Marabá sem água a partir de sexta-feira

Todas as residências que dependem de alimentação do sistema de captação e distribuição de água da Nova Marabá vão ficar pelo menos 40 horas sem água a partir das 7 horas da manhã do próximo dia 18 de maio. Ao CORREIO, nesta segunda-feira, a coordenadora técnica da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) na cidade, Angela Raiol, disse que a obra é necessária para resolver problemas que vinham se acumulando.

A obra está sendo tocada por empreiteiras a serviço da companhia junto a adutoras que têm 400mm, 500mm, 700mm e fazem parte do sistema de distribuição de água da Estação de Tratamento de Água da Nova Marabá e Cidade Nova. Na prática, a tubulação menor, de 500mm, que é antiga e já não suporta a quantidade de água distribuída após a modernização da captação, está sendo trocada. No ano passado, durante a chamada “crise da água”, em que Marabá viveu dias de racionamento pela primeira vez na sua história, o CORREIO, em suas reportagens já questionava os constantes colapsos.

“Vamos ter agora duas linhas de adutora, e vamos poder garantir água com mais pressão aqui para a Folha 29 (onde ficam as caixas d’água). A adutora era muito pequena para a quantidade do líquido. A gente não podia verter muita água pra ela, pois não suportava a pressão. Serão duas adutoras de 500mm também”, responde Angela ao questionamento do Jornal.

Além da questão da distribuição, a Cosanpa está aproveitando para resolver um outro problema: gelaria de adutoras que estão sob casas e prédios comerciais na Folha 29. A orientação da tubulação está sendo desviada para passar pelo meio da rua e não mais em baixo das residências.

Por conta da realização da obra, a companhia irá suspender o fornecimento de água nos Núcleos Nova Marabá e Cidade Nova a partir do início do serviço.

A obra em si está prevista para terminar ainda no sábado, mas a água só voltará às torneiras entre 6 a 8 horas após esse término pois é necessário encher os reservatórios para começar a distribuir e a rede leva um tempo para ganhar pressão.

(Reportagem: Josseli Carvalho/Correio de Carajás)

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