Carajas o Jornal

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A promoção da economia verde – que concilia desenvolvimento, meio ambiente e redução da pobreza – passa pela articulação entre governos, sociedade civil e empresas. Essa foi a conclusão dos participantes da 1ª Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, que acaba hoje (26) em Fortaleza, depois de dois dias de discussões e palestras.

Após o encerramento dos debates, os países da América Latina e do Caribe aprovaram um documento conjunto com compromissos para impulsionar o desenvolvimento sustentável no continente. O texto final só será publicado na próxima semana, mas a versão preliminar traz 22 sugestões.

As recomendações estão distribuídas em quatro eixos: criação de políticas de transição e de ambiente legislativo para um modelo de economia verde, promoção do uso e aumento de escala de tecnologias inovadoras, aumento do papel do financiamento verde para assegurar recursos suficientes para o desenvolvimento sustentável e capacitação da sociedade para ações de desenvolvimento em nível nacional.

Sugestões

Entre as ações sugeridas, estão o uso dos indicadores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para medir o avanço nas políticas de transição para a economia verde, a integração das novas tecnologias da economia verde à economia azul (que não depreda os mares) e aos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas e o acompanhamento minucioso de políticas e de incentivos para que eles possam ser ajustados.

O documento também recomenda a atualização do sistema de impostos para facilitar o acesso a tecnologias inovadoras, a articulação entre governo, sociedade civil, companhias e consumidores para criar um ambiente positivo para inovações e a mudança na cultura de investidores privados por meio de novas ferramentas de financiamento verde, como os créditos de carbono (compra de direitos de poluir em troca do financiamento a projetos socioambientais) e os bônus verdes (títulos de projetos de desenvolvimento sustentável).

O texto defende a inclusão de parâmetros sociais na análise de custo–benefício dos projetos e o investimento na capacitação de agentes da sociedade – dos governos, da sociedade civil e de empresas – para o desenvolvimento sustentável.

Avaliação

Coordenador regional do Escritório das Nações Unidas para a Cooperação Sul-Sul e membro da Organização Mundial para a Economia Verde, o diplomata ucraniano Edem Bakhshish defendeu a divulgação maciça da agenda de economia verde como meio de escapar do que classificou como falso dilema entre desenvolvimento e meio ambiente. “Para mudanças substantivas avançarem, as pessoas precisam remover as diferenças. É importante conversar e fazê-las entender o benefício da economia verde, que a adesão a práticas sustentáveis não as priva de oportunidades. Na verdade, abre perspectivas”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Em relação ao panorama da economia verde do continente americano, Bakhshish explicou que a América Latina e o Caribe têm um potencial impressionante para promover o desenvolvimento sustentável, principalmente por meio da agricultura, do extrativismo e do turismo bem manejados. Ele, no entanto, disse que a distribuição das boas práticas ainda é heterogênea na região, com países pequenos muito avançados, enquanto outros ainda estão iniciando a transição para a economia verde.

“A vantagem é que os países da região estão dispostos a aprender com seus pares, até porque esta região avançada na cooperação Sul-Sul (cooperação entre países em desenvolvimento)”, comentou. Ele acrescentou que, em alguns países da América Latina e do Caribe, o mercado de financiamentos verdes conseguiu financiar projetos de sucesso em escala nacional.

Agenda

Organizador brasileiro do evento, o presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte, disse que a conferência forneceu importantes lições para o país. “O Brasil não pode abdicar de uma agenda construída ao longo do tempo. Aprendemos aqui que países que mantêm a disposição de continuar no diálogo estão no avanço. É um trabalho muito duro negociar uma agenda para o meio ambiente. As paixões não podem ser colocadas sobre os interesses individuais ou ideológicos das pessoas. A sustentabilidade, o meio ambiente, a diversidade estão na agenda de forma inexorável”.

A 1ª Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde começou na segunda-feira (24) e ocorre até hoje (26), na capital cearense. O encontro foi organizado pela World Green Economy Organization (WGEO) – Organização Mundial da Economia Verde –, pelo Escritório de Cooperação Sul–Sul da Organização das Nações Unidas e pelo Instituto Brasil África. O evento tem apoio do Governo do Ceará e em parceria com o Secretariado das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e com a International Solar Alliance. Depois do encerramento dos debates, a conferência promove cursos e oficinas de capacitação em economia verde para os participantes ao longo desta quarta-feira.

(Fonte: Agência Brasil)

A ocitocina é um hormônio armazenado na hipófise anterior e também conhecido como o hormônio do amor por estar relacionado e ser liberado em situações de prazer. No trabalho de parto ele é ao responsável pelas contrações uterinas para o nascimento do bebê. Esse hormônio também é responsável pelos vínculos sociais e empatia, sendo muito importante pós-parto.

Existe também a ocitocina sintética que é feita em laboratório e pode ser usada à critério para induzir ou conduzir o trabalho de parto. Ela pode ser usada em casos onde o trabalho de parto não inicia, ou não evolui, assim como na prevenção de hemorragia pós-parto.

“A ocitocina tem um papel muito importante no trabalho de parto.  Ela é uma das razões para que ocorra a contração uterina e essa contração promoverá à dilatação do colo do útero facilitando a passagem do bebê pelo canal vaginal, ”explica o ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães, médico precursor do “Parto Sem Medo”. 

Existem duas maneiras de estimular o hormônio da ocitocina no parto, naturalmente ou injetável, aplicado direto na veia da mãe. Para o estímulo e liberação da ocitocina é necessário que a mulher esteja em um ambiente seguro e tranquilo, ou seja, ela precisa se sentir amparada, relaxada e feliz. “ Orientamos que a mulher faça coisas que lhe dê prazer, que se concentre em pensamentos bons, e que de preferência permaneça em seu ambiente acolhedor com seu parceiro/família. E no momento que o bebê estiver pronto para nascer, a ocitocina será liberada e tudo acontecerá da de maneira natural, ” informa Guimarães.

Do início do parto até a expulsão do bebê, é descrito como uma enxurrada de hormônios e dentro deles está a ocitocina. “Muitos pesquisadores entendem que esse momento é extremamente importante e necessário pois o recém-nascido também traz a ocitocina, que é fundamental para a relação entre a mãe e o bebê, ” finaliza o Obstetra.

Fonte: Comunicação 

Em 2018, a vereadora Francisca Ciza (DEM) pediu ao chefe do Executivo municipal, Darci Lermen, a cessão de um imóvel público para o Governo do Estado do Pará instalar uma unidade descentralizada de tratamento de hemoterapia, portanto, instalações adequadas para banco de sangue, mas até agora o pedido não foi atendido.

Na sessão ordinária de terça-feira (18), a vereadora pediu novamente a viabilidade para a instalação de uma unidade de hemoterapia na cidade. Ao apresentar a Indicação nº 206/2019, Francisca Ciza solicitou a reativação do processo de negociação com o Governo do Estado.

A vereadora contou que o objetivo é solucionar um grande problema de saúde pública, já que a população tem dificuldade em obter bolsas de sangue para tratamentos médicos e cirúrgicos.

A parlamentar explicou ainda que em Parauapebas existe apenas uma agência transfusional de pequeno porte que funciona dentro do Hospital Geral de Parauapebas (HGP). “Com essa pequena estrutura, temos que atender todo o serviço de saúde, público e privado, que necessita de sangue e outros elementos sanguíneos”, destacou Francisca Ciza.

A unidade existente no HGP ainda fornece sangue e hemoderivados para os hospitais municipais de Canaã dos Carajás, Eldorado do Carajás e Curionópolis.

A legisladora apresentou também dados da demanda de sangue na região, afirmando que no ano passado foram gerenciadas em torno de 250 bolsas de sangue por mês, sendo necessário ampliar esta quantidade para atender melhor à população da região de Carajás.

A coleta de sangue no município de Parauapebas é realizada em campanhas ocorridas, normalmente, duas vezes ao ano. “Sempre batemos o recorde em doação; temos a maior adesão do estado nas campanhas de doação”, finalizou a parlamentar.

Após a explanação de Francisca Ciza sobre a necessidade de uma unidade completa do Hemopa no município, os vereadores aprovaram a indicação e manifestaram apoio à causa, já que uma unidade completa do Homopa vai viabilizar terapias sanguíneas e suporte aos pacientes portadores de doenças sanguíneas, como anemias crônicas.

A proposição aprovada será encaminhada ao Executivo municipal para que se promova a análise de realização do pedido.

Texto: Josiane Quintino

 

A partir desta quarta-feira (26) até a sexta-feira (28), a Celpa realizará uma caravana de negociação, em Ananindeua. O evento acontecerá na escola Doutor Antônio Teixeira Gueiros, no bairro do Distrito Industrial, de 8h30 às 17h. A iniciativa funcionará como um grande mutirão de conciliação, que deve se estender a outros 18 municípios durante o ano, promovendo diversas condições especiais para os clientes ficarem em dia com a concessionária.

 

A ação é voltada para clientes residenciais e comerciais, que terão mecanismos fáceis e rápidos para negociação e as melhores alternativas para pagamento de parcelas de acordo com suas possibilidades financeiras. Na caravana, os clientes terão a oportunidade de negociar seus débitos com mais flexibilidade. O critério para a negociação é que o cliente esteja com no mínimo 03 (três) de faturas em aberto.

Para líder de cobrança da Celpa, Alan Morais, a iniciativa é uma forma de tornar o atendimento mais flexível para que os clientes possam regularizar situações pendentes. "A Celpa é uma empresa que se preocupa em dar condições favoráveis aos clientes e busca sempre oferecer mais flexibilização e comodidade, e acima de tudo, garantir que todos tenham a oportunidade de ficar em dia com a empresa", conclui o líder.

ATENDIMENTO: Na ocasião, ainda será possível fazer a troca das lâmpadas incandescentes ou fluorescentes por lâmpadas de LED, que de acordo com especialistas, costumam alavancar uma economia de cerca de 80% no que diz respeito à iluminação residencial. Cada cliente poderá trocar até cinco lâmpadas por conta contrato. A empresa também disponibilizará o atendimento para o cadastro no Número de Identificação Social (NIS), para que os cidadãos possam solicitar posteriormente o cadastro no programa Tarifa Social, que possibilita até 65% de desconto na conta de energia do consumidor. Para esses serviços, é necessário apresentar cópia do RG e CPF do titular e o comprovante de pagamento da última fatura

Fonte: CELPA

A Secretaria Municipal de Educação (SEMED), em parceria com a Polícia Militar, certificou na noite desta terça-feira (26), 575 alunos das escolas municipais Faruk Salmen, Milton Martins, Fernando Pessoa e Terezinha de Jesus, que participaram dos cursos de formações do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). A cerimônia aconteceu por volta das 19h30, no Plenarinho da Câmara Municipal de Parauapebas.

O evento contou com a participação dos familiares dos estudantes, instrutora soldado Aldila Naiara de Souza Neris Moraes do 23º batalhão de Polícia Militar de Parauapebas (BPM); comandante o comandante do 23º BPM, Major Gledson Melo dos Santos; o comandante do Policiamento Regional (CPR) II, o tenente-coronel Junizo Honorato e Silva, o secretário de Educação de Parauapebas, Luiz Vieira e vice prefeito Sérgio Balduíno.

O Proerd é um programa desenvolvido por policiais militares, que busca a proteção e valorização da vida, por meio da realização de atividades educacionais, que visam prevenir e reduzir o uso indevido de drogas e a prática de violência entre os estudantes. Criado nos Estados Unidos, o programa foi implantado no Brasil em 1992 e desde então tem contribuído para a construção de um mundo mais seguro e saudável.

Secretário de Educação, Luiz Vieira 

 “É um projeto importantíssimo que estamos realizando, em parceria com a Polícia Militar”, afirmou o secretário de educação, Luiz Vieira, em entrevista à nossa equipe de reportagem. Segundo ele, os resultados do Proerd, no município, foram tão positivos que será ampliado para as demais escolas da cidade. “Aplicando este projeto nas escolas, conseguimos trabalhar a cidadania, pegando essa vertente da Polícia Militar, que discute a disciplina e principalmente o combate a violência e ao uso de drogas”, explicou o secretário.

O aluno, Breno Leite e sua mãe, Sania Leite aprovaram o projeto. “É uma ideia genial! Apesar de o meu filho ter sempre orientação, é sempre bom ter um reforço”, frisou a mãe. Já, Breno disse que aprendeu muitas coisas importantes que levará para vida toda.

O professor Edson Oliveira, que acompanhou a implementação do projeto nas escolas desde o início, falou sobre os benefícios dele para os alunos e para a sociedade em geral. “O Proerd ajuda a prevenir a violência, combatendo este mal na sociedade, na forma de ensinamentos para as crianças a dizerem não para as coisas ruins e sim para as boas. Além de ser super importante para o desenvolvimento humano e intelectual dos alunos”, explicou o professor. 

Coordenadora do projeto, soldado Aldila Naiara de Souza Neris Moraes do 20º BPM

Segundo a instrutora, soldado Aldila Naiara de Souza Neris Moraes, ela que já foi educadora foi muito bom trabalhar com os alunos.  “Os alunos gostam das aulas e para mim é muito gratificante participar, pois é um trabalho preventivo da Polícia Militar o qual eu acredito bastante, uma vez que os resultados são positivos e reais. Então o Proerd só tem a contribuir com a sociedade”, finalizou a instrutora.

Vice-prefeito Sérgio Balduíno premia alunos com brindes

Como prova os alunos que participaram do projeto tiveram que fazer uma redação falando sobre sua experiência, ao participar do Proerd, sendo as três melhores redações, premiadas. Como prêmio, os alunos receberam brindes e uma bicicleta cada um.

O comandante do Policiamento Regional (CPR) II, o tenente-coronel Junizo Honorato e Silva também participou da cerimônia

Mascote do Proerd contagiou todos os presentes 

 (Reportagem Samara Sousa/Texto Ingrid Cardoso)

Com o objetivo de dar uma destinação adequada para o lixo produzido nos diversos setores do campus Belém e conscientizar a comunidade acadêmica, o PET (Programa de Educação Tutorial) Solos desenvolve desde março deste ano o projeto“Conscientização de uso, reutilização e destinação correta de resíduos descartados na Universidade Federal Rural da Amazônia”. O projeto, que foi um dos vencedores do I Prêmio Ufra Sustentável, trabalha com coleta e descarte correto de lâmpadas, papéis, papelão, equipamentos eletrônicos, garrafas pet, pilhas e outros resíduos. A ideia é incentivar uma mudança positiva no comportamento de alunos, servidores e funcionários da universidade, tornando a Ufra um ambiente mais sustentável.

projeto lixo pet solos 1

As ações do PET Solos tiveram início ainda em 2018, quando foram realizadas quatro coletas de resíduos, que foram levados para o para o ponto de coleta da concessionária de Energia do Estado do Pará - EcoCelpa. A partir daí, a equipe começou a trabalhar não somente com o recolhimento, mas também com atividades de conscientização e educação. As ações são realizadas pelos alunos dos cursos de Agronomia, Engenharia Ambiental e Energias Renováveis e Engenharia Florestal, coordenados pelo professor Mário Lopes. Somente entre março e maio de 2019, foram recolhidos mais de 1.100 kg de resíduos sólidos, em cinco coletas.

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Uma das integrantes do projeto, a estudante Daniela Chagas, do curso de Engenharia Florestal, explica como se dá o processo: “Nós temos alguns pontos de coletas dentro da universidade, nos quais deixamos algumas caixas, assim como também mantemos contato com alguns setores para que, quando eles tiverem uma demanda muito grande de resíduos, nos acionem e nós possamos fazer o recolhimento”, conta. Além disso, a cada duas garrafas pet entregues, a pessoa ganha em troca uma solução nutritiva para cultivo de plantas, produzida com uso de reagentes vencidos.

Para a estudante, a questão ambiental e a conscientização da comunidade são os principais benefícios que vêm sendo alcançados. “Nós observamos a resposta de muitas pessoas, vindo até nós para ter mais informações de como é feita essa coleta e até para trazer os resíduos que são produzidos nas suas casas. Essa conscientização pelo exemplo está trazendo resultados”, conta.

Fiama Nunes, também discente de Engenharia Florestal, explica que, além dos resíduos sólidos, a equipe do PET Solos também possui uma atividade piloto de coleta de óleo residual das lanchonetes do campus e arredores, que depois é utilizado para a produção de sabão. “Após a produção do sabão, a ideia é distribuir esse produto para as próprias lanchonetes e nos banheiros da Ufra. É uma forma de mostrar que esse material coletado de maneira correta pode voltar para eles de uma forma diferente, gerando economia”. O grupo realiza, ainda, palestras sobre o Programa de Logística Sustentével da Ufra (PLS)

O coordenador do projeto, professor Mário Lopes, afirma que educar é o objetivo do projeto, aliado à melhoria do ambiente e à não contaminação da água e do solo. “O reuso desses materiais servem para a geração de renda, mas o que a gente foca mesmo é a mudança de postura, de paradigma. Quando a gente observa que já foram entregues mais de 500 kg de papel branco, a gente tem um pouco da noção do quanto esse recurso é mal ultilizado dentro da universidade. Racionalizar este recurso significa economia para a Ufra e um ambiente mais saudável”, diz.

O professor destaca, ainda, que o projeto pode ser replicado em toda a universidade. “Nós já vemos alguns setores se mobilizando, como por exemplo a Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PROPLADI) e o Amoxarifado, onde, na última coleta, foram recolhidos mais de 500 kg de papelão que seriam provavelmente descartados irregularmente. Esses setores já fazem o recolhimento dos seus próprios resíduos e pedem para nós irmos buscar”, conta.

No entanto, ao mesmo tempo que a mudança de comportamento é o principal objetivo, é também o maior desafio do projeto, especialmente quando se lida com pessoas adultas, alerta o coordenador. “Em vez de tomar café em um copo de vidro e depois lavar, é muito mais fácil pegar um copo descartável, usar e jogar no lixo. Conscientizar dá trabalho; esse é o maior desafio”.

Daniela Chagas salienta a importância dessa mudança cultural. “Nós temos uma tabela mostrando o período de decomposição dos materiais, e o plástico chega a levar 400 anos para se decompor completamente. As pessoas jogam fora um plástico e pensam que ele vai sumir, mas ele está no meio ambiente, está no solo, está na água”. Além do longo tempo de decomposição, lâmpadas, pilhas e baterias ainda liberam substâncias nocivas à saúde e contaminam o solo. “As crianças vão brincar e acabam entrando em contato com essas substâncias, muitas vezes cancerígenas”, ressalta Fiama.

 

Texto: Brendo Pereira

Revisão: Jussara Kishi

Já viu aquele amigo que está no exterior colocar músicas nas stories do Instagram e não conseguiu ouvir porque a função não estava disponível por aqui? Esse problema ficou no passado. A partir desta terça-feira (25) o Facebook, que é dono do Instagram, traz para o Brasil todos os produtos musicais das plataformas da rede social.

Agora será possível adicionar músicas aos stories de Facebook e Instagram, além de colocar uma nova seção só com músicas no perfil do Facebook. Também será possível fazer dublagens de canções (função chamada de lipsync em inglês) em transmissões ao vivo na rede social.

Para adicionar uma música a um story, um novo sticker será adicionado como opção aos usuários brasileiros no Facebook e no Instagram. Quando uma canção for escolhida, é possível escolher o trecho que vai tocar para os seguidores e, se a música tiver letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

A função de música nos stories foi anunciada em junho do ano passado no Instagram e em outubro no Facebook.

"Além das licenças de gravadoras internacionais já disponíveis, fizemos parcerias com gravadoras, distribuidoras, editoras e sociedades que representam compositores locais para garantir que as músicas que as pessoas mais gostam no Brasil pudessem ser adicionadas às publicações", disse Álvaro de Torres, que lidera o setor de desenvolvimento de negócios e parcerias musicais para o Facebook na América Latina.

Para incluir uma música nos stories, um adesivo especial será disponibilizado para os usuários brasileiros. — Foto: Divulgação/Instagram

 

Fonte: G1

Acostumados que estamos às notícias negativas sobre os males causados por excesso de gordura no corpo e aos muitos alertas de que o consumo de café pode ser igualmente maléfico, causaram surpresa as mais recentes divulgações científicas sobre os temas: a primeira, que existe um tipo de gordura no corpo que, quanto mais, melhor; a segunda, que tomar café pode ser benéfico ao ajudar essa gordura a entrar em ação, contribuindo para a perda de peso - para alguns pesquisadores, uma aposta no combate à obesidade.

É o que indica um artigo de cientistas da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, publicado nesta semana no periódico "Scientific Reports".

O estudo analisou os efeitos de um copo de café na gordura marrom em humanos, um tipo de tecido descoberto recentemente em adultos e que, diferente da gordura mais famosa, a branca, é inversamente proporcional ao peso - ou seja, pessoas obesas tendem a apresentar menos gordura marrom no corpo e as mais magras, mais gordura deste tipo.

Também diferente da gordura branca, que armazena energia, a marrom queima calorias. Enquanto a branca está em todo o corpo, como na barriga e abaixo da pele, a marrom está em camadas mais profundas, na região do pescoço e do coração.

Outra característica dessa gordura recentemente confirmada em adultos é seu papel fundamental no controle da temperatura do corpo, esquentando-o e aumentando a atividade no frio - tanto que, há até pouco tempo, o comum era mostrar sua presença em mamíferos que hibernam e em bebês.

"Era apontado o papel da gordura marrom na termorregulação no corpo dos bebês, que precisam se adaptar a temperaturas diferentes do ambiente intrauterino", explica José Carlos de Lima Júnior, médico e pesquisador de pós-doutorado em biologia vascular na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

"Mas, nos últimos dez anos, a gordura marrom ganhou muito destaque depois que pelo menos três grupos de pesquisa descreveram que ela existe em adultos".

"Ela se tornou então o 'Santo Graal' na busca por tratamentos para obesidade", diz Lima Júnior, pesquisador no Centro de Pesquisa de Obesidade da Unicamp, que já divulgou trabalhos importantes acerca da gordura marrom.

Mas, segundo o pesquisador, a possibilidade de um medicamento que mire a gordura marrom para tratar a obesidade ainda é distante e até frustrada - até agora, pareceu difícil contornar efeitos colaterais importantes, como o aumento da frequência cardíaca.

É aí que entram os cientistas de Nottingham.

Pimenta e café

Os autores da pesquisa publicada na "Scientific Reports" testaram o papel da cafeína em duas frentes: em uma, colocando uma dose em contato com células in vitro; em outra, deram para nove voluntários saudáveis um sachê de 1,8 g de café instantâneo dissolvido em 200 ml de água e depois observaram alterações corporais através de exames de imagens.

Pé de café em Varginha/SP — Foto: Reprodução/EPTV

As células mostraram atividade metabólica aumentada, como no consumo de oxigênio e abundância de proteínas. Nos indivíduos, a região do pescoço teve aumento de temperatura, o que segundo os autores indica também mais atividade em uma região que coincide com a presença da gordura marrom.

"Juntos, esses resultados demonstram que a cafeína pode estimular as funções da gordura marrom (...) e que esta tem o potencial de ser utilizada terapeuticamente em humanos adultos", diz um trecho do artigo.

Os autores dizem ainda que, na literatura, já houve diversos trabalhos que associaram o consumo de cafeína à perda de peso, mas nenhum analisou especificamente este papel na gordura marrom.

"Este é o primeiro estudo a determinar que os efeitos estimulantes da cafeína (...) observados in vitro podem ser traduzidos em humanos adultos após a ingestão de uma dose de café comumente consumida".

Lima Júnior diz que muitos pesquisadores têm apostado no papel que os alimentos e alguns compostos naturais podem ter para estimular a gordura marrom, apesar de ser incerto ainda o alcance real da dieta - por exemplo: O quanto de café precisaria ser ingerido para que isso de fato tivesse impacto no tratamento da obesidade?

De todo modo, ele lembra que pesquisadores americanos já demonstraram os impactos positivos da pimenta no aumento da atividade da gordura marrom.

"Mas o principal estímulo (à gordura marrom) é o frio. Tanto é que, inicialmente, ela foi descrita em trabalhadores que atuam em áreas externas de países escandinavos. Eles tinham maior volume desse tecido no pescoço", menciona o brasileiro, apontando que um clima tropical como o nosso pode limitar a ação deste tecido na perda de peso.

O pesquisador explica ainda que, em geral, pessoas mais velhas e diabéticos apresentam menor quantidade de gordura marrom.

E, se a gordura marrom foi o "Santo Graal" há alguns anos, agora parece que existe também uma "menina dos olhos" - a gordura bege, que parece ter origem como uma célula branca mas ser capaz de transformar-se em marrom.

"As células de gordura bege estão presentes em todo corpo, e em quantidade cerca de dez vezes maior que a marrom. Ela parece ser capaz de se modificar entre a branca e a marrom", aponta.

 

Fonte: G1

Foi publicada na edição desta quarta-feira (26) do Diário Oficial do Estado a Lei nº 129/ 2019, aprovada no último dia 11 de junho pela Assembleia Legislativa do Estado, a partir de uma proposição do Executivo. A nova legislação fundiária visa regularizar terras já ocupadas por pequenos, médios ou grandes produtores, desde que estes cumpram os requisitos previstos na legislação e que deverão ser verificados em um processo administrativo, dentro do qual ocorrerão análises técnica e jurídica, com a participação direta dos diversos segmentos da sociedade – incluindo as populações tradicionais –, que terão participação franqueada no processo de regularização. É mais uma ação do Estado no combate ao desmatamento e à ocupação irregular de terras.

Segundo o presidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Bruno Kono, a nova lei não vai estimular a ocupação ilegal de terras no Estado. "É urgente a necessidade de inverter essa situação das ocupações irregulares no Estado do Pará, proporcionando as condições legais e reais para trazer as pessoas para a regularidade. Deixá-las na clandestinidade e em estado de vulnerabilidade é que estimula a violência no campo e a grilagem", explica Kono.

Bruno Kono, presidente do Iterpa

Para o presidente do Iterpa, a nova lei não está "facilitando" a vida dos grileiros ou coisa do tipo, mas, sim, levando o serviço de regularização fundiária para quem, de fato, precisa, cumpra os requisitos legais e passe por todo processo administrativo de regularização. "O que há é a adequação dos requisitos legais de acordo com a realidade de quem precisa do serviço público de regularização fundiária. Cabe ao Legislativo traduzir na lei aquilo que é necessário para se ter acesso a esse serviço público e não dificultá-lo, mantendo os produtores na irregularidade", pontua.

"A lei é explícita em vedar a utilização de documentos como os títulos de posse. Ela vem acabar de forma expressa e taxativa com esses títulos podres, que não poderão validar qualquer ato de grilagem identificado – e a identificar – nos cartórios do Pará. São documentos que já estão com as suas matrículas devidamente canceladas pelo Tribunal de Justiça e que tanto provocam a confusão fundiária no nosso Estado", assevera.

Produtividade – Bruno Kono também fala sobre a exploração sustentável das florestas, outro tema tratado pela lei e que, para ele, está sendo distorcido em algumas manifestações de entidades e organizações da sociedade civil. A ideia, segundo ele, é tornar produtivas essas áreas por meio de manejo sustentável ou outros serviços ambientais, seguindo as regras do Código Florestal. "Nesse caso, existem dois caminhos a seguir: ou mantemos florestas públicas que o Estado não tem condições de proteger devido ao tamanho continental do seu território, ou promovemos a regularização fundiária das áreas para que sejam desenvolvidos projetos de manejo", opina.

A lei é mais uma ação efetiva do Estado no combate ao desmatamento, com o estímulo a projetos sustentáveis, inclusive para fins de servidão ambiental e emissão de Cotas de Reserva Ambiental para fins de regularização ambiental. São medidas que, segundo o Iterpa, podem evitar a abertura de áreas para fins de regularização fundiária, diferente do que ocorria com a lei anterior, do ano de 2009, que estimulava o desmatamento. O presidente do instituto acrescenta que a nova lei não vai retirar fases importantes em um processo de regularização, como a análise de documentos pessoais, vistoria técnica da área, atos de publicidade e análise jurídica. "Isto é o devido processo legal de regularização fundiária".

O gestor ainda comenta o fato de o Pará continuar figurando nas listas de territórios com maior número de conflitos agrários em todo o País, o que, para ele, se deve, justamente, à ausência de regularização fundiária, "provocada pela lentidão dos processos, falta de estrutura da administração pública fundiária e a legislação que não permite regularizar porque é fora da realidade do campo".

Segundo ele, a maior parte dos conflitos acontece em áreas de assentamento da União ou mesmo em áreas já tituladas e de domínio privado. "Pagamos o preço histórico por isso. Quem sai manchado é o Estado do Pará pela falta de regularização fundiária das áreas pertencentes à União, em especial as áreas destinadas à reforma agrária sob a responsabilidade exclusiva do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Já no que se refere à regularização fundiária de grupos como agricultores familiares, comunidades tradicionais e remanescentes quilombolas, estes continuam com prioridade em relação à definição e titulação dos seus territórios", informa, acrescentando que, ainda neste ano, serão entregues seis novos assentamentos e dois territórios quilombolas pelo governo do Estado.

 

Por Elck Oliveira (GABGOV)

A Mega-Sena sorteia hoje (26) o prêmio de R$ 6,2 milhões. As seis dezenas do concurso 2.163 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília, no Espaço Loterias da Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

O valor do prêmio está acumulado, porque nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso número 2.162, realizado no último sábado (22). Foram sorteados os seguintes números: 11 – 16 – 22 – 30 – 34 - 42.

As apostas poderão ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

 

Fonte: Agência Brasil

Sul e Sudeste do Pará

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