A TV Globo apurou alguns nomes que devem compor a lista de transição do novo governo. Os nomes estão associados à área econômica e devem, a partir desta semana, estudar a situação atual e começar a planejar as diretrizes do novo governo. São eles:

Paulo Guedes - PHD pela Universidade de Chicago, um dos fundadores do banco Pactual. Futuro Ministro da Economia.

Adolfo Sachsida - Doutor em economia pela Universidade de Brasília e pós-doutor pela Universidade do a Alabama. É pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Tem vários artigos publicados na área econômica.

Carlos da Costa - Foi diretor de planejamento, crédito e tecnologia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Antes disso, presidiu o Instituto de Performance e Liderança, foi executivo residente no JP Morgan e sócio-diretor do Ibmec Educacional. Atuou como consultor em empresas e programas de governo, em especial nas áreas relacionadas a desenvolvimento, produtividade e mercado de capitais. Mestre e PHD pela UCLA , economista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Marcos Cintra - Possui graduação em economia pela Harvard College, mestrado e metrado em planejamento regional na mesma universidade. Atualmente é professor titular e vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas. Já foi Secretário de Planejamento do Município de São Paulo, vereador e deputado federal, com experiência na área econômica, com ênfase em política tributária.

Abraham Weintraub - Trabalhou na iniciativa privada, no Banco Votorantim por 18 anos onde foi economista-chefe e diretor.

Arthur Weintraub - É formado em direito pela USP. Especializado em previdência com 14 livros publicados.

Hussein Kalout - Secretário especial de assuntos estratégicos do atual governo, cientista político, professor de relações internacionais e pesquisador licenciado de Harvard. Na administração pública foi secretário de relações internacionais do Superior Tribunal de Justiça (STJ), consultor das Nações Unidas, secretário-geral da Comissão conjunta de Poderes Judiciários de America Latina, Caribe e União Européia.

Roberto Castello Branco - Doutor em economia pela FGV e pós doutorado na mesma área pela Universidade de Chicago. Foi professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Presidente Executivo do IBMEC, diretor do Banco Central, Economista chefe da Vale do Rio Doce.

 

Waldery Rodrigues Junior - Doutor em economia, tem graduação em engenharia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Fez mestrado em economia na Universidade de Michigan e doutorado pela Universidade de Brasília. É coordenador-geral na Secretaria de Política Econômica (SPE)

Fonte: G1

 Jair Bolsonaro, candidato eleito à presidência da republica pelo Partido Social Liberal (PSL), no segundo turno das eleições de 2018, ocorrida neste domingo (28), recebeu 64.650 votos, contra 40.410 de Fernando Haddad (PT), em Parauapebas, sendo ele, o favorito pela maioria do eleitorado parauapebense.

Em comemoração, pela vitória do mais novo presidente da república, Jair Bolsonaro, cidadãos de Parauapebas se reúnem nas praças, Lago da Nova Carajás e bares da cidade.

Apesar de um número bastante expressivo de abstenções, correspondente a 41.346 eleitores; votos brancos: 1.715 e nulos: 8.224, 105.060 cidadãos votaram no município, deste número, 61,64 % escolheram Bolsonaro para presidir o país pelos próximos quatro anos.

Em entrevista, um dos eleitores de Bolsonaro, Delsivan Santos disse à reportagem que está muito confiante com a vitória do candidato, de acordo com ele o país ainda tem jeito e o novo presidente da república irá colocar a casa em ordem. “Estava na hora de dar um basta nesta situação, Bolsonaro veio para restaurar o Brasil, precisamos valorizar o país que estamos vivendo. Estamos cansados da mesmice”, frisou o eleitor.

Uma carreata saiu do Lago do bairro Nova Carajás em direção a Praça de Eventos, onde encerrou em um ato público com execução do hino nacional com mais de três mil eleitores que deram seu voto de confiança para o candidato.

Nas redes sociais populares de Parauapebas faziam vídeos e transmissões ao vivo em comemoração à vitória de Jair Bolsonaro.

Em entrevista, o eleitor do Bolsonaro, Delsivan Santos disse à reportagem que está muito confiante com a vitória do candidato.

 Mais ou menos três mil pessoas foram as ruas do município comemorar a vitória do mais novo presidente da república. 

 Uma grande carreata percorreu saiu do bairro Nova Carajás até a Praça de Eventos. 

(Ingrid Cardoso)

Embora alguns eleitores tenham chegado aos locais de votação antes mesmo da abertura dos portões, o parauapebense não está encontrado dificuldade para votar no 2º turno, principalmente no que diz respeito a filas.

Diferentemente do 1º turno, a pouca quantidade de candidatos e a otimização na leitura biométrica tem contribuído veemente com a rapidez do processo. Nos principais colégios eleitorais, quase não se tem fila e eleitor está levando bem menos tempo na cabine de votação.

Ao todo 448 seções eleitorais receberão o eleitorado municipal no centro e na zona rural. Na aldeia indígena Xikrin do Cateté a mais de 300 km do centro, uma urna foi transportada até o local de helicóptero para dar aos indígenas o direito do voto. A expectativa é que aproximadamente 199.156 eleitores compareçam às duas zonas eleitorais do município.

A velha prática de espalhar santinhos nas proximidades das sessões eleitorais volta a se repetir, em todos os colégios eleitorais, de longe se percebia o entulho. Funcionários da prefeitura municipal faziam o recolhimento do material logo pela manhã. A segurança está sendo feita pela polícias, Civil e Militar, além ainda de homems do Exército.

Eleições pelo país

O primeiro boletim de ocorrências deste segundo turno das Eleições 2018 aponta que, até às 10h, foram substituídas 912 urnas em todo o país. Esse percentual é mínimo comparado ao número de mais de 454 mil urnas espalhadas pelos 5.570 municípios brasileiros. Isso significa que significa que 0,18% das urnas precisaram ser substituídas até o momento.

Outras 35 ocorrências diversas foram apontadas nas seções eleitorais distribuídas pelo país, dentre elas a prisão de 17 pessoas.

A velha prática de espalhar santinhos nas proximidades das seções eleitorais volta a se repetir.

Nos principais colégios eleitorais, quase não se tem fila e eleitor está levando bem menos tempo na cabine de votação.

(Com informações/ TSE)

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, votou pouco depois das 9h na Escola na Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. Por recomendação da Polícia Federal, o candidato usou entrada alternativa, pelos fundos da escola, e colete à prova de bala. Bolsonaro chegou à seção eleitoral escoltado por policiais federais, acompanhado da esposa, Michele Bolsonaro, que estava vestida de branco. Antes de votar, o candidato beijou a mulher e fez sinal de vitória com os dedos.

Tânia Regô/Agência Brasil/Agência Brasil
 

"A expectativa é a que ouvi das ruas ao longo dos últimos meses, a de vitória", disse Bolsonaro dentro da seção.

Após votar, o candidato foi até a frente da escola e saudou os eleitores que estavam na parte de fora do prédio. Ele saiu também pelos fundos. Já no carro, Bolsonaro abriu a porta, ficou de pé, agradeceu o apoio aos eleitores e fez sinal de coração.

Segurança reforçada

A Justiça Eleitoral reforçou a segurança na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, local de votação do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Além dos policiais federais e militares que já trabalharam no local no primeiro turno, também há mais de 20 militares do 11º Batalhão de Polícia do Exército na entrada da escola. Bolsonaro enfrenta o candidato do PT, Fernando Haddad, neste segundo turno.

Cães farejadores da Polícia Federal vasculham o interior da escola. Grades foram colocadas na entrada, para separar jornalistas e curiosos do candidato. No primeiro turno, Bolsonaro só conseguiu entrar na escola com a ajuda de um cordão de isolamento humano feito por agentes de segurança.

(Fonte: Agência Brasil)

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra as razões pelas quais eleitores justificam a intenção de voto em Jair Bolsonaro (PSL) e em Fernando Haddad (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. O levantamento considerou as respostas espontâneas e múltiplas para a pergunta "Por quais motivos você pretende votar em... Por quais outras razões? Como assim?".

Abaixo, veja os números:

Razões pelas quais votaria em Jair Bolsonaro

 

  • Renovação/alternância/ mudança/um candidato novo/candidato que nunca foi presidente/ tentar outro – 30%
  • Porque rejeita o PT – 25%
  • Pelas propostas para segurança – 17%
  • Imagem e valores pessoais – 13%
  • Tem as melhores propostas/ plano de governo – 12%
  • Combate à corrupção/impunidade - 10%
  • Experiência e capacidade para governar – 5%
  • Pelas proposta para educação - 5%
  • Pelas proposta para saúde - 5%
  • Melhor para o Brasil/Querer o melhor/Melhorar o Brasil/Para o desenvolvimento do Brasil – 4%
  • É o menos ruim/pior/falta de opção - 3%
  • Pelas propostas para gerar empregos – 3%
  • Pelas propostas da área econômica - 2%
  • Porque rejeita Haddad – 1%
  • Esperança de melhorias/ otimismo – 1%
  • Por ele ser contra/ ter fim a ideologia de gênero/ homossexuais - 1%
  • Família toda vota no candidato/ família quer que vote no candidato/ marido/ esposa vai votar nele/ amigos – 1%
  • Outras respostas – 11%
  • Não sabe – 1%
  • Nenhuma razão específica – 1%

 

Razões pelas quais votaria em Fernando Haddad

  • Tem as melhores propostas/ plano de governo – 15%
  • Por ideologias do partido - 13%
  • Experiência e capacidade para governar – 11%
  • Por causa do Lula - 11%
  • Imagem e valores pessoais - 7%
  • Governo voltado para o povo/ pobres/ pensa mais na população pobre - 6%
  • Pelas propostas para educação - 6%
  • É o menos ruim/ pior/ falta de opção – 4%
  • Pelas propostas para gerar empregos - 4%
  • Melhor para o Brasil/Querer o melhor/melhorar o Brasil/Para o desenvolvimento do Brasil – 3%
  • Pelas propostas para saúde – 3%
  • Pelos programas sociais – 3%
  • Pela democracia/ democracia s/esp. – 2%
  • Pelas propostas para segurança – 2%
  • Pelas propostas da área econômica – 1%
  • Renovação/ alternância/ mudança/ um candidato novo/ candidato que nunca foi presidente/ tentar outro – 1%
  • Vai trabalhar/ olhar pelo Nordeste – 1%
  • Por ser contra o fascismo/ ditadura/ ter medo do fascismo – 1%
  • Família toda vota no candidato/ família quer que vote no candidato/ marido/ esposa vai votar nele/ amigos – 1%
  • Outras respostas – 10%
  • Não sabe – 3%
  • Nenhuma razão específica – 2%
  • Recusa/ não respondeu - 1%

Sobre a pesquisa

 

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 9.137 eleitores em 341 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 17 e 18 de outubro
  • Registro no TSE: BR-07528/2018
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
  • nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

(Fonte: G1)

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, remarcou para hoje (17) reunião com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

No encontro, previsto para às 19h30, em Brasília, estarão na pauta notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral.

O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem afetar a credibilidade do pleito.

Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais. Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet.

(Agência Brasil)

O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
 

Jair Bolsonaro (PSL): 58%
Fernando Haddad (PT): 42%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
 

Jair Bolsonaro (PSL): 49%
Fernando Haddad (PT): 36%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabe: 6%

Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Arte/G1

Apoio dos candidatos
 
O Datafolha também levantou a opinião dos entrevistados sobre o apoio dos presidenciáveis que disputaram o primeiro turno.
Marina Silva
O instituto perguntou: "O apoio de Marina Silva a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 11%
Faria você não votar nesse candidato: 11%
Seria indiferente: 72%
Não sabe: 6%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Marina Silva deveria apoiar no segundo turno”?
 

Fernando Haddad (PT): 43%
Jair Bolsonaro (PSL)% 38%
 
Ciro Gomes
O instituto perguntou: “O apoio de Ciro Gomes a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 21%
Faria você não votar nesse candidato: 11%
Seria indiferente: 63%
Não sabe: 4%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Ciro Gomes deveria apoiar no segundo turno?”:
 

Fernando Haddad (PT): 46%
Jair Bolsonaro (PSL): 40%
 
Geraldo Alckmin
O instituto perguntou: “O apoio de Geraldo Alckmin a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 14%
Faria você não votar nesse candidato; 13%
Seria indiferente: 69%
Não sabe: 4%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Geraldo Alckmin deveria apoiar no segundo turno:”?
 

Jair Bolsonaro (PSL): 46%
Fernando Haddad (PT): 37%
Nenhum: 9%
Não sabe: 7%
 
 

Momento de decisão do voto
 
O instituto perguntou: “Em que momento você decidiu seu voto para (______) pelo menos um mês antes da eleição, 15 dias antes da eleição, uma semana antes da eleição, na véspera da eleição ou no próprio dia da eleição?”.
As respostas foram:
Presidente
 

Pelo menos um mês antes: 63%
15 dias antes: 10%
Uma semana antes: 8%
Na véspera: 6%
No dia da eleição: 12%
 

Governador
 

Pelo menos um mês antes: 49%
15 dias antes: 12%
Uma semana antes: 12%
Na véspera: 9%
No dia da eleição: 17%
 
Senador
 

Pelo menos um mês antes: 42%
15 dias antes: 13%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 22%
 
Deputado federal
 

Pelo menos um mês antes: 45%
15 dias antes: 11%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 20%
 
Deputado estadual
 

Pelo menos um mês antes: 47%
15 dias antes: 11%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 20%
 
 

Sobre a pesquisa
 
 

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3.235 eleitores em 227 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 10 de outubro
Registro no TSE: BR-00214/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Fonte G1

 

O PSDB, o partido Novo e o PP informaram nesta terça-feira, 9, que não devem apoiar nenhum candidato no segundo turno da eleição presidencial, que será decididas entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). O PTB fechou apoio ao capitão reformado do Exército e o PSB apoiará o ex-prefeito de São Paulo.  O Solidariedade deve liberar seus integrantres, majoritariamente favoráveis a Haddad.  O chamado Centrão rachou e se dividiu.

"Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes", anunciou o presidente da legenda, Geraldo Alckmin, após reunião da executiva nacional que ocorreu na sede do partido, em Brasília. Ele pontuou que a liberação do partido significa neutralidade na campanha. Durante o encontro, Alckmin criticou o candidato ao governo de São Paulo, João Doria, favorável ao apoio a Bolsonaro.

 
"O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias e práticas opostas às nossas", diz a nota enviada pela sigla à imprensa.

Na mesma linha, o PP comunicou a postura "de absoluta isenção e neutralidade" nesta terça. "O eleitor quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha", diz o documento. A sigla destaca ainda que deseja contribuir com o futuro governo - o partido elegeu 37 deputados federais e cinco senadores. 

O PTB anunciou nesta tarde apoio ao capitão reformado. "Acreditamos que Jair Bolsonaro trabalhará para que o nosso País volte aos trilhos do desenvolvimento social e econômico, e pela pacificação e união do povo brasileiro", informou a sigla em nota. O partido elegeu 10 deputados federais nas eleições de domingo. 

Novo critica PT, mas fica neutro
Com pouco mais de 2,7 milhões de votos, o candidato João Amoêdo, líder do Novo, ficou em quinto lugar na disputa presidencial, à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e o senador Alvaro Dias (Podemos).  

Na segunda, em entrevista ao Estado, Amoêdo chegou a elogiar o economista Paulo Guedes, coordenador econômico da campanha do capitão reformado. “Ele tem algumas ideias que se assemelham ao que defendemos, como mais liberdade econômica e privatização de estatais”, afirmou. “O problema é que essas propostas vêm do assessor econômico. Bolsonaro, como deputado (o candidato está em seu sétimo mandato na Câmara), nunca foi um grande defensor dessas pautas", disse. 

No entanto, um dia depois, a sigla tomou a decisão de manter a neutralidade. "O cenário presidencial no segundo turno não é aquele que desejávamos. Manteremos nossa coerência e nossa contribuição se dará através da atuação de nossa bancada eleita", informa o documento. Nessas eleições, a sigla elegeu oito deputados federais, onze estaduais e um distrital. O PSDB e o PPS ainda terão reuniões entre terça e quarta para decidir qual posicionamento adotar. 

PSB decide apoiar Fernando Haddad no 2º turno
Os integrantes da Executiva Nacional do PSB decidiram nesta terça-feira que a sigla apoiará oficialmente Fernando Haddad, do PT, no segundo turno da eleição presidencial. Os diretórios do Distrito Federal e de São Paulo, no entanto, foram liberados para se posicionarem de forma independente. Ao anunciar a decisão, o presidente da sigla, Carlos Siqueira, afirmou, no entanto, que o partido cobrará de Haddad a formação de uma frente democrática envolvendo além de partidos políticos, atores da sociedade civil. 

"Não estamos apoiando o candidato do PT, mas sim quem vai liderar essa frente para defender a democracia", afirmou Siqueira. O partido deverá ainda entregar a Haddad um documento com pautas programáticas. De acordo com o presidente do partido, o PT não pediu apoio formalmente. "Estamos nos posicionando porque é a obrigação de um partido que tem vida republicana", disse. 

O apoio do PSB era considerado pelo PT como fundamental para impulsionar a candidatura do partido no segundo turno e angariar forças contra o adversário Jair Bolsonaro. A sigla ainda disputa o segundo turno em São Paulo, com Márcio França, no Distrito Federal, com Rodrigo Rollemberg, no Amapá, com João Capiberibe, e em Sergipe, com Valadares Filho.

Haddad afirmou que a "recomposição de campo" é importante para fortalecê-lo na disputa final. O ex-prefeito de São Paulo citou também o apoio do PDT e do PSOL e ressaltou que, neste momento, ninguém está discutindo a definição de cargos em um eventual governo.

Candidato ao governo de São Paulo, Márcio França (PSB) defendeu que o partido se mantivesse neutro em relação ao pleito nacional. Haddad lembrou ao pessebista, no entanto, que o PT apoia candidatos do PSB em Estados no primeiro e no segundo turno. No último domingo, 7, o PSB elegeu candidatos em Pernambuco, Paraíba e Espírito Santo.

Em campanha para o segundo turno, França não compareceu à reunião da executiva nacional.

DEM libera apoio individual
O DEM deve liberar o apoio individual de seus quadros aos candidatos. O partido presidido pelo prefeito de Salvador (BA), ACM Neto, não fará um anúncio formal de adesão. Como o DEM historicamente,faz oposição ao PT, a tendência é que a maior parte dos filiados com mandato e militantes do partido siga em campanha pelo capitão reformado. 

É o caso da líder da Frente da Agropecuária, Tereza Cristina (MS), de Onyx Lorenzoni(RS), coordenador da campanha de Bolsonaro à revelia do DEM, e do líder da bancada da bala, Alberto Fraga (DF), que perdeu a eleição para o governo do Distrito Federal. Os três são colegas de Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Outros integrantes da cúpula do DEM devem declarar voto em Bolsonaro, mas sem fazer campanha pública por ele. 

PRB decidiu liberar bancada
O PRB decidiu na noite desta terça-feira liberar seus filiados no segundo turno para fazer campanha para o candidato do PSL a presidente da República, Jair Bolsonaro, ou para o presidenciável do PT, Fernando Haddad. A maior parte da bancada parlamentar, no entanto, prefere e pretende se engajar na campanha de Bolsonaro. O líder do PRB, deputado Celso Russomanno, terceiro mais votado em São Paulo, gravará um vídeo de apoio a Bolsonaro, a pedido do presidenciável.

“A executiva nacional do PRB, ouvida a bancada de deputados e senadores, decidiu, nesta terça-feira, 9 de outubro de 2018, liberar os seus membros para apoio no segundo turno da eleição para Presidente da República”, diz a nota divulgada pelo partido, após se reunir por mais de duas horas na Câmara dos Deputados.

Solidariedade também lidera bancada
Com maioria favorável a entrar em campanha pelo candidato do PT, o Solidariedade tende a liberar a bancada de parlamentares e seus filiados no segundo turno. A executiva nacional do Solidariedade vai se reunir nesta quarta-feira às 10h para tomar a decisão num hotel em São Paulo. 

“Eu acho que tem gente de todo lado, uma maioria pró Haddad. Mas acho que o melhor caminho para o partido é liberar. A ideia que eu tenho é encaminhar a proposta de liberar. Quem quiser ajudar o Haddad vai ajudar, sem ter obrigação de apoiá-lo”, disse ao Estado o presidente do partido, deputado Paulinho da Força (SP), reeleito no domingo.  

Valdemar Costa Neto libera PR de apoio formal a Bolsonaro ou Haddad
O Partido da República (PR) liberou seus parlamentares para apoiar qualquer um dos candidatos a presidente da República no segundo turno das eleições 2018. 

No comando do PR, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, comunicou aos parlamentares sobre a decisão de neutralidade, depois de participar de reunião ontem com outros dirigentes de partidos do Centrão (DEM, PP, PRB e Solidariedade), que estavam coligados ao tucano Geraldo Alckmin, derrotado no primeiro turno.

“Valdemar já autorizou a liberação em todos os Estados. Cada parlamentar apoia quem achar que deve", disse ao Estado o líder do PR na Câmara, deputado José Rocha (BA), reeleito na Bahia e apoiador de Haddad. O PR tem atualmente 40 parlamentares na Casa e elegeu 33 para a próxima legislatura.

Rocha diz que não há como quantificar nesta terça-feira se a bancada tem uma maioria pró-Haddad ou pró-Bolsonaro. Na Bahia, diz ele, a maioria é favorável ao petista por causa da coligação e base do governador reeleito Rui Costa, do PT. Já em São Paulo, há integrantes da bancada da bala que apoiam abertamente Bolsonaro, como o deputado capitão Augusto (PR-SP).

Rocha avalia que, numa eleição de dois candidatos, os parlamentares têm pouca capacidade de angariar votos para um ou outro. “É uma eleição entre eleitor e candidato”, disse Rocha. “Não existe um comando, é a vontade expressa do eleitor. Não adianta apoio formal, é um apoio que não se viabiliza na prática. No primeiro turno você dá o apoio do tempo partidário de televisão. Agora não tem mais, o tempo de televisão é meio a meio no segundo turno.”

O líder do PR entende que os únicos partidos que conseguem orientar voto no segundo turno são os que ele chama de “ideológicos”, principalmente de esquerda, como PDT e PSB, entre outros: “Orientação partidária no segundo turno não existe, a não ser os partidos ideológicos e os religiosos, as igrejas, que comandam.”

PDT fala em apoio 'crítico' a Haddad
Na segunda, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que o partido deve anunciar o que está chamando de "apoio crítico" à candidatura de Fernando Haddad (PT), no segundo turno. No mesmo dia, a executiva nacional do PSOL oficializou apoio ao petista.

 

Fonte: Estadão  

Nestas eleições de 2018, realizada no último domingo (07) cinco candidatos que representarão o sul e sudeste, na Assembleia Legislativa do Pará, foram eleitos pelo povo paraense, porém estas mesmas regiões continuarão sem representatividade na Câmara dos deputados, em Brasília.

Três dos candidatos a estadual eleitos, são de Marabá, são eles: Dirceu Ten Caten (PT), que assumirá seu segundo mandato em 2019, Toni Cunha (PTB) e Chamonzinho (MDB) que representa não só Marabá, sua cidade Natal, mas também Curionópolis onde já foi prefeito e Parauapebas, cidade onde reside atualmente e mantém uma filial de sua empresa do ramo da comunicação.

  

Dirceu Ten Caten (PT).........Toni Cunha (PTB) ............. Chamonzinho (MDB) 

Redenção também terá representatividade com Alex Santiago (PR) e São Félix do Xingu com Delegado Caveira (PP). Parauapebas, por sua vez, não elegeu nenhum representante direto, quem chegou mais perto de assumir uma cadeira na ALEPA foi o ex-prefeito Valmir Mariano (PSD), que recebeu do eleitorado paraense, 22.616 votos.

  

Alex Santiago (PR).............. Delegado Caveira (PP).........Valmir Mariano (PSD) 

Seguindo a lista de candidatos mais votados de Parauapebas aparecem Gesmar Costa (PSD), que recebeu 15.771 votos, sendo que só em Parauapebas o candidato recebeu 9.791 mil votos, Já Marcelo Parceirinho com 10.452 na contabilidade geral e 9.916 votos somente no município.

 

Gesmar Costa (PSD)............Marcelo Parceirinho 

 Confira a lista candidatos a deputado estadual de Parauapebas e a respectiva quantidade de votos no estado e no município:

Evaldo Fidelis (PSOL)- total de votos- 4225 /votos em Parauapebas: 3.111;

 

Chico das Cortinas (PRB): total de votos -4.072  / votos em Parauapebas: 3.797;

Gildo Bolsonaro (PSL): total de votos: 6.331/ votos em Parauapebas: 2710;

Fabio Sacramento (PPS): total de votos- 1.683/ votos em Parauapebas- 1181;

Raimundo Moura (PSOL): total de votos- 1.557 votos em Parauapebas- 1089;

Alice Rodrigues (PTB): total de votos- 3.154 votos em Parauapebas -621;

Melo (Avante): total de votos- 672 /votos em Parauapebas- 620;

Torquete Xicrin (PT): total de votos- 1.240 /votos em Parauapebas- 615;

Carteiro Everaldo (PT):  total de votos- 894/votos em Parauapebas- 314.

Já para deputado federal, não só Parauapebas, mas toda a região do sul e sudeste do Pará ficou sem representatividade na Câmara dos deputados em Brasília. Isto porque a maioria dos eleitores do município votou em candidatos de outras regiões, sendo distribuído um número bastante expressivo, correspondente a 58.851 votos entre 116 candidatos de outas regiões do estado. Já os candidatos de Parauapebas receberam apenas 38.730 votos, distribuídos entre os seis candidatos a deputado federal do município.

Outro fator que ajudou bastante a não eleição de candidatos da cidade, foi a grande quantidade de votos nulos e brancos, que somam 54.535 votos. Desta forma, percebe-se o descrédito dos candidatos da cidade e a falta de conhecimento dos eleitores pela importância de eleger um representante da região que possa trazer recursos para a cidade, melhorando o seu desenvolvimento e contribuindo com o bem estar das pessoas.

Confira a lista candidatos a deputado Federal de Parauapebas e a respectiva quantidade de votos no estado e no município:

Joelma Leite (PSD): Total de votos: 18.003; Votos em Parauapebas: 16.579;

Miquinhas (PT): Total de votos: 12.372; Votos em Parauapebas: 8.989;

Wesley Martins (PSDB): Total de votos: 7.130/ Votos em Parauapebas: 3.071;

Leonice (PSOL): Total de votos: 6.161 votos em Parauapebas 5.100;

Claudio Almeida (PR): 5.436 / votos em Parauapebas: 1.717;

Francisca Ciza (DEM): 3.062 votos/votos em Parauapebas: 2.221;

Votos Frank James (PRTB): 1.309 /votos em Parauapebas votos 1.053.

 

(Ingrid Cardoso)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões.

Informalmente, alguns líderes políticos sinalizaram como atuarão nesta reta final. O comando do PDT, do candidato Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, indicou que deve assumir um “apoio crítico” à candidatura de Haddad.

 Sofrendo com uma redução nos quadros, o PSDB, que lançou o candidato Geraldo Alckmin, deve ter uma divisão interna, segundo analistas políticos. Mesmo se houver uma decisão fechada em torno de um dos nomes, a tendência é de racha. A vice na chapa de Alckmin, Ana Amélia, afirmou que apoiará Bolsonaro.  

Nas redes sociais, o candidato do PPL à Presidência, João Goulart Filho, fez elogios a Ciro Gomes, mas não apontou se pretende apoiar Bolsonaro ou Haddad. A candidata da Rede, Marina Silva, fez severas críticas aos dois que disputarão o segundo turno, assim como João Amoêdo, do Partido Novo.   

Reuniões

A Comissão Executiva Nacional do PSB se reúne, às 14h30, na sede do partido, em Brasília. Às 15h, a executiva nacional do PSDB também se encontra na capital federal. O PPL, que lançou João Goulart Filho, é outro partido que se reúne nesta terça-feira em Brasília.

A expectativa é de que Rede e o DC, de Eymael, anunciem hoje também seus apoios. O MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), que perdeu a reeleição, deve se reunir amanhã (10) na capital federal. Já o PSTU, de Vera Lúcia, marcou para o dia 11 o anúncio.

 O Podemos, que lançou Alvaro Dias, o Partido Novo, de João Amoêdo, e o PV, que lançou Eduardo Jorge, vice de Marina Silva, ainda não marcaram reuniões para decidir sobre o tema.

Agendas

Bolsonaro afirmou que pretende se reunir com o economista Paulo Guedes, apontado como seu eventual ministro da Fazenda. O candidato deverá permanecer em casa, no Rio de Janeiro. Amanhã (10), ele será examinado por uma junta médica para poder definir sua agenda de campanha.

Haddad terá encontros hoje com governadores do PT e correligionários, em São Paulo. As reuniões ocorrem um dia depois de ele visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em Curitiba. O candidato ainda não anunciou como será a agenda de campanha até o segundo turno.

(Fonte: Agência Brasil)

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Sul e Sudeste do Pará

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