Estimular o gosto pela leitura é uma tarefa e tanto. O prazer de ler livros está em 10º lugar no gosto dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Pró-Livro. Fica atrás de outras preferências como assistir televisão, escutar música ou rádio, usar a internet, ficar com amigos e família ou usar WhatsApp e Facebook. Mas, um personagem pode revelar a senha para este novo mundo do conhecimento e da imaginação proporcionada pelos livros: os agentes das bibliotecas escolares.

Em Canaã, a rede de bibliotecas das escolas municipais e a sala de leitura da Casa da Cultura terão profissionais de educação ainda mais preparados para esse papel. A Fundação Vale, em parceria com a secretaria de Educação, trouxe para o município o projeto Rotas e Redes Literárias. O objetivo principal é ampliar o acesso ao livro literário e o número de leitores por meio da formação dos profissionais de educação como mediadores de leitura, além do fortalecimento de uma rede leitora na região.

Formação e doação de livros

O projeto conta com a consultoria e experiência do Instituto de Arte Tear.  Na formação, 40 educadores participarão de encontros mensais até outubro por meio de oficinas participativas, que fortalecem e fazem ampliar o interesse pela leitura com uso de diferentes linguagens da arte (contação de histórias, teatro, dança, música, artes visuais e artemidias). Além disso, serão doados livros para 21 escolas de Canaã, em complementação ao acervo existente.

Vantagens da leitura

A pesquisa do Instituto Pró-livro apontou ainda o quê a leitura significa para os que leem. A leitura traz conhecimento, traz atualização e crescimento profissional, ensina a viver melhor entre outros tantos ganhos foram alguns dos principais ganhos citados. 

(Assessoria de Comunicação Vale)

Cerca de 150 professores da rede municipal de ensino participaram na manhã do último sábado, 11, no auditório do Espaço Valer, da formação que encerrou a segunda etapa de encontros do Circuito Mineração nas Escolas.

Marcaram presença docentes das disciplinas de História, Geografia e Ciências, dos 3º e 4º ciclos do ensino fundamental.O projeto é realizado por meio de parceria firmada entre a Prefeitura de Parauapebas, via Secretaria de Educação (Semed), e a mineradora multinacional Vale.

Nesta terceira e última etapa das formações, o tema foi “Sustentabilidade: Inclusão Profissional no Mercado de Trabalho”. Durante o encontro, os educadores conheceram as profissões mais demandadas pela mineradora Vale e as oportunidades ofertadas às pessoas com deficiência (PcD). 

A gerente de Recursos Humanos da empresa, Carmene Abreu, discorreu sobre oportunidades e empregos na mineração. E Gildiney Sales, gerente executivo de Operações, compartilhou sua experiência inclusiva. “Temos muitas iniciativas de inclusão de profissionais com deficiência na mineração. Atualmente, estamos no meio de uma formação de aprendizes PcDs em mecânica”, informou Carmene.

Para Valdelice Cardoso, coordenadora pedagógica dos 3º e 4º ciclos da Semed, a reflexão sobre a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho deve ser constante, principalmente entre os educadores. “Hoje, a rede municipal de ensino possui mais de 700 alunos com algum tipo de deficiência. Só nos nonos anos temos 119. São estudantes que, em breve, precisarão ser inseridos no mercado de trabalho”.

O professor Rodrigo Mota, que leciona Geografia na Escola Antônio Matos, garantiu que as formações e outras atividades do Circuito tornaram suas aulas mais dinâmicas e interessantes. “Recebemos materiais que podemos usar com os alunos, participamos de formações e levamos os alunos para aulas de campo na mina. Tudo isso proporcionou a eles conhecimentos mais aprofundados sobre a região onde vivem”, observou.

48 MIL ALUNOS ALCANÇADOS

O projeto “Circuito Mineração nas Escolas” foi implantado em Parauapebas em 2014 com o objetivo de aproximar e trazer novos conhecimentos sobre a mineração e sua aplicabilidade. Desde então, mais de 48 mil estudantes foram alcançados pelas diversas ações do circuito.

Segundo Margarida de Queiroz, coordenadora de Ciências dos 3º e 4º ciclos da Semed, o projeto tem ajudado os alunos e professores a compreenderem melhor a principal atividade econômica do município. “Por meio dele, os estudantes têm a oportunidade de vislumbrar de perto parte do processo de extração mineral, conhecer mais sobre a empresa e refletir sobre os impactos positivos e negativos vinculados à indústria extrativa.”

 (ASCOM-PMP/Texto e fotos: Messania Cardoso)

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (08) a mineradora Vale apresentou os resultados obtidos pela empresa durante este segundo trimestre de 2018. Uma das pautas levantadas durante as entrevistas foi o start na utilização do Centro Cultural Parauapebas, inaugurado dia 09 de dezembro de 2017 e que ainda não foi aberto para realização de eventos culturais do município.

A demora na entrega deste espaço garantiu diversas discussões entre representantes dos segmentos culturais de Parauapebas, assim como também, de membros do conselho municipal de cultura, uma vez que o espaço foi construído através de determinação judicial, e mesmo depois de ter sido inaugurado, o Centro ainda não foi disponibilizado para o publico e nem para os agentes culturais da cidade.

O Centro Cultural Parauapebas, que até o momento ainda encontra-se sobre gerencia apenas da mineradora Vale, localiza-se, bairro Apoema/loteamento Alvorá, atrás do Partage Shopping. Durante a coletiva, foi informado que a Vale iria assinar o convenio de administração compartilhada com a prefeitura municipal hoje, sexta-feira (10).  

João Coral, gerente do setor de sustentabilidade da Vale, explica que o Centro de Cultura de Parauapebas terá gestão compartilhada entre Vale e prefeitura através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e sociedade, representada pelo Conselho Municipal de Cultura. Onde a empresa ficará responsável pela gestão administrativa, no tocante ao custeio do Centro e a Prefeitura, pela lotação de profissionais especializados, no quadro de funcionários. “As programações de eventos serão construídas a partir da agenda cultural, planejada anualmente em conjunto com a prefeitura, onde primaremos pela iniciativa da sociedade”, explicou.

Uma programação agendada para o final deste mês de agosto prevê o start nas da utilização do novo Centro de Cultura. Trata-se da IV Mostra de Dança de Parauapebas que será realizada entre os dias 20 a 23 de agosto, onde serão ministradas palestras e cursos sobre Balé. O evento contará com a palestrante Mariana Moraes, bailarina internacional  de dança moderna e contemporânea Lamondance (Canadá).

Cartaz do evento que será realizado no Centro Cultural Parauapebas.

As inscrições para as oficinas irão começar na próxima segunda-feira, 13, e vão até sexta-feira, 17. As vagas são limitadas. Podem se inscrever interessados a partir de 10 anos de idade, pelo site https://sites.google.com/view/secult/p%C3%A1gina-inicial. 

 

(Da redação)

A Vale divulgou na manhã desta quarta-feira (08) o balanço das atuações da empresa em Parauapebas durante o 2º trimestre de 2018. O balanço abrange as áreas social, ambiental e  econômica,  e mostram ainda um crescimento positivo de 20,24% em contratação de mão-de-obra do município, se comparado ao 1º trimestre deste mesmo ano.


De acordo com o balanço, houve um crescimento no número de colaboradores próprios e terceirizados da empresa, residentes em Parauapebas passando de 14.000 (quatorze mil) para 16.834 (dezesseis mil oitocentos e trinta e quatro), um total de 2. 834 funcionários a mais que no trimestre anterior.


De acordo com o Diretor do Corredor Norte, Antônio Padovezi, os números de fechamento do trimestre são positivos. “É uma evolução em todos os sentidos, com maior recolhimento de impostos para a cidade e uma maior oferta de empregos, além de avanços nos projetos socioeconômicos, pois somam diversidade à economia local”, explica o diretor.
No que tange o estado, os números também apresentam crescimento, com um salto de 24.754 (vinte e quatro mil setecentos e cinquenta e quatro mil) para 25.489 (vinte e cinco mil quatrocentos e oitenta e nove) empregados.


Outro número apresentado pelo balanço mostra um aumento no valor de compra da empresa dentro de Parauapebas, ou seja, adquiriu de fornecedores com matriz ou filial no município, passando de R$ 331 milhões para R$ 404 milhões. 73 milhões a mais que no primeiro trimestre, além do aumento no número de arrecadação em Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), com R$ 20 milhões a mais. Houve apenas uma queda no repasse de ISS - Imposto Sobre Serviços, de milhões R$ 9,9 para R$ 8,1 milhões no mesmo período.


Ainda de acordo com balanço a Vale irá investir mais R$ 4,2 milhões em projetos sociais até o final do ano em 57 iniciativas, 14 comunidades e 33 projetos voltados à geração de emprego e renda e apoio a Agricultura Familiar. Também está previsto  a assinatura de um convênio entre Prefeitura e Vale que tratará da liberação do Centro Cultural do Município.


De acordo com o Gerente Regional de Sustentabilidade do Corredor  Norte, João Coral, a administração do Centro Cultural será compartilhada. “A Vale fará toda a gestão administrativa e o custeio do centro, e a prefeitura se encarregará dos profissionais especializados, para que nós possamos operar as atrações culturais a partir de uma agenda a ser construída  conjuntamente entre Vale e o município”, Explica João.

De acordo com o Diretor do Corredor Norte, Antônio Padovezi, os números de fechamento do trimestre são positivos.

 

De acordo com o Gerente Regional de Sustentabilidade do Corredor  Norte, João Coral, a administração do Centro Cultural será compartilhada.

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

O estado do Pará pode entrar na justiça para exigir que o Governo Federal destine parte dos recursos da renovação da concessão da Ferrovia Carajás ao projeto da Ferrovia Paraense.

A afirmação foi feita pelo governador Simão Jatene ao final da audiência pública que debateu no Senado Federal nesta terça-feira, 7, o destino de um fundo bilionário que a Companhia Vale terá de repassar ao Governo Federal. Os recursos, cerca de R$ 4 bilhões, se referem à contrapartida para a Vale manter por mais 30 anos a concessão da Estrada de Ferro Carajás.

As informações iniciais davam conta que o mercado estimava em R$ 10 bilhões a renovação da Ferrovia Carajás. Entretanto, no início de julho, o Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos do Governo (PPI), definiu como contrapartida para a Vale o repasse de apenas R$ 4 bilhões para a construção de um trecho de quase 400 quilômetros da FICO (Ferrovia de Integração do Centro-Oeste), entre os municípios de Campinorte, Goiás e Água Boa, Mato Grosso). A Vale, portanto, investiria os R$ 4 bilhões e teria a renovação da concessão da Ferrovia Vitória/Minas e da Estrada de Ferro Carajás.

O estado do Pará pensa diferente e pede que parte desses recursos ajude na construção da Ferrovia Paraense (Fepasa).

Convocada pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), a audiência pública reuniu os maiores interessados no assunto: os representantes do governo federal e do estado do Pará, além de parlamentares dos estados do Pará, Mato Grosso e Espírito Santo. O governador Simão Jatene participou da audiência, ao lado do ministro dos Transportes, Valter Casimiro.

Nenhum membro da diretoria da Vale compareceu à audiência. A empresa também não mandou representantes.

Na audiência, os representantes do governo federal reafirmaram a ideia de usar os recursos da Vale para a construção da estrada de ferro matogrossense.

Uma das dúvidas levantada pelo governador Simão Jatene é quanto à transparência do processo de renovação de concessão. Segundo ele, “o governo federal, antes, dizia que não tinha estudos sobre a utilização dos recursos e agora, durante a audiência, afirma que já sabe até o valor dos recursos (R$ 4 bilhões)”. “Precisamos de mais transparência nessa relação, nesses estudos e projetos, pois o nosso projeto, da Ferrovia Paraense, está pronto, é rentável e viável”, disse o governador.

Ferrovia Paraense

Fábio Lúcio Costa, presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), disse que “debates esclarecedores como esse reforçam a ideia que a Ferrovia Paraense é extremamente importante para o Brasil”. Na audiência, um histórico do projeto da Ferrovia Paraense também foi apresentado, demonstrando sua importância na geração de empregos no Pará e em todo o país.

Veja também:  Segurança da Vale rechaça nova invasão à Fazenda Bocaina

Antes do fim da audiência, a Associação Comercial do Pará encaminhou ofício ao presidente do Senado Federal, senador Eunício Oliveira, manifestando total apoio ao projeto da Ferrovia Paraense e exigindo que o governo federal revise a medida provisória 845/2018, que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário.

Ao longo dos seus 1.319 km de extensão, a ferrovia vai passar por 23 municípios do Pará, integrando a porção leste do Estado de norte a sul. Os vagões da ferrovia terão uma capacidade para transportar até 170 milhões de toneladas por ano.

Com o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental aprovado, o empreendimento está em fase de conclusão para o seu licenciamento ambiental e já tem nove compromissos de carga de empresas interessadas em transportar sua produção pela ferrovia. Inclusive, o BNDES já manifestou interesse em financiar parte do projeto e duas empresas chinesas, uma russa e uma espanhola já conversaram com o governo paraense para participar da licitação do projeto.

Antes de encerrar a audiência pública, o governador Simão Jatene entregou ao Ministro dos Transportes, Valter Casimiro uma cópia do estudo ambiental.

Além de sua relevância ao Estado do Pará, a ferrovia também será importante para o Brasil. Viabilizará importantes projetos minerários no sul do Pará, permitirá o escoamento da produção paraense e mato-grossense de grãos e, com a construção de um tramo de 58 km, ligando Açailândia (MA) à Rondon do Pará (PA), atingirá de forma mais econômica o objetivo de conectar a ferrovia Norte-Sul aos portos paraenses.

Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário

No último dia 20 de julho, o governo federal encaminhou ao Congresso a medida provisória (MPV 845/2018) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário.

O fundo funcionará por cinco anos e terá como objetivo ampliar a capacidade logística do Sistema Ferroviário Nacional. No texto, o governo defende que os recursos do Fundo serão aplicados prioritariamente na ligação do Complexo Portuário de Vila do Conde/Estado do Pará à EF-151 (Ferrovia Norte-Sul). Diz ainda que os investimentos terão início no município de Barcarena (PA).

Os recursos repassados ao fundo deverão vir do leilão de um trecho da Ferrovia Norte-Sul. A expectativa do governo é que o trecho seja licitado ainda este ano e deverá gerar um bônus no valor de R$ 1,097 bilhão, com a possibilidade de ser maior se houver disputa no leilão.
(Fonte: Zé Dudu)

Será realizada nesta terça-feira, 7/8, às 14h, na Casa da Cultura palestra com o tema "Outros olhares sobre fotografia". A proposta do fotógrafo Cyro José é provocar uma reflexão sobre a necessidade de se treinar o olhar para enxergar aquilo que, muitas vezes, parece invisível. Um pouco dessa técnica estará na exposição do "Pixel ao Pincel", que está aberta ao público desde de hoje.

Nos dias 8 e 9, também haverá oficina teórica e prática sobre Composição Fotográfica - O exercício do Olhar no desenvolvimento da percepção. Durante o curso, os alunos poderão compreender melhor a organização dos elementos, de forma harmoniosa, dentro da área a ser fotografada, envolvendo a captura de cenários da natureza e expressões culturais. A oficina é gratuita e será realizada das 08h às 12h e das 14h às 18h. É necessário possuir aparelho de celular com câmera.

Detalhe da Lagarta GMogol

A programação é uma iniciativa da Fundação Vale com patrocínio Vale e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.

(Comunicação- Vale)

O visitante do Parque Zoobotânico Vale pode conferir, até 5 de agosto, uma nova exposição e conhecer mais sobre os programas ambientais executados pela Vale, atendendo ao licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para suas operações em Carajás. A iniciativa faz parte das atividades pelo Dia Internacional de Proteção às Floretas, comemorado neste mês. Entre as ações, informações, por exemplo, sobre a manutenção de aceiros, que é uma faixa sem vegetação dividindo duas áreas, que impede a propagação do fogo e facilita o acesso de equipes de combate a incêndios florestais. A exposição segue com visitação, de quarta a domingo, das 10 às 16h.

Painéis trazem informações sobre iniciativas que contribuem para a conservação da Flona

 

Os painéis trazem ainda informações sobre as atividades voltadas para a qualidade dos recursos hídricos e o tratamento de efluentes, monitoramento de ruído e vibração para manutenção dentro dos padrões legais exigidos, a gestão e o plano de manejo para o uso de recurso naturais dentro da área de floresta. Também é possível conferir o trabalho de coleta de sementes e produção de mudas, e como é feita a conservação e pesquisa sobre as espécies de flora. A exposição traz também dados sobre a gestão dos resíduos gerados durante as operações em Carajás.

 (ASCOM- VALE)

As mãos do produtor rural Marcílio Machado Farias envolvem o maracujá novinho. São os primeiros frutos da colheita em seu pomar. Na propriedade do agricultor familiar tem também acerola e goiaba. Tudo produzido aqui em Parauapebas. Ele e outros 47 trabalhadores do campo participam de projeto de fruticultura, que conta com o apoio da Vale e Fundação Vale. A técnica adotada no plantio permite um revezamento com outras culturas como o milho, e desta forma, favorece também a geração de renda o ano inteiro.

O projeto, desenvolvido em parceria com as associações, capacita o produtor a adotar um consórcio de cultivos ao longo do ano em área de até um hectare. São, no mínimo, duas espécies de fruta, uma com produção de curto prazo e outra de médio prazo, intercalada com outras culturas como milho, quiabo, maxixe, pepino, abóbora entre outros.

A ação abrange as comunidades de Palmares Sul, Palmares II, APA do Gelado e Paulo Fonteles, por meio da iniciativa de suas associações de produtores. O presidente da Associação Rural (Assopar), na Palmares II, Luís dos Santos Ferreiras, irmão Luís como é conhecido na comunidade, destaca a importância destas parcerias para a comunidade. "O agricultor precisa de subsídio para trabalhar na terra e de lá tirar o seu sustento e contribuir com a cidade também. Porque a cidade depende do campo para fazer com que os alimentos cheguem mais baratos na mesa do consumidor", destaca.

"A Vale investe na articulação de parcerias estratégicas a partir do diálogo com comunidades, no levantamento de necessidades coletivas, observando vocações e potenciais produtivos locais e que tenham como propósito promover a diversificação econômica. Entendemos que incentivar e apoiar projetos voltados para Agricultura familiar na região reforçam o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável", explica o gerente-executivo de Sustentabilidade da Vale, João Coral.

Sistema de irrigação possibilitou o cultivo de banana, goiaba e manga na propriedade do Sr. Joaquim

O seu Joaquim de Souza Moura é um dos produtores beneficiados pelo projeto de fruticultura. Há 10 anos ele não tinha água na sua terra. E agora, com um sistema de irrigação disponível, ele cultiva banana, goiaba e manga. "Se não fosse esse projeto talvez eu tivesse que sair da terra, porque não tinha água aqui, nem poço artesiano. E esse projeto me trouxe, além da água, esse plantio que eu vou sobreviver".

Um total de 33 novos pomares foram implantados e 15 produtores que já possuíam pomares receberam assistência técnica para melhorar a produção. Ao longo deste ano, a empresa deve assinar novos convênios com associações de produtores de Parauapebas. Entre os projetos está a instalação de uma fábrica de produção de polpas em Palmares II. A iniciativa é um sonho antigo dos produtores da região que, desde 2017, são atendidos pelo projeto de fruticultura.

(ASCOM-Vale)

O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) divulgou um boletim da economia mineral do Pará no período de janeiro a junho de 2018. Com relação à exportação mineral, o Pará exportou no período 92,5 mil toneladas de minérios, ultrapassando o estado de Minas Gerais, que comercializou 69,2 mil toneladas de minérios. 

Dos US$ 7,123 bilhões em exportações totais do Pará no mesmo período, as indústrias de mineração e de transformação mineral respondem por 87,8% desse valor. Juntas, exportaram US$ 6,251 bilhões.O Pará representou 44,3% das exportações do Brasil, na indústria da mineração, e 77% das exportações totais do estado. 

Os principais produtos exportados pela indústria de mineração do Pará foram ferro, gerando um lucro de US$ 3, 982 bilhões ou 72,7%, seguido de cobre (US$ 937 milhões), bauxita (US$ 111 milhões), níquel (US$ 103 milhões), manganês (US$ 95 milhões), caulim (US$ 87 milhões), ouro (US$ 60 milhões) e silício (US$ 43 milhões).

“O Pará, com este resultado, torna-se o maior estado minerador do Brasil, ultrapassando Minas Gerais. O Pará tem um potencial enorme para se tornar um dos maiores centros mineradores do mundo. Então, temos que mostrar para esse mesmo mundo, que aqui na Amazônia se faz a mineração mais moderna do planeta, em termos de equipamentos e processos ambientais, com respeito ao meio ambiente e às comunidades”, avalia o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior.

A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), no primeiro semestre, foi de R$ 530 milhões. Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá foram os municípios que mais receberam royalties provenientes da indústria de mineração. Parauapebas recebeu 54,3% de royalties, representando R$ 287 milhões.

Já Canaã teve um crescimento de 335% na participação, em relação ao mesmo período do ano passado, representando 22,7%. Os outros municípios ficaram bem abaixo, entre 3 e 2%, entrando neste roll Oriximiná, Paragominas, Curionópolis e Terra Santa.

(Fonte: Diário do Pará)

O presidente Michel Temer retornou ligação, no final da tarde desta quinta-feira (5), ao governador Simão Jatene e já colocou as áreas técnicas do Governo do Estado e da Presidência da República em contato para tratar de mais detalhes sobre o projeto da Ferrovia Paraense. Uma reunião em Brasília, na próxima semana, foi agendada para tratar do tema.

Durante a longa ligação, Jatene expôs ao presidente Michel Temer o posicionamento contrário do Estado à decisão do Governo Federal de exigir, como contrapartida para a renovação da concessão de uso da Ferrovia Carajás, a construção de uma ferrovia no Centro-Oeste do país. O assunto foi bastante noticiado na imprensa paraense, obteve repercussão nas redes sociais e foi tema de posicionamento do próprio governador do Estado ainda ontem, inclusive acionando a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para estudar medidas judiciais cabíveis para impedir “mais essa injustiça contra o Estado”, que seria “inadequada, inoportuna e ilegal”, conforme classificou Jatene.

O governador também expôs ao presidente que a sugestão de se viabilizar um trecho da Ferrovia Norte-Sul, ligando Açailândia, no Maranhão, a Barcarena, no Pará, apenas representaria ao Estado a condição de “mero corredor de exportação”, não contribuindo para dinamizar a economia, acelerar o desenvolvimento, atrair investimentos e integrar o Pará. "O projeto da Norte-Sul marginaliza e prejudica a região sudeste do Estado da possibilidade do processo de intensificação desenvolvimento que temos com a Ferrovia Paraense", destacou Jatene.

O governador lembrou então o presidente Michel Temer, do projeto da Ferrovia Paraense, que tem estudos técnicos concluídos e é bem avaliado pelo mercado, inclusive já contando com compromisso de carga. A Ferrovia Paraense, inclusive, recebeu destaque em estudos de mercado realizados pela SCI Verkehr GmbH, reputada empresa de consultoria em logística, com sede na Alemanha. 

Michel Temer, solícito, colocou a área técnica de logística da Presidência da República em contato com a área técnica do Governo do Estado para obter mais detalhes do projeto, que estão sendo repassados. Já foi definida uma reunião, em Brasília, na próxima semana, para tratar do tema. “Temos a expectativa de que o posicionamento de defesa dos reais interesses do Estado, de desenvolver o Pará através da integração, da atração de investimentos e geração de empregos e desenvolvimento das diferentes regiões do Estado prevaleça, sempre com bom senso e sem oportunismo”, destacou Simão Jatene.

Pronunciamento contundente – Ontem (4), o governador Simão Jatene postou nas redes sociais, posicionamento contrário à definição de levar para outras regiões um possível investimento que deveria ser realizado no próprio Estado. REVEJA AQUI A MATÉRIA E O VIDEO

“A Ferrovia de Carajás tem seu maior trecho em território paraense e só existe para exportar minérios extraídos do Pará. Se alguma compensação deve existir, e, se ela deve beneficiar os brasileiros, que sejam beneficiados primeiramente os brasileiros que nasceram ou vivem no Pará”, afirmou Jatene.

Nesta quinta-feira (5), Jatene voltou a abordar o assunto durante pronunciamento em solenidade de entrega de viaturas e equipamentos para reforçar a segurança em todo o Estado. O governador paraense repudiou a sugestão de se compensar de outra forma, que seria a viabilização do trecho norte da Ferrovia Norte-Sul, ligando Açailândia, no Maranhão, a Barcarena, no Pará. “Isso poderia até fazer algum sentido se o Pará não estivesse há três anos com um projeto que foi feito pelas maiores autoridades deste país em ferrovia e que serve efetivamente ao Pará. A Norte-Sul já foi discutida muitas vezes, mas não teve adesão, não atende aos interesses do Estado. Esse Estado tem agora uma oportunidade impar. Não basta dizer que não quer a ferrovia lá no Centro-Oeste. Também não basta substituir por uma que parcialmente atende ao Estado. Temos a chance de fazer a defesa correta, que é a defesa uma ferrovia nossa, no solo paraense, que vai do sul do Estado ate Barcarena, integrando nosso Estado e com isso respondemos aos interesses da sociedade”, disse Jatene durante seu pronunciamento.

Movimentação jurídica – Também nesta quinta-feira (5), a Procuradoria-Geral do Estado protocolou requerimento junto à Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) solicitando cópia integral do processo em que teria ocorrido a decisão de ser renovada a concessão da Ferrovia Carajás para a mineradora Vale, em troca do contrato de construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico). No entanto, a ANTT pediu 20 dias, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), para entregar a cópia do processo alegando que ainda faltam laudos e documentos para dar consistência à decisão já anunciada, sem o suporte e a documentação necessária.

(Por Governo do Estado do Pará)

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