Seaster promove palestra sobre Economia Solidária e Bancos Comunitários

Seaster promove palestra sobre Economia Solidária e Bancos Comunitários Foto: Ascom / Seaster

Com o tema “Economia solidária como solução para crise econômica” a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) reuniu com trabalhadores, representantes e entidades do segmento da economia solidária, na tarde da quinta-feira (18), no auditório do Centro Integrado de Inclusão e Cidadania (CIIC). A palestra foi ministrada pelo criador do Banco Palmas, Joaquim Melo e pelo coordenador do Banco Comunitário Tupinambá, Marivaldo do Vale. O evento também contou com a presença da presidente do Fórum Paraense de Economia Popular e Solidária, Antônia Salgado, do Secretário Adjunto de Trabalho, Emprego e Renda, Miriquinho Batista e da Secretária de Cultura do Estado do Pará, Ursula Vidal.

O Banco Palmas, projeto cearense de economia solidária, é o primeiro banco comunitário de desenvolvimento do Brasil. O criador do projeto, Joaquim Melo, comentou que a ideia dos bancos comunitários é fazer com que a riqueza circule dentro da própria região. “Os bancos comunitários são legais no país e oferecem diversas vantagens para as pessoas físicas e jurídicas, o dinheiro circula dentro da própria comunidade. É possível realizar absolutamente tudo, como pagar conta de água, luz e internet. Além disso, os governos também podem fazer pagamento de benefício social, crédito e folha de pagamento”, esclarece ele.

Esse modelo de economia já é uma realidade na comunidade da Baía do Sol, distrito de Mosqueiro, em Belém. Marivaldo do Vale, coordenador do Banco Tupinambá, comentou que o projeto aquece há economia da localidade há 10 anos. “Desde a criação do projeto, o empreendedorismo tem sido promovido de forma significativa dentro da nossa comunidade, além de desenvolver e impulsionar a nossa economia local”, disse.

A secretária de Cultura do Estado do Pará, Ursula Vidal, pontuou a importância de divulgar esses projetos que já são realidade consolidada dentro do segmento da economia solidária. “Nós precisamos ser emissores de mensagens desse novo modelo de consumir, precisamos nos apropriar desse modelo que já existe. É importante compartilhar essas informações para que possamos ter uma mudança cultural dentro do setor econômico”, enfatizou.

Desse modo, o bate papo foi um momento para apresentar projetos e iniciativas de economia solidária que estão dando certo dentro e fora do estado do Pará. “Esse momento serve como um estudo para nós fazermos a política de economia solidária do Pará avançar. Nós precisamos fazer esse movimento crescer, pois há uma necessidade de investimentos no mercado informal. Apenas o artesanato, a agricultura familiar e a pesca, representam um número considerável da produção do nosso Estado”, explica o Secretário Adjunto de Trabalho, Emprego e Renda, Miriquinho Batista.

Fonte: Agencia Pará 

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