Carajas o Jornal

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A Polícia Civil solicitou na manhã desta sexta-feira (20) à Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe) a transferência de homens que estão presos na delegacia de Mãe do Rio, no sudeste do Pará. Um grupo armado atacou os policiais de plantão na delegacia durante a madrugada na tentativa de resgatar tais presos. Ninguém ficou ferido durante a ação.

De acordo com a Polícia Civil, era por volta de 4h quando três homens armados chegaram em duas motos e efetuaram vários disparos contra a equipe policial de plantão. Houve troca de tiros entre bandidos e policiais.

O grupo tentava invadir o prédio para resgatar quatro homens e dois adolescentes que foram detidos em uma operação policial realizada na quinta-feira (19). Sem sucesso, os três criminosos fugiram nas motos após o ataque. Na fuga, eles atiraram nas viaturas policiais e perfuraram pneus dos veículos para evitar que houvesse perseguição.

Logo após o ocorrido, a equipe de plantão acionou a Superintendência Regional da Região Capim, em Paragominas, que deslocou efetivos para reforçar o policiamento em Mãe do Rio e evitar o resgate.

Uma moto usada na ação criminosa foi apreendida no município. Equipes das polícias Civil e Militar estão protegendo o prédio em Mãe do Rio até que o procedimento de transferência dos presos para presídios da região metropolitana de Belém seja concluído. A delegacia de Mãe do Rio vai investigar a tentativa de resgate.

(Fonte: G1)

DA REDAÇÃO – O período de férias é sempre uma oportunidade para descanso e viagens. Um passeio tranquilo começa com a observação de alguns detalhes que podem garantir mais segurança da casa durante a viagem e economia de energia elétrica.

Medidas simples podem fazer do retorno das férias um momento de alegria, sem sustos ou prejuízos. Observe alguns cuidados informados pela Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig, como retirar os equipamentos eletroeletrônicos das tomadas, mantendo apenas aqueles essenciais à segurança e resfriamento de alimentos, por exemplo.

Além de oferecer mais segurança, desconectar os aparelhos das tomadas resulta em economia de energia. De acordo com o engenheiro Leonardo Resende Rivetti Rocha, da Cemig, o consumo de aparelhos em modo de espera (stand by) pode representar 12% do consumo doméstico de energia.

É importante estar atento a alterações eventuais do número de pessoas em casa, comum no período de férias, quando recebemos visitas. Com mais pessoas em casa, aumenta a quantidade de banhos e o uso do chuveiro, equipamento que mais consome energia, devido à sua alta potência. A recomendação para economizar energia com esse equipamento é reduzir o tempo de banho e colocar o seletor de temperatura na posição ‘verão’, o que reduz a potência em 30% e proporciona uma redução no consumo ao final do mês de até 10%”, explica o engenheiro.

De acordo com Leonardo Rivetti, a geladeira é o segundo equipamento que mais consome energia em uma residência, em virtude do “abre e fecha” ao longo do dia. Uma geladeira em bom estado de uso funciona 12 horas por dia, ou seja, 360 horas por mês. Regular o termostato de acordo com a quantidade de alimentos armazenados e a temperatura do ambiente pode colaborar para a economia no final do mês.

O computador também deve receber atenção. Apesar de estar preparado para funcionar durante horas seguidas e até dias, é importante desligá-lo, inclusive o estabilizador, em caso de viagem. Nas pequenas pausas, desligar o monitor conta e muito na hora de economizar energia. Ele é responsável por 70% do consumo desse equipamento.

É comum as crianças dormirem em frente à televisão ligada. Para evitar o desperdício de energia, caso isso aconteça, a dica é utilizar o temporizador para desligamento automático disponível nos modelos de televisores mais atuais.

(Fonte: Diário de Caratinga)

 A União Municipal dos Estudantes de Parauapebas (UMESPA) mudou recentemente de endereço, agora a instituição, que atua em Parauapebas há 26 anos estará funcionando a partir do dia 1º de Agosto no seguinte endereço: Rodovia Faruk  Salmen; Bairro Porto Seguro, Quadra Especial, Sem Número, 1° Piso, Boxe 42, Feira do Produtor.

Além do novo endereço, a Umespa lançará uma super novidade para os estudantes de Parauapebas, a partir do dia 10 de agosto os mesmos poderão solicitar a sua carteirinha estudantil de forma online, pelo portal da Umespa, www.umespa.com.br . O portal surgiu para dinamizar e facilitar a vida do estudante que pode solicitar sua carteirinha de onde estiver.

 A Umespa também recebeu, no dia três de Abril,  o Título de Utilidade Pública Estadual, lei estadual nº 8.612 de 03 Abril de 2018, que reconhece a entidade como um importante órgão do estado do Pará no atendimento aos interesses e direitos dos jovens estudantes do município.

 

Saiba mais sobre a UMESPA

A União Municipal dos Estudantes de Parauapebas foi fundada em 27 de março de 1992, é uma sociedade civil de direito privado, sendo pessoa jurídica sem fins lucrativos. Nos moldes do Código Civil em vigor, pela Lei Municipal de n° 1572 de 25/04/95.

Atua em todo território do município de Parauapebas, como federação dos Grêmios Estudantis, congregando e coordenando, em nível territorial deste município.  As entidades estudantis buscam sempre a unidade de ação na defesa dos interesses comuns e melhorias na qualidade de vida das pessoas, além de ter finalidade e caráter: reivindicatório, educacional, cultural, cívico, desportivo, social e beneficente, regendo-se pelo presente estatuto.

(Ingrid Cardoso)

 

No Pará há 65 anos e conhecido por ser a maior instituição de educação profissional da América Latina, o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) já é responsável por qualificar e encaminhar para o mercado de trabalho milhares de jovens e adultos. Em Canaã dos Carajás, foi por meio do Senai que Josimar Pereira da Silva viu o filho de 19 anos conseguir o primeiro emprego após concluir o curso de Informática, ofertado pela instituição.

O agricultor ficou surpreso e não escondia a tristeza ao saber que a escola estava fechando as portas na cidade. “Mas, isso não pode acontecer, é uma coisa que só trouxe bem, a gente precisa se unir para saber o que aconteceu e tentar impedir que o Senai pare de funcionar aqui!”, exclamou.

Mas, tudo não passou de boato, que ainda não se sabe por onde começou tampouco o motivo, pois o Senai em Canaã não irá encerrar suas atividades na cidade. Foi o que disse Carlos Felipe Francês, diretor da escola em Canaã e Parauapebas. Segundo ele, o que acontece é que, no momento, a instituição está com baixa demanda das empresas, indústrias e de organizações, como prefeituras e associações.

“A comunidade também, com o cenário econômico atual, não investe em educação. Sendo assim, tivemos que diminuir nosso quadro funcional com algumas demissões. Estamos passando um momento econômico difícil. Porém não posso afirmar que o Senai Canaã vai fechar”, afirma o diretor.

“Até porque fazemos o atendimento a qualquer serviço de educação formação profissional por meio do Senai de Parauapebas, que atende a toda a região, bem como temos também várias Unidades Móveis, as quais, sempre que há uma demanda, a gente também desloca e atende”, conclui.

Nota de posicionamento

A Vale esclarece que não requereu o prédio onde funciona o SENAI, em Canaã dos Carajás. A empresa reforça que é parceira da entidade e que o SENAI atua diretamente na formação dos profissionais que ingressam na empresa por meio dos programas porta de entrada, a exemplo dos Programas de Trainee e Jovem Aprendiz.

Prefeitura também nega

Acerca da informação que ganhou repercussão pelas ruas e se propagou rapidamente nas redes sociais, a prefeitura afirmou não passar de boatos, diz que a história não é verdadeira e que o objetivo é fortalecer ainda mais as atividades da Instituição na cidade “e não fechar as portas”.

Sobre o Senai

Instituição de direito privado, mantido e administrado pela indústria, o SENAI é a maior instituição de educação profissional da América Latina. Está presente em todos os Estados do Brasil, com 1.022 unidades fixas e móveis. Em mais de sete décadas de existência, já qualificou, nacionalmente, 68,2 milhões de pessoas. Trabalha em 28 áreas da indústria brasileira, desde a iniciação profissional até graduação e pós- graduação. Além de tudo isso, a instituição oferece transferência de tecnologia e inovação para as demandas do setor produtivo.

No Pará desde 1953, o SENAI atua com 15 unidades fixas e 21 unidades móveis, tendo qualificado, em mais de seis décadas, 700 mil pessoas para o mercado de trabalho. Além disso, a instituição oferta Cursos a Distância (EAD) de iniciação profissional, modalidade pelo qual realizou, só em 2015, 12.892. Atua em 20 áreas da indústria.

(Fonte: Zé Dudu)

O cemitério Jardim da Saudade, localizado na Rodovia Faruk Salmen, no Bairro Vila Rica, só tem capacidade para sepultar mais 1.200 corpos. O cálculo é do encarregado da necrópole, Juvenal de Lima Freire, servidor da Secretaria Municipal de Urbanismo da Prefeitura de Parauapebas. Inaugurada em 11 de janeiro de 2000, a cidade dos mortos registrava, nos primeiros anos, perto de 28 enterros por mês, entre recém-nascidos, crianças, jovens, adultos e idosos. Hoje, quase 20 anos depois, os enterros variam entre 40 e 50 mensalmente, totalizando, pela estimativa do administrador, aproximadamente 12 mil corpos.

“Hoje, a maioria dos enterros é de jovens, na faixa dos 15 a 25 anos, que morrem em acidentes ou são assassinados. Já os mortos por suicídio são poucos, não passam de cinco ou seis ao ano, a maioria por enforcamento”, traça Juvenal um breve perfil das pessoas enterradas atualmente.

Sobre os corpos que ficam na geladeira, Juvenal esclarece que o tempo máximo de permanência é 30 dias. Após esse prazo, caso não apareçam parentes para resgatar o morto e providenciar o sepultamento, o Ministério Público autoriza que eles sejam enterrados como indigentes.

Segundo ele, uma área às margens da Rodovia PA-275 está sendo preparada para ser o novo cemitério de Parauapebas, mas não é possível garantir que ainda este ano comecem a acontecer sepultamentos ali, porque ainda é necessário terraplenar, escavar poço e murar o terreno. “E isso demora um pouco por causa da burocracia. Tudo tem de ser feito com licitação e tudo mais, de acordo com a lei”, observa Freire.

(Fonte: Zé Dudu)

A organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch divulgou um relatório nesta sexta-feira (20) em que documenta a intoxicação aguda devido ao uso de agrotóxicos em sete localidades rurais do Brasil, incluindo comunidades quilombolas, indígenas e escolas. O artigo traz entrevistas com moradores da Bahia, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.

Foram 73 pessoas entrevistadas. Entre os sintomas relatados, estão: vômito, diarreia, dormência, irritação nos olhos, dor de cabeça e tontura. Carina, com a identidade preservada no relatório, é estudante no município de Primavera do Leste, no Mato Grosso. Ela foi uma das que relatou os problemas na saúde:

"Eu comecei a me sentir mal, enjoada. Eu tentei beber água para melhorar, mas não ajudou. Eu comecei a vomitar várias vezes, até que vomitei tudo que tinha no estômago", diz o texto.

De acordo com a diretora da organização no Brasil, Maria Laura Canineu, além dos registros de intoxicação, na maioria das regiões da pesquisa foram relatados casos de intimidação.

"Há um clima enorme intimidação nestas áreas. Por que as pessoas não falam mais disso? Por que elas têm medo de denunciar. Das sete localidade, em cinco os moradores falaram de ameaças, inclusive de morte", contou.

Marelaine, que também não teve o sobrenome divulgado por questões de segurança, é professora no interior da Bahia e contou que os produtos chegam a atingir os alunos dentro da sala de aula:

"O avião estava jogando do lado da escola e o vento trazia para a escola. Não dava para sentir o cheiro, mas dava para sentir a neblina, o vapor entrando pela janela. As crianças, entre 4 e 7 anos reclamavam que suas gengivas e olhos estavam ardendo", diz no documento.
 
 

O relatório "Você não quer mais respirar veneno" traz recomendações para órgãos do governo federal, como os Ministérios da Fazenda e da Saúde. Além da denúncia com relação à intoxicação aguda dos entrevistados, o texto também expõe o fato de que os pesticidas muitas vezes são pulverizados sem respeitar os limites em relação à comunidade – há uma "zona de segurança" que deve ter pelo menos 500 metros até povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água para abastecimento.

"Não existe nenhuma proibição no Brasil semelhante [à aérea] para a pulverização terrestre. Ou seja: é legal que um agricultor ou fazendeiro pulverize agrotóxico do lado da sala de aula, por exemplo", completou Maria Laura.

Contra o PL 6.299

A organização também se posicionou contra o projeto de lei 6.299, de 2002. Ele foi aprovado pela Câmara dos Deputados no final de junho, mas ainda precisa da chancela do Senado. Se aprovado, a produção de agrotóxicos no Brasil pode sofrer mudanças nos critérios de aprovação, na análise de riscos e até no nome dado aos produtos.

Veja os principais pontos do projeto:

Designação

Como é atualmente: Agrotóxico.

Pelo projeto: Inicialmente era produto fitossanitário, em seguida o relator, deputado Luís Nishimori (PR-PR), alterou o termo para “pesticida”.

Controle do registro

Como é atualmente: O controle é feito por três órgãos (Ministério da Saúde, Ibama e Ministério da Agricultura). Todo o processo é manual e tramita em paralelo, nos três órgãos.

Pelo projeto: Unifica o processo, que fica sob comando do Ministério da Agricultura, mas os três órgãos darão pareceres sobre o produto. O processo passa a ser digital e integrado

Prazo para registro

Como é atualmente: Parecer sobre o produtor deve ser liberado em 120 dias. Mas atualmente leva oito anos.

Pelo projeto: O registro será de dois anos. Inicialmente, o relatório definia o prazo de 12 meses, para que o produto entre no mercado em dois ou três anos.

Registro temporário

Como é atualmente: Atualmente, não existe registro temporário de um agrotóxico

Pelo projeto: Para os produtos novos, usadas em pesquisas e em experimentos, haverá um registro temporário de 30 dias no Brasil. Para isso, o produto deve ser registrado em pelo menos três países-membros da OCDE e na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e deve ser usado na mesma cultura.

(Fonte: G1)

Um homem procurado pela polícia em quatro estados foi preso na noite de quarta-feira (18) em Juruti, no oeste do Pará. Paulo Rogério Gamenha da Silva, 36 anos, tinha mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça dos estados do Amapá, Amazonas, Rio Grande do Norte e Ceará.

A prisão ocorreu por volta das 22h de ontem, na Travessa Rui Barbosa, às proximidades do Universo Munduruku, após levantamento da inteligência das Polícias Militar e Civil. De acordo com a polícia, o foragido estava hospedado em um hotel de Juruti.

Ainda segundo a polícia, durante a abordagem e na delegacia, Paulo ainda tentou se passar por uma outra pessoa dando nome falso.

Paulo era um dos 24 detentos que fugiram do Centro de Triagem de Caucaia, localizado na região Metropolitana de Fortaleza. Ele estava preso por tentativa de estupro e fugiu durante a rebelião ocorrida em 2016. Contra ele pesa ainda a suspeita de furto qualificado entre outros.

(Fonte: G1)

Mateus Silva Sousa, 20 anos de idade e seu comparsa, um adolescente de 16 anos de idade foram apresentados na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, e apresentados ao delegado plantonista Dufrae Abade acusados de roubo de moto. A dupla caiu nas garras da patrulha, por volta das 00h40 da madrugada de quinta-feira 19, na rua L, bairro Cidade Jardim, minutos após a dupla ter tomado de assalto uma moto Biz vermelha de uma mulher, no bairro São Lucas, VS-10.

Mateus Silva Sousa, 20 anos de idade.

Menor de 16 anos também envolvido no crime.

A vítima contou que por volta das 23h40 retornava para sua residência e ao chegar no bairro São Lucas II, onde ela  mora, faltando duas esquinas para chegar em sua casa, ela ouviu barulho de outra moto que vinha atrás dela, quando de repente encostando, ordenaram que ela parasse e saísse da moto. "Eles ordenaram que eu descesse da moto e um pessoal que estava em um prédio em frente começaram a gritar, eles ficaram assustados, mas ainda perguntaram pelo meu celular, respondi que não tinha, então eles montaram na moto e saíram, tirei o celular que estava em meu bolso e informei o ocorrido para a polícia,  não observei se eles estavam ou não armados. Através do rastreador que colocamos na moto foi que a encontramos", contou a vítima.

A dupla não imaginava que a moto possuía rastreador, o que levou a polícia ao local onde outras duas motos, uma Pop e outra Biz estavam também escondidas. As três motocicletas  foram recuperadas pela guarnição composta pelo sargento PM R. Filho e soldado PM Leoni. Segundo o policial Leoni, sua GU chegou ao local após receber uma ligação informando que através do rastreador a vítima teria encontrado sua moto que havia sido roubada.

O PM contou que foi através das coordenadas do rastreamento, que eles chegaram até a moto. "Fomos até​ o local onde a moto estava e lá encontramos outro acusado que mora na casa de frente onde a moto estava escondida.  Entramos na residência dele e lá  mesmo o suspeito se entregou.  Quando chegamos ele estava escondido debaixo da cama  da mãe dele e no quintal da casa tinha outra biz branca sem placa  e sem documento junto com uma  Pop, que teria sido usada para cometer o crime que  também foi levada para delegacia para averiguação, uma vez que, ela foi utilizada para praticar o delito e  nenhuma delas possui documentação" finalizou o policial.

 

(Reportagem: Caetano Silva)

Rafael Dias Cardoso e Maiara Lima Ferreira se hospedaram na casa de Altino Ferreira do Rego, em Parauapebas há dois dias e prometeram fazer a transferência do dinheiro do aluguel para a vítima, porém, nada passou de promessas.

Na madrugada desta quinta-feira (19) por volta das 05h, o casal saiu da residência e roubou a moto da esposa do senhor Altino, que a princípio estava viajando. Quando Altino acordou e notou que o casal e a moto haviam desaparecido ligou para o filho, que de primeiro momento relatou o ocorrido para a polícia de Parauapebas.  O casal deu fuga para Canaã dos Carajás, porém sofreu um acidente próximo ao parque de exposições Florentino Guirelle, já na entrada do município.

Imediatamente o Samu fez o resgate e levou os dois para o hospital municipal, mas um detalhe chamou a atenção da Polícia Militar que já estava de plantão, a moto tinha ligação direta e, ao perceberem, procuraram logo constatar se o veículo era de fato deles ou roubado.

Foi nessa ligação que a polícia descobriu que a moto Modelo Honda Biz 125, Placa 8566 era roubada e  imediatamente deram voz de prisão para o casal. Logo em seguida, o senhor Altino Ferreira foi avisado e se deslocou para Canaã para receber o veículo de volta.

Moto roubada pelo casal foi capturada em Canaã dos Carajás. 

(Fonte: Jornal In Foco)

Morador de Parauapebas há mais de 30 anos Pedro Saraiva é bastante conhecido na cidade por participar de várias competições de corridas de rua. Para levar o esporte a outro patamar ele precisa de uma cadeira de rodas especial e pede ajuda à comunidade. Pedro ficou paraplégico após sofrer uma tentativa de assalto em 2008.

Cadeirante a mais de 10 anos, Pedro viu no esporte um meio de engajamento e interação social. Em Parauapebas ele já participou de competições importantes como, a Corrida de São Sebastião, Corrida de Trabalhador e Workshops de Corrida de Rua, além de competições em cidades vizinhas.

O próximo passo de Pedro é competir em nível superior, em competições nacionais e internacionais, com a Corrida Internacional de São Silvestre em São Paulo e a Volta Internacional da Pampulha, em Belo Horizonte/MG. Mas para isso, ele precisa de uma cadeira de rodas especial, projetada especialmente para competição e que tem valor bastante elevado aqui no Brasil, chegando a aproximadamente R$ 50 mil. O equipamento é feito de fibra de carbono e liga de alumínio.

De acordo com Pedro a opção mais em conta é importar o equipamento, com isso o valor pode cair pela metade. Lá fora, este tipo de cadeira de rodas, custa em média US$ 5.750, o que em conversão direta, hoje (19/17/18) equivale a aproximadamente R$ 22.250,00 sem impostos.

Para angariar fundos, Pedro está realizando a venda de rifas pela cidade e, ele também pede o apoio da população parauapebense para conseguir o dinheiro e compra sua cadeira de rodas especial. “Eu estou conversando com empresários  aqui da cidade e a minha proposta é colocar a logomarca deles na cadeira e nos banners que levo para as competições”, explica o atleta.

Para conseguir o valor, Pedro precisa vender 2 mil rifas, tendo em vista que cada uma custa R$ 10,00. No dia da entrevista realizada com o esportista (19/07/18), ele conta que já tinha vendido aproximadamente 250 rifas. “Todo dia eu estou na rua vendendo elas, de casa em casa, bairro por bairro pra vendar essas rifas e tenho fé que vou conseguir”, disse Pedro.

 

 

 

 

 

 

 

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)