A Prefeitura de Parauapebas deu início nesta sexta-feira, 20, a um programa cujo objetivo é de levar oportunidades de trabalho para quem ainda está à procura de emprego. É o Sine na Comunidade, que nesta primeira ação do ano já começou oferecendo cem vagas de emprego e somente para a população do residencial Alto Bonito.

O diretor do setor de emprego e renda da Coordenadoria de Emprego, Trabalho e Renda (Ceter) de Parauapebas, Antonio Marcos, aponta para o momento de recuperação da economia do município como favorável para a execução do Sine na Comunidade.

E um dos grandes motores econômicos em Parauapebas, citou Antonio Marcos, são as obras desenvolvidas na cidade, como os novos projetos de mineração e o Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). “Por isso, o objetivo do Sine na Comunidade é descentralizar a oferta de postos de trabalho, levando as vagas para dentro dos bairros”, explicou o coordenador. 

Foram ofertadas vagas como bibliotecário, mecânico montador, soldador, caldeireiro, auxiliar de telecomunicações, técnico de telecomunicações e técnico de segurança. No ano passado, 26 mil postos de trabalho foram criados em Parauapebas. A expectativa para este ano é que o município alcance a marca de 30 mil vagas de empregos.

O presidente da associação do Alto Bonito, Fábio Bezerra, ressaltou que a ação motiva as famílias e agiliza a conquista de emprego para os trabalhadores. “Todo o bairro ficou muito satisfeito com a atividade e é uma alegria ver que, com 15 minutos depois de iniciada a programação,  11 trabalhadores já foram encaminhados pro mercado de trabalho”, comemorou ele.

Mais serviços

Além da seleção de currículos, a ação que será desenvolvida em outros bairros da cidade ao longo do ano, vai ofertar serviços de emissão de carta de encaminhamento para entrevistas de emprego, primeiro cadastro de carteira de trabalho, atualização de cadastro, entrada no seguro desemprego, emissão de QR code e orientação para utilização do App Sine fácil.

Tony Carlos Mendonça, morador do bairro e participante da ação, disse estar feliz com a programação e agradeceu o empenho do governo municipal em atender a população com a oferta de empregos. “Já fiz o meu cadastro e estou aguardando a minha oportunidade”, disse ele.

O Sine na Comunidade também oferece, em parceria com o Instituto Embeleze, serviços de embelezamento para valorização do trabalhador, como corte de cabelo masculino e feminino.

Texto: Assessoria de Comunicação - Ascom PMP

Na noite do sábado, 08, a Associação de Surdos de Parauapebas (Asurp), promoveu uma reunião com aproximadamente 50 pessoas, para discutir sobre políticas públicas e enfatizar seus direitos perante a sociedade, um assunto que pouco se discute.

 

A comunidade surda de Parauapebas marca presença na reunião

A ideia é apresentar uma discussão antropológica sobre o tema e sobre os surdos de modo que se possa compreender um pouco da particularidade desses grupos, que tem conquistado um espaço que antes era negado, mas que ainda têm que lutar cotidianamente para que se façam valer sua alteridade no exercício de seus deveres e de seus direitos.

Wanderson Antunes colaborador da Asurp

Wanderson Antunes colaborador do projeto, fala da importância da reunião e dos trabalhos que a comunidade surda vem fazendo. “Buscamos com essa reunião, introduzir a comunidade surda dentro dos seus direitos como cidadão de Parauapebas. Existe uma queixa muito grande dentro da comunidade sobre a falta do atendimento aos seus direitos por parte do governo, que é a falta de pessoas capacitadas dentro dos órgãos para se comunicar com a Língua de Sinais, principalmente no setor da educação”.

A comunidade surda espera que os movimentos dos surdos contribuam para o fortalecimento das políticas públicas, e que consigam agregar mais conquistas pelo direito, social, cultural e educacional.

Cilmara Bonfim ativista de direitos da Comunidade de Surdos de Parauapebas

Em entrevista a nossa equipe de reportagem com a ajuda de uma intérprete, a ativista Cilmara Bonfim, frisou sobre sua luta pelo direito dos surdos. “Tenho lutado para que todos os surdos tenham igualdade em direitos, para que crianças e adolescentes com qual quer tipo de deficiência não deixe de ir a escola ou a qualquer outro lugar por falta de acessibilidade, tanto por não ter  a  Língua de Sinais para os surdos nas escolas quando por falta de rampas para os cadeirantes, não sou ativista para ir em busca só dos direitos dos surdos, sou ativista para não deixar que nosso direitos sejam deixados de lado.” Disse.

 

 

 

Foi inaugurado na manhã desta segunda-feira, 10, o prédio do programa Gira Renda, que tem como objetivo ajudar famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, como também incentivar pequenos e médios comerciantes do município.

Sentaram a mesa vereador Zacarias, beneficiaria do programa Edna, vereador Elias Ferreira, vereador Marcelo Parceirinho, Prefeito Darci Lermen, vereador Pavão, coordenadora do Gira Renda Suely Guilherme, José Guerreiro secretário da SEMAS e a Vani Caetano representante da empresa Web Card

Prefeitura de Parauapebas também aprovou 2.000 cadastros do programa Gira Renda, o programa disponibiliza o valor de R$100,00 mensais para aquisição de itens de limpeza, gás de cozinha e alimentos.

Os interessados em participar deverão estar inscritos com os dados atualizados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, apresentar CPF, RG, CTPS (de todos os membros da família) e um comprovante de residência.

Os beneficiados do Gira Renda, autoridades municipais e vereadores marcam presença na inauguração do novo prédio

As pessoas que serão priorizadas são famílias chefiadas por mulheres, famílias com maior número de crianças ou adolescentes, famílias com pessoas com deficiência, pessoa idosa que não possuem o BPC (Benefícios de Prestação  Continuada) e Famílias e pessoas em situação  de vulnerabilidade e risco social, residentes do município há pelo menos dois anos, e com renda per capita não superior a R$ 178,00.

 

Morador do Palmares Sul enfatiza a importância do Gira Renda em sua vida

Jose Enrique da Silva morado do Palmares Sul foi ao local para saber mais informações e se cadastrar.“ Vim hoje para a inauguração do novo prédio do programa Gira Renda fazer meu cadastro e poder ser beneficiado com o recurso oferecido as pessoas que precisam dessa colaboração, tenho como objetivo usá-lo para melhora a renda da minha família”, afirmou.

Coordenadora do programa Gira Renda, Suely Guilherme, fala sobre o projeto

A coordenadora do programa Gira Renda, Suely Guilherme, frisa a relevância do programa e seus benefícios. “Esse é um programa de subsídio financeiro, no ano passa tivemos o prazer de beneficiar 950 famílias que já estão recebendo o valor de R$ 100,00 e utilizando nos mercados locais, ajudando com o desenvolvimento de nossa cidade, sendo que as 2.000 famílias que estão cadastradas poderão receber seu cartão amanhã terça-feira, 11, lembrado que as famílias são acompanhadas devido as condicionantes de saúde, educação e política social”, disse

O prefeito de Parauapebas,  Darci Lermen, marca presença na inauguração do novo prédio do projeto Gira Renda

Darci Lermen, prefeito de Parauapebas, espera que o programa contribua para uma melhoria de vida das pessoas. “O programa Gira Renda é um projeto fomentado e gestado em Parauapebas, naturalmente tem algumas experiências que fomos buscar em outros lugares do Brasil para que pudéssemos fazer um programa consistente, que atendesse as pessoas que precisam. Tem pessoas que tem muita dificuldade de conseguir alimentação necessária e nós queremos fazer um pequeno reforço para que em Parauapebas ninguém passe fome”, disse.

 

Redação

Na última sessão da Câmara Municipal de Parauapebas - CMP, realizada na terça-feira, 10, o vereador Coutinho (MDB), atendeu o pedido da comunidade do bairro Nova Carajás, que pedem a construção de um ponto de embarque e desembarque nas proximidades da escola.

Atualmente cerca de 60% dos alunos da Escola Milton Alves Martins utilizam o transporte escolar, enquanto esperam o transporte, os alunos ficam expostos ao sol e chuva e muitas vezes acidentes, pelo local não se r bem sinalizado. Os pais ficam preocupados e pedem que algo seja feito.

Diante da situação e visando uma solução, o vereador Coutinho apresentou nesta terça-feira, 10, na sessão da Câmara Municipal, uma indicação ao poder Executivo que seja construída um ponto de embarque naquela localidade.

“Pela situação que os alunos estão passando hoje, e para maior comodidade e segurança para as crianças e tranquilidade dos pais, eu solicito que essa indicação seja aprovada por esta Casa de Leis, e pela real situação que se encontram os alunos o caso é urgente”, disse o vereador Coutinho.

Parlamentares aprovaram a indicação, que agora segue para o poder executivo 

A indicação foi votada e aprovada pelos parlamentares presentes, agora segue para o gestor municipal. Os pais dos alunos e comunidade em geral pedem que sejam atendidos, pois as crianças sofrem expostas ao sol todos os dias, além do perigo para embarque e desembarque sem uma sinalização adequada.

(Samara Guimarães)

Com uma extensa programação, a Associação Manbol Brasil (AMB), com o apoio da Prefeitura Municipal de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL) vem desenvolvendo diversas atividades de fomento ao esporte no município.

Um esporte feito para toda a família, o Manbol que se originou de uma brincadeira de arremessos de manga, teve origem aqui mesmo, na cidade de Parauapebas, sendo consolidado como esporte genuinamente paraense, na capital, Belém do Pará.

A atividade busca disseminar o Manbol no município tornando-o mais conhecido entre a população parauapebense e, em contrapartida, levar mais diversão e saúde para diversos pontos da cidade.

Maria Rebeca diz praticar o esporte há cinco anos. 

Durante toda esta semana, a equipe técnica do Manbol esteve localizada na Praça de Eventos, bairro Cidade Nova, ensinando dezenas de pessoas que passavam pelo local a jogar o Manbol. Entre elas a estudante Maria Rebeca, que conheceu o Manbol há cinco anos e desde então, joga sempre.  “Acho o esporte muito bacana, pois ele trabalha nossas condições físicas e motoras e, além disso, pessoas de todas as idades podem praticar.  É muito bom e fácil, as pessoas aprendem muito rápido”, frisou Rebeca.

Em entrevista, Rogério Alves, presidente da AMB falou um pouco sobre a aceitação do Manbol no estado e em outras regiões do país. “As pessoas adoram, o esporte está sendo bem recepcionado por onde passa e quem joga uma vez, sempre quer jogar mais. Fora do Pará o Manbol é bem aceito, principalmente nas regiões sul e sudeste do país. No interior de São Paulo, por exemplo, algumas escolas de ensino fundamental estão incluindo o Manbol em sua grade curricular”, disse.

Rogério Alves,  presidente da AMB. 

Ainda segundo Rogério Alves, para ele e sua equipe, ver o crescimento do Manbol no Brasil e até mesmo outros países da América Latina é recompensador, pois além de ser um esporte desenvolvido no Pará, traz inúmeros benefícios para as pessoas que praticam. “Pra gente é uma recompensa você ter um esporte nascido na Amazônia sendo praticado por pessoas de outras regiões do Brasil, tidas como desenvolvidas”.

Sobre o Projeto Manbol na Comunidade

O Projeto Manbol na Comunidade consiste em levar o esporte aos principais pontos da cidade, entre os meses de novembro a dezembro, no intuito de incentivar a população a praticá-lo. Nesta última semana a equipe técnica do Manbol esteve com sua estrutura montada na Praça de Eventos, onde realizou ao todo cinco oficinas, que iniciaram na segunda-feira (12) e fechou um o ciclo de cinco aulas, na sexta-feira (16).

Quem quiser participar e conhecer mais sobre o esporte é só comparecer na PA-275, em frente ao Quartel da Polícia Militar, a partir de segunda-feira (19). A equipe técnica estará com toda a estrutura montada e pronta para ensinar neste local, durante sete dias; depois migrará para a Praça do Cidadão no bairro Rio Verde e, por fim, perfazendo um total de 24 oficinas, na cidade concluirá as atividades na Praça dos Metais, no Cidade Nova.  

Saiba mais sobre o Manbol

Inspirado em Parauapebas e desenvolvido em Belém do Pará, por Rui Hildebrando, o Manbol se originou de uma brincadeira de arremessos de manga. Devido ao seu dinamismo e adaptabilidade, vem ganhando adeptos de todas e classes sociais.

Em 2004 se iniciou oficialmente a prática de uma brincadeira que virou jogo e posteriormente, um esporte. Para a disputa utilizava-se duas mangas, que substituíam as bolas, sendo daí a origem da nomenclatura, Manbol.

Ainda em 2004, ano em que se oficializou o nome “Manbol”  e também nasceu a AMB- Associação Manbol Brasil, o esporte passou a atrair olhares da população local, que se mostrou muito interessada no esporte, por ser bastante interativo e dinâmico e também ser praticado com duas bolas em formato oval, jogadas simultaneamente.

Jogando manbol

Simples, uma quadra de 10m por 5m, uma rede na altura de 1,65m dividindo a quadra, 2 jogadores por vez disputando um set que se conta ao total de 12 pontos, duas bolas com peso e variação de acordo com o jogador (N-1, N-2) V-120g-160g, 20-22cm de espessura e 20-22cm de comprimento no formato ovulado que estarão sendo lançadas ao mesmo tempo em movimentos constantes.  É permitido o arremesso de várias maneiras uniformes e livres de acordo com a capacidade de visão e coordenação do praticante.
Movimentos de braços; Todos os lances e arremessos devem estar configurado em  movimentos de braços, até a altura do ombro seguindo o horizontal, diagonal vertical lado ou o vertical baixo, os lances que forem visualizados em arremesso frontal alto ou frontal médio (mesmo que arremessos de pedra) será interpretado como movimento avulso ao Manbol que implicará em falta, salve arremessos curvado abaixo da rede.  

Faltas


As faltas acontecem quando há:

  • Toque de bola na rede;
  • Arremesso com as duas mãos;
  • Segurar as duas bolas ao mesmo tempo;
  • Três segundos é o tempo Máximo permitido para o lance da última bola quando uma já for definida, é também usado para o tempo de bola na mão de ambos os jogadores;
  • Na falta paralisam de imediato a jogada e conta ponto ou inversão de posse mais ponto vai depender de quem tem a posse.

    Toda falta corresponde a 1 ponto.

(Reportagem: Fernando Bonfim/ Texto: Ingrid Cardoso)

 

Na manhã desta quarta-feira, (22) moradores do bairro Nova Esperança procuraram a equipe de reportagem do Portal Carajás para denunciar possíveis falhas na obra de pavimentação que está sendo realizada naquela comunidade.

De acordo com os moradores a empresa responsável pela obra não estaria colocando as tubulações de drenagem, o que pode ocasionar em alagamentos durante o período chuvoso. Ainda segundo eles, o nível da rua está ficando muito alto, bem acima da cota das calçadas das residências. Tendo em vista que as casas se localizam em área de morro e o escoamento da água é bastante intenso durante as chuvas.

Os moradores ainda afirmam que a empresa não está colocando os boieiros de drenagem em nenhum ponto da obra, inclusive retirou os que eles m colocado. Com a cota da rua mais alta que a das casas, a pista transversal ao morro irá bloquear a passagem de água, fazendo com que a enxurrada represe para dentro das casas ao lado da via.

 Luiz Vieira, morador do bairro há mais de seis anos conta que os marcadores constantemente sofrem com problemas de alagamento por conta da grande quantidade de água que desce do morro. Ele conta ainda que o serviço de pavimentação pode até funcionar, mas irá prejudicar os moradores. “A rua pode até ficar com um serviço de qualidade, mas para nós não vai, porque vai prejudicar eu e um monte de vizinhos que moram aqui. Tinha umas tubulações de drenagem que colocamos exatamente para amenizar o problema da enxurrada, mas o pessoal veio e removeu para fazer a obra da pista e não coloram outra”, diz o morador.

Maria Souza que  mora no bairro há pouco tempo, informou que rua ficou quase meio metro mais alta que a frente de sua casa. “Minha casa ficou em um baixo e vai alagar. Eu fui perguntar aos responsáveis pelo serviço e me falaram que não iriam colocar tubulação para escoar a água. Falaram para mim que a solução era aterrar o meu quintal e afrente da casa, mas ai vai aterrar metade da minha casa, pois eu não tenho condições de levantar ela”, diz a moradora.

A nossa equipe de reportagem entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Parauapebas para que a mesma se posicionasse em relação à denúncia dos moradores, mas até o fechamento desta, matéria, nesta manhã de hoje, quinta-feira (23) não obtivemos resposta. 

 

Luiz Vieira, morador do bairro há mais de seis anos conta que os marcadores constantemente sofrem com problemas de alagamento por conta da grande quantidade de água que desce do morro. Ele conta ainda que o serviço de pavimentação pode até funcionar, mas irá prejudicar os moradores.

Maria Souza que  mora no bairro há pouco tempo, informou que rua ficou quase meio metro mais alta que a frente de sua casa.

 

 

(Reportagem: Fernando Bonfim)

O centro Mulheres de Barro está promovendo curso de flores em E.V.A aberto para toda a comunidade. O mesmo tem como objetivo trabalhar com matérias de baixo custo e fácil acesso, transformando “lixo em luxo” gerando assim mais emprego e renda.

 As aulas iniciaram hoje, quinta-feira (26) e se estenderá até sexta-feira (03) de Agosto. O curso é ministrado de segunda a sexta-feira, nos horários de 08h:30 às 11h:00 (manha); 15h:00 às 17h:00 (tarde) e 19h:00 as 21h:30 (noite).

Além de ser mais uma atividade extra, as pessoas aprendem a produzir cactos e flores suculentas em E.V.A, flores de calça jeans, bonecas, chapeis e chinelos. O curso é aberto a toda a comunidade, totalmente gratuito, e tem duração de sete dias, sendo que menores devem ir acompanhados de seus responsáveis, para realizar sua inscrição.

 

Márcio Pelógia, Instrutor do curso informou a reportagem que os alunos podem desenvolver, a partir daí uma atividade econômica capaz de complementar ou suprir a renda familiar. “Uma pessoa pode obter uma renda mensal de até R$1.000,00 trabalhando com estes materiais em casa, inclusive roupas, que iriam para o lixo também podem ser trabalhadas e transformadas em arte”, disse.

Uma das alunas Evelyn Santos relata que a primeira aula foi muito boa. O método como trabalham é muito proveitoso e espera aprender mais coisas durante as aulas. “O principal objetivo das pessoas que procuram por estes cursos é a vontade de obter uma renda extra, principalmente para as donas de casa, que em seu tempo ocioso terão uma ocupação e o melhor, a possibilidade de gerar renda”, frisou.

O Centro de Cultura Mulheres de Barro surgiu a partir de oficinas do programa de educação patrimonial, ligado aos projetos de prospecção e salvamento arqueológico que aconteceram na área do Projeto Salobo/PA no período de 2005 a 2011, desde então as “Mulheres de Barro” realizam um trabalho com cerâmicas para expor e comercializar, como também realizam palestras e cursos que podem expandir tal conhecimento.

(Da Redação)

Sul e Sudeste do Pará

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