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Paysandu joga contra o Oeste, no sábado (12), em Barueri, com a sombra da invencibilidade

Paysandu joga contra o Oeste, no sábado (12), em Barueri, com a sombra da invencibilidade

O fato do Oeste estar invicto jogando em casa, na Arena Barueri, na cidade homônima, não chega a ser, digamos, uma espécie de fantasma para o time do Paysandu nesta Série B do Brasileiro. Muito ao contrário, os bicolores parecem acreditar na velha máxima que diz que tabu existe é para ser quebrado, ainda mais em se tratando de futebol, esporte cheio de resultados que causam surpresa. Pois os bicolores viajam para o interior de São Paulo levando na bagagem a esperança de reeditar as mesmas boas atuações que tiveram diante do América-MG, Vila Nova-GO e Santa Cruz-PE, quando venceram em plena casa dos adversários.

Para o atacante Bergson, principal goleador do time, com 17 tentos em 32 partidas, o Papão já mostrou a sua força jogando fora de Belém, onde, curiosamente, não tem sido muito feliz. “O retrospecto do adversário jogando na casa dele é muito bom. Se não me engano são cinco vitórias e quatro empates, mas sabemos que o nosso retrospecto lá fora também é positivo”, comparou o goleador.

O mesmo pensamento tem o volante Rodrigo Andrade. “Não me assusto pelo fato deles estarem invictos”, assegurou. “O América-MG também estava e nós vencemos ele no Independência (estádio mineiro), lá em Belo Horizonte”, complementou. A mesma linha de pensamento segue o meia Nando, para quem o Papão pode voltar a mostrar sua força.

“Nossa equipe tem surpreendido lá fora e a nossa expectativa é de uma boa apresentação contra o Oeste para que a gente consiga mais três pontos”, anunciou. Além de contar com retrospecto positivo atuando em casa, onde o comparecimento do torcedor é quase sempre diminuto, o time paulista vem de uma vitória, fora de seus domínios, diante do Goiás-GO, o que aumenta ainda mais o seu poder de fogo para a partida do final de semana, marcada para sábado (12), às 19h, pela 20ª rodada da Série B.

CURTAS DO LOBO

- A proposta feita por um corretor para a compra de parte da sede social do Paysandu não encheu os olhos dos dirigentes bicolores. O empresário oferecia R$ 2 milhões para ficar com a área onde está localizada a piscina do clube. O valor oferecido, no entanto, foi considerado como irrisório pela cartolagem do clube.

 

- O volante Ricardo Capanema, após se recuperar de uma lesão no tornozelo esquerdo, já vem treinando normalmente, mas está cada vez mais duro “cavar” uma brecha no meio de campo bicolor.

- A fabricante de material esportivo Lupo, que já foi fornecedor do Paysandu, vem travando uma verdadeira guerra jurídica com o clube. A empresa alega ser proprietária da marca Lobo e, assim sendo, detentora dos direitos de explorar a grife. 

- O ex-presidente bicolor, Alberto Maia, tem suado a camisa em defesa do Papão, garantindo que o campeão paraense não perde a causa. A conferir. Um escritório advocatício de prestígio no ramo, com banca em São Paulo, foi contratado pelo Paysandu para defender o clube

 

(Nildo Lima/Diário do Pará)

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