Carajas o Jornal

Carajas o Jornal

A Petrobras vai recorrer da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre ações trabalhistas realizadas pelo Sindicato dos Petroleiros de 15 estados, que buscam a revisão do critério de cálculo do Complemento da Remuneração Mínima por Nível e Regime (RMNR), que, segundo a empresa, custariam R$ 15,2 bilhões.

O valor correspondente às ações está previsto na descrição de processos de natureza trabalhista que aguardavam julgamento, incluída nas demonstrações contábeis da empresa referentes ao primeiro trimestre de 2018. “Esse número é a melhor expectativa de previsão que temos neste momento. Não há uma mudança de expectativa nesse número”, disse a gerente executiva da área jurídica da Petrobras, Taísa Oliveira Maciel, na saída do tribunal.

No julgamento, que ocorreu ontem (21), o pleno do TST decidiu, por 13 votos a 12, que os adicionais previstos em normas coletivas, regulamento empresarial ou contratos individuais de trabalho não podem ser incluídos na base de cálculo para apuração do complemento da RMNR dos empregados da Petrobras.

Para a Petrobras, a RMNR corresponde a valores remuneratórios mínimos, estabelecidos em tabelas específicas, tendo como parâmetros o nível da tabela salarial, o regime e condição de trabalho e a região geográfica de lotação. 

Conforme a companhia, essa política remuneratória foi criada e implantada em 2007, após negociação coletiva com as representações sindicais e aprovada em assembleias pelos empregados, sendo questionada somente três anos após sua implementação. “A disputa reside na inclusão ou não dos adicionais dos regimes e condições especiais de trabalho no cálculo do Complemento da RMNR”, disse a estatal por meio de nota.

A Petrobras informou ainda que a RMNR respeita as diferenças remuneratórias de cada regime e condição de trabalho e que contempla os adicionais previstos em lei e os “convencionados em Acordo Coletivo”.

Voto do relator

Na decisão, prevaleceu o voto do relator, ministro Alberto Bresciani. Para ele, a inclusão dos adicionais previstos na Constituição e na legislação trabalhista caracterizaria ofensa aos princípios da isonomia, da razoabilidade, da proporcionalidade e da realidade e limitação à autonomia da vontade coletiva.

 Taísa informou que a companhia vai aguardar a publicação do acórdão da decisão e avaliar as alternativas de recursos cabíveis, dentro do próprio tribunal ou no Supremo Tribunal Federal (STF). “A Petrobras está absolutamente confiante de que vai reverter esta decisão”.

De acordo com a gerente executiva da área jurídica, não há efeito imediato da decisão para a estatal. “Vamos avaliar a decisão para entrar com os recursos, mas é importante dizer que não há nenhum efeito imediato econômico ou financeiro sobre a companhia e, tampouco, sobre a política remuneratória”, disse.

A gerente disse que o valor não está provisionado pela companhia para cobrir os gastos, porque ainda há espaço de recurso da decisão, que para ela teve um resultado de votação “bastante apertado”.

 

 (Fonte: Agência Brasil)

Com o avanço do crime organizado país afora, o governo federal aposta no Sistema Único de Segurança Pública (Susp) para tentar reverter o clima de insegurança que atinge a população brasileira. O novo modelo, que passa a vigorar a partir de 11 de julho, coloca a União no comando das ações de segurança, integra os esforços dos governos federal, distrital, estaduais e municipais, além de disponibilizar recursos para o combate à violência. Os resultados não serão imediatos e devem ser percebidos a partir de 2019.

Depois de sancionada pelo presidente Michel Temer, a nova política de segurança pública ainda tem etapas a serem cumpridas e deverá passar por um período de transição. “Em 2018 vamos ter alguns avanços setoriais, vamos ter operações conjuntas, como a que fizemos recentemente com todas as polícias civis contra a pedofilia na internet. Tem muita coisa acontecendo, mas a percepção de fato da significação do Susp só vai se dar a partir de 2019", disse o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, à Agência Brasil.

A base do sistema de segurança pública é a atuação conjunta, coordenada, sistêmica e integrada da União, dos estados, do Distrito Federal (DF) e dos municípios, em articulação com a sociedade. Caberá ao recém-criado Ministério da Segurança Pública a formação do conselho nacional e a elaboração do plano nacional, que servirão de parâmetro para os estados, o DF e os municípios. "Como nosso tempo é curtíssimo, nos importa muito deixar um legado. Esse legado está construído em forma de lei e vai prevalecer, não vai desaparecer", argumenta Jungmann.

Financiamento

Uma mudança fundamental está no financiamento da área. A União vai repassar recursos via Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O FNSP ganhou um reforço de verbas das loterias federais que, neste ano, será de aproximadamente R$ 800 milhões, mas a previsão é que em 2022 chegue a R$ 4,3 bilhões ao ano. O BNDES criou uma linha de R$ 42 bilhões para financiamento de segurança pública, destinada a estados e municípios.

A partir da nova legislação, governadores e prefeitos só terão acesso aos recursos federais se aderirem ao Susp e acertarem metas de redução das taxas de criminalidade, de formação e qualificação de policiais, além de abastecerem o banco de dados nacional sobre segurança.

Jungmann acredita que a adesão ao Susp será impulsionada pelo financiamento das ações de combate à violência. "Quem não aderir não receberá nenhum tipo de recurso. Ou seja, a regra para poder receber é participar do Susp. Aliás, qualquer governante que resolver não aderir vai ter que dar uma explicação muito clara à sua população por que não está integrando esse mutirão que reúne todos e todas no combate ao crime organizado."

O Ministério da Segurança Pública trabalha com dados do Atlas da Violência, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública para ter um diagnóstico da violência no país. A edição de 2018 mostra a escalada de crimes e seu deslocamento para municípios de médio porte. Com base no registro de mortalidade do Ministério da Saúde, o estudo revela que, pela primeira vez, o Brasil ultrapassou a marca de 30 homicídios por grupo de 100 mil habitantes – o que é 30 vezes o resultado da Europa.

A base de dados do Atlas da Violência é de 2016. Naquele ano, o Brasil registrou 62.517 homicídios. As maiores taxas estão em sete estados do Norte e Nordeste. O segundo volume do Atlas mostra que a metade das mortes violentas ocorreu em 123 municípios brasileiros, que representam 2,2% do total. Foram analisados dados de 309 municípios com mais de 100 mil habitantes. O grosso dos homicídios ocorre em cidades com população entre 100 mil e 200 mil habitantes.

Pesquisa recente do Ibope, encomendada pela Confederação Brasileira da Indústria (CNI), revela que a segurança pública, juntamente com desemprego, corrupção e saúde, está entre os principais problemas apontados pela população em 2016 e 2017. Retratos da Sociedade Brasileira, publicação da CNI, mostra ainda que, para os entrevistados, combater a violência, a criminalidade e as drogas deveria estar entre as prioridades dos governantes neste ano. Foram ouvidas 2 mil pessoas em dezembro passado, mas o estudo foi divulgado neste ano.

Experiência

O Susp foi planejado a partir da experiência brasileira nas áreas de saúde, educação, previdência e assistência, cujas iniciativas são coordenadas pelo governo federal em parceria com os estados, o Distrito Federal e os municípios. Também foram levados em consideração o diagnóstico do sistema de segurança brasileiro e os modelos adotados em países desenvolvidos, entre eles, os Estados Unidos, a Inglaterra e a França.

Historicamente, no Brasil, a segurança sempre foi responsabilidade dos estados, com participação residual da União e dos municípios. Esse modelo é reproduzido na Constituição de 1988, que dedica apenas o Artigo 144 à segurança pública. "É como se tivéssemos um time em campo, mas ele não tivesse técnico nem capitão. Temos uma espécie de federalismo sem cabeça na área da segurança pública", avalia o ministro Jungmann. Ou seja, cada estado define sua estratégia, sem o direcionamento de uma política nacional de segurança pública.

Segundo Jungmann, nos últimos tempos, o crime organizado tem se expandido, domina o sistema penitenciário nacional, ultrapassa as divisas dos estados e até as fronteiras brasileiras, dificultando a atuação das forças de segurança. "O que pode fazer o governador de Rondônia quando o Nem [traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes], lá de cima, dá uma ordem e abre uma guerra no Rio, a quase 5 mil quilômetros de distância? O que pode fazer o governador do Rio de Janeiro?", questiona.

Para o ministro, esse tipo de conflito deixou evidente que o governo federal, assim como fez em outras áreas, teria que assumir com urgência a coordenação da segurança pública no país, a despeito de a Constituição atribuir essa tarefa aos estados e ao Distrito Federal. "Então fica claro que tem que haver uma autoridade central para dar rumo. E ter recursos. E ter instrumentos para poder fazer isso. Antes não existia nem sistema nem política nacional de segurança pública. Eram partes disjuntas. Na segurança, era uma federação sem rumo", argumenta.

Caminho certo

A avaliação do diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, segue a mesma linha. Lima identificou cerca de 1.350 atores públicos de segurança no país, desde as guardas municipais, passando pelas polícias militares e civis, as secretarias estaduais, as Forças Armadas, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Judiciário, o Ministério Público até o governo federal, todos atuando sem uma coordenação. "Hoje não existe ninguém com a atribuição de coordenar as ações", diz.

Para Lima, o Sistema Único de Segurança Pública está no caminho certo, mas a iniciativa ainda é tímida. "O Susp estabelece uma coordenação, integra as ações, mas não mexe nas atribuições do Poderes. É um passo importante, mas vai depender muito da força política e da capacidade de articulação do Ministério da Segurança Pública”, afirma.

Além das ações do Susp, o governo federal criou a Câmara Interministerial de Prevenção Social e Segurança, que reúne os ministérios da área social para propor ações preventivas voltadas para as localidades com os maiores índices de criminalidade e os grupos mais vulneráveis, entre eles homens entre 15 e 24 anos – principais vítimas de mortes violentas no país. "Não vamos criar nenhum programa novo. Vamos aproveitar os bons programas que temos. É só focar as ações nesse grupo social e nesse território [apontados no Atlas da Violência 2018]", diz Jungmann.

 

(Fonte: Agência Brasil)

O atleta de Parauapebas, Pedro Antônio Pereira da Cunha, mais conhecido como Pedrinho, de apenas seis anos, conquistou o Campeonato Mundial de Karatê realizado na cidade de Dundee, na Escócia, no período de 14 a 17 de junho. A competição reuniu 48 seleções mundiais, que competiram entre si, e com países considerados fortes na modalidade de karatê, como: Estados Unidos, Alemanha, Itália, Inglaterra, Ucrânia, Argentina, Escócia, África do Sul e Eslováquia.

Pedrinho conquistou a medalha de ouro na categoria de 6 a 7 anos, no kata, na faixa branca a laranja, e ainda conseguiu medalha de bronze, concorrendo em Kumite (luta). O atleta mirim disputou com todas as faixas, de branca a preta, obtendo a posição de terceiro melhor do mundo, sendo que o garoto é faixa vermelha. O feito do carateca se tornou um fato inédito para a cidade de Parauapebas, que formou um campeão mundial com apenas seis anos.

O atleta mirim começou a praticar o karatê aos quatro anos e de lá para cá vem conquistando diversos campeonatos, como o Paraense (2017), Copa Ramos (2017), o Brasileiro (2017) e o Norte e Nordeste (2018), onde obteve a classificação para o mundial. Sua preparação para a competição na Escócia foi intensa, quando o atleta chegou a treinar com garotos com idades mais avançadas, como de 9 até 11 anos, sendo oito vezes na semana.

O garoto Pedrinho conta com o total apoio da Prefeitura Municipal de Parauapebas, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL), em parceria com o Sistema Único de Ensino Ágape, onde consegue conciliar o esporte e o estudo. O atleta tem todo o suporte necessário para que possa desenvolver suas atividades da melhor maneira possível, visando trazer bons resultados para a cidade.

Veja também:  Fetraf interdita a PA-275 em Parauapebas

“O secretário da SEMEL, Laoreci Diniz, tem nos apoiado junto com a Ágape. É uma parceria que vem nos ajudando muito a conquistar bons resultados e fazendo crescer o esporte. Só temos a agradecer também e muito, ao prefeito Darci Lermen, por essa oportunidade que tem nos apoiado e prestigiado de uma forma bastante abençoada. Eu sou muito grato a isso. Em relação ao mundial, enfrentamos os gigantes e nosso campeão pôde obter êxito, mostrando disciplina, treinamentos árduos e muita garra e determinação. Podemos dizer que foi o pequeno Davi enfrentando o grande Golias”, afirmou Valdivino Pereira, pai de Pedrinho.

Estava marcada uma carreata com Pedrinho, campeão mundial de karatê, para a tarde desta sexta-feira (22), mas devido ao jogo do Brasil na Copa do Mundo da Rússia, o comando do Corpo de Bombeiros deu recesso para a maioria da corporação, e por falta de contingente não foi possível realizar. A carreata deverá ser remarcada para semana que vem passando pelas principais vias da cidade de Parauapebas.

 

(Fonte: Zé dudu)

Nos minutos finais do segundo tempo o Brasil vence Costa Rica de 2x0 com gols de Philippe Coutinho e Neymar. A seleção Brasileira entrou hoje sexta-feira (22) a partir das 9h da manhã. Enquanto outras cidades registram grande movimentação nas ruas e estabelecimentos, parauapebenses decidiram assistir ao jogo em casa.

O fato de o jogo ter sido às 09h da manhã, muitas pessoas preferiram assistir e comemorar o resultado em casa, outras, porém estavam trabalhando, apesar de algumas empresas e órgãos públicos do município terem decretado ponto facultativo nesta sexta-feira.  Bares, lanchonetes e restaurantes, que fizeram a transmissão da partida contaram com público reduzido.

Lanchonete no centro do Bairro Cidade Nova, reúne poucos torcedores durante o jogo

Ruas vazias após o jogo, torcedores preferiam comemorar a vitória do Brasil em casa. 

(Da redação/ imagens Fernando Bonfim)

Iniciou hoje, sexta-feira (22), às 13h a Ação de Recadastramento e Emissão de Passe Livre Intermunicipal (Estadual). O serviço, que está sendo ofertado nas dependências do Centro Universitário de Parauapebas (CEUP) visa atender pessoas com deficiência até 64 anos de idade.  A ação se estenderá até amanhã, sábado, 23, no horário de 13 às 18h.

Veja os documentos necessários:

(Da redação-  Informações ASCOM)

Em nova portaria para regulamentar o funcionamento dos órgãos públicos durante a Copa do Mundo de 2018, o Ministério do Planejamento estabeleceu ponto facultativo na administração pública federal direta, autárquica e fundacional no horário em que ocorrem os jogos da seleção brasileira de futebol. A portaria está publicada na edição de hoje (22) do Diário Oficial da União.

Os órgãos e entidades da administração pública federal deverão permanecer abertos no horário dos jogos da seleção e assim os servidores poderão optar por assistir as partidas fora do órgão público e depois compensarem as horas não trabalhadas, ou continuarem as suas atividades profissionais regularmente.

Nos dias em que a seleção brasileira entrar em campo, de manhã, o ponto facultativo se estende até as 14h. Quando os jogos forem a tarde, o expediente se inicia às 13h. No caso de serviços essenciais, foi mantida a orientação de não interrupção.

Originalmente, a portaria do Ministério do Planejamento determinava que os órgãos públicos ficariam fechados durante os jogos do Brasil na Copa. O expediente só teria início a partir das 14h nos dias de jogos pela manhã. Já nos dias em que os jogos fossem a tarde, o expediente começaria de manhã e se encerraria às 13h. Apenas serviços essenciais continuariam funcionando. No entanto, determinadas categorias profissionais entraram na Justiça e conseguiram liminares para continuarem trabalhando durante os jogos, sob o argumento de que a compensação das horas não trabalhadas prejudicaria a rotina de alguns servidores.

Na quarta-feira (20), em decisão liminar, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Napoleão Nunes Maia Filho determinou a “abertura regular das repartições públicas” onde trabalham peritos médicos previdenciários nos dias de jogos da seleção brasileira durante a Copa do Mundo, permitindo aos servidores a possibilidade do cumprimento normal de sua jornada de trabalho.

A decisão atendeu pedido da Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social, que entrou com mandado de segurança contra a portaria do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, que alterou o expediente dos órgãos e entidades da administração pública federal nas datas de jogos do Brasil.

 

(Fonte: Agência Brasil)

Alunos de escolas municipais de Parauapebas participam, nesta quinta-feira (21) e na sexta-feira (22), da 2ª edição dos Jogos Infantis da Educação do Campo (Jiec), promovida pela Prefeitura, através do Setor de Educação do Campo da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A atividade, que neste ano tem como tema: “A Educação Física como forma de Inclusão”, está sendo realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Oziel Alves, localizada na Vila Palmares II.

O evento visa fomentar a prática esportiva, desenvolver o intercâmbio sociocultural e contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos. Durante os dois dias de jogos serão reunidos mais de 300 alunos-atletas, entre 7 e 11 anos de idade, de nove escolas da zona rural do município. Eles irão disputar nas modalidades futsal, handebol, atletismo, queimada e xadrez.

(Fonte: Zé Dudu)

Agulhas não são novidade na vida de quem é diabético. Injeção de insulina, verificação de glicemia, é uma rotina que envolve perfurações. Mas imagine se elas pudessem ser substituídas por xícaras de café? É exatamente nisso que cientistas suíços estão trabalhando: eles criaram um implante celular que libera medicação para diabéticos quando detecta cafeína no sangue.

Para que essa façanha fosse possível, pesquisadores suíços usaram biologia sintética: eles modificaram células humanas, tornando-as capazes de produzir uma substância usada como medicamento para diabetes, a GLP-1. Ela estimula a produção e secreção de insulina (hormônio que “tira” a glicose do sangue e “coloca” dentro das células) pelo pâncreas, além de inibir o glucagon (hormônio com função contrária à da insulina) quando está numa situação de hiperglicemia. 

O implante é composto de milhares de cápsulas semelhantes a gel, cada um contendo centenas de células modificadas. Essas células possuem em seus genes um comando que detecta moléculas de cafeína presentes no sangue. Quando isso ocorre, elas reagem fabricando o GLP-1.

Se isso se tornar viável, vai revolucionar a vida de milhares de pessoas. No Brasil, por exemplo, bastaria manter o costume de tomar café depois das refeições para ter a diabetes controlada. E as pesquisas são animadoras: testes em ratos mostraram que o implante sob a pele pode ser estimulado pela cafeína presente em café, chá ou bebidas energéticas. Ou seja, até um coadinho feito em casa tá valendo. E o melhor: se for necessário aumentar a dose de medicamentos, basta simplesmente tomar um café mais forte (com mais cafeína). 

Para testar as quantidades de cafeína que as células detectavam, os cientistas usaram diferentes tipos de café, chás de ervas e até milkshakes. Esses dois últimos, como esperado, não tiveram efeito algum, mas todo o resto testado (até um shot do Starbucks) fizeram as células implantadas produzir GLP-1. Claro, em quantidades variadas, de acordo com o teor de cafeína de cada bebida.

A tecnologia, porém, ainda exige muitos testes até ser disponibilizada para humanos. Martin Fussenegger, líder das pesquisas no Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, acredita que pode levar uma década para para garantir que é uma abordagem segura e eficaz. Mas é algo em que vale a pena insistir:  “Você poderia ter sua vida normal de volta. O implante pode durar de seis meses a um ano antes de precisar ser substituído”, diz o pesquisador.

No Brasil, mais de 16 milhões de pessoas sofrem com diabetes – e, segundo um relatório da OMS de 2016, a doença mata 72 mil pessoas por ano no País. Mundialmente, esse número é ainda mais espantoso: 422 milhões são afetados. Se, no futuro, uma xícara de café resolver esse problema, as próximas gerações terão a sorte de conviver com menos agulhas.

Reportagem de Ingrid Luisa / https://super.abril.com.br 

(*) Luiz Carlos Pinto Ribeiro

Qual o objetivo da Filosofia? – A Filosofia tem como único objetivo, o conhecimento. Ela procura a verdade, prescindindo de eventuais utilizações prática. A filosofia tem a finalidade puramente teorética, ou seja, contemplativa. Ela não procura a verdade, por um motivo que não seja a própria verdade, por isso é livre, realizando-se na pura contemplação da verdade.

Pensando bem, o contexto social dos últimos anos encontra-se marcado pela presença esfuziante das novas técnicas de informatização e comunicação. Mas, temos algumas particularidades, muitas ideias são produzidas e apresentadas de forma pronta e acabada, afirmando verdades como as tintas de um grande pintor que não conhecemos, onde ele diz aquilo que é, e não abre guarda para discutir que pode ser de outras formas, e, isso gera a paz da acomodação, e igual a sapos estamos sendo fervidos até a morte. Esta realidade aparece como algo já feita, já concluída, e que muitas vezes, não precisa ser mais pensada. No entender de Antônio Rogério Magri, criador do neologismo: “imexível”. Diante deste fenômeno cultural emergem alguns questionamentos, tais como: Por que fazer? Por que conhecer? Por que estudar? Por que filosofar?

A humanidade presente está acomodada diante do que o homem de ontem deixounos como herança, deixando de ir buscar conhecer como as coisas existem, pensando que tudo deve ser diferente, mas espera que outros realizem. Fazemos parte de uma sociedade que nos propicia uma realidade que podemos explorar como também escolher. Sob este aspecto, visualizamos a falta que nos faz a filosofia como mecanismo de ajuda para vermos a verdade que liberta. Perguntamos-nos com perplexidade, por que fomos privados desse instrumento de construção do nosso ser? Por que pensamos sobre nós mesmos e a nossa realidade?

O bom de todo o conhecimento que adquirimos é que ele nos questiona e nos apresenta respostas sobre o que vemos e o que nos é proporcionado, como, por exemplo, o fato de não percebermos o grande problema de nossa sociedade está relacionado à crise de ética? Isto chega a ponto de que muitos nem sabem o que é ética...

Como é possível que continuemos na situação em que estamos, com tendência sempre a piorar, sem capacidade de reagir?

Diante de tantas tendências, o que o ser humano está fazendo para não ser corrompido, por uma maioria que pensa que para ser é ter mais conhecimento?

O conhecimento é um processo de desenvolvimento de capacidade física, intelectuais e morais do se humano, em sua unidade global, que visa a uma melhoria cada vez maior em sua forma de aquisição e de integração social. O exercício da filosofia tem por finalidade despertar desde o início das atividades racionais do homem, sua importância e auxílio em relacionar-se e questionar-se e questionar o que lhe é apresentado e até mesmo sobre os resultados daquilo que faz em sociedade, pois o homem, quando filosofa, aprende cada vez mais a ser homem e a se relacionar com integridade e com senso crítico no meio em que vive.

Portanto, o Café Filosófico da Escola Eduardo Angelim (Sede) realizado na Câmara Municipal de Parauapebas, nesta quarta-feira, 20 de junho, coordenado pelo Professor Gleidson (carinhosamente alcunhado pelos alunos de “Gleidinho”) alcançou êxito com os diversos temas filosóficos expostos, discutidos e debatidos pelas várias turmas dos turnos: matutino; vespertino e noturno do “Eduardão”. Também compareceram ao evento alunos da Escola Marluce Massariol.

Foi um trabalho que propôs uma reflexão a respeito da extensão do pensamento, tanto da Escola Eduardo Angelim para a sociedade e vice-versa.

É preciso considerar que pensar é sempre estender o pensamento, para fora, para além, saltando e ultrapassando. Esse salto, todavia parece cair sempre no mesmo lugar. Ao que parece, o pensamento sempre volta a si, questionando sobre si mesmo e a capacidade de pensar. É uma redundância necessária, um círculo vicioso. A extensão é agora também reflexão. Estender e retroceder são os movimentos do pensamento de força ativa promovidos pelo Café Filosófico do reduto filosófico de Parauapebas.

(*) Especialista em Educação

Quem quer comprar um veículo novo terá uma grande oportunidade neste domingo (24 de junho), quando as concessionárias de todo o estado funcionarão em regime de plantão de vendas no horário entre 8h e 15h. A abertura das lojas aos domingos só ocorre duas vezes ao ano – em junho e em dezembro – e é resultado de um acordo entre o Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) e os sindicatos de profissionais do setor.

Para potencializar as vendas e atrair os consumidores, as concessionárias são estimuladas pelo Sincodiv a investir em promoções e pacotes promocionais. O domingo de vendas também é positivo para aumentar os números do setor, que registrou, entre janeiro e maio deste ano, um total de 36.600 emplacamentos de veículos novos em todo o estado, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros.

Os veículos preferidos pelos paraenses em 2018 são as motos e os automóveis. Entre janeiro e maio, o Sincodiv contabiliza 19.610 motos comercializadas e 12.454 emplacamentos de automóveis. Juntos, os dois tipos de veículos responderam por 88% do total das vendas deste ano. Já o melhor percentual de crescimento no comparativo com o mesmo período do ano passado foi registrado na venda de ônibus, que cresceu 90% nos cinco primeiros meses do ano.

 

(Fonte: Zé Dudu)

Loading
http://carajasojornal.com.br/modules/mod_image_show_gk4/cache/Publicidade.2018.Sophos_UNAMAgk-is-100.jpglink
http://carajasojornal.com.br/modules/mod_image_show_gk4/cache/Publicidade.2018.Sophos_2018gk-is-100.jpglink