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BNDES terá novas ferramentas de estímulo ao mercado de capitais

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)vai anunciar, ainda em dezembro, novas ferramentas de estímulo ao mercado de capitais.

A decisão foi confirmada para o site EXAME por Carlos Da Costa, diretor da área de crédito do banco, durante o evento Infra2038 em São Paulo. As mudanças devem ser colocadas em prática em fevereiro do ano que vem.

“Nós queremos fazer parcerias mais ativas com o mercado de capitais”, disse Carlos. “O BNDES está assumindo seu papel de orquestrador de investimentos na infraestrutura“.

A lógica por trás da mudança é que a fase de planejamento dos projetos nessa área, que consome de 5% a 10% dos recursos, tem altíssima incerteza.

A fase seguinte, de construção, concentra 90% dos gastos e também precisa ser monitorada constantemente por especialistas.

“Não é que o mercado não tem apetite para risco, é que ele não tem a tecnologia de gerenciar o risco”, disse Carlos.

Mas a partir da terceira e última fase (operação), o risco fica mapeável, e o objetivo do banco é sair de campo e estimular o mercado a comprar estes papéis.

“A oferta provavelmente acompanhará a demanda se tivermos um país estável macroeconomicamente”, disse Carlos.

A orientação é que o financiamento público do BNDES não deve diminuir, mas precisa estar gerando demanda e liquidez em parceria com o setor privado. Só assim o país poderia saltar dos atuais 1,5% do PIB investidos em infraestrutura para 4% do PIB.

“Mais financiamento público é escolha pública e não acredito que exista espaço político para fazer isso até 2018”, disse Carlos.

Ele disse que o banco ficou “ensimesmado” por muito tempo e que a nova visão institucional, que acaba de ser aprovada internamente, tem como mote “Brasil Desenvolvido até 2035”.

A ideia é criar um “BNDES 4.0” que também invista em bens intangíveis e se torne o maior investidor-anjo do mundo.

O BNDESPar, área de participações acionárias do banco, anunciou na semana passada que vai investir até R$ 40 milhões em fundo para empresas incubadoras e parques tecnológicos.

O encontro de hoje foi uma iniciativa do Infra2038, projeto que quer colocar o Brasil entre os 20 melhores países em infraestrutura do ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial no espaço de duas décadas.

Isso significaria subir no mínimo 52 posições, já que hoje o país está no 72º lugar.

 

Fonte: exame.abril.com.br

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