O Município de Parauapebas continua sendo a cidade do Estado que mais arrecada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). Os dados são do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Somente este ano o valor das cotas-partes arrecadadas pelo município, já ultrapassaram os 169 milhões de reais.

Somente no primeiro semestre de 2018 já entram nas contas da prefeitura municipal o montante de R$ 169.075.492,13 (cento e sessenta e nove milhões, setenta e cinco mil quatrocentos e noventa e dois reis e treze centavos).

O total é referente aos seis primeiros meses de 2018. O ranking de arrecadações é seguido pelos municípios de Canaã dos Carajás com R$ 62.789.774,28 (sessenta e dois milhões setecentos e oitenta e nove mil, setecentos e setenta e quatro reais e vinte e oito centavos), e Marabá, com R$ 36.326.049,40 (trinta e seis milhões trezentos e vinte e seis mil e quarente e nove reais e quarenta centavos).

A cidade vizinha, Curionópolis abriu o primeiro semestre deste ano em 6º lugar no total de arreações, com R$ 6.301.777,29 (seis milhões trezentos e um mil setecentos e setenta e sete reais e 29 centavos).

De acordo com as informações do DNMT, Parauapebas sempre esteve no pódio das arrecadações em todas as compensações mensais deste ano, com R$ 29.108.693,15 em janeiro, R$ 20.755.807,79 em fevereiro. Em março não houve arrecadação, sendo compensada em abril, com R$ 58.523.516,80; R$ 24.577.121,38 em maio, e R$ 36.110.353,01 e junho, valor atualizado hoje, quarta-feira (13/06).

Confira a lista completa dos municípios que já receberam o Cfem este ano

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

Faltando apenas três dias para a abertura oficial da Copa do Mundo de Futebol, a animação dos parauapebenses não está sendo das melhores. Nas ruas, e nos estabelecimentos são poucos os enfeites a caráter para o evento.

A nossa equipe de reportagem percorreu algumas ruas de Parauapebas para ver como andam os preparativos para os jogos da Copa, como de costume, os moradores aproveita esta época para enfeitar as ruas com bandeirinhas e desenhos, só que desta vez a história está um pouco diferente.

No comércio a expectativa é maior, os comerciantes já começam a preparar os estabelecimentos para a época festiva da Copa e, inclusive, reforçando o quadro de funcionários. 

Para Davi José, as expectativas são as melhores possíveis. Ele é proprietário de um bar/lanchonete (Eva Lanches) que fica no centro de Parauapebas. Davi já começou a organizar o espaço, reforçou o quadro de funcionários e disse que amanhã vai instalar os novos telões para a transmissão dos jogos. “É uma época boa para faturar, as expectativas são boas e ajuda a gerar renda e emprego”, disse o empresário à reportagem.

A vendedora Maria Ângela é outra que diz que as vendas já estão crescendo, de acordo com ela, os produtos mais procurados são: bandeiras, vuvuzelas, e camisetas da Seleção Brasileira. “É um público dividido. Têm muita gente apostando no Brasil, já outros chegam aqui loja, mas não demostra muito entusiasmo Copa”, informou a vendedora.

Andando pelas ruas de Parauapebas a nossa equipe de reportagem encontrou o Indiano Sunit Shridhar. Ele é vendedor ambulante de camisas da Copa do Mundo. De acordo com ele, este ano as vendas não estão tão boas com na última Copa, experiente ele diz que as vendas realmente acrescerão nos dois últimos dias antes da Copa. “A parti de hoje as coisas já começam a mudar. A Copa é única e é um tempo em que as pessoas se juntam”, diz Sunit.

Para fechar o leque de entrevistas, o empreendedor, Djair Oliveira, se mostrou entusiasmado. “A gente percebe que pessoas estão um pouco descrentes com a participação do Brasil nesta Copa, mas mesmo assim, acredito que o movimento irá  melhorar bastante  durante a transmissão dos jogos, e a expectativa é que o comércio dê uma esquentada na economia do municio neste período”.

Poucos carros e algumas ruas enfeitadas para a Copa. 

 

Rua no bairro Rio Verde

 

Reportagem: Fernando Bonfim

Quem tem conta na Caixa Econômica solicita o benefício de forma online. Os que não têm, devem procurar o consulado na cidade que residem para sacar

A partir do dia 10 de março a Caixa Econômica Federal começa a liberar o saque das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aos beneficiários nascidos em janeiro e fevereiro e quem está fora do País pode ter acesso ao valor e não perder o prazo para o saque, que será até 31 de julho.

O saque das contas inativas do FGTS será mais fácil aos que são correntistas da Caixa Econômica Federal, uma vez que o crédito será feito de forma automática na conta poupança, quando solicitado o benefício no site do banco . O crédito será feito mediante a data de aniversário do trabalhador, em calendário divulgado anteriormente pela instituição.

Se o trabalhador tiver conta corrente e conta poupança, ou apenas conta corrente na Caixa, ele deve informar a instituição, no próprio site do banco, em qual conta deseja que o crédito seja efetuado. O banco informou que para tal solicitação o trabalhador deve ter o número do PIS/NIS/Pasep e cadastrar uma senha no site criado especificamente para as contas inativas.

Consulados

Os que não são correntistas do banco o saque será um pouco mais trabalhoso. O beneficiário terá de procurar o consulado brasileiro no país em que reside. Assim como os trabalhadores que estão no Brasil, quem mora no exterior deve se atentar ao calendário de saque para não perder o prazo.

No consulado, ele terá de preencher o documento Solicitação de Saque do FGTS e apresentar carteira de trabalho e documento de identidade, provando ao consulado que tem direito ao benefício concedido pelo governo de Michel Temer. Neste documento deve constar o número de uma conta no Brasil para que depósito seja feito.  Se o beneficiário não tiver uma conta no Brasil em seu nome, poderá informar uma conta de outra pessoa.

O crédito em conta será feito 15 dias após a solicitação feita pelo trabalhador, porém sempre respeitando o calendário baseado na data de nascimento.  A Caixa Econômica Federal informou que está dando todo o suporte aos consulados brasileiros no exterior para que o trabalhador não tenha dificuldade em sacar a conta inativa do FGTS mesmo estando fora do Brasil.

 

Fonte: economia.ig.com.br

A companhia aérea TAM vai reduzir suas operações domésticas em até 10%, e poderá cortar até 2% de seu quadro de funcionários. O anúncio foi feito pela empresa nesta segunda-feira (20), justificando que a medida está sento tomada "diante de um cenário econômico desafiador no país".

O corte nas operações será gradual, de acordo com a empresa. Com isso, a oferta da TAM no mercado doméstico deve cair ente 2% e 4%. De acordo com nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no entanto, a TAM não deixará de operar em nenhum dos destinos atuais.

A empresa diz que os cortes de funcionários não atingirão a tripulação, "dado os planos de crescimento de médio prazo", e promete apoiar os demitidos com recolocação profissional.

A Abear, associação de empresas do setor aéreo, afirmou em abril que as companhias devem faturar menos em 2015 caso a atual tendência de queda nas tarifas continue.

De acordo com a entidade, a atividade econômica lenta fez com que a demanda corporativa (compras feitas por empresas ou a negócios) caísse "brutalmente" da proporção normal de 70% para 50% no momento, ficando ainda menor em alguns voos.No primeiro trimestre deste ano, a Latam – companhia consolidada que inclui a TAM e a Lan – registrou um prejuízo líquido de US$ 40 milhões.

Fonte: G1 

Do G1, com informações do Jornal Nacional

Opção é avaliada em meio à crise no setor, informou o Jornal Nacional. Índices de chuvas continuam abaixo do esperado nos últimos meses O governo estuda ampliar em um mês o horário de verão, que está em curso desde o dia 19 de outubro com previsão de término em 22 de fevereiro, para economizar energia. Segundo informações do Jornal Nacional, a possibilidade é analisada diante do cenário atual de crise do setor elétrico e com os índices de chuva abaixo do esperado nos últimos meses.

O horário de verão está em curso em onze estados das regiões Sul e Sudeste, mais o Distrito Federal. O governo espera reduzir em 4,5% o consumo de energia no horário de pico. "Faremos uma avaliação no dia 12 de fevereiro para que nós possamos ter uma previsibilidade com relação ao ritmo hidrológico do final do mês de fevereiro e do começo do mês de março. E aí sim tomaremos uma decisão com relação ao horário de verão", disse o ministro Minas e Energia, Eduardo Braga.

Na entrevista ao Jornal Nacional, Braga também afirmou que, para enfrentar o problema da falta de chuvas, contará também com a energia gerada pela termelétrica de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, que tem potência instalada de 640 megawatts. Em 2013, o governo afirmou que só recorreria à energia de Uruguaiana em caso de extrema necessidade. Para a termelétrica entrar em operação, a Argentina tem que autorizar a utilização de um gasoduto. A empresa responsável por Uruguaina afirmou que espera para este mês o fornecimento de gás para a usina voltar a funcionar. O ministro também confirmou que a partir de primeiro de março, as distribuidoras vão lançar uma campanha de conscientização para economia energia. Veja o site do Jornal Nacional.

Economia de água

Para especialistas do setor elétrico, a economia de água dos reservatórios das hidrelétricas, apesar de pequena, é importante diante do cenário de crise. “Essa economia [de 0,4%] não é de se jogar fora diante da atual circunstância”, diz Roberto Brandão, pesquisador do Grupo de Estudos. “Os benefícios não são gigantescos, mas ainda são significativos, continua valendo a pena. Qualquer economia de água dos reservatórios é válida”, diz o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. Do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), entre 2010 e 2014 o horário de verão resultou em economia de R$ 835 milhões para os consumidores, devido à eletricidade que deixou de ser gerada pelo uso da luz do sol. Para a edição 2014/2015 do horário de verão, a economia estimada inicialmente é de R$ 278 milhões, 31% menos do que na edição passada (R$ 405 milhões). Esses valores, porém, são muito pequenos diante dos gastos do setor elétrico e não chegam ter impacto nas contas de luz.

Benefícios

O governo alega que o horário de verão evita investimentos de cerca de R$ 4 bilhões ao ano, com mais geração e sistemas de transmissão de eletricidade. Segundo o Ministério de Minas e Energia, ele permite um melhor aproveitamento da luz solar e “maior racionalidade no uso da eletricidade.” Outra vantagem, diz o ministério, é o aumento da segurança do sistema elétrico e maior flexibilidade para a realização de manutenções, além de redução da pressão sobre o meio ambiente e nas tarifas cobradas pelo serviço. O horário de verão foi aplicado no Brasil pela primeira vez no verão de 1931/1932.

Consumo na ponta

Entretanto outro efeito do horário de verão, que é o de evitar picos de consumo de energia no chamado horário de ponta (entre 18h e 21h), “perdeu um pouco da relevância” nos últimos anos, aponta Roberto Brandão, da UFRJ. Por conta do aumento no uso do ar-condicionado no país, mais recentemente os picos de consumo de eletricidade durante o verão começaram a ser registrados no início ou meio da tarde, entre 14h e 16h. No passado, esse pico era registrado entre 18h e 21h, devido ao aumento do consumo gerado pelo uso de eletrodomésticos quando as pessoas saem do trabalho e voltam para as suas casas, junto com a iluminação pública nas cidades. “Nos últimos anos, o horário de verão perdeu um pouco da sua relevância porque houve mudança no padrão de horário de ponta no Brasil”, diz o pesquisador. Ele aponta, porém, que continua sendo importante equilibrar a demanda por energia no fim do dia.

Para o professor de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), Rafael Shayani, o horário de verão continua sendo importante para “evitar a sobrecarga” do sistema elétrico durante o verão e até mesmo apagões. “O horário de verão é necessário na medida em que a demanda por energia no Brasil está crescendo e o setor elétrico não consegue acompanhá-la. Ela visa evitar um apagão”, diz ele.

O Ministério da Justiça informou nesta sexta-feira (10) que o site consumidor.gov, disponível desde o fim de junho para acolher reclamações de consumidores sobre empresas, passou a disponibilizar, também, comparações sobre os indicadores das empresas participantes, tais como os índices de solução, de satisfação, prazo médio de resposta e percentual respondido.

Segundo o governo, a transparência proporcionada por essa nova etapa do consumidor.gov contribuirá para a competitividade pelo melhor atendimento ao consumidor. Avaliou ainda que os indicadores permitirão aos consumidores comparar o desempenho das empresas participantes por meio de um novo ranking - chamado de "ranking dos melhores".

Ainda de acordo com o Ministério da Justiça, outra novidade do site, que está sendo disponibilizada para a população de todo o país, é o infográfico com dados sobre a quantidade de reclamações por região e unidades da federação, além da quantidade de usuários cadastrados na plataforma e o total de empresas credenciadas.

A plataforma consumidor.gov.br conta com a adesão de 181 empresas, informou o governo, sendo que outras 52 estão em fase de credenciamento. Se a empresa não estiver no site (a adesão não é obrigatória), entretanto, não é possível registrar a reclamação. Cerca de 28 mil consumidores estão cadastrados e mais de 18 mil já registraram suas reclamações, acrescentou o Ministério da Justiça.

O programa Bolsa Família, que ajuda famílias pobres, deve continuar, seja na forma atual ou de outra forma", disse Lagarde durante um debate realizado durante a assembleia anual do FMI em Washington.

A diretora afirma que, considerando o contexto de desaceleração da atividade econômica no país (situação que levou o FMI a reduzir para 0,3% sua previsão de crescimento para o Brasil em 2014), existem muitos gargalos na economia brasileira. "Esses problemas devem ser enfrentados porque existe um talento, existe uma energia na economia brasileira que deve ser liberada", comentou.

O Brasil atravessa seu quarto ano consecutivo de crescimento fraco. Após dois trimestres consecutivos de contração econômica, o país entrou em recessão técnica no final do segundo semestre. O Banco Central estima que para o segundo semestre as perspectivas indicam uma atividade em expansão.

Em declarações feitas na quarta-feira (8), o ministro da Fazenda Guido Mantega considerou pessimista a previsão do FMI. "A projeção parece pessimista por parte do fundo. Tivemos um primeiro semestre mais fraco, porém estamos observando recuperação da economia brasileira no segundo semestre. A partir de julho, temos uma aceleração moderada do crescimento", declarou Mantega.

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