A Prefeitura de Parauapebas deu início na noite desta segunda-feira (22) a 1ª Semana Formação Cultural de Parauapebas e região. A atividade visa promover o diálogo e formação entre artistas, produtores, educadores, gestores e profissionais com ampla experiência de atuação em atividades relacionadas à cadeia de produção artística e cultural com formação sobre gestão cultural.

CDC ficou lotado durante cerimônia de abertura

O evento teve início no Centro de Desenvolvimento Cultural de Parauapebas (CDC) e contou com a presença da Secretária de Cultura do Estado, Úrsula Vidal, onde foi recebida com apresentações dos diversos segmentos culturais de Parauapebas.

Na cerimônia de abertura, Úrsula Vidal parabenizou as apresentações da noite, qualificando como rica a produção cultural do município e também falou sobre as obrigações do Estado com o fomento à cultura. “Quando o poder público não faz, as pessoas não deixam de fazer.  O carnaval não deixa de ir pra rua, a quadra junina não deixa de acontecer, enfim, a cultura não pertence ao Estado, a cultura é da gente, mas o Estado tem a obrigação de reconhecer, valorizar, potencializar e instrumentalizar para dar escala a este segmento”.

Saulo Ramos, secretário municipal de cultura, frisou a importância de ouvir os anseios das pessoas envolvidas em todos os segmentos culturais para que se construam políticas públicas que atendam às suas necessidades. “A cultura pode fazer muita coisa para mudar a realidade de muita gente, e nós entendemos que não é dentro do gabinete que iremos saber o que estes fazedores de cultura necessitam para realizarem as mais variadas manifestações culturais da cidade. Então nós chamamos, ouvimos e entendemos, que, o que precisávamos fazer é contemplar e formalizar essa cultura, de forma que eles possam andar com as próprias pernas e através dessa formação iremos ofertar vários cursos que contemplam cada segmento cultural da região. Estamos ofertando para vocês algo que ninguém vai poder tirar, o conhecimento”, finalizou o secretário.

Representando o Teatro, o ator e produtor, Dody Amâncio falou à reportagem sobre a importância de eventos como estes para a valorização dos segmentos artísticos de Parauapebas e demais municípios participantes. “Acho que o principal objetivo de eventos como estes, é o intercâmbio cultural entre os artistas da região e os nossos convidados, tanto da área do teatro como das outras expressões artísticas”, disse Dody acrescentando que a semana de formação cultural faz parte de um diálogo que vem sendo construído há muito tempo, entre o Conselho de Cultura e Gestores que passaram pela secretaria. Mas somente agora, nesta gestão, é que essas ações estão se efetivando.

Grupos de capoeira se presentaram na noite de abertura

Secretário municipal de cultura, Saulo Ramos e Secretária estadual de cultura, Úrsula Vidal, são presenteados pela tribo indígena, Xikrin do Catete. 

Segundo dia da 1ª Semana Formação Cultural de Parauapebas

Nesta terça-feira, 23, a roda de conversa foi no Centro Cultural, onde lideranças indígenas de Parauapebas e cidades vizinhas, puderam expor suas demandas, fazer questionamentos e propor ideias.

Em entrevista, Úrsula disse que ficou impressionada chamou de extraordinário O empenho da secretaria municipal de “trazer fazedores de cultura” da cidade e destacou que além de promover, este é o momento de ouvir cada seguimento. “Hoje é o momento de escuta, nós vamos apresentar quais são as nossas possibilidades de políticas públicas efetivas para, ainda este ano, elaborar mais detalhadamente um plano de ação”, disse.

A secretária frisou que através deste diálogo será possível fazer um mapeamento de todas as manifestações culturais e incluí-las no plano anual e lei de diretrizes orçamentarias para potencializar o que já está funcionado e alavancar iniciativas.

O prefeito de Parauapebas, Darci Lermen, também esteve na roda de conversas e disse sentir-se feliz em ver a participação dos municípios vizinhos. “Nós estamos em um momento de grande florescimento da cultura e isso é muito alegre, com pessoas comprometidas, com pessoas que realmente querem o melhor para esta cidade. Fomentar a cultura local é quase como fomentar a vida de uma cidade”, disse o prefeito.

Uma roda de conversa foi realizada no segundo dia do evento

A programação da Semana Formação Cultural de Parauapebas e região continua durante toda esta semana, CONFIRA AQUI

(Texto e fotos: Ingrid Cardoso e Fernando Bonfim)

Em comemoração ao Dia Índio, comemorado em todo o Brasil nestas sexta-feira (19), cerca de 150 índios da aldeia Xikrin do Cateté realizaram  um importante evento de imersão na cultura indígena, onde a população parauapebense pôde conhecer de perto, um pouco mais sobre os costumes, danças e pinturas corporais deles, que representam a grande riqueza histórica e cultural brasileira.

A atividade foi realizada na Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC) e contou com a presença de centenas de espectadores, que tiveram a oportunidade de aprofundar-se  um pouco mais na cultura e costumes dos Xikrin.

Eni Fenício Ferreira, coordenadora de relações indígenas 

Eni Fenício Ferreira, coordenadora de relações indígenas, falou um pouco sobre a importância deste momento para os índios. “Para eles [Os índios] este é um grande momento. Todos os anos eles comemoram este dia lá dentro da aldeia, e trazer um pouco da cultura deles para a cidade, os deixa muito felizes”, disse Eni.

Eni também falou sobre a representação deste evento no contexto histórico e cultural de Parauapebas e região. “Para mim, eles [os índios] são os primeiros em tudo. Eles são os donos da terra, aliás eles são a terra, por isso credito que a cultura deles deveria sem bem mais valorizadas, antes mesmo das outras, que vieram depois. Mas acredito também que estamos vivenciando uma outra realidade iniciada hoje. A partir de agora a expectativa é que a cultura indígena possa estar mais presente, mais perto da população da cidade. Muitas pessoas que moram em Parauapebas nunca viram uma apresentação, então esta é a intenção trazer para mais perto da população a riqueza e a beleza da cultura indígena”, frisou.

A coordenadora também a gradeceu o apoio da prefeitura, que de acordo com ela todos os anos dá suporte à aldeia para comemorar este dia tão importante para o povo indígena da região do Catete.

Pedro Alcântara, funcionário público, que esteve prestigiando o evento, concedeu uma breve entrevista à reportagem e falou um pouco da importância da valorização dos índios pela sociedade.  “Quando os portugueses chegaram no Brasil, os índios já estavam. As pessoas precisam entender, principalmente as novas gerações, que os índios, foram uns dos primeiros habitantes desta terra, além de serem nossos ancestrais, possuem uma saberia milenar. Então acredito que eventos como este devem ter continuidade, já que o Dia do Índio relembra a história da colonização brasileira valoriza a cultura indígena que deve manter-se viva e deve também ser comemorada por todos”, disse.

Sobre

Os Xikrin, grupo de língua Kayapó, que vivem nas Terras Indígenas Cateté e Trincheira Bacajá no estado do Pará, enfatizam a audição e a palavra. A fim de aguçar estas qualidades, os Xikrin perfuram, logo na infância, os órgãos correspondentes (orelhas e lábios). Ouvir está diretamente relacionado ao saber, à aquisição do conhecimento. A oratória, por sua vez, é uma prática social muito valorizada, como para os grupos kayapós em geral, que se definem como aqueles que falam bem e bonito – Kaben mei – em oposição a todos os outros povos que não falam sua língua. O dom da oratória é atributo dos homens e envolve discursos inflamados, realizados no centro da aldeia. (F0nte: pib.socioambiental.org)

 

 

Entre os dias 22 e 23 de março o Centro de Desenvolvimento Cultural de Parauapebas (CDC) irá receber um grande evento beneficente de incentivo a economia criativa do município. Reunindo dezenas de artesãos, o evento Do Pebas a Paris será realizado no intuito de angariar fundos para incentivar a produção de eventos artísticos e a participação de artistas locais em grandes eventos.

Com programação diversificada, o evento contará com exposições de obras e artesanatos, leilões de obras artísticas produzidas por artistas locais, stands de vendas de artesanato e artes em geral, apresentações musicais, apresentações culturais e rodas de conversas que irão restabelecer debates sobre a importância do incentivo aos artistas locais; lei de incentivo à cultura e Fundo Municipal de Cultura, além de outros temas relevantes com foco no fomento cultural de Parauapebas.

A organização do evento conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura (SECULT) e membros da sociedade civil organizada, que estarão, de forma voluntária, ajudando na realização do evento.

Na oportunidade a Confraria de Artes de Parauapebas convida toda a população, autoridades do poder Executivo e Legislativo e Imprensa local a participar deste grande momento para a cultura de Parauapebas, de forma a ajudar na construção do pensamento crítico e participativo em prol do desenvolvimento cultural da cidade.

Participe, divulgue. Seja Parceiro dessa iniciativa!

Arte existe porque a vida não basta!

(Texto Ingrid Cardoso)

 

 

Expressão cultural do norte do Brasil, o Carimbó tem ganhado grande visibilidade nacional. Já esteve presente em novelas de horário nobre, obras de grandes mestres regravadas nas vozes de artistas de renome nacional,  e tendo em vista a sua grande importância e bagagem histórica e cultural nortista, no dia 11 de 2014 foi reconhecido por Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio cultural imaterial do Brasil.

O Grupo de Expressão Cultural Retumbá vem fazendo história na Capital do Minério. Parauapebas é uma cidade de migração constante e de cultura miscigenada, cientes disso, o G.E.C Retumbá tem o objetivo de disseminar a cultura e as tradições paraenses para a população parauapebense.

Um grupo que carrega grande valor ético social, o Instituto Retumbá trabalha com grandes produções culturais que enfatizam a solidariedade, a amizade e transmitem valores éticos para o público que prestigia suas apresentações.

Há seis anos o grupo divide seus sonhos e anseios com a comunidade de Parauapebas, movimentando o setor cultural com rodas de Carimbó em vários pontos da cidade. Em comemoração ao aniversário do grupo, será realizada uma Roda de Carimbó com uma feijoada neste domingo, 10 na esquina da Rua 10 (Eva Lanches) a partir das 10h. Vários artistas da terra irão participar da festividade. Todos estão convidados a participar e dançar ao harmonizo retumbar dos tambores do norte.

(Raquel Sá)

Foi o que afirmou o secretário interino de cultura de Parauapebas, José Alves, durante uma coletiva à imprensa realizada no último dia 21/12, onde o Governo Municipal anunciou os planos de trabalhos para 2019.

Entre as pautas tratadas na coletiva, uma delas foi a tradicional festa de fim de ano do município. De acordo com José Alves, a “virada de ano” será realizada na Praça de Eventos, no bairro Cidade Nova e terá como atrações,  os artistas locais, Cléo Andrade, que animará a multidão até às 00h00 e Samuray e Banda seguirá com o restante da programação na madrugada.

 O Réveillon de Parauapebas, deste ano, foi orçado em R$ 17.500,00 (dezessete mil e quinhentos reais), a mais barata de todos os anos, segundo o secretário e, como justificativa, José Alves afirma que a iniciativa visa, não só corte nos gastos, mas também a valorização dos artistas locais.  “Nós realizamos o cadastramento de todos os artistas da cidade, junto ao Conselho Municipal de Cultura, e chegamos a um consenso de realizar o Réveillon, este ano, apenas com artistas locais”, disse o comandante temporário da pasta.

(Reportagem Fernando Bonfim)

O NIC (Núcleo de Iniciação Cultural) realizará neste sábado (10) a primeira Mostra Cultural em Canaã dos Carajás com o tem, “Sou criança, sou sujeito de direito” no Ginásio Antônio Chorão a partir das 16 horas.

O NIC é uma iniciativa do governo municipal, que através da FUNCEL em parceria com o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e Fundação Itaú Social, tem como objetivo realizar a inclusão sociocultural de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social em atividades artísticas e, assim, ajudar a desenvolver as habilidades do infanto-juvenil no município.

Mesmo com  pouco tempo de existência, o projeto já reúne cerca de 400 crianças divididas em três polos, sendo esses, nos bairros Residencial Canaã, CRAS Novo Brasil e Paraíso das Águas que irão apresentar o que foi aprendido em sala de aula durante os dois meses de iniciação.

(Jornal In Foco)

A cooperativa Mulheres de Barro também marcou presença durante a 46ª Abav Expo Internacional de Turismo, realizada em São Paulo, apresentando a produção de peças cerâmicas do municípios paraense de Parauapebas.

Durante a feira, os visitante puderam conferir objetos de decoração e utilitários feitos de barro, inspirados em artefatos cerâmicos datados de 6 mil anos, encontrados em pesquisas arqueológicas realizadas na Serra dos Carajás, na Floresta Tapirapé-Aquiri, utilizados pelos primeiros habitantes da região.

A coordenadora do Centro Mulheres de Barro, Sandra Santos, ressalta a importância da participação em mais um evento internacional. "Em 2017, estivemos na Exposibram, em Belo Horizonte. Este ano, tivemos a honra de integrar a rota turística City Tour de Parauapebas e também participar da Abav, a convite do Departamento de Turismo do nosso município", comemora. "Nós estamos trabalhando na difusão da identidade cultural de Carajás e, dessa forma, estamos contribuindo para a valorização do patrimônio artístico-arqueológico da nossa região", comenta.

Cooperativa Mulheres de Barro, que integra a rota turística City Tour de Parauapebas, participou da 46ª Abav.

Sobre o Centro Mulheres de Barro

O espaço, que este ano comemora dois anos de atuação, apresenta ao público a exposição permanente "Mulheres de Barro: identidade e memória". A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da Cooperativa dos Artesãos da Região de Carajás - Mulheres de Barro que conta com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

O Centro Mulheres de Barro promove também oficinas de educação patrimonial e técnicas cerâmicas que abordam temas relacionados à cultura (memórias pessoais, coletivas, diversidade e identidade) e bens culturais materiais (artefatos arqueológicos, obras de arte e aparelhos culturais). Os bens culturais imateriais (música, dança, celebrações e histórias orais) e de patrimônio natural (Floresta Nacional de Carajás, cachoeira do beija, rio Parauapebas e o ipê, árvore símbolo do município) também foram trabalhados nos grupos deste ano.

Para conhecer

Centro Mulheres de Barro

Endereço: Alameda Castelo /Branco, quadra 187 - lote 107 (ao lado do Mercado do bairro Rio Verde, em Parauapebas - entrada pela rua Araguaia).

Horário de funcionamento: Segunda a Sábado das 8h às 18h.

Neste sábado (08) as atrações culturais do município ficarão concentradas na já tradicional Feira do Lago, no Nova Carajás, com a peça “A Socorro quer Casar”, da Associação de Teatro de Parauapebas (ATP), e no Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC), com a 1ª edição do festival “Rock Gathering”, que reunirá oito bandas do município, também neste sábado.

Veja mais sobre os eventos:

Feira do Lago- Peça: a Socorro quer casar

Neste sábado, 08, às 20h, na Feira do Lago do bairro Nova Carajás, terá a encenação da engraçadíssima comédia de costumes paraenses, “A Socorro quer casar”. A peça é uma produção a Associação de Teatro de Parauapebas (ATP). A montagem teatral já se apresentou em alguns eventos do município, entre eles, Escola de Agroecologia em Palmares II e durante o Movimento Ocupa CDC.

O texto “A Socorro quer Casar” é uma comédia de costumes interioranos paraense, em que se descortinam situações cômicas, durante um casamento realizado na roça. O texto é rico e ágil, por trazer para cenas e personagens caricatos ao longo do conflito. O sotaque explorado na cena é característico da cidade de Cametá, fonte de pesquisa vocal dos atores, para a produção dessas montagens.

Baseado nos tradicionais casamentos que acontecem na roça, durante a quadrilha junina, esta peça prima por resgatar elementos da cultura popular ou do imaginário social, valorizando hábitos e costumes do homem rural, que lentamente vai desaparecendo a sombra de uma pós-modernidade urbana. Em que muitas vezes a cultura popular é relegada e hostilizada, como formas ingênuas, primitiva e rusticas de se fazer arte.

Sinopse da peça

Socorro Ducurina é uma típica garota interiorana, mora com seus pais, até que é seduzida por um jovem de mesma idade e vem a engravidar, porém os pais do noivo não aceitam o casamento e farão de tudo para impedir a cerimônia. As famílias vivem em uma cidade fictícia chamada Pomba Preta, que é administrada pela corrupta prefeita, Luiza Bocão Passa a Mão e o seu atrapalhado secretário Frederico que vive reafirmando os atos positivos da prefeita. O seu oponente, o doutor Juízo é chamado às pressas para efetuar o casamento, já que o padre Antônio, que é fã de uma cachaça, desapareceu no meio da confusão da chegada de Lampião e Maria Bonita.

Para completar a felicidade dos jovens, ainda tem a velha Mundica, que dizem que nas noites de lua cheia vira porco. Ela também aparece grávida, mas ninguém sabe se é do noivo ou da lua. Para saber, só vendo onde irá terminar este casamento.

Tempo de apresentação 45 minutos.

Ficha técnica

Ronalld Vasconcellos- Frederico / Junior Miranda –Padre /Eliana Martins - Socorro Ducurina/ Nerveson Silva-Pai da Noiva/ Gabriel Morais – Lampião/ Magna Ribeiro -Luiza Bocão -Prefeita de Pumba Preta/Kannando Oliveira - Gezuino (Pai do Noivo)/Rosa Mendonça-  velha Mundica Camila Mendonça-  Maria Bonita/ Amanda Cutrin - Blescontina mãe do noivo/ Noivo - Marcos Vinicius/Paulo Corrêa- "Suplanilza"/ Stefany Martins - Jerusa Rocha mãe da noiva/ Eduardo Abreu – Juíz/ Sonoplastia - Jadi Mendonça e Edmundo Melo/Cenografia - Cláudio luz e Robson Lima e Edmundo melo/ Adereços de cena – elenco/ Texto e direção - Doddy Amancio

Festival Rock Gathering

Vem aí o Rock Gathering , mais um grande festival de música da cena Underground do município e região. O evento é uma realização do coletivo Heavy Metal Force, que selecionou oito bandas do cenário musical local de diversos estilos musicias, entre eles o Reggae e o Rap, além de mais seis bandas de rock e pop rock local, tanto autoral, como covers.

O evento se fundamenta no fomento à cultura alternativa de Parauapebas, que tanto necessita de visão e apoio, assim como outros gêneros musicais.

O evento é uma produção independente e contra com a parceria da Secretaria Municipal de Cultura (SECULT) que além de visar o desenvolvimento cultural, tem foco também na questão social, uma vez que, além do ingresso, a produção está arrecadando alimentos não perecíveis, para ajudar famílias carentes de Parauapebas.

Saiba mais:

Através do contato: (94) 99227 1919 ou no local do evento:

Ingressos:

R$ 10,00 + 1 kg de alimento não perecível.

Entrada somente a partir de 18 anos.

 (Texto: Ingrid Cardoso)

O encerramento da 4ª semana da Dança de Parauapebas – Edição Balé encerrou com um espetáculo de apresentações de grupos culturais da cidade. O evento foi realizado na noite destra quinta-feira (23) e contou com a presença da bailarina e coreografa internacional, Mariana Moraes.

A oportunidade alunas e alunos da primeira oficina de balé do Centro Cultual colocaram em prática todo conteúdo ministrado em sala de aula. Também foram certificados, com reconhecimento Revelação, os alunos: Dailan Patrick, Mascote, Daviny Kaiany; Talento Masculino: Carlos Alberto; Talento Feminino: Lizandra Ferreira; Surpresa: Michela Leite.

A bailarina e coreografa internacional Mariana Moraes foi a responsável por ministrar oficina de dança, ela destaca que foram dias intensos e que foi muito gratificante ministrar o treinamento. “Quando você ensina pessoa que tem vontade de aprender é muito bom, faz com que a aula fique mais interessante e participativa”, destaca a professora. Ela ainda agradeceu todo o carinho e afeto que recebeu de todos.

O coordenador do Centro Cultural de Parauapebas, Jadson Vasconcelos destacou a importância de incentivar os jovens a propagar a cultura. “O Governo Municipal acha importante o incentivo da cultura, pois nós entendemos que estamos contribuindo com o aprendizado da cultura em seu contexto geral”, destaca Jadson.

 

 

 

 

 

 

A oportunidade alunas e alunos da primeira oficina de balé do Centro Cultual colocaram em prática todo conteúdo ministrado em sala de aula. Também foram certificados, com reconhecimento Revelação, os alunos: Dailan Patrick, Mascote, Daviny Kaiany; Talento Masculino: Carlos Alberto; Talento Feminino: Lizandra Ferreira; Surpresa: Michela Leite

 

 

 

 

 

 

O coordenador do Centro Cultural de Parauapebas, Jadson Vasconcelos destacou a importância de incentivar os jovens a propagar a cultura.

 

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

A 4ª edição da Semana de Dança – edição Balé de Parauapebas abre as atividades do Centro Cultural do Município. O evento que iniciou hoje, segunda-feira (20) teve como convidada a bailarina internacional Mariana Moraes. Na programação, oficinas e mostra de dança, palestras e bate-papos, com o objetivo de possibilitar a reciclagem, aperfeiçoamento, intercâmbio e o convívio entre os profissionais e alunos participantes de modalidades como balé clássico, dança moderna e contemporânea.

O Centro Cultural é um anseio antigo dos parauapebenses e agora passa a funcionar com os grandes eventos a serem realizados pela Secretaria Municipal de Cultura e através do termo de gestão compartilhada entre Prefeitura Municipal e Vale.

Estiveram presentes no evento o Prefeito Darci Lermen, A professora de dança e coreografa, Mariana Moraes; O Secretário Municipal de Cultura, Wandernilson Costa (Popó) e o Gerente de Relações institucionais da Vale, Luiz Veloso.

De acordo com o Prefeito Darci Lernen o vento marca o retorno das atividades culturais no Município. “Esse espaço foi criado justamente para servir como um espaço para o estudo, para a cultura e também que todas as manifestações culturais possam ser manifestadas aqui, e por isso nós estamos muito felizes por este momento. Esperamos que o teatro cresça, que a música cresça e que a dança cresça em nosso município”, diz o prefeito.

A bailarina internacional, coreografa professora de dança, Mariana Moraes, será a responsável por ministrar as aulas Balé e Dança Contemporânea para 40 alunas e alunos nas oficinas do evento, ela diz se sentir lisonjeada  em poder contribuir com o que sabe fazer de melhor. “Eu estou ensinando o que eu aprendi. Passar para as outras pessoas o que é viver em outro lugar e não só a questão de coreografa professora, mas também à vida. Como você aprende e depois quer passar pra outras pessoas, que também querem uma oportunidade de seguir em frente com a dança, pois todos os professores que passaram pela minha vida, marcaram de certa forma, o que quero ser tanto quanto”, diz  a professora.

Junior Miller já trabalha como dançarino e destaca que o minicurso irá gerar mais experiência para ele. “Eu já trabalho com dança há 10 anos e a partir destas aulas eu terei um peso a mais no meu currículo como dançarino, levando o nome da nossa cidade nas viagens de apresentações que fazemos pelo Brasil”, fala o aluno.

De acordo com o Prefeito Darci Lernen o vento marca o retorno das atividades culturais no Município.

A bailarina internacional, coreografa professora de dança, Mariana Moraes, será a responsável por ministrar as aulas Balé e Dança Contemporânea para 40 alunas e alunos nas oficinas do evento.

 

 

 

Junior Miller já trabalha como dançarino e destaca que o minicurso irá gerar mais experiência para ele.

(Reportagem: Fernando Bonfim)

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