Carajas o Jornal

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Você já ouviu falar em turismo cemiterial ou necroturismo? E em arte tumular? Se esses termos parecem estranhos ou mesmo mórbidos à primeira vista, saiba que eles fazem parte de uma tendência cada vez mais crescente em todo o planeta: o turismo em cemitérios.

Com cada vez mais visitantes deixando de lado os receios e passando a enxergar estes locais com um olhar histórico e artístico, os túmulos e jazigos tornam-se atrações turísticas bastante procuradas nas grandes capitais do mundo e também em cidades menores.

Arte tumular, mortos famosos e curiosidades

Locais como o Cemitério da Consolação, em São Paulo, são verdadeiros museus a céu aberto. Além de concentrar centenas de esculturas de artistas como Victor Brecheret, além de construções desenhadas por nomes do porte de Ramos de Azevedo. Ali também estão sepultados grandes personalidades da história do país, como o escritor Monteiro Lobato.

Em Salvador, capital da Bahia, há um passeio especializado, o Circuito Cultural do Campo Santo, realizado pela Santa Casa da Bahia. O cemitério Campo Santo é um dos mais importantes do Brasil, e um dos que mais concentram obras de arte em seu perímetro. A visita guiada pode ser agendada com antecedência - inclusive por grupos.

Necrópoles menores também guardam muita história local e abrigam figuras importantes do entorno. Lugares como o Cemitério Arcanjo São Miguel e Almas em Porto Alegre, Campo da Esperança em Brasília, e o Cemitério Municipal São Francisco de Paula em Curitiba são alguns deles.

Pelo mundo também há muito o que se ver e se conhecer pelos cemitérios. O Neptune Memorial Reef em Miami (EUA) é um cemitério submarino, em formato de recife artificial. As cinzas das pessoas falecidas são moldadas em formato de concha e depositadas no local. Outro cemitério que merece a visita do turista é o Cimitirul Vesel, em Săpânța, na Romênia. Muito diferente das necrópoles tradicional, o “Cemitério Alegre” é repleto de cores vivas e desenhos que representam a história dos mortos que ali jazem.

Para quem pretende visitar túmulos famosos, o Père-Lachaise (Paris, França) é a última morada de personalidades como o roqueiro Jim Morrison, a cantora Edith Piaf e o escritor Oscar Wilde. O Hollywood Forever Cemetery abriga famosos como George Harrison (Beatles) e Johnny Ramone (The Ramones).

 

Existem hoje, em toda a rede privada no Estado, 984 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que equivale a apenas 1,18 leitos para cada 10 mil pessoas. No que se refere aos leitos públicos a situação é ainda pior: as unidades de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) somam apenas 474, o que equivale a menos de um leito (0,57) para cada 10 mil paraenses.

A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) aponta como proporção ideal o índice de 1 a 3 leitos de UTI para cada 10 mil habitantes, o que coloca o Pará abaixo da média.

Segundo o levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), o país conta atualmente com 2,13 leitos para cada grupo de 10 mil habitantes. No SUS, no entanto, essa razão é de apenas 1,04, enquanto a rede “não SUS” tem 4,84 leitos para beneficiários de planos de saúde – quase cinco vezes a oferta da rede pública.

Os números constam de um levantamento feito pelo conselho, que mapeou a distribuição dos leitos de UTI nos estados e nas capitais. Os números revelam um cenário que torturam milhares de médicos pelo país cotidianamente: hospitais com alas vermelhas superlotadas de pacientes à espera de infraestrutura apropriada.

REGIÕES

 O estudo do conselho mostra ainda a distribuição geográfica desigual dos leitos: o Sudeste concentra 23.636 (53,4%) das unidades de terapia intensiva de todo o País. Já o Norte tem a menor proporção: apenas 2.206 (5%). Apesar da situação crítica, o Pará ainda é o Estado do Norte que possui mais vagas privadas, com 984 unidades, e do SUS, com 474 unidades.

Wilson Machado, Diretor do Sindicato dos Médicos do Estado do Pará (Sindmepa) diz que a tendência nos últimos anos no serviço público é de redução de leitos, indo no sentido inverso do que seria o correto, já que a população só faz crescer.

“Essa queda de leitos até seria compreensível se houvesse um investimento do governo na atenção básica que pudesse justificar um melhor controle das doenças de média e alta complexidade”, analisa.

“Isso reduziria a pressão por necessidade de leitos, mas não é isso que ocorre. A população só cresce, os leitos diminuem e o governo não investe na atenção básica”.

Maior parte das vagas está distribuída nas capitais

 

O levantamento mostra que os leitos de UTI em estabelecimentos públicos, conveniados ao SUS ou particulares estão disponíveis em somente 532 dos 5.570 municípios brasileiros. Se considerados apenas os leitos de medicina intensiva da rede pública, apenas 466 destes municípios oferecem tratamento em Medicina Intensiva no País.

Ao todo, o Brasil possui quase 45 mil leitos de UTI, segundo informações do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Pouco menos da metade (49%) está disponível para o SUS e a outra parte é reservada exclusivamente à saúde privada ou suplementar (planos de saúde), que hoje atende a 23% da população.

Outro alerta do CFM é de que 44% dos leitos SUS e 56% dos leitos privados do Brasil se encontram apenas nas capitais. Se observada a repartição entre as regiões metropolitanas, constata-se que 68% dos leitos de UTI do SUS e 80% dos leitos da rede privada e suplementar estão concentrados nestas áreas.

Estudos estimam que 60% dos leitos de UTI são ocupados por pacientes acima de 65 anos de idade e que o tempo médio de permanência desse grupo é sete vezes maior que o da população mais jovem. 

O 1º secretário e coordenador da Câmara Técnica de Medicina Intensiva do CFM, Hermann von Tiesenhausen, lembra que as mudanças epidemiológicas dos últimos anos demandam o empenho dos gestores púbicos.

“A infraestrutura de saúde do País precisa acompanhar as necessidades da população. Só as internações causadas por acidentes e violências aumentaram 25% nos últimos oito anos e os acidentes de trânsito aumentaram 30% neste mesmo período”, destacou.

(Fonte: Dol-Diário do Pará/ Luiz Flávio)

 

Distribuída em 10 tópicos, a palestra do professor Rogério Vitalli mostrou a Revolução 4.0 através dos pilares e detalhando, além dos impactos, as novas frentes de trabalho e profissões trazidas por ela. “Explanei os 10 pilares de forma apropriada, mostrando que não existe tecnologia sem pessoas. Por isso, precisamos usar isso a nosso favor para criar valor agregado e toda cadeia produtiva ajudando regiões de todos os tipos”, explicou ele.

Professor Rogério Vitalli, Palestrante. 

De acordo com o palestrante, através de uma breve retrospectiva, tudo foi iniciado pela Maria Fumaça que durou dois séculos, período em que se converteu a energia térmica em energia mecânica, a primeira Revolução Industrial foi o start para o início da evolução do que hoje temos.

A primeira revolução foi sucedida pela chegada dos carros, tida como a segunda Revolução Industrial, tendo como responsável Henry Ford. Porém, chegou o momento de avançar ainda mais, assim, chegou a terceira Revolução Industrial através da Robótica com controladores lógicos programáveis, PLCs, dispositivos sequenciais. “Ao contrário da primeira e segunda, a terceira revolução, não foi pensada apenas por uma pessoa, mas, por uma equipe de trabalho composta por engenheiros e acadêmicos”, explicou o professor Rogério, mensurando que para que ela chegasse demorou quase meio século.

Porém, a terceira revolução deu lugar à quarta, iniciada em 2010 trazendo consigo fábricas inteligentes em uma era cibernética e ciberfísicos tendo como marca a customização.

Professor  Ádnei Marinho, representante da Ufra. 

A palestra organizada pela UFRA –Universidade Federal Rural da Amazônia e o Instituto Avançado de Robótica, ocorreu no auditório da Câmara Municipal na noite desta quinta-feira, 21, em um evento aberto a todos que tenham o intuito de conhecer mais a respeito da tecnologia robótica com o objetivo de buscar competitividade e produtividade e a migração para indústria 4.0.

“A universidade decidiu trazer esta palestra devido a presença do novo momento na revolução industrial, trazendo consigo automação, internet e tudo o que diz respeito ao ser humano desde o trabalho mais prosaico até as coisas mais sofisticadas”, explicou o professor Ádnei Marinho, representante da UFRA, enfatizando que se engana muito quem pensa que Robótica é um assunto dos grandes especialistas e das grandes montadoras e empresas de tecnologias.

O evento contou com a participação de diversas pessoas que ao final da palestra fizeram perguntas respondidas pelo palestrante.

(Fonte: Zé Dudu)

Puxado pelo setor de Serviços, o emprego formal registrou crescimento de 0,29% em agosto, fechando o mês com um saldo positivo de 110,4 mil novas vagas. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (21) pelo Ministério do Trabalho, houve no mês passado pouco mais de 1,353 milhão de admissões, contra 1,243 milhão de desligamentos.

Este é o oitavo mês consecutivo em que o número de novos contratos de trabalho supera as demissões. Segundo o ministério do Trabalho, o mercado formal tem apresentado resultados positivos no acumulado do ano e nos últimos doze meses. De janeiro a agosto, houve acréscimo de aproximadamente 568 mil vagas. Já na série histórica desde setembro do ano passado, o saldo positivo é de 357 mil postos de trabalho.

Com os dados, o nível de estoque do emprego formal aumentou para 38,4 milhões, número superior que os 38 milhões de agosto de 2017 mas abaixo do apresentado no mesmo período nos anos anteriores, desde 2012. A informação dos novos empregos com carteira assinada foi comemorada ontem pelo presidente Michel Temer pelo twitter.

Entre 2010 e 2014, o Brasil apresentou desempenho positivo nos dados do Caged, apresentando grandes quedas em 2015 e 2016. Em 2017 o saldo também foi negativo, mas menor, com 123 mil postos de trabalho fechados. Este ano, com um saldo de meio milhão de novos empregos, o país registra bons resultados em praticamente todos os setores de atividade econômica, como indústria de transformação, serviços e agricultura. A exceção é o setor de comércio, impulsionado pelas demissões no comércio varejista.

(Fonte: Agência Brasil)

Após vencer quatro amistosos em quatro realizados, o Clube Atlético Paraense (CAP) se prepara para mais um teste. Desta vez, o Tricolor do Norte vai encarar a equipe do Rio Branco, que disputa o Campeonato Municipal da 1ª divisão da cidade de Parauapebas. O amistoso está marcado para sexta-feira (21), às 20h, no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, com entrada liberada para o torcedor.

O técnico Marcelo Cardoso vai fazendo ajustes na equipe e observando a possibilidade de definir o time titular para a estreia na Segundinha do Parazão. Apesar dos amistosos serem realizados com os chamados times amadores, já que o CAP está tendo dificuldades em marcar contra equipes profissionais, os jogos estão servindo de base para a melhor adaptação dos jogadores com o gramado do Estádio Rosenão, que será o palco das partidas da equipe no Campeonato Estadual.

A defesa é o setor que vem sendo muito elogiado pelo comandante da equipe, também pudera, nos quatro jogos-treinos, os defensores conseguiram sair de campo nos 90 minutos sem sofrer nenhum gol. Isso tudo é o fruto de um trabalho coletivo envolvendo o goleiro, os zagueiros, os laterais e os volantes. Quem faz parte do setor, é o zagueiro Léo Azevedo, que é uma revelação do Parauapebas Futebol Clube e agora está empenhado em tentar subir o Atlético para a elite do futebol paraense.

“A gente vem fazendo um trabalho bem intenso e forte. Sabemos que temos muito a melhorar, mas o trabalho é isso mesmo, a Segundinha do Campeonato Paraense não é fácil, são jogos muito complicados, mas temos grandes condições de chegar e subir o Atlético Paraense. O professor Marcelo Cardoso nos passa muita confiança pela carreira que ele já tem e mostra que conhece o grupo, cada um de nós e incentiva que podemos chegar com o nosso trabalho”, disse Léo Azevedo, zagueiro do Atlético Paraense.

Outro jogador que vem se destacando nos amistosos, é o volante Chicão, que é o atleta experiente da equipe e que faz a contenção da defesa atleticana. O jogador de 37 anos, com passagens por grandes equipes do futebol brasileiro como Clube do Remo-PA, Fortaleza-CE, Vitória-BA, Ceará-CE, Paraná-PR e Santa Cruz-PE, acredita que o trabalho está sendo bem feito e elogia a estrutura do Clube Atlético Paraense.

“Nosso time tem trabalhado bastante. Não levar gols é o fruto do nosso trabalho e acredito em nosso conjunto e a Segundinha do Parazão, é um campeonato cascudo, duro, difícil, curto e não pode haver erro. A gente espera com muita dedicação e profissionalismo, alcançar o nosso objetivo. Comentei com o nosso presidente Rafael Lopes, que pela minha vivência no futebol brasileiro e no paraense e pelo meu conhecimento, poucos times têm essa condição que hoje o CAP nos oferece”, afirmou Chicão, volante do Atlético Paraense.

(Fonte: Zé Dudu- Por Fábio Relvas)

Moradores dos bairros Jardim Canadá II e Linha verde comemoraram a chegada da água tratada em suas torneiras na última terça-feira, 18. A entrega da rede de abastecimento foi feita pelo prefeito Darci Lermen e o vice-prefeito Sérgio Balduíno, que também é diretor executivo do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas (Saaep).

Dividida em duas etapas, as obras contam com mais de 2,5 mil metros de extensão de rede de água. Ao todo, o serviço vai beneficiar aproximadamente mil famílias nos dois bairros que, pela primeira vez, recebem água tratada nas torneiras. 

“Aqui a situação era muito difícil sem água. Esperamos muito tempo por esse momento. Essa é a primeira vez que recebemos água encanada em nossas casas e estamos felizes. Acreditamos que o governo municipal continuará investindo em nosso bairro”, declarou a presidente da Associação do Bairro Jardim Canadá II, Iara Macedo.

Crianças do bairro comemoram a chegada do benefício de água encanada na comunidade.

No bairro Linha Verde, são mais de 300 famílias atendidas, como a da dona de casa Marilene Campos, que para ter água precisou construir um poço particular em sua residência, que dividia com os vizinhos. “Agora com a chegada da água nossa vida muda. Realizar as tarefas de casas fica mais fácil, uma felicidade”, destacou a moradora.

Outro que agradeceu o empenho do governo municipal foi Wantoildo Almeida. “Estamos muito satisfeitos, pois éramos esquecidos pelo governo e agora as melhorias começaram a chegar ao nosso bairro. Agora só falta o asfalto”, disse o morador.

Sérgio Balduíno aproveitou a oportunidade para informar que o Saaep possui projetos de extensão programados para atender mais locais e está trabalhando para levar água para todo o município. 

Além de entregar as obras, o prefeito Darci Lermen ouviu os moradores e assegurou que o governo vem trabalhando para atender as demandas de todas as comunidades. “Nesses dois bairros, começamos levando o essencial que é a água que vai mudar vida desses moradores. Mas os locais também receberão iluminação pública de super LED e asfalto. Estamos empenhados em atender todo mundo o mais breve possível”, afirmou o gestor. 

(ASCOM-PMP)

O Parque Zoobotânico Vale (PZV) é conhecido pela sua exuberância natural. Cravado no coração da Floresta Nacional de Carajás, além de uma ótima opção de lazer para quem mora ou visita Parauapebas, o que muita gente desconhece é que o PZV atua fortemente, apoiando o trabalho Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) e de outros órgãos ambientais, na recuperação e destinação de animais silvestres.

O tema, importante para a conservação ambiental, esteve na pauta de reunião entre Bombeiros Militar, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, de Parauapebas e Canaã dos Carajás, e Univerdade Federal Rural da Amazônia (UFRA), realizada na quarta-feira, 19/9. De acordo com o chefe da Floresta Nacional de Carajás, Marcel Regis, a iniciativa fruto da parceria entre Vale e ICMBio, tem como objetivo alinhar os critérios de resgate de fauna no município. "Nós nos reunimos para definir com os órgãos os procedimentos quanto ao resgate e a destinação adequada desses animais", explica.

Em 2017 o Parque Zoobotânico Vale (PZV) recebeu 97 animais. Cerca de 72% (70) são oriundos de entregas voluntárias aos órgãos ambientais, como o IBAMA, ICMBio e SEMAS de Parauapebas e demais cidades do Pará.  Outros animais recebidos no PZV chegam atropelados, vítimas de incêndio florestal ou foram agredidos pela população ao saírem da floresta para os centros urbanos. O veterinário do PZV, André Mourão, explica que nesses casos, a prioridade do Parque Zoobotânico nestes casos é tratar o animal. "Nós trabalhamos para recuperar a saúde desses animais e devolvê-los à natureza".

De acordo com Mourão, até o setembro deste ano, o parque recebeu, 70 animais. "A maioria chega com algum problema de saúde ou comportamental, ocasionado pela criação em cativeiro. Temos animais com penas quebradas ou opacas, devido a nutrição inadequada. E alguns chegam até a se automutilar por stress de cativeiro. É comum que esses animais sejam vítimas de maus tratos, como asas quebradas para impedir o voo e facilitar a domesticação".

Chegou à equipe de reportagem do Portal Carajás o Jornal a denúncia de que há aproximadamente 15 dias um suposto fiscal do Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e Tecnologia (Inmetro) estaria realizando serviços de fiscalização em postos de gasolina do município de Marabá e extorquindo empresários desta região.

A denúncia veio de um dos donos de postos da cidade, que não quis ser identificado e, de acordo com ele, dois homens andam pela cidade fiscalizando postos de gasolina, sendo que um deles de fato é Fiscal do Inmetro, porém o outro, não. Ainda de acordo com o denunciante, um destes homens, de nome não identificado, seria apenas cunhado do funcionário público federal. Contudo, vestindo uniforme, mas sem crachá, diz fiscalizar, juntamente com o suposto cunhado, os empreendimentos da cidade usando o nome do Inmetro para achacar donos de postos de combustíveis.

Segundo o denunciante os supostos fiscais estão na cidade há aproximadamente quinze dias e a probabilidade de permanência no município é de dois meses.

Caso a denúncia seja comprovada os responsáveis poderão responder por diversos crimes, dentre eles, crimes contra ordem pública (Art. 312) e de usurpação da função pública (Art. 328 do código penal).

Diante destas informações, de cunho denunciativo chama-se a atenção das autoridades responsáveis para averiguação do caso.

Sobre o Inmetro

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - Inmetro - é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), colegiado interministerial, que é o órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro).

Estes três órgãos objetivam criar uma estrutura sistêmica e articulada, sendo eles criados pela Lei 5.966, de 11 de dezembro de 1973 então Instituto Nacional de Pesos e Medidas (INPM) e ampliar significativamente o seu raio de atuação a serviço da sociedade brasileira.

A missão desta importante instituição é fortalecer as empresas nacionais, no sentido de melhoria da qualidade de seus produtos e serviços oferecidos, objetivando o aumento da produtividade das mesmas. 

(Com informações do Inmetro e código Penal Brasileiro)

 

 

Encerra, nesta sexta-feira, 21/9, o prazo de inscrições para a seleção do Programa de Estágio da Vale. O processo foi todo reformulado para garantir que haja um alinhamento maior entre os valores do candidato e da empresa. São oferecidas mais de 600 vagas em sete estados onde a empresa desenvolve suas operações. No Pará, as oportunidades são para os municípios de Marabá, Parauapebas e Ourilândia do Norte. As inscrições poderão ser feitas pelo site www.vale.com/estagio.

Podem se candidatar ao Programa de Estágio alunos de nível superior que estejam nos dois últimos anos de curso, ou seja, com formatura prevista entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020. Há vagas para os cursos de  Engenharia, Administração de Empresas, Economia, Ciências Contábeis e Ciências da Computação. Também terão a oportunidade de se inscrever estudantes de nível técnico de mais de 20 cursos, como Mecânica, Eletrotécnica, Eletromecânica, Mineração e Segurança do Trabalho. 

Os selecionados iniciarão o estágio a partir de janeiro de 2019 e receberão bolsa-auxílio mensal de até 1.375,00 (os valores variam dependendo do curso, técnico ou superior, e da carga horária), assistência médica e seguro de vida. Nas unidades onde a empresa não oferece transporte e restaurante, os estagiários receberão vale-transporte e vale-refeição. A carga horária do estágio varia entre quatro e seis horas, dependendo das atividades a serem desenvolvidas.

 

Enxadristas de Parauapebas já podem se inscrever no 2º Circuito da Copa do Rei de Xadrez de Parauapebas. O evento que está em sua 8ª etapa, irá acontecer neste sábado (22) a partir das 15 horas, na Center Cidade Nova, localizada na Rua E, prédio da antiga Leolar.

Neste ano de 2018, já foram confirmados 17 eventos de Xadrez no município sendo todos eles uma organização do Clube de Xadrez de Parauapebas que vem fomentando o esporte na região sudeste do estado há mais de 10 anos.

As inscrições são gratuitas e para se inscrever é só entrar em contato com os números (94)98150-3707 ou (94) 99240-6500 e falar com Rodrigo Leal, organizador do circuito e membro do Clube de Xadrez de Parauapebas.

(Da redação)

 

 

 

 

Sul e Sudeste do Pará

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