Carajas o Jornal

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DA AMAP

ASSEMBLEIA GERAL PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA (extraordinária)

O Sr. Gilson Soares Rocha, Presidente da ASSOCIAÇÃO DA MOCIDADE ADVENTISTA DE PARAUAPEBAS - AMAP, no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto da AMAP, convoca os associados da AMAP bem como os ANCIÃOS, DIRETORES DE GRUPO, DIRETORES DE JOVENS E DIRETORES DE DESBRAVADORES e demais interessados da Igreja Adventista do Sétimo Dia, para a Assembleia Geral Extraordinária da AMAP a realizar-se no auditório do Instituto Federal do Pará - IFPA, situado à PA 275, próximo à portaria da VALE S/A, no dia 14/04/2019 às 15h, para deliberar sobre os seguintes assuntos:

  1. Eleição da nova diretoria da AMAP;
  2. Registro das chapas, que se dará no início da assembleia, das 15h às 15h e 30min impreterivelmente.

2.1. As peças de registro, ressalvadas as exigências legais, deverão conter o nome da chapa, os nomes dos integrantes, pretensos cargos, distritos e respectivas igrejas que os candidatos pertencem, os integrantes das chapas devem exarar no anverso do pedido o ciente, e as peças devem ser protocoladas junto à comissão eleitoral no prazo supracitado;

  1. O que mais houver.

O governo espera que a economia apresente crescimento de 2,2%, neste ano. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado hoje (22) pelo Ministério da Economia.

Na Lei Orçamentária deste ano, a previsão de crescimento do PIB era maior: 2,5%.

Também foi alterada a projeção para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que passou 4,2% na Lei Orçamentária para 3,8%, no relatório.

O relatório, que orienta a execução do Orçamento, contém previsões para a economia, a receita e a despesa. Dependendo dos números, o governo corta ou libera recursos para cumprir a meta de déficit primário e o teto de gastos federais. Neste primeiro relatório divulgado hoje, o governo bloqueou R$ 29,792 bilhões do orçamento.

O mercado financeiro prevê que o PIB cresça 2,01%, neste ano, e a inflação fique em 3,89%.

 

Fonte: Agência Brasil

O ex-ministro de Minas e Energia, Moreira Franco e o ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo João Batista Lima Filho foram levados nesta manhã de hoje (22) para a Superintendência da Polícia Federal (PF), na região portuária do Rio, para prestar depoimento. Os dois passaram a noite no Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar, em Niterói, na região metropolitana do Rio, onde chegaram ontem à noite depois de serem presos em mais uma fase da Operação Lava Jato no estado do Rio de Janeiro. No mesmo local, desde novembro do ano passado, está preso o ex-governador do Rio Luiz Fernando Pezão.

O ex-presidente Michel Temer continua preso na Superintendência da PF. Ele chegou ontem à noite procedente de São Paulo onde foi preso. Também ontem Temer recebeu a visita do ex-ministro chefe da secretaria de governo da Presidência da República Carlos Marun. Na saída do encontro, ele disse que o ex-presidente está triste e como conhecedor de Direito considera a prisão improcedente. “O presidente é um homem que tem conhecimento jurídico, conhece o Direito e sabe da absoluta improcedência, irrazoabilidade e ilegalidade da decisão judicial que determinou esta prisão preventiva”.

Segundo Marun, embora triste, ex-presidente mantém a confiança na Justiça e está sendo tratado com dignidade e respeito. “Está muitíssimo triste aguardando que essa situação se reverta o mais rapidamente possível”.

Hoje o ex-presidente também prestará depoimento aos integrantes da Força Tarefa da Operação Lava Jato, nas instalações da Superintendência da PF. No Tribunal Regional Federal da 2ª Região, há previsão do desembargador Ivan Athié, avaliar o pedido de habeas corpus. Segundo a assessoria do Tribunal não há registro de pedido de habeas corpus para o ex-ministro Moreira Franco.

Presos

Também foram presos preventivamente ontem Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho, Vanderlei de Natale, Carlos Alberto Montenegro e Maria Rita Fratezi, com base nos mandados expedidos pelo juiz da 7ª Vara Federal, Marcelo Bretas, na Operação Descontaminação, um desmembramento das operações Radioatividade, Pripyat e Irmandade. Eles foram levados para o presídio José Frederico Marques, unidade de Benfica, na zona norte.

Em Benfica estão Rodrigo Castro Alves Neves e Carlos Jorge Zimmermann, que tiveram prisão temporária, decretada pelo juiz Bretas. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) não informa se já houve a transferência dos presos para outra unidade do sistema.

Maria Rita Fratezi é mulher do coronel da Polícia Militar de São Paulo, João Batista Lima Filho, também preso na Operação Descontaminação. As investigações apontaram crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.

De acordo com o MPF foi identificada na operação Radioatividade, uma “organização criminosa que atuou na construção da usina nuclear de Angra 3, praticando crimes de cartel, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais e fraudes à licitação”.

 

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 200 alunos de oito escolas do município visitaram, nesta sexta-feira (22), o Parque Natural Municipal Veredas dos Carajás. A expedição ao parque foi realizada em alusão ao Dia Mundial da Água, comemorado nesta data.

O evento desta sexta fez parte de uma extensa programação organizada pelo governo municipal com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do correto uso da água. De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Simone Aparecida, todos os alunos tiveram a oportunidade de aprender mais sobre a interligação do ecossistema e o dever de cada um na preservação. “Os alunos viram como o município trabalha para preservar a água, que é protegendo áreas florestais e otimizando o sistema de captação e distribuição de água.”

A secretária também falou sobre a importância da expedição para o município. “Acreditamos que a conscientização e a transformação começa pelas crianças. É necessário repensar a forma como a nossa água é utilizada.” Simone também destacou ações que vem sendo desenvolvidas para a preservação. “Em um ano, nós arborizamos 12 quilômetros de ruas e avenidas do município e demos início à construção de um parque ambiental no bairro Park Carajás. Além disso, estamos trabalhando no reflorestamento de mais de 300 hectares de mata aqui no Veredas. Ou seja, é um trabalho importante para o futuro da nossa cidade.”

No local, os estudantes passaram por palestras que explicaram o funcionamento da captação, tratamento e distribuição de água para a cidade, além de saberem mais sobre a história e importância do Parque Veredas para Canaã dos Carajás.

 

Por: Kleysykennyson Carneiro

A Polícia Civil de Marabá, por meio do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI/MARABÁ), na data de hoje (22/03/2019), por volta das 1h, realizou a prisão em flagrante delito, pelo crime de Tráfico de drogas, a nacional EDILENE ROCHA RIBEIRO.

Edilene Rocha Ribeiro foi presa em flagrante no centro da cidade de Marabá

A autuada foi presa, no Núcleo Cidade Nova, em Marabá, quando desembarcou de um ônibus interestadual e se preparava para embarcar em um automóvel (UBER), oportunidade em que foi flagrada transportando em uma mala de viagem aproximadamente 20 kg (vinte quilos) de MACONHA prensada, dividida em 35 tabletes.

EDILENE estava trazendo a droga de Aparecida de Goiânia e o seu destino final seria a cidade de Itupiranga/PA.

A flagranteada afirma que seria ‘’mula’’ de um indivíduo, conhecido pela alcunha de ‘’Matemático’’, o qual EDILENE alega desconhecer completamente, declarando que todo tipo de contato foi feito por telefone ou através de pessoas desconhecidas.

Pelo transporte da droga EDILENE afirma que receberia R$ 1.000,00 (mil reais), tendo já recebido, antecipadamente, R$ 600,00 (seiscentos reais) para custear a viagem.

(Caetano Silva)

A tropa da Força Nacional começa a chegar no Pará nesta sexta-feira (22). Os agentes chegam a Belém por diversas rotas e meios, em dias alternados, vindos de Itaituba, no sudoeste paraense; do estado de Sergipe, no nordeste brasileiro; e de Brasília, Distrito Federal.

 
Todos os 200 agentes e as 40 viaturas deverão se reunir, na próxima segunda-feira (25) quando ocorrerá uma solenidade de apresentação que marcará o início das atividades da Força Nacional na Região Metropolitana de Belém (RMB). O local do alojamento onde ficarão instalados os agentes federais não será informado por questões de segurança.

Inicialmente, os agentes da Força Nacional atuarão na implantação dos primeiros sete territórios de pacificação na Região Metropolitana de Belém (RMB), sendo cinco em Belém, um em Ananindeua e um em Marituba, nas áreas que apresentam os maiores índices de criminalidade.

Últimos Ajustes 
 
A maneira como o efetivo será distribuído, bem como as primeiras ações a serem efetuadas serão definidas em uma reunião fechada na Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), com a participação de um representante da Forlça Nacional e com o comandante da tropa no Pará, Major Keissiane. Nesta sexta (22) será finalizada a análise dos índices de criminalidade, na região metropolitana. 

De acordo com o plano de trabalho, nas áreas já determinadas pelo Governo do Pará, por meio dos órgãos do Sistema de Segurança Pública, o emprego da Força Nacional ocorrerá por 90 dias, que poderão ser prorrogados se houver necessidade. A atuação se dará tanto nas ações de policiamento ostensivo em áreas como a polícia judiciária e a perícia forense.
 
 
(Agência Pará) 

Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública de Minas Gerais, em depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), acusaram a Vale de violações de direitos humanos e de ter atrasado pagamentos emergenciais aos atingidos pela tragédia de Brumadinho (MG).

Eles também afirmaram que a mineradora resistiu à assinatura do Termo de Ajuste Preliminar (TAP) que prevê os repasses. O acordo só teria saído do papel devido à forma como o juiz federal Elton Pupo Nogueira conduziu as audiências de negociação.

Conforme o TAP, assinado em 20 de fevereiro, deve ser repassado mensalmente aos atingidos um salário mínimo por adulto, meio salário mínimo por adolescente e um quarto de salário mínimo por criança. Esses valores devem ser pagos durante um ano.

Entre outras medidas, o acordo também define o compromisso da mineradora com o ressarcimento dos cofres do estado de Minas Gerais, com o pagamento de multas aplicadas pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) e com o custeio da contratação de assessorias técnicas independentes para fornecer suporte aos atingidos.

De acordo com a defensora pública estadual Carolina Morishita Ferreira, a Vale resistiu a assumir alguns desses compromissos. "Não foi um acordo fácil, as negociações não avançavam e o TAP só foi fechado devido à condução do juiz", disse ela, durante a audiência realizada pela Comissão de Direitos Humanos da ALMG esta semana.

Representando o MPF, o procurador Edmundo Antônio Dias Netto Júnior também expôs dificuldades para a pactuação com a mineradora. "Nós chegamos a um impasse com a Vale que chegou a limitar geograficamente a área e não aceitava que todo o município de Brumadinho fosse contemplado com esse pagamento mensal emergencial, assim como não aceitava o pagamento concomitante de cestas básicas".

Um novo acordo garantindo pagamento de cestas básicas exclusivamente para moradores de Parque da Cachoeira e Córrego do Feijão foi fechado em separado no início desse mês.

Apenas no dia 15 de março, quase um mês após a assinatura do TAP, a Vale anunciou o início dos repasses aos moradores de Parque da Cachoeira e Córrego do Feijão, comunidades de Brumadinho atingidas pela lama. Também têm direito ao recebimento dos valores os residentes das localidades até a cidade de Pompéu (MG) que estiverem a menos de um quilômetro do leito do Rio Paraopeba, manancial atingido pelos rejeitos que vazaram. O pagamento para esta população ainda será operacionalizado.

De acordo com Carolina Morishita Ferreira, a Vale atrasou o início dos pagamentos ao recusar em diversas ocasiões o recebimento da documentação dos atingidos de forma coletiva.

Diante da negativa, as Defensorias Públicas do estado e da União, o MPF e o Ministério Público de Minas Gerais insistiram com a mineradora. "As instituições receberam esses primeiros documentos em um primeiro momento com o objetivo de garantir o direito das pessoas. Nós encontramos um advogado da Vale para uma reunião que já estava agendada, pedimos a ele que recebesse os documentos e concretizasse os pagamentos. Houve mais uma vez recusa", disse a defensora.

Violações de direitos

Carolina relatou ainda dificuldades que os atingidos enfrentam para acesso à saúde e à educação. Ela afirmou ter visitado Citrolândia, um distrito de Betim (MG) próximo ao Rio Paraopeba, e constatado que famílias foram iludidas pela Vale e induzidas ao consumo de água que pode estar contaminada.

Segundo a defensora, funcionários da mineradora estiveram no local e aprovaram a água disponível, mesmo sem garantias concretas de sua qualidade.

Militares israelenses e equipes de resgate brasileiras durante buscas por vítimas em Brumadinho, onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu.

Tragédia de Brumadinho, onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu, matou mais de duzentas pessoas  (Washington Alves/Reuters/Direitos reservados)

"Os moradores, em um momento de humildade, falaram para o funcionário beber um pouquinho e ver que o sabor estava diferente", relatou. Procurada pela Redação para se pronunciar sobre as acusações, a Vale não se manifestou.

Para evitar que violações semelhantes se repitam, o procurador Edmundo Antonio fez um apelo pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 3.312/2016.

A proposta envolve a implementação da Política Estadual dos Atingidos por Barragens e outros Empreendimentos, assegurando um conjunto de direitos às populações afetadas pela mineração.

"Minas pode dar essa contribuição para todo o país oferecendo esse exemplo da garantia dos diretos das pessoas atingidas", disse.

O PL 3.312/2016 é o único dos três projetos sugeridos pela Comissão Extraordinária de Barragens que não saiu do papel. Essa comissão havia sido criada após outra tragédia ocorrida em 2015 com o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco em Mariana (MG). Conforme a Redação noticiou há duas semanas, o projeto, que tramitava há quase três anos, não avançou e foi arquivado por conta da mudança da legislatura. Ele pode ser desarquivado, mas depende de uma solicitação formal do governo mineiro.

Cronograma da CPI

Além das discussões travadas na Comissão de Direitos Humanos, a tragédia de Brumadinho também motivou a instalação, na terça-feira (19), de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da ALMG.

Os trabalhos deverão ser concluídos em um prazo de 120 dias, prorrogável por mais 60 dias. Integrantes da força-tarefa do MPF que investiga o rompimento da barragem foram ouvidos esta semana, aprovando-se um cronograma inicial que envolve visitas às comunidades impactadas pelo rompimento da barragem e uma audiência pública em Brumadinho.

Na próxima segunda-feira (25), serão ouvidos representantes da Polícia Civil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. Membros do Ministério Público do Trabalho, auditores do trabalho, delegados, testemunhas e representantes sindicais também serão convocados.

 

Fonte: Agência Brasil

No sentido de ouvir a população, o Ministério Público do Estado do Pará, na pessoa da 3ª Promotora de Justiça de Parauapebas, Sabrina Sanchez, convocou nesta quinta-feira (21), no Centro Universitário de Parauapebas (CEUP), uma audiência pública para debater sobre as relações de consumo e fornecimento de energia elétrica no município.

A atividade tem como objetivo debater pontos importantes que visam nortear consumidores e fornecedores do setor, sobre direitos e deveres e propor encaminhamentos para mediação entre ambas partes, tais como:

Verificar quais diretos do consumidor estão sendo violados nas relações de consumo de energia elétrica;

  • Oportunizar a empresa Centrais Elétricas do Pará (Celpa) que se manifeste como está agindo para enfrentar as demandas apresentas;
  • Oportunizar que representantes de órgão públicos e demais instituições se manifestem sobre a temática;
  • Subsidiar a execução de atividade prevista no Plano de Ação, biênio 2019/2020 da 3ª Promotoria de Justiça de Parauapebas;
  • Coletar elementos com a finalidade de embasar decisões do Ministério Público quanto a matéria da prestação de serviços de energia elétrica;
  • Dar conhecimento sobre o papel do Ministério Público nas relações de consumo.

Promotora de Justiça de Parauapebas, Sabrina Sanchez

Levando em consideração uma reclamação recorrente dos consumidores, perante à Celpa, empresa responsável pelo fornecimento de energia em todo Estado, a promotora afirmou que o Mistério Público está trabalhado junto a outros órgãos, a realização de perícias nos medidores da cidade. “Uma das ações que o Ministério Público vai tomar é requisitar junto ao IMETRO e CPC Renato Chaves é que sejam realizadas perícias para aferir os medidores aqui mesmo em Parauapebas”, disse a promotora. Ela ainda destacou que a participação da população em levar reclamações deste tipo ao órgão ajudam a nortear um plano de ação.

Ivan Pará, Consultor de Energia Elétrica

O Consultor de Energia Elétrica, Ivan Pará, esteve na audiência e orientou ao consumidor como verificar consumo mensal. “Toda conta de energia tem os quilowatts-hora consumidos durante o mês, a data que foi registrada e a data da medição. Se a pessoa conseguir diminuir o consumo, se comparado à leitura anterior e mesmo assim a conta de energia vier mais alta, por exemplo, é possível constatar uma cobrança irregular”, orientou o consultor.

Ivan também orientou, que no dia da leitura do medidor, o consumidor deve tirar uma foto do equipamento para comparar com o que vem no talão. No caso dos medidores digitais, que demonstram várias informações, o consumidor deve atender ao código que aparece junto aos números. O código que demonstra o consumo acumulado é o 003.

Gilliard Vaz de Oliveira, Executivo de Relacionamento com Clientes da Celpa

O Executivo de Relacionamento com Clientes da Celpa, Gilliard Vaz de Oliveira, reiterou a importância da audiência e disse que é uma oportunidade de esclarecer a forma como a empresa cobra esta conata do consumidor. Gilliard também frisou que a Celpa tem realizado investimentos para atender as demandas de consumo no município. “Há Cinco anos nós tínhamos 5 mil clientes, hoje este número chega a 90 mil, o que nos força a acompanhar esta evolução aumentando a infraestrutura. Em 2018 o montante em investimentos, somente em Parauapebas, foi de aproximadamente R$ 34 milhões, para levar mais qualidade de energia elétrica.

Gilliard destacou que atualmente em Parauapebas 10 mil clientes são assistidos pela tarifa social, que podem ter descontos de 10% a 65% na conta de energia e ainda há mais 3 mil clientes aptos a miragem para esta tarifa, pois a não atualização de dados cadastrais leva muitos perderam o recurso. “Somente no ano passado 1700 pessoas perderem este benefício por não atualizar o cadastro de baixa renda junto a Celpa e ao Cras”, finalizou.

 (Por Fernando Bonfim)

Uma explosão em uma fábrica de pesticidas, em um parque industrial na cidade de Yancheng, no leste da China, matou 44 pessoas e deixou 90 pessoas feridas, 32 delas em estado grave, nesta quinta-feira (21), segundo a mídia estatal.

Entre os feridos estão crianças de uma escola de educação infantil, que fica perto do local do acidente.

De acordo com o jornal "China Daily", a explosão aconteceu em uma fábrica que pertence à Tianjiayi Chemical Company e produz mais de 30 tipos de compostos químicos orgânicos, mas o fogo se espalhou por outras fábricas vizinhas.

Equipes de resgate trabalharam no local durante toda a quinta-feira e o fogo só foi contido por volta das 3 horas da madrugada de sexta-feira (horário local). A mídia estatal afirmou que as autoridades investigam a causa da explosão.

A insatisfação pública sobre os padrões de segurança de acidentes industriais tem aumentado na China. Com o rápido crescimento econômico, cresceram o número de ocorrências que vão desde desastres de mineração até incêndios em fábricas.

Ainda segundo o "China Daily", a fábrica que explodiu já havia sido advertida e multada por violações de segurança no trabalho no passado.

 

Fonte: G1

O Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal fazem nesta sexta-feira (22) uma operação para prender sete pessoas apontadas como integrantes de uma organização criminosa que atuava no sistema prisional. A ação ocorre em Brasília e em São Paulo.

Segundo os investigadores, a operação busca enfrentar as “atividades de facções criminosas na região do Distrito Federal e Entorno”. O objetivo é desarticular iniciativas de integrantes que atuam fora dos presídios em favor do “progresso” da organização, como tráfico, roubo e outros crimes.

De acordo com o inquérito, 9 dos 11 integrantes do grupo exerciam funções de liderança nos presídios do DF.

“As provas reunidas pelos investigadores demonstram articulação entre os faccionados e a discussão sobre os mais variados assuntos”, informou o Ministério Público.

Entre os temas estão:

 

  • Tráfico de entorpecentes (atividade principal da organização criminosa)
  • Cooptação de adolescentes para futura integração ao grupo
  • Implementação de um “setor do paiol”, para a aquisição de armas
  • Discussão sobre movimentações ocorridas no sistema prisional, já considerando a possível vinda de outras lideranças nacionais ao Penitenciária Federal do DF

 

O nome dos alvos desta operação – batizada de “Continuum” (em referência à ação contínua do grupo) – não foram divulgados.

Houve buscas nas residências. Os suspeitos foram interceptados quando estavam em deslocamento ou dentro das casas.

 

Transferência

Em fevereiro, Marcos Camacho, o Marcola, e mais 21 integrantes de uma facção criminosa foram transferidos para presídios em Brasília, Mossoró (RN) e Porto Velho (RO). A transferência ocorreu após governo ter descoberto plano de fuga para os chefes e ameaças de morte ao promotor que combate a facção no interior de São Paulo.

 

Fonte: G1

Sul e Sudeste do Pará

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