O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), já anunciou 16 ministros para compor sua Esplanada no novo governo, que terá início em 1º de janeiro de 2019. A previsão é que nos próximos dias mais nomes sejam definidos. 

A proposta inicial, defendida na campanha eleitoral, era de que o governo teria só 15 ministérios. Agora, o número deve chegar a 20. A composição completa deve ser definida até as primeiras semanas de dezembro.

Há uma expectativa de que o ministro do Meio Ambiente seja anunciado esta 4ª feira (28.nov.2018). No plano inicial do presidente eleito, a pasta seria fundida com a da Agricultura, mas deve continuar como 1 ministério separado.

Outro nome que pode ser anunciado em breve é do ministro de Minas e Energia. Quatro nomes são cotados: Adriano Pires, Jaime Martins, Paulo Pedrosa e 1 ainda não divulgado por Bolsonaro.

Na 3ª feira (27.nov.2018), Bolsonaro confirmou pelo Twitter o nome de Tarcísio Gomes de Freitas como ministro de Infraestrutura de seu governo.

Em entrevista, o presidente disse que o Banco Central e a Advocacia Geral da União deverão se manter com status de ministério. Segundo Bolsonaro, o BC se manterá assim até que se torne independente.

Além disso, Bolsonaro, deverá criar o Ministério de Desenvolvimento Regionalpor meio da fusão dos ministérios de Cidades e Integração Nacional.

Eis os nomes que já foram anunciados:

Paulo Guedes (Economia);
Onyx Lorenzoni (Casa Civil);
Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública);
general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional);
Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia);
Tereza Cristina (Agricultura);
general Fernando Azevedo e Silva (Defesa);
Ernesto Araújo (Relações Exteriores);
Wagner Rosário (Controladoria Geral da União);
Luiz Henrique Mandetta (Saúde);
Roberto Campos Neto (Banco Central)
Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência);
Ricardo Vélez Rodríguez (Educação);
André Luiz de Almeida Mendonça (AGU);
general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo);
Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura)

Fonte: Poder 360 

 

O ministro que coordena a transição de governo e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quarta-feira (14) que o "martelo está batido" para a criação do "Ministério da Cidadania" no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Em entrevista à Rádio Gaúcha, Lorenzoni explicou que a nova pasta cuidará das áreas de desenvolvimento social, direitos humanos e políticas de combate às drogas – atualmente o governo federal tem o ministério do Desenvolvimento Social e o ministério dos Direitos Humanos.

Lorenzoni declarou na entrevista que parte do Ministério do Trabalho poderá ficar com a nova estrutura, mas que o modelo será analisado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro.

"O Ministério do Trabalho ficará junto com a 'produção' ou vai para um outro ministério chamado de Cidadania, que aí tem lá o Desenvolvimento Social, os Direitos Humanos", disse o ministro.

"Esse martelo está batido... Ele vai cuidar dos direitos humanos, do desenvolvimento social e vai trazer a Senad [Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas]... E ele vem para trabalhar com recuperação de drogados", completou.

Nas discussões sobre a estrutura do novo governo, chegou a se especular a fusão das pastas de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social sob o nome de Ministério da Família, com o senador Magno Malta (PR-ES) entre os cotados para ser ministro.

A pasta do Desenvolvimento Social, por exemplo, é responsável pelo programa Bolsa Família e por outras iniciativas na área social, como os programas Progredir e Criança Feliz.

Ministério do Trabalho

Nesta terça (13), Bolsonaro afirmou em entrevista em Brasília que o Ministério do Trabalho manterá o "status" ministerial, reunido com outras áreas.

"Vai ser ministério disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto, está certo? O que vale é o status", disse o presidente eleito.

Questionado sobre a declaração, Lorenzoni explicou que Bolsonaro recebeu "dois desenhos" de estrutura para toda a Esplanada, o que ainda está em análise. Nos dois modelos a atual estrutura do Trabalho terá funções divididas.

Segundo o ministro, a futura pasta da Cidadania pode absorver parte das funções do Ministério do Trabalho.

"A parte da Secretaria de Políticas Públicas para Emprego e outras que estão conectadas a essa área podem ir para aí [Cidadania]", disse Lorenzoni.

A área responsável pela concessão de cartas sindicais poderá ser deslocada para o Ministério da Justiça, cujo titular será o juiz federal Sérgio Moro. Bolsonaro ainda não tomou a decisão.

"Num dos desenhos propostos, mas que ele [Bolsonaro] ainda não bateu o martelo, a concessão das cartas sindicais está prevista ir para o Ministério da Justiça, para as mãos do doutor Mouro, porque é um foco permanente de corrupção", declarou Lorenzoni.

Produção

Lorenzoni também comentou a possibilidade de um governo ter um ministério da "Produção", que poderá absorver parte das atuais funções do Ministério do Trabalho.

Segundo ele, esse novo ministério herdaria parte das atribuições do atual Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A futura pasta da Economia deverá ficar com a área de comércio exterior do MDIC.

"A parte do comércio exterior iria lá para a Fazenda [Economia] e a parte do MDiC que não lida com comércio exterior ficaria com o ministério da Produção", explicou.

A equipe de transição pretende apresentar os modelos de primeiro escalão a Bolsonaro nesta quarta para que ele possa avaliar as mudanças nos próximos dias.

 (Fonte: G1)
 
 
  
 
 

No segundo dia em Brasília após a vitória no segundo turno, o presidente eleito Jair Bolsonaro inicia hoje (7) formalmente o governo de transição ao se reunir, à tarde, com o presidente Michel Temer. Paralelamente, vários ministros já confirmados na futura gestão estão em Brasília para despachos e reuniões.

Bolsonaro começa o dia com um café da manhã com o comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato. Ele também tem agendados encontros com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha.

Às 16h será a primeira vez que Bolsonaro e Temer se encontrarão para selar o início simbólico do governo de transição. Em várias ocasiões, o presidente eleito elogiou o antecessor por estar repassando informações e facilitando para a equipe que assumirá em 2019.

Equipes dos dois presidentes trabalharão juntas para reunir dados e sanar dúvidas, no esforço de dirimir dificuldades para o governo eleito até o final de dezembro. Por parte de Bolsonaro, 27 pessoas, inclusive cinco sem remuneração, foram nomeadas e estão trabalhando.

 As equipes vão atuar em 10 frentes de trabalho, divididas por eixos temáticos, sob a coordenação dos ministros extraordinário Onyx Lorenzoni e da Casa Civil, Eliseu Padilha. Temas de economia, segurança, política e social serão abordados. A previsão é analisar as questões em três etapas: avaliação, diagnóstico e considerações para eventuais propostas de mudanças.    

Bolsonaro pretende ir hoje (7) ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), onde funcionará o governo de transição. O local, que fica a 8 quilômetros da Esplanada dos Ministérios e 4 do Palácio do Planalto, serve de gabinete de transição desde a primeira eleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

(Fonte: Agência Brasil)

São Paulo — O juiz Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (01) assumir o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro (PSL). O magistrado toma posse, assim como o presidente eleito, em janeiro de 2019.

Após uma reunião de 2 horas na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o juiz soltou uma nota confirmando que aceitou “honrado” o convite.

Além disso, Moro também afirmou que “para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências”.

No dia 14 de novembro, o magistrado teria uma audiência para interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do sítio de Atibaia. O ex-presidente é acusado de ter recebido propina da Odebrecht, da OAS e do pecuarista José Carlos Bumlai em forma de obras no imóvel. 

A TV Globo apurou alguns nomes que devem compor a lista de transição do novo governo. Os nomes estão associados à área econômica e devem, a partir desta semana, estudar a situação atual e começar a planejar as diretrizes do novo governo. São eles:

Paulo Guedes - PHD pela Universidade de Chicago, um dos fundadores do banco Pactual. Futuro Ministro da Economia.

Adolfo Sachsida - Doutor em economia pela Universidade de Brasília e pós-doutor pela Universidade do a Alabama. É pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Tem vários artigos publicados na área econômica.

Carlos da Costa - Foi diretor de planejamento, crédito e tecnologia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Antes disso, presidiu o Instituto de Performance e Liderança, foi executivo residente no JP Morgan e sócio-diretor do Ibmec Educacional. Atuou como consultor em empresas e programas de governo, em especial nas áreas relacionadas a desenvolvimento, produtividade e mercado de capitais. Mestre e PHD pela UCLA , economista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Marcos Cintra - Possui graduação em economia pela Harvard College, mestrado e metrado em planejamento regional na mesma universidade. Atualmente é professor titular e vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas. Já foi Secretário de Planejamento do Município de São Paulo, vereador e deputado federal, com experiência na área econômica, com ênfase em política tributária.

Abraham Weintraub - Trabalhou na iniciativa privada, no Banco Votorantim por 18 anos onde foi economista-chefe e diretor.

Arthur Weintraub - É formado em direito pela USP. Especializado em previdência com 14 livros publicados.

Hussein Kalout - Secretário especial de assuntos estratégicos do atual governo, cientista político, professor de relações internacionais e pesquisador licenciado de Harvard. Na administração pública foi secretário de relações internacionais do Superior Tribunal de Justiça (STJ), consultor das Nações Unidas, secretário-geral da Comissão conjunta de Poderes Judiciários de America Latina, Caribe e União Européia.

Roberto Castello Branco - Doutor em economia pela FGV e pós doutorado na mesma área pela Universidade de Chicago. Foi professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Presidente Executivo do IBMEC, diretor do Banco Central, Economista chefe da Vale do Rio Doce.

 

Waldery Rodrigues Junior - Doutor em economia, tem graduação em engenharia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Fez mestrado em economia na Universidade de Michigan e doutorado pela Universidade de Brasília. É coordenador-geral na Secretaria de Política Econômica (SPE)

Fonte: G1

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deve fazer hoje (30) a primeira reunião de trabalho com aliados mais próximos para definir os rumos do governo de transição. O deputado  federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado para a Casa Civil, apresentará os dados coletados durante reuniões em Brasília com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que coordena a equipe de transição do governo Michel Temer.

O próprio Onyx  confirmou a reunião. A previsão inicial era de que Bolsonaro viajasse para Brasília hoje. Mas ontem (29) o presidente eleito disse que irá à capital na próxima semana e que a “primeira pessoa” que pretende encontrar é Temer.

Na reunião de hoje, no Rio de Janeiro, a expectativa é de que participem os integrantes do chamado “núcleo duro”, que são os assessores mais próximos de Bolsonaro. Além de Onyx, devem estar presentes o general da reserva Augusto Heleno, confirmado para a Defesa, o economista Paulo Guedes, que deve assumir o Ministério da Fazenda (ou Economia, se houver fusão com outra pasta), e o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno.

Em entrevista ontem à TV Record, Bolsonaro disse que são "estarrecedores" os dados sobre a máquina administrativa federal, sobretudo a respeito do número de funcionários e despesas. Ele reiterou que pretende privatizar ou extinguir algumas empresas, mas que não irá prejudicar os funcionários públicos. 

Também afirmou que sua intenção é reduzir o número de ministérios. Anteriormente, ele afirmou que gostaria de diminuir de 29 para 15.  

Transição

Padilha disse conversará amanhã (31) com Onyx, quando espera receber os primeiros nomes da equipe de transição do novo governo. A equipe deve reunir até 50 nomes de pessoas que vão trabalhar em um ambiente organizado exclusivamente para este momento, que é o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Essas 50 pessoas serão nomeadas para Cargos Especiais de Transição Governamental. Esses cargos poderão ser ocupados a partir desta terça-feira (30) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro, conforme disposição legal.

A equipe nomeada em caráter especial receberá salários que vão de R$ 2.585,13 a R$ 16.581,49. São oito cargos diferentes, de indicação de Bolsonaro. Vinte e cinco desses indicados receberão R$ 9.926,60 e dez terão salário de R$ 13.036,74. São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, mas se Onyx Lorenzoni for o indicado, ele não poderá receber a remuneração, uma vez que já recebe como deputado federal e não poderá acumular as duas funções.

Ontem, Bolsonaro afirmou que a transição transcorrerá “em tranqüilidade” e agradeceu o apoio de Temer neste período. Padilha, por sua vez, disse que Temer pensa da mesma forma.

“A intenção do presidente Michel Temer é fazer uma transição com a maior transparência possível, ofertando todas as informações que estejam disponíveis no governo e sejam solicitadas, para que tenhamos, desde logo, o Brasil andando.”

(Fonte: Agência Brasil)

 Jair Bolsonaro, candidato eleito à presidência da republica pelo Partido Social Liberal (PSL), no segundo turno das eleições de 2018, ocorrida neste domingo (28), recebeu 64.650 votos, contra 40.410 de Fernando Haddad (PT), em Parauapebas, sendo ele, o favorito pela maioria do eleitorado parauapebense.

Em comemoração, pela vitória do mais novo presidente da república, Jair Bolsonaro, cidadãos de Parauapebas se reúnem nas praças, Lago da Nova Carajás e bares da cidade.

Apesar de um número bastante expressivo de abstenções, correspondente a 41.346 eleitores; votos brancos: 1.715 e nulos: 8.224, 105.060 cidadãos votaram no município, deste número, 61,64 % escolheram Bolsonaro para presidir o país pelos próximos quatro anos.

Em entrevista, um dos eleitores de Bolsonaro, Delsivan Santos disse à reportagem que está muito confiante com a vitória do candidato, de acordo com ele o país ainda tem jeito e o novo presidente da república irá colocar a casa em ordem. “Estava na hora de dar um basta nesta situação, Bolsonaro veio para restaurar o Brasil, precisamos valorizar o país que estamos vivendo. Estamos cansados da mesmice”, frisou o eleitor.

Uma carreata saiu do Lago do bairro Nova Carajás em direção a Praça de Eventos, onde encerrou em um ato público com execução do hino nacional com mais de três mil eleitores que deram seu voto de confiança para o candidato.

Nas redes sociais populares de Parauapebas faziam vídeos e transmissões ao vivo em comemoração à vitória de Jair Bolsonaro.

Em entrevista, o eleitor do Bolsonaro, Delsivan Santos disse à reportagem que está muito confiante com a vitória do candidato.

 Mais ou menos três mil pessoas foram as ruas do município comemorar a vitória do mais novo presidente da república. 

 Uma grande carreata percorreu saiu do bairro Nova Carajás até a Praça de Eventos. 

(Ingrid Cardoso)

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, votou pouco depois das 9h na Escola na Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. Por recomendação da Polícia Federal, o candidato usou entrada alternativa, pelos fundos da escola, e colete à prova de bala. Bolsonaro chegou à seção eleitoral escoltado por policiais federais, acompanhado da esposa, Michele Bolsonaro, que estava vestida de branco. Antes de votar, o candidato beijou a mulher e fez sinal de vitória com os dedos.

Tânia Regô/Agência Brasil/Agência Brasil
 

"A expectativa é a que ouvi das ruas ao longo dos últimos meses, a de vitória", disse Bolsonaro dentro da seção.

Após votar, o candidato foi até a frente da escola e saudou os eleitores que estavam na parte de fora do prédio. Ele saiu também pelos fundos. Já no carro, Bolsonaro abriu a porta, ficou de pé, agradeceu o apoio aos eleitores e fez sinal de coração.

Segurança reforçada

A Justiça Eleitoral reforçou a segurança na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, local de votação do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Além dos policiais federais e militares que já trabalharam no local no primeiro turno, também há mais de 20 militares do 11º Batalhão de Polícia do Exército na entrada da escola. Bolsonaro enfrenta o candidato do PT, Fernando Haddad, neste segundo turno.

Cães farejadores da Polícia Federal vasculham o interior da escola. Grades foram colocadas na entrada, para separar jornalistas e curiosos do candidato. No primeiro turno, Bolsonaro só conseguiu entrar na escola com a ajuda de um cordão de isolamento humano feito por agentes de segurança.

(Fonte: Agência Brasil)

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra as razões pelas quais eleitores justificam a intenção de voto em Jair Bolsonaro (PSL) e em Fernando Haddad (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. O levantamento considerou as respostas espontâneas e múltiplas para a pergunta "Por quais motivos você pretende votar em... Por quais outras razões? Como assim?".

Abaixo, veja os números:

Razões pelas quais votaria em Jair Bolsonaro

 

  • Renovação/alternância/ mudança/um candidato novo/candidato que nunca foi presidente/ tentar outro – 30%
  • Porque rejeita o PT – 25%
  • Pelas propostas para segurança – 17%
  • Imagem e valores pessoais – 13%
  • Tem as melhores propostas/ plano de governo – 12%
  • Combate à corrupção/impunidade - 10%
  • Experiência e capacidade para governar – 5%
  • Pelas proposta para educação - 5%
  • Pelas proposta para saúde - 5%
  • Melhor para o Brasil/Querer o melhor/Melhorar o Brasil/Para o desenvolvimento do Brasil – 4%
  • É o menos ruim/pior/falta de opção - 3%
  • Pelas propostas para gerar empregos – 3%
  • Pelas propostas da área econômica - 2%
  • Porque rejeita Haddad – 1%
  • Esperança de melhorias/ otimismo – 1%
  • Por ele ser contra/ ter fim a ideologia de gênero/ homossexuais - 1%
  • Família toda vota no candidato/ família quer que vote no candidato/ marido/ esposa vai votar nele/ amigos – 1%
  • Outras respostas – 11%
  • Não sabe – 1%
  • Nenhuma razão específica – 1%

 

Razões pelas quais votaria em Fernando Haddad

  • Tem as melhores propostas/ plano de governo – 15%
  • Por ideologias do partido - 13%
  • Experiência e capacidade para governar – 11%
  • Por causa do Lula - 11%
  • Imagem e valores pessoais - 7%
  • Governo voltado para o povo/ pobres/ pensa mais na população pobre - 6%
  • Pelas propostas para educação - 6%
  • É o menos ruim/ pior/ falta de opção – 4%
  • Pelas propostas para gerar empregos - 4%
  • Melhor para o Brasil/Querer o melhor/melhorar o Brasil/Para o desenvolvimento do Brasil – 3%
  • Pelas propostas para saúde – 3%
  • Pelos programas sociais – 3%
  • Pela democracia/ democracia s/esp. – 2%
  • Pelas propostas para segurança – 2%
  • Pelas propostas da área econômica – 1%
  • Renovação/ alternância/ mudança/ um candidato novo/ candidato que nunca foi presidente/ tentar outro – 1%
  • Vai trabalhar/ olhar pelo Nordeste – 1%
  • Por ser contra o fascismo/ ditadura/ ter medo do fascismo – 1%
  • Família toda vota no candidato/ família quer que vote no candidato/ marido/ esposa vai votar nele/ amigos – 1%
  • Outras respostas – 10%
  • Não sabe – 3%
  • Nenhuma razão específica – 2%
  • Recusa/ não respondeu - 1%

Sobre a pesquisa

 

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 9.137 eleitores em 341 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 17 e 18 de outubro
  • Registro no TSE: BR-07528/2018
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
  • nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

(Fonte: G1)

O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
 

Jair Bolsonaro (PSL): 58%
Fernando Haddad (PT): 42%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
 

Jair Bolsonaro (PSL): 49%
Fernando Haddad (PT): 36%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabe: 6%

Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Arte/G1

Apoio dos candidatos
 
O Datafolha também levantou a opinião dos entrevistados sobre o apoio dos presidenciáveis que disputaram o primeiro turno.
Marina Silva
O instituto perguntou: "O apoio de Marina Silva a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 11%
Faria você não votar nesse candidato: 11%
Seria indiferente: 72%
Não sabe: 6%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Marina Silva deveria apoiar no segundo turno”?
 

Fernando Haddad (PT): 43%
Jair Bolsonaro (PSL)% 38%
 
Ciro Gomes
O instituto perguntou: “O apoio de Ciro Gomes a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 21%
Faria você não votar nesse candidato: 11%
Seria indiferente: 63%
Não sabe: 4%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Ciro Gomes deveria apoiar no segundo turno?”:
 

Fernando Haddad (PT): 46%
Jair Bolsonaro (PSL): 40%
 
Geraldo Alckmin
O instituto perguntou: “O apoio de Geraldo Alckmin a um candidato a presidente no segundo turno da eleição deste ano...?”:
 

Poderia levar você a escolher esse candidato: 14%
Faria você não votar nesse candidato; 13%
Seria indiferente: 69%
Não sabe: 4%
 
O Datafolha também perguntou: “Na sua opinião qual dos dois candidatos Geraldo Alckmin deveria apoiar no segundo turno:”?
 

Jair Bolsonaro (PSL): 46%
Fernando Haddad (PT): 37%
Nenhum: 9%
Não sabe: 7%
 
 

Momento de decisão do voto
 
O instituto perguntou: “Em que momento você decidiu seu voto para (______) pelo menos um mês antes da eleição, 15 dias antes da eleição, uma semana antes da eleição, na véspera da eleição ou no próprio dia da eleição?”.
As respostas foram:
Presidente
 

Pelo menos um mês antes: 63%
15 dias antes: 10%
Uma semana antes: 8%
Na véspera: 6%
No dia da eleição: 12%
 

Governador
 

Pelo menos um mês antes: 49%
15 dias antes: 12%
Uma semana antes: 12%
Na véspera: 9%
No dia da eleição: 17%
 
Senador
 

Pelo menos um mês antes: 42%
15 dias antes: 13%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 22%
 
Deputado federal
 

Pelo menos um mês antes: 45%
15 dias antes: 11%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 20%
 
Deputado estadual
 

Pelo menos um mês antes: 47%
15 dias antes: 11%
Uma semana antes: 13%
Na véspera: 10%
No dia da eleição: 20%
 
 

Sobre a pesquisa
 
 

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3.235 eleitores em 227 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 10 de outubro
Registro no TSE: BR-00214/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Fonte G1

 

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