A Polícia Civil de Parauapebas, busca informações que possam levar a identificação e paradeiro do(s) autor(es) das perfurações de arma branca que levaram a morte de Carla Lima da Silva, de 30 anos de idade, que residia no bairro Altamira, a mesma deu entrada por volta das 06h00 da manhã de domingo 23, no Hospital Municipal de Parauapebas, com uma perfuração na altura do pescoço.

Informações que estão sendo apuradas pela polícia dão conta que por volta de meia noite do dia 23, ela se encontrava próximo a um bar no bairro Betânia, onde teria sido vítima de agressão física e esfaqueamento. Quanto ao motivo que levou as vias de fatos, ainda é desconhecido.

A vítima foi golpeada com uma marreta e posteriormente esfaqueada no tórax, após, foi socorrida e levada ao hospital onde deu entrada e recebeu atendimento médico, contudo, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na madrugada de segunda-feira, 24.

Ainda segundo Informações repassadas para polícia, há cerca de 5 anos, Carla era usuária de entorpecente, o que pode ter influenciado para o crime por dívida com os patrões do tráfico.

Mais um caso de feminicídio foi registrado em Parauapebas, o crime ocorreu na noite de segunda-feira, 24, por volta das 19h40min, na rua S-5, bairro Cidade Jardim, Parauapebas. Onde a vítima, Maria Rosa Ferreira Rocha de 27 anos de idade, foi assassinada com três tiros na cabeça, disparados pelo ex-companheiro Manuel da Conceição Sousa de 33.

A mulher foi morta após uma discussão entre os dois por causa da guarda de duas das crianças, filhos do suspeito. Maria Rosa foi casada com o pedreiro Manoel Conceição por cerca de 7 anos, com quem teve dois filhos, os outros dois seriam fruto de outro relacionamento.

A vítima foi morta com uma arma de fogo pelo ex-marido

A vítima teve um casamento conturbado com Manoel, por ele ser um homem agressivo, razão pelo qual Maria Rosa havia decidido se separar. Ela ainda chegou a registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), contra o ex - marido.

Na época o acusado não foi preso, ele teria viajado para o estado do Maranhão, onde passou alguns meses, voltando de lá há poucos dias trazendo na bagagem a arma que usou para matar a mãe dos filhos dele.

Segundo informações ao chegar de viagem, Manoel Conceição entrou em contato com Maria Rosa querendo os dois filhos, como a mulher não quis entregar as crianças a ele, o homem passou a ameaça-la de morte.

O acusado está foragido 

Maria Rosa estava em Parauapebas morando de favor e sobrevivia com os filhos com ajuda da população. Recém-separada do suspeito, Rosa chegou a gravar um vídeo pedindo ajuda, o apelo foi divulgado nas redes sociais, desde então vinha recebendo doações de cestas básicas, calcados e roupas. Ela ainda trabalhava de doméstica ganhando o salário de R$ 400,00 reais por mês.

Na noite do crime, Maria Rosa chegava em casa com os filhos, quando foi surpreendida pelo ex-companheiro que estava em uma moto Honda NXR-Brós,150 cor vermelha, placa OVQ-1316 de Açailândia (MA), passando os dois a discutir, momento que o homem começou a agredi-la com capacete em seguida puxou a arma e disparou contra a vítima que foi assassinada a sangue-frio na frente dos quatro filhos menores de idade.

Após cometer o crime Manoel da Conceição fugiu do local levando uma das crianças.

O caso foi registrado na delegacia por Elzir Sousa, irmã do acusado. Ela conversou com nossa equipe de reportagem e fez um apelo a Manoel, para que o irmão se apresente a polícia e responda pelo crime que cometeu. “Ele agiu covardemente por isso tem que pagar pelo crime que cometeu. Ele matou a mãe dos filhos dele”, disse Elzir Sousa, a mulher relatou ainda que tinha a ex-cunhada como uma irmã e sempre aconselhava a mesma com relação ao irmão.

 O corpo de Rosa foi removido para o Centro de perícia Renato Chaves, onde deve passar por exame de necropsia. Manuel da Conceição Sousa está foragido e a polícia busca informação que leve ao paradeiro do pedreiro. O filho que o mesmo levou após matar a ex mulher, antes de fugir foi deixado residência de uma outra irmã dele. Após isso o mesmo tomou rumo ignorado.

Caso você saiba o paradeiro de Manoel Conceição ligue para o disk denúncia 181 ou (94) 992645348, sua identidade será resguardada.

 (Neide Folha)

 

Por volta das 18 horas de quinta-feira,29, o corpo da jovem Jaqueline Santana da Silva, 24 anos de idade, foi encontrado as margens da PA- 160, entre a localidade denominada Água Boa e a Vila 45, município de Canaã dos Carajás.


De acordo com informações de um parente da vítima, o achado se deu quando um motoqueiro teria parado e descido da moto para fazer necessidades fisiológicas, momento em que ao entrar no capim a beira da estrada procurando um local adequado, sentiu um mal cheiro, ao averiguar de que se tratava se deparou com corpo de uma mulher já em adiantado estado de decomposição.


Minutos depois o Instituto Médico Legal – IML foi acionado para realizar a remoção do cadáver, que até então estava sem identificação. Informada do achado do corpo, a mãe de Jaqueline, se dirigiu ao IML onde realizou, através das vestes e das unhas da vítima, o reconhecimento do corpo como sendo de sua filha que estava desaparecida desde o
último dia 11/08.

Corpo da jovem foi encontrado em avançado estado de decomposição

Ao reconhecer o corpo da filha a mãe da vítima também procurou a delegacia durante a madrugada por volta de 01h20, para registrar ocorrência do achado.


O ex-marido, Antônio Sousa Nascimento, vulgo “Tonin” é o principal suspeito do crime. Ele estava desaparecido, porém na manhã desta terça-feira, 03, foi preso
pela Polícia Civil. Antônio encontra-se encarcerado e a disposição da
justiça.

 

Neste sábado (11), véspera de comemoração ao Dia das Mães, centenas de mulheres saíram às ruas de Parauapebas em uma caminhada contra o feminicídio. O manifesto teve início na Praça da Cidadania do Bairro Rio Verde até a Praça de Eventos do Cidade Nova.

Casos como o de Ana Karina, Loren Lima e Dayse, são exemplos de casos de crimes desta natureza, que ganharam grande repercussão em toda a mídia local e regional  e que também geraram grande comoção social.

A caminhada foi organizada pelo grupo Mulheres Girassol, em entrevista com a presidente do Instituto, Enildes Melo, disse que o evento é uma conscientização para alertar não só as mulheres, mas toda a comunidade para que casos  de violência deste tipo não caiam no esquecimento, instigando a justiça a fazer com que os culpados possam pagar pelos crimes. “Esta é uma forma de contribuir com a sociedade para fazer com que população não esqueça de cobrar das autoridades a elucidação de casos tão bárbaros”, disse.

Recentemente o caso de Deyse Dayana, vítima de um possível feminicídio e depois jogada de uma janela de cerca de 04 metros de altura pelo companheiro, para simular um possível suicídio ganhou repercussão destaque na imprensa local. Em entrevista a mãe da vítima, Wilma Lemos, agradeceu o apoio que tem recebido da população de Parauapebas e Marabá. Ela destacou a importância da denúncia e pontuou que o medo e o silêncio, muitas vezes, são os maiores inimigos de uma mulher agredida. “Mulheres não se calem. O silêncio mata toda e qualquer tipo de agressão, por mínima que seja precisa ser externado e tem que ser denunciado”, disse Wilma.

Enildes Melo, foi uma das organizadoras da caminhada.

Wilma Lemos, mãe  de Deyse Dayana, vítima de um possível feminicídio.

 

Morreu hoje (9) em Brasília mais uma vítima de feminicídio. Cácia Regina Pereira da Silva, 47, estava internada no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) desde o dia 25 do mês passado, após o ex-marido ter jogado ácido em seu corpo.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, a mulher teve 45% do corpo queimado e recebeu implante de pele na última sexta-feira (3). Porém, desenvolveu um quadro de infecção e não resistiu aos ferimentos, decorrentes das queimaduras de terceiro grau que atingiram face, colo, tórax e membros superiores. O óbito foi registrado pela equipe hospitalar às 7h35 desta quinta-feira. 

O crime ocorreu na residência da vítima, no bairro Nova Colina, em Sobradinho (DF). De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, o ex-marido dela, Júlio César Villa Nova, 55, depois de ter jogado a substância corrosiva, ainda tentou atirar na vítima, e não conseguiu. Em seguida, mirou a arma contra a própria cabeça e cometeu suicídio.

No final do mês passado, a Agência Brasil repercutiu estudo elaborado pela Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), órgão vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, que mostrou o perfil de vítimas e autores de feminicídios perpetrados na capital federal. Entre março de 2015 e março deste ano, 11 dos 68 autores desse tipo de crime se mataram após cometê-lo. 

A pesquisa revelou ainda que um quinto dos autores (20,6%) matou as mulheres por não se conformar com o fim do relacionamento. A maioria (63,3%) dos feminicídios reportados no período analisado pela CTMHF ocorreu durante a noite ou a madrugada, na faixa horária compreendida entre 18h e 5h59, como foi o caso de Cácia. 

Segundo cálculos da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), a cada dez feminicídios cometidos em 23 países da América Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Naquele ano, ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na região, em razão de sua identidade de gênero, ou seja, simplesmente por serem mulheres. Desse total de mortes, 1.133 foram registradas no Brasil.

Fonte: Agencia Brasil

Um total de 87 mil mulheres foram vítimas de feminicídio em 2017, segundo um relatório publicado neste domingo pelas Nações Unidas. Mais da metade delas (58%), cerca de 50 mil, foram assassinadas por conhecidos -- seus companheiros, ex-maridos ou familiares. Isso significa 6 feminicídios cometidos por conhecidos a cada hora.

"No mundo todo, em países ricos e pobres, em regiões desenvolvidas e em desenvolvimento, um total de 50 mil mulheres são assassinadas todo ano por companheiros atuais ou passados, pais, irmãos, mulheres, irmãs e outros parentes, devido ao seu papel e a sua condição de mulheres", denuncia o relatório.

O documento, elaborado pelo Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (Onudd), indica que os assassinatos de mulheres por parte dos seus companheiros faz com que o lar seja o "lugar mais perigoso para as mulheres" e "é frequentemente a culminação de uma violência de longa duração e pode ser prevenida".

Comparação entre regiões

Em termos de distribuição geográfica, a África e as Américas são as regiões em que há mais risco de as mulheres serem assassinadas por companheiros e familiares.

Na África, o índice é de 3,1 vítimas a cada 100 mil mulheres. Nas Américas, o número cai para 1,6 vítima. A Oceania acompanha o índice mundial, de 1,3 mulher vítima de feminicídio por conhecidos a cada 100 mil.

Os índices mais baixos estão na Ásia, com 0,9 a cada 100 mil, e na Europa, 0,7 a cada 100 mil.

Igualdade de gênero

"As mulheres continuam pagando o mais alto preço como resultado dos estereótipos de gênero e desigualdade", afirma o documento "Assassinato de gênero de mulheres e meninas".

A ONU considera que um "aspecto crucial" para enfrentar o problema é envolver os homens na luta contra o feminicídio e "desenvolver normas culturais que se afastem da masculinidade violenta e dos estereótipos de gênero".

Entre outros assuntos, se menciona como uma boa política de prevenção a "educação precoce de meninos e meninas, que promova a igualdade de gênero e ajude a quebrar os efeitos negativos dos papéis de gêneros estereotipados".

(Fonte: G1)

O Pará já registra 39 casos de feminicídio somente em 2018, de acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup). São dez mortes a mais que no mesmo período de 2017.

Nesta segunda (22), a jovem Waleska foi vítima de tentativa de feminicídio ao ser esfaqueada pelo ex-companheiro. Ela foi levada para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, onde permanece internada.

O último caso de feminicídio ocorreu na última sexta-feira (19), dia do aniversário da vítima Ingrid Carolina Marques Pinto, 20. Ela foi morta esfaqueada pelo ex-marido no bairro do Curuçambá, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

A vítima deixou três filhos, sendo dois deles com o autor do crime, Daniel dos Santos. Os familiares dela estavam do lado de fora da casa e presenciaram o assassinato.

Com a prisão decretada, Daniel chegou a tentar fugir, mas está internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, depois de tentar suicídio logo em seguida ao crime.

A mãe de Ingrid, Hérica Marques, disse que a filha havia acabado de pegar um dos filhos, quando foi puxada pelo ex-marido para dentro da casa, onde foi mantida trancada.

"Eu estava aqui na frente de casa e fui lá pedir pra ele soltar ela. Aí ele apareceu com uma faca grande e mandou eu me afastar, perguntando se eu queria levar facada também", contou.

Hérica disse ainda que chegou a implorar pela vida da filha, mas não adiantou. "O que eu senti na hora foi que ela estava tão perto de mim, mas tão distante ao mesmo tempo. Me senti impotente na hora". Segundo a mãe, Ingrid sofria contantes ameaças de morte e já havia sido agredida várias vezes. "Era uma tragédia anunciada, infelizmente".

Daniel já está sob custódia da Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe) e deve ser transferido para o presídio assim que receber alta, segundo a Polícia.

Sensação de impunidade

Para a delegada Janice Aguiar, da Delegacia da Mulher, a sensação de impunidade é um dos motivos pelo aumento do número de casos.

"O agressor continua praticando o crime com a certeza da impunidade. Em flagrantes, a primeira pergunta que eles fazem é de quando é a audiência de custódia, acreditando que vão sair", afirmou.

A violência doméstica pode envolver abuso emocional, social, físico, sexual, financeiro e perseguição. O feminicídio é o homicídio doloso praticado contra a mulher por “razões da condição de sexo feminino” e pode levar à pena de doze a trinta anos de prisão.

As suspeitas de comportamento possessivo, agressivo, violento e criminoso devem ser denunciadas à Polícia pelo número 180.

(Fonte: G1)

A Polícia Civil de Parauapebas abriu inquérito policial para apurar a morte e esfaqueamento de duas irmãs ocorrida na Vila Palmares Sul, zona rural, distante cerca 12 quilômetros de Parauapebas.

 De acordo com a GU da viatura 2303 composta pelos PMs  sargento Gidel e cabo Antônio Marcos, eles realizavam patrulhamento na área quando por volta das 23 horas de sábado, 13, foram acionados via Centro de Controle Operacional (CCO) com a informação de um homicídio que teria ocorrido na rua João Pessoa,  em frente a creche Mundo Infantil.

Ao chegar ao local, os PMs constataram a veracidade do fato, duas mulheres da mesma família, uma esposa e a outra cunhada haviam sido esfaqueadas, a cunhada morreu no local enquanto que a mulher do agressor,  que também foi esfaqueada foi  socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal de Parauapebas.

A vítima fatal trata - se de Jaciara Pereira dos Santos 27 ano de idade, (cunhada do criminoso) e Anna Lúcia Pereira dos Santos, 30, (esposa do acusado) foi esfaqueada na barriga ficando com as vísceras expostas a mesma foi socorrida  e levada para o hospital Municipal.

De acordo com levantamentos realizados pela reportagem, o autor do feminicídio e da tentativa de feminicídio teria sido o pedreiro, Joel Gomes de Araújo, 34 anos de idade, que não aceitando o fim do relacionamento, tentou contra a vida de sua esposa. Ainda segundo informações, os crimes teriam acontecido após uma discussão entre Anna Lúcia e o acusado, ex-marido dela. 

A briga entre ambos teria ocorrido porque a vítima, mais uma vez, havia se separado de Joel Gomes, que não aceitando o fim do relacionamento, tentou matar a mulher com quem convivia há um ano.

A vítima , Jaciara Pereira foi fatalmente ferida, vindo a óbito ainda no local do crime

No local, a reportagem apurou que as duas irmãs estavam na casa de Anna Lúcia quando o acusado teria chegado e, ao bater na porta, a mesma não a abriu e diante da situação Joel Gomes havia pulado o muro  e com uma faca na mão teria tido uma ligeira discussão com a ex-esposa, Anna Lúcia, briga presenciada por dois parentes. Depois de discutir, Joel Gomes teria partido para cima da mulher e, em dado momento, Jaciara Pereira também foi esfaqueada quando tentava defender sua irmã Anna Lúcia. Ferida fatalmente, Jaciara morreu instantaneamente no local.

 (Reportagem: Caetano Sillva) 

Nesta terça-feira (11), senta no banco dos réus os homens acusados de estupro, assassinato e tentativa de homicídio de duas mulheres. O crime aconteceu em 2014, na casa de um dos acusados, em Ananindeua. Preside o julgamento a juíza Cristina Collyer.

Sérgio Maurício Rodrigues da Silva e seu filho Cristiano Rodrigues da Silva são acusados da morte de uma mulher e estupro de vulnerável e tentativa de homicídio de uma adolescente de 14 anos. O crime ocorreu no dia 13 de outubro de 2014, na residência de Sérgio, em Ananindeua.

O fato ocorreu durante uma conversa entre a vítima assassinada e Sérgio. De acordo com os relatos da adolescente que sobreviveu, o réu com a mulher que foi assassinada ficaram conversando na sala quando ela foi à cozinha para pegar uma água. Ao retornar para a sala, o acusado lhe abordou, a ameaçou com uma arma e a trancou em um quarto.

Ainda segundo o depoimento da adolescente, o acusado retornou para o quarto após um período de tempo. Ele a ameaçou e a estuprou. Em seguida, Sérgio a obrigou a tomar umas pílulas, informou que sairiam ao anoitecer e confessou que teria matado a sua colega.

A adolescente contou ainda que foi obrigada a vestir um lençol e sair pelo quintal da casa, onde encontrou Cristiano. A vítima relatou que foi levada para um matagal onde foi golpeada na cabeça e perdeu os sentidos, acordando no Hospital Metropolitano, em Ananindeua.

O corpo da outra mulher foi encontrado amarrado dentro de um saco de sarrapilheira, com vários golpes de arma branca e sinais de estupro, em um terreno baldio por moradores da área do Icuí-Guajará.

(Fonte: G1/PA)

Por volta das 21h00, de segunda-feira, 13, policiais da Ronda Ostensiva Com Apoio de Motos (ROCAM), apresentaram na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, o nacional Edivan Pereira Fernandes, 36 anos de idade, natural de Arari (MA).

O mesmo foi pego no bairro Cidade Jardim, após denúncia de tentativa de homicídio contra sua companheira de nome não divulgado pela polícia. Ainda segundo informações o mesmo é foragido do Estado de São Paulo, onde teria matado a própria mulher.

De acordo com o cabo PM S. Barros, aguarnição estava na UPA em outra ocorrência, quando foi informada pelo (CCO) que um homem acusado de tentativa de homicídio contra a própria companheira havia chegado em casa, enquanto a mulher agredida teria recebido atendimento médico com o braço esquerdo ferido por um golpe de facão. Ainda segundo o PM, ao receber a informação de que o agressor estava em casa a GU se dirigiu para o logradouro. No local o acusado teria partido para cima dos policiais com um facão, quando os mesmos bateram na porta.

"Ele já havia golpeado a companheira dele e quando chegamos ao local partiu para cima da guarnição armado de facão e tentando contra os policiais”. Na tentativa de conter o acusado os policiais o balearam na perna e no braço. Após atendimento médico Edivan Pereira, que segundo a polícia é foragido do Estado de São Paulo pela acusação de ter matado sua própria esposa.

Ainda de acordo com o cabo, Edivan não negou a acusação e disse que o crime que cometera já havia prescrito. Além de dois facões, um que teria agredido sua atual companhia, e outro que tentara contra a guarnição, a polícia apresentou também um cachimbo para uso drogas. Edivan Pereira ficou recolhido na Depol para verificação de sua situação com a justiça pelo crime cometido no estado de São Paulo

 ( Reportagem: Caetano Silva)

Sul e Sudeste do Pará

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