Nesta quarta-feira (15) centenas de estudantes e professores de diversas instituições públicas de ensino saíram às ruas de Parauapebas, em protesto aos contingenciamentos na educação anunciados pelos MEC no final do mês passado. Eles temem que os bloqueios dos recursos possam afetar a qualidade e diminuir a oferta de vagas nas instituições de ensino público.

A manifestação teve início no Instituto Federal do Pará - Campus Parauapebas (IFPA), de onde saíram em uma caminhada até a Rua 11 e posteriormente retornando até o campus.

Munidos de cartazes, eles gritavam as palavras de ordem: “NÃO VAI TER CORTE, VAI TER LUTA”, manifestando total repúdio aos contingenciamentos. Durante o trajeto alunos de outras instituições privadas, também se juntaram aos manifestantes, dando maior força ao movimento.

Em entrevista, o professor do IFPA, Davi Durval, expôs que os cortes atingirão, principalmente, três setores da instituição: pesquisa, extensão e manutenção. “A pesquisa é uma peça fundamental para propor melhorias para o país”, disse. Ele também destacou que a falta de verba implicará diretamente na manutenção das necessidades básicas para o funcionamento da escola,  como: água, luz e limpeza e que como professor se vê prejudicado também,  “O que me traz a esse movimento hoje, primeiramente por ser um  trabalhador da educação e o fato de não haver docência sem discentes. Dessa forma se os alunos serão atingidos, nós também seremos”, concluiu o professor.

O professor da rede pública estadual e municipal, José Alves, pontuou que já conversou preliminarmente com representantes da educação pública na cidade, como UFRA e IFPA e destacou que as instituições serão prejudicadas. “A educação é o elemento principal para o desenvolvimento social, humano e econômico de todo um país. Nós não podemos permitir que o governo corte 30% do orçamento destas instituições, pois entendemos que isso vai comprometer o processo de ensino”, disse José Alves.

Aluna do IFPA, Ana Clara, que também estava na manifestação disse temer pelo futuro do campus, pois, de acordo com ela, já há rumores de que a instituição pode vir a paralisar as atividades até setembro deste ano. “Ouvimos rumores de que o IFPA pode vir a paralisar até setembro. Nós não sabemos se isso vai acontecer de verdade, mas isso nos deixa super preocupados porque está ligado diretamente com o nosso futuro”, disse a aluna.

Paralização geral na educação

Desde as primeiras horas desta quarta-feira (15), em quase todos os estados do País, foram registradas manifestações e paralisações na educação como protesto ao corte no orçamento discricionário de 2019 que passa a valer para todas as universidades e institutos federais.

Os estudantes manifestaram usando cartazes enquanto gritavam as palavras de ordem: “NÃO VAI TER CORTE, VAI TER LUTA”.

O professor do IFPA, Davi Durval, disse que os cortes atingirão principalmente a pesquisa, extensão e manutenção da instituição. 

O professor da rede pública estadual e municipal, José Alves, também aderiu ou movimento dos estudantes. 

Aluna do IFPA, Ana Clara, que também estava na manifestação.

Centenas de estudantes dos dois campus do Instituto Federal do Pará (IFPA) e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) saíram às ruas de Marabá na manhã destas segunda-feira (6), para manifestar contra os cortes no orçamento das instituições federais de ensino, anunciados pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 30/04. O contingenciamento é de R$ 7,4 bilhões.

Em uma caminhada pacífica do IFPA - Campus Marabá Industrial até o Shopping Pátio Marabá, com a utilização de brados, cartazes e uniforme escolares.

Desde a semana passada diversas instituições federais de ensino têm se manifestado, através de seus portais e redes sociais que tais mudanças no orçamento impactarão diretamente e, de forma negativa, à prestação de seus serviços.

UFPA

a Universidade Feral do Pará (UFPA), publicou em seu portal que o corte representa um bloqueio de R$ 55 milhões do orçamento para investir na infraestrutura de seus doze campus.

UFRA

A Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) detalhou que o bloqueio de crédito representa uma redução de 30% na ação de capacitação de servidores; 33% nas bolsas de PIBIC, PIBEX e editais das pró-reitorias acadêmicas; 34% nas ações de manutenção da Universidade; 30% nas ações de manutenção do hospital veterinário; 30% nas ações de investimentos do hospital veterinário e 100% em ações remanescentes de obras.

IFPA

O Instituto Federal do Pará (IFPA), por sua vez afirmou que o bloqueio do orçamento afeta diretamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão, causando um grande impacto no funcionamento do Instituto. A decisão atinge não somente a oferta de cursos e a rotina das aulas, mas também a aquisição de materiais, a retomada de obras estruturais e o funcionamento da instituição.

Unifesspa

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) também se manifestou e expôs que instituição será fortemente impactada pelo bloqueio orçamentário imposto pelo MEC e que o valor total bloqueado foi de R$ 13,2 milhões, atingindo principalmente os recursos de custeio, destinados ao funcionamento e à manutenção da universidade, a como pagamento de energia elétrica, água, serviços de limpeza e vigilância.

Em entrevista a estudante do IFPA, Evelyn Gabrielle, disse que saiu às ruas para lutar pelos seus direitos, enquanto estudante. “Acredito que a educação é a única forma de mudar este país. Eu acho muito triste e injusto estes cortes, pois irá afetar a educação de todos nós que estudamos em instituição pública. Nós queremos oportunidades iguais, tanto para o filho do pobre quanto para o filho do rico e nós encontramos esta oportunidade lá no IF, com professores de qualidade, projetos e bolsas de extensão, mas que agora estão comprometidos”, disse a aluna.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evelyn Gabrielle, disse que foi para lutar por seus direitos quanto estudante

 

 

(Por Fernando Bonfim)

Estudantes brasileiros ganharam o torneio de robótica First Championship, realizado em Houston, nos Estados Unidos, sendo finalistas nas três modalidades em disputa: First Lego League, First Tech Challenge e First Robotics Competion. A delegação brasileira foi formada por 10 equipes totalizando 106 estudantes. 

As equipes do Sesi de Blumenau (SC) e de Americana (SP) conquistaram o primeiro lugar na categoria First Lego League, em Gracious Profissionalism e em Design do Robô, respectivamente. A equipe de Jundiaí conquistou o segundo lugar em Estratégia e Inovação. Nessa categoria competem jovens de 9 a 16 anos do ensino fundamental e médio.

A equipe do Sesi de Goiânia foi uma das seis finalistas do Prêmio Motivação na categoria First Tech Challenge.

Na categoria First Robotics Competition, em que competem jovens de 14 a 18 anos, duas equipes brasileiras, ambas do Sesi/Senai de São Paulo, conquistaram o Rookie All Stars, considerada a maior premiação para os iniciantes na disputa, concorrendo com mais de 60 estreantes.

O torneio First Championship é promovido por uma organização não governamental chamada First, em parceria com a empresa de brinquedos Lego. Além da etapa em Houston, em maio, ocorrerá outra disputa na cidade de Detroit, nos Estados Unidos.

As equipes devem construir robôs e colocá-los para desempenhar determinadas tarefas. Na categoria First Robotics Competition, considerada a mais complexa, por exemplo, os estudantes precisaram projetar robôs industriais de até 56 quilos para executar tarefas como movimentar bolas e discos para reservatórios em uma arena durante um tempo determinado.

Fato: Agencia Brasil

O governo municipal reuniu com os representantes do Conselho Tutelar e com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Parauapebas (Comdcap) para buscar soluções na área de educação, na quarta-feira (17).

Dentre os diversos pontos apresentados estão àqueles voltados para a melhoria da qualidade da educação municipal, como a reforma das escolas, ajustes no cardápio da merenda escolar e a implantação de um novo padrão de atendimento no transporte escolar. 

Os representantes dos Conselhos, Gardenia Martins e Neil Armstrong, do Tutelar, e do Comdcap, Aldo Serra, trouxeram algumas demandas relacionadas exatamente ao transporte escolar que atende a zona rural, ao bullying e a violência nas dependências das escolas. Para o presidente do Comdcap “a ideia é trabalhar em parceria para identificar e solucionar alguns problemas envolvendo nossas crianças e adolescentes”, afirma Aldo.

“Precisamos manter uma boa relação, o que vai nos ajudar a identificar e resolver as situações com mais agilidade. Vamos também abrir espaços nas formações para que eles passem algumas orientações importantes aos gestores”, afirmou Luiz Vieira, secretário de educação.

Texto: Messania Cardoso

Pós-graduada em gestão escolar e trazendo em seu currículo cargos de grande relevância na área da educação, como a de ex-diretora geral escola sede Estadual Eduardo Angelim, e de ex-Secretária Municipal de Educação de Parauapebas. Quando o assunto é educação a vereadora, Francisca Ciza, tem norral para falar sobre o assunto.

Neste sentido, visando melhorar a qualidade da educação que é direcionada aos alunos e a capacitação de professores, Ciza solicitou nesta terça-feira (16), na Câmara Municipal que a prefeitura determine às secretarias municipais, de Educação e de obras, que providencie a construção de um auditório e um laboratório multifuncional para alunos e professores da escola Chico Mendes.

Ciza pontuou que tal investimento na educação se faz necessário, pois atualmente, o espaço não dispõe de um local adequado para ofertar cursos de capacitação aos discentes e docentes. “Esta obra contribuirá diretamente com a melhoria da qualidade da educação em nosso município”, disse.

A indicação 085/2019, que trata do assunto foi aprovada por unanimidade na sessão ordinária e agora segue para análise do executivo.  

   

Um dia após tomar posse, o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou, na tarde desta quarta-feira (10), a nomeação de quatro novos secretários para a pasta, além de mais uma mudança na Secretaria-Executiva do MEC.

Em um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa, o ministério afirmou que "o presidente da República, Jair Bolsonaro, deu carta branca para Weintraub escolher todo o seu primeiro escalão". Na terça, nas cerimônias de posse e transmissão de cargo, o novo ministro disse que não é radical e que é capaz de entregar resultados.

“Objetivo é acalmar os ânimos, colocar a bola no chão, pôr para rodar, republicanamente, respeitando diferentes opiniões”, disse Abraham Weintraub.

Até as 15h desta quarta, os cargos de presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e diretor da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep seguiam vagos.

O Inep é a autarquia do MEC que realiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que fica sob a responsabilidade da Daeb.

Veja os nomes dos novos secretários do MEC:

 

  • Antonio Paulo Vogel de Medeiros - secretário-executivo do MEC: Tem graduação em economia e direito e pós-graduação em administração financeira. É auditor de finanças e controle desde 1998. Participou do grupo de transição do governo de Jair Bolsonaro e atuava como secretário-executivo adjunto da Casa Civil – Weintraub, o novo ministro, era o secretário-executivo da Casa Civil.
  • Rodrigo Cota - secretário-executivo adjunto do MEC: Tem graduação em administração de empresas e pós-graduação em relações e negócios internacionais. É analista de comércio exterior do Ministério da Economia, onde ocupava atualmente o cargo de diretor de Programas da Secretaria Executiva.

 

  • Janio Carlos Endo Macedo - secretário de Educação Básica (SEB): Tem graduação em direito e MBA em formação geral para altos executivos. É funcionário aposentado do Banco do Brasil, onde foi gerente e diretor geral, além de diretor-presidente da BB Previdência. Antes de ser nomeado para o MEC, atuava na Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital. A SEB estava sem secretário definitivo depois do pedido de demissão de Tânia Leme de Almeida, em 25 de março.

 

  • Arnaldo Barbosa de Lima Junior - secretário de Educação Superior (Sesu): Tem graduação em economia internacional e comércio exterior e cursa um MBA em economia e gestão. É analista técnico de políticas sociais e, segundo o MEC, foi um dos autores da reforma do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), em 2017. Já atuou nos ministérios do Planejamento e Fazenda, além de ter sido conselheiro fiscal de diversos bancos públicos. É diretor de Seguridade na Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe).

 

  • Silvio José Cecchi - secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres): Tem graduação em biomedicina e é o único da lista de nomeados que já havia atuado no ministério da Educação. Entre 2016 e 2018, durante o governo de Michel Temer, foi diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde da Sesu e também secretário da Seres.

 

  • Ariosto Antunes Culau - secretário de Educação Profissional e Tecnológica (Setec): Tem graduação em economia e pós-graduação em finanças empresariais, administração pública e políticas públicas e governo. É servidor público do Ministério da Economia e foi secretário de Planejamento do governo do Rio Grande do Sul e superintendente do Tesouro Estadual do governo de Goiás. Antes de ir para o MEC, era secretário de Gestão Corporativa do Ministério da Economia.

Secretários mantidos

Com a mudança, apenas duas secretarias do MEC foram mantidas desde o início do governo: a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp), e a Secretaria de Alfabetização (sealf), que foi criada pelo novo governo e é ocupada por Carlos Nadalim, incumbido de apresentar uma nova política nacional para a alfabetização.

Secretaria-Executiva

Antonio Paulo Vogel de Medeiros é o quinto nome indicado publicamente para o cargo de secretário-executivo do MEC, considerado o "número 2" da pasta.

Em janeiro, o primeiro a efetivamente assumir o cargo foi Luiz Antônio Tozi e, até agora, foi o que se manteve na função por mais tempo, pouco mais de dois meses. Ele foi exonerado em 12 de março após uma disputa interna entre grupos ligados aos militares e os seguidores do escritor Olavo de Carvalho.

Na época da exoneração, o nome de Rubens Barreto da Silva, que na véspera havia sido nomeado secretário-executivo adjunto. Porém, ele nunca chegou a ser nomeado ou tomou posse efetivamente do cargo.

Em 14 de março, o então ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, anunciou por meio de seu perfil em uma rede social que a nova secretária-executiva seria Iolene Lima, que foi diretora de um colégio batista no Interior de São Paulo e, na época, tinha um cargo dentro da SEB.

Lima também nunca chegou a ser nomeada oficialmente e, oito dias depois do anúnciou, divulgou uma nota afirmando que fora informada de que não ficaria mais no ministério.

A Secretaria-Executiva passou 17 dias sem comando detinitivo, e só teve outro nome oficialmente nomeado no "Diário Oficial de União" em 29 de março. Na ocasião, o governo anunciou a escolha do nome do tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira para o cargo. Menos de duas semanas depois, com a troca de ministro, foi anunciada a mais recente troca de secretário-executivo.

Fato: G1

O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (15) a chamada lava jato da educação, batizada com este nome pelo ministro da área, Ricardo Vélez Rodríguez, sobre as investigações de medidas adotadas em gestões anteriores. A afirmação ocorre um dia depois da assinatura de um protocolo de intenções para apurar inídicos de irregularidades no âmbito do Ministério da Educação.

“Muito além de investir, devemos garantir que investimentos sejam bem aplicados e gerem resultados. Partindo dessa determinação, o ministro professor Ricardo Vélez apurou vários indícios de corrupção no âmbito do MEC em gestões passadas. Daremos início à ‘Lava Jato da Educação’”, disse o presidente na sua conta pessoal no Twitter.

Ontem (14), os ministros da Educação, da Justiça, Sergio Moro, e da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, além do advogado-geral da União, André Mendonça, assinaram um protocolo de intenções que tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e autarquias nas gestões anteriores. 

Indícios

Segundo nota do MEC enviada à imprensa, a pasta já identificou favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.

O diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, também participou da reunião.

A investigação é uma das principais metas do Ministério da Educação dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias do governo. Trata-se ainda do cumprimento de uma orientação de Bolsonaro dada, de acordo com a pasta, para todos os ministérios e instituições federais.

 

Fonte: Agência Brasil

Professores da rede municipal de ensino realizariam uma manifestação em frente à Prefeitura Municipal de Parauapebas. A classe deliberou por parar as atividades no último sábado, em assembleia. Com a paralisação cerca de 30 mil alunos ficaram sem aula nesta quinta-feira (14).

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) - Subsede de Parauapebas, que encabeça o protesto, o Governo Municipal não vem cumprindo com os devidos acordos firmados com a classe, o que tem gerado grande insatisfação da base.

Entre as principais pautas reivindicadas estão: condições dignas de trabalho, reformas imediatas nas escolas, cumprimento dos acordos firmados, assédio moral nos locais de trabalho, e respeito aos educadores e a comunidade escolar.

Em entrevista, o Coordenador do Sintepp – Subsede Parauapebas, Rosemiro Laredo, afirmou que aproximadamente 44 escolas do município precisam de reformas emergenciais. “Uma vez que os meus filhos estão estudando em um ambiente insalubre e sem as condições devidas, eu também estou sendo prejudicado”, disse.

O coordenador também afirmou que não são apenas as estruturas físicas, mas também muitas vezes falta a merenda escolar. “Semana passada, na Escola Nelson Mandela, tivemos uma situação em que na hora do almoço foi servido apenas melancia. Não tem cabimento uma cidade bilionária como Parauapebas servir apenas melancia no almoço de centenas de alunos”, destacou.

Em nota, a Prefeitura Municipal de Parauapebas informou que o Governo tem buscado atender as reivindicações da categoria, inclusive já atendeu e avançou em vários pontos da pauta.

Confira a nota na íntegra.

PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES EDUCACIONAIS

Na manhã de ontem, 13 de fevereiro, o secretário de Educação, Luiz Vieira, mais uma vez se reuniu com a coordenação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) para apresentar algumas propostas e, por meio do diálogo, buscar evitar a paralisação prevista para hoje, 14 de fevereiro.

No entanto, depois de ouvir todas as reivindicações, expor os avanços e se comprometer em viabilizar a abertura de uma mesa de negociação na próxima semana com representantes do Gabinete, Procuradoria Geral do Município e algumas secretarias, como a de Fazenda, Planejamento e Administração, obteve a confirmação de que a paralisação seria mantida.

Vale destacar que:

  1. O Governo Municipal tem buscado atender as reivindicações da categoria, inclusive já atendeu e/ou avançou em vários pontos da pauta, como o pagamento da rescisão dos temporários distratados em 2018, garantia de contrato de pelo menos 100 horas para professores em processo de aposentadoria, convocação dos professores classificados no último concurso, definição de data para início das reformas das escolas, revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Quadro de Magistério do Município (PCCR), entre outras. 
  1. O professor Luiz Vieira assumiu a Secretaria Municipal de Educação (Semed) dia 4 de fevereiro, recebeu a coordenação do Sindicato pela primeira vez na última quinta-feira, 7, onde tomou conhecimento da pauta de reivindicações e se comprometeu a analisar cada item citado e voltar a reunir com a coordenação, como o fez ontem. 
  1. A gestão municipal sempre esteve e está aberta às negociações com o Sintepp, tem apresentado propostas para todas as questões em debate e vai continuar trabalhando para que a educação de Parauapebas seja de qualidade para todos. E, espera poder contar com o bom senso dos educadores e da comunidade com o intuito de garantir que os estudantes não sejam prejudicados.

 

Rosemiro Laredo, Coordenador do Sintepp – Subsede Parauapebas.

 

Os professores usavam placas como forma de protesto

 

Reportagem: Fernando Bonfim

 

Com o objetivo de desenvolver habilidades e competência nos estudantes, como o domínio da escrita e o gosto pela leitura, a rede pública municipal de ensino tem incentivado a produção textual por meio das mais variadas formas: conteúdos, projetos, sequências didáticas etc.

As sequências didáticas são um “conjunto de atividades” de um tema, cujo objetivo é ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Neste semestre, aquelas desenvolvidas com os alunos dos 4° e 5° anos tiveram como tema os seguintes gêneros textuais: carta do leitor e artigo de opinião, respectivamente.

Segundo a equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação (Semed), o trabalho realizado gerou ótimos resultados, originando mais de sete mil produções que versaram sobre o uso da internet, bullying, literatura regional, entre outras. Muitas se destacaram e chamaram a atenção dos educadores por demonstrarem domínio de conteúdo, criticidade e conhecimento da língua portuguesa.

“Não se trata de um concurso. A seleção ocorreu apenas para incentivarmos e valorizarmos a produção e o empenho dos discentes”, esclarece Leonardo Nery da Costa Cardoso, coordenador de língua portuguesa do Departamento de Ensino de 1° e 2° ciclos da Semed, informando que, apesar da seleção não ter tido esse caráter de competição, a Semed já estuda a possibilidade de ampliar a proposta, promovendo um concurso de produção textual em 2019.

A SELEÇÃO

Entre as milhares de produções, foram eleitas as que mais se destacaram em cada gênero textual. A seleção ocorreu em três etapas: a escola selecionou os melhores textos de cada turma, posteriormente elegeu os dois (um de cada gênero) que deveriam representar a instituição e uma comissão formada por técnicos da Semed, tendo como parâmetro os critérios das fichas de avaliação dos seus respectivos gêneros e uma avaliação criteriosa de especialistas em Língua Portuguesa, elegeu os primeiros colocados.

O pódio de melhor “carta ao leitor” ficou com a aluna Emily Vitória Ramos Silva, 4º ano, Escola Eurides Santana, com uma carta endereçada à escritora Sabrina Medeiros. Já o artigo de opinião “Internet: amiga ou inimiga?” de Ana Clara Braga Rufino Lima, 5º ano, Escola Terezinha de Jesus, conquistou o 1° lugar do gênero.

“Gosto de lê e escrever, mas apesar disso escrever a carta foi um desafio para mim”, diz Emily, descrevendo a emoção sentida ao descobrir que a sua produção foi selecionada. “Quero ser escritora e isso me incentiva ainda mais”. A professora da jovem, Marleide Freire de Oliveira, não esconde o orgulho pela conquista da estudante. “Esse é um trabalho muito interessante, pois as crianças aprendem na prática o que de fato é a leitura e a escrita e o resultado não podia ser melhor”.

Para Ana Clara o desafio não foi tão grande. “Foi fácil produzir. Observei com atenção a explicação da professora, fiz algumas pesquisas e acrescentei o que eu já sabia sobre o assunto”, descreve a estudante, para quem o resultado foi uma surpresa. “Eu li os textos dos meus colegas e também estavam ótimos, por isso me surpreendi com a notícia”.

“A proposta foi recebida com muita empolgação pela turma, mas eu não esperava textos tão bem escritos, ainda mais por causa das exigências de certas competências específicas do gênero”, afirma Sudanyra Sousa, professora de Ana.

 

Confira os textos:

 

Carta do Leitor

 

Parauapebas, 23 de novembro de 2018.

 

Senhora escritora Sabrina Medeiros,

 

Eu quero lhe parabenizar pelo seu lindo livro de poesias Parauapebas dos minérios e dos ipês.

Gostaria de ler mais livros seus, como: de aventura, emoções e medo. E também conhecê-la pessoalmente aqui na Escola Eurides Santana para saber mais de você, quem lhe incentivou a escrever ou a inspirou. Saber ainda o que você ganha quando escreve os seus livros.

Espero que você atenda os meus pedidos. Aguardo sua resposta.

 

Atenciosamente,

 

Emily Silva, 4º Ano-01, Escola Eurides Santana 

 

Artigo de opinião:

 

Internet: amiga ou inimiga?

 

Vivemos na era da informação e, com certeza, a Internet é o meio de comunicação que mais cresce atualmente. Dados recentes demonstram que mais de 25 milhões de pessoas acessam a Internet diariamente, com variados interesses e necessidades.

Muitas pessoas acessam a Internet de forma errada, porque, ao invés  de pesquisarem coisas como, por exemplo, livros para enriquecerem seus conhecimentos, preferem mandar mensagens para seus amigos ou jogar online.

A Internet se torna muito perigosa se não a usarmos de forma correta. Algumas pessoas usam perfis falsos para induzir crianças e adolescentes a praticarem ações que podem violentá-las moral e fisicamente. Por isso, pais ou responsáveis devem ficar bem atentos com quem seus filhos estão conversando.

O lado bom da Internet é que ela nos ajuda em pesquisas escolares, a ler livros online, dá notícias sobre o que ocorre no mundo inteiro. Mas, temos que usá-la com controle porque, mesmo se navegarmos em conteúdos que enriquecem o nosso conhecimento e não tivermos cuidado, isso pode virar um vício.

Portanto, a Internet é boa se a usarmos de forma correta e com muito controle. Mas se torna perigosa quando a usamos de modo inadequado, isto é, sem controle algum. Logo, devemos parar e refletir sobre como estamos utilizando a Internet, para não acabarmos viciados nela.

 

Ana Clara Braga Rufino Lima. 5º Ano-01, Escola Terezinha de Jesus.

 

 

 

 

Texto: Messania Cardoso

Fotos: Messania Cardoso e arquivo das escolas

 

 

Cerca de 400 alunos do 1º e 2º ciclo da Escola Municipal Ferrando Pessoa, no Bairro dos Minérios, participaram na manhã desta sexta-feira (23) do “Leitura é Cultura”. O projeto que reúne leitura e apresentações teatrais é uma culminância do trabalho realizado em sala de aula durante o ano, com os alunos.

O Projeto teve início no ano passado com o objetivo de motivar e incentivar a leitura nos alunos. O Leitura é Cultura, também propõe diversas atividades, como levar os pequenos alunos para realizarem leitura em diversos pontos da cidade, como postos de saúde e outros.

A diretora da instituição, Noélia Vieira dos Santos, afirmou que o projeto irá promover bons leitores no futuro. “Tendo bons leitores teremos bons candidatos nos vestibulares, concursos e demais desafios que tiverem pela frente. Não foi fácil, mas a força de vontade dos professores e dos próprios alunos foi fundamental para a execução do projeto”, disse a diretora.

As alunas Maria Catarina e Melvila Mayane tiveram a grande responsabilidade de apresentar uma peça teatral juntos com os demais colegas de sala. “Eu fiquei com um pouco de vergonha, mas eu respirei fundo e falei”, disse a pequena Maria Catarina. Já Melvila afirmou que foi divertido interpretar e está ansiosa para o próximo.

Noélia Vieira dos Santos, A diretora da instituição.

As alunas Maria Catarina e Melvila Mayane tiveram a grande responsabilidade de apresentar uma peça teatral juntos com os demais colegas de sala.

 

 

 

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

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Sul e Sudeste do Pará

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