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Carlos Refribom: Morador da cidade de Parauapebas desde 1997 iniciou sua carreira no jornalismo como representante comercial nos jornais locais, depois foi repórter de polícia e cidade por dois anos; em agosto de 2004, fundou o Carajás o Jornal e segue até os dias de hoje com esse trabalho reconhecido no sul e sudeste do Pará. Graduado em pedagogia pela FACIBRA em 2014  e pós graduado em comunicação eleitoral e marketing político, pela faculdade Estácio, Refribom coloca a disposição dos seus leitores, um Blog de referência em informação política da microrregião do Carajás.

 

Na abertura oficial do Salão do Automóvel, em São Paulo, o presidente Michel Temer assinou hoje (8) o decreto denominado Rota 2030, que regulamenta o novo regime automotivo. A assinatura ocorreu horas depois de o Senado aprovar a medida provisória criando o programa. O projeto de conversão decorrente da MP ainda será sancionado pelo presidente.  

O programa estabelece um novo regime tributário para as montadoras de veículos no país, que em contrapartida terão de investir em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias. Temer afirmou que a medida representa um “grande avanço para o setor e para o Brasil”.

Bem-humorado, o presidente admitiu que estava “aflito” com a possibilidade de o Senado não aprovar a medida provisória e ele, ali no Salão do Automóvel, sair do local sob vaias. “[Mas]saio sob aplausos.”

Temer visitou os stands, destacou a tecnologia avançada presente nos automóveis e defendeu as parcerias entre o governo e a iniciativa privada para o desenvolvimento econômico para o país.

Segundo Temer, a partir do Rota 2030 haverá mais investimentos no país. “A próxima edição [do Salão do Automóvel] poderá exibir mais avanços”, disse o presidente, lembrando que o setor representa 4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos pelo país).

(Fonte: Agência Brasil)

Na sessão ordinária desta terça (6), na Câmara Municipal Parauapebas, o vereador Rafael Ribeiro (MDB) solicitou através da Indicação Nº 338/18 que seja encaminhado ofício ao Prefeito, Darci Lermen com cópia ao Secretário Municipal de Saúde e à Secretária Municipal de Obras, solicitando a construção de um Posto de Saúde da Família (PSF) no Bairro Nova Carajás.

Rafael Ribeiro expôs que o Nova Carajás é um dos maiores bairros do município, com mais de 15 mil moradores e que sua população numerosa não conta com nenhuma unidade de saúde, tendo estes, que recorrer ao posto de saúde do bairro Novo Brasil, que já atende a população de mais cinco bairros. “É de extrema importância para a comunidade do Nova Carajás, ter um posto de saúde que sem dúvidas é um dos principais anseios dos moradores que ali residem”, disse

Indicação

O vereador também solicitou por meios da Indicação 335/2018 agilidade para a conclusão das obras das creches Proinfância nos bairros: Cidade Jardim, Guanandi, Minérios, Beira Rio II e Popular II.

Iniciadas em 2014, com recursos do Governo Federal, via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as referidas creches fazem parte do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância).

As creches possuem projeto tipo B, que dispõe de oito salas de aula, sala de informática, cozinha, refeitório, pátio coberto, secretaria, sanitários para pessoas com necessidades especiais, entre outros ambientes. Além disso, conta ainda com capacidade para atender cerca 240 crianças de até cinco anos de idade, em dois turnos.

Nas creches dos bairros Beira Rio II, Minérios e Cidade Jardim, cujas obras estão paralisadas há, pelo menos dois anos e oito meses, a parte estrutural está quase toda concluída, faltando apenas acabamentos como pintura, portas, janelas, calçadas e outros serviços. “Os problemas se repetem na creche do bairro Casas Populares, iniciada em julho de 2014 e que deveria ter sido entregue dois anos atrás. Em vez disso, a obra foi alvo de vandalismo. Lá, não é possível nem entrar, pois os portões estão trancados”, disse.

Das cinco creches do FNDE, a do bairro Guanandi é a que possui a estrutura mais adiantada, inclusive no critério acabamento.

Bairro Betânia.

Na indicação 334/2018 o vereador também solicitou a construção de uma praça com brinquedoteca, academia ao ar livre, quadra esportiva e espaço de convivência familiar, para possibilitar a prática de cursos e oficinas pela comunidade do bairro.

(Texto e foto: Fernando Bonfim)

A vereadora Francisca Ciza (DEM) solicitou nesta terça-feira (6) através da Indicação Nº 332/2018, ao chefe do Poder Executivo Municipal, Darci Lermen, que determine em caráter emergencial à Secretaria Municipal de Segurança Institucional (SEMSI), a retirada dos blocos de concreto e providencie à sinalização horizontal com faixa de pedestre em frente à Escola Janela Para o Mundo, no Bairro Cidade Jardim. Além de manter guardas de trânsito sinalizando a travessia dos estudantes nos horários de entrada e saída da escola.

A Escola Estadual de Ensino Médio Janela Para o Mundo fica localizada às margens da PA-160, e atende cerca de 1300 alunos. Com as modificações realizadas no trânsito, foram colocados blocos de concreto que impedem o acesso dos alunos de forma segura à instituição. “É comum vermos jovens atravessando por cima dos blocos e correndo entre os carros que lá transitam em velocidade considerável, colocando em risco suas vidas”, destacou a vereadora.

Ela pediu que fossem feitos estudos para que sejam tomadas as medida mais adequadas possíveis até mesmo, sugerindo até mesmo a construção de uma passarela ou semáforo, se possível. “No entanto deixamos a critério dos especialistas da SEMSI, responsáveis pela elaboração do estudo decidir o mais indicado”, disse.

(Reportagem: Fernando Bonfim)

São Paulo — O juiz Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (01) assumir o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro (PSL). O magistrado toma posse, assim como o presidente eleito, em janeiro de 2019.

Após uma reunião de 2 horas na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o juiz soltou uma nota confirmando que aceitou “honrado” o convite.

Além disso, Moro também afirmou que “para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências”.

No dia 14 de novembro, o magistrado teria uma audiência para interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do sítio de Atibaia. O ex-presidente é acusado de ter recebido propina da Odebrecht, da OAS e do pecuarista José Carlos Bumlai em forma de obras no imóvel. 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deve fazer hoje (30) a primeira reunião de trabalho com aliados mais próximos para definir os rumos do governo de transição. O deputado  federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado para a Casa Civil, apresentará os dados coletados durante reuniões em Brasília com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que coordena a equipe de transição do governo Michel Temer.

O próprio Onyx  confirmou a reunião. A previsão inicial era de que Bolsonaro viajasse para Brasília hoje. Mas ontem (29) o presidente eleito disse que irá à capital na próxima semana e que a “primeira pessoa” que pretende encontrar é Temer.

Na reunião de hoje, no Rio de Janeiro, a expectativa é de que participem os integrantes do chamado “núcleo duro”, que são os assessores mais próximos de Bolsonaro. Além de Onyx, devem estar presentes o general da reserva Augusto Heleno, confirmado para a Defesa, o economista Paulo Guedes, que deve assumir o Ministério da Fazenda (ou Economia, se houver fusão com outra pasta), e o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno.

Em entrevista ontem à TV Record, Bolsonaro disse que são "estarrecedores" os dados sobre a máquina administrativa federal, sobretudo a respeito do número de funcionários e despesas. Ele reiterou que pretende privatizar ou extinguir algumas empresas, mas que não irá prejudicar os funcionários públicos. 

Também afirmou que sua intenção é reduzir o número de ministérios. Anteriormente, ele afirmou que gostaria de diminuir de 29 para 15.  

Transição

Padilha disse conversará amanhã (31) com Onyx, quando espera receber os primeiros nomes da equipe de transição do novo governo. A equipe deve reunir até 50 nomes de pessoas que vão trabalhar em um ambiente organizado exclusivamente para este momento, que é o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Essas 50 pessoas serão nomeadas para Cargos Especiais de Transição Governamental. Esses cargos poderão ser ocupados a partir desta terça-feira (30) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro, conforme disposição legal.

A equipe nomeada em caráter especial receberá salários que vão de R$ 2.585,13 a R$ 16.581,49. São oito cargos diferentes, de indicação de Bolsonaro. Vinte e cinco desses indicados receberão R$ 9.926,60 e dez terão salário de R$ 13.036,74. São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, mas se Onyx Lorenzoni for o indicado, ele não poderá receber a remuneração, uma vez que já recebe como deputado federal e não poderá acumular as duas funções.

Ontem, Bolsonaro afirmou que a transição transcorrerá “em tranqüilidade” e agradeceu o apoio de Temer neste período. Padilha, por sua vez, disse que Temer pensa da mesma forma.

“A intenção do presidente Michel Temer é fazer uma transição com a maior transparência possível, ofertando todas as informações que estejam disponíveis no governo e sejam solicitadas, para que tenhamos, desde logo, o Brasil andando.”

(Fonte: Agência Brasil)

O PSDB-Parauapebas (Partido da Social Democracia Brasileira) que tem como presidente, Roberto Santiago divulgou na noite de ontem, sexta-feira (26) a expulsão dos vereadores Ivanaldo Braz Silva Simplício (Braz), José Francisco Amaral Pavão (Pavão) e Zacarias de Assunção Vieira Marques (Zacarias) do partido por infidelidade Partidária, e por conduta incompatível ao Estatuto do PSDB.

O que pesou sobre a decisão da comissão de ética do PSDB foi o fato de os vereadores declararem apoio ao candidato Helder Barbalho do MDB, para governador do estado, e não a Márcio Miranda (DEM), haja vista que o mesmo faz parte da coligação majoritária do partido no Pará, configurando assim, infidelidade partidária.

A equipe de reportagem do Carajás o Jornal entrou em contato com os vereadores e aguarda posicionamento dos parlamentares.

Até o momento, apenas vereador Zacarias se pronunciou acerca do caso, de acordo com o legislador, em vídeo gravado e veiculado via rede social, Whatsapp, o mesmo reafirma seu apoio a Helder e a Bolsonaro neste segundo turno, e que por não concordar com a “velha política de Jatene”, como cita no vídeo, ele, juntamente com os outros vereadores, Braz e Pavão foram expulsos do partido.

O Vereador Pavão afirmou, via telefone, à reportagem que se pronunciará sobre o caso na segunda-feira, Já Braz por meio de sua assessoria de comunicação pode emitir posicionamento a qualquer momento. Mais informações em breve.

Veja documento emitido pelo PSDB sobre a expulsão dos vereadores na íntegra: 

 

(Da redação)

O PSDB, o partido Novo e o PP informaram nesta terça-feira, 9, que não devem apoiar nenhum candidato no segundo turno da eleição presidencial, que será decididas entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). O PTB fechou apoio ao capitão reformado do Exército e o PSB apoiará o ex-prefeito de São Paulo.  O Solidariedade deve liberar seus integrantres, majoritariamente favoráveis a Haddad.  O chamado Centrão rachou e se dividiu.

"Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes", anunciou o presidente da legenda, Geraldo Alckmin, após reunião da executiva nacional que ocorreu na sede do partido, em Brasília. Ele pontuou que a liberação do partido significa neutralidade na campanha. Durante o encontro, Alckmin criticou o candidato ao governo de São Paulo, João Doria, favorável ao apoio a Bolsonaro.

 
"O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias e práticas opostas às nossas", diz a nota enviada pela sigla à imprensa.

Na mesma linha, o PP comunicou a postura "de absoluta isenção e neutralidade" nesta terça. "O eleitor quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha", diz o documento. A sigla destaca ainda que deseja contribuir com o futuro governo - o partido elegeu 37 deputados federais e cinco senadores. 

O PTB anunciou nesta tarde apoio ao capitão reformado. "Acreditamos que Jair Bolsonaro trabalhará para que o nosso País volte aos trilhos do desenvolvimento social e econômico, e pela pacificação e união do povo brasileiro", informou a sigla em nota. O partido elegeu 10 deputados federais nas eleições de domingo. 

Novo critica PT, mas fica neutro
Com pouco mais de 2,7 milhões de votos, o candidato João Amoêdo, líder do Novo, ficou em quinto lugar na disputa presidencial, à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e o senador Alvaro Dias (Podemos).  

Na segunda, em entrevista ao Estado, Amoêdo chegou a elogiar o economista Paulo Guedes, coordenador econômico da campanha do capitão reformado. “Ele tem algumas ideias que se assemelham ao que defendemos, como mais liberdade econômica e privatização de estatais”, afirmou. “O problema é que essas propostas vêm do assessor econômico. Bolsonaro, como deputado (o candidato está em seu sétimo mandato na Câmara), nunca foi um grande defensor dessas pautas", disse. 

No entanto, um dia depois, a sigla tomou a decisão de manter a neutralidade. "O cenário presidencial no segundo turno não é aquele que desejávamos. Manteremos nossa coerência e nossa contribuição se dará através da atuação de nossa bancada eleita", informa o documento. Nessas eleições, a sigla elegeu oito deputados federais, onze estaduais e um distrital. O PSDB e o PPS ainda terão reuniões entre terça e quarta para decidir qual posicionamento adotar. 

PSB decide apoiar Fernando Haddad no 2º turno
Os integrantes da Executiva Nacional do PSB decidiram nesta terça-feira que a sigla apoiará oficialmente Fernando Haddad, do PT, no segundo turno da eleição presidencial. Os diretórios do Distrito Federal e de São Paulo, no entanto, foram liberados para se posicionarem de forma independente. Ao anunciar a decisão, o presidente da sigla, Carlos Siqueira, afirmou, no entanto, que o partido cobrará de Haddad a formação de uma frente democrática envolvendo além de partidos políticos, atores da sociedade civil. 

"Não estamos apoiando o candidato do PT, mas sim quem vai liderar essa frente para defender a democracia", afirmou Siqueira. O partido deverá ainda entregar a Haddad um documento com pautas programáticas. De acordo com o presidente do partido, o PT não pediu apoio formalmente. "Estamos nos posicionando porque é a obrigação de um partido que tem vida republicana", disse. 

O apoio do PSB era considerado pelo PT como fundamental para impulsionar a candidatura do partido no segundo turno e angariar forças contra o adversário Jair Bolsonaro. A sigla ainda disputa o segundo turno em São Paulo, com Márcio França, no Distrito Federal, com Rodrigo Rollemberg, no Amapá, com João Capiberibe, e em Sergipe, com Valadares Filho.

Haddad afirmou que a "recomposição de campo" é importante para fortalecê-lo na disputa final. O ex-prefeito de São Paulo citou também o apoio do PDT e do PSOL e ressaltou que, neste momento, ninguém está discutindo a definição de cargos em um eventual governo.

Candidato ao governo de São Paulo, Márcio França (PSB) defendeu que o partido se mantivesse neutro em relação ao pleito nacional. Haddad lembrou ao pessebista, no entanto, que o PT apoia candidatos do PSB em Estados no primeiro e no segundo turno. No último domingo, 7, o PSB elegeu candidatos em Pernambuco, Paraíba e Espírito Santo.

Em campanha para o segundo turno, França não compareceu à reunião da executiva nacional.

DEM libera apoio individual
O DEM deve liberar o apoio individual de seus quadros aos candidatos. O partido presidido pelo prefeito de Salvador (BA), ACM Neto, não fará um anúncio formal de adesão. Como o DEM historicamente,faz oposição ao PT, a tendência é que a maior parte dos filiados com mandato e militantes do partido siga em campanha pelo capitão reformado. 

É o caso da líder da Frente da Agropecuária, Tereza Cristina (MS), de Onyx Lorenzoni(RS), coordenador da campanha de Bolsonaro à revelia do DEM, e do líder da bancada da bala, Alberto Fraga (DF), que perdeu a eleição para o governo do Distrito Federal. Os três são colegas de Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Outros integrantes da cúpula do DEM devem declarar voto em Bolsonaro, mas sem fazer campanha pública por ele. 

PRB decidiu liberar bancada
O PRB decidiu na noite desta terça-feira liberar seus filiados no segundo turno para fazer campanha para o candidato do PSL a presidente da República, Jair Bolsonaro, ou para o presidenciável do PT, Fernando Haddad. A maior parte da bancada parlamentar, no entanto, prefere e pretende se engajar na campanha de Bolsonaro. O líder do PRB, deputado Celso Russomanno, terceiro mais votado em São Paulo, gravará um vídeo de apoio a Bolsonaro, a pedido do presidenciável.

“A executiva nacional do PRB, ouvida a bancada de deputados e senadores, decidiu, nesta terça-feira, 9 de outubro de 2018, liberar os seus membros para apoio no segundo turno da eleição para Presidente da República”, diz a nota divulgada pelo partido, após se reunir por mais de duas horas na Câmara dos Deputados.

Solidariedade também lidera bancada
Com maioria favorável a entrar em campanha pelo candidato do PT, o Solidariedade tende a liberar a bancada de parlamentares e seus filiados no segundo turno. A executiva nacional do Solidariedade vai se reunir nesta quarta-feira às 10h para tomar a decisão num hotel em São Paulo. 

“Eu acho que tem gente de todo lado, uma maioria pró Haddad. Mas acho que o melhor caminho para o partido é liberar. A ideia que eu tenho é encaminhar a proposta de liberar. Quem quiser ajudar o Haddad vai ajudar, sem ter obrigação de apoiá-lo”, disse ao Estado o presidente do partido, deputado Paulinho da Força (SP), reeleito no domingo.  

Valdemar Costa Neto libera PR de apoio formal a Bolsonaro ou Haddad
O Partido da República (PR) liberou seus parlamentares para apoiar qualquer um dos candidatos a presidente da República no segundo turno das eleições 2018. 

No comando do PR, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, comunicou aos parlamentares sobre a decisão de neutralidade, depois de participar de reunião ontem com outros dirigentes de partidos do Centrão (DEM, PP, PRB e Solidariedade), que estavam coligados ao tucano Geraldo Alckmin, derrotado no primeiro turno.

“Valdemar já autorizou a liberação em todos os Estados. Cada parlamentar apoia quem achar que deve", disse ao Estado o líder do PR na Câmara, deputado José Rocha (BA), reeleito na Bahia e apoiador de Haddad. O PR tem atualmente 40 parlamentares na Casa e elegeu 33 para a próxima legislatura.

Rocha diz que não há como quantificar nesta terça-feira se a bancada tem uma maioria pró-Haddad ou pró-Bolsonaro. Na Bahia, diz ele, a maioria é favorável ao petista por causa da coligação e base do governador reeleito Rui Costa, do PT. Já em São Paulo, há integrantes da bancada da bala que apoiam abertamente Bolsonaro, como o deputado capitão Augusto (PR-SP).

Rocha avalia que, numa eleição de dois candidatos, os parlamentares têm pouca capacidade de angariar votos para um ou outro. “É uma eleição entre eleitor e candidato”, disse Rocha. “Não existe um comando, é a vontade expressa do eleitor. Não adianta apoio formal, é um apoio que não se viabiliza na prática. No primeiro turno você dá o apoio do tempo partidário de televisão. Agora não tem mais, o tempo de televisão é meio a meio no segundo turno.”

O líder do PR entende que os únicos partidos que conseguem orientar voto no segundo turno são os que ele chama de “ideológicos”, principalmente de esquerda, como PDT e PSB, entre outros: “Orientação partidária no segundo turno não existe, a não ser os partidos ideológicos e os religiosos, as igrejas, que comandam.”

PDT fala em apoio 'crítico' a Haddad
Na segunda, o presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que o partido deve anunciar o que está chamando de "apoio crítico" à candidatura de Fernando Haddad (PT), no segundo turno. No mesmo dia, a executiva nacional do PSOL oficializou apoio ao petista.

 

Fonte: Estadão  

Uma operação realizada pelas policiais Civil e Militar prendeu na manhã desta quarta-feira (1º), um casal de traficante, trata-se de José Obadias Lucas de Almeida Filho, 22 anos de idade e a companheira dele Maria da Conceição de Barros, de 23.

Além do casal, um terceiro indivíduo também foi apresentado na delegacia, mas a polícia não informou o nome do mesmo.

De acordo com Odorico Almeida, "O Rambo", investigador de Polícia Civil, o casal foi preso no bairro da Paz, após monitoramento realizado pelas duas polícias.  As autoridades policiais suspeitam que José Obadia esteja envolvido na morte de Marcela da Silva Leite, 33 anos, executada na frente da filha de 04 anos de idade, no interior no quarto de nº 1, onde moravam.

Ainda de acordo com o policial Almeida, a prisão veio a partir do trabalho realizado em conjunto da Polícia Civil e Militar com o Grupo Tático, em resposta aos crimes que estão acontecendo na cidade, principalmente quanto à alta taxa de homicídios e tráfico de drogas registradas na delegacia.

 "Obtivemos êxito em pegar os três elementos que estamos apresentando aqui na delegacia. Um dos apresentados entrará com testemunha, já José Obadia e a mulher foram presos em flagrante por tráfico de drogas, uma vez que foram encontrado com eles crack, maconha prensada, peças em ouro, balança de precisão e um caderno de anotações com o balanço de negócios do tráfico de drogas comercializado por semana, o que rende pra eles cerca de 4 mil reais por mês. José Obadia ainda é suspeito de participação em um homicídio recente em que vitimou uma mulher identificada por Marcela Silva, morta ao lado da filha enquanto dormia”, explicou o policial, acrescentando ainda que o caso está sob investigação.

Junto com os acusados foram apresentados na delegacia, dois  televisores, vários cordões de ouro, um relógio de pulso, vários celulares, 09 papelotes de  maconha prensada, 02 petecas de crack e uma balança precisão.

 

 

o casal foi preso no bairro da Paz, após monitoramento realizado pelas duas polícias.

 

 

 

(Reportagem : Caetano Silva)

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em vídeo divulgado na noite de quinta-feira em sua página no Facebook, que o PT vem sendo destruído desde 2005, numa referência ao ano em que veio à tona o escândalo do mensalão.

'O PT vem sendo destruído pelo seus adversários desde 2005. O PT já foi mais do que atacado, ninguém nunca foi tão atacado neste país como o PT', disse o ex-presidente.

No vídeo que tem o objetivo de convocar os petistas para participar do congresso que o partido realizará em junho, Lula afirmou ainda que ele pessoalmente já está acostumado a ser perseguido.

'A destruição continuou até o impeachment da presidente Dilma (Rousseff). Eu nem vou dizer da cassação ao Lula, da perseguição ao Lula porque estou acostumado com isso desde que comecei no movimento sindical.'

Lula conclama ainda os petistas a reagirem. 'Está na hora de a gente levantar a cabeça porque pode ter igual, mas neste país não tem ninguém melhor do que nós. Não tem nenhum partido melhor do que o nosso.'

(Fonte:Correio News/ ORM)

Há pouco tempo sem muita atenção dos partidos, a escolha do vice virou um dos elementos centrais nas eleições presidenciais de 2018. Até o momento, somente o PSOL e o PSTU lançaram chapas completas na corrida presidencial. Paulo Rabello de Castro (PSC), Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT), já confirmados em convenções nacionais, Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (PMDB), ainda na condição de pré-candidatos, correm atrás de nomes capazes de ampliar suas bases e levá-los ao segundo turno do pleito.

Disputado por sua condição de empresário, Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, morto em março de 2011, é o mais cortejado. Já foi cogitado para ser companheiro de chapa do petista Luiz Inácio Lula da Silva – posto que seu pai ocupou nos dois mandatos do ex-presidente no Palácio do Planalto –, de Ciro e de Alckmin. A família, especialmente a mãe Mariza Gomes da Silva, resiste.

Alckmin chegou a se reunir com o empresário, mas Josué Gomes recusou oficialmente o convite. Os tucanos agora garimpam no Centrão – grupo político integrado pelo DEM, PP, PR, PRB e SD – um nome para compor a chapa presidencial. Surgem como opções Ana Amélia Lemos (PP-RS), Aldo Rebelo (SD-SP) e Mendonça Filho (DEM-PE), com maiores chances para os dois últimos nomes. Nas últimas horas, ganhou força a vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho (PP).

Para o cientista político David Fleischer, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), os partidos buscam nomes que agreguem apoio não só de outras legendas, mas também de setores representativos da sociedade. "Vemos o PSDB falando em escolher uma mulher. Vemos o nome da senadora Ana Amélia, uma jornalista, bem articulada. É assim, precisa ser um nome com aval dos partidos, da coligação, mas que some apoio e seja bem articulado para defender a chapa", argumentou.

Nessa busca frenética, nos bastidores da pré-campanha tucana, surgiu o nome do senador Álvaro Dias (PR), pré-candidato a presidente pelo Podemos, cuja convenção nacional está marcada para 4 de agosto, em Curitiba. Dias rechaçou a possibilidade de aliança com o PSDB.

Outro pré-candidato cogitado para compor a chapa de Alckmin foi Henrique Meirelles (MDB). Tanto Meirelles como o MDB rejeitaram a possibilidade, e hoje a tendência é que o partido dispute a eleição presidencial sem coligação e busque entre os filiados o vice do ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central.

A pré-candidata a presidente pelo PCdoB, Manuela D'Ávila, é disputada entre os partidos de esquerda. Tanto o PDT quanto o PT gostariam de tê-la como vice. Manuela tem repetido que sua candidatura será mantida, mesmo que não haja unidade da esquerda.

O PT e o PDT também disputam o PSB, que deixou para o último dia de convenções (5 de agosto) a decisão sobre a eleição presidencial. No PSB, ainda há quem acredite que Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, possa reavaliar a decisão e voltar à corrida presidencial.

"O PT vive uma situação atípica, pois não sabe se o ex-presidente Lula poderá concorrer. Então, terá que escolher um vice do próprio partido que possa assumir a cabeça da chapa", avaliou o cientista político Leonardo Barreto. "Além disso deixar o PCdoB e o PSB em stand by para eventualmente indicar o vice. É uma situação complexa", completou.

Bolsonaro, candidato pelo PSL, já recebeu pelo menos três nomes: do senador Magno Malta (PR-ES), do general da reserva Heleno Pereira e da advogada Janaina Paschoal. Ligados ao partido, o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança e o astronauta Marcos Pontes também estão cotados para compor a chapa.

A Rede ainda não homologou a candidatura de Marina Silva, mas já há especulação sobre quem será o vice. Os mais citados são Eduardo Bandeira de Melo, presidente do Flamengo, e Miro Teixeira, deputado federal. O PSOL formou uma chapa puro sangue, com Guilherme Boulos e Sônia Guajajara, mas terá o apoio do PCB. Sem aliança, o PSTU disputará a eleição presidencial com Vera Lúcia e Hertz Dias.

Segundo Barreto, as articulações dos candidatos a vice-presidente estão ganhando destaque este ano devido também ao encurtamento do calendário eleitoral. "Antes esse debate ocorria no primeiro semestre. Neste ano, acabou a Copa do Mundo, começaram as convenções, e os vices ainda não estavam escolhidos."

 

 

(Fonte: Agência Brasil)

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