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Casa Branca critica China por práticas comerciais e aumento de tarifas

China anuncia tarifas sobres 128 produtos americanos China anuncia tarifas sobres 128 produtos americanos

A Casa Branca acusou a China nesta segunda-feira (2) de distorcer os mercados globais e afirmou que o país não deve focar em "exportações justas dos Estados Unidos" após Pequim aumentar as tarifas de 128 produtos norte-americanos em resposta às sobretaxas dos EUA sobre as importações de aço e alumínio.

"O subsídio e o contínuo excesso de capacidade da China são a raiz da crise do aço", disse Lindsay Walters, porta-voz da Casa Branca. "Ao invés de atacar as exportações justas norte-americanas, a China precisa parar com as práticas comerciais injustas que estão prejudicando a segurança nacional dos EUA e distorcendo os mercados globais.”

O contra-ataque acontece após várias semanas de tensões bilaterais, que alimentam os temores de um conflito comercial aberto entre os dois gigantes mundiais.

O governo dos EUA deve divulgar nesta semana a lista de importações chinesas que serão objeto de tarifas dos EUA para punir Pequim por políticas de transferência de tecnologia.

A lista de US$ 50 a US$ 60 bilhões em importações anuais deverá ser direcionada a produtos "em grande parte de alta tecnologia" e pode levar mais de dois meses até que as tarifas entrem em vigor, disseram autoridades do governo.

O escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) precisa apresentar a lista de produtos até sexta-feira, de acordo com o decreto tarifário contra a China que Trump assinou em 22 de março.

As tarifas visam a forçar mudanças nas políticas do governo chinês que, segundo o USTR, resultam na transferência "não econômica" da propriedade intelectual dos EUA para empresas chinesas.

A investigação da agência autorizando as tarifas alega que a China tem sistematicamente procurado se apropriar indevidamente da propriedade intelectual dos EUA por meio de exigências de joint venture, regras injustas de licenciamento de tecnologia, compras de empresas de tecnologia dos EUA com financiamento estatal e roubo.

A China negou que suas leis exijam transferências de tecnologia e ameaçou retaliar quaisquer tarifas norte-americanas com sanções comerciais próprias, com alvos potenciais como soja, aeronaves ou equipamento pesado dos EUA.

 

Fonte: G1

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