A Faculdade Pitágoras sofreu manifestações na terça-feira, 18, por parte de seus alunos que relatam estarem sofrendo com juros abusivos nas mensalidades e infraestrutura precária, e que não tem atendido as suas necessidades, tendo como exemplo a biblioteca com falta de livros para o estudo adequado de seus alunos.

Os alunos pedem respeito 

As manifestações tem como objetivo garantir a continuação dos cursos presencias oferecidos pela entidade, que vem querendo mudar de 100% presencial passando agora aproximadamente 40% para o IAD (Ensino a Distância).

A exemplo de Marabá, no Campus de Parauapebas a instituição de ensino Pitágoras não vive seu melhor momento, já que alunos, principalmente do curso de Direito, reclamam do que qualificam, como irregularidades.

Pela a internet os alunos da instituição organizam um abaixo assinado por estarem insatisfeitos com as disciplinas EAD, com o intuito de obter seus direitos que segundo informações e reclamações, foram violados, buscando então que tudo possa se resolver o mais rápido possível, para que todos possam voltar as suas atividades que foram paralisadas por falta dos devidos cumprimentos e deveres da instituição. 

 

Confira o link do abaixo assinado:

https://www.change.org/p/faculdade-pit%C3%A1goras-diga-n%C3%A3o-as-mat%C3%A9rias-ead-para-os-cursos-presenciais-da-faculdade-pit%C3%A1goras?recruiter=1044171849&utm_source=share_petition&utm_campaign=psf_combo_share_abi&utm_medium=whatsapp&utm_content=washarecopy_20386449_pt-BR%3Av5&recruited_by_id=2c21e480-5435-11ea-b26e-cdd5d5d266e9

Nota oficial da instituição a respeito das manifestações promovidas por acadêmicos, nesta semana:

 

A instituição informa que a definição sobre a metodologia e a modalidade de oferta de disciplinas é feita de modo a preservar as características dos projetos pedagógicos de seus cursos e seu  modelo acadêmico, sempre observando a regulamentação do MEC. Continuamos atentos às tendências e exigências do mercado em relação às competências para o presente e o futuro das profissões. A instituição permanece à disposição para sanar quaisquer dúvidas adicionais.

 

Cerca de 300 índios Xikrins  se reuniram em frente ao Fórum de Parauapebas na manhã desta quarta-feira, 15, para reivindicar a ampliação da Casa de Apoio ao indígena, em Carajás. A casa, que  existe há mais de 30 anos, faz parte de um convênio mantido pela mineradora Vale, desde 1986, com a implantação do projeto Carajás, onde é realizado todo o acompanhamento de saúde dos índios. 

Dr. Diogo Lima, advogado representante dos indígenas 

Em entrevista, o advogado, Dr. Diogo Lima, representante dos indígenas, disse haver um impasse entre a Vale S.A e as quatro tribos que fazem uso da casa de apoio, uma vez que, a mineradora se comprometeu apenas em reformar a Casa de Saúde, porém a decisão está em desacordo com a necessidade dos índios, que reivindicam também  a ampliação do espaço, pois, segundo eles, somente a reforma não atenderá às necessidades básicas de saúde dos índios. “A Vale entrou com uma ação na Justiça Comum pedindo a reintegração da Chácara onde funciona a Casa de Apoio, para reformar o espaço, porém os índios não querem desocupar o espaço por não concordar apenas com a reforma, reivindicando também a ampliação”, explicou, 

O advogado explicou ainda que os índios vêm buscando um diálogo entre a mineradora Vale, responsável pela construção e reforma da unidade de apoio à saúde indígena e prefeitura, para que a casa de saúde seja reformada e ampliada. Segundo eles a Mineradora se negou a realizar a ampliação do espaço, concordando apenas em reformá-la.“A Vale nunca quis a  ampliação, o que ela se propôs a fazer foi apenas a reforma. Os índios não confiam na empresa, porém com a intermediação do Ministério Público e Justiça, eles vão chegar a um consenso e se tiver que reformar e ampliar pode ser que eles devam sair, não tenho certeza”, explicou o advogado. 

Em consonância com o advogado Diogo Lima, o cacique Bepkrokoti, representante de uma das quatro aldeias Xikrins da região reforçou a inconformidade com a decisão da mineradora Vale.  “Nós queremos que a Vale faça uma construção e não apenas reforme o espaço, pois aumentou o número de índios nas quatro aldeias e a casa de apoio não consegue mais nos atender como antes”, disse o Cacique.

Ainda segundo o advogado nenhuma  decisão foi tomada durante a manifestação, mas em reunião com representantes da prefeitura, Vale, prefeitura e Justiça, uma audiência será realizada na segunda-feira, 21,para tratar sobre a reforma da chácara onde funciona a casa de apoio e para isso a Vale pede a reintegração de posse, porém os índios não querem desocupar. 

Prefeito Darci Lemen frisou, em entrevista coletiva, que as partes envolvidas devem entrar em consenso atender as necessidades dos índios

O prefeito Darci Lermen também esteve mediando a reunião,de acordo com ele, o momento é de negociação e entendimento, porém o que for decidido, na audiência do dia 21,  deverá atender as necessidades dos indígenas. “Estamos em um momento de negociação para que, no momento em a casa de apoio estiver em construção, eles possam vir para uma unidade de  Parauapebas. Há um princípio de resistência para não descerem, porém como se trata de saúde é provável que eles concordem. Estamos tendo uma conversa muito boa com eles com relação a isso”, disse o prefeito reforçando o compromisso do governo municipal com as tribos Xikrins. “Com os índios nós temos um convênio significativo em dinheiro para poder custear algumas despesas deles, já recuperamos as estradas, estamos recuperamos 14 pontes, além de assistência social, como saúde e educação”, disse. 

“Esta é uma discussão boa, pois também deve aproximar ICMBio, Prefeitura e Vale.  Isso que estamos construindo aqui, e nós enquanto prefeitura e Vale, é para definir o que é melhor para os índios, pois todos nós queremos o bem deles”, finalizou.

Xikrins dançavam em frente ao Fórum, enquanto seus representantes, juntamente com representantes da Vale e prefeitura reuniam com juiz

 

 

 

(Ingrid Cardoso)

 

Logo nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (29) moradores da Palmares II bloquearam a estrada que dá acesso à comunidade como forma de manifestar por melhorias na infraestrutura da vila. De acordo com os manifestantes as pautas em questão são: obras inacabadas, reforma nas escolas da comunidade e a precariedade das estradas vicinais. Era por volta das 11h quando os manifestantes desocuparam a via.

De acordo com os manifestantes, a Escola Crescendo na Prática, uma das principais instituições de ensino daquela região está com as obras atrasadas o que tem deixado, pais e alunos preocupados, faltam menos de duas semanas para o início das aulas.

Ainda de acordo com os manifestantes, os ônibus responsáveis por transportar os estudantes, estão sucateados, que somado a má conservação das estadas que vicinais que dão acesso à comunidade, com isso, alunos das zona rural já ficaram até 15 dias sem ir a escola e em alguns casos tendo caminhar até 8km para poder chegar ao colégio.

Os moradores também reclamam das ruas dentro da própria comunidade e que as poucas que estão sendo pavimentadas, estão sendo feitas sem drenagem o que, de acordo com eles, faz com que logo os buracos voltem a aparecer.

A fim de levar uma resposta à comunidade e a nossa equipe de reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Parauapebas para solicitar um posicionamento da mesma sobre as pautas dos moradores da comunidade Palmares II, no entanto a maioria dos serviços municipal estão em recesso até o dia 05 de agosto.

 

 

 

(Por Fernando Bonfim)

Era por volta das 10h quando secretários da mais diversas pastas do município, juntamente com o prefeito, Darci Lermen, chegaram ao prédio administrativo da Prefeitura de Parauapebas, nesta quarta-feira (10). O local estava ocupado desde a noite de ontem por cerca de 120 índios das etnias Kayapó e Xikrin.

Os indígenas bloquearam o acesso à prefeitura e por isso todos os trabalhos  administrativos  foram paralisados nesta quarta-feira. O motivo da manifestação, de acordo com os indígenas, é a má conservação das estradas vicinais que interligam as aldeias Djudjêkô, Cateté e Ô-ODjá, o que tem ocasionado, inclusive, acidentes.

O ponto mais crítico, segundo os índios, é a estrada que interliga as três aldeias aos municípios de Ourilândia do Norte, Água Azul do Norte, e Tucumã, local onde um carro da comunidade colidiu com uma viatura da CELPA – Centrais Elétricas do Pará, ferindo duas índias.

A reunião teve início às 10h30 e logo em seguida a Assessoria de Comunicação da Prefeitura emitiu uma nota esclarecendo sobre os encaminhamentos e acordos realizados durante a reunião.

Confira a nota

Na manhã desta quarta-feira (10) o prefeito  de Parauapebas, Darci Lermen, acompanhado dos secretários municipais, está reunido com os índios da aldeia Djudjêkô que reivindicam obras de infraestrutura na estrada para a aldeia e a conclusão do convênio com o Instituto Indígena Botiê Xikrin, que prevê repasse de verba da prefeitura para atividades sociais e culturais dos indígenas, entre elas a realização dos jogos indígenas que ocorrerão entre os dias 20 e 26 de julho.

As obras em questão foram iniciadas no início de junho, na aldeia Kateté, e atenderão todas as quatro aldeias indígenas, localizadas no município de Parauapebas. Conforme o cronograma da Secretaria Municipal de Obras (Semob) os serviços específicos para a aldeia Djudjêkô estão programados para a próxima segunda-feira (15). O prefeito e o secretário de Obras visitarão a localidade para acompanhar de perto os serviços.

Sobre o contrato para o convênio com o instituto, a documentação foi protocolada na prefeitura de Parauapebas na semana passada. Desde que a gestão recebeu a documentação do instituto, tem dado toda a celeridade possível nos trâmites legais para firmar o convênio. Ficou acordado na reunião de hoje que os indígenas ficarão até amanhã, no prédio da prefeitura, para a  de assinatura do contrato, que ocorrerá às 10h da manhã.

O município de Parauapebas conta com quatro aldeias indígenas, localizadas na divisa com o município de Água Azul do Norte. A prefeitura de Parauapebas sempre deu todo o apoio necessário aos indígenas, inclusive com a construção e manutenção de escolas dentro das aldeias e disponibilidade de profissionais e estrutura para atendimentos de saúde.

Os indígenas realizam danças e cantam canções de guerra a todo momento. 

(Por Fernando Bonfim)

 

 

Moradores das vilas, Bom Jesus e Serra do Rabo, no município de Canãa dos Carajás, interditaram um trecho da estrada de acesso ao projeto S11D, na madrugada desta quarta-feira (26). O bloqueio da via gerou uma fila gigantesca de ônibus na estrada.

De acordo com as informações apuradas até o momento, o intuito da manifestação é chamar a atenção da mineradora para a acordos que, segundo eles, estariam sendo descumpridos pela mineradora.

Ainda conforme as informações, a principal reclamação dos manifestantes é o excesso de poeira gerada na estrada de acesso ao projeto.

Em nota, a Vale informou que cumpre a legislação e mantém rígidos controles ambientais em todas as suas operações, que são fiscalizados pelos órgãos responsáveis e reforçou que está tomando medidas judiciais e criminais cabíveis para liberação dos acessos às unidades.

Segue a íntegra na íntegra

A Vale informa que manifestantes bloqueiam o ramal ferroviário da Estrada de Ferro Carajás, em Canaã dos Carajás, e estradas que dão acesso às operações das minas de Sossego e S11D, impedindo o direito de ir e vir dos empregados, prestadores de serviço e polução em geral.  Eles reclamam de supostos impactos e indenizações relacionadas à criação do Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, criado por Decreto Presidencial, cabendo ao ICMBio a gestão da unidade e a competência por desapropriações e negociações.

A Vale reforça que cumpre a legislação e mantém rígidos controles ambientais em todas as suas operações, que são fiscalizados pelos órgãos responsáveis.

A Vale informa também que está tomando medidas judiciais e criminais cabíveis para liberação dos acessos às unidades, assim como a retomada da operação da EFC em Canaã. 

Militantes do MST, estudantes, professores e membros de demais entidades sociais de Parauapebas aderiram à paralisação nacional ocorrida nesta sexta-feira (14) em prol da Previdência e da Educação.  

A manifestação reuniu em torno de 150 pessoas, em Parauapebas que realizaram uma caminhada pelas principais vias da cidade com faixas e frases de ordem. O grupo se diz contra a reforma da previdência e cortes na verba da educação propostas pelo Governo Federal.

Nas primeiras horas da manhã de hoje, os manifestantes se concentraram no Centro de Desenvolvimento Cultura (CDC) e saíram em caminhada pelas ruas: F, 11, E e 6. Enquanto outro grupo de manifestantes, membros do MST, ocuparam a PA 275, nas proximidades do Acampamento Frei Henry de Roisers entre o município de Parauapebas de Curionópolis.

 Raimundo Ferreira, militante do Movimento dos trabalhadores Sem Terra (MST)

Em entrevista, Raimundo Ferreira, militante do Movimento dos trabalhadores Sem Terra (MST) disse que o bloqueio da pista, além de aderir à paralisação nacional foi realizado também para chamar a tenção para os problemas do movimento.  Pois de acordo com ele, a ordem de despejo dos ocupantes do acampamento Dalcídio Jurandir, localizado no município de Eldorado do Carajás, trará grandes prejuízos para as  mais de 200 famílias assentadas. “É um acampamento que tem mais de 11 anos e agora há uma liminar de ordem de despejo para próximo dia 17. É um acampamento que contribui com a economia:  só de leite são produzidos mais de 10 mil litros por dia é e de onde as famílias tiram seus sustentos. Se ele saírem de lá, o governo tem onde colocar esse povo?”, indaga Raimundo.

Luziano Carvalho que estava entre os manifestantes

No centro da cidade, um grupo realizou uma caminhada pelas principais ruas. “Todos nós, trabalhadores, independentemente de ser do campo ou da cidade, estamos aqui para dizer que estamos insatisfeitos com esta tragédia que o Governo Federal está tentando nos empurrar goela a baixo. A reforma da Previdência é uma retirada de direitos perversa”, disse Luziano Carvalho, que estava entre os manifestantes.

 

Era por volta das 10h da manhã quando a pista foi desobstruída.

 

Outro grupo realizou uma manifestação no bairro Cidade Nova.

 

 

Moradores do Bairro Jardim Canadá realizaram na manhã desta quarta-feira (29) uma manifestação, bloqueando a AV. Jardim Canadá, principal rua que corta o bairro e dá acesso, inclusive à prefeitura.

Os manifestantes reclamavam sobre a falta de infraestrutura de várias ruas que ainda não foram beneficiadas com as obras de pavimentação. Apesar da Prefeitura estar realizando obras de pavimentação asfáltica no bairro, elas foram paralisadas devido ao período chuvoso. A rua onde ocorriam a manifestação foi desobstruída horas depois, após membros da prefeitura municipal dialogarem com os moradores.

Em entrevista ao Carajás o Jornal, o Secretário Municipal de Obras, Wanterlor Bandeira disse que, “as obras de drenagem profunda e drenagem superficial estão sendo executadas no bairro desde ano passado”, e que os trabalhos estavam paralisados devido às chuvas. “A retomada do serviço estava prevista para o último dia 15”, disse o secretário. O que não aconteceu, devido as dificuldades encontradas pelos operadores que estavam executando a obra”. Ainda de acordo com o secretário, “os serviços serão retomados ainda nesta semana”.

Alguns moradores que moram há mais cinco anos no bairro informaram a reportagem que nunca viram trabalhos de infraestrutura por lá, como é o caso do vendedor, Antônio Carlos, que expôs em entrevista ao Portal Carajás o Jornal, que quando as ruas ficam cheias de lama fica quase impossível transitar pelo bairro. “As vezes a situação fica tão feia que a gente precisa levar uma roupa extra para o serviço, uma vez que ao sair de casa nossa roupa fica toda suja de lama”, relatou o morador.

A pista foi desobstruída horas depois.

Este último fim de semana foi marcado por manifestações em diversas regiões do Brasil, onde apoiadores do governo de Jair Bolsonaro declararam todo o apoio ao Presidente da República. Em Parauapebas não foi diferente, visto que, a militância bolsonarista realizou uma carreata que teve inicio no bairro Rio Verde percorrendo as principais ruas da cidade.

O ato ocorreu neste domingo (26), por volta das 17 horas,  quando um grupo de apoiadores do governo Bolsonaro se concentrou no ‘banbuzal’, localizado no bairro Rio Verde, de onde saíram em uma carreta percorrendo as seguintes vias: PA-275; Av Liberdade; Rua do Comércio e Sol Poente. A manifestação finalizou com um ato cívico no lago do bairro Nova Carajás.

Rondinélio Miranda foi para a manifestação juntamente com sua esposa, em entrevista ao Carajás o Jornal, o agente comercial disse que apoia Jair Bolsonaro desde o pleito eleitoral, onde ele foi eleito presidente e pontuou que a reforma da previdência, por exemplo, é algo que precisa ser feito. “Eu entendo que seja uma coisa necessária e até com extrema urgência. Quando se gasta além do que tem vai faltar lá na frente, não podemos ver só no agora, mas também como será daqui a 10,20, ou 30 anos”, disse o manifestante.

Rondinélio Miranda foi para a manifestação juntamente com sua esposa.

O grupo realizou uma carreata que percorreu diversas ruas de Parauapebas e finalizou no lago do Bairro Nova Carajás.

 

 

Por Fernando Bonfim

Neste sábado (11), véspera de comemoração ao Dia das Mães, centenas de mulheres saíram às ruas de Parauapebas em uma caminhada contra o feminicídio. O manifesto teve início na Praça da Cidadania do Bairro Rio Verde até a Praça de Eventos do Cidade Nova.

Casos como o de Ana Karina, Loren Lima e Dayse, são exemplos de casos de crimes desta natureza, que ganharam grande repercussão em toda a mídia local e regional  e que também geraram grande comoção social.

A caminhada foi organizada pelo grupo Mulheres Girassol, em entrevista com a presidente do Instituto, Enildes Melo, disse que o evento é uma conscientização para alertar não só as mulheres, mas toda a comunidade para que casos  de violência deste tipo não caiam no esquecimento, instigando a justiça a fazer com que os culpados possam pagar pelos crimes. “Esta é uma forma de contribuir com a sociedade para fazer com que população não esqueça de cobrar das autoridades a elucidação de casos tão bárbaros”, disse.

Recentemente o caso de Deyse Dayana, vítima de um possível feminicídio e depois jogada de uma janela de cerca de 04 metros de altura pelo companheiro, para simular um possível suicídio ganhou repercussão destaque na imprensa local. Em entrevista a mãe da vítima, Wilma Lemos, agradeceu o apoio que tem recebido da população de Parauapebas e Marabá. Ela destacou a importância da denúncia e pontuou que o medo e o silêncio, muitas vezes, são os maiores inimigos de uma mulher agredida. “Mulheres não se calem. O silêncio mata toda e qualquer tipo de agressão, por mínima que seja precisa ser externado e tem que ser denunciado”, disse Wilma.

Enildes Melo, foi uma das organizadoras da caminhada.

Wilma Lemos, mãe  de Deyse Dayana, vítima de um possível feminicídio.

 

Centenas de estudantes dos dois campus do Instituto Federal do Pará (IFPA) e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) saíram às ruas de Marabá na manhã destas segunda-feira (6), para manifestar contra os cortes no orçamento das instituições federais de ensino, anunciados pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 30/04. O contingenciamento é de R$ 7,4 bilhões.

Em uma caminhada pacífica do IFPA - Campus Marabá Industrial até o Shopping Pátio Marabá, com a utilização de brados, cartazes e uniforme escolares.

Desde a semana passada diversas instituições federais de ensino têm se manifestado, através de seus portais e redes sociais que tais mudanças no orçamento impactarão diretamente e, de forma negativa, à prestação de seus serviços.

UFPA

a Universidade Feral do Pará (UFPA), publicou em seu portal que o corte representa um bloqueio de R$ 55 milhões do orçamento para investir na infraestrutura de seus doze campus.

UFRA

A Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) detalhou que o bloqueio de crédito representa uma redução de 30% na ação de capacitação de servidores; 33% nas bolsas de PIBIC, PIBEX e editais das pró-reitorias acadêmicas; 34% nas ações de manutenção da Universidade; 30% nas ações de manutenção do hospital veterinário; 30% nas ações de investimentos do hospital veterinário e 100% em ações remanescentes de obras.

IFPA

O Instituto Federal do Pará (IFPA), por sua vez afirmou que o bloqueio do orçamento afeta diretamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão, causando um grande impacto no funcionamento do Instituto. A decisão atinge não somente a oferta de cursos e a rotina das aulas, mas também a aquisição de materiais, a retomada de obras estruturais e o funcionamento da instituição.

Unifesspa

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) também se manifestou e expôs que instituição será fortemente impactada pelo bloqueio orçamentário imposto pelo MEC e que o valor total bloqueado foi de R$ 13,2 milhões, atingindo principalmente os recursos de custeio, destinados ao funcionamento e à manutenção da universidade, a como pagamento de energia elétrica, água, serviços de limpeza e vigilância.

Em entrevista a estudante do IFPA, Evelyn Gabrielle, disse que saiu às ruas para lutar pelos seus direitos, enquanto estudante. “Acredito que a educação é a única forma de mudar este país. Eu acho muito triste e injusto estes cortes, pois irá afetar a educação de todos nós que estudamos em instituição pública. Nós queremos oportunidades iguais, tanto para o filho do pobre quanto para o filho do rico e nós encontramos esta oportunidade lá no IF, com professores de qualidade, projetos e bolsas de extensão, mas que agora estão comprometidos”, disse a aluna.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evelyn Gabrielle, disse que foi para lutar por seus direitos quanto estudante

 

 

(Por Fernando Bonfim)

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Sul e Sudeste do Pará

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