Carajas o Jornal

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A jornada da seleção brasileira na Copa do Mundo de futebol feminino começa oficialmente nesta terça-feira. As convocadas do técnico Vadão embarcam nesta tarde para a Europa. Das 23 convocadas, apenas sete não estão no grupo que saiu do Rio de Janeiro após se apresentar em um hotel próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim.

O Brasil inicia a partir de quinta-feira a preparação para a Copa do Mundo. O time de Marta e companhia ficará até dia 5 de junho treinando em Portimão, na região do Algarve, em Portugal.

- É sempre bom disputar uma grande competição. Tenho certeza que esse grupo que tá indo vai lutar o tempo inteiro para que possamos alcançar nossos objetivos - afirmou Marta, antes do embarque.

O técnico Vadão também mostrou confiança.

- Agora com 15 dias (de preparação) melhora muito. A expectativa passa a ser muito positiva e fatalmente vamos ter uma melhora acentuada - disse.

A estreia na Copa da França será dia 9, contra a Jamaica, em Grenoble. No Grupo C, o Brasil também enfrentará Austrália e Itália na primeira fase. A TV Globo e o SporTV transmitirão ao vivo todos os jogos da Seleção.

A seleção brasileira embarca tentando reverter o momento atual dentro campo. O retrospecto recente não é positivo . São nove derrotas consecutivas na preparação para o Mundial. Vadão disse que o time aprendeu com essa sequência de maus resultados.

- Nós tiramos nossas lições de período ruim, vamos esquecer isso (as derrotas). Vamos trabalhar os 15 dias e definir melhor a equipe com todo mundo junto para que a gente possa colocar em campo as atletas que estiverem em melhores condições - salientou Vadão, indicando qual o principal ponto a ser melhorado nos treinos.

- A gente pecou muito no fundamento passe, e isso proporcionou muitos contra-ataques (nos amistosos) em zonas perigosas. Temos que melhorar essa organização.

Destaques como Marta e Cristiane encontrarão as companheiras direto no embarque. O trio Andressinha, Camilinha e Debinha sairá dos Estados Unidos direto para a preparação. Atuando no futebol europeu, Geyse, Tayla e Kathelen também encontram a seleção em Portugal.

Como atuou na final da Liga dos Campeões feminina no fim de semana, a meia Andressa Alves, do Barcelona, viajará somente na próxima quinta-feira. Com uma entorse no tornozelo sofrida durante um treinamento no último sábado, a zagueira Érika viaja com o grupo, mas ficará sob observação (a CBF pode levar outro nome caso ela não se recupere). Vadão, de todo modo, tem até o dia 26 de maio para entregar a lista final das 23 convocadas para a Fifa.

Fonte: G1 ESPORTE

Câmeras de segurança registraram o momento em que homens assaltaram uma casa lotérica no município de Paragominas, sudeste do Pará. O assalto aconteceu por volta das 12h40 da tarde de segunda-feira (20). Testemunhas disseram que dois homens armados com revolveres chegaram em uma moto e invadiram a lotérica anunciando o assalto.

No local havia clientes na fila e um dos assaltantes se direcionou para os funcionários do caixa. No vídeo registrado é possível ver que um dos homens pega o dinheiro do caixa e em seguida sai do local. A ação foi tão rápida que alguns clientes que estavam dentro da lotérica não notaram o assalto.

Um dos assaltantes usou um capacete durante a ação, o que dificulta para polícia identificar a identidade do assaltante. A polícia realizou buscas, mas até agora ninguém foi preso.

Fonte: G1

A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia de ponta que deve impactar diversos setores da sociedade, da saúde à indústria, passando pela própria administração pública. Mais de 20 países já desenvolveram estratégias nacionais para o tema, a partir do reconhecimento da sua importância. Na avaliação de pesquisadores, o Brasil deveria caminhar nessa direção e construir uma política nacional própria para essa área.

A posição foi apresentada no Seminário Inteligência Artificial na Transformação Digital, promovido hoje (21), em Brasília, pelo governo federal, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo. O evento reuniu autoridades, acadêmicos e desenvolvedores de soluções em IA para discutir os desafios do campo no país.

“É muito urgente pensarmos em uma estratégia nacional como outros países já fizeram. Os Emirados Árabes, por exemplo, já têm um ministro para o tema”, disse o secretário de Inovação e Tecnologia do Rio Grande do Sul, professor de ciência da computação da UFRGS Luís Lamb.

Estratégias

O representante da consultoria Gartner Claudio Chauke sugeriu que uma estratégia nacional começa com o mapeamento do que se quer com essa tecnologia. “Precisamos definir os objetivos primeiro. Vamos identificar o que faz a diferença pra gente. E depois disso ver também casos em outros países”.

O diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS), Carlos Affonso Souza, deu exemplos de outras nações. A China decidiu investir pesadamente em pesquisa até 2020 com o objetivo de ser líder do mercado de IA até 2030. Os Estados Unidos destacam na sua estratégia a importância do investimento em pesquisa e a observância da diversidade, estimulando a presença de distintos gêneros e raças na pesquisa e desenvolvimento dessas soluções.

No Japão, a política nacional defende que a população deve se reduzir as resistências para o convívio com inovações, como com robôs que passam a realizar atividades na produção em situações diversas. Na França, a estratégia coloca claramente que não deseja criar um “Google nacional”, mas “entender em quais aplicações o país pode aproveitar a pesquisa acadêmica para se tornar referência”, explicou Souza.

Estratégia digital

O Brasil tem uma Estratégia Digital (E-digital), lançada em 2017, com diretrizes mais gerais para a transformação digital do país. No entanto, o Executivo ainda não formulou uma política específica para a pesquisa, desenvolvimento e uso de aplicações de inteligência artificial.

A representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) Miriam Wimmer pontuou que a Estratégia Digital do governo trata do tema de alguma forma, e coloca como ação necessária o estímulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação, bem como a capacitação de profissionais de tecnologia em IA.

A diretriz também elenca como ação estratégica avaliar os potenciais impactos sociais e econômicos de tecnologias como a IA, propondo políticas que mitiguem seus efeitos negativos. Essa preocupação com os efeitos foi pontuada por todos os participantes.

“O desenvolvimento de sistemas autônomos enseja questionamentos sobre ética e direitos individuais relativos a revisões de decisões automatizadas [como a remoção de uma publicação no Facebook]. Entre os temas que aparecem com frequência estão transparência, determinação humana, ética, direitos do consumidor, privacidade, equidade, segurança”, citou Wimmer.

Importância das universidades

Para além do cuidado com os efeitos, os participantes reforçaram a importância de fortalecer a pesquisa e o desenvolvimento sobre o tema com apoio aos laboratórios e centros criados no âmbito das universidades. No Brasil como em outros países, a inteligência artificial é um campo de ponta de produção de conhecimento.

Luís Lamb destacou que muitas das principais empresas de tecnologia do mundo nasceram de acadêmicos (como o Google de dois estudantes da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos). No Brasil, acrescentou o secretário de inovação do RS, os maiores produtores de patentes são as instituições de ensino, e não as empresas.

O diretor da empresa de soluções em inteligência artificial Kunumi, Juliano Viana, é um exemplo da contribuição das instituições de ensino para o desenvolvimento tecnológico. Sua companhia saiu de um laboratório da UFMG. Para ele, o estímulo a um ecossistema de IA no Brasil passa por formar profissionais, fomentar o empreendedorismo e promover a interação entre a academia e as firmas. “É essencial fortalecer ecossistema de colaboração entre universidade e mercado”, defendeu.

Fonte: Agencia Brasil

Mais de 18,1 milhões de estudantes fazem hoje (21) a prova da primeira fase da 15ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).

Neste ano, a olimpíada atingiu o número recorde de escolas participantes: 54.830 localizadas em 99,71% dos municípios brasileiros.

Segundo o diretor-adjunto do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e coordenador-geral da Obmep, Claudio Landim, a adesão tem aumentado inclusive entre as escolas particulares.

"A esperança é que a Obmep se torne universal. É uma prova diferente das aplicadas nas salas de aula, porque mede a facilidade que os alunos têm com a matemática", explica.

"A olimpíada propõe problemas que não exigem conhecimento específico de matemática para serem resolvidos. Conheço estudantes que não sabiam que eram bons em matemática e foi nessa prova que descobriram, por isso é importante todos participarem", explica.

A primeira olimpíada de matemática foi realizada em 2005, com a participação de 10,5 milhões de alunos de 31 mil escolas. O número aumentou ao longo dos anos. Em 2018, 54.498 escolas participaram.  

Questões

Os estudantes têm 2 horas e 30 minutos para resolver as 20 questões do exame, preparado em três níveis, de acordo com o grau de escolaridade.

O nível 1 corresponde aos 6º e 7º anos do ensino fundamental, o nível 2 aos 8º e 9º anos do ensino fundamental, e o nível 3, aos estudantes do ensino médio.

Cabe a cada uma das escolas a aplicação e a correção das provas. Elas seguem as instruções e os gabaritos elaborados pelo IMPA. Os alunos classificados nesta etapa farão a prova da segunda fase, em 28 de setembro.

Participam da olimpíada escolas públicas e privadas. As premiações são feitas separadamente. Os estudantes das escolas públicas receberão 6,5 mil medalhas, sendo 500 ouros, 1,5 mil pratas e 4,5 mil bronzes, além de até 46,2 mil certificados de menção honrosa.

Já os estudantes de escolas particulares receberão 975 medalhas, sendo 75 ouros, 225 pratas e 675 bronzes e até 5,7 mil certificados de menção honrosa.

A divulgação dos vencedores está prevista para 3 de dezembro. Landim explica que os medalhistas participam de um programa de iniciação científica com atividades orientadas por professores qualificados em instituições de ensino superior e de pesquisa.
 
A olimpíada é promovida com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério da Educação (MEC). A competição é destinada a estudantes a partir do sexto ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio.

De acordo com a organização, o objetivo da competição é estimular o estudo da matemática, identificar jovens talentosos, incentivar o ingresso dos estudantes em áreas científicas e tecnológicas e promover a inclusão social pela difusão do conhecimento.

Fonte : Agencia Brasil

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) decidiu nesta terça-feira (21) derrubar a Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde (MS) que limitou o acesso de mulheres de 40 a 49 anos aos exames de mamografia para detecção precoce de câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS). Pela portaria do MS, somente mulheres de 50 a 69 anos de idade podem fazer o rastreamento mamográfico na rede pública. De autoria do senador Lasier Martins (Pode-RS), o projeto de decreto legislativo, PDS 377/2015, que possibilitou a decisão, segue para o plenário da Casa em com urgência para análise.

A relatora da proposta na comissão, senadora Leila Barros (PSB-DF), avaliou que a portaria do Ministério da Saúde é ilegal e afronta a Lei 11.664/2008, que assegura a mamografia a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Ainda em defesa da derrubada da portaria do Ministério da Saúde, a senadora argumentou que o câncer de mama é uma doença grave, sendo a primeira causa de morte por câncer entre as brasileiras, em 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 59,7 mil novos casos devem surgir no país.

Impacto financeiro

Sem falar no impacto financeiro da medida no relatório, Leila Barros explicou que está afastada a hipótese de criação de nova despesa, tendo em vista que os custos dos exames já deveriam estar provisionados e previstos na legislação orçamentária federal, por se tratar de uma norma de 2008.

Mesmo depois de representantes do governo sinalizarem a intenção de alterar o decreto para assegurar o rastreamento mamográfico a mulheres com menos de 50 anos, os senadores consideraram importante que o Senado dê andamento ao projeto que busca sustar a norma hoje em vigor.

Fonte: Agencia Brasil

Ainda como parte das comemorações dos 31 anos de Parauapebas, a prefeitura lançou o programa Gira Renda e inaugurou o novo Parque de Iluminação do município, em evento realizado na sexta-feira (17), na Praça de Eventos. 



Desde o primeiro ano do mandato, o prefeito Darci Lermen idealizava um programa de transferência de renda que minimizasse a pobreza e extrema pobreza do município. Foram realizadas várias reuniões com a equipe técnica efetiva da Secretaria de Assistência Social (Semas), resultando numa proposta apresentada em meados de agosto de 2018, onde estavam presentes alguns vereadores e secretários municipais.

A coordenadora do programa, a socióloga Suely Guilherme, explica como o Programa vai funcionar, “o Gira Renda é um cartão no valor de 100 reais, com a função de crédito, para passar nos comércio locais. As famílias terão o alimento que é o mínimo para a garantia de sua sobrevivência.”

O Gira Renda foi idealizado a partir de levantamentos de dados municipais, considerando a base de dados do Cadastro Único (CADUNICO) para programas sociais, e os dados demográficos e econômicos disponíveis no último Censo do IBGE.



Neoly Castro, da Associação de Mães de Parauapebas, reconhece a importância do Programa, “ele vai beneficiar mais de cinco mil famílias. Vai ajudar muitas famílias de baixa renda. Só os pais sabem o que é ter um pão, um leite para dá para os seus filhos".
 
Na ocasião, também foi inaugurado oficialmente o Parque de Iluminação Pública com Super LED. O secretário municipal de serviços urbanos, Edimar Lima, destacou que “foi um projeto muito audacioso. Somos a primeira cidade brasileira 100% iluminada com Super LED, a tecnologia mais moderna que existe. Entre as principais vantagens temos a segurança dos moradores, as melhorias na trafegabilidade de pessoas e veículos e o grande ganho na economia de 62,1%” na conta de energia da Prefeitura. Em função disso, e a pedido do prefeito, estamos estudando uma forma de reduzir o valor da taxa de iluminação pública na conta de energia de cada consumidor”.



Kiara da Silva, estudante, comemora a nova iluminação, “a mudança das lâmpadas deixou a cidade mais iluminada, nos deu mais segurança. Algumas  ruas dava medo de passar”. 

No mesmo evento, também foram assinadas ordens de serviço para reforma da Praça Mahatma Gandhi, abertura de acesso entre a rua A e a Rodovia Faruk Salmen e para a reforma no prédio do DAM que vai trazer mais conforto para seus usuários.



Texto: Andréa Reis
Fotos: Felipe Borges
Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

Começa amanhã (22), com um twittaço, a campanha do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho. Este ano, tem como lema “Criança não deve trabalhar, infância é para sonhar”. A iniciativa é organizada pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) e tem como realizadora a Rede Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.

Por meio do hashtag #infanciasemtrabalho, os organizadores pretendem, a partir das 10h de amanhã, sensibilizar e motivar uma reflexão da sociedade sobre as consequências do trabalho infantil e a importância de garantir para crianças e adolescentes o direito de brincar, estudar e sonhar – vivências que, segundo a entidade, são próprias da infância e que contribuem para o seu desenvolvimento.

“Todos os anos a gente segue uma campanha que é global, que acontece no dia 12 de junho. E em cada campanha a gente traz um slogan para distingui-la das demais. Este ano, buscamos, com este lema, reafirmar o direito da criança ao brincar e do adolescente ao lazer”, disse à Agência Brasil Isa Oliveira, secretária-executiva do FNPETI.

“Dessa forma, pretendemos mostrar que esse tipo de exploração é uma violação aos direitos fundamentais que impede a vivência plena da infância”, acrescentou. Segundo ela, a campanha a ser lançada amanhã culminará em uma grande mobilização dia 12 de junho, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

A Constituição Federal só permite trabalho a partir dos 16 anos, desde que não seja em condições insalubres, perigosas ou no período noturno. A partir dos 14 anos só é permitido trabalho na condição de aprendiz, por meio de contrato especial, desde que com o propósito de oferecer ao jovem formação profissional compatível com a vida escolar.

Dados

De acordo com o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, 2,4 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham no Brasil em atividades como agricultura, pecuária, comércio, domicílios, construção civil e até mesmo nas ruas.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, relativos a 2016, as regiões que registram as maiores taxas de ocupação com trabalhos infantis são o Nordeste (33%) e a Sudeste (28,8%). São Paulo é o estado que, em termos absolutos, mais faz uso de trabalho infantil, com 314 mil registros, seguido de Minas Gerais (298 mil) e Bahia (252 mil). Também têm destaque nesse tipo de exploração o Pará (193 mil), Maranhão (147 mil), Paraná (144 mil) e Rio Grande do Sul (151 mil).

Tendo por base dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, o fórum aponta que, entre 2007 e 2018, o Brasil registrou 43.777 acidentes de trabalho com crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. No mesmo período, houve 261 mortes de meninas e meninos durante o trabalho.

A erradicação de todas as formas de trabalho infantil até 2025 está entre as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas – ONU -, acordo que tem o Brasil como signatário.

Como denunciar

Há vários canais por meio dos quais é possível denunciar casos de exploração de trabalho infantil. Um deles é o Conselho Tutelar.

“Também é possível fazer denúncias por meio do Disque 100 e pelo aplicativo Proteja Brasil, bem como pelo Ministério Público do Trabalho; pela Superintendência Regional do Trabalho e por unidades de assistência social como Cras, no âmbito municipal, e os Creas (Centros de Referência)”, sugere Isa Oliveira.

 

Fonte: agência Brasil

A Polícia Civil, com apoio da Capitania dos Portos de Santarém, apreendeu o equivalente a seis toneladas de peixe que eram transportadas dentro de um caminhão que estava em uma embarcação com destino à Belém. O flagrante ocorreu na manhã desta terça-feira (21), após recebimento de denúncia.

O proprietário da embarcação, José Alexandre Correa Carvalho, de 38 anos, foi flagrado conduzindo os peixes sem qualquer tipo de documentação. A delegacia de Santarém recebeu a denúncia sobre a ilegalidade, por volta das 3h da madrugada.

Com o motorista foram encontrados cerca de seis mil quilos de pirarucu salgado, além de 2.500 quilos de carne de jacaré salgada e também 300 sacas de Castanha do Pará. Ao chegar na delegacia, o delegado plantonista da 16ª Seccional de Polícia Civil, Jaime Paixão, autuou o responsável em flagrante por crime contra a fauna e a flora e estabeleceu fiança de 10 salários mínimos ao acusado, que pagou e responde em liberdade.

O Motorista, no entanto, acompanhado do advogado, usou do direito de permanecer calado e só falará diante o juiz, a carga vinha de Manaus com destino a capital paraense.

 

Fonte: DOL

Local de partidas e chegadas, o Aeroporto Internacional de Belém foi um dos pontos escolhidos para receber a ação “Cartas pela Paz”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação de Belém (Semec), que levou 40 alunos das 57 unidades de ensino infantil, vestidos de minicarteiros, para distribuir 500 cartas escritas ou desenhadas por eles com pedidos de paz para quem embarcava no local. 

“A ideia é de que aquela mensagem possa ir para outro canto do mundo. Ele [o aluno] leva para um passageiro que vai embarcar e oferece aquela cartinha, para que ele possa levar. Eu li uma que dizia: ‘Não existe um caminho de paz, a paz é o caminho’”, diz Socorro Aquino, secretária municipal de Educação.

A iniciativa faz parte da 11ª edição do projeto Direito de Ser Criança e Adolescente, que tem como um dos objetivos sensibilizar as pessoas sobre a defesa dos direitos das crianças e adolescentes. O projeto envolve alunos da educação infantil, com idade até 5 anos, que no município somam mais de 23 mil crianças.

Após a entrega no aeroporto, as crianças continuam na ação, que prossegue durante todo o mês de maio, em feiras, mercados e outros locais próximos às escolas de Belém. “Eles vão fazer um trabalho com a vizinhança [das escolas] também. O projeto é muito grandioso e nós precisamos, a sociedade toda, se unir para dar direito a essas crianças”, diz Socorro Aquino.

MULTIPLICADOR

A ação já existe há mais de três anos, sempre pedindo paz, mas através da paz essa crianças pedem também o direito delas, de ser educada, ser bem cuidada e ser bem alimentada.

No Aeroporto Internacional de Belém, instituição parceira da iniciativa desde o primeiro ano, a resposta entre as pessoas que circulam no local foi para lá de positiva, indica o administrador do espaço, Fábio Rodrigues. “Até faço um registro bem importante que aconteceu na última quarta-feira: passageiros estavam chateados com o cancelamento de um voo e foram recebidos pelas crianças com a mensagem de paz, já mudou tudo. Naquele momento já surtiu efeito com a acolhida das crianças, é um exemplo bem concreto”, descreve.

Fábio vê na ação também muito potencial para mudar as perspectivas dessas crianças e de seus professores de forma positiva para o futuro. “Posso dizer que utilizar o aeroporto para uma ação como essa, receber essas crianças que tão delicadamente vêm proliferar a mensagem de paz, para nós, é uma grande honra, um grande orgulho, e é extremamente relevante proporcionar o sorriso para essas crianças e acolher os professores que nem sempre encontram eco fora da escola para ações tão relevantes como essa”, diz o administrador. “Penso que o aeroporto é um lugar de fazer viagens, mas também de fazer voar a imaginação dessas crianças com esses professores para que essas mensagens pela paz possam circular entre os nossos passageiros e a comunidade. Eu mesmo fiquei muito satisfeito com a cartinha que recebi”, revela Fábio.

 

(Aline Rodrigues/Diário do Pará)

O número de casos de dengue em todo o país já é cinco vezes maior que no ano passado. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019 foram registrados 675.174 casos prováveis de dengue. Em 2018, o número era de 134.048 no mesmo período. As informações são do Bom Dia Brasil.

Em Brasília, os casos já são 11 vezes maiores que em 2018. O último dado divulgado mostra quase 13 mil casos de dengue notificados. O número está defasado porque há três semanas o governo de Brasília não divulga um novo boletim sobre a dengue. Foram 10 mortes em 2019. Em 2018, na mesma época, uma pessoa havia morrido em Brasília.

10 estados e o Distrito Federal estão com alta incidência de dengue, de acordo com dados do Ministério da Saúde referentes ao dia 4 de maio: AC, DF, GO, ES, MG, MT, MS, PR, RN, SP e TO estão com mais de 100 casos a cada 100 mil habitantes.

Especialistas alertam que a dengue é uma doença cíclica, com surtos e epidemias registrados a cada três ou cinco anos. O número de casos depende do tipo de vírus circulando.

Falta de combate

Em Brasília, o serviço de fumacê foi suspenso porque o produto usado estava com prazo de validade vencido. O local de preparo do inseticida foi interditado devido à precariedade. Em vez de material específico, havia funis feitos de galões de água.

O descaso leva ao aumento no número de casos. "Nunca tinha visto um monte de gente que eu conheço ter dengue", disse Ravylla Carvalho Santos, consultora de vendas, que se recupera de uma dengue hemorrágica. Segundo ela, pai, mãe, vizinhos e amigos tiveram a doença. Ravylla conta que não viu agentes de saúde na região onde mora.

Em São Luis (MA), uma obra da prefeitura que deveria ser uma maternidade acumula água. A construção começou em 2014 e até agora está parada.

No Rio de Janeiro, um pátio do Detran tem poças d'água se formando entre carros.

Em Belo Horizonte, o mesmo se repete. Um pátio com carros apreendidos está tomado pelo mato e água parada. No cemitério, há água parada nas lápides e plantas.

Na capital mineira são 15 mil casos confirmados de dengue e seis pessoas morreram. Em todo o estado, 38 morreram.

Os governos de MG e RJ e a prefeitura dizem que fazem manutenção constante nos locais apontados.

 

Fonte: G1

Sul e Sudeste do Pará

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