Carajas o Jornal

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 Nesta manhã de sexta-feira, 13, no Instituto Federal do Pará (IFPA), iniciou a II edição do Congresso de Mineração da Região de Carajás (Concarajás), com o tema "Mineração ao alcance de Todos”. Com 300 inscritos a programação teve início ás 8hs, e segue até sábado, o evento é aberto a comunidade.

Antonio José da Silva Borges falou do congresso e o seu objetivo no município de Parauapebas

O coordenador de mineração, da Secretaria de Mineração de Parauapebas nas árias de energia, ciência e tecnologia, Antonio José Borges, em entrevista à equipe do Portal Carajás o Jornal, explicou qual o objetivo do congresso em Parauapebas e para os moradores. "Temos a intenção de fomentar a discussão da mineração, como uma via de economia para os pequenos mineradores, visando o desenvolvimento da cidade para gerar mais renda e empregos para nossa gente, podendo auxiliar as pequenas e grandes empresas. É possível realizar um trabalho de mineração com muita eficiência e responsabilidade e proporcionar uma maior qualidade de renda para cada pequeno e grande empresário da área”, afirmou.

A programação é voltada, principalmente, para estudantes de áreas correlacionadas, profissionais da mineração, representantes de empresas, garimpeiros, como também proprietários de terras, mas não terá restrito, ou seja, interessados de outras áreas podem se inscrever para participar.

A programação segue neste sábado com as palestras descritas a baixo:

Quem tem o hábito de estacionar na Praça de Eventos em horário comercial para trabalhar ou resolver demais assuntos nas proximidades se deparou com uma fita de isolamento, muitos motoristas tiveram que dar um jeito de estacionar o veículo em algum ponto da via, o que causou congestionamento em uma das ruas mais movimentadas da cidade.

A empresa ocupou toda a Praça de Eventos que é usada durante o dia para estacionamento

Ao que parece a empresa Twenty Propaganda com apoio do Bradesco, isolou a praça por completo, para atender clientes com amostras de veículos ocupando todo o espaço, praça essa que é habitualmente usada para estacionamento durante o dia, devido ao grande fluxo de veículos que fazem com que os estacionamentos públicos não sejam suficientes.

O ato foi alvo de muita reclamação, e fez com que veículos ocupassem parte da via pública, causando certo congestionamento e muitos estacionamentos irregulares.

Carros ocuparam parte da via para estacionar

Motoristas buscaram alternativas para estacionar o veículo

Os Jogos Interescolares de Parauapebas (Jips) começam neste sábado, dia 14, às 9h, no Ginásio Poliesportivo de Parauapebas, e irão prosseguir até o dia 29 de março. Em sua 22ª edição, trazem como tema “Jogos escolares: competências socioemocionais em movimento”. A novidade este ano serão os Jips Mirim, que envolvem crianças dos 1º e 2º ciclos da educação infantil.

Realizados desde 1998, os Jips são maior evento esportivo estudantil do município. Neste ano, terão as seguintes modalidades: futsal, handebol, basquetebol, voleibol, xadrez e tênis de mesa, nas categorias A (12 a 14 anos) e B (15 a 17 anos). São envolvidos nas competições mais de 800 estudantes de escolas municipais, estaduais e particulares.

Conforme ressaltado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), os Jips em perspectiva humanizadora “estão comprometidos com a ruptura ideológica do modelo tecnicista, estimulando a competição pedagógica, sem negá-la. A competição não se encerra apenas nas fronteiras das práticas esportivas corporais, mas assume e transcende à plenitude da própria condição humana e de humanização ao reconhecer os competidores”.

O elemento fundamental deve ser a colaboração, a partir da compreensão de três conceitos: competição, cooperação e valores sociais. “De tal modo, é necessário que o ensino se concretize de forma competitivo-colaborativa, facilitando uma significativa melhora no grau de cooperação entre companheiros e adversários, para que, assim, todos possam apropriar-se dos benefícios da competição”, assinala a Semed.

 

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

A prefeitura de Canaã dos Carajás, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que a demanda de atendimento de saúde nos últimos dias está muito maior que o rotineiro, isso consequentemente tem provocado, em alguns dias, uma superlotação não habitual. No entanto, não há déficit de equipe para o atendimento no hospital. Habitualmente, o HMDG possui um número de equipes que conseguem atender as demandas do Pronto Socorro com agilidade e os pacientes raramente aguardam o tempo máximo de espera preconizado pelo protocolo de classificação de risco do Ministério da Saúde, que é de até 240 minutos para pacientes não urgentes, os quais são a maior demanda no Pronto Socorro.

No entanto, com a superlotação dos últimos dias (que não é habitual), é preciso reconhecer que os casos não urgentes tem realmente demorado mais a serem atendidos, mas sem extrapolar o tempo máximo de espera preconizado. Nenhum paciente fica sem atendimento no HMDG, principalmente as emergências e urgências, que são prioridade.

As ultrassonografias de urgência solicitadas no Pronto Socorro são todas atendidas no mesmo dia; as não urgentes são realizadas no dia seguinte ou encaminhados para agendamento na unidade de saúde, conforme critério clínico.

Reforçamos que a maior parte da demanda do Pronto Socorro tem sido de pacientes classificados como não urgentes (cor azul), os quais poderiam procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima do seu bairro para agendamento de consultas, mas, por uma questão ainda cultural, optam por procurar o Pronto Socorro, o que tem provocado uma lotação acima do habitual. No entanto, é importante frisar, todos os casos seguem recebendo atendimento conforme prazo estabelecido nos protocolos de classificação de risco do Ministério da Saúde.

 

Por: Ascom-PMCC

Desde o início de sua propagação, o coronavírus tomou conta do noticiário em todas as partes do mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já classificou a doença como uma pandemia global, e os governos dos países mais afetados pela doença têm tomado medidas para conter o avanço do mal, que já vitimou milhares de pessoas, especialmente na Itália e na China, país que originou o vírus.

Os chineses têm tentado de tudo para conter o problema, que tem causado pânico não só entre os cidadãos de muitos países, mas também no mercado financeiro, que está em franca queda, à medida que o coronavírus se espalha. O país, dono de uma população, de 1,4 bilhão de pessoas, a maior do planeta, tem como tradição a vigilância extrema de seus habitantes, especialmente em regiões onde moram etnias que são minorias na formação social chinesa.

O instrumento de controle político e social já está sendo usado também na luta contra o coronavírus. Estima-se que a China tenha mais de 200 milhões de câmeras de vigilância instaladas por todo seu território. Há quem diga que até o final de 2020, esse número pode triplicar. A justificativa oficial para tamanho investimento em vigilância é a segurança pública. De fato, a China é um dos países mais seguros no mundo, no que se refere à violência urbana. A média de homicídios é de 0,7 a cada 100 mil habitantes, números melhores que os de países desenvolvidos da Europa.

São sistemas de reconhecimento facial avançados, que permitem até mesmo a identificação de pessoas utilizando máscaras. Recursos como a identificação do jeito de andar de um cidadão, e outras características subjetivas ajudam nesse monitoramento. Tudo é interligado a um sistema de identificação, que associa as imagens a dados pessoais detalhados de cada chinês.

Com esses recursos, o governo tem podido monitorar áreas isoladas em quarentena por causa do coronavírus. Além disso, o governo está instalando detectores de temperatura corporal em áreas de grande concentração de pessoas, para identificar quem estiver com febre e ainda sem receber o tratamento adequado. Praças públicas e estações de metrô são o foco inicial dessa medida. Além disso, informações cruzadas em bancos de dados e aplicativos podem ajudar a identificar pessoas que viajaram para áreas com alto grau de proliferação da doença e quem teve contato com essas pessoas.

Fim da privacidade x apoio popular

Apesar de ser referência mundial e ter números que amparam sua utilização, o aparato tecnológico de vigilância na China causa polêmica há anos, por restringir a privacidade de seus cidadãos. O avanço das tecnologias de reconhecimento facial vai além do que previu George Orwell no clássico da literatura “1984”. O livro, que originou o termo “Big Brother” (o Grande Irmão é o nome do sistema de vigilância global descrito na obra), descreve uma sociedade altamente vigiada, onde a liberdade é suprimida em nome de um bem maior. É o que está acontecendo no momento.

No entanto, a população chinesa, assustada com a rapidez do avanço do coronavírus, tem apoiado as medidas do governo, abrindo mão voluntariamente da sua liberdade individual em nome do combate ao vírus que ainda não tem vacina para eliminá-lo.

Opositores do sistema chinês de vigilância acusam o governo de Pequim de utilizar esses recursos para perseguir adversários políticos e suprimir revoltas de etnias minoritárias no país, como ocorre com os  sistemas de vigilância na província de Kashgar, que monitoram o povo conhecido como Uighurs, vistos como inimigos do governo chinês.

Apesar disso, os baixos índices de violência e a desaceleração da curva ascendente do avanço da doença, têm trazido forte apoio popular a essas medidas. De acordo com pesquisas, 83% da população na china é a favor do monitoramento constante.

Tecnologia de vigilância da China é a mais avançada do mundo

O reconhecimento facial já está disseminado e disponível até mesmo em smartphones e em relógios de ponto em empresas que investem em tecnologia. O que as pessoas ainda não sabem é o grau de eficiência dos sistemas mais avançados disponíveis pelo mundo, especialmente na China. O governo chinês tem sua enorme malha de câmeras espalhadas pelo país interligadas a um sistema com uma base de dados bastante vasta, com todo o tipo de informação sobre cada cidadão que vive por lá.

Essas tecnologias têm se mostrado à prova de falhas. Recentemente, um homem procurado pela justiça foi prontamente identificado no meio de uma multidão de 50 mil pessoas, durante um show musical na China. Tal situação trouxe o entendimento de que daqui por diante, será cada vez mais difícil se esconder. Já existem empresas chinesas trabalhando no aprimoramento de sistemas que analisam características físicas determinantes de cada pessoa em qualquer situação, mesmo que a pessoa em questão esteja com todo o corpo coberto. É a confirmação que faltava para a profecia de Orwell.

Pelo menos 29,5% das pessoas que concluíram a graduação há até três anos ainda não conseguiram o primeiro emprego, e os que terminaram o curso há mais tempo e ainda não entraram no mercado de trabalho são 8,8%. Os dados são da Pesquisa de Empregabilidade do Brasil, divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Semesp. A Semesp é uma entidade que representa mantenedoras de ensino superior no Brasil.

A pesquisa aponta a empregabilidade dos egressos de instituições públicas e privadas de todas as regiões do país, revelando a eficiência do diploma de graduação em termos de rentabilidade e sucesso dos profissionais. Foram entrevistados 9.426 egressos do ensino superior brasileiro, no período de 14 de outubro a 30 de novembro de 2019. Entre os participantes, 64,2% responderam ter concluído a graduação em instituição privada e 35,8% em instituição pública. No total, os participantes representam 481 Instituições de ensino superior, sendo 74% privadas e 26% públicas.

“Esta é a maior pesquisa já feita com alunos que saíram do ensino superior para verificar efetivamente qual foi o impacto de ter cursado a universidade na vida dele. Muito se fala que é bom, que aumenta a empregabilidade, o salário, mas não se mensura isso. Nós temos muitos dados do Censo da Educação sobre o aluno que está cursando, ou do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], mas depois que eles saem do ensino superior não há uma pesquisa", disse o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.

Segundo a pesquisa, no total de cursos com maior número de participantes, lideram administração (8,4%); direito (7,6%); ciências biológicas (4,4%), engenharia civil (4,2%) e psicologia (4,2%). Quando considerados só os estudantes da rede privada, os cursos mais representativos são os de administração (12,2%); direito (10,9%); psicologia (5,5%); engenharia civil (5,0%) e publicidade e propaganda (4,3%). Nas instituições públicas, são os cursos de ciências biológicas (8,4%); engenharia mecânica (6,6%); ciências da computação (5,2%); geografia (3,6%) e medicina veterinária (3,6%).

Mais da metade dos graduados da rede privada cursou o ensino superior no período noturno (62,2%), contra 22,3% da pública. Entre os que estudaram na rede pública, 63,8% fizeram o curso no período diurno integral. Por período de estudo, diurno e noturno, destaca-se o percentual de participantes que responderam ter conseguido o primeiro emprego antes mesmo da conclusão do curso, 56,0% do noturno, contra 27,9% do diurno.

A pesquisa mostra que não houve diferença significativa entre os egressos de entidades públicas e particulares que responderam atuar em uma área diferente da de formação: 22,5% da rede privada, contra 21,8% da pública. A relevância do diploma na rentabilidade dos profissionais também chama a atenção na pesquisa: antes da conclusão do curso, apenas 5,8% ganhavam mais de R$ 5 mil e, após o término da graduação, o percentual de egressos com essa renda saltou para 41,4%. 

Os profissionais que trabalham também apontaram o que melhorou depois que concluíram o curso superior. Eles citaram o fato de ter entrado em um curso de pós-graduação (42,5%), a melhora do salário (41,3%); o fato de ter conseguido emprego na área de atuação (41,3%) e de ter o primeiro emprego (26,4%).

“A pesquisa mostrou que, mesmo em tempos de crise, fazer um curso superior é muito positivo, primeiro porque realmente aumenta a empregabilidade dos alunos e depois porque praticamente todos os que se formaram antes da crise econômica estão empregados e, entre os que se formaram durante a crise, uma parcela está desempregada, mas o restante está empregado. Se compararmos com os outros níveis de ensino, a empregabilidade é bem maior e o aumento salarial, significativo. Pegamos aqueles que trabalhavam antes de se formar e comparamos com o que passaram a ganhar, e o aumento foi de uma média de 162%”, disse Capelato.

Ele destacou que, apesar de a empregabilidade ser elevada entre aqueles que se formaram recentemente, o percentual dos que ainda não conseguiram emprego reflete negativamente, tornando-se uma realidade cruel, já que, devido à crise econômica, não há emprego para todo mundo. "Então, há aqueles que estão formados há mais tempo, com experiência e que aceitam empregos [em] que os jovens entram quando se formam. Isso é uma lógica perversa porque os mais jovens vão ficar sem emprego durante um tempo, não conseguem experiência, e o mercado de trabalho cada vez menos absorve esses jovens."

Nesse sentido, Capelato diz que é positivo o Programa Verde e Amarelo, do governo federal, que incentiva a geração de emprego para jovens de 18 a 29 anos. O objetivo é inserir os recém-formados no mercado de trabalho, já que muitas vezes as empresas escolhem contratar a pessoa que tem mais experiência e que aceita o salário que seria de uma pessoa graduada depois.

"A Carteira Verde e Amarela é um estímulo para reduzir ou anular esse efeito, porque desonera as empresas dos seus encargos trabalhistas, desde que contratem pessoas com até 30 anos de idade. Então, o efeito econômico pode atenuar a concorrência e o fato de a pessoa não ter experiência", afirmou. 

 

Fonte: Agência Brasil

Honrar a pátria e estar à disposição para qualquer necessidade de convocação. Esse foi o compromisso firmado por cerca de 60 jovens e adultos que participaram, nesta sexta-feira (13) da cerimônia de juramento à bandeira e receberam o Certificado de Dispensa de Incorporação, documento que comprova que o cidadão se alistou nas Forças Armadas, porém, não foi convocado ao serviço militar.

A cerimônia foi prestigiada pelo prefeito de Canaã, Jeová Andrade, que destacou o simbolismo desse momento. “Estou revivendo o instante em que também passei por isso, 40 anos atrás”, relatou, em discurso. “É um compromisso com o país, de servir a pátria se um dia for requerido. Como cidadãos, temos o dever de contribuir com o nosso país quando necessário”, destacou o prefeito, que também é presidente da Junta Militar de Canaã.

O secretário da Junta Militar, Romênio Sousa, parabenizou os jovens presentes e agradeceu o apoio que tem sido dado pela prefeitura para o serviço. “A administração sempre tem nos atendido para que o trabalho flua e possamos atender a necessidade da nossa sociedade”.

Saiba como se alistar em Canaã dos Carajás:

O alistamento é obrigatório no Brasil para homens com 18 anos, ou que vão completar durante o ano do alistamento. Eles devem procurar a Junta Militar de Canaã dos Carajás, que fica na Rua Amazonas, 329, no Centro. Demais serviços como regularização de situação e segunda via também podem ser realizados na unidade.

 

Por: Ascom-PMCC

A prefeitura de Canaã dos Carajás, em ação conjunta das secretarias municipais de Educação e de Saúde, vai levar, a partir da próxima segunda-feira (16), uma série de atividades de orientação quanto à prevenção do novo coronavírus às escolas municipais.

Já na segunda-feira, haverá um “Dia D contra o coronavírus”, com atividades em todas as escolas do município quanto às ações simples que cada um pode tomar para evitar o contágio pelo vírus. A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação, também vai disponibilizar álcool em gel em todas as unidades de ensino, para que alunos e profissionais possam higienizar as mãos. A higienização constante das mãos é, reconhecidamente, uma das formas mais eficazes de prevenir o contágio por vírus.

A prefeitura de Canaã já vem orientando também os profissionais de saúde para garantir uma ação efetiva no caso de um eventual contágio no âmbito do município.

Até esta quinta-feira, a Secretaria Estadual de Saúde do Pará havia notificado 23 casos suspeitos de Covid-19, dos quais 20 foram descartados e 03 permanecem em análise. Os casos descartados foram: 13 em Belém, 01 em Marabá, 03 em Ananindeua, 01 em Capanema, 01 em Tailândia, 01 em Magalhães Barata.

No entanto, no Brasil, até esta quinta-feira, mais de 2,6 mil casos haviam sido notificados e 77 confirmados.

 

Por: Ascom-PMCC

Final de semana chegando, e você não pode perder as diversas oportunidades de emprego hoje, no Sine. Operador de caixa, vendedor, técnico(a) de telemetrial I, representante comercial, eletricista, dentre outras são algumas das vagas disponíveis . Confira as oportunidades para esta sexta-feira, 13 de março.

Para se candidatar às vagas, baixe em seu celular o aplicativo Sine Fácil ou procure o Sine, que está localizado na rua 11, entre as ruas E e D - Cidade Nova. O horário de atendimento é das 8h às 14h.


Clique aqui e confira as vagas disponíveis hoje.

 

Assessoria de Comunicação - Ascom/PMP

A lista de espera do Programa Universidade Para Todos (ProUni) foi liberada nesta quinta-feira (12) e já está disponível no site do programa. 

Os candidatos selecionados terão entre amanhã (13) e segunda-feira (16) para procurar a instituição de ensino na qual conseguiram o benefício para apresentar a documentação para ter direito ao benefício.

Neste semestre foram disponibilizadas mais de 250 mil bolsas de estudos com 50% de desconto (para candidatos com renda familiar per capita de até três salários mínimos) e com 100% (para candidatos com a renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio). Mais de 780 mil pessoas se candidataram às vagas.

 

Fonte: DOL

Sul e Sudeste do Pará

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