Parauapebas: Mesmo com aumento das vendas para a Copa, comércio ainda ver pouco efeito

Indiano Sunit Shridhar, vendedor ambulante de camisas de seleções de futebol. Indiano Sunit Shridhar, vendedor ambulante de camisas de seleções de futebol.

Faltando apenas três dias para a abertura oficial da Copa do Mundo de Futebol, a animação dos parauapebenses não está sendo das melhores. Nas ruas, e nos estabelecimentos são poucos os enfeites a caráter para o evento.

A nossa equipe de reportagem percorreu algumas ruas de Parauapebas para ver como andam os preparativos para os jogos da Copa, como de costume, os moradores aproveita esta época para enfeitar as ruas com bandeirinhas e desenhos, só que desta vez a história está um pouco diferente.

No comércio a expectativa é maior, os comerciantes já começam a preparar os estabelecimentos para a época festiva da Copa e, inclusive, reforçando o quadro de funcionários. 

Para Davi José, as expectativas são as melhores possíveis. Ele é proprietário de um bar/lanchonete (Eva Lanches) que fica no centro de Parauapebas. Davi já começou a organizar o espaço, reforçou o quadro de funcionários e disse que amanhã vai instalar os novos telões para a transmissão dos jogos. “É uma época boa para faturar, as expectativas são boas e ajuda a gerar renda e emprego”, disse o empresário à reportagem.

A vendedora Maria Ângela é outra que diz que as vendas já estão crescendo, de acordo com ela, os produtos mais procurados são: bandeiras, vuvuzelas, e camisetas da Seleção Brasileira. “É um público dividido. Têm muita gente apostando no Brasil, já outros chegam aqui loja, mas não demostra muito entusiasmo Copa”, informou a vendedora.

Andando pelas ruas de Parauapebas a nossa equipe de reportagem encontrou o Indiano Sunit Shridhar. Ele é vendedor ambulante de camisas da Copa do Mundo. De acordo com ele, este ano as vendas não estão tão boas com na última Copa, experiente ele diz que as vendas realmente acrescerão nos dois últimos dias antes da Copa. “A parti de hoje as coisas já começam a mudar. A Copa é única e é um tempo em que as pessoas se juntam”, diz Sunit.

Para fechar o leque de entrevistas, o empreendedor, Djair Oliveira, se mostrou entusiasmado. “A gente percebe que pessoas estão um pouco descrentes com a participação do Brasil nesta Copa, mas mesmo assim, acredito que o movimento irá  melhorar bastante  durante a transmissão dos jogos, e a expectativa é que o comércio dê uma esquentada na economia do municio neste período”.

Poucos carros e algumas ruas enfeitadas para a Copa. 

 

Rua no bairro Rio Verde

 

Reportagem: Fernando Bonfim

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