Cerca de 150 professores da rede municipal de ensino participaram na manhã do último sábado, 11, no auditório do Espaço Valer, da formação que encerrou a segunda etapa de encontros do Circuito Mineração nas Escolas.

Marcaram presença docentes das disciplinas de História, Geografia e Ciências, dos 3º e 4º ciclos do ensino fundamental.O projeto é realizado por meio de parceria firmada entre a Prefeitura de Parauapebas, via Secretaria de Educação (Semed), e a mineradora multinacional Vale.

Nesta terceira e última etapa das formações, o tema foi “Sustentabilidade: Inclusão Profissional no Mercado de Trabalho”. Durante o encontro, os educadores conheceram as profissões mais demandadas pela mineradora Vale e as oportunidades ofertadas às pessoas com deficiência (PcD). 

A gerente de Recursos Humanos da empresa, Carmene Abreu, discorreu sobre oportunidades e empregos na mineração. E Gildiney Sales, gerente executivo de Operações, compartilhou sua experiência inclusiva. “Temos muitas iniciativas de inclusão de profissionais com deficiência na mineração. Atualmente, estamos no meio de uma formação de aprendizes PcDs em mecânica”, informou Carmene.

Para Valdelice Cardoso, coordenadora pedagógica dos 3º e 4º ciclos da Semed, a reflexão sobre a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho deve ser constante, principalmente entre os educadores. “Hoje, a rede municipal de ensino possui mais de 700 alunos com algum tipo de deficiência. Só nos nonos anos temos 119. São estudantes que, em breve, precisarão ser inseridos no mercado de trabalho”.

O professor Rodrigo Mota, que leciona Geografia na Escola Antônio Matos, garantiu que as formações e outras atividades do Circuito tornaram suas aulas mais dinâmicas e interessantes. “Recebemos materiais que podemos usar com os alunos, participamos de formações e levamos os alunos para aulas de campo na mina. Tudo isso proporcionou a eles conhecimentos mais aprofundados sobre a região onde vivem”, observou.

48 MIL ALUNOS ALCANÇADOS

O projeto “Circuito Mineração nas Escolas” foi implantado em Parauapebas em 2014 com o objetivo de aproximar e trazer novos conhecimentos sobre a mineração e sua aplicabilidade. Desde então, mais de 48 mil estudantes foram alcançados pelas diversas ações do circuito.

Segundo Margarida de Queiroz, coordenadora de Ciências dos 3º e 4º ciclos da Semed, o projeto tem ajudado os alunos e professores a compreenderem melhor a principal atividade econômica do município. “Por meio dele, os estudantes têm a oportunidade de vislumbrar de perto parte do processo de extração mineral, conhecer mais sobre a empresa e refletir sobre os impactos positivos e negativos vinculados à indústria extrativa.”

 (ASCOM-PMP/Texto e fotos: Messania Cardoso)

O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) divulgou um boletim da economia mineral do Pará no período de janeiro a junho de 2018. Com relação à exportação mineral, o Pará exportou no período 92,5 mil toneladas de minérios, ultrapassando o estado de Minas Gerais, que comercializou 69,2 mil toneladas de minérios. 

Dos US$ 7,123 bilhões em exportações totais do Pará no mesmo período, as indústrias de mineração e de transformação mineral respondem por 87,8% desse valor. Juntas, exportaram US$ 6,251 bilhões.O Pará representou 44,3% das exportações do Brasil, na indústria da mineração, e 77% das exportações totais do estado. 

Os principais produtos exportados pela indústria de mineração do Pará foram ferro, gerando um lucro de US$ 3, 982 bilhões ou 72,7%, seguido de cobre (US$ 937 milhões), bauxita (US$ 111 milhões), níquel (US$ 103 milhões), manganês (US$ 95 milhões), caulim (US$ 87 milhões), ouro (US$ 60 milhões) e silício (US$ 43 milhões).

“O Pará, com este resultado, torna-se o maior estado minerador do Brasil, ultrapassando Minas Gerais. O Pará tem um potencial enorme para se tornar um dos maiores centros mineradores do mundo. Então, temos que mostrar para esse mesmo mundo, que aqui na Amazônia se faz a mineração mais moderna do planeta, em termos de equipamentos e processos ambientais, com respeito ao meio ambiente e às comunidades”, avalia o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior.

A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), no primeiro semestre, foi de R$ 530 milhões. Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá foram os municípios que mais receberam royalties provenientes da indústria de mineração. Parauapebas recebeu 54,3% de royalties, representando R$ 287 milhões.

Já Canaã teve um crescimento de 335% na participação, em relação ao mesmo período do ano passado, representando 22,7%. Os outros municípios ficaram bem abaixo, entre 3 e 2%, entrando neste roll Oriximiná, Paragominas, Curionópolis e Terra Santa.

(Fonte: Diário do Pará)

O Município de Parauapebas continua sendo a cidade do Estado que mais arrecada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). Os dados são do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Somente este ano o valor das cotas-partes arrecadadas pelo município, já ultrapassaram os 169 milhões de reais.

Somente no primeiro semestre de 2018 já entram nas contas da prefeitura municipal o montante de R$ 169.075.492,13 (cento e sessenta e nove milhões, setenta e cinco mil quatrocentos e noventa e dois reis e treze centavos).

O total é referente aos seis primeiros meses de 2018. O ranking de arrecadações é seguido pelos municípios de Canaã dos Carajás com R$ 62.789.774,28 (sessenta e dois milhões setecentos e oitenta e nove mil, setecentos e setenta e quatro reais e vinte e oito centavos), e Marabá, com R$ 36.326.049,40 (trinta e seis milhões trezentos e vinte e seis mil e quarente e nove reais e quarenta centavos).

A cidade vizinha, Curionópolis abriu o primeiro semestre deste ano em 6º lugar no total de arreações, com R$ 6.301.777,29 (seis milhões trezentos e um mil setecentos e setenta e sete reais e 29 centavos).

De acordo com as informações do DNMT, Parauapebas sempre esteve no pódio das arrecadações em todas as compensações mensais deste ano, com R$ 29.108.693,15 em janeiro, R$ 20.755.807,79 em fevereiro. Em março não houve arrecadação, sendo compensada em abril, com R$ 58.523.516,80; R$ 24.577.121,38 em maio, e R$ 36.110.353,01 e junho, valor atualizado hoje, quarta-feira (13/06).

Confira a lista completa dos municípios que já receberam o Cfem este ano

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

Sul e Sudeste do Pará

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