Na última semana, 20 jovens com deficiência, que ingressaram no programa Jovem Aprendiz da Vale em fevereiro deste ano, tiveram uma aula especial. Eles participaram de rodas de conversa com os gestores da empresa, que atuam nas áreas que os receberão no início do segundo semestre.

A gerente de Recursos Humanos da Vale no Pará, Carmene Abreu, explica que este momento com futuros gestores foi um dos diferenciais previstos para a formação desses jovens. "Nós avaliamos que seria positivo para o processo de adaptação deles. Nós dividimos os jovens de acordo com a área de atuação e eles tiveram a oportunidade de conversa e conhecer um pouco mais sobre a fase prática da formação, que deve iniciar a partir de agosto", explica.

Caique das Chagas Soares, de 23 anos, gostou da iniciativa. "A gente fica muito ansioso e esse contato ajudou e esclareceu bastante. Eles nos explicaram como vai funcionar a nossa atividade e esse diálogo foi muito importante, porque a gente já vai chegar na área, sabendo o que ele vai cobrar e de como vai funcionar a nossa formação lá", destacou.

Jovens aprendizes com deficiência conheceram gestores das áreas que atuarão na fase prática da formação

O programa é desenvolvido pela Vale em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Os jovens estão recebendo qualificação na área de Mecânica e Elétrica. A partir de agosto eles iniciarão a fase prática, nas áreas operacionais da Vale, no Complexo de Carajás e na mina do Salobo, onde poderão vivenciar a rotina de trabalho e os conteúdos vistos em sala de aula.

(Assessoria de Comunicação-Vale)

 

 

Moradores da área de risco do linhão que corta o Bairro Tropical e Ipiranga voltaram se manifestar sobre a questão de moradia. Os protestos começaram no sábado (17) com fechamento da ferrovia. Na tarde deste domingo (18) os manifestantes interditaram a Portaria da Floresta Nacional de Carajás impedindo assim o acesso às minas. Em setembro do ano passado, os moradores se manifestaram pressionado a Prefeitura Municipal de Parauapebas para entrar em acordo com a mineradora Vale sobre a desocupação da área, que atualmente é de posse da Vale. A moradora Jucilene Pereira de Souza diz que só estão em manifestação porque a mineradora tem em mãos uma liminar que segura a ordem de despejo para o próximo mês de março. “Nós não temos para onde ir, se tivéssemos um lugar melhor nós não estaríamos ali porque sabemos que é uma área de risco”, pontua a moradora. De acordo com a moradora, em reuniões da primeira manifestação, ficou acordado que a Vale iria remanejar o linhão para outro lugar, mas que a prefeitura não quis entrar em acordo para resolver o impasse. “Queremos uma casa, um lote ou uma indenização do que já gastamos ali. Sentimos muitos choques, principalmente quando começa o período chuvoso que trovões e raios”, alega Jucilene. De acordo com os próprios moradores, não há previsão para a saída do local, alguns deles levaram colchonetes e barracas e até mesmo refeição foi preparada nas imediações da Portaria

 

Stéfani Ribeiro

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