresas do setor florestal foram abordados temas como mercado atual, perfil dos novos engenheiros e inovações tecnológicas do setor de base florestal do Brasil. Durante o evento foi lançado o Desafio Florestal, em que os estudantes deveriam criar uma empresa voltada às atividades de silvicultura e, posteriormente, apresenta-la a uma banca composta de aproximadamente 10 (dez) pessoas que representavam as empresas patrocinadoras.

Segundo a discente, Bruna Evelly da Silva Costa, o evento foi uma experiência única, em que os conhecimentos e oportunidades ofertadas com certeza farão diferença na sua atuação profissional. Bruna reitera que a organização totalmente preparada para dar apoio foi essencial para o sucesso do programa. A discente reitera que voltou para casa com uma bagagem de conhecimento diferenciado, um novo olhar para a profissão e a convicção de que devemos acreditar no setor florestal brasileiro. Por fim, a discente Bruna registra os agradecimentos à Malinovski e às empresas florestais que acreditam nos novos engenheiros florestais formados no Brasil.

A Universidade Federal Rural da Amazônia, Câmpus de Parauapebas, sente-se orgulhosa com a participação da discente Bruna Evelly Costa e, consequentemente, representação da nossa instituição no mais importante programa de treinamento e seleção de futuros engenheiros e engenheiras florestais.

Fonte: Campus Parauapebas 

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) promoverá de 03 a 07 de dezembro dois grandes eventos de relevante importância para a população parauapebense , não eles O II Seminário de Integração da Ufra e o XVI Seminário de Iniciação Científica. Os eventos acontecerão de forma simultânea e  contarão com uma extensa programação, dentro dela os participantes terão disponíveis  15 minicursos e palestras abertas ao público.

O evento

O II Seminário de integração é um evento que visa reunir o tripé da universidade, ensino, pesquisa e extensão que serão abordados de maneira transversal ao longo do evento. Contará com palestras e minicursos que oportunizarrão o aprendizado de técnicas, conceitos e inovações dentro da temática principal do evento,0 a sustentabilidade.

O XVI seminário anual de iniciação científica que ocorrerá simultaneamente, trará o perfil científico do evento, com a publicação de resumos, apresentações na forma de banners e sessões de apresentação oral. Este ano o evento contará com um espaço da gestão, onde estudantes irão apresentar temáticas de sala de aula, oportunizando o treinamento das técnicas de apresentação.

Os eventos estão sendo organizados pelos professores Fernando Tavares e Rafaela Castro, e têm como tema Sustentabilidade: Ética, Conhecimento e Inovação. “Nós temos a consciência de que vivemos em um planeta de recursos naturais finitos. Todas as palestras e eventos priorizarão a conscientização e a sustentabilidade. Todas elas serão voltadas para esta temática”, explicou a professora Rafaela.

As inscrições

As inscrições podem ser realizadas diretamente no campus da Ufra, ou através do da internet. O valor das inscrições é de apenas 20 e darão direito a um certificado ao final dos treinamentos.

Confira a programação completa

Minicurso 1 - Gestão de Facilities: teoria e prática

Sala 1 - Bloco 3 - Andar Térreo

3 de dez de 2018 19:00-22:00

5 de dez de 2018 19:00-22:00

Minicurso 2 - Governança, Responsabilidade Social e Sustentabilidade - Entendendo os fenômenos de gestão organizacional

Sala 2 - Bloco 3 - Andar Térreo

3 de dez de 2018 19:00-22:00

5 de dez de 2018 19:00-22:00

Minicurso 3 - Propriedade intelectual: direitos autorais e patentes

Sala 1- Bloco III - Piso superior

3 de dez de 2018 19:00-22:00

5 de dez de 2018 19:00-22:00

Minicurso 4 - Programa de gestão de resíduos (PGR): sustentabilidade e otimização

Sala 2 - Bloco III - Piso Superior

3 de dez de 2018 18:00-21:00

5 de dez de 2018 18:00-21:00

Minicurso 5 - Controle alternativo de pragas e doenças de plantas

Sala 1 - Bloco 3 - Andar Térreo

6 de dez de 2018 08:00-10:00

7 de dez de 2018 08:00-12:00

Minicurso 6 - Empreendedorismo – Da autogestão para gestão de negócios

Sala 1 - Bloco 3 - Andar Térreo

4 de dez de 2018 14:00-17:00

5 de dez de 2018 08:00-11:00

Minicurso 7 - Técnicas de otimização para maximizar lucros de empresas

Sala 3 - Bloco 3 - Piso Superior

3 de dez de 2018 18:00-21:00

5 de dez de 2018 18:00-21:00

Minicurso 8 - Diagnóstico de sistemas de produção de bovinos de corte e leite para planejamento da propriedade: o primeiro passo da consultoria

Sala 2 - Bloco 3 - Andar Térreo

4 de dez de 2018 08:00-12:00

4 de dez de 2018 14:00-17:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

6 de dez de 2018 08:00-11:00

7 de dez de 2018 08:00-10:00

Minicurso 9 - Gerenciamento bibliográfico com o Mendeley

Sala 1- Bloco III - Piso superior

4 de dez de 2018 08:00-12:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

Minicurso 10 - Mapeamento aéreo por drones multirotor aplicado à agropecuária

Sala 2 - Bloco III - Piso Superior

4 de dez de 2018 08:00-12:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

6 de dez de 2018 08:00-10:00

7 de dez de 2018 08:00-10:00

4 de dez de 2018 14:00-16:00

Minicurso 11 - Qualidade de ovos comerciais

Sala 3 - Bloco 3 - Piso Superior

4 de dez de 2018 08:00-12:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

6 de dez de 2018 08:00-10:00

7 de dez de 2018 08:00-10:00

Minicurso 12 - Produção, manejo e análise de sementes florestais

Sala 1 - Bloco 4 - Piso Superior

4 de dez de 2018 08:00-12:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

Minicurso 13 - Produção de queijos artesanais

Sala 4 - Bloco 4 - Piso Superior

4 de dez de 2018 08:00-12:00

4 de dez de 2018 14:00-17:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

Minicurso 14 - Oficina de Bonsai: básico introdutório

Sala 2 - Bloco 4 - Piso Superior

4 de dez de 2018 08:00-12:00

4 de dez de 2018 14:00-17:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

Minicurso 15 - Produção de pintos de 1 dia

Sala 3 - Bloco 4 - Piso Superior

4 de dez de 2018 08:00-11:00

4 de dez de 2018 14:00-17:00

6 de dez de 2018 08:00-10:00

7 de dez de 2018 08:00-10:00

5 de dez de 2018 08:00-12:00

Reportagem: Fernando Bonfim

 

No intuito de difundir o conhecimento, a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) promoveu na manhã deste sábado (08), o 1º Encontro de Egressos. A atividade consiste em promover a troca de conhecimentos entre ex-alunos, alunos e professores da instituição através de palestras e compartilhamento de ideias.

Com um cronograma variado, o encontro visou debater com os participantes os seguintes eixos temáticos: Conservação de solos – realidades e desafios, desafios e perspectivas para o engenheiro agrônomo, atitude empreendedora, uso de drones na agricultura, contos de um egresso – formação X realidade.

A professora de Manejo e Conservação de Solo e Água, Daiane Mariano, foi uma das palestrantes do encontro, ela explica que a nível nacional, várias propriedades agrícolas apresentam algum tipo de processo de degradação. Nesse sentido, o uso de práticas conservacionistas aliadas ao manejo do solo, torna-se crucial para obtenção de resultados positivos na produção agrícola, devido, principalmente, às melhorias físicas, químicas e biológicas do solo. “Infelizmente o uso dessas práticas na região de Parauapebas ainda são bastante incipientes. E a fim de mudar esse cenário, a palestra para os alunos egressos visa o uso e a divulgação dessas práticas no meio rural, pois proporcionam incrementos na matéria orgânica que atuarão diretamente na agregação, infiltração, regime térmico e evaporação da água no solo. Além dos benefícios químicos e biológicos. Também destacamos os problemas que o ambiente solo sofre com as queimadas, que infelizmente ainda acontecem na região”, destaca a professora.

Uma das organizadoras do evento, Fátima Kissigen (Tina), formou-se em Engenharia Agrônoma pela Ufra, em 2012. Ela destaca que a iniciativa surgiu da necessidade de trazer os ex-alunos para a universidade. “Às vezes a gente forma e aquele vínculo com a universidade acaba e eu vejo que isso não deveria acontecer, porque a gente leva o nome da universidade pra onde a gente vai. Nada mais justo que reafirmar o que aprendemos aqui e levamos para fora”, disse Tina.

A professora de Manejo e Conservação de Solo e Água, Daiane Mariano, foi uma das palestrantes do encontro.

Uma das organizadoras do evento, Fátima Kissigen (Tina), formou-se em Engenharia Agrônoma pela Ufra, em 2012.

 

 

 

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

A primeira “Blitz das Flores” da campanha “Agosto Lilás” realizada pela Secretaria Municipal da Mulher (Semmu) foi realizada no campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) em Parauapebas. Este ano, a ação foi descentralizada e espalhada por diversos pontos da cidade, para distribuição de flores e panfletos que alertam sobre os direitos das mulheres e informam sobre os serviços prestados pela rede de atendimento à mulher no município.

Alunos, professores e servidores foram abordados ao passarem pelos portões da universidade. Além disso, os multiplicadores da campanha de combate à violência doméstica contra a mulher também promoveram oficinas socioeducativas nas salas de aula. Com uma rápida dinâmica, os alunos participaram de uma gincana que aborda os aspectos da Lei Maria da Penha, e ao final foram convidados para multiplicarem essas informações.

“Achei muito interessante. Na maioria das vezes a gente não sabe os nossos direitos, não sabemos onde a gente pode encontrar ajuda e realmente eu conheço muitas mulheres que já passaram por isso e a gente não sabe como direcionar. Essa campanha é muito boa. Elas informaram onde a gente pode ir, quem procurar, os números, deram o caminho para que a gente possa procurar ajuda. Achei muito importante, até parabenizei a iniciativa na sala”, disse a aluna Jamili Mendonça.

A professora Josilene Mendes foi uma das coordenadoras da Blitz das Flores na Ufra. “Esse tipo de legislação temos que difundir para o máximo de público possível. A violência doméstica (contra a mulher) acontece desde as classes mais baixas até as classes mais altas. Então, quanto mais a gente tiver conhecimento sobre isso e difundir esses conhecimentos com relação à legislação e os mecanismos de proteção às mulheres é melhor”, assinalou a professora.

Além da Blitz, também foi realizado oficinas socioeducativas em sala de aula.

DENUNCIE! LIGUE 180

Há quem pense que a violência contra a mulher seja apenas a violência física, mas além desta existem outros seis tipos de violência: a moral, a psicológica, a sexual, a patrimonial, a virtual e a violência emocional. A mulher vítima de qualquer tipo de violência deve procurar a Delegacia da Mulher (Deam) e denunciar o agressor.

Como há vítimas que se recusam a denunciar por medo, vergonha e outros motivos, amigos, colegas de trabalho e vizinhos também podem fazer a denúncia sem precisar se identificar. Com isso, é possível evitar tragédias.Para orientações e apoio psicossocial, a vítima também pode se dirigir ao Centro de Referência da Mulher (CRM).  

Peça ajuda, denuncie! Ligue 180.  

 

(Texto: Rayssa Pajeú/Fotos: Bruno Cecim-ASCOM/PMP)
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Sul e Sudeste do Pará

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