Encerra no dia 20 de julho a Campanha nacional de vacinação contra a gripe no Pará. A Campanha precisou ser mais uma vez adiada, pois não atingiu a meta de cobertura vacinal de 90% dos grupos prioritários nos municípios paraenses.

Devem ser vacinadas as crianças a partir de seis meses e com menos de cinco anos, idosos com mais de 60 anos de idade, mulheres grávidas em qualquer idade gestacional ou que tiveram bebês há até 45 dias, trabalhadores de saúde e professores das áreas pública e privada. Também devem tomar a vacina os indígenas aldeados, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas, detentos e funcionários do sistema penitenciário, além de pessoas com doenças crônicas.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, até o momento a cobertura vacinal é de 82%, com 1,3 milhão de doses aplicadas. A cobertura mais baixa está entre as crianças, com 72,39%. "Já foram alcançadas as metas entre as mulheres puérperas, com 93,48%; entre os professores, com 91,59%, e entre os idosos, com 90,62%", explica a coordenadora estadual de imunização, Jaíra Ataíde.

Gripe

 É uma infecção viral aguda, que começa geralmente com febre alta, seguida de dores musculares, na garganta e na cabeça, além de coriza e tosse seca. A vacina é segura e protege contra três vírus que causam a gripe: Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B, que nos casos graves podem levar à morte.

De acordo com o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, o quadro da cobertura vacinal mostra mulheres puérperas (com 93,48%), professores (91,59%), idosos com mais de 60 anos (90,62%), trabalhadores de saúde (89,45%), indígenas (89,43%%), gestantes (82,17%) e crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade (72,39%).

A situação da campanha no Pará melhorou, mas muitos municípios ainda não atingiram a meta do Ministério da Saúde. A cobertura vacinal em alguns municípios é a seguinte: Ananindeua (55,78%), Belém (74,60%), Cametá (87,27%), Santarém (69,75%), Breves (82,56%), Capanema (72,07%), Barcarena (76,49%) e Castanhal (81,89%).

(Fonte: G1 Pará)

Uma nova ponte rodoferroviária deverá ser construída no Rio Tocantins, em Marabá. Esse foi um dos dois bônus “dados” pelo governo federal para conceder a renovação da concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) para a mineradora Vale.

Para diminuir a insatisfação do governo e de parlamentares do Pará, o governo federal decidiu destinar recursos que serão arrecadados com o leilão de um trecho da Ferrovia Norte-Sul para a região. O bônus de outorga do trecho, que será licitado neste ano, será de R$ 1,097 bilhão, e pode ser ainda maior se houver disputa no leilão.

Essa foi a forma que o presidente Michel Temer encontrou para evitar que o governador do Pará, Simão Janete, prossiga na decisão de entrar na Justiça contra a decisão, anunciada no início do mês, de renovar a concessão da Estrada de Ferro Carajás, que passa pelos Estados do Pará e Maranhão, ligando o Porto do Itaqui, em São Luís (MA) e Marabá e Parauapebas. Em troca, a Vale ficou responsável por construir trecho da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), entre Goiás e Mato Grosso. Os investimentos estimados são da ordem de R$ 4 bilhões. A bancada do Pará considera ilegal transferir os aportes para o Centro-Oeste, sendo que o trecho renovado é de uma ferrovia que passa pelo Estado paraense.

Todo o dinheiro arrecadado com o leilão de outra ferrovia, a Norte-Sul, vai para o Fundo Nacional Ferroviário, que terá como prioridade a aplicação de recursos no Pará, disse o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. “Tivemos uma reunião nesta segunda de manhã (ontem) para discutir a questão logística de aproveitamento do Porto de Barcarena e da Ferrovia Paraense”, afirmou o ministro.

“Vamos garantir a logística no Estado do Pará, o que vai viabilizar e facilitar o acesso ao Pacífico, já que Barcarena é o porto mais próximo do Canal do Panamá”, acrescentou.

PRESSÃO

A decisão foi tomada na segunda-feira, 16, no Palácio do Planalto. Participaram o candidato ao governo do Pará e o ex-ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (MDB-PA), o senador Jader Barbalho (MDB-PA), integrantes da federação da agricultura, da indústria e do comércio do Pará, além de técnicos da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e do PPI.

Para o ex-ministro e candidato a governador, a criação do fundo representa uma vitória do Estado, que havia ficado de fora dos planos do governo na área de ferrovias.

Senadores do Pará já tinham procurado Temer, no início do mês, para cobrar que a contrapartida para a Vale renovar a concessão de Carajás fosse o traçado final da Norte-Sul. A linha de 477 km de extensão, prevista para ligar Açailândia (MA), onde a Norte-Sul acaba atualmente, até o Porto de Vila do Conde, em Barcarena, é um projeto tão ou mais antigo que a Fico.

O ex-ministro Helder Barbalho confirmou que esse será o trecho escolhido para os investimentos. Ele já estava previsto desde a retomada das obras da Norte-Sul, em 2006, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O dinheiro do leilão também vai pagar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) para a construção do perímetro da Norte-Sul no Pará, a serem feitos pela EPL, e a ponte rodoferroviária de Marabá. Segundo Barbalho, esses dois itens devem custar R$ 1,2 bilhão e serão pagos com dinheiro da Vale. “O fundo será criado e gerido pelo governo federal, mas o dinheiro será ‘carimbado’ para não haver risco de que uma mudança de governo mude os planos.”

NORTE-SUL

Subconcessão cuja outorga será destinada ao fundo diz respeito a dois trechos da Ferrovia Norte-Sul, que serão licitados em conjunto, para uma só empresa. Um deles é o Tramo Central, entre Porto Nacional (TO) e Anápolis (GO), com 100% da infraestrutura construída. O outro fica entre Ouro Verde de Goiás (GO) e Estrela D’Oeste (SP), com mais de 90% da construção concluída. Juntos, eles somam 1.537 quilômetros de extensão.

A construção da Norte-Sul começou em 1987. O traçado inicial tinha extensão de 1,5 mil quilômetros entre Açailândia (MA) e Anápolis (GO), mas o projeto foi ampliado e previa a construção de trechos ao norte e ao sul do País. O trecho de 720 km da Norte-Sul entre Açailândia e Palmas (TO) já é operado pela Vale.

A informação foi confirmada à reportagem do blog no início da tarde desta terça-feira, 17, pelo ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua.

VALE? SEM COMENTÁRIOS

Por meio de sua assessoria de Imprensa, a Vale informou que não vai comentar sobre a duplicação da ponte rodoferroviária sobre o Rio Tocantins, atrelada à renovação da concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC)

Por outro lado, encaminhou seu posicionamento oficial sobre o processo de renovação da concessão, que transcrevemos a seguir: “A Vale informa que está participando do processo de prorrogação antecipada das suas concessões ferroviárias, que expiram em 2027.

A aprovação para a prorrogação antecipada das concessões será submetida ao Conselho de Administração após a análise das contrapartidas requeridas pelo Governo Federal, a serem oficializadas após a etapa de audiências públicas.

A Vale manterá o mercado informado caso haja qualquer nova informação relevante relacionada a tal processo”.

(Fonte: Zé Dudu-Ulisses Pompeu – de Marabá)

O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) divulgou um boletim da economia mineral do Pará no período de janeiro a junho de 2018. Com relação à exportação mineral, o Pará exportou no período 92,5 mil toneladas de minérios, ultrapassando o estado de Minas Gerais, que comercializou 69,2 mil toneladas de minérios. 

Dos US$ 7,123 bilhões em exportações totais do Pará no mesmo período, as indústrias de mineração e de transformação mineral respondem por 87,8% desse valor. Juntas, exportaram US$ 6,251 bilhões.O Pará representou 44,3% das exportações do Brasil, na indústria da mineração, e 77% das exportações totais do estado. 

Os principais produtos exportados pela indústria de mineração do Pará foram ferro, gerando um lucro de US$ 3, 982 bilhões ou 72,7%, seguido de cobre (US$ 937 milhões), bauxita (US$ 111 milhões), níquel (US$ 103 milhões), manganês (US$ 95 milhões), caulim (US$ 87 milhões), ouro (US$ 60 milhões) e silício (US$ 43 milhões).

“O Pará, com este resultado, torna-se o maior estado minerador do Brasil, ultrapassando Minas Gerais. O Pará tem um potencial enorme para se tornar um dos maiores centros mineradores do mundo. Então, temos que mostrar para esse mesmo mundo, que aqui na Amazônia se faz a mineração mais moderna do planeta, em termos de equipamentos e processos ambientais, com respeito ao meio ambiente e às comunidades”, avalia o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior.

A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), no primeiro semestre, foi de R$ 530 milhões. Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá foram os municípios que mais receberam royalties provenientes da indústria de mineração. Parauapebas recebeu 54,3% de royalties, representando R$ 287 milhões.

Já Canaã teve um crescimento de 335% na participação, em relação ao mesmo período do ano passado, representando 22,7%. Os outros municípios ficaram bem abaixo, entre 3 e 2%, entrando neste roll Oriximiná, Paragominas, Curionópolis e Terra Santa.

(Fonte: Diário do Pará)

Vais curtir o verão? Então se prepara porque as passagens vão ficar mais caras este mês. Segundo pesquisas efetuadas pelo DIEESE/PA sobre os custos dos Transportes no Pará para o ‘veraneio 2018’, os aumentos foram quase generalizados, a exceção até agora é o Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros, que não teve reajuste  nos últimos 12 meses.

Além disso, uma outra comparação feita pelo DIEESE/PA é em relação aos custos dos transportes Aéreo, Rodoviário Interestadual de Passageiro, Transporte Fluvial e o Urbano, além dos valores de combustíveis.

O veranista que escolher o conforto do carro popular também sentirá no bolso o aumento. O litro da gasolina está sendo comercializado em média nos Postos da Capital a R$ 4,356 com preços variando entre R$ 4,250 a R$ 4,590.

O litro do Óleo Diesel (S-10) está custando em média R$ 3,485  com menor preço encontrado R$ 3,350 e o maior a R$ 3,759. Já o litro do Etanol está custando em média R$ 3,693.

Veja os valores das passagens e fique atento as mudanças. 

 
  • Abaetetuba: R$ 21,00
  • Barcarena: R$ 15,00
  • Bragança: R$ 41,92
  • Cametá: R$ 55,29 (com a travessia);
  • Capanema: R$ 33,50
  • Castanhal: R$ 14,00
  • Colares: R$ 20,25
  • Curuçá: R$ 27,00
  • Marudá: R$ 32,00
  • Mosqueiro: R$ 5,30 (ônibus urbano) a R$ 11,00 (ônibus Intermunicipal)
  • Marabá: R$100,39
  • Salinas: R$ 42,08
  • São Caetano de Odivelas: R$ 23,20
  • Tucuruí: R$ 84,72 (diurno) e R$ 110,56 (noturno)
  • Vigia: R$ 19,00

(Fonte: DOL)

O presidente Michel Temer retornou ligação, no final da tarde desta quinta-feira (5), ao governador Simão Jatene e já colocou as áreas técnicas do Governo do Estado e da Presidência da República em contato para tratar de mais detalhes sobre o projeto da Ferrovia Paraense. Uma reunião em Brasília, na próxima semana, foi agendada para tratar do tema.

Durante a longa ligação, Jatene expôs ao presidente Michel Temer o posicionamento contrário do Estado à decisão do Governo Federal de exigir, como contrapartida para a renovação da concessão de uso da Ferrovia Carajás, a construção de uma ferrovia no Centro-Oeste do país. O assunto foi bastante noticiado na imprensa paraense, obteve repercussão nas redes sociais e foi tema de posicionamento do próprio governador do Estado ainda ontem, inclusive acionando a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para estudar medidas judiciais cabíveis para impedir “mais essa injustiça contra o Estado”, que seria “inadequada, inoportuna e ilegal”, conforme classificou Jatene.

O governador também expôs ao presidente que a sugestão de se viabilizar um trecho da Ferrovia Norte-Sul, ligando Açailândia, no Maranhão, a Barcarena, no Pará, apenas representaria ao Estado a condição de “mero corredor de exportação”, não contribuindo para dinamizar a economia, acelerar o desenvolvimento, atrair investimentos e integrar o Pará. "O projeto da Norte-Sul marginaliza e prejudica a região sudeste do Estado da possibilidade do processo de intensificação desenvolvimento que temos com a Ferrovia Paraense", destacou Jatene.

O governador lembrou então o presidente Michel Temer, do projeto da Ferrovia Paraense, que tem estudos técnicos concluídos e é bem avaliado pelo mercado, inclusive já contando com compromisso de carga. A Ferrovia Paraense, inclusive, recebeu destaque em estudos de mercado realizados pela SCI Verkehr GmbH, reputada empresa de consultoria em logística, com sede na Alemanha. 

Michel Temer, solícito, colocou a área técnica de logística da Presidência da República em contato com a área técnica do Governo do Estado para obter mais detalhes do projeto, que estão sendo repassados. Já foi definida uma reunião, em Brasília, na próxima semana, para tratar do tema. “Temos a expectativa de que o posicionamento de defesa dos reais interesses do Estado, de desenvolver o Pará através da integração, da atração de investimentos e geração de empregos e desenvolvimento das diferentes regiões do Estado prevaleça, sempre com bom senso e sem oportunismo”, destacou Simão Jatene.

Pronunciamento contundente – Ontem (4), o governador Simão Jatene postou nas redes sociais, posicionamento contrário à definição de levar para outras regiões um possível investimento que deveria ser realizado no próprio Estado. REVEJA AQUI A MATÉRIA E O VIDEO

“A Ferrovia de Carajás tem seu maior trecho em território paraense e só existe para exportar minérios extraídos do Pará. Se alguma compensação deve existir, e, se ela deve beneficiar os brasileiros, que sejam beneficiados primeiramente os brasileiros que nasceram ou vivem no Pará”, afirmou Jatene.

Nesta quinta-feira (5), Jatene voltou a abordar o assunto durante pronunciamento em solenidade de entrega de viaturas e equipamentos para reforçar a segurança em todo o Estado. O governador paraense repudiou a sugestão de se compensar de outra forma, que seria a viabilização do trecho norte da Ferrovia Norte-Sul, ligando Açailândia, no Maranhão, a Barcarena, no Pará. “Isso poderia até fazer algum sentido se o Pará não estivesse há três anos com um projeto que foi feito pelas maiores autoridades deste país em ferrovia e que serve efetivamente ao Pará. A Norte-Sul já foi discutida muitas vezes, mas não teve adesão, não atende aos interesses do Estado. Esse Estado tem agora uma oportunidade impar. Não basta dizer que não quer a ferrovia lá no Centro-Oeste. Também não basta substituir por uma que parcialmente atende ao Estado. Temos a chance de fazer a defesa correta, que é a defesa uma ferrovia nossa, no solo paraense, que vai do sul do Estado ate Barcarena, integrando nosso Estado e com isso respondemos aos interesses da sociedade”, disse Jatene durante seu pronunciamento.

Movimentação jurídica – Também nesta quinta-feira (5), a Procuradoria-Geral do Estado protocolou requerimento junto à Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) solicitando cópia integral do processo em que teria ocorrido a decisão de ser renovada a concessão da Ferrovia Carajás para a mineradora Vale, em troca do contrato de construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico). No entanto, a ANTT pediu 20 dias, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), para entregar a cópia do processo alegando que ainda faltam laudos e documentos para dar consistência à decisão já anunciada, sem o suporte e a documentação necessária.

(Por Governo do Estado do Pará)

A prova do concurso público da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) ocorreu dentro da normalidade, na manhã deste domingo, 24. Ao todo, 44.552 candidatos compareceram aos locais de prova. Do total de 51.419 inscritos no certame, foram registrados 6.867 faltosos, o que representa 13,35% do total de candidatos. O concurso oferta 2.112 vagas para nível superior. 

No município de Abaetetuba, 3.015 candidatos fizeram a prova do concurso da Seduc

Os candidatos fizeram as provas nos municípios de Abaetetuba, Altamira, Bragança, Breves, Belém, Cametá, Capanema, Capitão Poço, Castanhal, Conceição do Araguaia, Itaituba, Mãe do Rio, Marabá, Maracanã, Monte Alegre, Óbidos, Santa Izabel, Santarém, Soure e Tucuruí. A empresa organizadora do concurso é a Consulplan.

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), vem trabalhando para realizar 22 concursos públicos ainda neste ano. São 5.765 vagas ofertadas, em cargos da administração direta e indireta. “Esse é mais um concurso público realizado com sucesso. Estamos trabalhando em mais 22 concursos, e esses novos profissionais já vão estar aptos a ingressar nos quadros da administração a partir de janeiro de 2019”, informa a secretária de Estado de Administração, Alice Viana. De acordo com a Sead o certame que oferece o maior número de vagas é o da Seduc.

Susiane Santos prestou seu primeiro concurso público para Bacharelado em Letras. “A prova foi excelente para quem estudou. O tema da redação que tratou sobre inclusão aluno – escola foi bem interessante. Estou terminando a graduação e espero entrar logo no mercado de trabalho”, disse.  

Vagas -  As áreas de nível superior contempladas pelo concurso são Artes (136 vagas), Biologia (24 vagas), Educação Física (23 vagas), Filosofia (103), Física (39), Geografia (101), História (98), Inglês (193), Matemática (731), Língua Portuguesa (540), Química (35) e Sociologia (89). As áreas mais concorridas são Educação Física (518 candidatos por vaga no pólo Belém) e Biologia (354 candidatos por vaga no município de Castanhal).

A remuneração é constituída de vencimento e gratificação de escolaridade que varia entre R$ 1.787,00 para o cargo de Professor, Classe I, Nível A, 20 horas; R$ 2.690,00 para o cargo de Professor, Classe I, Nível A, 30 horas; e R$ 3.574,00 para o cargo de Professor, Classe I, Nível A, 40 horas, remuneração ainda a ser acrescida de 10% de Gratificação de Magistério, além de Auxílio Alimentação no valor de R$ 525,50.

Interior do Estado - No município de Abaetetuba, 3.015 candidatos fizeram a prova do concurso da Seduc. No Colégio São Francisco de Assis, que recebeu o maior número de inscritos, um grupo de professores de Matemática recém-formado participou do certame. Riviane Lobato, Laura Silva, Francivaldo Pinheiro e Raniele Pinheiro estudaram juntos e se formaram em 2017. "É o nosso primeiro concurso, mas temos a vantagem de estar com tudo o que aprendemos em sala de aula bem vivo na memória", disse Riviane.

O professor de Língua Portuguesa, Benedito Souza, chegou às 8h01 e encontrou os portões  fechados da Escola Cristo Redentor. Professor concursado da rede municipal de Tailândia, ele vislumbrou no concurso da rede estadual a oportunidade de ter o segundo vínculo público, permitido aos docentes. "Infelizmente não deu tempo. Acordei 7h30 e como moro aqui perto achei que daria tempo, pois vim de moto. Não deu, agora é esperar o outro concurso", relatou.

A prova terminou às 12h25, mas alguns candidatos encerraram a prova bem antes. A professora de Inglês Daniele Machado veio de Barcarena e às 10h50 foi a primeira da sua sala a entregar a prova. Professoa na rede particular, a candidata busca a estabilidade do serviço  público."A minha avaliação é  muito positiva, as questões estavam dentro do conteúdo, principalmente a parte específica", avaliou. 

Já em Marabá, na Faculdade Metropolitana, o local com maior número de inscritos, a professora de Biologia Vera Lima Gomes se confundiu com o horário e chegou dez minutos após o fechamento dos portões. “Eu não sabia que os portões fechavam às 8h, achava que era oito e meia, eu não me informei, agora não adianta chorar pelo leite derramado, infelizmente não deu”, lamentou.

Nas salas, professores concentrados; do lado de fora dos locais de prova, parentes na torcida. O lavrador Valdemilson Ribeiro trouxe a esposa Rosanélia Corrreia, de São Geraldo do Araguaia. “Estou aqui mandando energia positiva, tenho certeza que ela vai conseguir passar. Acompanhei ela estudando noite e dia para o concurso”, disse.

No município, 5.423 candidatos estavam inscritos. A organização do concurso contabilizou 992 faltas. Para a efetiva realização do certame em Marabá, foram necessárias 650 pessoas entre fiscais e apoio para os sete locais de prova que foram disponibilizados. 

Nos municípios de Braganca e Capanema, no nordeste do Estado, as provas foram realizadas com tranquilidade. 

De acordo com a coordenadora do município de Braganca, Lena Amorim, a tranquilidade no decorrer da manhã se deu devido a uma logística montada desde às quatro da manhã e com um coordenador em cada espaço. “Tudo ocorreu sem nenhuma eventualidade que colocasse em risco o andamento da prova”, comentou.

A geógrafa Sirlene Barbosa, 29 anos, era uma das candidatas mais nervosas na entrada do Centro Educacional  João Paulo II, no centro de Bragança. Ela já trabalha no Estado dando aula com vínculo de contrato temporário. “Amo a sala de aula, mas quero a estabilidade”, afirmou.

Já em Capanema, a coordenadora do concurso, Danielle Batista Telles, explicou que os portões dos postos foram abertos às 07 horas, com fechamento marcado para às 08 horas. “Alguns confundiram e chegaram após o início e não puderam fazer a prova”, explicou.

A bióloga Alexandra de Araújo Pereira, 38 anos, entregou a prova às 10 horas e foi a primeira candidata a sair  no Colégio São Pio X, centro de Capanema. Ela já trabalha há 18 anos como professora. Atualmente é temporária no município de Salinópolis e está concorrendo uma vaga para Marabá como professora de biologia. “As questões estavam extensas, com enunciados enormes mas muito bem contextualizados”, comentou a professora.

Baixo Amazonas - No polo de Santarém, o concurso da Seduc teve 2.720 inscritos. Destes, 456 candidatos não compareceram nos locais de provas, que foram realizadas nos três Campus da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e na Escola Estadual Álvaro Adolfo da Silveira.

Candidatos avaliaram o conteúdo cobrado no exame. Na opinião de Tais Pâmela Aguiar, formada em Letras - com habilitação em Língua Portuguesa, o nível da prova estava razoável. "Da parte de constituição achei bastante razoável e gostei, também, do tema da redação que foi o que mais me agradou", avaliou a candidata.

Fredson Brelaz, que concorreu a uma vaga para professor de Língua Inglesa para o município de Óbidos, ressaltou que as questões foram bem elaboradas. "O que estudei realmente caiu na prova. Hoje em dia os concursos públicos estão mais concorridos, por isso não adianta fazer essa prova se você não tem tempo de estudo. Espero ter alcançado bons resultados", afirma.

(Agência Pará/Por Luciana Benicio)

 

A prova do concurso público da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) ocorreu dentro da normalidade, na manhã deste domingo, 24. Ao todo, 44.552 candidatos compareceram aos locais de prova. Do total de 51.419 inscritos no certame, foram registrados 6.867 faltosos, o que representa 13,35% do total de candidatos. O concurso oferta 2.112 vagas para nível superior. 

No município de Abaetetuba, 3.015 candidatos fizeram a prova do concurso da Seduc

Os candidatos fizeram as provas nos municípios de Abaetetuba, Altamira, Bragança, Breves, Belém, Cametá, Capanema, Capitão Poço, Castanhal, Conceição do Araguaia, Itaituba, Mãe do Rio, Marabá, Maracanã, Monte Alegre, Óbidos, Santa Izabel, Santarém, Soure e Tucuruí. A empresa organizadora do concurso é a Consulplan.

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), vem trabalhando para realizar 22 concursos públicos ainda neste ano. São 5.765 vagas ofertadas, em cargos da administração direta e indireta. “Esse é mais um concurso público realizado com sucesso. Estamos trabalhando em mais 22 concursos, e esses novos profissionais já vão estar aptos a ingressar nos quadros da administração a partir de janeiro de 2019”, informa a secretária de Estado de Administração, Alice Viana. De acordo com a Sead o certame que oferece o maior número de vagas é o da Seduc.

Susiane Santos prestou seu primeiro concurso público para Bacharelado em Letras. “A prova foi excelente para quem estudou. O tema da redação que tratou sobre inclusão aluno – escola foi bem interessante. Estou terminando a graduação e espero entrar logo no mercado de trabalho”, disse.  

Vagas -  As áreas de nível superior contempladas pelo concurso são Artes (136 vagas), Biologia (24 vagas), Educação Física (23 vagas), Filosofia (103), Física (39), Geografia (101), História (98), Inglês (193), Matemática (731), Língua Portuguesa (540), Química (35) e Sociologia (89). As áreas mais concorridas são Educação Física (518 candidatos por vaga no pólo Belém) e Biologia (354 candidatos por vaga no município de Castanhal).

A remuneração é constituída de vencimento e gratificação de escolaridade que varia entre R$ 1.787,00 para o cargo de Professor, Classe I, Nível A, 20 horas; R$ 2.690,00 para o cargo de Professor, Classe I, Nível A, 30 horas; e R$ 3.574,00 para o cargo de Professor, Classe I, Nível A, 40 horas, remuneração ainda a ser acrescida de 10% de Gratificação de Magistério, além de Auxílio Alimentação no valor de R$ 525,50.

Interior do Estado - No município de Abaetetuba, 3.015 candidatos fizeram a prova do concurso da Seduc. No Colégio São Francisco de Assis, que recebeu o maior número de inscritos, um grupo de professores de Matemática recém-formado participou do certame. Riviane Lobato, Laura Silva, Francivaldo Pinheiro e Raniele Pinheiro estudaram juntos e se formaram em 2017. "É o nosso primeiro concurso, mas temos a vantagem de estar com tudo o que aprendemos em sala de aula bem vivo na memória", disse Riviane.

O professor de Língua Portuguesa, Benedito Souza, chegou às 8h01 e encontrou os portões  fechados da Escola Cristo Redentor. Professor concursado da rede municipal de Tailândia, ele vislumbrou no concurso da rede estadual a oportunidade de ter o segundo vínculo público, permitido aos docentes. "Infelizmente não deu tempo. Acordei 7h30 e como moro aqui perto achei que daria tempo, pois vim de moto. Não deu, agora é esperar o outro concurso", relatou.

A prova terminou às 12h25, mas alguns candidatos encerraram a prova bem antes. A professora de Inglês Daniele Machado veio de Barcarena e às 10h50 foi a primeira da sua sala a entregar a prova. Professoa na rede particular, a candidata busca a estabilidade do serviço  público."A minha avaliação é  muito positiva, as questões estavam dentro do conteúdo, principalmente a parte específica", avaliou. 

Já em Marabá, na Faculdade Metropolitana, o local com maior número de inscritos, a professora de Biologia Vera Lima Gomes se confundiu com o horário e chegou dez minutos após o fechamento dos portões. “Eu não sabia que os portões fechavam às 8h, achava que era oito e meia, eu não me informei, agora não adianta chorar pelo leite derramado, infelizmente não deu”, lamentou.

Nas salas, professores concentrados; do lado de fora dos locais de prova, parentes na torcida. O lavrador Valdemilson Ribeiro trouxe a esposa Rosanélia Corrreia, de São Geraldo do Araguaia. “Estou aqui mandando energia positiva, tenho certeza que ela vai conseguir passar. Acompanhei ela estudando noite e dia para o concurso”, disse.

No município, 5.423 candidatos estavam inscritos. A organização do concurso contabilizou 992 faltas. Para a efetiva realização do certame em Marabá, foram necessárias 650 pessoas entre fiscais e apoio para os sete locais de prova que foram disponibilizados. 

Nos municípios de Braganca e Capanema, no nordeste do Estado, as provas foram realizadas com tranquilidade. 

De acordo com a coordenadora do município de Braganca, Lena Amorim, a tranquilidade no decorrer da manhã se deu devido a uma logística montada desde às quatro da manhã e com um coordenador em cada espaço. “Tudo ocorreu sem nenhuma eventualidade que colocasse em risco o andamento da prova”, comentou.

A geógrafa Sirlene Barbosa, 29 anos, era uma das candidatas mais nervosas na entrada do Centro Educacional  João Paulo II, no centro de Bragança. Ela já trabalha no Estado dando aula com vínculo de contrato temporário. “Amo a sala de aula, mas quero a estabilidade”, afirmou.

Já em Capanema, a coordenadora do concurso, Danielle Batista Telles, explicou que os portões dos postos foram abertos às 07 horas, com fechamento marcado para às 08 horas. “Alguns confundiram e chegaram após o início e não puderam fazer a prova”, explicou.

A bióloga Alexandra de Araújo Pereira, 38 anos, entregou a prova às 10 horas e foi a primeira candidata a sair  no Colégio São Pio X, centro de Capanema. Ela já trabalha há 18 anos como professora. Atualmente é temporária no município de Salinópolis e está concorrendo uma vaga para Marabá como professora de biologia. “As questões estavam extensas, com enunciados enormes mas muito bem contextualizados”, comentou a professora.

Baixo Amazonas - No polo de Santarém, o concurso da Seduc teve 2.720 inscritos. Destes, 456 candidatos não compareceram nos locais de provas, que foram realizadas nos três Campus da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e na Escola Estadual Álvaro Adolfo da Silveira.

Candidatos avaliaram o conteúdo cobrado no exame. Na opinião de Tais Pâmela Aguiar, formada em Letras - com habilitação em Língua Portuguesa, o nível da prova estava razoável. "Da parte de constituição achei bastante razoável e gostei, também, do tema da redação que foi o que mais me agradou", avaliou a candidata.

Fredson Brelaz, que concorreu a uma vaga para professor de Língua Inglesa para o município de Óbidos, ressaltou que as questões foram bem elaboradas. "O que estudei realmente caiu na prova. Hoje em dia os concursos públicos estão mais concorridos, por isso não adianta fazer essa prova se você não tem tempo de estudo. Espero ter alcançado bons resultados", afirma.

(Agência Pará/Por Luciana Benicio)

 

O jovem político Rafael Ribeiro comemorou seu aniversário em grande estilo no último dia 29 na rua Aracajú 275 bairro Guanabara, a associação comunitária Abraço Solidário foi quem organizou e fez toda programação do evento para Rafael Ribeiro, que tem um trabalho solidário junto a associação do bairro onde mora. O evento teve início as 10 da manhã e se estendeu durante toda tarde, várias personalidades foram vistas pelas lentes do Carajás o Jornal, além de muitas pessoas da sociedade civil organizada, entre elas estavam o coronel Queirós, comandante da polícia militar da nossa região, o ex-prefeito Darci Lermem, também marcou presença no evento, além das vereadoras Eliene Soares e Edilei Lopes de Curionópolis, outras personalidades estiveram presentes no evento; muitas pessoas ligadas a família de Rafael e seus pré-candidatos a vereadores no PTC, além de apoios que recebeu nas palavras dos presentes.

Rafael Ribeiro também fez o uso da palavra e agradeceu primeiramente a Deus e todos que estava presente no seu aniversário, ele também contou sua história de vida e porque resolveu seguir nesse caminho da política, Rafael foi ovacionado pelos presentes com palmas, abraço e apoio que vem recebendo de todas classes sociais, “quero seguir meu caminho, sempre respeitando o direito de todos, mas lutando pelos direitos dos menos favorecidos” concluiu Rafael. Acompanhe as fotos.

 

Por: Carlos Refribom 

A praça do bairro Casas Populares I, espaço público destinado a lazer da população local, está recebendo revitalização e ampliação, com previsão de entrega para o final deste mês.

A ação abrange a reforma completa da quadra de esportes, bancos, piso, canteiros e calçadas, assim como a instalação de duas academias ao ar livre - que irão atender o público com oito equipamentos com diversas finalidades.

Além da praça, a comunidade vai receber a quadra de esportes com grama natural, vestiários, banheiros feminino e masculino, lanchonete, playground, academia ao ar livre, arquibancadas, quadra de grama sintética, palco central e iluminação ornamental em toda a sua extensão.

O serviço de reforma agradou quem mora próximo ao local e utiliza o espaço de lazer. “Vai ficar muito bom com essa reforma, sempre venho jogar bola nessa quadra e trago meu filho para brincar na praça. Fiquei feliz com essa obra no espaço”, disse o mecânico Jorge Mendes.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos, Augusto Marques, uma das metas da secretaria é revitalizar todas as praças da cidade. “Vamos revitalizar todas as praças e entregá-las aos moradores da cidade, porém para mantê-las com a mesma estrutura, precisamos do apoio e colaboração de todos”, reforçou o secretário.

 

Fonte: Da Redação 

No último dia 13 de outubro, foi realizada uma reunião extraordinária do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam), no auditório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Parauapebas (Semma), a fim de analisar e deliberar a proposta solicitada pela Secretaria Municipal de Obras (Semob) para a apresentação de novas intervenções na obra da rodovia Faruk Salmen para retirada de 28 árvores.

O assunto em pauta foi a alteração do projeto de duplicação da rodovia Faruk Salmen e será necessário à supressão de 28 árvores, sendo 22 pau preto e 6 cajueiros próxima ao Hipermakro em virtude da solicitação o Comam deliberou aprovando a supressão das árvores mediante ao cumprimento da seguinte compensação ambiental para cada árvore suprimidas serão plantadas 3 mudas de igual espécie que terão manutenção garantida por um ano até o seu efetivo pegamento as mesmas serão plantadas na própria via.

“Foi deliberado em reunião pelo Conselho sobre o pleito apresentado pela Semob o projeto de duplicação da rodovia Faruk Salmen onde houve a necessidade de retirada de 28 árvores, então como está na Licença Ambiental (LA) concedida pela Semma toda e qualquer remoção ou supressão de área tem que trazer pra plenária do Comam”, explicou o gestor da Semma e presidente do Comam Gesmar Rosa.

Ainda de acordo com o presidente, o Conselho debateu e aprovou a remoção de retirada das árvores. A Semob vai compensar a retirada para cada árvore e vai replantar três, e ainda dará a manutenção durante o período de um ano até que pegue todas as mudas. Entendo a magnitude, a importância do projeto e esse Conselho votou unanimemente dos presentes para a retirada das árvores e replantio logo em seguida.

As análises pelo Comam são feitas em caráter deliberativo e consultivo dentre os processos de licenciamento ambiental, onde são considerados os benefícios da obra para a sociedade e os impactos gerados pela sua execução. A partir disto, são propostas medidas compensatórias que passam a ser condicionantes para execução do projeto.

Participaram das discussões, representantes do Conselho como Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror),Associação Comercial e Industrial de Parauapebas (Acip),Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA),Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio),Cooperativa de Ecoturismo de Carajás (Cooperture),Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA),Procuradoria Geral do Município (PGM), ,Secretaria Municipal de Educação (Semed),Semma,Vale,Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

 

(Reportagem: Janaina Ravanelli)

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