Este último fim de semana foi marcado por manifestações em diversas regiões do Brasil, onde apoiadores do governo de Jair Bolsonaro declararam todo o apoio ao Presidente da República. Em Parauapebas não foi diferente, visto que, a militância bolsonarista realizou uma carreata que teve inicio no bairro Rio Verde percorrendo as principais ruas da cidade.

O ato ocorreu neste domingo (26), por volta das 17 horas,  quando um grupo de apoiadores do governo Bolsonaro se concentrou no ‘banbuzal’, localizado no bairro Rio Verde, de onde saíram em uma carreta percorrendo as seguintes vias: PA-275; Av Liberdade; Rua do Comércio e Sol Poente. A manifestação finalizou com um ato cívico no lago do bairro Nova Carajás.

Rondinélio Miranda foi para a manifestação juntamente com sua esposa, em entrevista ao Carajás o Jornal, o agente comercial disse que apoia Jair Bolsonaro desde o pleito eleitoral, onde ele foi eleito presidente e pontuou que a reforma da previdência, por exemplo, é algo que precisa ser feito. “Eu entendo que seja uma coisa necessária e até com extrema urgência. Quando se gasta além do que tem vai faltar lá na frente, não podemos ver só no agora, mas também como será daqui a 10,20, ou 30 anos”, disse o manifestante.

Rondinélio Miranda foi para a manifestação juntamente com sua esposa.

O grupo realizou uma carreata que percorreu diversas ruas de Parauapebas e finalizou no lago do Bairro Nova Carajás.

 

 

Por Fernando Bonfim

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou hoje (20) projeção em que prevê que R$ 1,4 trilhão em investimentos poderão ser materializados caso a reforma da Previdência seja aprovada no Congresso Nacional. O estudo foi apresentado diante do presidente Jair Bolsonaro, que foi homenageado com a Medalha do Mérito Industrial.

Segundo a Firjan, R$ 655 bilhões em investimentos públicos e R$ 729 bilhões em investimentos privados poderiam ocorrer com a mudança na situação das contas públicas e da confiança do setor privado.

O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouveia Vieira, disse que, além da melhora do déficit público, a reforma vai promover a retomada da confiança e estimular a atividade econômica,  além de uma potencial de redução dos juros e da inflação.

"O Brasil define pelos próximos dois ou três meses seu destino nas próximas duas ou três décadas", disse o presidente da federação, que estimou que poderiam ser destinados R$ 770 bilhões para a habitação, R$ 221 bilhões para o saneamento, R$ 95 bilhões para segurança, R$ 130 bilhões na saúde, R$ 33 bilhões na educação e R$ 135 bilhões para a finalização de obras que se encontram paralisadas.

Prefeito do Rio diz que Brasil precisa evoluir

Também estavam presentes ao evento o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e os presidentes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e da Petrobras, Roberto Castello Branco, além de ministros.

O prefeito do Rio foi o primeiro a discursar. Disse que o país vive um momento extraordinário porque o Brasil precisa evoluir em relação a suas práticas políticas.

"Esse copo transbordou", afirmou, observando que antes havia um dogma de que só era possível ter governabilidade com distribuição de vantagens.

Já o governador Wilson Witzel agradeceu ao presidente da República pela "atenção especial" dada ao estado do Rio de Janeiro. "Tenho recebido semanalmente os ministros de Vossa Excelência", disse ele, que destacou expectativas de investimentos nas áreas petrolífera, turística e energética.

O governador disse ainda que se reuniu com parlamentares da bancada do Rio no Congresso Nacional em favor da reforma da Previdência. "Que nós avancemos para que o Brasil possa avançar", finalizou.

Fato: Agencia Brasil

O presidente Jair Bolsonaro voltou atrás de sua primeira versão, na última quinta-feira (16), e disse que não houve nenhum acordo com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para que ele assumisse uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) após cumprir um período como titular no governo.

"Quem me acompanhou ao longo de quatro anos, sabe que eu falava que precisamos de alguém no Supremo com o perfil de Moro. Não teve nenhum acordo, nada, ninguém nunca me viu com Moro (antes da eleição)", afirmou o presidente durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.

Bolsonaro, que estava em Dallas (EUA) para encontro com políticos e empresários americanos, disse que a primeira vez que falou com o ex-juiz foi, via telefone, durante a campanha eleitoral. Porém, no último domingo, dia 12, Bolsonaro afirmou que assumiu o compromisso de indicar Moro para uma vaga no Supremo. "Eu fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: 'a primeira vaga que tiver lá (no STF), está à sua disposição'", disse o presidente em entrevista à rádio Bandeirantes.

Em seguida, Moro foi a público dizer que não existia nenhum acordo prévio entre ele e Bolsonaro para uma cadeira na corte. "Não vou receber um convite para ser ministro estabelecendo condição sobre circunstâncias do futuro que não se pode controlar.

O jogo de versões despertou o mundo político e, na avaliação de parlamentares, expôs o ex-juiz a um desgaste antecipado no Congresso -a indicação do presidente para o STF precisa ser aprovada pelo Senado.

(Folhapress)

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu hoje (9) uma nova lista tríplice que será enviada ao presidente da República, Jair Bolsonaro, para a escolha de uma vaga de ministro titular do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão do Judiciário responsável pela organização das eleições. 

A votação foi realizada devido ao fim do primeiro mandato do ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, que termina nesta quinta-feira. Vieira poderá ser reconduzido ao cargo, mas a decisão depende de uma nova nomeação.

Para a vaga, foram definidos, em votação feita pelos ministros, os nomes de Tarcisio Vieira e Carlos Horbach, que já integram o TSE e receberam dez votos, além do advogado Carlos Mário Velloso Filho, que recebeu sete votos e completa os indicados à lista tríplice. O advogado Fabrício Juliano Mendes Medeiros recebeu quatro votos.

De acordo com a Constituição, cabe ao presidente da República nomear os advogados que compõem o tribunal. O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do STJ, e dois advogados com notório saber jurídico. 

No mês passado, Bolsonaro nomeou Sérgio Silveira Banhos para compor o TSE.  Banhos também foi indicado por meio de lista tríplice enviada à Presidência da República pelo STF. 

Fato: Agencia Brasil

O presidente Jair Bolsonaro indicou nesta sexta-feira (5) que o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, pode deixar o cargo na segunda-feira (8).

"Segunda-feira vai ser o dia do 'fico ou não fico'", disse o presidente na manhã desta sexta em um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.

Bolsonaro também declarou à imprensa que "está bastante claro que não está dando certo" o trabalho de Vélez no Ministério da Educação. Segundo ele, "está faltando na gestão" da pasta.

"Na segunda tira a aliança da mão direita e, ou vai para a esquerda ou vai para a gaveta." (Jair Bolsonaro)

Após a divulgação das declarações de Bolsonaro aos jornalistas, o ministro da Educação foi questionado se sairia do ministério. "Agora não", afirmou o ministro, que participou de um evento no interior de São Paulo. Sobre a declaração de Bolsonaro, Vélez disse que não tinha sido informado.

Crise e polêmicas no MEC

O Ministério da Educação, dono de um dos maiores orçamentos do governo federal, vive uma crise que se arrasta desde a metade de janeiro. Uma disputa interna opõe dois grupos que têm visões distintas de como a pasta deve operar.

O saldo até agora é a demissão de mais de uma dezena de funcionários do alto escalão, o cancelamento de decisões, os pedidos de desculpas e a ameaça que essa crise significa para a execução de metas e programas prioritários.

A polêmica mais recente envolvendo o ministro da Educação foi na quarta-feira (3), quando Vélez afirmou que pretende fazer uma revisão nos livros didáticos que contam a história do golpe de 1964 e da ditadura militar no Brasil.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Vélez disse que “os livros serão entregues aos cientistas da área da reconstituição desse passado para realmente termos consciência do que fomos, do que somos e do que seremos”. As declarações do ministro repercutiram entre educadores e historiadores, que afirmaram que a revisão dos livros didáticos seria um retrocesso.

(Fonte: G1)

O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (15) a chamada lava jato da educação, batizada com este nome pelo ministro da área, Ricardo Vélez Rodríguez, sobre as investigações de medidas adotadas em gestões anteriores. A afirmação ocorre um dia depois da assinatura de um protocolo de intenções para apurar inídicos de irregularidades no âmbito do Ministério da Educação.

“Muito além de investir, devemos garantir que investimentos sejam bem aplicados e gerem resultados. Partindo dessa determinação, o ministro professor Ricardo Vélez apurou vários indícios de corrupção no âmbito do MEC em gestões passadas. Daremos início à ‘Lava Jato da Educação’”, disse o presidente na sua conta pessoal no Twitter.

Ontem (14), os ministros da Educação, da Justiça, Sergio Moro, e da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, além do advogado-geral da União, André Mendonça, assinaram um protocolo de intenções que tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e autarquias nas gestões anteriores. 

Indícios

Segundo nota do MEC enviada à imprensa, a pasta já identificou favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.

O diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, também participou da reunião.

A investigação é uma das principais metas do Ministério da Educação dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias do governo. Trata-se ainda do cumprimento de uma orientação de Bolsonaro dada, de acordo com a pasta, para todos os ministérios e instituições federais.

 

Fonte: Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), já anunciou 16 ministros para compor sua Esplanada no novo governo, que terá início em 1º de janeiro de 2019. A previsão é que nos próximos dias mais nomes sejam definidos. 

A proposta inicial, defendida na campanha eleitoral, era de que o governo teria só 15 ministérios. Agora, o número deve chegar a 20. A composição completa deve ser definida até as primeiras semanas de dezembro.

Há uma expectativa de que o ministro do Meio Ambiente seja anunciado esta 4ª feira (28.nov.2018). No plano inicial do presidente eleito, a pasta seria fundida com a da Agricultura, mas deve continuar como 1 ministério separado.

Outro nome que pode ser anunciado em breve é do ministro de Minas e Energia. Quatro nomes são cotados: Adriano Pires, Jaime Martins, Paulo Pedrosa e 1 ainda não divulgado por Bolsonaro.

Na 3ª feira (27.nov.2018), Bolsonaro confirmou pelo Twitter o nome de Tarcísio Gomes de Freitas como ministro de Infraestrutura de seu governo.

Em entrevista, o presidente disse que o Banco Central e a Advocacia Geral da União deverão se manter com status de ministério. Segundo Bolsonaro, o BC se manterá assim até que se torne independente.

Além disso, Bolsonaro, deverá criar o Ministério de Desenvolvimento Regionalpor meio da fusão dos ministérios de Cidades e Integração Nacional.

Eis os nomes que já foram anunciados:

Paulo Guedes (Economia);
Onyx Lorenzoni (Casa Civil);
Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública);
general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional);
Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia);
Tereza Cristina (Agricultura);
general Fernando Azevedo e Silva (Defesa);
Ernesto Araújo (Relações Exteriores);
Wagner Rosário (Controladoria Geral da União);
Luiz Henrique Mandetta (Saúde);
Roberto Campos Neto (Banco Central)
Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência);
Ricardo Vélez Rodríguez (Educação);
André Luiz de Almeida Mendonça (AGU);
general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo);
Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura)

Fonte: Poder 360 

 

O ministro que coordena a transição de governo e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quarta-feira (14) que o "martelo está batido" para a criação do "Ministério da Cidadania" no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Em entrevista à Rádio Gaúcha, Lorenzoni explicou que a nova pasta cuidará das áreas de desenvolvimento social, direitos humanos e políticas de combate às drogas – atualmente o governo federal tem o ministério do Desenvolvimento Social e o ministério dos Direitos Humanos.

Lorenzoni declarou na entrevista que parte do Ministério do Trabalho poderá ficar com a nova estrutura, mas que o modelo será analisado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro.

"O Ministério do Trabalho ficará junto com a 'produção' ou vai para um outro ministério chamado de Cidadania, que aí tem lá o Desenvolvimento Social, os Direitos Humanos", disse o ministro.

"Esse martelo está batido... Ele vai cuidar dos direitos humanos, do desenvolvimento social e vai trazer a Senad [Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas]... E ele vem para trabalhar com recuperação de drogados", completou.

Nas discussões sobre a estrutura do novo governo, chegou a se especular a fusão das pastas de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social sob o nome de Ministério da Família, com o senador Magno Malta (PR-ES) entre os cotados para ser ministro.

A pasta do Desenvolvimento Social, por exemplo, é responsável pelo programa Bolsa Família e por outras iniciativas na área social, como os programas Progredir e Criança Feliz.

Ministério do Trabalho

Nesta terça (13), Bolsonaro afirmou em entrevista em Brasília que o Ministério do Trabalho manterá o "status" ministerial, reunido com outras áreas.

"Vai ser ministério disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto, está certo? O que vale é o status", disse o presidente eleito.

Questionado sobre a declaração, Lorenzoni explicou que Bolsonaro recebeu "dois desenhos" de estrutura para toda a Esplanada, o que ainda está em análise. Nos dois modelos a atual estrutura do Trabalho terá funções divididas.

Segundo o ministro, a futura pasta da Cidadania pode absorver parte das funções do Ministério do Trabalho.

"A parte da Secretaria de Políticas Públicas para Emprego e outras que estão conectadas a essa área podem ir para aí [Cidadania]", disse Lorenzoni.

A área responsável pela concessão de cartas sindicais poderá ser deslocada para o Ministério da Justiça, cujo titular será o juiz federal Sérgio Moro. Bolsonaro ainda não tomou a decisão.

"Num dos desenhos propostos, mas que ele [Bolsonaro] ainda não bateu o martelo, a concessão das cartas sindicais está prevista ir para o Ministério da Justiça, para as mãos do doutor Mouro, porque é um foco permanente de corrupção", declarou Lorenzoni.

Produção

Lorenzoni também comentou a possibilidade de um governo ter um ministério da "Produção", que poderá absorver parte das atuais funções do Ministério do Trabalho.

Segundo ele, esse novo ministério herdaria parte das atribuições do atual Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A futura pasta da Economia deverá ficar com a área de comércio exterior do MDIC.

"A parte do comércio exterior iria lá para a Fazenda [Economia] e a parte do MDiC que não lida com comércio exterior ficaria com o ministério da Produção", explicou.

A equipe de transição pretende apresentar os modelos de primeiro escalão a Bolsonaro nesta quarta para que ele possa avaliar as mudanças nos próximos dias.

 (Fonte: G1)
 
 
  
 
 

No segundo dia em Brasília após a vitória no segundo turno, o presidente eleito Jair Bolsonaro inicia hoje (7) formalmente o governo de transição ao se reunir, à tarde, com o presidente Michel Temer. Paralelamente, vários ministros já confirmados na futura gestão estão em Brasília para despachos e reuniões.

Bolsonaro começa o dia com um café da manhã com o comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato. Ele também tem agendados encontros com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha.

Às 16h será a primeira vez que Bolsonaro e Temer se encontrarão para selar o início simbólico do governo de transição. Em várias ocasiões, o presidente eleito elogiou o antecessor por estar repassando informações e facilitando para a equipe que assumirá em 2019.

Equipes dos dois presidentes trabalharão juntas para reunir dados e sanar dúvidas, no esforço de dirimir dificuldades para o governo eleito até o final de dezembro. Por parte de Bolsonaro, 27 pessoas, inclusive cinco sem remuneração, foram nomeadas e estão trabalhando.

 As equipes vão atuar em 10 frentes de trabalho, divididas por eixos temáticos, sob a coordenação dos ministros extraordinário Onyx Lorenzoni e da Casa Civil, Eliseu Padilha. Temas de economia, segurança, política e social serão abordados. A previsão é analisar as questões em três etapas: avaliação, diagnóstico e considerações para eventuais propostas de mudanças.    

Bolsonaro pretende ir hoje (7) ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), onde funcionará o governo de transição. O local, que fica a 8 quilômetros da Esplanada dos Ministérios e 4 do Palácio do Planalto, serve de gabinete de transição desde a primeira eleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

(Fonte: Agência Brasil)

São Paulo — O juiz Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (01) assumir o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro (PSL). O magistrado toma posse, assim como o presidente eleito, em janeiro de 2019.

Após uma reunião de 2 horas na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o juiz soltou uma nota confirmando que aceitou “honrado” o convite.

Além disso, Moro também afirmou que “para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências”.

No dia 14 de novembro, o magistrado teria uma audiência para interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do sítio de Atibaia. O ex-presidente é acusado de ter recebido propina da Odebrecht, da OAS e do pecuarista José Carlos Bumlai em forma de obras no imóvel. 

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Sul e Sudeste do Pará

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