O Ministério da Educação (MEC) liberou o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, o programa oferece 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior em todo o país. O resultado pode ser consultado na página do programa na internet.

Os estudantes selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino entre 22 e 28 de junho. Aqueles que não foram selecionados poderão participar da lista de espera que estará aberta de 22 a 27 de junho. A convocação dos candidatos em lista de espera será de 3 de julho a 21 de agosto.

As vagas foram oferecidas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de Educação Tecnológica, 27 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia e 30 universidades.]

(Fonte: Agência Brasil)

Foi realizada na tarde desta segunda-feira (11), uma reunião entre secretário municipal de educação, Raimundo Neto e o titular da Secretaria Municipal de Saúde ( Semsa), José  das Dores Couto. A pauta tratada entre os dois secretários de governo era referente à recepção à comissão da Universidade do Estado do Pará (Uepa) que estará em Parauapebas nos dias 25 e 26 deste mês.

A comissão da Uepa estará na cidade para conhecer as instalações e os equipamentos de saúde do município, além disso, fará visitas à implantação da Residência Médica nas áreas de Pediatria, Clínica Médica e Cirurgia Geral.

Segundo Neto, um dos passos para implantação da Residência Médica é credenciar o Hospital Geral de Parauapebas como hospital-escola, a fim de atender às necessidades acadêmicas. Para Coutinho, tudo tranquilo. "Estamos de portas abertas para receber a Uepa. A vida da instituição é muito importante para nós”, finalizou.

(Da redação)

Mais de 140 mil alunos foram matriculados, diz Prefeitura de Curitiba. Alunos da rede estadual estão sem aula por causa da greve de professores. 

Começa nesta quinta-feira (19) o ano letivo na rede municipal de educação em Curitiba. Segundo a prefeitura da cidade, mais de 140 mil alunos foram matriculados nas 184 escolas e 199 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) da capital paranaense. 

Dezoito mil educadores, entre eles pedagogos, professores de educação infantil, secretários escolares, auxiliares de serviços e equipes gestoras, participaram da Semana de Estudos Pedagógicos, realizada de 9 a 13 de janeiro. 

As aulas do primeiro semestre vão até o dia 3 de julho. As férias na metade do ano começam no dia 6 e seguem até o dia 20 de julho. O reinício das atividades escolares está previsto para 22 de julho e o encerramento do ano letivo será em 17 de dezembro.

Trânsito
O projeto Volta às Aulas, voltado à prevenção de acidentes e a mobilidade do trânsito no entorno das escolas, também retorna nesta quinta. Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) e guardas municipais farão ações educativas em escolas municipais da capital. 

Folhetos com dicas de trânsito e o uso correto da cadeirinha nos carros serão distribuídos nas ruas e cruzamentos próximos às escolas. A Urbanização de Curitiba (Urbs) fará a fiscalização do transporte escolar. 

O projeto Volta às Aulas será realizado durante a manhã e a tarde até o dia 4 de março. A lista com a programação pode ser consultada nosite da prefeitura.

Rede estadual
O ano letivo que deveria ter iniciado no dia 9 de fevereiro nas escolas da rede estadual de ensino ainda não começou por causa da greve de professores e funcionários estaduais. Quase um milhão de alunos em 2,1 mil escolas do estado estão sem aulas.

A categoria paralisou as atividades há quase duas semanas em protesto contra um pacote de medidas do governo estadual que, segundo eles, prejudica as carreiras dos educadores. Os trabalhadores também reivindicam o pagamento de benefícios atrasados e a reabertura dos turnos fechados no fim de 2014. O "pacotaço" foi retirado para revisão da pauta de votações da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na quinta-feira (12), após servidores em greve invadirem o pátio da Casa.

 

Uma reunião entre o Governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) está marcada para as 14h30 desta quinta na tentativa de negociar o fim da greve da categoria.

 Fonte: Daiane Baú, G1 PR

O Instituto Samurai-Zen foi fundado em 2007 e vem promovendo o treinamento de atletas, impulsionando a cultura e a defesa do patrimônio histórico e artístico. O esporte é tradicionalmente conhecido pelos benefícios que traz ao desenvolvimento humano na contribuição para a formação física e intelectual. Hoje ele estabelece conceitos de liderança, trabalho em equipe e disciplina que são estimulados desde a infância, de maneira a formar indivíduos mais solidários com sentido de cooperação.

Ferramenta de transformação social – assim é o Instituto Samurai – Zen, uma instituição sem fins lucrativos de finalidades sociais, educativas, esportivas e de defesa social, visa integrar crianças, jovens, adolescentes e adultos de baixa renda e que moram na área da periferia da sociedade, onde os pais e atletas convivem no mais saudável ambiente esportivo com atividades de Karatê, jiu-jitsu, judô, capoeira, Free-step, ginastica, futebol, voleibol, queimada, handebol e ações culturais.

Instituto depois participar do Um Por Todos, Todos Por Um, de uma emissora de televisão em setembro de 2014, Luciano Huck veem a Parauapebas, no Pará, conhecer a história do professor Adaías e seu projeto, o Instituo Samurai Zen. Ao lado da mulher a professora Edvane, eles montaram uma rede de aulas de balé, capoeira, judô, jiu-jitsu e caratê, a principal atividade do instituto. No total, cerca de 850 crianças eram atendidas pelo projeto.

No palco do Caldeirão, no último dia 31 de janeiro, o casal contou novidades sobre a instituição. Adaías disse ao apresentador do programa que o número de alunos triplicou após participação. “Paramos as inscrições para o balé porque a professora não poderia dar uma aula de qualidade. Mas, fizemos um banco de reservas”, explica a esposa do idealizador, Edvane.

O trabalho de Adaías e Edvane tem rendido muitos frutos, especialmente no caratê. No ano passado, a cidade de Parauapebas levou 16 atletas para o Mundial de caratê, na Itália - 12 desses eram do Instituto. Segundo Edvane, eles foram o município que mais medalhas conseguiu, de todas as cidades (do mundo!) que participaram. Em Foz do Iguaçu, no Paraná, levaram 28 atletas para um Mundial e voltaram com 27 medalhas. Luciana, uma atleta de 10 anos, foi campeã mundial da categoria 9/10 anos tanto na Itália, em 2013, como em Foz do Iguaçu, em 2014. Mas, mesmo tendo o apoio da prefeitura de Parauapebas, o casal ainda precisa de apoio financeiro para dar continuidade ao projeto, concluiu a professora Edvane.

 

Da Redação.

(Texto: Fabiane Barbosa/ Fotos: Helder Messiahs)

Prefeito determina reajuste de 38,96% no vale alimentação dos servidores municipais Em reunião extraordinária da Mesa de Negociação Permanente com os sindicatos, o prefeito João Salame acertou na última quarta-feira (4) o reajuste de 38,96% no vale alimentação dos servidores municipais. Com isso o benefício passa de R$ 161,20 para R$ 224,00.

Outro ponto discutido foi a implantação do piso salarial dos motoristas e operadores de máquinas da prefeitura. Será encaminhado um projeto de lei para aprovação na Câmara Municipal de Marabá (CMM) estabelecendo que motoristas deixarão de receber salário mínimo para receber R$ 1380,00 e que os operadores de máquina passarão a receber 1572,00. O projeto de lei deve passar por votação no fim do mês, quando a CMM volta do recesso.

Já sobre os salários de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate de Endemias (ACE) ficou definido que o prefeito participará de nova reunião com o secretário de Saúde e o Sintesp (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Pará) para ajustar os valores retroativos, bem como o pagamento do incentivo financeiro concedido pelo governo federal no final do ano. O piso financeiro da Educação também estava na pauta de discussão e ficou acertado que os servidores receberão este mês o pagamento retroativo a janeiro.

Ainda foi autorizada pelo prefeito a criação das portarias para montagem das comissões dos Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) Geral, da Saúde, Regime Jurídico e Instituto de Saúde do Servidor. Por fim ficou acertado que haverá reunião específica para tratar da arrecadação municipal. Participaram da reunião representantes do Servimar (Sindicato dos Servidores de Marabá), do Sintepp (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará) e do Sintesp (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Pará), além de representantes das secretarias de Administração (Semad), de Planejamento (Seplan), de Saúde (SMS), Educação (Semed), e da Procuradoria Geral do Município (Progem).

Vagas ociosas representariam prejuízo de R$ 3,3 bi caso MEC não tivesse feito intervenção. Em dez anos de existência, o ProUni (Programa Universidade para Todos) possibilitou o acesso de 1,4 milhão de jovens brasileiros ao ensino superior. Entretanto, dados do MEC (Ministério da Educação) mostram que o número de bolsas preenchidas representa 65% das ofertadas no período (2,2 milhões de vagas em universidades privadas). Se por um lado o programa do governo federal, criado em 13 de janeiro de 2005, contribui para a expansão do acesso às universidades, por outro, a ociosidade de cerca de 35% das bolsas mostra fragilidades da proposta.

Segundo conclusões apresentadas em relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) publicado em 2014 a partir de auditorias feitas em anos anteriores, o não preenchimento de vagas pode ser traduzido como um prejuízo financeiro para a União. Afinal, as mais de 1.200 faculdades pagas vinculadas ao programa concedem suas bolsas por meio de isenção fiscal.

Considerando que o valor estimado da bolsa anual concedida às instituições de ensino por estudante é de R$ 4.170, em uma década de programa, o governo poderia ter deixado de arrecadar R$ 3,3 bilhões.

Marcelo Bemerguy, secretário de controle externo da Educação, da Cultura e do Desporto do TCU, pondera que “toda política pública de grande magnitude está sujeita a erros de inclusão”.

— A encruzilhada do MEC que percebemos no TCU é que, se ele apertar muito os critérios de isenção das universidades adeptas do ProUni, pode ser perdida a possibilidade de ampliar o acesso ao ensino superior. E o ProUni e o Fies [Financiamento Estudantil] são dois programas estratégicos no sentido de permitir que, rapidamente, o sistema privado possa absorver pessoas enquanto se está ampliando o ensino superior público.

Mais fragilidades: O ProUni concede bolsas de estudos integrais e parciais (de 50% e 25%) em faculdades privadas aos brasileiros que não têm diploma universitário, com renda per capita máxima de três salários mínimos (R$ 2.364, considerando os valores atuais) e que fizeram o ensino médio em escolas públicas. 

Apesar das regras, o próprio MEC reconhece haver irregularidades por parte de bolsistas. Segundo o órgão, por vezes há beneficiados que já têm curso superior concluído; matriculados em universidades públicas ou que têm rendimentos incompatíveis com o regulamento do programa.

O relatório do TCU aponta que, em 2011 e 2012, foram registrados 34.921 indícios de irregularidade no cadastro de estudantes beneficiados. Desses, 15.559 tiveram suas bolsas encerradas, após ter sido concedido prazo para que se justificassem.

ProUni deu a 1,4 milhão de brasileiros acesso ao ensino superior

Exclusão de bolsistas irregulares do ProUni gera economia de R$ 25 milhões

Já o MEC relata um dado mais alarmante. Desde 2009, o órgão encerrou 23.407 bolsas do ProUni por conta de irregularidades. O TCU aponta ainda que 34,6% dos cursos vinculados ao programa nunca foram avaliados pelo MEC por meio do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes). Além disso, há um grande número de bolsistas matriculados em cursos com nota inferior a três.

Para o órgão, o ideal seria que o oferecimento de isenção fiscal às faculdades fosse proporcional às bolsas ocupadas em cursos avaliados como bons. Representante discente da Colap (Comissão Local de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos) da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, Tamires Sampaio avalia que “muitas universidades que estão associadas ao ProUni são precarizadas e ganham em cima desse programa”.

— O ProUni acaba dando apoio para o crescimento de muitas instituições que não têm extensão universitária, não têm bibliotecas ou mesmo pesquisas sérias. Então às vezes se garante o acesso ao ensino superior, mas não da forma que deveria ser. Tinha que ter uma fiscalização maior disso.

A estudante conta que as Colaps são espaços importantes para a fiscalização local de problemas do programa. Porém, segundo ela, muitas faculdades não implantaram as comissões em suas unidades.

— Esses centros são importantes para fazer funcionar o programa nas universidades, dão força à proposta. É uma forma de fiscalização. Se o programa não está sendo bem tocado, a Colap pode fazer denúncias e propor melhorias.  É muito importante que todas as universidades implantem suas comissões.

Respostas e mudanças

Respondendo às advertências do TCU, em 2011, a Secretaria de Educação Superior do MEC estabeleceu que a isenção fiscal concedida às universidades ligadas ao programa passassem a ser feitas considerando apenas as vagas realmente preenchidas por bolsistas.

“A alteração introduzida pela referida lei aprimora o mecanismo de isenção fiscal, tornando-o mais justo, tendo em vista que a isenção passa a ser calculada na proporção da ocupação efetiva das bolsas devidas. Anteriormente, a isenção fiscal recebida era total, obtida a partir da adesão ao Prouni e da oferta de bolsas do programa”, informou o MEC por meio de sua assessoria de imprensa.

Quanto às irregularidades, segundo o ministério, os desligamentos dos bolsistas são feitos com base nas informações do Módulo de Supervisão de Bolsas do Sisprouni (Sistema Informatizado do Prouni).

Dez anos de ProUni: conheça histórias de quem mudou de vida após entrar na universidade

A partir dessa ferramenta, desde 2011, o órgão realiza cruzamentos entre os CPFs dos bolsistas e dos membros de seu grupo familiar e informações presentes em bancos de dados socioeconômicos do governo federal. Depois, é solicitada às instituições de ensino superior que verifiquem a condição de cada um dos estudantes.

Sobre a avaliação da qualidade dos cursos das instituições vinculadas ao ProUni, o MEC esclarece que “os  cursos superiores, presenciais ou a distância, ofertados pelas faculdades, universidades e centros universitários estão periodicamente sujeitos à avaliação de qualidade com base nos instrumentos e indicadores previstos no Sinaes [Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior]”. 

Segundo o ministério, há abertura para que sejam feitas denúncias sobre a qualidade dos cursos e aqueles que são mal avaliados acabam sendo fechados ou têm vagas canceladas. Além disso, dependendo do grau do problema que causou a má avaliação, pode haver o descredenciamento da instituição.

O R7 também entrou em contato com o MEC para questionar o que ocasiona a disparidade entre bolsas ofertadas e preenchidas pelo programa na última década. Entretanto, a assessoria de imprensa justificou impossibilidade de entrevista devido ao comprometimento das fontes com as mudanças nos ministérios e nas secretarias neste início de ano.

 Fonte: Mariana Queen, do R7

Sul e Sudeste do Pará

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