Carajas o Jornal

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No sentido de aumentar o espaço aos vendedores ambulantes, atualmente situados na Praça do bairro Rio Verde. O vereador Rafael Ribeiro por meio de proposições parlamentares solicitou que o a prefeitura municipal proceda com a construção de um calçadão na Rua Tiradentes, entre as ruas, do Comércio e JK.

Em seu pronunciamento, o paramentar disse que Parauapebas, mesmo sendo uma cidade rica, ainda convive com vários problemas de cunho social, sendo o desemprego o mais alarmante e que a pouca oferta de emprego no município leva as pessoas a procurar trabalho, muitas vezes, longe da cidade.

“Tal proposição é muito simples e, nesse sentido, torna-se válida por se tratar de apoio do poder público para fortalecer a geração de renda e dar mais comodidade aos munícipes na hora de fazer suas compras”, disse Rafael Ribeiro.

O local proposto é um trecho que liga as ruas JK e Do Comércio e será destinado ao micro empreendedorismo e o comércio autônomo de Parauapebas, que atualmente ocupam o espaço da Praça do Cidadão.

A indicação de cunho social e combate ao desemprego foi aprovada por unanimidade e agora segue pra análise do Executivo.

Representantes do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) estiveram reunidos, na manhã desta terça-feira (19), com o governador do Pará, Helder Barbalho, e diversos secretários de estado para apresentar as linhas de crédito que estão disponíveis para a realização de investimentos multissetoriais da instituição para com o Estado.

O executivo principal da Diretoria de Projetos de Infraestrutura da CAF, Diego Zamuner, avaliou o encontro como "bastante positivo". “Saímos muito satisfeitos porque já estamos refletindo num segundo passo que é incrementar linhas de investimentos em vários setores que são muito importantes para a gente, de todo tipo de integração e apoio à produtividade do Pará”, pontuou.

O Governador salientou a importância da parceria com a instituição e da reunião, registrando que o conceito de trabalho utilizado pelo Banco é o mesmo que o Governo do Estado vem desenhando desde o início da nova gestão. “Nosso maior objetivo aqui são as pessoas, e o nosso maior desafio é a infraestrutura para gerar investimentos”, destacou Helder.  

A parceria entre o Governo do Pará e a CAF foi firmada no dia 19 de fevereiro, em Brasília. Na ocasião, foi assinado um contrato no valor de US$ 50 milhões para serem empregados no Programa Municípios Sustentáveis, que se destina a melhorar o saneamento básico, o desenvolvimento urbano e a infraestrutura de comunicação e de mobilidade urbana dos municípios paraenses.

O CAF

O CAF é um banco de desenvolvimento fundado em 1970 e integrado por 19 países - 17 da América Latina e o Caribe; Espanha e Portugal - assim como por 14 bancos privados da região. 

A instituição promove um modelo de desenvolvimento sustentável através de operações de crédito, recursos não reembolsáveis e apoio em estruturação técnica e financeira de projetos dos setores público e privado da América Latina.

 

Por Bianca Teixeira

Os modelos scarpin, anabela, plataforma, salto alto, agulha... Não importa o formato, os sapatos são um dos itens da moda favoritos das mulheres, mas que pode se tornar um vilão na hora de dirigir.  Por isso, o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (DETRAN/PA) alerta as mulheres sobre a forma correta de conduzir os veículos com segurança.

Segundo dados do órgão, no ano de 2018, no Pará, ocorreram 4.787 casos de pessoas que foram autuadas por dirigirem com sapatos inadequados. O Art. 252 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB) determina: dirigir usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais, é considerado infração média com penalidade de multa, no valor de R$130,16.  

Viviana Vinhas, servidora pública, conta que devido a sua rotina corrida de trabalho, se acostumou a usar salto alto para dirigir. “Como nunca aconteceu nenhum acidente, eu me sinto segura de dirigir com salto, pois na época que eu tirei carteira já trabalhava e usava salto, acabei me adaptando a dirigir assim e nunca tirei”. Ela conta também que o salto já ficou preso no carpete do carro, trazendo riscos de acidentes. “Não chegou a tanto, ele engatou no carpete um pouquinho, mas rápido eu puxei o pé e não aconteceu nada”, explica.  

Valter Aragão, coordenador de planejamento da Autarquia, explica qual o calçado certo para dirigir: “O condutor tem que usar um calçado que não fique solto nos pés. Por exemplo, as sandálias de dedo, os saltos altos que não dão uma base fixa e podem prender no carpete. Outra possibilidade é dirigir descalço, já que, sem o calçado a pessoa não haverá nenhum tipo de dificuldade ao manusear o freio, a embreagem e o acelerador”, explica.  

A universitária Isabela Viana, conta que sente mais segurança ao dirigir descalça.  “Eu me sinto mais segura, tenho receio de usar um calçado que escorregue e pra evitar qualquer situação de risco, entro no carro e já vou tirando o sapato. Sinto mais confiança pra acelerar e principalmente frear”, contou. 

 

(Agência Pará)

O jornalista brasileiro Andrei Netto, 42 anos, que vive e trabalha em Paris, começou a ter insônia por volta dos 36 anos. Como cobriu guerras e vivenciou experiências violentas ao longo de sua carreira, inicialmente atribuiu o sintoma a algum tipo de stress pós-traumático e chegou a buscar terapia. “Ficava acordado, não conseguia dormir e tinha que levantar e fazer outra coisa. Esse problema do sono veio acompanhado de uma certa angústia e de uma dificuldade para respirar”, conta.

Há cerca de dois anos, conversando sobre o assunto com sua sobrinha, a solução ao problema surgiu de maneira inesperada. “Ao me ver fazendo café, perguntou: você já pensou em parar de tomar café? Pensei: é isso.” O jornalista passou a testar sua tolerância à bebida, tomando dia sim, dia não, ou intercalando com intervalos maiores, para ver se seus sintomas melhoravam.

“Toda vez que eu voltava a tomar regularmente, por três ou quatro dias seguidos, os efeitos reapareciam”, conta. O repórter decidiu então cortar o café e notou que seu sono e sua respiração voltaram ao normal. A angústia também desapareceu. “Por algum motivo, que desconheço, o café causava um certo grau de intoxicação”, deduziu.

Levamos o caso do jornalista a Xavier Laqueille, chefe do setor de Psiquiatria do hospital Sainte Anne, um dos mais renomados da capital francesa, especializado em dependência química. Ele confirmou a impressão do repórter: Andrei foi provavelmente vítima de uma intoxicação ao café, um estimulante desaconselhado para quem tem sensibilidade à substância, geralmente perfis ansiosos.

“Os efeitos do café são muito mais longos do que pensamos e, além disso, cumulativos. Quando tomamos um café, podemos ter sintomas de ansiedade ou insônia até 15 horas depois”, explica. “Não é um problema grave, mas quando existe essa complicação, é bem desagradável, e é preciso lembrar do café e seus efeitos”, afirma.

O excesso da cafeina, diz, pode gerar também ataques de pânico, vertigens, diarreia e vontade frequente de urinar. “Habitualmente, quanto temos problemas induzidos por substâncias, existe uma sensibilização: quer dizer, podemos ter diferentes sensações com doses cada vez menores. É preciso prudência”, declara. O psiquiatra também lembra que, quando a pessoa interrompe o consumo e volta tomar café, uma pequena xícara já é suficiente para provocar o reaparecimento dos sintomas.

 

Café prejudica sono profundo

 

A pesquisadora Julie Carrier é diretora científica da rede canadense sobre o sono e o ritmo biológico, da Universidade de Montreal. Estudos realizados em seu laboratório mostraram que o café afeta o sono, mesmo consumido em pequena quantidade. “As pessoas de um modo geral sabem que a cafeína pode gerar dificuldades para dormir ou fazê-las acordar à noite, mas poucas têm noção de que a substância diminui o chamado sono lento e profundo”, diz.

Essa fase, conhecida como REM, abreviação de “rapid eyes mouvement” é essencial para o repouso e para a cognição. Os olhos se mexem, a atividade cerebral é intensa e os músculos ficam paralisados. É nesse momento da noite que sonhamos. Privar-se do chamado sono paradoxal aumenta o risco de ter doenças como o mal de Parkinson ou o Mal de Alzheimer, por exemplo, além de outros problemas de saúde.

Segundo a pesquisadora, mesmo entre as pessoas que se consideram “resistentes” ao café, há mudanças na estrutura do sono. A especialista e sua equipe estudaram os efeitos da cafeina no cérebro de adultos de mais de 40 anos - a partir da meia-idade, a qualidade do sono profundo tende a diminuir naturalmente. Os 75 participantes da pesquisa consumiam diariamente de 2 a 3 cafés por dia. O resultado mostrou que, independentemente da sensibilidade individual, o café atrapalhava a chamada "arquitetura cerebral do sono profundo".

“A questão real, penso eu, é: por que precisamos consumir a cafeína? Deveríamos ser capazes de ter um nível de atenção e vigilância sem precisar de café para nos mantermos acordados”, afirma a pesquisadora, lembrando que, se for por uma questão de gosto, “existem ótimos descafeinados”.

 

“Uma boa droga”, diz farmacêutico francês

 

O farmacêutico francês Jean Costentin, professor honorário da faculdade de Medicina René-Descartes Paris V, dirigiu por 30 anos um centro de pesquisa de Neuropsicofarmacologia. Ele também é o autor de um livro, “Café, Chá e Chocolate – os benefícios para o cérebro e para o corpo”, e defende que, apesar do café ser considerado como uma droga, “é uma boa droga.” Ele mesmo diz que consome varias xícaras da bebida por dia. O café, diz, ajuda a bloquear o efeito do álcool e protege o fígado.

Além disso, tem substâncias, como o polifenol, que captura radicais livres, grupos de átomos combinados em moléculas orgânicas ou inorgânicas que atacam o DNA e aceleram o envelhecimento. O café também tem um efeito benéfico nas células do pâncreas que metabolizam a insulina, e agiria como prevenção no Diabetes tipo 2.

O professor francês reconhece, entretanto, que a bebida afeta o sono e pode provocar ansiedade em função de cada metabolismo. Ele explica que, quando tomamos café, o intestino absorve a cafeína e a substância é absorvida no fígado, onde funcionamento das enzimas hepáticas vai determinar as reações em cada indivíduo.

Uma parte das pessoas transforma a cafeína por oxidação em moléculas de paraxantina e teofilina, substâncias com efeitos benéficos no organismo. Em outras, os resíduos de cafeina entram na circulação sanguínea e atingem diretamente o cérebro, interferindo em receptores do sistema nervoso, como a adrenalina. “Essa cafeína no sangue e no cérebro vai provocar ansiedade”, explica o professor francês.

Taquicardia ou dificuldade para dormir são sinais de que é melhor evitar o café e dar preferência ao chá, que diluído na água, tem efeitos mais tênues. A dependência também é um alerta de que é melhor ficar longe do cafezinho. “São pessoas, por exemplo, que vão tomar café todos os dias da semana no trabalho e beber quatro ou seis xícaras. No sábado, consomem menos cafeina e no domingo acordam com dor de cabeça, de mau humor e irritadas”, diz o especialista. A sensação é a de uma verdadeira crise de abstinência", ressalta o professor francês.

 

Hábito francês

 

Para o técnico de som francês Matthieu Pontille, 28 anos, tomar café -um hábito que faz parte da cultura francesa- é um momento de relaxamento. “Em geral, tomo dois cafés de manhã. Se não trabalho, três. Depois, só tomo descafeinado”, diz. Mas, às vezes, quando abusa, sente taquicardia e stress. “E variável e não acontece sempre. Mas é evidente que, a longo prazo, se não prestamos atenção na quantidade de café consumido, há picos de stress e o efeito é exatamente o contrário daquele que procuramos, que é de relaxar um pouco. E ai que precisamos prestar atenção na dose”, conclui.

 

Fonte: G1

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) abre, nesta terça-feira (19) até o dia 19 de abril de 2019, as inscrições do processo seletivo para o Programa de Apoio Socioeconômico – Subprograma Bolsa de Incentivo Acadêmico do Núcleo de Assistência Estudantil. O objetivo é oferecer auxílio financeiro de R$350 aos alunos regularmente matriculados nos cursos da Uepa da capital e do interior, e que estejam em situação desfavorável financeiramente, comprometendo sua permanência e inserção na dinâmica universitária de socialização e produção do conhecimento.

Os interessados devem estar matriculados na Uepa ou com previsão de entrada no segundo semestre de 2019 e ter renda familiar mensal comprovada de até 1 salário mínimo. Alunos que participam ou participaram do programa poderão candidatar-se novamente à bolsa.

As inscrições devem ser realizadas pelo formulário online. Os documentos necessários são: registro geral (RG) ou outro documento de identificação oficial e nacionalmente reconhecido; CPF (caso não tenha o número no RG); certidão de óbito, em caso de pais falecidos; comprovante de matrícula atual em curso regular e presencial da UEPA; certidão de nascimento dos filhos (quando houver); certificado de conclusão do ensino fundamental ou equivalente; certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente; histórico escolar do ensino fundamental; histórico escolar do ensino médio; comprovante de residência e consumo de serviços de fornecimento de água, energia elétrica e comprovantes de rendimento.

O candidato só deverá enviar solicitação de inscrição após preencher todas as informações prestadas no formulário on-line, checar a precisão destas e anexar o arquivo em formato (PDF) com os documentos necessários digitalizados.

O processo seletivo é composto por uma etapa obrigatória, com análise da documentação enviada e, se necessário, por duas complementares, com entrevista e visita domiciliar. O resultado final será divulgado no dia 28 de junho, no site da Uepa.

Para mais informações, acesse o edital.

Inscrição online

 

Por Nailana Thiely- Com colaboração de Viviane Nogueira

O número de moradores em Minas Gerais retirados de suas casas pela mineradora Vale, desde que ocorreu a tragédia de Brumadinho (MG), está próximo dos quatro dígitos. Segundo dados fornecidos pela mineradora, são 973 atingidos de cinco cidades diferentes. Esse total não leva em conta aqueles que precisaram deixar suas residências, mas já retornaram com autorização da Defesa Civil do estado. O último episódio, ocorrido neste sábado (16), se deu em uma comunidade rural de Rio Preto (MG). Conforme decisões judiciais recentes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), pode ser que moradores em Itabira e Ouro Preto também precisem sair de onde moram.

As evacuações se tornaram frequentes após o rompimento da barragem da Mina do Feijão, ocorrido em 25 de janeiro, deixando 206 mortos e 102 desaparecidos, segundo os registros mais recentes. De acordo com a Vale, 261 pessoas que sobreviveram estão fora de suas casas.

Desde então, o receio de novas tragédias fez com que mineradoras passassem a reavaliar suas estruturas em todo o país e a aumentar o fator de segurança de algumas delas, de um para dois. Essa alteração torna obrigatório o acionamento da sirene para evacuação imediata de quem vive na zona de autossalvamento, isto é, em toda a área abaixo da barragem que seria alagada em menos de 30 minutos ou que está situada a uma distância de menos de 10 quilômetros (km).

Rio Preto

Foi o que ocorreu em Rio Preto, com a Pequena Central Hidrelétrica Mello, operada pela Vale. O problema teria ocorrido devido à elevação do nível de água, em decorrência de chuvas na região. Segundo nota divulgada pela mineradora, ao aumentar o fator de segurança, 29 pessoas precisaram ser retiradas de suas residências.

"A Vale está monitorando a situação e reforça que o nível de água do reservatório não extrapolou o limite de estabilidade da barragem e o acionamento do plano de emergência foi preventivo. A barragem encontra-se estável", registra a nota.

Rio Preto está localizado na região da Zona da Mata, próximo à divisa com o estado do Rio de Janeiro, a 385 quilômetros de Belo Horizonte. A mineradora informou que está prestando assistência aos moradores afetados e disponibilizou hospedagem, alimentação e transporte.

De acordo com nota divulgada hoje (18) pela Defesa Civil de Minas Gerais, foi estruturado um Posto de Comando, com a participação da Defesa Civil do município, da Polícia Militar e de representantes da Vale. Os órgãos estão compartilhando informações e estabelecendo um plano de ação diante da situação.

Evacuações

Além de Rio Preto e Brumadinho, já foram evacuadas pela Vale comunidades nas cidades mineiras de Barão de Cocais, Nova Lima e Ouro Preto. Moradores também já foram retirados de suas casas em Itatiaiuçu (MG), devido aos riscos envolvendo uma estrutura da Arcellor Mittal, e em Rio Acima (MG), após problema constatado pela empresa Minérios Nacional.

As evacuações não estão restritas à Minas Gerais. No sábado (16), cerca de 520 famílias foram retiradas de áreas próximas ao Rio Jaburu, em Ubajara, no Ceará. A medida foi necessária após a Agência Nacional de Águas (ANA) embargar provisoriamente a barragem Granjeiro, de propriedade da empresa Agroserra Companhia Agroindustrial Serra da Ibiapaba. De acordo com o órgão, medidas de contenção da erosão na estrutura já foram concluídas e está em andamento a escavação de um canal que permitirá o controle do volume de água no reservatório.

Nova evacuações

A possibilidade de novas evacuações foi reforçada por duas decisões do TJMG publicadas na semana passada, que deu 10 dias para a Vale comprovar a segurança de barragens situadas em Itabira (MG). Caso as garantias não sejam apresentadas no prazo concedido, a mineradora deverá retirar de suas casas moradores de comunidades do município e também da cidade vizinha, Santa Maria de Itabira (MG).

As decisões, assinadas pela juíza Dayane Rey da Silva, atendem pedidos formulados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) em ações civis públicas que questionam a segurança das barragens Pontal e Santana, ambas de responsabilidade da Vale. Em outro processo, a mesma magistrada determinou, na sexta-feira (15), que a mineradora interrompa a disposição de rejeitos nas barragens Dique Minervino e Dique Cordão Nova Vista, também em Itabira.

O TJMG determinou ainda, na quinta-feira (14), a paralisação das atividades da Mina de Timbopeba, em Ouro Preto. A decisão é da juíza Ana Paula Lobo de Freitas e atende pedido do MPMG. Na mina, que pertence à Vale, fica a barragem do Doutor, estrutura que demanda intervenções urgentes de segurança, conforme documento datado de 13 de março, assinado pela consultoria Tüv Süd, a mesma que havia concedido a declaração de estabilidade da barragem que se rompeu em Brumadinho.

A juíza deu prazo de três dias para que as defesas civis do estado e do município prestem informações sobre a necessidade de evacuação da população do distrito de Antônio Pereira. Em nota, a Vale informa que a Barragem do Doutor possui declaração de estabilidade com validade e que uma inspeção da Agência Nacional de Mineração (ANM), realizada em 14 de março, constatou que a estrutura não possui nenhuma anomalia relevante ou situação que comprometa a sua segurança.

Bloqueio

Diante das evacuações, o MPMG e a Defensoria Pública de Minas Gerais vêm solicitando à Justiça bloqueio de recursos da Vale para assegurar as indenizações e as medidas de assistência às populações afetadas. No início do mês, foi acatado pedido para bloquear R$ 50 milhões com o intuito de garantir o ressarcimento dos prejuízos causados aos moradores que foram retirados de suas casas em Barão de Cocais.

Hoje (18), a Vale anunciou ter tomado ciência de que está impedida de movimentar mais R$ 1 bilhão, conforme liminar que busca permitir a reparação dos danos sofridos pela população afetada na evacuação em Macacos, distrito de Nova Lima.

Outras decisões do TJMG já haviam levado ao bloqueio de R$ 11 bilhões da mineradora, com o intuito de garantir recursos para a reparação dos danos causados na tragédia de Brumadinho. Por sua vez, o Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) bloqueou mais R$ 1,6 bilhão, visando assegurar o pagamento das indenizações trabalhistas relacionadas com o rompimento da barragem. Grande parte das vítimas afetadas em Brumadinho são empregados da Vale e de empresas terceirizadas que prestam serviço à mineradora.

 

Fonte: Agência Brasil

O concurso 2.135 da Mega-Sena vai sortear nesta quarta-feira (20) o prêmio acumulado de R$ 33 milhões.

O sorteio das seis dezenas será realizado, a partir das 20h, no Caminhão da Sorte, que está estacionado na cidade de Cravinhos, no estado de São Paulo.

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, poderia render quase R$ 122 mil por mês.

As pessoas poderão fazer seus jogos até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

 

Fonte: Agência Brasil

A polícia apreendeu um menor de idade suspeito de ter participado da organização do atentado que levou ao massacre de seis estudantes e dois funcionários da Escola Estadual Raul Brasil, na última quarta-feira (13), na cidade de Suzano, em São Paulo.

Os dois autores do crime também morreram.

Como se trata de um menor de idade, portanto inimputável, ele ficará à disposição da Justiça.

O pedido de apreensão foi formulado pela polícia. Num primeiro momento, o Ministério Público foi contra, mas a polícia insistiu e agora obteve com a Justiça a tutela do Estado.

 

Fonte: Agência Brasil

E foi dado o sinal verde para o Campeonato Paraense de Kart, que teve sua abertura no último domingo (17), no Kartódromo Bené Maranhense, em Castanhal.

Na categoria novatos, a disputa foi boa e no final a vitória ficou com Goianinho Junior. Claudinho Batista, Paulo Gama, Goianinho e Júlio César completaram o pódio.

A disputa foi boa mesmo pela categoria graduados. Com várias ultrapassagens e disputas emocionantes, o primeiro lugar ficou com Luiz Kenji. Mauro Folha, Marcus Babu, Felipe Paulino e Dimitri Vieira fecharam os cinco primeiros colocados.

A próxima etapa do Paraense de Kart será no dia 7 de Abril, também no Kartódromo de Castanhal.

 

(DOL)

Um café da manhã na sede do Sebrae/PA, em Belém, marcou, na manhã de ontem, a apresentação dos números positivos produzidos, em 2018, pelo setor de micro e pequenos empreendedores paraenses, incluindo pequenos produtores rurais e representantes de entidades do Sistema S, para o governador do Pará, Helder Barbalho, deputados federais e senadores.

Um dos dados mais significativos foi o de que a economia do país é composta por 98,5% de micro e pequenas empresas, que respondem por 54% dos empregos com carteira assinada. O segmento também foi responsável por 580.932 contratações em 2018. Somente no Pará, essa soma chegou a 19.412. “São números que mostram que quem move realmente a massa de negócios do Brasil são as pequenas empresas”, ressaltou o diretor superintendente do Sebrae/PA, Rubens Magno.

A reunião começou com integrantes do Sistema S (Serviço Social do Transporte e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte – Sest/Senat; Serviço Social da Indústria e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Sesi/Senai; Serviço Social do Comércio e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Sesc/Senac e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar) apresentando suas contribuições para o desenvolvimento da economia do país, seja através de geração de emprego e renda, seja através do investimento social e da oferta de cursos gratuitos.

REUNIÃO

Presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), José Conrado ressaltou a importância de reuniões como essa para estreitar a relação com os poderes Executivo e Legislativo. “Esse tipo de encontro não ocorria há muito tempo e é essencial, por isso gostaríamos que ele também ocorresse em Brasília, porque ele vem ao encontro da origem do Sistema S que, se existe hoje, foi por iniciativa de parlamentares”.

O governador afirmou não ter dúvidas da importância da participação do micro e do pequeno empreendedor para o crescimento da economia do Estado. Ele reforçou ainda o papel do Estado na contribuição desse processo.

“É preciso desburocratizar para estimular e acelerar a economia para que possamos gerar emprego e renda, porque com emprego e renda seguramente viveremos em um ambiente melhor no Pará”. Helder destacou o trabalho desempenhado pelas micro e pequenas empresas. “As atividades desempenhadas por elas são absolutamente estratégicas para o Pará”.

 

(Alexandre Cavalcanti/Diário do Pará)

 

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