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Emprego formal voltou a crescer no estado do Pará, diz Dieese-Pa

Em julho deste ano, o emprego formal no Pará voltou a apresentar saldo positivo puxado pelos setores da indústria, construção civil e serviço, aponta o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-Pa). Neste ano, este foi o segundo mês que o resultado foi positivo na geração de empregos formais, indica o estudo baseado no comparativo entre admitidos e desligados.

O balanço do Dieese efetuado mostra que em julho de 2017 foram feitas no Estado 20.012 admissões contra 18.150 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.862 postos de trabalhos no setor formal da economia. No mesmo período de 2016 a situação foi inversa, o Estado perdeu postos de trabalhos. Foram feitas naquela ocasião, em todo o Pará, 21.219 admissões contra 22.750 desligamentos, gerando um saldo negativo de 1.531 postos de trabalhos no setor formal da economia.

O Dieese também explica que no mês de julho de 2017 a maioria dos setores econômicos do Estado apresentou saldos positivos de empregos formais. Os mais expressivos foram: construção civil, com a geração de 959 postos de trabalhos, seguido do setor serviço, com a geração de 504 postos de trabalhos, e do setor da indústria de transformação, com a geração de 491 postos de trabalho.

Segundo maior crescimento do Norte

A grande maioria dos Estados da Região Norte apresentou crescimento na geração de empregos formais. A exceção foi o Tocantins, que teve saldo negativo de 117 postos de trabalho. No período analisado o Estado do Amazonas foi quem apresentou a maior geração de empregos formais com saldo positivo de 1.888 postos de trabalho, seguido do Pará, com saldo positivo de 1.862 postos, e de Rondônia, com saldo positivo de 1.256 postos.

Ainda de acordo com o Dieese-Pa, no mês de julho de 2017 foram feitas em toda a Região Norte 49.410 admissões contra 44.064 desligamentos, gerando um saldo positivo de 5.346 postos de trabalho.

O estudo sobre empregos formais no Estado do Pará e demais Estados da Região Norte foi elaborado e analisado pelo Dieese-Pa com base em informações oficiais do Ministério do Trabalho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). A pesquisa levou em consideração a nova metodologia adotada pelo Ministério do Trabalho que inclui registros entregues ao Ministério com atrasos e acertos.
 
 
 
Fonte: g1.globo.com
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