A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, remarcou para hoje (17) reunião com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

No encontro, previsto para às 19h30, em Brasília, estarão na pauta notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral.

O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem afetar a credibilidade do pleito.

Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais. Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet.

(Agência Brasil)

O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
 

Jair Bolsonaro (PSL): 58%
Fernando Haddad (PT): 42%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
 

Jair Bolsonaro (PSL): 49%
Fernando Haddad (PT): 36%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabe: 6%

Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Arte/G1

Apoio dos candidatos
 
O Datafolha também levantou a opinião dos entrevistados sobre o apoio dos presidenciáveis que disputaram o primeiro turno.
Marina Silva
O instituto perguntou: "O apoio de Marina Silva a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 11%
Faria você não votar nesse candidato: 11%
Seria indiferente: 72%
Não sabe: 6%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Marina Silva deveria apoiar no segundo turno”?
 

Fernando Haddad (PT): 43%
Jair Bolsonaro (PSL)% 38%
 
Ciro Gomes
O instituto perguntou: “O apoio de Ciro Gomes a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 21%
Faria você não votar nesse candidato: 11%
Seria indiferente: 63%
Não sabe: 4%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Ciro Gomes deveria apoiar no segundo turno?”:
 

Fernando Haddad (PT): 46%
Jair Bolsonaro (PSL): 40%
 
Geraldo Alckmin
O instituto perguntou: “O apoio de Geraldo Alckmin a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 14%
Faria você não votar nesse candidato; 13%
Seria indiferente: 69%
Não sabe: 4%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Geraldo Alckmin deveria apoiar no segundo turno:”?
 

Jair Bolsonaro (PSL): 46%
Fernando Haddad (PT): 37%
Nenhum: 9%
Não sabe: 7%
 
 

Momento de decisão do voto
 
O instituto perguntou: “Em que momento você decidiu seu voto para (______) pelo menos um mês antes da eleição, 15 dias antes da eleição, uma semana antes da eleição, na véspera da eleição ou no próprio dia da eleição?”.
As respostas foram:
Presidente
 

Pelo menos um mês antes: 63%
15 dias antes: 10%
Uma semana antes: 8%
Na véspera: 6%
No dia da eleição: 12%
 

Governador
 

Pelo menos um mês antes: 49%
15 dias antes: 12%
Uma semana antes: 12%
Na véspera: 9%
No dia da eleição: 17%
 
Senador
 

Pelo menos um mês antes: 42%
15 dias antes: 13%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 22%
 
Deputado federal
 

Pelo menos um mês antes: 45%
15 dias antes: 11%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 20%
 
Deputado estadual
 

Pelo menos um mês antes: 47%
15 dias antes: 11%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 20%
 
 

Sobre a pesquisa
 
 

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3.235 eleitores em 227 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 10 de outubro
Registro no TSE: BR-00214/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Fonte G1

 

O PSDB, o partido Novo e o PP informaram nesta terça-feira, 9, que não devem apoiar nenhum candidato no segundo turno da eleição presidencial, que será decididas entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). O PTB fechou apoio ao capitão reformado do Exército e o PSB apoiará o ex-prefeito de São Paulo.  O Solidariedade deve liberar seus integrantres, majoritariamente favoráveis a Haddad.  O chamado Centrão rachou e se dividiu.

"Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes", anunciou o presidente da legenda, Geraldo Alckmin, após reunião da executiva nacional que ocorreu na sede do partido, em Brasília. Ele pontuou que a liberação do partido significa neutralidade na campanha. Durante o encontro, Alckmin criticou o candidato ao governo de São Paulo, João Doria, favorável ao apoio a Bolsonaro.

 
"O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias e práticas opostas às nossas", diz a nota enviada pela sigla à imprensa.

Na mesma linha, o PP comunicou a postura "de absoluta isenção e neutralidade" nesta terça. "O eleitor quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha", diz o documento. A sigla destaca ainda que deseja contribuir com o futuro governo - o partido elegeu 37 deputados federais e cinco senadores. 

O PTB anunciou nesta tarde apoio ao capitão reformado. "Acreditamos que Jair Bolsonaro trabalhará para que o nosso País volte aos trilhos do desenvolvimento social e econômico, e pela pacificação e união do povo brasileiro", informou a sigla em nota. O partido elegeu 10 deputados federais nas eleições de domingo. 

Novo critica PT, mas fica neutro
Com pouco mais de 2,7 milhões de votos, o candidato João Amoêdo, líder do Novo, ficou em quinto lugar na disputa presidencial, à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e o senador Alvaro Dias (Podemos).  

Na segunda, em entrevista ao Estado, Amoêdo chegou a elogiar o economista Paulo Guedes, coordenador econômico da campanha do capitão reformado. “Ele tem algumas ideias que se assemelham ao que defendemos, como mais liberdade econômica e privatização de estatais”, afirmou. “O problema é que essas propostas vêm do assessor econômico. Bolsonaro, como deputado (o candidato está em seu sétimo mandato na Câmara), nunca foi um grande defensor dessas pautas", disse. 

No entanto, um dia depois, a sigla tomou a decisão de manter a neutralidade. "O cenário presidencial no segundo turno não é aquele que desejávamos. Manteremos nossa coerência e nossa contribuição se dará através da atuação de nossa bancada eleita", informa o documento. Nessas eleições, a sigla elegeu oito deputados federais, onze estaduais e um distrital. O PSDB e o PPS ainda terão reuniões entre terça e quarta para decidir qual posicionamento adotar. 

PSB decide apoiar Fernando Haddad no 2º turno
Os integrantes da Executiva Nacional do PSB decidiram nesta terça-feira que a sigla apoiará oficialmente Fernando Haddad, do PT, no segundo turno da eleição presidencial. Os diretórios do Distrito Federal e de São Paulo, no entanto, foram liberados para se posicionarem de forma independente. Ao anunciar a decisão, o presidente da sigla, Carlos Siqueira, afirmou, no entanto, que o partido cobrará de Haddad a formação de uma frente democrática envolvendo além de partidos políticos, atores da sociedade civil. 

"Não estamos apoiando o candidato do PT, mas sim quem vai liderar essa frente para defender a democracia", afirmou Siqueira. O partido deverá ainda entregar a Haddad um documento com pautas programáticas. De acordo com o presidente do partido, o PT não pediu apoio formalmente. "Estamos nos posicionando porque é a obrigação de um partido que tem vida republicana", disse. 

O apoio do PSB era considerado pelo PT como fundamental para impulsionar a candidatura do partido no segundo turno e angariar forças contra o adversário Jair Bolsonaro. A sigla ainda disputa o segundo turno em São Paulo, com Márcio França, no Distrito Federal, com Rodrigo Rollemberg, no Amapá, com João Capiberibe, e em Sergipe, com Valadares Filho.

Haddad afirmou que a "recomposição de campo" é importante para fortalecê-lo na disputa final. O ex-prefeito de São Paulo citou também o apoio do PDT e do PSOL e ressaltou que, neste momento, ninguém está discutindo a definição de cargos em um eventual governo.

Candidato ao governo de São Paulo, Márcio França (PSB) defendeu que o partido se mantivesse neutro em relação ao pleito nacional. Haddad lembrou ao pessebista, no entanto, que o PT apoia candidatos do PSB em Estados no primeiro e no segundo turno. No último domingo, 7, o PSB elegeu candidatos em Pernambuco, Paraíba e Espírito Santo.

Em campanha para o segundo turno, França não compareceu à reunião da executiva nacional.

DEM libera apoio individual
O DEM deve liberar o apoio individual de seus quadros aos candidatos. O partido presidido pelo prefeito de Salvador (BA), ACM Neto, não fará um anúncio formal de adesão. Como o DEM historicamente,faz oposição ao PT, a tendência é que a maior parte dos filiados com mandato e militantes do partido siga em campanha pelo capitão reformado. 

É o caso da líder da Frente da Agropecuária, Tereza Cristina (MS), de Onyx Lorenzoni(RS), coordenador da campanha de Bolsonaro à revelia do DEM, e do líder da bancada da bala, Alberto Fraga (DF), que perdeu a eleição para o governo do Distrito Federal. Os três são colegas de Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Outros integrantes da cúpula do DEM devem declarar voto em Bolsonaro, mas sem fazer campanha pública por ele. 

PRB decidiu liberar bancada
O PRB decidiu na noite desta terça-feira liberar seus filiados no segundo turno para fazer campanha para o candidato do PSL a presidente da República, Jair Bolsonaro, ou para o presidenciável do PT, Fernando Haddad. A maior parte da bancada parlamentar, no entanto, prefere e pretende se engajar na campanha de Bolsonaro. O líder do PRB, deputado Celso Russomanno, terceiro mais votado em São Paulo, gravará um vídeo de apoio a Bolsonaro, a pedido do presidenciável.

“A executiva nacional do PRB, ouvida a bancada de deputados e senadores, decidiu, nesta terça-feira, 9 de outubro de 2018, liberar os seus membros para apoio no segundo turno da eleição para Presidente da República”, diz a nota divulgada pelo partido, após se reunir por mais de duas horas na Câmara dos Deputados.

Solidariedade também lidera bancada
Com maioria favorável a entrar em campanha pelo candidato do PT, o Solidariedade tende a liberar a bancada de parlamentares e seus filiados no segundo turno. A executiva nacional do Solidariedade vai se reunir nesta quarta-feira às 10h para tomar a decisão num hotel em São Paulo. 

“Eu acho que tem gente de todo lado, uma maioria pró Haddad. Mas acho que o melhor caminho para o partido é liberar. A ideia que eu tenho é encaminhar a proposta de liberar. Quem quiser ajudar o Haddad vai ajudar, sem ter obrigação de apoiá-lo”, disse ao Estado o presidente do partido, deputado Paulinho da Força (SP), reeleito no domingo.  

Valdemar Costa Neto libera PR de apoio formal a Bolsonaro ou Haddad
O Partido da República (PR) liberou seus parlamentares para apoiar qualquer um dos candidatos a presidente da República no segundo turno das eleições 2018. 

No comando do PR, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, comunicou aos parlamentares sobre a decisão de neutralidade, depois de participar de reunião ontem com outros dirigentes de partidos do Centrão (DEM, PP, PRB e Solidariedade), que estavam coligados ao tucano Geraldo Alckmin, derrotado no primeiro turno.

“Valdemar já autorizou a liberação em todos os Estados. Cada parlamentar apoia quem achar que deve", disse ao Estado o líder do PR na Câmara, deputado José Rocha (BA), reeleito na Bahia e apoiador de Haddad. O PR tem atualmente 40 parlamentares na Casa e elegeu 33 para a próxima legislatura.

Rocha diz que não há como quantificar nesta terça-feira se a bancada tem uma maioria pró-Haddad ou pró-Bolsonaro. Na Bahia, diz ele, a maioria é favorável ao petista por causa da coligação e base do governador reeleito Rui Costa, do PT. Já em São Paulo, há integrantes da bancada da bala que apoiam abertamente Bolsonaro, como o deputado capitão Augusto (PR-SP).

Rocha avalia que, numa eleição de dois candidatos, os parlamentares têm pouca capacidade de angariar votos para um ou outro. “É uma eleição entre eleitor e candidato”, disse Rocha. “Não existe um comando, é a vontade expressa do eleitor. Não adianta apoio formal, é um apoio que não se viabiliza na prática. No primeiro turno você dá o apoio do tempo partidário de televisão. Agora não tem mais, o tempo de televisão é meio a meio no segundo turno.”

O líder do PR entende que os únicos partidos que conseguem orientar voto no segundo turno são os que ele chama de “ideológicos”, principalmente de esquerda, como PDT e PSB, entre outros: “Orientação partidária no segundo turno não existe, a não ser os partidos ideológicos e os religiosos, as igrejas, que comandam.”

PDT fala em apoio 'crítico' a Haddad
Na segunda, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que o partido deve anunciar o que está chamando de "apoio crítico" à candidatura de Fernando Haddad (PT), no segundo turno. No mesmo dia, a executiva nacional do PSOL oficializou apoio ao petista.

 

Fonte: Estadão  

Nestas eleições de 2018, realizada no último domingo (07) cinco candidatos que representarão o sul e sudeste, na Assembleia Legislativa do Pará, foram eleitos pelo povo paraense, porém estas mesmas regiões continuarão sem representatividade na Câmara dos deputados, em Brasília.

Três dos candidatos a estadual eleitos, são de Marabá, são eles: Dirceu Ten Caten (PT), que assumirá seu segundo mandato em 2019, Toni Cunha (PTB) e Chamonzinho (MDB) que representa não só Marabá, sua cidade Natal, mas também Curionópolis onde já foi prefeito e Parauapebas, cidade onde reside atualmente e mantém uma filial de sua empresa do ramo da comunicação.

  

Dirceu Ten Caten (PT).........Toni Cunha (PTB) ............. Chamonzinho (MDB) 

Redenção também terá representatividade com Alex Santiago (PR) e São Félix do Xingu com Delegado Caveira (PP). Parauapebas, por sua vez, não elegeu nenhum representante direto, quem chegou mais perto de assumir uma cadeira na ALEPA foi o ex-prefeito Valmir Mariano (PSD), que recebeu do eleitorado paraense, 22.616 votos.

  

Alex Santiago (PR).............. Delegado Caveira (PP).........Valmir Mariano (PSD) 

Seguindo a lista de candidatos mais votados de Parauapebas aparecem Gesmar Costa (PSD), que recebeu 15.771 votos, sendo que só em Parauapebas o candidato recebeu 9.791 mil votos, Já Marcelo Parceirinho com 10.452 na contabilidade geral e 9.916 votos somente no município.

 

Gesmar Costa (PSD)............Marcelo Parceirinho 

 Confira a lista candidatos a deputado estadual de Parauapebas e a respectiva quantidade de votos no estado e no município:

Evaldo Fidelis (PSOL)- total de votos- 4225 /votos em Parauapebas: 3.111;

 

Chico das Cortinas (PRB): total de votos -4.072  / votos em Parauapebas: 3.797;

Gildo Bolsonaro (PSL): total de votos: 6.331/ votos em Parauapebas: 2710;

Fabio Sacramento (PPS): total de votos- 1.683/ votos em Parauapebas- 1181;

Raimundo Moura (PSOL): total de votos- 1.557 votos em Parauapebas- 1089;

Alice Rodrigues (PTB): total de votos- 3.154 votos em Parauapebas -621;

Melo (Avante): total de votos- 672 /votos em Parauapebas- 620;

Torquete Xicrin (PT): total de votos- 1.240 /votos em Parauapebas- 615;

Carteiro Everaldo (PT):  total de votos- 894/votos em Parauapebas- 314.

Já para deputado federal, não só Parauapebas, mas toda a região do sul e sudeste do Pará ficou sem representatividade na Câmara dos deputados em Brasília. Isto porque a maioria dos eleitores do município votou em candidatos de outras regiões, sendo distribuído um número bastante expressivo, correspondente a 58.851 votos entre 116 candidatos de outas regiões do estado. Já os candidatos de Parauapebas receberam apenas 38.730 votos, distribuídos entre os seis candidatos a deputado federal do município.

Outro fator que ajudou bastante a não eleição de candidatos da cidade, foi a grande quantidade de votos nulos e brancos, que somam 54.535 votos. Desta forma, percebe-se o descrédito dos candidatos da cidade e a falta de conhecimento dos eleitores pela importância de eleger um representante da região que possa trazer recursos para a cidade, melhorando o seu desenvolvimento e contribuindo com o bem estar das pessoas.

Confira a lista candidatos a deputado Federal de Parauapebas e a respectiva quantidade de votos no estado e no município:

Joelma Leite (PSD): Total de votos: 18.003; Votos em Parauapebas: 16.579;

Miquinhas (PT): Total de votos: 12.372; Votos em Parauapebas: 8.989;

Wesley Martins (PSDB): Total de votos: 7.130/ Votos em Parauapebas: 3.071;

Leonice (PSOL): Total de votos: 6.161 votos em Parauapebas 5.100;

Claudio Almeida (PR): 5.436 / votos em Parauapebas: 1.717;

Francisca Ciza (DEM): 3.062 votos/votos em Parauapebas: 2.221;

Votos Frank James (PRTB): 1.309 /votos em Parauapebas votos 1.053.

 

(Ingrid Cardoso)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões.

Informalmente, alguns líderes políticos sinalizaram como atuarão nesta reta final. O comando do PDT, do candidato Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, indicou que deve assumir um “apoio crítico” à candidatura de Haddad.

 Sofrendo com uma redução nos quadros, o PSDB, que lançou o candidato Geraldo Alckmin, deve ter uma divisão interna, segundo analistas políticos. Mesmo se houver uma decisão fechada em torno de um dos nomes, a tendência é de racha. A vice na chapa de Alckmin, Ana Amélia, afirmou que apoiará Bolsonaro.  

Nas redes sociais, o candidato do PPL à Presidência, João Goulart Filho, fez elogios a Ciro Gomes, mas não apontou se pretende apoiar Bolsonaro ou Haddad. A candidata da Rede, Marina Silva, fez severas críticas aos dois que disputarão o segundo turno, assim como João Amoêdo, do Partido Novo.   

Reuniões

A Comissão Executiva Nacional do PSB se reúne, às 14h30, na sede do partido, em Brasília. Às 15h, a executiva nacional do PSDB também se encontra na capital federal. O PPL, que lançou João Goulart Filho, é outro partido que se reúne nesta terça-feira em Brasília.

A expectativa é de que Rede e o DC, de Eymael, anunciem hoje também seus apoios. O MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), que perdeu a reeleição, deve se reunir amanhã (10) na capital federal. Já o PSTU, de Vera Lúcia, marcou para o dia 11 o anúncio.

 O Podemos, que lançou Alvaro Dias, o Partido Novo, de João Amoêdo, e o PV, que lançou Eduardo Jorge, vice de Marina Silva, ainda não marcaram reuniões para decidir sobre o tema.

Agendas

Bolsonaro afirmou que pretende se reunir com o economista Paulo Guedes, apontado como seu eventual ministro da Fazenda. O candidato deverá permanecer em casa, no Rio de Janeiro. Amanhã (10), ele será examinado por uma junta médica para poder definir sua agenda de campanha.

Haddad terá encontros hoje com governadores do PT e correligionários, em São Paulo. As reuniões ocorrem um dia depois de ele visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em Curitiba. O candidato ainda não anunciou como será a agenda de campanha até o segundo turno.

(Fonte: Agência Brasil)

Após obter 49,2 milhões de votos no primeiro turno, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse hoje (8) que pretende intensificar a campanha eleitoral nos próximos dias, mas depende de uma avaliação médica no dia 10. Segundo ele, a intenção é procurar a união para o segundo turno com os adversários derrotados e eventuais aliados.

“O discurso é de união, queremos unir o Brasil e pacificar”, afirmou o candidato à Presidência durante quase 20 minutos de entrevista exclusiva concedida à Rádio Jovem Pan.

Bolsonaro confirmou que chamou a atenção do candidato a vice-presidente, General Mourão, e do consultor econômico Paulo Guedes. Ele disse que deu “uma canelada” neles para que “maneirem” nas opiniões. “O que eu pedi para ele [Guedes] e para o Mourão é que tenham cuidado com as palavras.”

Economia

Questionado sobre as propostas econômicas, Bolsonaro reiterou que tem conversado com sua equipe, liderada por Paulo Guedes, e que amanhã (9) terá uma reunião. Ele destacou que pretende extinguir estatais, mas não mencionou quais, e manter o programa Bolsa Família, mas combatendo o que considera fraudes. “ Não podemos cortar esse programa porque seria uma desumanidade.”

Mais uma vez, ele ressaltou que é contrário à recriação da CPMF, o imposto do cheque, e disse que ao admitir que pouco entende de economia, quis demonstrar ser humilde. “Eu dou os ingredientes, eles [os integrantes da equipe econômica] fazem o bolo”, afirmou o candidato, acrescentando que pretende reduzir o total de ministérios para 15.

Política

Bolsonaro disse ainda que pretende participar de debates com o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. “Debater com o PT não tem dificuldade. O que o PT fez ao longo de 13 anos acredito que está vivo na memória de todo mundo, não queremos isso de volta. Eu represento, com quem está do meu lado, uma oposição.”

Questionado se pretende conversar com eventuais aliados e eleitores de centro, que não o apoiaram no primeiro turno, o candidato respondeu com bom-humor. “Não posso virar o Jairzinho paz e amor e me violentar, eu tenho de continuar sendo a mesma pessoa.”

Fonte: Agência Brasil 

O eleitor que não pôde votar no primeiro turno das eleições e não conseguiu justificar a ausência ainda pode preencher o formulário de justificativa eleitoral pela internet ou entregá-lo pessoalmente em qualquer cartório eleitoral.

Há também a possibilidade de enviar o formulário pelo correio para o juiz eleitoral da zona eleitoral. O prazo para justificar é de até 60 dias após cada turno da votação.

Além do formulário, o eleitor deve anexar documentos que comprovem o motivo que o impediu de comparecer no dia do pleito.

Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência utilizando o “Sistema Justifica” nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar.

O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão do juiz eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor junto ao Cadastro Eleitoral.

Quem não votou no primeiro turno e nem justificou não fica impedido de votar no segundo turno, dia 28 de outubro.

Eleitores no exterior

No caso dos brasileiros que estavam no exterior no dia da votação, eles também deverão encaminhar o formulário de justificativa pós-eleição e a documentação comprobatória até 60 dias após o turno ou em 30 dias contados a partir da data de retorno ao Brasil.

Se estiver inscrito em zona eleitoral do exterior, o eleitor deverá encaminhar o requerimento diretamente ao juiz competente ou ainda entregar nas missões diplomáticas e repartições consulares localizadas no país ou enviar pelo sistema justifica.

Consequências

O Tribunal Superior Eleitoral explica que a não regularização da situação com a Justiça Eleitoral pode resultar em sanções, como impedimento para obter passaporte ou carteira de identidade para receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.

A não justificativa também pode impedir que o eleitor participe de concorrência ou administrativa da União, dos estados, Distrito Federal e municípios, além de ficar impedido de se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo e função pública.

Edição: Kleber Sampaio
Fonte: Agência Brasil 

 Às 1h20 da manhã desta segunda-feira (08), com a apuração de 100% das urnas foram definidos os nomes dos deputados estaduais e federais que representarão o Pará pelos próximos quatro anos, na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e na Câmara dos Deputados, em Brasília.  

O candidato a deputado estadual mais votado foi Dr Daniel (PSBD), com 109.236 votos já para federal foi Edmilson Rodrigues (PSOL), com 184.042 votos.

Confira a lista dos candidatos a deputado  estadual eleitos:

Candidato                    -          Votos

DR DANIEL        -                    113.588

CILENE COUTO       -                93.614

RENATO OGAWA   -                  71.689

FABIO FREITAS      -                 63.768

CHAMONZINHO    -                  63.722

GUSTAVO SEFER   -                 61.301

DIRCEU TEN CATEN  -             59.600

THIAGO ARAÚJO     -              54.933

MIRO SANOVA        -              52.619

BORDALO                 -            49.854

ANTONIO TONHEIRO  -           47.354

ELIEL FAUSTINO          -          47.183

PAULA GOMES      -                 46.863

RAIMUNDO SANTOS  -            46.779

JÚNIOR HAGE          -             46.578

RENILCE NICODEMOS  -          45.991

HILTON AGUIAR     -               44.939

DILVANDA FARO    -                43.796

ERALDO PIMENTA     -             43.605

MICHELE BEGOT   -                 43.464

MARTINHO CARMONA -           43.296

MARINOR BRITO      -               43.178

ANA CUNHA              -             41.610

CHICÃO                     -            40.268

DRA. HELOISA          -             40.224

VICTOR DIAS            -            39.706

IRAN LIMA         -                   39.585

ALEX SANTIAGO      -              39.193

LUTH REBELO         -              36.761

WANDERLAN -                       34.096

DIANA BELO        -                 33.752

DELEGADO TONI CUNHA  -     33.498

ANGELO FERRARI   -              31.609

DELE. NILTON NEVES  -         29.151

FABIO FIGUEIRAS      -         29.077

IGOR NORMANDO    -          25.443

DR.JAQUES     -                  25.022

ORLANDO LOBATO     -       22.358

PROFESSORA NILSE    -      18.391

DELEGADO CAVEIRA   -       16.325

GALILEU -                          14.551

 


 Confira a lista dos candidatos a deputado federal eleitos:

Candidato                    -          Votos

EDMILSON RODRIGUES   -       184.042

CRISTIANO VALE                    176.812

ELCIONE                 -              165.202

VAVÁ MARTINS                       158.717

PRIANTE                  -             154.647

NILSON PINTO       -                148.972

JÚNIOR FERRARI       -             146.678

CELSO SABINO       -                146.288

DELEGADO ÉDER MAURO   -     145.653

BETO FARO              -              143.822

OLIVAL MARQUES         -          135.398

CÁSSIO ANDRADE         -          130.768

AIRTON FALEIRO       -             106.965

HÉLIO LEITE               -            102.554

PAULO BENGTSON                    96.722

JOAQUIM PASSARINHO     -       95.582

EDUARDO COSTA       -             75.346

 

 

 

Acostumado a garantir uma vaga a deputado federal há mais de 15 anos, o município de Marabá não terá representante direto pelos próximos quatro anos. A grande quantidade de postulantes a uma vaga à Câmara dos Deputados, em Brasília, deixou a maior cidade do sul e sudeste do Estado “chupando o dedo” nas eleições deste domingo, dia 7 de outubro. O único consolo é que garantiu as mesmas três vagas de 2014 para deputado estadual, agora com Wenderson Chamon, o Chamonzinho (MDB), Dirceu ten Caten (PT) e Toni Cunha (PTB).

Mas o fator mais intrigante foi mesmo a disputa para federal, que tem apenas 17 vagas para o Estado do Pará. Beto Salame (PP) alcançou 64.928 votos, enquanto o médico cardiologista Manoel Veloso obteve impressionantes 63.095 sufrágios, mas não foram suficientes para lhe chancelar uma vaga no Congresso Nacional. Também de Marabá, Miterran Feitosa (PPL) alcançou 5.064 votos e César do Comércio 1.335.

O aposentado Asdrubal Bentes havia representado Marabá por cerca de 10 anos como deputado federal. Quando não pode mais se candidatar por ter sido barrado pela Justiça Eleitoral, Beto Salame, irmão do ex-prefeito João Salame, elegeu-se deputado federal e manteve a “vaga” de Marabá em Brasília. Agora, para buscar ajuda parlamentar na Capital Federal, terá de clamar por ajuda a parlamentares de outras regiões, o que não é a mesma coisa.

Para a Assembleia Legislativa, Marabá conta com três representantes. A eleição de Chamozinho, com 63.768 votos não impressionou ninguém, e esta quantidade de sufrágrio o deixou na confortável quinta maior votação do Estado. Sua eleição, se sabia, era quase certa, uma vez que conseguiu agregar apoio de muitos políticos da região e divide domicílio entre as duas maiores cidades do sudeste do Estado: Marabá e Parauapebas.

Também foi expressiva a votação para o jovem Dirceu ten Caten, com 59.600 votos. Ele alcançou a reeleição em sétimo lugar entre os mais bem votados em um cenário não muito favorável para o seu partido (PT) no País, que conseguiu manter apenas três vagas na Alepa para o quadriênio 2019-2022. Mas a família ten Caten sempre teve força política em assentamentos da região e o Partido dos Trabalhadores venceu a eleição para presidente no Pará com Fernando Haddad, deixando Bolsonaro em segundo.

O CASO TONI CUNHA

O vice-prefeito de Marabá, Toni Cunha, é um caso à parte, porque muitas pessoas, até mesmo dentro do governo de Tião Miranda, acreditavam que ele não seria eleito por não possuir uma identidade popular própria. Havia até mesmo aposta em redes sociais se o delegado da Polícia Federal teria 5.000 ou, no máximo, 20 mil votos. Não alcançou a expressiva votação de Chamonzinho ou Dirceu, mas ultrapassou a marca dos 30 mil votos, o suficiente para guindá-lo à Assembleia Legislativa e deixar Tião Miranda sem vice-prefeito nos dois últimos anos de sua gestão.

Toni foi, inclusive, o mais bem votado em Marabá. Tirou de sua terra natal impressionantes 26.958 votos, quase três vezes mais que Chamonzinho, com 9.124; Beto Miranda, irmão do prefeito Tião, ficou com 7.944; Dirceu Ten Caten com 7.396; Priscila Veloso com 5.118; e Ilker Moraes com 4.304.

Depois que o resultado da eleição estava concretizado, ainda na noite deste domingo, alguns analistas políticos da cidade avaliaram que a vitória de Toni Cunha se deve, em grande parte, à boa avaliação que o governo de Tião Miranda desfruta atualmente. É bem verdade que o vice-prefeito recorreu a dois argumentos principais em sua campanha: o fato de ser delegado da Polícia Federal e ter participado da Operação Lava Jato, e colar-se ao nome de seu titular, Tião Miranda.

O DRAMA DE PARAUAPEBAS

Enquanto Marabá mantém sua “cota” de deputados estaduais na Alepa, Parauapebas continua sofrendo sem conseguir eleger um representante pra chamar de seu integralmente. Embora algumas pessoas considerem Chamonzinho como candidato da cidade, ele, em verdade, pode ser considerado, no máximo, meio parauapebense, porque dividirá as atenções e principais emendas parlamentares com Marabá, onde nasceu.

Entre os federais, Joelma Leite (PSD) obteve a melhor posição, mesmo sem alcançar vaga. A vereadora parauapebense garimpou nas urnas 16.579 votos, com 8.989 de Miquinha (PT).

Os muitos candidatos de Parauapebas à Assembleia Legislativa pulverizaram os votos e todos morreram abraçados. Quem aparece mais bem votado é o ex-prefeito Valmir da Integral (PSD), que embora tenha alcançado 22.616 votos, não ficou nem como primeiro suplente de seu partido, pois há quatro outros candidatos do PSD que obtiveram votação maior que ele e que ficaram de fora da Alepa.

DISTÂNCIA MÍNIMA

Com o segundo turno assegurado para governador no Pará, Helder Barbalho conseguiu maior quantidade de votos na Capital do Minério do que seu principal rival, Márcio Miranda. O emedebista alcançou 40.824 votos no município (44,89%), contra 34.378 de Miranda (37,80). Em 2014, Helder havia alcançado 52.401 (63,29%) contra 25.964 (31,36%) de Simão Jatene. O segundo turno promete ser acirrado.

 (Fonte: Zé Dudu- Por Ulisses Pompeu  )

Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL), e Fernando Haddad (PT) disputarão a Presidência da República em 2º turno no dia 28 de outubro. Os presidenciáveis agora têm apenas 21 dias para articularem para mais uma etapa do pleito.

Com 98%) das urnas apuradas (a apuração continua) os números mostravam Jair Bolsonaro com 46,38% dos votos válidos, o que corresponde a 48.729.086 votos seguido por Fernando Haddad com 28,79%, equivalente a 30.248.551 votos.

 A lista segue com:

Ciro Gomes (PDT) com 12,51% / 13.147.731 votos

Geraldo Alckmin (PSDB) com 4,80% / 5.037.830 votos

João Amoêdo (NOVO) com 2,54% / 2.666.392 votos

Cabo Daciolo (PATRI) com 1,26%  / 1.322.271 votos

Henrique Meirelles (MDB) com 1,21% / 1.269.775 votos

Marina Silva (REDE) com 1,00% / 1.053.126 votos

Alvaro Dias (PODE) com 0,81% / 854.296 votos

Guilherme Boulos (PSOL) com 0,58% / 609.397 votos

Vera (PSTU) com 0,05% / 54.942 votos

Eymael (DC) 0,04% / 41.008 votos

João Goulart Filho com (PPL) 0,03% / 29.671 votos

 

(Da redação)

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Sul e Sudeste do Pará

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