A Vale é patrocinadora oficial do Círio de Nazaré, a maior manifestação do povo paraense em devoção à Virgem Maria, mas que extrapola o lado religioso e contribui para divulgar a cultura local para o mundo. O patrocínio da empresa à manifestação começou em 2004, quando o Círio foi declarado Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Para o gerente-executivo de Sustentabilidade Regional Norte da Vale, João Coral Neto, " A Vale busca valorizar e investir nas tradições culturais dos locais onde está presente e tem, entre suas políticas de atuação, patrocinar iniciativas e projetos que promovam a identidade de comunidades e seus patrimônios culturais. E o Círio de Nazaré é um Patrimônio Cultural da Humanidade", enfatiza

 Além de patrocinar o Círio, a Vale está no ar com uma campanha institucional na mídia tradicional e meios digitais, a Redescobridores. A mensagem publicitária mostra que o Círio é um momento de reconexão com as tradições paraenses.

Entre as ações da empresa está a ambientação de espaço no aeroporto internacional de Belém e da fachada do seu Instituto Tecnológico Vale (ITV), onde os visitantes podem retirar as tradicionais fitinhas do Círio.

A Vale também patrocina o Arrastão do Círio 2018, realizado pelo Instituto Arraial do Pavulagem. O projeto já foi patrocinado pela empresa nos anos de 2013 e 2014. O cortejo cultural sairá logo após a chegada do Círio Fluvial, na manhã deste sábado, 13 de outubro, véspera da grande procissão do Círio de Nazaré.

 

No dia do Círio, a empresa estará presente com o Espaço Vale. O local servirá de apoio para receber a imprensa que estiver na cobertura do evento, como o jornalista Zeca Camargo, que volta a Belém para acompanhar a 226ª edição do Círio de Nazaré.

Sobre a Vale

No Pará, a Vale desenvolve suas principais atividades diversificadas de mineração, com produção de ferro, cobre, níquel e manganês, além da operação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que passa por 27 municípios entre o Pará e o Maranhão, transportando minérios, grãos e combustível nos trens de carga e mais de 1.300 pessoas diariamente pelo único trem de passageiros do Estado.

 Junto com a Fundação Vale, a empresa desenvolve projetos sociais, nas áreas de educação, saúde, geração de renda, empreendedorismo, entre outros, para mais de 50 comunidades localizadas às proximidades de suas operações no Pará.

A Vale ajuda a preservar 786 mil hectares de floresta nativa em apoio ao ICMBio. A empresa mantém, ainda, o Instituto Tecnológico Vale (ITV), com sede em Belém. Seu objetivo é buscar soluções inovadoras de médio e longo prazos, que possam melhorar o desempenho operacional da empresa em todas suas etapas, desde a mina até a entrega final do produto ao cliente. A intenção também é ajudar a gerar mudanças fundamentais nas estruturas de negócios da Vale, com respeito ao meio ambiente e às comunidades.

 

 

O Parque Zoobotânico Vale (PZV) informa que estará fechado para visitação pública no próximo domingo (7/10), devido ao pleito do primeiro turno das eleições presidenciais. O espaço reabre normalmente na segunda-feira, 8, a partir das 10h.

Desde julho, a Vale implementou também uma nova modalidade de visita voltada para a comunidade: toda sexta-feira, quem estiver visitando o Parque Zoobotânico Vale (PZV) poderá embarcar em um ônibus para conhecer a mina de Carajás. A saída acontece às 10h, do PZV, com encerramento às 12h. São 40 vagas.

Para os interessados em participar da programação, há orientações importantes sobre vestimentas, calçados e a idade mínima de 8 anos. Nesta visita, o público conhece o Viveiro Florestal, a Central de Materiais Descartados (CMD), onde é feita a segregação e destinação de resíduos e o mirante da mina de N4E, onde o visitante fica lado a lado com o gigante da mineração, o caminhão fora-de-estrada.

Para participar da visita do parque à mina, você deve se inscrever diretamente no parque, com a equipe que atua no Centro de Visitantes ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Para participar da visita, as pessoas devem usar calça comprida, camisa de manga (curta ou longa), sapato fechado (como tênis, importante ressaltar que sapatilhas nem sapatos com salto alto são permitidos).

Sobre o Parque Zoobotânico Vale

O Parque Zoobotânico Vale está dentro da Floresta Nacional de Carajás, Unidade de Conservação gerida e protegida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com o apoio da Vale. O espaço é um local de conservação e possui espécies ameadas de extinção, como o Harpia (gavião-real), onça pintada, suçuarana, macaco-aranha-da-testa-branca, macaco-aranha-da-cara-vermelha e o macaco cuxiú.

O PZV está aberto à visitação gratuita todos os dias da semana, de 10h às 16h e conta com plantel de aproximadamente 270 animais, com destaque para as espécies de aves e mamíferos da fauna amazônica.

O Parque recebeu nos últimos 10 anos mais de 1.170 milhão de visitantes. O recorde de público foi alcançado ano passado, com um público visitante de 156 mil pessoas.

O Parque Zoobotânico Vale (PZV) participou da 2ª Semana de Proteção a Fauna. A equipe de profissionais do espaço recebeu, na manhã desta sexta-feira (28/9), um grupo de 80 alunos da escola Milton Martins para uma aula de campo e participou, na quarta-feira (26/9), de palestra sobre o sobre "O papel do zoológico na proteção a fauna silvestre" para os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Mario Lago.

Sala de coleções também esteve no roteiro na da visitada.

Durante as ações, o veterinário do PZV, André Mourão reforçou para os jovens o papel que o parque desenvolve apoiando o trabalho do ICMBio e de outros órgãos ambientais, na recuperação e destinação de animais silvestres. "Além de um espaço para visitação e atividades de educação ambiental, o Zoobotânico Vale recebe entregas voluntárias de animais silvestres aos órgãos ambientais. Em 2017, nós recebemos 70 animais. E este ano, até o setembro, foram 40 animais. É importante ressaltar que nós trabalhamos constantemente com a conscientização de nossos visitantes para redução deste tipo de impacto", explica.

Mourão destaca ainda que o parque recebe animais que chegam atropelados, vítimas de incêndio florestal ou foram agredidos pela população ao saírem da floresta para os centros urbanos. “Nestes casos, nosso grande esforço é para recuperar a condição de saúde do animal e devolvê-lo para natureza".

Em sua segunda edição, Semana de Proteção a Fauna é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semas), com o apoio do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). 

Sobre o Parque Zoobotânico Vale

O Parque Zoobotânico Vale está dentro de uma Unidade de Conservação gerida e protegida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com o apoio da Vale. O espaço é um local de conservação e possui espécies ameadas de extinção, como o Harpia (gavião-real), onça pintada, suçuarana, macaco-aranha-da-testa-branca, macaco-aranha-da-cara-vermelha e o macaco cuxiú.

O PZV está aberto à visitação todos os dias da semana, de 10h às 16h e conta com plantel de aproximadamente 270 animais, com destaque para as espécies de aves e mamíferos da fauna amazônica.

O Parque recebeu nos últimos 10 anos mais de 1.170 milhão de visitantes. O recorde de público foi alcançado ano passado, com um público visitante de 156 mil pessoas. Aberto à visitação diariamente, o espaço tem visitação gratuita, das 10h às 16h.

 (Comunicação Vale)

Encerra, nesta sexta-feira, 21/9, o prazo de inscrições para a seleção do Programa de Estágio da Vale. O processo foi todo reformulado para garantir que haja um alinhamento maior entre os valores do candidato e da empresa. São oferecidas mais de 600 vagas em sete estados onde a empresa desenvolve suas operações. No Pará, as oportunidades são para os municípios de Marabá, Parauapebas e Ourilândia do Norte. As inscrições poderão ser feitas pelo site www.vale.com/estagio.

Podem se candidatar ao Programa de Estágio alunos de nível superior que estejam nos dois últimos anos de curso, ou seja, com formatura prevista entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020. Há vagas para os cursos de  Engenharia, Administração de Empresas, Economia, Ciências Contábeis e Ciências da Computação. Também terão a oportunidade de se inscrever estudantes de nível técnico de mais de 20 cursos, como Mecânica, Eletrotécnica, Eletromecânica, Mineração e Segurança do Trabalho. 

Os selecionados iniciarão o estágio a partir de janeiro de 2019 e receberão bolsa-auxílio mensal de até 1.375,00 (os valores variam dependendo do curso, técnico ou superior, e da carga horária), assistência médica e seguro de vida. Nas unidades onde a empresa não oferece transporte e restaurante, os estagiários receberão vale-transporte e vale-refeição. A carga horária do estágio varia entre quatro e seis horas, dependendo das atividades a serem desenvolvidas.

 

Sr. Adão e Dona Lúcia Adão Florentine são produtores rurais na APA do Gelado. Eles integram o grupo de 17 proprietários que, durante um ano, participarão de projeto de capacitação promovida pela Fundação Vale, em parceria com a Associação de Produtores, que tem como objetivo contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva partir da ampliação da produção leiteira.

De acordo com a analista de Negócios Sociais da Fundação Vale, Georgina Rosa, a demanda de capacitação e apoio produtivo veio diretamente dos produtores da APA que fornecem para o Laticínio Estação. "A base de nossa atuação é a metodologia do programa Balde Cheio da Embrapa, que além de melhorar o manejo do rebanho tem como foco o gerenciamento da propriedade pelos produtores atendidos".

Ela comenta também que "além da capacitação, iremos apoiar com na implantação de 1ha de pasto irrigado no sistema rotacionado por propriedade, o que dá maior produtividade em uma área menor, serviços de mecanização, sistema de irrigação, piquetiamento, doação de sementes e adubo, além de um ano de assistência técnica. Todo aparato, para que eles tenham toda competência e sigam independentes", destaca Georgina.

Seu Adão assistiu a primeira aula aplicado. Para ele, o dia de formação teórica trouxe aprendizado muito bom. "Pode ser que nos primeiros dias, até pegar a prática, a gente possa ter um pouco de dificuldade. Mas tendência é melhorar. Só com acompanhamento a gente vai conseguir desenvolver e atingir o objetivo. Se a gente tem um projeto, mas não tem treinamento para você saber lidar, fazer as contas de lucro e de custo, sem esses conhecimentos a gente não vai chegar a lugar nenhum", conclui.

Este é o primeiro projeto que envolve capacitação e acompanhamento técnico para produtores da APA do Gelado. As próximas capacitações estão previstas para setembro e novembro.

Sobre o Laticínio Estação

O Laticínio Estação, coordenado pela área de Geração de Trabalho e Renda da Fundação Vale, em parceria com Associações de Produtores Rurais, está instado na comunidade da APA do Gelado. Na unidade, o total de 4,1mil litros de leite, por dia, adquirido de 88 produtores de leite de oito comunidades de Parauapebas é transformado em queijo e manteiga. Os produtos já chegam a supermercados locais e também em Marabá, Castanhal e Belém, além de pizzarias, padaria, casa de massas e hotel. A atividade tem favorecido uma outra vocação econômica do município, a produção agropecuária.

(Comunicação-Vale)

 

O programa de capacitação de mão de obra ofertado pela Vale, por meio do Projeto S11D, em Canaã dos Carajás, foi vencedor do Prêmio Ser Humano realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). O programa de formação profissional capacitou598 jovens no município. Do total, 78% foram efetivados pela empresa para trabalhar na unidade de mineração de ferro.

Entre os contratados está Maria Araujo do Nascimento, 26 anos. A canaense entrou como trainee em 2015 e hoje é técnica em Química no Complexo S11D. "Como sou daqui é ainda mais gratificante estar trabalhando no S11D,  projeto muito inovador na área de mineração e estar conseguindo uma vida melhor. Participei do trainee com muita convicção e dedicação, pois era meu objetivo trabalhar na área e hoje meu conhecimento tem crescido não apenas na mineração, mas em saúde, segurança, meio ambiente, segregação correta de resíduo. Estou feliz e ano que vem já quero fazer minha faculdade de engenharia, com o incentivo de reembolso da Vale", conta Maria.

Programa venceu em primeiro lugar na categoria desenvolvimento de pessoas. 

"O prêmio é um reconhecimento às organizações que tem buscado apostar nas pessoas como força motriz dos negócios e da economia do país. E o programa de formação profissional é a demonstração desse esforço de capacitação para que os jovens de Canaã pudessem assumir funções relacionadas a operação e manutenção e/ou terem maior capacidade de empregabilidade. Hoje é motivo de orgulho ter esse grupo trabalhando no maior projeto de mineração do mundo, destaca o gerente de Recursos Humanos da Vale, Saulo Prazeres. 

O projeto contou com R$ 3,5 milhões em investimentos na preparação de mão de obra local  para atividades na mina, usina e manutenção. A formação durou 1 ano e meio, dividida em fase teórica com a parceria do Senai, aprendizagem prática, trocas de experiência com visitas técnicas e acompanhamento da montagem e comissionamento dos equipamentos do S11D, capacitação com instrutores e treinamentos com fornecedores. Além de investimento em tecnologia e infraestrutura, como centro de treinamento próprio na Unidade, sala de realidade virtual 3D e utilização de simuladores.

A Vale, por meio do Instituto Tecnológico Vale ( ITV), em Belém, está com inscrições abertas para o Mestrado Profissional  2019. As inscrições podem ser feitas até 16 de setembro. O edital e o detalhamento das informações estão disponíveis no site www.itv.org.

Para a turma de 2019, há um total de 30 vagas. Sendo 10 voltadas para empregados da Vale e de empresas controladas e coligadas; outras 10 vagas para  residentes no estado do Pará e que estejam interessados em trabalhar com temas relacionados com os 'Objetivos de Desenvolvimento Sustentável' da ONU e 10 oportunidades para atender da comunidade em geral.  Desse total, serão disponibilizadas 10 bolsas de estudo para os candidatos residentes no Pará.

 O curso de pós-graduação tem duração de dois anos, e é reconhecido e recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação. O objetivo é formar profissionais interessados em adquirir uma visão interdisciplinar do aproveitamento sustentável dos recursos naturais.

Os alunos selecionados irão desenvolver projetos relacionados às linhas de pesquisa do ITV, que são: Geologia Ambiental e Recursos Hídricos, Socioeconomia e Sustentabilidade, Computação Avançada, Tecnologia Ambiental, Uso Sustentável dos Recursos Biológicos, Genômica Ambiental e Biodiversidade e Serviços de Ecossistema.

(Vale)

Um dia de grande aprendizado. Esta é a definição da visita que os jovens que participam do Projeto Tutoria do Programa Jovem Aprendiz, iniciativa do Ministério Público do Pará com a parceria da Vale, realizaram ao Complexo de Carajás. A programação ocorreu neste mês de agosto e contou com a participação dos 18 jovens tutores.

Para a coordenadora pedagógica do projeto junto à Secretaria Municipal de Educação (Semed), a professora Elisângela Santos Martins, a visita amplia os horizontes dos alunos. "Visitas como esta ampliam a visão de mundo dos nossos jovens tutores. Eu acredito que isso contribuirá, de forma contundente, para quais carreiras eles desejam seguir", comenta.

O objetivo da jovem tutora Jairany Pereira da Silva, de 17 anos, foi aprender e apreender. "Procuramos reter o máximo de conhecimento possível. Para mim é um desafio descrever a sensação de conhecer um sistema tão complexo, onde a idealização é superada pela realidade", destacou.

Grupo acompanha cerca de 225 alunos da rede municipal com reforço nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática

Sobre o Projeto Tutoria

A primeira turma do Projeto-piloto Tutoria do Programa Jovem Aprendiz, iniciada em janeiro de 2017, conta ainda com parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e as secretarias de Educação do Estado (Seduc) e do município (Semed), e tem como objetivo contribuir com o melhor rendimento e aprendizado dos estudantes, contribuindo para sua formação intelectual, cidadã e de futuro profissional.

Por meio do Projeto Tutoria, alunos do ensino médio oferecem reforço escolar para estudantes da rede municipal de ensino referente às disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Os jovens tutores hoje acompanham cerca de 225 alunos de seis escolas municipais: Olga da Silva, Novo Horizonte, Eurides Santana, Paulo Fonteles de Lima, Jean Piaget e Antônio Matos Filho.

(ASCOM - Vale)

Estimular o gosto pela leitura é uma tarefa e tanto. O prazer de ler livros está em 10º lugar no gosto dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Pró-Livro. Fica atrás de outras preferências como assistir televisão, escutar música ou rádio, usar a internet, ficar com amigos e família ou usar WhatsApp e Facebook. Mas, um personagem pode revelar a senha para este novo mundo do conhecimento e da imaginação proporcionada pelos livros: os agentes das bibliotecas escolares.

Em Canaã, a rede de bibliotecas das escolas municipais e a sala de leitura da Casa da Cultura terão profissionais de educação ainda mais preparados para esse papel. A Fundação Vale, em parceria com a secretaria de Educação, trouxe para o município o projeto Rotas e Redes Literárias. O objetivo principal é ampliar o acesso ao livro literário e o número de leitores por meio da formação dos profissionais de educação como mediadores de leitura, além do fortalecimento de uma rede leitora na região.

Formação e doação de livros

O projeto conta com a consultoria e experiência do Instituto de Arte Tear.  Na formação, 40 educadores participarão de encontros mensais até outubro por meio de oficinas participativas, que fortalecem e fazem ampliar o interesse pela leitura com uso de diferentes linguagens da arte (contação de histórias, teatro, dança, música, artes visuais e artemidias). Além disso, serão doados livros para 21 escolas de Canaã, em complementação ao acervo existente.

Vantagens da leitura

A pesquisa do Instituto Pró-livro apontou ainda o quê a leitura significa para os que leem. A leitura traz conhecimento, traz atualização e crescimento profissional, ensina a viver melhor entre outros tantos ganhos foram alguns dos principais ganhos citados. 

(Assessoria de Comunicação Vale)

Cerca de 150 professores da rede municipal de ensino participaram na manhã do último sábado, 11, no auditório do Espaço Valer, da formação que encerrou a segunda etapa de encontros do Circuito Mineração nas Escolas.

Marcaram presença docentes das disciplinas de História, Geografia e Ciências, dos 3º e 4º ciclos do ensino fundamental.O projeto é realizado por meio de parceria firmada entre a Prefeitura de Parauapebas, via Secretaria de Educação (Semed), e a mineradora multinacional Vale.

Nesta terceira e última etapa das formações, o tema foi “Sustentabilidade: Inclusão Profissional no Mercado de Trabalho”. Durante o encontro, os educadores conheceram as profissões mais demandadas pela mineradora Vale e as oportunidades ofertadas às pessoas com deficiência (PcD). 

A gerente de Recursos Humanos da empresa, Carmene Abreu, discorreu sobre oportunidades e empregos na mineração. E Gildiney Sales, gerente executivo de Operações, compartilhou sua experiência inclusiva. “Temos muitas iniciativas de inclusão de profissionais com deficiência na mineração. Atualmente, estamos no meio de uma formação de aprendizes PcDs em mecânica”, informou Carmene.

Para Valdelice Cardoso, coordenadora pedagógica dos 3º e 4º ciclos da Semed, a reflexão sobre a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho deve ser constante, principalmente entre os educadores. “Hoje, a rede municipal de ensino possui mais de 700 alunos com algum tipo de deficiência. Só nos nonos anos temos 119. São estudantes que, em breve, precisarão ser inseridos no mercado de trabalho”.

O professor Rodrigo Mota, que leciona Geografia na Escola Antônio Matos, garantiu que as formações e outras atividades do Circuito tornaram suas aulas mais dinâmicas e interessantes. “Recebemos materiais que podemos usar com os alunos, participamos de formações e levamos os alunos para aulas de campo na mina. Tudo isso proporcionou a eles conhecimentos mais aprofundados sobre a região onde vivem”, observou.

48 MIL ALUNOS ALCANÇADOS

O projeto “Circuito Mineração nas Escolas” foi implantado em Parauapebas em 2014 com o objetivo de aproximar e trazer novos conhecimentos sobre a mineração e sua aplicabilidade. Desde então, mais de 48 mil estudantes foram alcançados pelas diversas ações do circuito.

Segundo Margarida de Queiroz, coordenadora de Ciências dos 3º e 4º ciclos da Semed, o projeto tem ajudado os alunos e professores a compreenderem melhor a principal atividade econômica do município. “Por meio dele, os estudantes têm a oportunidade de vislumbrar de perto parte do processo de extração mineral, conhecer mais sobre a empresa e refletir sobre os impactos positivos e negativos vinculados à indústria extrativa.”

 (ASCOM-PMP/Texto e fotos: Messania Cardoso)

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