A Vale inaugura nesta quinta-feira, 10/1, em Vitória (ES), o Centro de Inteligência Artificial (AI Center), um espaço para desenvolver e monitorar iniciativas nas unidades do Brasil e de outros países onde atua. Inteligência Artificial pode ser entendida como a habilidade das máquinas de simular o processo de tomada de decisão dos humanos e de executar tarefas complexas como nós fazemos. O centro está localizado na Unidade Tubarão, em Vitória, e conta com cientistas, engenheiros de dados e especialistas de negócios.

O foco dos trabalhos está na otimização da manutenção de ativos - de caminhões fora de estrada a trilhos de ferrovia -, na melhoria da gestão dos processos de usinas de beneficiamento de minério e de pelotização e no aperfeiçoamento de controles ambientais, de saúde e segurança e de integridade corporativa.

 AI Center, em Vitória

Atualmente, as equipes da Vale trabalham em 13 linhas de projetos, que são executados em conjunto com as áreas de negócio da empresa (ferrosos, metais básicos e carvão), assim como iniciativas ligadas à saúde e segurança de empregados. Os projetos que já foram entregues geraram uma economia de mais de R$ 74 milhões por ano e há previsão de se obter mais R$ 136 milhões de benefícios com outras ações em andamento. 

Um dos projetos pioneiros coletou os dados gerados por equipamentos da mina de cobre  Salobo, no município de Marabá (Pará) - como caminhões fora de estrada, escavadeiras e carregadeiras - com técnicas de Inteligência Artificial. A iniciativa permitiu o aumento da vida útil de pneus de caminhões fora de estrada em cerca de 30% em um ano, o que gerou uma economia de R$ 28 milhões.

"O AI Center favorece a integração e a colaboração intensas entre os responsáveis pelos diferentes projetos", explica o gerente-executivo de Inovação em TI, Hélio Mosquim. "Com a criação do AI Center, os profissionais poderão trocar experiências e conhecimento, fundamentais para aumentar a sinergia entre as equipes e gerar resultados em escala global. Muito do que é criado para um projeto pode ser aplicado em outro", explica.

"A Inteligência Artificial tem potencial de gerar valor para todas as áreas de negócio da Vale", afirma o diretor de Transformação Digital, Afzal Jessa. "É mais um importante passo no programa de transformação digital que estamos implantando, que tem o objetivo de aumentar a produtividade e a eficiência operacional, alcançar os melhores índices de saúde e segurança, melhorar nossa performance financeira e impulsionar a inovação."

Sensores ao lado dos trilhos captam informações sobre os rodeiros dos vagões. 

Transformação digital

O programa de transformação digital da Vale, do qual a implantação do AI Center faz parte, se baseia em melhorar a performance de ativos, otimizar a manutenção, aumentar a eficiência da força de trabalho e integrar a cadeia de valor. Além de Inteligência Artificial, outras inovações tecnológicas desenvolvidas pela empresa estão nas áreas de Internet das Coisas, aplicativos móveis, robotização e equipamentos autônomos (como caminhões e perfuratrizes).

Com o programa de transformação digital, a expectativa é que a Vale obtenha ganhos em todas as áreas de negócio e, especificamente no minério de ferro, reduza o custo de produção em US$ 0,50/t até 2023.

Conheça seis exemplos de projetos que estão sendo desenvolvidos no AI Center:

1) Prevenção de fratura de trilhos - Um dos projetos de maior impacto está sendo desenvolvido na Estrada de Ferro Carajás (EFC) - ferrovia que atende 27 municípios e localidades entre o Pará e oMaranhão - com o foco de prever fraturas nos trilhos - a ocorrência que acontece com maior frequência e que é considerada a mais grave para o funcionamento da operação. A partir dos dados gerados pelas ferrovias, foi encontrada uma solução que identifica se há uma ou mais fraturas em um determinado trecho. Além do aumento da segurança operacional, há o benefício do tempo em que a ferrovia deixa de ser paralisada em virtude de fraturas de trilhos. 

2) Manutenção de rodeiros de trem - Um conjunto de sensores instalados ao lado da ferrovia - os waysides - monitoram desgastes e impacto dos rodeiros (conjunto de rodas e eixo dos trens), temperatura e ruído de rolamentos e deslocamentos de truque (uma peça importante do vagão). Cruzando os dados gerados por esses sensores com informações de outros sistemas, foram criados modelos matemáticos que permitem à equipe de manutenção uma visão do comportamento dos rodeiros para os 30 dias seguintes. Com base nessas informações, a equipe consegue planejar a compra e manutenção dos ativos de forma a estender sua vida útil. Em um ano o programa gerou economia de R$ 2,3 milhões -  cerca de dez vezes o valor investido na sua execução.

3) Manutenção de ativos de mina - São coletados os dados gerados por equipamentos de mina - como caminhões fora de estrada, escavadeiras e carregadeiras - e são aplicadas as técnicas de Inteligência Artificial. Um dos projetos pioneiros foi na mina de Salobo, no Pará, onde a vida útil dos pneus de caminhões fora de estrada aumentou em cerca de 30% em um ano. Esses projetos já geraram R$ 28 milhões de economia.

Outro projeto contempla o aumento de vida útil e prevenção de falha prematura do trem de força de caminhões fora de estrada e de outros ativos móveis da mina, como carregadeiras e escavadeiras. O trem de força é o conjunto de componentes formado por motor, transmissão, conversor de torque, diferencial, eixos e comandos finais nas rodas. É um dos projetos de maior alcance, com o envolvimento de 15 operações no Brasil, Canadá e Moçambique. Um total de 60% dos caminhões fora de estrada da empresa já utilizam este sistema. O potencial aprovado de economia é de mais de R$ 10 milhões.

4) Redução de consumo de combustível Em parceria com as áreas operacionais da Vale e pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, os cientistas de dados da empresa desenvolveram um sistema para redução de combustíveis de caminhões fora de estrada. O projeto foi testado em Minas Gerais e apresentou potencial de redução de consumo de diesel no valor de R$ 1,5 milhão por ano.

5) Otimização de processos na pelotização - Dados gerados no processo de produção de pelotas - pequenos aglomerados de minério de ferro usados na indústria siderúrgica - foram analisados com técnicas de Inteligência Artificial e geraram diversos insights, além de recomendações para as condições ideias de operação das usinas de pelotização. Com essas melhorias de processo, foi obtida uma economia de R$ 12 milhões por ano em uma das usinas, em Vitória. Os ganhos vieram a partir da redução dos custos variáveis em cerca de 7% por meio de um balanceamento mais eficiente entre o carvão e o gás natural - insumos utilizados no processo - e a redução do uso de energia elétrica, entre outros fatores.

6) Análise de dados para evitar incidentes de segurança - Iniciado em 2017, o projeto realizado em parceria com a área de Saúde e Segurança analisa o perfil demográfico de empregados para avaliar quais estão mais expostos a riscos de acidentes. A partir disso, os dados gerados são combinados com históricos de acidentes, quase-acidentes e condições inseguras das localidades. A partir dessas informações, o sistema calcula a probabilidade de determinada área ter um incidente em um período de tempo específico - por exemplo, em uma semana - bem como o seu risco atual, permitindo avaliar se houve um aumento ou redução da exposição do risco dos empregados no ambiente de trabalho e, com isso, priorizar as atividades dos profissionais de saúde e segurança.

O número de pessoas que preferiram viajar no Trem de Passageiros da Vale em dezembro de 2018 aumentou em 5% em comparação ao ano anterior. Ao todo, 34.360 pessoas viajaram pelos trilhos que interligam os estados do Maranhão e Pará no último mês. Para atender a demanda, a Vale colocou cinco vagões extras entre carros da classe econômica, executiva e restaurante, o que representou um aumento de 43% no total de vagas disponíveis. As vagas extras devem continuar durante o mês de janeiro.

Entre os motivos apontados por quem escolhe o Trem de Passageiros da Vale estão a tarifa - que tem o preço em média 40% menor que o bilhete de ônibus -, o conforto, já que todos os vagões são climatizados, com tv, restaurante e adaptados para pessoas com deficiência - e a segurança. Em 2017, a Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) classificou as ferrovias da Vale como as mais seguras do Brasil. Ao longo dos 900 quilômetros de ferrovia, são 15 pontos de parada. Por ano, o Trem chega a transportar em média 300 mil pessoas.

Nos dias 24 e 25, devido às festas de final de ano, o Parque Zoobotânico Vale (PZV) estará em recesso. Nos demais dias, você poderá levar a família para visitar o Parque Zoobotânico normalmente, para conferir recintos e ambientes especiais, como o viveiro de imersão. Inaugurado em julho deste ano, o espaço proporciona ao visitante a possibilidade de observar os animais mais de perto, em uma área fechada, sem grades ou gaiolas. O recesso irá se repetir também apenas nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2019.

O Parque Zoobotânico Vale está dentro de Unidade de Conservação, fiscalizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com o apoio da Vale. Nos últimos 10 anos, recebeu mais de 1.170 milhão de visitantes. O recorde de público foi alcançado em 2017, quando mais de 156,5 mil pessoas visitaram o PZV.

O espaço é um local de conservação e possui espécies ameaçadas de extinção, como a Harpia (gavião-real), onça pintada, suçuarana, macaco aranha da testa branca, macaco aranha da cara vermelha e o macaco cuxiú. Exceto os dias de recesso, o parque funciona das 10 às 16h.

 

Durante coletiva de imprensa, realizada na última quinta-feira (29), em Parauapebas, o Líder de Projeto da Vale, Plínio Toccheto anunciou que a empresa tem um projeto de mobilidade urbana para a cidade. Este será implantado a partir de janeiro de 2019. Além de anunciar os dois novos projetos: Salobo III e Gelado, também serão construídos mais dois viadutos no Bairro Nova Carajás e a adequação do viaduto da PA 275 com 160, no Bairro Novo Brasil.

O projeto conceito prevê a construção de um “entroncamento” com alças longas intercalando o cruzamento das PAs 275 e 160, e extensão da parte inferior para quatro pistas. 

A ideia é assegurar trajetos sem cruzamento dos veículos e com isso, dar maior segurança e menor tempo nos deslocamentos de entrada e saída da cidade.

As obras integram as condicionantes da implantação do Ramal Ferroviário S11D e foram consensuadas com a prefeitura municipal. A previsão é que as obras iniciem em janeiro de 2019, com a mobilização de 80 trabalhadores.

Também será executada obra de revitalização da estrada da Apinha, que deverá reduzir o fluxo de veículos no centro da cidade e na estrada Raimundo Mascarenhas, que dá acesso ao Núcleo Urbano de Carajás e às operações do Complexo de Carajás, em Parauapebas.

 

(Por Fernando Bonfim/Com informações Ascom Vale)

A Vale vai investir em novos projetos no sudeste do Pará visando a maior eficiência e competitividade de suas operações no Estado. As obras e a atividade mineral desses novos projetos deverão movimentar a economia local com a geração de trabalho e renda, arrecadação de impostos e tributos e com a aquisição de produtos e insumos na região. O anúncio foi feito em coletiva com a imprensa nesta quinta-feira, 29/11, durante apresentação do balanço de atuação da empresa em Parauapebas no terceiro trimestre de 2018.

Serão US$ 1,7 b (1 bilhão e 700 milhões de dólares) na execução de novos projetos. Destaque para Salobo 3 (que corresponde à segunda ampliação de beneficiamento de Salobo, empreendimento que já opera desde 2012), em Marabá, e o Projeto Gelado, em Parauapebas. A previsão é que 6 mil postos de trabalho temporários sejam gerados no pico das obras em 2020.

Paralelo aos projetos para a manutenção da capacidade de produção, a empresa irá executar obras voltadas para a melhoria da mobilidade urbana em Parauapebas. Serão construídos dois viadutos no bairro Nova Carajás e realizada a adequação do viaduto da PA 275, para o melhor e mais seguro trânsito na entrada e saída da cidade. As obras são condicionantes pela implantação do ramal ferroviário. Também será executada obra de revitalização da estrada da Apinha, que deverá reduzir o fluxo de veículos no centro da cidade e na estrada Raimundo Mascarenhas, que dá acesso ao Núcleo Urbano de Carajás e às operações do Complexo de Carajás, em Parauapebas.

Articulação com Sine e Acip

Como todo projeto de construção civil, as obras terão começo, meio e fim. Com um período de maior efetivo de trabalhadores temporários no pico de obras, previsto para meados de 2020. A mobilização será gradativa, ou seja, conforme o avanço das etapas dos projetos. A expectativa da empresa é de que os projetos movimentem a economia local. Uma ação prevista que deve contribuir com a economia é a articulação das contratadas com os órgãos representativos como o Sine e as associações comerciais e industriais da região.

"Mais uma vez, em um cenário de poucos investimentos no Brasil, a Vale empreende, investe em novos projetos. A nossa expectativa é por uma forte articulação entre as empresas contratadas, Sine e associações comerciais e o envolvimento delas também com o desenvolvimento da região, a fim de priorizar a contração de mão de obra e de produtos e serviços", diz o gerente executivo de Projetos, Carlos Miana.

Em Parauapebas - Projeto Gelado

Na Serra dos Carajás, o maior dos projetos previstos é o Gelado, recentemente aprovado pelo Conselho de Administração da empresa, mas que ainda aguarda a licença ambiental. Caso licenciado, as obras devem durar cerca de dois anos. No momento de maior volume de atividades, em 2020, a previsão é de que 1.500 pessoas estejam trabalhando.

O projeto orçado em US$ 428 milhões envolve a construção da estrada da Apinha, implantação de planta de concentração magnética e a recuperação do minério proveniente das barragens, reduzindo ao mesmo tempo a quantidade de rejeito nas estruturas e eliminando a necessidade de novas barragens.

Os dois outros projetos em Carajás, com investimentos previstos em US$ 184,5 milhões, demandarão cerca de 1 mil trabalhadores e consistem na montagem de equipamentos e estruturas na linha de produção do minério nas áreas de britagem e implantação de correias transportadoras.

Em Marabá – Projeto Salobo 3

O Conselho de Administração da Vale também aprovou o investimento de US$ 1,1 bilhão no projeto de cobre Salobo III, que compreende a segunda expansão da operação da maior operação de cobre da Vale no Brasil, desde que entrou em funcionamento em 2012, aumentando a capacidade de beneficiamento da unidade. O projeto engloba um terceiro concentrador e utilizará a infraestrutura existente. Conforme o pedido de licença, as obras devem durar três anos, sendo que, em 2020, no pico da construção 3.200 pessoas deverão estar trabalhando nas atividades. O projeto deve movimentar a economia local.

Abaixo, confira também alguns destaques do Balanço de Atuação da empresa no 3º trimestre em Parauapebas apresentado também na coletiva.

R$ 374 milhões em compras locais

R$ 111,9 milhões em arrecadação CFEM

R$ 8,5 milhões em ISS

16 mil empregos entre próprios e terceiros permanentes

830 jovens em formação pelos Programas Porta de Entrada

 

A Vale está investigando um princípio de incêndio registrado na tarde de ontem, sexta-feira (23) em um dos pátios da Mina do Sossego, em Canaã dos Carajás, o ocorrido assustou trabalhadores do local devido a grande quantidade de fumaça que se espalhou pelo ambiente de trabalho.

O local foi rapidamente desocupado devido ao barulho da sirene de alerta e homens do Corpo de Bombeiros da Vale foram acionados para conter as chamas e realizar outros procedimentos, a fim de evitar uma possível explosão.

Vídeos  foram divulgados nas redes sociais por trabalhadores que estavam no local do incidente e deixou a população de Canaã e região curiosa e preocupada com o ocorrido.

 Em nota a Vale esclarece que o principio de incêndio foi controlado e não houve feridos. Diz ainda que a causa do incêndio está sendo investigada.

A situação causou receio aos funcionários e deixou-os apreensivos em relação a segurança do projeto.

Veja nota:

A Vale informa que já foi debelado o princípio de incêndio ocorrido na oficina de manutenção da mina Sossego e que não deixou feridos. A Vale está apurando as circunstâncias da ocorrência.

A situação causou receio aos funcionários e deixou-os apreensivos em relação a segurança do projeto.

(Da redação)

 

O projeto Caravana nos Trilhos proporcionou um final de semana de muita informação e serviços nas comunidades de Palmares Sul, Bairro dos Minérios e Palmares II, em Parauapebas. Durante os três dias de programação,  mais de mil pessoas participaram das  oficinas de trabalhos manuais, com produção de caixa de presentes, biscuit em pote de vidro e pintura em tecido e também de artesania cerâmica, com as artesãs da Cooperativa Mulheres de Barro.

A iniciativa, que é promovida pela Vale, tem por objetivo reforçar informações sobre cuidados com a saúde, educação, convívio seguro com a ferrovia, que contou com um  bate-papo com o Maquinista Legal  da Estrada de Ferro Carajás (EFC).

Ariana e a filha Sarah participaram juntas de oficina de presilha.

Oficina de plantio de hortaliça, culinária alternativa e de produção de sabão a partir do reaproveitamento de óleo também foram ofertadas à comunidade. E ainda serviços de corte de cabelo, masculino e feminino, maquiagem e também designer de sobrancelhas. Ariana Maria Pires de Souza esteve na escola Fernando pessoa, no bairro dos minérios. Ela estava acompanhada dos três filhos. Na oficina de presilha, Ariana estava ao lado da filha, Sarah Pires de Souza, de 10 anos. "Aqui nós tivemos muitos aprendizados e eu vou colocar em prática".

De acordo com a analista de Relacionamento Institucional da Vale, Sercila Braz, segurança e prestação de serviços foram os destaques na programação. "Durante três dias nós trouxemos informação, principalmente sobre convívio seguro com a ferrovia. Além de várias oficinas  e recreação para a comunidade. Foi a primeira edição do projeto em Parauapebas", ressalta.

Serviços de maquiagem e corte de cabelo, masculino e feminino, durante o Caravana nos trilhos, em Parauapebas.

A presidente da Associação de Moradores do Bairro dos Minérios e de Vila Nova, Divanete Soares de Brito, destaca a importância da presença da empresa na comunidade. "Para a nossa comunidade foi maravilhoso e importantíssimo a presença da Vale, não só com o projeto Caravana nos Trilhos, mas também com vários projetos sociais que a empresa investe na nossa comunidade".

A primeira edição do projeto Caravana nos trilhos, em Parauapebas, contou com a parceria do Instituto Mix, da Associação dos Moradores da Agrovila Palmares Sul, Igreja Católica, Voluntários Vale e da Associação de Moradores do Residencial dos Minérios e Vila Nova I & II.

Brincadeiras divertiram a criançada durante a caravana. 

Sobre a Vale

No Pará, a Vale desenvolve suas principais atividades diversificadas de mineração, com produção de ferro, cobre, níquel e manganês, além da operação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que passa por 27 municípios entre o Pará e o Maranhão. Pela ferrovia são transportados minérios, grãos e combustível nos trens de carga e mais de 1.300 pessoas diariamente pelo único trem de passageiros do Estado.

Junto com a Fundação Vale, a empresa desenvolve projetos sociais, nas áreas de educação, saúde, geração de renda, empreendedorismo, entre outros, para mais de 50 comunidades localizadas às proximidades de suas operações no Pará.

A Vale ajuda a preservar 786 mil hectares de floresta nativa no Pará,  em apoio ao ICMBio. A empresa mantém, ainda, o Instituto Tecnológico Vale (ITV), com sede em Belém. Seu objetivo é buscar soluções inovadoras de médio e longo prazos, que possam melhorar o desempenho operacional da empresa em todas suas etapas, desde a mina até a entrega final do produto ao cliente. A intenção também é ajudar a gerar mudanças fundamentais nas estruturas de negócios da Vale, com respeito ao meio ambiente e às comunidades.

Para saber mais sobre a Vale, acesse o site www.vale.com

A Vale está com inscrições abertas para o Programa de Formação Profissional (trainee) em Operação de Mina. Serão 44 vagas para atuação na área operacional da empresa em Carajás. Os interessados devem se inscrever pelo site www.vale.com/oportunidades até 29 de novembro. Os candidatos às vagas precisam ser maiores de 21 anos, com ensino médio completo, residir em Parauapebas e possuir CNH categoria "D”. A seleção inclui também oportunidades para pessoas com deficiência.

O processo seletivo ocorrerá entre os meses de novembro/18 e janeiro/19, dividido em seis etapas, todas eliminatórias. As fases incluem prova online, entrevista coletiva, dinâmica de grupo, além da avaliação psicológica, avaliação de documentação e exames médicos. Todas as etapas do processo podem ser acompanhadas pelo site.

O Programa de Trainee integra os programas Porta de Entrada da Vale e tem como objetivo preparar jovens para o mercado de trabalho. Dividido em duas fases: teórica e prática. A primeira fase acontece no Senai durante três meses, e a segunda, na área operacional da Vale, com previsão de duração de um ano. O início da formação teórica dos trainees selecionados está previsto para a segunda quinzena de janeiro de 2019. Durante a fase prática, na Vale, os profissionais receberão uma bolsa no valor de cerca de R$ 1.550,00, e benefícios como  assistência médica, seguro de vida, transporte, vale alimentação, entre outros.

O que: Programa de Formação Profissional (Trainee) em Operação de Mina

Quando: até 29 de novembro de 2018

Quantidade de vagas: 44 vagas

Como se inscrever: www.vale.com/oportunidades

Sobre a Vale

No Pará, a Vale desenvolve suas principais atividades diversificadas de mineração, com produção de ferro, cobre, níquel e manganês, além da operação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que passa por 27 municípios entre o Pará e o Maranhão. Pela ferrovia são transportados minérios, grãos e combustível nos trens de carga e mais de 1.300 pessoas diariamente pelo único trem de passageiros do Estado.

Junto com a Fundação Vale, a empresa desenvolve projetos sociais, nas áreas de educação, saúde, geração de renda, empreendedorismo, entre outros, para mais de 50 comunidades localizadas às proximidades de suas operações no Pará.

A Vale ajuda a preservar 786 mil hectares de floresta nativa no Pará,  em apoio ao ICMBio. A empresa mantém, ainda, o Instituto Tecnológico Vale (ITV), com sede em Belém. Seu objetivo é buscar soluções inovadoras de médio e longo prazos, que possam melhorar o desempenho operacional da empresa em todas suas etapas, desde a mina até a entrega final do produto ao cliente. A intenção também é ajudar a gerar mudanças fundamentais nas estruturas de negócios da Vale, com respeito ao meio ambiente e às comunidades.

Para saber mais sobre a Vale, acesse o site www.vale.com.

 

A mineradora multinacional Vale assumiu em outubro — e segue sendo em novembro — a liderança nacional de maior exportadora do país. A informação foi levantada pelo Blog do Zé Dudu no portal do Ministério do Comércio Exterior (MDIC). No acumulado do ano, a poderosa empresa sediada no Rio de Janeiro, que explora no Pará e comercializa o produto paraense na China, superou a Bunge Alimentos e a Petrobras, que até então vinham se revezando no topo.

Dos 20 empreendimentos brasileiros que mais exportam, a Vale é titular de impressionantes quatro lugares, mas o MDIC, por questões de sigilo fiscal, não disponibiliza os valores transacionados por CNPJ. O 1º lugar nacional pertence ao conjunto das minas da Serra Norte de Carajás, em Parauapebas. Do complexo formado por N4E, N4W e N5, a Vale já retirou R$15,83 bilhões em recursos minerais, de acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM).

No 6º lugar brasileiro está a parque minero-industrial da Serra Sul, em Canaã dos Carajás, onde está instalada a mina de S11D, que, junto com a mina de cobre Sossego, já rendeu à Vale R$7,65 bilhões este ano. A multinacional também marca presença no 7º lugar, com operações portuárias em Vitória, capital do Espírito Santo.

Na 19ª colocação, está o projeto Salobo, no município de Marabá, de onde a Vale extrai minério de cobre. Este ano, já são R$4,43 bilhões saídos da Serra do Salobo em recursos minerais. No ranking do Ministério do Comércio Exterior, em posições mais abaixo, a multinacional estica seus tentáculos ainda por Curionópolis (Serra Leste), Canaã (Sossego), Ourilândia do Norte (Onça Puma) e Parauapebas (Mina do Azul).

O Blog cruzou números da balança comercial, registrados em dólar pelo MDIC, com os da ANM, contabilizados em real, e concluiu que a Vale já faturou do Pará, em todas as suas operações instaladas no estado, de janeiro até 10 de novembro, R$28,37 bilhões. Esse valor é muito maior que o arrecadado pelo Governo do Pará até o momento, de R$21,22 bilhões. Durante 2017, a Vale faturou do Pará R$30,98 bilhões, segundo a ANM, enquanto a arrecadação do Governo do Estado foi finalizada em R$23,12 bilhões, conforme aponta o Balanço Geral do Estado (BGE) de 2017.

O faturamento da Vale no Pará é mais que suficiente para pagar todas as despesas administrativas do Governo do Estado, mas, este ano, apenas 3,1% da arrecadação da mineradora com a lavra mineral em terras paraenses retornaram em forma de royalties.

Top 25 do Pará

Dos 25 empreendimentos paraenses mais rentáveis, nenhum tem sede na capital, Belém. Os municípios mineradores do complexo de Carajás — Parauapebas, Canaã, Marabá e Curionópolis — lideram e marcam presença cada um com dois CNPJs poderosos, assim como Barcarena, com sua megaindústria de transformação de alumínio.

Fora do circuito mineral, a cadeia de produção bovina domina com folga, marcando presença de Ananindeua a Tucumã. Também entra na lista uma unidade de comércio atacadista de soja, no oeste do Pará.

Veja a lista dos negócios mais lucrativos do Pará:

 

(Fonte Zé Dudu)

De hoje até domingo, o projeto Caravana nos Trilhos promove diversas atividades nas comunidades de Palmares Sul, Bairro dos Minérios e Palmares II, em Parauapebas.  A iniciativa, que é promovida pela Vale, tem por objetivo reforçar informações sobre cuidados com a saúde, convívio seguro com a ferrovia, oficinas de arte-educação, entre outras, além de atividades de lazer e de recreação com a garotada.

Lazer e informação sobre convívio seguro com a ferrovia durante a Caravana nos trilhos. 

Oficina de plantio de hortaliça, culinária alternativa e de produção de sabão a partir do reaproveitamento de óleo também são ofertadas à comunidade.Na manhã de hoje, a Caravana nos Trilhos chega a Palmares Sul. O projeto foi realizado no espaço de eventos da Igreja Católica até às 12h. Foram ofertadas oficinas de trabalhos manuais, com produção de caixa de presentes, biscuit em pote de vidro e pintura em tecido e também de artesania cerâmica, com as artesãs da Cooperativa Mulheres de Barro.

Na programação, destaque para uma experiência sensorial por meio da realidade virtual. Um vídeo que leva crianças e adultos à Estrada de Ferro Carajás e ao Porto de Ponta da Madeira. Outro destaque foi o momento de bate-papo sobre convívio seguro com a ferrovia com o Maquinista Legal da Estrada de Ferro Carajás (EFC). Ainda na linha da segurança, haverá uma roda de conversa com um bombeiro sobre segurança no lar e primeiros socorros.

Lazer e recreação estão garantidos para a garotada, com pula-pula, brinquedos infláveis, pintura lúdica na pele e mini gincana.

Amanhã (17/11), a Caravana vai até o Residencial dos Minérios, na escola Fernando Pessoa. Já no domingo, dia 18, as atividades serão realizadas na Escola Municipal Oziel Alves Pereira, na Palmares II. A programação conta com a parceria do Instituto Mix, que realizará corte de cabelo, masculino e feminino, maquiagem e também designer de sobrancelhas. A Associação dos Moradores da Agrovila Palmares Sul, Igreja Católica, Voluntários Vale e a Associação de Moradores do Residencial dos Minérios e Vila Nova I & II também são parceiros do projeto.

Crianças participam de oficina com as artesãs da Cooperativa Mulheres de Barro.

Sobre a Vale

No Pará, a Vale desenvolve suas principais atividades diversificadas de mineração, com produção de ferro, cobre, níquel e manganês, além da operação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que passa por 27 municípios entre o Pará e o Maranhão. Pela ferrovia são transportados minérios, grãos e combustível nos trens de carga e mais de 1.300 pessoas diariamente pelo único trem de passageiros do Estado.

Junto com a Fundação Vale, a empresa desenvolve projetos sociais, nas áreas de educação, saúde, geração de renda, empreendedorismo, entre outros, para mais de 50 comunidades localizadas às proximidades de suas operações no Pará.

A Vale ajuda a preservar 786 mil hectares de floresta nativa no Pará,  em apoio ao ICMBio. A empresa mantém, ainda, o Instituto Tecnológico Vale (ITV), com sede em Belém. Seu objetivo é buscar soluções inovadoras de médio e longo prazos, que possam melhorar o desempenho operacional da empresa em todas suas etapas, desde a mina até a entrega final do produto ao cliente. A intenção também é ajudar a gerar mudanças fundamentais nas estruturas de negócios da Vale, com respeito ao meio ambiente e às comunidades.

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