Uma nova ponte rodoferroviária deverá ser construída no Rio Tocantins, em Marabá. Esse foi um dos dois bônus “dados” pelo governo federal para conceder a renovação da concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) para a mineradora Vale.

Para diminuir a insatisfação do governo e de parlamentares do Pará, o governo federal decidiu destinar recursos que serão arrecadados com o leilão de um trecho da Ferrovia Norte-Sul para a região. O bônus de outorga do trecho, que será licitado neste ano, será de R$ 1,097 bilhão, e pode ser ainda maior se houver disputa no leilão.

Essa foi a forma que o presidente Michel Temer encontrou para evitar que o governador do Pará, Simão Janete, prossiga na decisão de entrar na Justiça contra a decisão, anunciada no início do mês, de renovar a concessão da Estrada de Ferro Carajás, que passa pelos Estados do Pará e Maranhão, ligando o Porto do Itaqui, em São Luís (MA) e Marabá e Parauapebas. Em troca, a Vale ficou responsável por construir trecho da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), entre Goiás e Mato Grosso. Os investimentos estimados são da ordem de R$ 4 bilhões. A bancada do Pará considera ilegal transferir os aportes para o Centro-Oeste, sendo que o trecho renovado é de uma ferrovia que passa pelo Estado paraense.

Todo o dinheiro arrecadado com o leilão de outra ferrovia, a Norte-Sul, vai para o Fundo Nacional Ferroviário, que terá como prioridade a aplicação de recursos no Pará, disse o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. “Tivemos uma reunião nesta segunda de manhã (ontem) para discutir a questão logística de aproveitamento do Porto de Barcarena e da Ferrovia Paraense”, afirmou o ministro.

“Vamos garantir a logística no Estado do Pará, o que vai viabilizar e facilitar o acesso ao Pacífico, já que Barcarena é o porto mais próximo do Canal do Panamá”, acrescentou.

PRESSÃO

A decisão foi tomada na segunda-feira, 16, no Palácio do Planalto. Participaram o candidato ao governo do Pará e o ex-ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (MDB-PA), o senador Jader Barbalho (MDB-PA), integrantes da federação da agricultura, da indústria e do comércio do Pará, além de técnicos da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e do PPI.

Para o ex-ministro e candidato a governador, a criação do fundo representa uma vitória do Estado, que havia ficado de fora dos planos do governo na área de ferrovias.

Senadores do Pará já tinham procurado Temer, no início do mês, para cobrar que a contrapartida para a Vale renovar a concessão de Carajás fosse o traçado final da Norte-Sul. A linha de 477 km de extensão, prevista para ligar Açailândia (MA), onde a Norte-Sul acaba atualmente, até o Porto de Vila do Conde, em Barcarena, é um projeto tão ou mais antigo que a Fico.

O ex-ministro Helder Barbalho confirmou que esse será o trecho escolhido para os investimentos. Ele já estava previsto desde a retomada das obras da Norte-Sul, em 2006, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O dinheiro do leilão também vai pagar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) para a construção do perímetro da Norte-Sul no Pará, a serem feitos pela EPL, e a ponte rodoferroviária de Marabá. Segundo Barbalho, esses dois itens devem custar R$ 1,2 bilhão e serão pagos com dinheiro da Vale. “O fundo será criado e gerido pelo governo federal, mas o dinheiro será ‘carimbado’ para não haver risco de que uma mudança de governo mude os planos.”

NORTE-SUL

Subconcessão cuja outorga será destinada ao fundo diz respeito a dois trechos da Ferrovia Norte-Sul, que serão licitados em conjunto, para uma só empresa. Um deles é o Tramo Central, entre Porto Nacional (TO) e Anápolis (GO), com 100% da infraestrutura construída. O outro fica entre Ouro Verde de Goiás (GO) e Estrela D’Oeste (SP), com mais de 90% da construção concluída. Juntos, eles somam 1.537 quilômetros de extensão.

A construção da Norte-Sul começou em 1987. O traçado inicial tinha extensão de 1,5 mil quilômetros entre Açailândia (MA) e Anápolis (GO), mas o projeto foi ampliado e previa a construção de trechos ao norte e ao sul do País. O trecho de 720 km da Norte-Sul entre Açailândia e Palmas (TO) já é operado pela Vale.

A informação foi confirmada à reportagem do blog no início da tarde desta terça-feira, 17, pelo ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua.

VALE? SEM COMENTÁRIOS

Por meio de sua assessoria de Imprensa, a Vale informou que não vai comentar sobre a duplicação da ponte rodoferroviária sobre o Rio Tocantins, atrelada à renovação da concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC)

Por outro lado, encaminhou seu posicionamento oficial sobre o processo de renovação da concessão, que transcrevemos a seguir: “A Vale informa que está participando do processo de prorrogação antecipada das suas concessões ferroviárias, que expiram em 2027.

A aprovação para a prorrogação antecipada das concessões será submetida ao Conselho de Administração após a análise das contrapartidas requeridas pelo Governo Federal, a serem oficializadas após a etapa de audiências públicas.

A Vale manterá o mercado informado caso haja qualquer nova informação relevante relacionada a tal processo”.

(Fonte: Zé Dudu-Ulisses Pompeu – de Marabá)

O que deveria ser uma paralisação de advertência, por parte dos motoristas e cobradores das empresas Transportes Coletivos de Anápolis Ltda. (TCA) e Nasson Tur Turismo Ltda., que detêm a concessão do transporte público em Marabá, se transformou num transtorno para a população. Insatisfeitos com atrasos frequentes dos salários e outras obrigações que não estariam sendo cumpridas pelos patrões, os rodoviários, em assembleia geral e, por maioria, decidiram no último dia 11, que nesta terça-feira (17) fariam paralisação de advertência de 5h às 8h e, assim progressivamente em outras datas.

Porém, quando os relógios marcaram 8 horas, a empresa não abriu os portões, segundo os trabalhadores, por ordem do encarregado das duas empresas, João Martins, o qual teria dito que todos deveriam voltar para casa.

Trabalhadores não arredam pé do portão

Os trabalhadores, no entanto, permanecem nos portões da garagem, dispostos a tirar os ônibus para atender à população. Eles esperam que, no turno da tarde, os portões sejam abertos. “Não vamos arredar pé, o que eles querem é colocar falta na gente”, disse ao Blog um motorista da TCA, que pediu para ter a identidade preservada, temendo represálias.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, de Transporte de Passageiros, Interestaduais, Intermunicipais, Urbanos, Cargas, Locadoras e Comércio do Sul e Sudeste do Pará (Sintrarsul), que representa a classe, a paralisação de advertência acontece em protesto aos frequentes atrasos dos pagamentos de salário, auxílio-alimentação e férias.

As empresas foram notificadas na última sexta, dia 13, quando foi estabelecido um prazo de 72 horas para que as pendências fossem sanadas, mas não houve resposta. À Imprensa local, as empresas informaram ontem que o Setor Jurídico se reuniria para emitir comunicado público sobre o assunto.  Uma funcionária, identificada apenas como Amanda, disse ainda que as obrigações salariais estão sendo pagas em dia.

Recuperação judicial

Questionadas meses atrás, pelos vereadores, quanto à precariedade do serviço oferecido em Marabá, as duas empresas enviaram ofício à Câmara Municipal, o qual foi lido em plenário, comunicando que, devido á crise que se instalou no País e à concorrência o transporte alternativo táxi-lotação, a qual consideram injusta, ambas passam por sérias dificuldades, a ponto de entrarem com pedido de recuperação judicial.

Afirmam ainda que, inclusive, já havia uma empresa de outro Estado em negociação de compra da TCA e da Nasson, mas a condição para fechar o negócio é de que a Prefeitura de Marabá instale um Terminal de Integração das diversas linhas que servem mais de 60 mil usuários do transporte coletivo, o que, segundo a Administração Municipal, está previsto no Plano de Mobilidade Urbana da cidade, em vias de execução.

Fonte: SITE ZECA NEWS)

Depois de curetagem uterina, mulher passou mal, foi medicada por telefone, mas acabou falecendo.
 
Um médico ginecologista acaba de ser condenado pelo juiz Aidison Campos Sousa, titular da 1ª Vara de Marabá, a pagar indenização no valor de R$ 800.000,00 a Jeferson Guedes Gomes (militar) pela morte da esposa deste após um procedimento de curetagem realizado em 2010.

Daniela Machado Gomes, esposa de Jeferson, durante ultrassonográfica, teve conhecimento da ocorrência de “aborto retido”. No dia 25 de janeiro de 2010, o médico ginecologista agendou a curetagem uterina; o procedimento foi realizado no dia 29 daquele mês, pelo médico Nilton José Gonçalves, no Hospital da CLIMEC. Depois de realizado o procedimento, Daniela passou a sentir fortes dores; no dia seguinte, a paciente recebeu alta, porém, as dores persistiram, passando por vômitos e náuseas. Já no dia 1º de fevereiro, os fatos foram relatados ao médico, que receitou, por telefone, alguns medicamentos, dizendo, ainda, que o quadro era normal devido à anestesia.

No dia seguinte, o quadro clínico piorou, tendo sido o médico acionado, enquanto Daniela foi levada ao Hospital Militar de Marabá e o médico, após muita insistência, lá compareceu, porém, ao se dirigir à sala de emergência, deparou-se com a paciente já falecida.

O viúvo registrou Boletim de Ocorrência; o laudo de necropsia e a declaração de óbito atestaram a causa mortis: complicação devido à perfuração no abdômen e septicemia) e que o médico foi negligente, posto que foi alertado do quadro clínico e medicou a vítima por telefone. Para Jeferson, a análise presencial da paciente afastaria o perigo de morte, minimizando os efeitos da perfuração uterina.

Jeferson pediu em juízo reparação de dano material, alegando que a vítima contribuía para o sustento da família, assim como a condenação em danos morais.

O médico apresentou contestação, alegando que possui vasta experiência profissional; que não praticou qualquer conduta culposa; que o resultado foi fruto de fatalidade; que as complicações advindas são consequências do ato cirúrgico, as quais não foram relatadas a ele.

Em sua decisão, o juiz observou que durante a intervenção cirúrgica “inadvertidamente houve perfuração no abdômen e septicemia, abreviando a vida da vítima. De acordo com os autos, o médico agiu de forma intempestiva, na medida em que, durante o procedimento de curetagem, lesionou a parede abdominal da vítima, a qual padeceu de septicemia (infecção generalizada), vindo ao óbito.

O perito Ivo Vancho Panovich disse que na abertura do cadáver apresentou material de necrose, com infecção e com secreção na cavidade abdominal, se ex-tendendo (sic) para os pulmões, coração e pleura. Que a secreção se concentrava na cavidade abdominal, que verificou que o intestino delgado estava necrosado por aproximadamente 20 cm; útero com sinais de sofrimento na cúpula; que tinha tamanho de uma “laranja”, tamanho normal, e como havia área escurecida, e com perfuração de 10 mm na parede uterina; que seguramente que a septicemia gerada na vítima se deu em virtude do trauma gerada (sic) na parede uterina; que este trauma é perigoso, pois expõe a cavidade abdominal ao meio externo, em casos através da vagina; que é extremamente legal com um órgão perfurado a exposto ao meio esterno (sic); além do útero em si, o contato deste com o intestino delgado, facilitando o trânsito em secreção fecal, contribuiu para causar sofrimento também no intestino delgado, o que causou a sua necrosa em parte, como dito acima, potencializando o quadro infeccioso na cavidade abdominal”.

“Com efeito, há elementos concretos apontando ter o réu agido de modo irrefletido, tendo praticado ato médico sem as necessárias precauções, atuando, ainda, de forma precipitada e inconsistente, restando comprovada a conduta culposa por imprudência durante o procedimento de curetagem (na etapa antecedente ao resultado)”, disse o magistrado em sua sentença.

Por fim, o juiz Aidison Campos Sousa considerou que o dano é relevante, grave e irreparável. Avaliou que o médico possui, ao que tudo indica, condições financeiras para suportar o peso da reparação, estipulada em R$ 800.000,00. “As provas produzidas nos autos revelam a culpa exclusiva do réu. Em momento algum o médico apresentou qualquer prova que demonstrasse a veracidade de suas alegações, não se desincumbindo, portanto, do ônus probatório que lhe competia, de comprovar a existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito dos autores”.

(Reportagem de Ulisses Pompeu – de Marabá/ Zé Dudu)

Durante uma fuga em massa registrada no final da tarde desta terça-feira (27), mais de 50 presos fugiram do Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (CRAMA), em Marabá. O sargento Muniz, da Polícia Militar, foi atingido em troca de tiros com um dos fugitivos, dois presos foram encontrados mortos por estoques, armas fabricadas pelos próprios presidiários.

De acordo com alguns relatos, o tiroteio começou no momento em que o policial militar deixava o Centro de Triagem Masculino de Marabá (CTMM), que fica ao lado do CRAMA. Ao perceber que estava em curso uma fuga, ele tentou deter os presos e houve o confronto, inclusive com policias, os PMs que estavam na área externa da penitenciária. Muniz foi socorrido pelos companheiros e imediatamente removido ao Hospital Regional. Ele foi baleado em uma das pernas, logo abaixo da cintura.

Segundo nota da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (SUSIPE), a ação aconteceu durante  o procedimento de tranca dos presos, “um grupo de presos armados rendeu dois agentes prisionais que foram obrigados a abrir várias celas do pavilhão carcerário”, diz a nota. Ainda segundo a Susipe, de acordo com informações preliminares, a fuga contou com apoio de um grupo externo – também armado – que chegou a trocar tiros com policiais que faziam a segurança do Complexo Penitenciário.

Reforços da Polícia Militar foram acionados e, com apoio do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), realizaram buscas até às 21 horas desta terça, inclusive montando barreiras na Rodovia Transamazônica (BR-230), junto da Polícia Rodoviária Federal, nas quais todos os veículos que trafegavam pela via eram abordados.

De acordo com o órgão, atualmente, o Crama custodia 629 presos, sendo a capacidade para apenas 180. “A Corregedoria Geral Penitenciária da Susipe irá instaurar uma sindicância administrativa para apurar o caso. Um inquérito policial também foi aberto para investigar as circunstâncias da fuga”, finaliza a nota. 

Confira as fotos dos foragidos:

 

 

 

(Fonte: Portal F5/)

 

Casas foram incendiadas e vacas mortas a tiros na noite da última terça, 20.Caso está sendo investigado pela Delegacia de Conflitos Agrários.

Peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves vistoriaram na última quarta-feira (21) a área da fazenda Cedro, localizada a cerca de 45 quilômetros do centro de Marabá, no sudeste paraense, que foi alvo de uma invasão na noite da última terça-feira (20).

De acordo com os peritos, quatro casas foram queimadas e três vacas foram mortas a tiros pelos invasores.

“Nós verificamos a presença de acelerantes na parede, então havia substâncias lá que foram utilizadas para provocar essa queima. Em relação aos animais foi possível verificar a presença de entrada de projétil de arma de fogo, isso, de fato, já demonstra que houve sim uma intenção criminosa nessa ação toda”, afirma o perito Pablo Castro.

Funcionários da fazenda contam que um grupo com cerca de de 30 homens entrou na propriedade, expulsou os trabalhadores e começou a atear fogo nas casas.

“Nós estávamos dentro de casa, aí eles começaram a atirar. Aí nós fomos e escutamos eles falando que iam tocar fogo em tudo”, detalha um funcionário, que pede para não ser identificado. Ele revela que naquele momento, com medo, fugiu com a família para dentro da mata.

A polícia trabalha com a hipótese de que integrantes do Movimento Sem Terra (MST) – que há 5 anos ocupam parte da propriedade – tenham participado da ação criminosa. O MST nega qualquer relação com o ataque à fazenda, que estaria com a desapropriação para assentamento em curso, e afirma que a destruição pode ter sido promovida com o objetivo de criminalizar o Movimento.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá, que tenta localizar os autores do crime e aguarda o laudo pericial.

O advogado que representa o grupo agropecuário Santa Bárbara, que administra a propriedade, lamenta a ação.

“Uma agressão dessa, um ato de vandalismo é inadmissível com uma fazenda produtiva, que está tendo ainda as famílias ameaçadas. Uma situação dessa que não pode perdurar”, defende o advogado Júlio Valente.

 

Da: Redação 

Visando a melhoria da condição física, qualidade de vida e a saúde das pessoas, a Prefeitura de Marabá adquiriu, com recursos próprios, um total de 132 aparelhos para as Academias ao Ar Livre, que serão instaladas em 11 praças de Marabá. Cada uma é composta por 12 equipamentos, três deles próprios para pessoas com dificuldade de acessibilidade. Ou seja, com alguma deficiência física. Os aparelhos custaram R$ 155.999,91.

O secretário Municipal de Esporte e Lazer, Erton Luiz Vigne, o “Gaúcho”, já definiu as praças que receberão as academias e a primeira a ser inaugurada será a da Praça do Bairro Liberdade.

Além dessa as demais praças serão: Praça de Morada Nova, Praça dos Sonhos (São Félix), Praça da Criança André Barbosa (Rotatória das Folhas 17/18/20 e 29), Praça da Orla (Santa Rosa), Praça da Bíblia (Cidade Nova), Praça da Vila São José (Km-08), Praça da Vila do Brejo do Meio, Praça da Vila Capistrano de Abreu, Praça “Osvaldo Mutran Júnior – Júnior do Vavá” (Novo Horizonte) e Praça do Km-07.  

Fabricados com materiais leves, os equipamentos não têm peso e usam apenas a força do corpo para exercícios de musculação e alongamento. Trata-se de um sistema que se adapta ao usuário utilizando o peso do próprio corpo, criando resistência e gerando benefício personalizado, independente de idade, peso e sexo.

São indicados para maiores de 12 anos e principalmente para pessoas da terceira idade, que perdem naturalmente um pouco da força muscular com o passar dos anos, mas podem ser usados por qualquer pessoa, funcionando como uma academia de ginástica ao ar livre.

Aparelhos: Abdominal Duplo, Elíptico Triplo, Esqui Duplo Conjugado, Simulador de Caminhada Duplo Conjugado, Simulador de Cavalgada Duplo Conjugado, Simulador de Remo, Pressão de Pernas Triplo Conjugado, Rotação Dupla Vertical (Academia Para Especiais), Remada (Academia Para Especiais), Rotação Vertical – Aparelho Triplo Conjugado), Surf Duplo Conjugado e Supino (Academia Para Especiais).

 

Fonte:  Célio Sabino Ascom/PMM

Na tarde desta sexta-feira (10) aconteceu na Secretaria Municipal de Saúde a assinatura de Ordens de Serviço para a construção de mais duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em Marabá: uma no Bairro Araguaia, na Nova Marabá; e outra no Bairro da Paz, no Núcleo Cidade Nova.

A obra do Bairro Araguaia é do Tipo Dois, com uma estrutura de grande porte e receberá um investimento de R$ 966.364,16; já a do Bairro da Paz é Tipo Um, de estrutura mediana e está orçada em R$ 726.915,13, ambas serão construídas em parceria com a mineradora Vale, como condicionante pela implantação da Siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa) na cidade.    

Segundo o secretário de Saúde Nagib Mutran Neto, a nova unidade do Bairro Araguaia – antiga Invasão da Fanta - atenderá também os moradores do Nossa Senhora Aparecida – antes Invasão da Coca-Cola - e os loteamentos próximos, além de desafogar o atendimento na UBS Mariana Moraes, no Bairro Quilômetro 7, Nova Marabá. “Assim como a do Bairro da Paz [ex-Invasão da Lucinha], que garantirá melhor atendimento aos usuários daquela região”, complementa Nagib.

As novas unidades de saúde contarão com equipes do Programa Saúde da Família (PSF), o qual levará atendimento de casa em casa. “Uma forma de melhorar a qualidade de vida do nosso povo”, ressalta o secretário.

O líder de projetos da Vale, Rodrigo Coji, falou também da importância de mais uma obra em parceria da mineradora com a prefeitura. “Essa parceria vem dando certo, proporcionando desenvolvimento da nossa cidade e diminuindo as carências existentes”, disse.

Ricardo Coelho, proprietário da empresa Exagon Construções e Serviços Ltda., responsável pela obra, informou que a equipe da empresa irá trabalhar com duas frentes de serviço, cada uma em uma unidade.

“O prazo é de seis meses para a entrega dessas unidades de saúde. Além disso, me sinto honrado por ser filho de Marabá e tocar essa obra tão importante para o município”, destacou ele.

A construção das duas unidades de saúde em bairros originados de ocupações representa o cumprimento de mais uma promessa do prefeito João Salame. O prefeito ressalta que em seu governo tem procurado levar atendimento de infraestrutura, educação, saúde e assistência social, entre outros, a bairros periféricos que antes da atual administração tinham pouca ou nenhuma atenção do poder público.

Parcerias

Além dessas duas novas Unidades de Saúde, também estão sendo executadas em parceria com a Vale, a reforma e ampliação das UBS dos bairros Liberdade e Laranjeiras. Também resultado dessa união foi construída a Unidade de Saúde da Família “Carlos Barreto”, em Morada Nova, inaugurada no último dia 30 de abril.

Por: Alessandra Gonçalves 

Ascom/PMM 

O prefeito João Salame se reuniu no início da noite desta quinta-feira (11) com os moradores dos bairros Carajás I, II e III, no Núcleo Cidade Nova. Após ouvir as demandas dos moradores, a principal delas deixar as ruas trafegáveis no verão, ele falou das obras que serão executadas naqueles bairros.  

Em contrapartida às reivindicações, o presidente da Associação de Moradores do Bairro, Rui Silva, e o vice-presidente Helder Sousa garantiram que a entidade vai doar 30 mil carradas de piçarra para tornar as principais vias trafegáveis.

O engenheiro Fabiano Botelho, da Secretaria de Obras e Viações Públicas (Sevop), também participou da reunião e ouviu a demanda dos moradores, além do presidente da Câmara Municipal, o vereador Miguel Gomes Filho.

João Salame lembrou que a prefeitura está trabalhando mais nas áreas de periferia, que por muito tempo ficaram abandonadas. “Nesses locais as máquinas só entravam para derrubar os barracos”, conta, acrescentando que no Bairro da Paz, antes conhecido como Invasão da Lucinha, nem mototáxi queria entrar, mas agora o bairro está com infraestrutura e a principal via do bairro, a Cuiabá, foi pavimentada e outras vias também receberam serviços de drenagem.

Ele lembrou ainda que uma das escolas mais bonitas do município também está em uma área de invasão, na Escola Maria Lúcia Bichara, no Bairro Araguaia.

Salame disse ainda que os bairros Carajás também já receberam benfeitorias, com seis ruas arrumadas. “Também foi aberta uma vala de um quilômetro e meio que secou as águas que ficavam acumuladas e provocavam alagamentos”, disse, ressalvando que a Avenida São Paulo, no Bairro Belo Horizonte, também recebeu manilhas.

Sobre o restante do pacote de obras, Salame explicou que vai terminar a Avenida São Paulo, que já está toda manilhada; vai melhorar a Fortaleza; terminar a Minas Gerais; fazer a Paraná, Brasília, Belém, Tocantins e Manaus, ligando da Fortaleza a Manaus, com duas ruas para desafogar o trânsito no local.

Ele também garantiu que a prefeitura vai melhorar as ruas do bairro, assim que a equipe da Secretaria de Obras e Viações Públicas (Sevop) terminar os Bairros São Miguel da Conquista e Da Paz.

Um cronograma de serviço vai ser feito pelo engenheiro da Sevop, junto com uma comissão de moradores, para saber por quais ruas irão começar os serviços.

Texto: Alessandra Gonçalves

A Prefeitura de Marabá segue em ritmo acelerado com várias frentes de trabalhos em diversos núcleos da cidade, atendendo antigos anseios da população. São ruas sendo preparadas para receber pavimentação, entre essas a Travessa Manaus, na confluência dos Bairros Bom Planalto, Laranjeiras e Cidade Nova; Avenida Itacaiúnas, nos trechos entre a Avenida Minas Gerais e a Cuiabá, no Bairro Bom Planalto e ruas do Bairro Nossa Senhora Aparecida.

Além dessas estava sendo finalizado, na tarde desta segunda-feira (1º), os serviços de terraplenagem em uma das ruas principais da Folha 20, ao lado do Posto do Bolinha, na Nova Marabá.

Os trabalhos foram iniciados na Folha 20 na última quarta-feira (27) e os moradores estão muito felizes com o que está sendo feito. Para a dona de casa Edite Freitas Oliveira, 70 anos, que mora há 35 anos naquele local é uma vitória a rua estar sendo preparada para ser asfaltada.

“Quase todo ano cortava a rua e a gente tinha de aterrar para poder passar”, lembra a dona de casa, completando que agora esse problema será resolvido.

Também satisfeito com o serviço que está sendo realizado é o comerciário Romualdo Lima, 63 anos. “É uma satisfação e isso é um presente para a gente, porque significa conforto, comodidade e, principalmente, a valorização dos nossos imóveis”, disse, completando que o prefeito João Salame está trabalhando da periferia para o centro, ao contrário do que era feito por outros gestores.

O encarregado da obra, Eduardo de Souza, explicou que foi feito na via o trabalho de limpeza e nivelamento da rua. “Agora estamos fazendo a base para a pavimentação”, detalhou. A previsão é de que nesta terça-feira (2), a rua seja imprimada. Ou seja, preparada para a colocação do asfalto.

Velha Marabá

Na Velha Marabá a Travessa do Coqueiro, no Bairro Santa Rosa, em frente ao Núcleo de Educação Infantil “Ruth Rocha”, que por muito tempo ficou abandonada, também receberá pavimentação esta semana.

Na tarde desta segunda-feira a equipe já havia terminado a preparação da base para nesta terça-feira receber a imprimação na terça-feira (2)

Ainda no Bairro Santa Rosa, a prefeitura iniciou nesta segunda-feira (1º), o recapeamento na Rua Parsondas de Carvalho, onde estão ocorrendo Operação Tapa Buraco.

Texto: Alessandra Gonçalves

Após a desistência oficial da Construtora Ecopontes, que iniciou em 2010 a construção da passarela de pedestres localizada na Rodovia Transamazônica, em frente à Agência do INSS, a Prefeitura de Marabá assumiu a conclusão da obra.

A obra, que faz parte de um pacote de duas passarelas - a outra também na Transamazônica, ligando a Folha 33 à Folha 32, em frente ao Terminal Rodoviário Pedro Marinho de Oliveira - tem um custo avaliado em R$ 2.825.521, 26 com recursos do Governo Federal e contrapartida do município.

A licitação para a realização da obra foi feita em 2010, na gestão anterior, e o contrato com a Ecopontes foi assinado no mesmo ano. O atraso nos repasses das primeiras medições, por parte do Governo Federal, levou a empreiteira a desistir da obra. Com isso e devido à crise financeira por qual passa o País, o recurso retornou aos cofres da União.

Enquanto aguarda a definição da Procuradoria Geral do Município (Progem), que tenta a liberação dos recursos com Caixa Econômica Federal, a prefeitura retoma a obra com recursos próprios. A previsão de entrega é de 30 dias.

A equipe, de quatro operários, trabalha sobre o comando do auxiliar de Coordenação de Engenharia da Secretaria de Viação e Obras (Sevop), Anderson Campos.

Esta fase da construção da passarela consiste na colocação de estrutura metálica para fixação de tela de proteção de 2 metros de altura. Depois será construída rampa de acessibilidade para cadeirantes e para isso será modificada a entrada e saída da passarela na direção das ruas de acesso.

Por: Célio Sabino

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Sul e Sudeste do Pará

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