Carajas o Jornal

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Por 9 votos a 1, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (22) que, apesar de ser proibido o fornecimento de remédios sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é possível que, em casos excepcionais, a Justiça determine o fornecimento do medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez observadas algumas condicionantes.

Os ministros concederam parcialmente o recurso de uma paciente de Minas Gerais que buscava reverter decisão da Justiça estadual segundo a qual o Poder Público, em nenhuma hipótese, teria a obrigação de fornecer gratuitamente um medicamento sem registro pela Anvisa.

Prevaleceu o entendimento do ministro Luís Roberto Barroso no caso. Ele confirmou a proibição de o Poder Público fornecer medicamentos sem registro pela Anvisa, mas ressalvou que, em casos excepcionais, como os das doenças raras e ultrarraras, por exemplo, o cidadão pode pleitear na Justiça que o SUS pague pelo tratamento com tais remédios. A decisão final serve para todos os casos judiciais do tipo, sob os efeitos da chamada repercussão geral.

Condições

Para que um juiz possa determinar o fornecimento do remédio sem registro sanitário, porém, é preciso o atendimento a uma série de condicionantes: que a Anvisa estoure o prazo previsto na Lei 13.411/2016 para processar o pedido do registro; que o medicamento já possua registro em reputadas agências reguladoras no exterior e que não exista substituto terapêutico no Brasil.

Além de tais condicionantes, ficou definido que o paciente em busca de remédios sem registro sanitário não poderá processar municípios e estados, mas somente a União, uma vez que a esfera federal é a única responsável pelo processo de registro de medicamentos, entendeu a maioria dos ministros do Supremo.

No caso ainda mais excepcional das doenças raras e ultrarraras, o Supremo definiu que o juiz pode determinar o fornecimento de medicamento sem registro sanitário mesmo nos casos em que a Anvisa não tenha ainda estourado o prazo para processar o pedido de registro – que é de 365 dias para remédios de categoria ordinária e de 120 dias para os prioritários.

Por fim, pela tese aprovada, fica reiterada a proibição, já prevista pelo Supremo em julgamentos anteriores, de que a Justiça determine o fornecimento pelo SUS de medicamentos experimentais, isto é, aqueles que ainda se encontram em fase de testes. 

Votos

O primeiro a votar nesta quarta-feira foi o ministro Alexandre de Moraes, que devolveu uma vista (mais tempo de análise) que havia sido pedida por seu antecessor, o falecido Teori Zavascki, em 2016.

Em seu voto, Moraes disse considerar que “não é toda e qualquer prestação de serviços de saúde que deva ser custeado pela rede pública”, mas acrescentou que “sempre deve haver uma válvula de escape para excepcionalidades que venham a surgir”.

Ao concordar, Barroso, que havia votado ainda em 2006, citou o caso dos portadores de doenças raras como exemplo. "Há casos excepcionais em que o laboratório não tem interesse comercial de pedir o registro. São os casos de doenças raras e ultrarraras. Portanto, nessas situações excepcionais, acho que é possível pedir independentemente do registro", disse.

Além de Moraes e Barroso, seguiram esse entendimento, sobre a possibilidade de exceções, os ministros Rosa Weber, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Os ministros Cármen Lúcia e Edson Fachin divergiram em parte em relação à fundamentação, mas seus votos resultaram no mesmo entendimento final. Celso de Mello não participou do julgamento.

“A regra é que é indispensável o registro de medicamento na Anvisa, e que em nenhuma hipótese há possiblidade de requerimento de medicamento experimental, mas em situações excepcionais permite-se... que, caso a caso, eventualmente se chegue a uma conclusão diversa", disse Rosa Weber. A ministra Cármen Lúcia disse que, em regra, não é permitido, mas “o direito à saúde faz com que excepcionalmente possa ser determinado [o fornecimento]".

O ministro Dias Toffoli, presidente da Corte, divergiu integralmente dos colegas. Para ele, não haveria qualquer possibilidade legal de um juiz obrigar o Poder Público a fornecer medicamentos sem registro na Anvisa. Ao final, entretanto, ele seguiu os demais e prestigiou a tese predominante.

Marco Aurélio Mello, por sua vez, manteve até o final sua divergência completa, ficando como voto vencido no julgamento. Para ele, seria indispensável o registro na Anvisa em qualquer hipótese.

Fonte: Agencia Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou na tarde de hoje (22), o parecer sobre a admissibilidade da proposta de reforma tributária (PEC 45/19). Na semana passada, o relator deputado João Roma (PRB-BA) apresentou parecer favorável à tramitação do texto.

A proposta institui o Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), que substitui três tributos federais - IPI, PIS e Cofins -, o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal. Todos eles incidem sobre o consumo. O IBS será composto por três alíquotas - federal, estadual e municipal; e União, estados e municípios poderão fixar diferentes valores para a alíquota do imposto.

O PSOL foi o único partido a votar contra o relatório. Segundo o líder da legenda na Câmara, Ivan Valente (SP), a reforma tributária deveria promover justiça social e distribuição de renda por meio da taxação de grandes fortunas e de lucros e dividendos. “Não tem nada no texto que mostra que vai trazer justiça fiscal, de quem tem mais deve pagar mais. Não basta apenas ter simplificação tributária”, argumentou.

Para o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP), a PEC vai gerar segurança para os entes federativos, que travam uma guerra fiscal. “Sistema tributário não é para fazer justiça fiscal com programas sociais. Sistema tributário é para arrecadar. Porque, sem dinheiro, o Estado não faz nada, não tem programa social, não tem Bolsa Família, não tem Fies, não tem Minha Casa, Minha Vida, não tem fundos sociais”.

A proposta segue agora para análise de uma comissão especial, que vai debater o mérito da matéria.

Fonte: Agencia Brasil

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse hoje (22) ser contra a cobrança de mensalidade de estudantes de graduação em universidades federais. Ele defende, no entanto, a cobrança de mensalidade na pós-graduação. Weintraub participou de audiência na Comissão de Educação na Câmara dos Deputados.

“Sou contra cobrar de alunos de graduação. Em uma análise de custo e retorno, a gente vai gastar uma energia gigantesca para pouca receita que vai pegar de poucos alunos que são de famílias ricas e vão pagar”, disse.

a semana passada, uma pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) mostrou que 70,2% dos estudantes das federais são de baixa renda.

O ministro defendeu, no entanto, que sejam cobradas taxas de estudantes de pós-graduação. “Não é toda [pós], é aquela que tem visão de mercado. Dessa poderia cobrar e daria mais receita custo energia e retorno para universidades”, afirmou. Atualmente, as universidades podem cobrar de estudantes de pós-graduação lato sensu, que são aquelas que têm caráter de especialização e, ao final, dão direito a um certificado, e não a um diploma, como no caso de mestrados e doutorados.

Segundo o ministro, as universidades precisam diversificar a fonte de receita. “As universidades poderiam utilizar o patrimônio. Tem universidade rica em termos de imóveis. Elas podem criar fundos imobiliários, com toda a governança possível, blindado, negociado na bolsa, CVM [Comissão de Valores Mobiliários], para evitar qualquer desvio, e essa receita ir direto para universidade, para pesquisa, para o aluno. Esse tipo de solução que a gente quer trazer”, explicou.

“Precisamos remodelar a estrutura das universidades e dar liberdade para elas crescerem, como é lá fora, a universidade é centro de riqueza e conhecimento, gera riqueza. Aqui no Brasil, do jeito que está, é uma draga de recursos”, apontou.

Para equilibrar as contas públicas, o governo federal contingenciou 3,4% do orçamento total das universidades federais. O bloqueio atinge, segundo a Andifes, em média, 29,74% dos recursos discricionários, ou seja, recursos não obrigatórios.

Esses recursos, segundo a associação, são usados principalmente para o pagamento de energia elétrica e vigilância, que comprometem a maior parte dessas despesas. Além disso, são usados para pagar serviços de limpeza, manutenção predial e de equipamentos, conta de luz e telefone.

Fonte: Agencia Brasil

Uma jovem denunciou nas redes sociais que foi estuprada em um beach club de Jurerê Internacional, de Florianópolis. Na segunda-feira (20), a influenciadora digital publicou uma foto de uma calcinha ao lado de uma solicitação de exame pericial e um relato no qual diz que o crime ocorreu no Café de La Musique, em dezembro de 2018. Na postagem, ela criticou ainda a atuação da Polícia Civil no caso.

O beach club informou que colabora com as investigações. Já a Polícia Civil disse, em coletiva de imprensa na tarde desta terça (21), que o inquérito está em sigilo. Falou que o suspeito é de outro estado, que ainda não foi ouvido e que ele sabe que é investigado. Informou ainda que a vítima fez exames médicos e toxicológicos na época, e que testemunhas já foram ouvidas.

A reportagem também tentou ouvir a jovem, mas sem sucesso. No post que ela publicou em seu Instagram, até a tarde dessa terça-feira havia mais de 200 mil curtidas e 17 mil comentários.

Relato

Nas redes sociais, a garota disse que o caso ocorreu em 15 de dezembro de 2018, e que foi dopada e estuprada por um desconhecido. "Minha virgindade foi roubada junto com o meu sonho".

Ela ainda escreveu que naquela data, as amigas que estavam com ela no estabelecimento foram embora sem prestar socorro a ela, mesmo depois de ter pedido apoio.

A jovem descreveu ainda a reação da mãe quando conseguiu chegar em casa. "Ao ver o meu estado tirou minhas roupas, e se deparou com a pior cena da vida dela”, relatou. “Minhas roupas estavam cheias de sangue e forte odor de esperma”.

No post, a jovem disse que teve que tomar coquetel de remédios para evitar doenças durante 30 dias. "Tenho pesadelos horríveis que me fazem dormir só depois do dia clarear, sentia dores fortes para urinar, dores no corpo, entre as coxas”.

Críticas à investigação

Na postagem, a jovem fez críticas à atuação da Polícia Civil no caso, dizendo que a instituição está "empenhada em proteger apenas o criminoso e o local do crime por se tratar de pessoas de ‘poder e dinheiro' (....). Depois que descobriram quem é o estuprador e qual o local do crime, o tratamento comigo e com minha família mudaram”.

Ela relatou ainda que os depoimentos prestados por ela foram deturpados, que os laudos foram manipulados e que o advogado dela no caso não tem tido acesso ao inquérito em andamento.

"Poderia ficar horas falando de tudo de errado que está acontecendo nas investigações. Mas Deus é tão incrível, tenho todas as provas para elucidar o crime, diz.

Outro lado

A Polícia Civil disse que não pode dar muitos detalhes do caso por causa do segredo de Justiça e que o beach club forneceu imagens do dia do ocorrido.

“Ainda temos 90 dias para concluir, prazo estabelecido pelo Poder Judiciário. (...) O que se pretende é concluir o mais breve possível”, disse Eliane Chaves, diretora da Polícia Civil da Grande Florianópolis.

Fonte: Agencia Brasil

Pressionado pelo último dia de vigência hoje (22) da chamada Medida Provisória (MP) das Aéreas (863/18), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que o esforço na sessão deliberativa do plenário nesta quarta-feira será no sentido da votação da proposta que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas sediadas no Brasil.

O pedido foi feito hoje pessoalmente pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que esteve no Congresso com os presidentes do Senado e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tratar do assunto.

“Ela é muito importante para abrir o espaço aéreo brasileiro, permitir principalmente que as empresas de baixo custo possam vir para o Brasil”, disse Onyx. Ele destacou que a preocupação do governo Bolsonaro é fazer com que a economia brasileira possa estar mais aberta para que haja mais competição,. “Com isso, a sociedade brasileira é beneficiada com a redução do custo das passagens aéreas”, afirmou.

Só ontem o texto da MP, editada ainda no governo Temer, foi aprovado pela Câmara. Diante de um impasse com o relatório do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) aprovado pela Comissão Mista Especial, a Câmara aprovou um destaque, apresentado pelo PSD, para que o texto original da MP fosse apreciado e não o de Rocha.

Na proposta original a única modificação foi uma emenda que incluiu no texto a volta da franquia mínima de bagagem no transporte aéreo doméstico e internacional. Nos voos locais, o passageiro poderá levar, sem cobrança adicional, uma mala de até 23 kg nas aeronaves a partir de 31 assentos. Esse ponto também estava no texto aprovado na Comissão Especial.

O texto da Comissão Especial não avançou porque, além desse ponto, ele incluía a obrigatoriedade das empresas operarem ao menos 5% de seus voos em rotas regionais por, no mínimo, dois anos. O principal argumento para a rejeição desse ponto é que isso poderia desestimular empresas estrangeiras pelo mercado brasileiro.

Solução

Apesar da insatisfação do senador Roberto Rocha com o texto, o presidente do Senado sinalizou que o impasse pode ser resolvido por meio do projeto de lei 27/24/2015, já aprovado pela Câmara e agora, sob a relatoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

A proposta tem praticamente o mesmo conteúdo da MP e deverá continuar tramitando, podendo incluir o ponto que trata da aviação regional.

Prazo

Tomando como exemplo a MP das aéreas, diante do presidente da Câmara, Alcolumbre mais uma vez falou de uma reclamação antiga dos senadores: a de que as medidas provisórias só chegam da Câmara para o Senado já prestes a perder a validade.

“Novamente o Senado da República sai prejudicado na votação de uma medida provisória porque você praticamente consome todo tempo de tramitação da MP na Câmara dos Deputados, mas há o entendimento de senadores de que a gente vote hoje [a MP das aéreas] mesmo sabendo que 24 horas para votar uma medida provisória é uma injustiça”, afirmou.

Ao lado de Alcolumbre, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se comprometeu a colocar na pauta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 70/11, já aprovada no Senado, que trata do procedimento de apreciação das medidas provisórias pelo Congresso Nacional.

Pela proposta, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal terão 55 dias, cada, para apreciação de matérias desse tipo.

Fonte: Agencia Brasil

A partir de amanhã (23), os estudantes já poderão consultar as vagas disponíveis nas instituições e cursos oferecidos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre, na pagina do Sisu na internet.

Podem participar do Sisu, os estudantes que fizeram prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtiveram nota na redação acima de zero.

As inscrições do Sisu poderão ser feitas de 4 a 7 de junho. Durante esse período, uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados.

O resultado será divulgado no dia 10 de junho. Os participantes poderão ainda integrar a lista de espera entre 11 e 17 de junho.

Simulador

Para evitar sobrecarga do sistema, segundo o Ministério da Educação, o simulador do Sisu, que mostra informações dos últimos processos seletivos, vai ficar temporariamente fora do ar a partir desta quinta-feira.

A previsão é que volte ao ar no dia 10 de junho. "A medida, preventiva, foi necessária para evitar que o sistema fique sobrecarregado", disse a pasta.

O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior a estudantes que fizeram o Enem.

Fonte: Agencia Brasil

Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que sofrem de esclerose múltipla e fazem uso da substância betainterferona-1A subcutânea, produzida pela empresa Merck, receberam em 2019 mais de 476 mil seringas desse medicamento com embalagem do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

A distribuição gratuita do remédio pelo SUS com embalagem de Bio-Manguinhos é uma das etapas do processo de transferência de tecnologia resultante da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), estabelecida pelo governo federal em 2015 pela Bio-Manguinhos, Merck e Bionovis. Quando o acordo foi firmado, a estimativa de economia aos cofres públicos era de R$27 milhões, em 7 anos.

A parceria prevê que o medicamento será totalmente produzido no Brasil, a partir da transferência do princípio ativo da Merck para Bio-Manguinhos e Bionovis, em prazo de dez anos, a partir da assinatura do acordo, isto é, até 2025. Apesar de a betainterferona-1A continuar sendo fabricada pela Merck sob o nome comercial Rebif, com destino ao mercado privado, a distribuição para o SUS ocorre desde março deste ano em nova embalagem.

Até o momento, o Ministério da Saúde entregou 68.520 seringas de 22 mcg (microgramas) de bateinterferona 1A e 407.636 seringas de 44 mcg. De acordo com a vice-diretora de Qualidade de Bio-Manguinhos, Rosana Cuber, a próxima entrega da medicação, vai depender da demanda. "O ministério fica com esse medicamento em estoque".

Custo no mercado

Rosane conta que, como o instituto é um laboratório público, o objetivo é produzir e oferecer produtos para o SUS. "Ele é um medicamento do componente especializado. Não é um medicamento barato, não", disse. Fora do SUS, o preço desse medicamento no mercado varia de R$ 10.980 a R$ 11.900, para embalagem com 12 seringas de 22 mcg, e de R$ 11.900 a R$ 13.418, para embalagem de 12 seringas de 44 mcg.

O remédio é de uso semanal, mas dependendo de cada paciente, o médico pode receitar mais de uma dose por semana. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem hoje, aproximadamente, 35 mil mil pacientes com esclerose múltipla, dos quais 16 mil são tratados pelo SUS.

No Brasil, para ter direito a receber o medicamento gratuitamente, os pacientes têm de ser cadastrados pelas assistências farmacêuticas. A betainterferona-1A faz parte dos medicamentos especiais de alto custo considerados Componentes Especiais da Assistência Farmacêutica (Ceaf).

Segundo Rosane, quando o paciente tem o diagnóstico de esclerose múltipla, ele recebe uma prescrição médica para o remédio e, de acordo com a necessidade, têm uma frequência distinta para retirar a medicação na farmácia especializada dos estados. "A prescrição fica presa na farmácia. O Ministério da Saúde faz esse controle a partir do cadastro desses pacientes. Aí, eles recebem, na periodicidade definida, qual é a apresentação – se é de 22 mcg ou de 44 mcg –, e a frequência que vão pegar".

Registro próprio

A vice-diretora de Qualidade explicou que a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo prevê o registro do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o nome Rebif, pela Merck, e com o nome Betainterferona 1-A, por Bio-Manguinhos. "Então, a gente tem o nosso registro porque passa a incorporar etapas produtivas nacionais. Ele muda de nome por conta disso".

A esclerose múltipla, ou EM, é uma doença crônica, inflamatória, do sistema nervoso central, incapacitante, que afeta cerca de 2,3 milhões de pessoas no mundo, com maior incidência em adultos jovens. Os sintomas mais comuns incluem visão turva, dormência ou formigamento dos membros e problemas com força e coordenação. As formas reincidentes de EM são as mais comuns.

Fonte: Agencia Brasil

A Prefeitura de Parauapebas emitiu na tarde desta terça-feira (21) uma de esclarecimento onde, a mesma se posiciona em relação a prisão do ex-servidor público, Renato Ferreira da Costa, que usava o nome falso de Rodrigo Pessoa Ferreira da Silva. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela justiça do Tocantins. O homem foi preso pela polícia civil na manhã de segunda-feira 20/04 no Sistema Nacional de Empregos (Sine), onde trabalhava há cerca de dois meses.

Confira a nota na íntegra

A Prefeitura de Parauapebas informa que o ex-servidor temporário Rodrigo Pessoa Ferreira da Silva, como ele se identificava, foi contratado há cerca de dois meses. Morava no município há oito anos e durante este período foi eleito pelos moradores como presidente da Associação de Moradores da Área Palafitas.

Também foi eleito membro dos Conselhos Municipais de Saúde e Habitação desde  2015, sendo inclusive representante do Conselho, em Brasília, como delegado da Conferência Nacional de Saúde. Participava também do setor de cultura e tinha um trabalho comunitário no município, não levantando suspeitas sobre seu caráter.

Todos os documentos e certidões negativas, inclusive as emitidas pelo poder judiciário, foram apresentados no momento de sua contração, situação em que mais uma vez não foi levantada nenhuma suspeita sobre a validade dos mesmos. A prisão do Rodrigo não tem nenhuma relação com o município de Parauapebas.

Sobre o trabalho no Sistema Nacional de Empregos (Sine), o referido ex-servidor não tinha acesso a nenhuma das senhas do sistema, sendo impossível a compra ou venda de vagas. O Sine é um intermediador de mão de obra, não sendo responsável por contrações diretas.

A gestão municipal está tomando todas as medidas cabíveis, acompanhando as determinações da justiça.

 

A pasta da saúde de Parauapebas está sob nova gestão. O difícil trabalho de colocar a casa em ordem, agora está nas mãos do empresário do ramo turístico, Gilberto Laranjeiras. A assinatura do decreto foi realizada na manhã desta terça-feira (21), no gabinete da prefeitura.

Gilberto Laranjeira tem histórico na gestão da saúde pública,  e já foi membro e primeiro suplente da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC), Diretor de Programa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Coordenador-Geral de Ações Estratégicas em Educação na Saúde, Diretor do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde, da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde e Coordenador-Geral da Regulação e Negociação do Trabalho em Saúde.

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) era gerida pelo vereador, José das Dores Couto (Coutinho), que pediu licença do Legislativo em setembro de 2017, para assumir a Secretaria. Com um novo titular à frente da secretaria, Coutinho afirmou que voltará para a câmara municipal em agosto quando o Legislativo retomará as suas atividades após o recesso. A suplência de Coutinho é ocupada atualmente por Rafael Ribeiro (MDB).

Coutinho, que estava a frente da SEMSA desde 2017, irá retornar ao seu posto de vereador na câmara

“Retornarei à câmara no início do próximo período legislativo. Acho justo que Rafael Ribeiro, que assumiu em meu lugar mais de um ano e meio e vem desempenhando um ótimo trabalho, possa encerrar os seus projetos dentro do prazo que ele precisa”, disse Coutinho durante a nomeação do novo secretário de saúde.

Gilberto Laranjeiras, atual secretário de saúde do município, tem vasta experiência em cargos públicos referentes a saúde

Em seu discurso, Gilberto Laranjeira destacou que trabalhará incessantemente para garantir que o município se torne uma referencia em saúde e que a sua primeira linha de trabalho será na Assistência básica. Ele destacou ainda que dentro de um prazo de 90 dias a população já começará a perceber as melhorias. “Terei aqui em Parauapebas a mesma dedicação pessoal e profissional que tive no Ministério da Saúde, pois esta cidade merece o olhar mais atento possível para a saúde. Assumo neste momento, o compromisso de realizar uma gestão cada vez mais humanizada e que a saúde de Parauapebas possa ser considerada referência para todo o estado”, disse o atual secretário.

Prefeito de Parauapebas, Darci Lermen disse que a cobrança no comprometimento dos profissionais do setor da saúde será maior 

O prefeito Darci Lermen frisou que a saúde é a pasta mais difícil de gerir e que foram investidos 38% do orçamento municipal para este fim. Ele também pontuou que irá cobrar mais comprometimento dos servidores da saúde. “Nós queremos que o atendimento aos cidadãos seja da mesma forma e decência com que eu atendo as pessoas no meu gabinete. Atendidos com carinho: é assim que nós pretendemos que seja o atendimento na saúde”, disse o prefeito.

(Por Fernando Bonfim)

Nesse último domingo, 19, o Partido Progressista (PP) se reuniu com o intuito de se preparar para as eleições municipais de 2020. Algumas lideranças estiveram presentes na reunião, entre elas, o presidente estadual da legenda, o ex-deputado Beto Salame, além de Adelson e Daniel Fernandes e Alex Novo Óleo, entre outros líderes.

Uma das pautas trabalhadas foi a ausência da atual presidente da Legenda, Andreia Lima, que está trabalhando e residindo em Brasília, sendo necessário, neste sentido, de acordo com os membros da diretoria, fazer sua substituição, mas, ainda segundo eles, com o aval da atual presidência.

Na reunião foi acertado que neste próximo mês (junho) haverá uma assembleia para realizar a substituição da presidência e vice-presidência do partido, para assim avançar com as outras pautas de grande importância.

 Entre as pautas a serem tratadas estão: pré-canditaturas de vereadores e a possibilidade de haver uma candidatura para prefeito pela legenda, já que o partido tem os nomes de Daniel Fernandes e Alex Novo Óleo, lideranças importantes no cenário político local. Os membros do partido analisam ainda a alternativa da vinda de novos nomes para a legenda e por isso avaliam, de forma criteriosa, a possibilidade de uma candidatura majoritária própria ou mesmo se irão apoiar um nome que já está no cenário atual.

Durante a reunião, também foi deliberada uma equipe formada por Carlos Refribom, Adelson Fernandes e Aléx Novo Óleo para conversar com as lideranças e abrir espaço para filiação, no intuito de serem escolhidos como pré-candidatos a vereadores, os escolhidos pela equipe passarão por uma fase de seleção, sendo eles analisados localmente e depois aprovados pelo presidente estadual do partido.

Beto Salame disse que Parauapebas é uma das cidades estratégicas para partido em 2020

Em entrevista à reportagem do Portal Carajás O Jornal, o presidente estadual do Partido Progressista, Beto Salame disse que o partido está aberto para novas lideranças e novas filiações. “Teremos um momento, um ato para incentivar novas filiações, para que o partido volte a crescer e, assim, possamos participar da vida ativa da política local”, finalizou.  

(Da redação)

Sul e Sudeste do Pará

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