Carajas o Jornal

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O jovem personal trainner, Willian Pereira se dedica ao fisiculturismo há cinco meses e já participará de um dos maiores campeonatos do estado, o Duelo de Titãs, que acontece neste sábado, 07, em Belém. Muito dedicado Willian irá competir com grandes expectativas.

Willian, além de atleta também trabalha como personal trainner na academia  Auto-Estima  de sua família

Em entrevista, ao nosso portal de notícias, Carajás O Jornal, Willian conta que está muito focado no evento e por isso treinou bastante. “Irei participar do meu primeiro campeonato e estou bastante focado, venho treinando bastante, com a apoio da minha família e do meu Coach, Dário, que cuida da minha alimentação, irei competir a creio que terei um bom resultado”, conta o atleta.

Sobre a sua escolha de se tornar atleta de fisiculturismo Willian disse que sempre amou o esporte e por isso se formou em educação física, há dois anos de formando, já está concluindo sua pós-graduação na área. E, com muita disciplina e apoio da família e amigos, vem se dedicando há cinco meses nos treinos para participar do campeonato Duelo de Titãs que ocorre hoje em Belém. “A gente está nesse projeto há cinco meses, então foram cinco meses muito difíceis, a gente pensa que é fácil, mas não é, porém com o apoio da família conseguimos vencer as dificuldades, e hoje estamos aqui, às vésperas do campeonato”, frisou Willian.

Para finalizar Willian Pereira, que trabalha como personal Trainner na academia Auto-Estima, da família, agradece o apoio de todos que estão ao seu lado, torcendo e o acompanhando.  “Quero agradecer à minha família que sempre me apoiou, a minha esposa também que é a que cuidava da minha alimentação; também agradeço aos meus alunos que me incentivaram bastante”, finalizou.

 

 

 

A partir de 2022, o Pará vai estar entre os estados brasileiros abastecidos pelo Gás Natural Liquefeito (GNL), alternativa mais barata que a energia elétrica. A informação foi fornecida pelo secretário de Desenvolvimento, Mineração e Energia do Estado, Iran Lima, durante workshop promovido na quinta-feira (5), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém, para apresentar o projeto ao setor industrial.
O investimento privado será realizado em Barcarena, no Baixo Tocantins, que receberá o GNL a partir do final de 2021, para atender inicialmente à indústria local.

"A população poderá usar nos veículos e nas residências. Os consumidores do setor industrial poderão ter o gás natural como base energética, para reduzir os custos da produção", disse ele. O secretário explicou que, inicialmente, o GNL será usado como base energética pela empresa Hydro, empresa norueguesa de alumínio, e também para a montagem de uma termelétrica movida a gás em Barcarena. A perspectiva, segundo o titular da Sedeme, é que o GNL abra novas possibilidades de desenvolvimento ao Estado, fazendo crescer a economia a partir de uma base energética para novas indústrias que possam se instalar em território paraense.

Diretor de Estratégia e Marketing da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Marcelo Mendonça, disse que a iniciativa do Governo do Pará de viabilizar o suprimento de gás natural liquefeito para a região atende a uma demanda antiga dos setores industrial e comercial do Estado, além dos próprios consumidores residenciais, que poderão dispor de uma alternativa menos poluente, que vai melhorar a qualidade de vida na região, trazer maior segurança no abastecimento e competitividade às indústrias. “É um grande marco a chegada do gás natural para a região, trazendo dessa forma desenvolvimento para o Estado”, avalia.

Diretora da Companhia de Gás do Pará, sociedade de economia mista que será responsável pela distribuição do GNL, Cláudia Bitar, diz que a partir do workshop a companhia entra em uma nova fase da mudança de matriz energética do Estado, projeto que, segundo ela, terá repercussões econômicas e sociais.
"Nós entendemos que o projeto do gás representa um grande retorno social e econômico e temos muita esperança e confiança nele”, disse ela, ao informar que outros eventos serão organizados para explicar o projeto à população e ao empresariado.

O investimento nas obras está avaliado em quase R$ 4 bilhões, com previsão para gerar 7.500 empregos diretos e indiretos. Além dos benefícios econômicos, Eduardo enfatiza a atenção à questão ambiental existente no projeto.

“Nós estamos muito empolgados com a receptividade da equipe de governo. É uma colaboração de benefício mútuo. O GNL viabiliza, por exemplo, a transição de todos os veículos pesados, que hoje consomem diesel e poluem centros urbanos, para a utilização de gás combustível. Representa um impacto positivo para o consumidor, mas também é bom para a saúde pública”, destaca o CEO.

Para o titular da Sedeme, Iran Lima, o empreendimento é um dos mais importantes na história do Pará.

“Representa um novo momento para o Estado na geração de energia, que é um dos principais entraves para a verticalização de diversas produções na região. O GNL vai trazer o barateamento da geração de energia, assim como deve proporcionar o uso doméstico para a população geral” - Iran Lima, titular da Sedeme.

A previsão é que a construção do terminal de distribuição de gás comece em março de 2020 e que esteja operacionalizada a partir de 2022, abastecendo a região Norte. Para a central termoelétrica, a expectativa é que comece a funcionar até 2025.

 

Fonte: (SEDEME)Ag.Pará

A noites desta sexta-feira, 06, foi toda especial para os alunos do ensino fundamental I. Marcada com a formatura dos alunos do 5º ano e lançamento dos livros dos pequenos escritores, que participaram do projeto Estante Mágica desenvolvido pela escola, a noite representou um momento de muita emoção para os alunos, professores e pais presentes no evento.

Os pequenos escritores exibiram, orgulhosos, suas obras 

A mesa que abriu o cerimonial foi formada pelo  Prof. Mestre e Dr. Jonas Araújo Cunha, Diretor Geral do Colégio Sophos; Rosa Virginia Peixoto Alves, Diretora Pedagógica; Márcia Regina Lima Paes Barreto, Coordenadora do Ensino Fundamental I e II e professores do 5º ano Elielson Quirino e Hérica Monteiro.

 Prof. Mestre e Dr. Jonas Cunha, Diretor geral do Colégio Sophos, parabenizou os alunos e agradeceu a presença dos pais no evento

 Prof. Mestre e Dr. Jonas Araújo Cunha, Diretor geral do Colégio Sophos, em entrevista, falou que é sempre muito importante esses momentos dentro da escola, pois além de homenagear os alunos, marcam suas fases na vida educacional. “Contribuir com a formação educacional desses jovens alunos é sempre um privilégio, que se renova a cada ano. Nossas turmas estão passando de segmento e terão novas experiências e é bom ter esses marcos, essas homenagens para que eles se sintam vencedores e a sociedade e família possa considerar o quanto é importante a educação. O propósito maior é exatamente este, confraternizar e nos alegrar pelas conquistas dos nossos pequenos educandos”, disse o Direto.

Rosa Virginia Peixoto Alves, Diretora Pedagógica do Colégio Sophos, disse que a noite foi de muitas  emoções, pois é sempre um momento único reunir pais e alunos em eventos especiais como este

Josué Elias de Santana, pai do pequeno escritor, Augusto Barros de Santana, disse que a noite foi muito especial e emocionante

Projetos como a Estante Mágica desenvolvido pelo Colégio Sophos ajudam a desenvolver o fazer criativo dos alunos e a descobrir grandes habilidades dos educandos, como diz Josué Elias de Santana, pai do pequeno escritor, Augusto Barros de Santana, de oito anos de idade e aluno do II ano, autor do livro “O polvo e o Caranguejo”. “Projetos como este são muitos bons, é uma excelente iniciativa do colégio, pois ajuda os alunos a desenvolver a capacidade criativa, o gosto pela leitura e pela invenção. Daqui pode surgir um novo grande escritor, quem sabe?! Um novo Olavo Bilac, Ariano Suassuna e assim vai. Enfim, é um grande projeto e os professores que estão a frente estão de parabéns”, denotou o Josué, que além de elogiar o projeto disse estar muito emocionado com a criação do filho.  “Estou muito emocionado, realmente ele é muito criativo muito inteligente e desenvolveu estabilidade com este projeto”, finalizou.  

Augusto Barros de Santana, oito anos de idade e aluno do II ano, é autor do livro A lula e o Polvo

Já o pequeno Augusto disse que gostou bastante de ter participado do projeto e que seu livro traz uma história bem legal.

Professores entregam diplomas aos formandos da noite

O evento finalizou com a sessão de autógrafos dos autores dos livros com uma Cantata de Natal apresentada pelos alunos. 

Ana Clara, aluna do 3º ano e escritora do livro "Diário de Ana Clara", na companhia de sua mãe, a empresária Adriely Silva

O prefeito em exercício de Canaã dos Carajás, Alexandre Pereira, definiu como um momento histórico para Canaã dos Carajás a conclusão da maior ponte de concreto da zona rural do município, na vicinal VP-80, sobre o Rio Parauapebas. A obra, que será entregue na próxima quinta-feira (12), às 10h, foi concluída com recursos próprios, e conta com 120 metros de comprimento, o que faz dela também uma das maiores pontes da região.

“Foram anos de sofrimento da população e era uma obra inimaginável para nós até pouco tempo”, definiu. “Foi uma obra determinada pelo nosso gestor [Jeová Andrade] para dar trafegabilidade à nossa população”, complementou.

“A população de Canaã dos Carajás está de parabéns, temos uma gestão que se preocupa com a acessibilidade e essa é uma obra histórica para Canaã”, concluiu.

A inauguração da ponte vai coincidir com a edição de 2019 da Cavalgada Ecológica de Canaã dos Carajás. Os participantes, que sairão da zona urbana com destino à zona rural, vão percorrer os 120 metros da nova ponte.

 

Fonte: Ascom PMCC

Por meio da Fundação de Cultura Esporte e Lazer (Funcel), a prefeitura de Canaã dos Carajás realiza, neste sábado (7), a 2ª Conferência Municipal de Cultura. Na oportunidade, governo e sociedade debaterão os rumos da cultura em Canaã, traçando metas e objetivos para os próximos anos.

O evento acontece no auditório do Sistema Nacional de Emprego (Sine), localizado na avenida JK, 104, Centro, a partir das 13h.

Ainda na ocasião, o novo Conselho Municipal de Cultura será votado e eleito. Os conselheiro atuarão pelos próximos dois anos a frente do órgão.

 

Fonte: Ascom PMCC

Em 2019, no período entre janeiro e outubro, o estado do Pará registrou 239.948 admissões, contra 224.422 desligamentos, gerando um saldo positivo de 15.526 postos de trabalhos com crescimento de 2,14% na geração de empregos formais no Estado. Os dados são do estudo do Dieese/PA.

Ainda no mesmo levantamento, o departamento aponta que a maioria dos setores econômicos do Estado apresenta crescimento na geração de empregos formais, com destaque para o de serviços, com saldo positivo de 6.817 postos de trabalhos, seguido pelo comércio, com 4.264 postos de trabalhos criados, indústria de transformação, com saldo positivo de 1.573 postos de trabalhos, e o setor de construção civil, com 1.168 postos gerados.

Os números mostram que, apesar do contexto econômico em que o país se encontra, das dificuldades enfrentadas na oferta de vagas e abertura de novo postos de trabalho, o governo do Estado está trabalhando para possibilitar o fortalecimento da economia e, consequentemente, estimular a geração de emprego e renda no Pará.

Pensando em otimizar esses dados e garantir novas oportunidades, a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) tem realizado o cadastro e o mapeamento de vagas através do Sistema Nacional de Emprego (Sine), uma rede nacional de atendimento que contribui na colocação e recolocação ao mercado de trabalho junto à uma rede de empregadores.

“O cadastro de mão de obra é uma oportunidade de recolocar os trabalhadores desempregados e as pessoas que nunca trabalharam no mercado. Nós disponibilizamos as vagas no sistema e verificamos as pessoas que têm aptidão para se candidatar, mapeamos e encaminhamos através de uma carta de recomendação”, explica o economista da Seaster, Rolando Baptista.

O Sine tem sido uma das principais ferramentas no encaminhamento de trabalhadores a ofertas de trabalho. Até outubro de 2019, essa rede de intermediação já possibilitou a colocação de 5.589 pessoas no mercado formal em diversas ocupações. A meta é gerar 15 mil vagas no ano de 2020 e intensificar o incentivo a qualificação desses empregados.

A educação e a inserção dos jovens no mercado também tem sido uma prioridade de governo. Por este motivo, a Seaster lançou o programa “Primeiro Ofício”, que articula e une esforços de 24 instituições integradas ao Fórum Paraense de Aprendizagem Profissional (Fopap) e busca oportunizar aos jovens aprendizes residentes no Pará a experiência profissional e, ao mesmo tempo, proporcionar o exercício da cidadania. A meta é garantir cerca de 2 mil vagas por ano. 

Segundo o titular da pasta, Inocencio Gasparim, o diálogo com as empresas e com as instituições que qualificam mão de obra tem sido intensificado a fim de garantir o cumprimento das vagas de aprendizes que totaliza 19 mil em todo o Estado. “O desemprego está em alta no País e as oportunidades não são tantas. Então, é responsabilidade do Estado buscar soluções, criar alternativas, ajudando a juventude a encontrar esses postos de trabalho e a oportunidade de empreender”, disse o gestor da Seaster.

Qualificação e Empreendedorismo

Na área da geração de trabalho e renda, a secretaria ainda busca fortalecer a rede de empreendedorismo, priorizando a inclusão socioeconômica. Fazem parte dessas ações o assessoramento técnico e o monitoramento de empreendimentos, através de cadastros voltados a empreendedores individuais e coletivos, e cadastro de artesãos, contribuindo com apoio técnico nos processos de formação e formalização dos grupos envolvidos nesse segmento.

Através do Programa TerPaz, a secretaria ainda atua orientando microempreendedores e facilitando o acesso a linhas de créditos, emite carteiras de artesão e aplica formulários de pesquisa para implementação de cursos profissionalizantes.

 

Fonte: (SEASTER)Ag.Pará

No ponto de venda de comidas típicas, situado na travessa Lomas Valentinas, no bairro da Pedreira, a proprietária Tatiany Nascimento, 23 anos, utiliza, semanalmente, pelo menos três botijões de gás de cozinha de 13 kg para manter os alimentos aquecidos. Atualmente, ela compra o produto, que é essencial para a sua atividade, a R$ 76,00, o que gera um gasto mensal de mais de R$ 900,00.

Mas as despesas não param por aí. Tatiany explica que outros integrantes de sua família também atuam na mesma atividade. Juntos, eles possuem oito pontos de venda espalhados pela capital. E, com isso, a família consome em torno de 25 unidades de botijões semanalmente, para fazer o preparo das comidas em casa. “A gente faz as comidas, então usamos uma média de 25 unidades por semana. Pagava R$ 50 (unidade do gás) no começo do ano, depois foi aumentando e agora chegou a R$ 76. É para cozinhar tucupi, jambu, fazer todas as comidas e ainda utilizar em casa”, explicou.

Com base em dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pará) apontou que houve uma pequena redução, de 0,21%, no valor do gás comercializado em novembro. No Pará, em outubro deste ano, o produto custava, em média, R$ 75,62, sendo o menor preço encontrado a R$ 66,00 e o maior a R$ 100,00. No mês passado, custou R$ 75,46, valor menor de R$ 65,00 e o maior a R$ 100,00.

De acordo com o levantamento, o gás paraense é o sexto mais caro entre os estados da Região Norte e o sétimo mais elevado em todo o País. Dentre os municípios paraenses, Xinguara foi a cidade que comercializou o produto mais caro em novembro, com o preço médio de R$ 92,00. Já em Belém, o produto era encontrado, em média, a R$ 69,44, com os preços variando entreR$ 68,00 a R$ 82,00.

DEFASAGEM

Para o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado do Pará (Sergap), Francinaldo Oliveira, o preço do produto está defasado no Pará em função do grande número de revendedores informais. “Eles não usam veículos apropriados para fazer as entregas, não cumprem a legislação trabalhista e não pagam regularmente os seus tributos. É uma situação que o Sergap denuncia desde 2002, sem que a ANP e os demais órgãos competentes façam algo para evitar”, criticou.

Para além da questão da revenda informal, Oliveira diz ainda que o valor calculado pela pesquisa da ANP, que coloca o gás paraense como um dos mais caros do País, não leva em consideração a extensão geográfica do Estado e a distância dos municípios paraenses da capital, onde fica situada a base distribuidora de gás. “É uma situação totalmente diferente, comparando com estados de menor extensão. Se o Pará fosse somente a Região Metropolitana, teria o quarto ou quinto gás mais barato do Brasil”, ressaltou ele, ao acrescentar que, se houver novos reajustes, o preço deve elevar ainda mais para o consumidor.

Em Belém, DIÁRIO encontrou venda por até R$ 80

O DIÁRIO verificou os preços do gás comercializado em três pontos diferentes de revendas e bandeiras, em Belém. Em um ponto bandeira Ultragaz situado na rua Curuçá com a Soares Carneiro, bairro do Umarizal, na portaria o produto custa R$ 68 e na entrega fica R$ 72. Em outro, de bandeira Liquigás, situado na travessa Angustura com a Antônio Everdosa, no bairro da Pedreira, custa R$ 72 e entrega a R$ 76.

Já em um ponto localizado na Avenida Pedro Miranda com a Alcindo Cacela, também na Pedreira, o produto é comercializado na porta a R$ 75 e entrega a R$ 80. Proprietária do estabelecimento, a comerciante Conceição de Fátima Lima, 50, afirma que, além dos reajustes repassados pelas refinarias, também são repassados os aumentos das empresas para os revendedores.

“Tem outras bandeiras que vendem com preço menor e não sei como conseguem. Tenho funcionários com carteira assinada, tem as despesas. Pagamos muitos impostos pelos produtos. E temos ainda que tirar nota, gastar com impressora, cartucho e internet. Se for colocar tudo na ponta do lápis, vou trabalhar só para pagar as despesas”, pontuou Conceição, acrescentando que não há como reduzir mais o valor. “Se eu espremer mais vou fechar as minhas portas. Ainda não fechei porque também vendo água”, disse.

 

Fonte: DOL

O Governo do Estado antecipará o pagamento dos salários de dezembro dos funcionários públicos estaduais da administração direta e indireta. O calendário iniciará no próximo dia 18 de dezembro. Os primeiros a receber, de acordo com o cronograma da Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad), serão os inativos civis e militares, pensionistas civis e militares e pensionistas especiais da Seplad. O cronograma encerra no dia 20 de dezembro.

Confira o calendário oficial de dezembro de 2019:

Dia 18/12 (quarta-feira): Inativos civis e militares, pensionistas civis e militares e pensionistas especiais da Sead;

Dia 19/12 (quinta-feira): Auditoria Geral, Casa Civil, Casa Militar, Defensoria Pública, Gabinete Vice-governadoria, Procuradoria Geral, Sedap, Sectet, Sefa,Seplad,Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom, Setur, NGTM, NEPMV, NGPR, NAC, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup,  Hospital de Clínicas, Hospital Ophir Loyola, Hemopa, Susipe e Santa Casa

Dia 20/12 (sexta-feira): Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC / Renato Chaves, Detran, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Imetropará, Iasep, Igeprev,IOE, Iterpa, Jucepa, Prodepa, UEPA, Ideflor-Bio,CPH,Fund. Parápaz, Seduc (capial e interior).

 

Fonte: (SEAD)Ag.Pará

Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), publicados em 2019, comprovam que América Latina e Caribe juntos são responsáveis pelo desperdício de 20% da quantidade total de alimentos produzidos no mundo inteiro. O desperdício vai desde a pós-colheita até o varejo. No Brasil, a assistência técnica e extensão rural pode ser a solução contra o desperdício.

Nesse contexto, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) trabalha para reverter esse quadro. Segundo Rosival Possidônio, diretor técnico da Emater, a empresa foca na gestão das organizações sociais: “Isso é trabalhar todo o processo da cadeia produtiva no sentido de orientar o produtor sobre o que plantar para não ter excesso de produção e também proporcionar melhoria no acondicionamento dos produtos”.

Segundo Possidônio, o agricultor tem que trabalhar a produção baseada na demanda, já que se produz muito na safra e, quando chega o período de entressafra - época de menor oferta, não tem produção suficiente. “Então, o ideal é verticalizar os produtos que sobram na safra para trabalhar na entressafra. Por exemplo, se produz muito caju, pode fazer compota para ofertar no período de menor demanda”.

Segundo o relatório da FAO, as principais causas de perdas nas propriedades rurais incluem a colheita no momento errado, as más condições climáticas, as práticas incorretas de colheita e de manejo e os desafios na comercialização de produtos.

Para o presidente da Associação Brasileira das Entidades Estatuais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Nivaldo Magalhães, investir na Ater Pública é fundamental para o desenvolvimento sustentável da produção agropecuária, da segurança alimentar e do crescimento econômico do país.

 “A Ater Pública é de fundamental importância para o desenvolvimento do meio rural. Além de prestar assistência a quem abastece a mesa do brasileiro, que é o pequeno produtor e o agricultor familiar, a Ater Pública está sempre buscando novas técnicas de produção que facilite o trabalho do produtor e sempre pensando na sustentabilidade ambiental”.

Compostagem - Um projeto da Emater, elaborado para a Ceasa, pode ajudar a mudar esse quadro de desperdício de alimentos. Quando pronto, o projeto vai destinar com qualidade e responsabilidade ambiental cerca de 480 toneladas de resíduos gerados pela empresa mensalmente. Um dos objetivos é gerar composto orgânico com potencial agronômico para ajudar a fomentar atividades da agricultura familiar. Mas, antes de virar adubo, todos os alimentos que chegarem a Ceasa deverão passar por um laboratório de triagem para identificar quais ainda podem ser reaproveitados.

“A triagem vai possibilitar que muitos alimentos sejam reaproveitados, com isso a taxa de desperdício de alimentos vai diminuir muito”, finaliza Possidônio.

Extensão Rural – Hoje, 6 de dezembro, é comemorado os 71 anos de extensão rural no Brasil e o dia nacional do extensionista rural. A data foi instituída pelo governo, em 1948, e tem como marco a criação da primeira empresa pública de Ater do país, a Associação de Crédito e Assistência Rural (Acar), hoje Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), que se tornou a maior empresa do setor da América Latina.

Segundo a Asbraer, o Brasil tem, atualmente, cerca de 20 mil extensionistas rurais que atuam como agentes de desenvolvimento sustentável em todas as unidades da Federação. No Pará, 64% dos funcionários da Emater são extensionistas rurais.

 

Fonte: (EMATER)Ag.Pará

Alunos da zona rural de Parauapebas participam nestes dias 5, 6 e 7 de dezembro, dos Jogos Olímpicos da Zona Rural - JOEC. Esta é a terceira edição e conta com a participação de 350 alunos de 9 escolas, incluindo a escola Santa Rita, localizada há mais de 300km da sede de Parauapebas.

“Nossa escola foi criada há 30 anos pelo município de Ourilândia, mas há 2 anos está sob a gestão do município de Parauapebas. Esta é a primeira vez que participamos das programações e nós estamos muito felizes em fazer parte dessa integração”, afirma Floriza Simões, diretora da escola Santa Rita de Cássia.

Ao todo, serão disputadas 7 modalidades, na escola anfitriã Oziel Alvez Pereira, na Palmares 2. “De acordo com Francisco Serrano, diretor da educação no campo, essa é uma iniciativa que marca o compromisso da gestão escolar municipal em incentivar a integração dos alunos, além de promover o esporte.

Com o JOEC, a proposta da prefeitura é aumentar a participação das crianças em atividades esportivas em todas as escolas do campo de Parauapebas e promover a ampla mobilização dos alunos dos ciclos finais.

Para Évila de Oliveira, aluna da escola Jorge Amado que sonha em ser jogadora, a realização dos jogos contribui para o desenvolvimento físico e o aumento do aprendizado.

Ao todo, as escolas participantes atendem 46 mil alunos do campo.

 

Assessoria de Comunicação - Ascom/PMP

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