Os jogadores do Santos não gostaram da postura da arbitragem no empate por 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

No gol do Bragantino, aos 47 minutos da segunda etapa, os jogadores do Santos reclamaram da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, que não teria permitido uma substituição de Peixe antes da bola parada do rival. No fim, Luan Peres rebateu, e Claudinho marcou.

– A gente treina bola parada a semana toda, conseguimos tirar todas até aqui... Cuca fez uma estratégia de 90 minutos, quisemos colocar um homem mais alto para tirar a bola, e o árbitro não autorizou, e por que? Era estratégia do time para ajudar na bola parada. Foram dois lances capitais, ele não deixou substituir, e ai o quarto árbitro levantou a placa, e o nosso homem do rebote tava saindo já – disse Luan após o término da partida.

Cuca e vários atletas também foram conversar com o árbitro após o apito final. Luiz Felipe falou assim: "Ele precisa admitir o erro. Isso compromete o campeonato".

Mesmo com o empate, o zagueiro admitiu que a estreia de Cuca pelo Santos teve um saldo positivo e enalteceu o novo treinador do Peixe.

– A gente merecia ter saído com a vitória, não sei sei se foi azar, a má sorte, ele acertou um belo chute e acabou saindo o gol nessas duas palhaçadas da arbitragem. A gente poderia ter matado a partida, tem tudo para crescer na temporada e é nítida a melhora – concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Internacional na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio, pela segunda rodada do Brasileirão.

 

Fonte: Por Redação do ge — Santos, SP

Os jogadores do Santos não gostaram da postura da arbitragem no empate por 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

No gol do Bragantino, aos 47 minutos da segunda etapa, os jogadores do Santos reclamaram da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, que não teria permitido uma substituição de Peixe antes da bola parada do rival. No fim, Luan Peres rebateu, e Claudinho marcou.

– A gente treina bola parada a semana toda, conseguimos tirar todas até aqui... Cuca fez uma estratégia de 90 minutos, quisemos colocar um homem mais alto para tirar a bola, e o árbitro não autorizou, e por que? Era estratégia do time para ajudar na bola parada. Foram dois lances capitais, ele não deixou substituir, e ai o quarto árbitro levantou a placa, e o nosso homem do rebote tava saindo já – disse Luan após o término da partida.

Cuca e vários atletas também foram conversar com o árbitro após o apito final. Luiz Felipe falou assim: "Ele precisa admitir o erro. Isso compromete o campeonato".

Mesmo com o empate, o zagueiro admitiu que a estreia de Cuca pelo Santos teve um saldo positivo e enalteceu o novo treinador do Peixe.

– A gente merecia ter saído com a vitória, não sei sei se foi azar, a má sorte, ele acertou um belo chute e acabou saindo o gol nessas duas palhaçadas da arbitragem. A gente poderia ter matado a partida, tem tudo para crescer na temporada e é nítida a melhora – concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Internacional na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio, pela segunda rodada do Brasileirão.

 

Fonte: Por Redação do ge — Santos, SP

Os jogadores do Santos não gostaram da postura da arbitragem no empate por 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

No gol do Bragantino, aos 47 minutos da segunda etapa, os jogadores do Santos reclamaram da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, que não teria permitido uma substituição de Peixe antes da bola parada do rival. No fim, Luan Peres rebateu, e Claudinho marcou.

– A gente treina bola parada a semana toda, conseguimos tirar todas até aqui... Cuca fez uma estratégia de 90 minutos, quisemos colocar um homem mais alto para tirar a bola, e o árbitro não autorizou, e por que? Era estratégia do time para ajudar na bola parada. Foram dois lances capitais, ele não deixou substituir, e ai o quarto árbitro levantou a placa, e o nosso homem do rebote tava saindo já – disse Luan após o término da partida.

Cuca e vários atletas também foram conversar com o árbitro após o apito final. Luiz Felipe falou assim: "Ele precisa admitir o erro. Isso compromete o campeonato".

Mesmo com o empate, o zagueiro admitiu que a estreia de Cuca pelo Santos teve um saldo positivo e enalteceu o novo treinador do Peixe.

– A gente merecia ter saído com a vitória, não sei sei se foi azar, a má sorte, ele acertou um belo chute e acabou saindo o gol nessas duas palhaçadas da arbitragem. A gente poderia ter matado a partida, tem tudo para crescer na temporada e é nítida a melhora – concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Internacional na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio, pela segunda rodada do Brasileirão.

 

Fonte: Por Redação do ge — Santos, SP

Os jogadores do Santos não gostaram da postura da arbitragem no empate por 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

No gol do Bragantino, aos 47 minutos da segunda etapa, os jogadores do Santos reclamaram da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, que não teria permitido uma substituição de Peixe antes da bola parada do rival. No fim, Luan Peres rebateu, e Claudinho marcou.

– A gente treina bola parada a semana toda, conseguimos tirar todas até aqui... Cuca fez uma estratégia de 90 minutos, quisemos colocar um homem mais alto para tirar a bola, e o árbitro não autorizou, e por que? Era estratégia do time para ajudar na bola parada. Foram dois lances capitais, ele não deixou substituir, e ai o quarto árbitro levantou a placa, e o nosso homem do rebote tava saindo já – disse Luan após o término da partida.

Cuca e vários atletas também foram conversar com o árbitro após o apito final. Luiz Felipe falou assim: "Ele precisa admitir o erro. Isso compromete o campeonato".

Mesmo com o empate, o zagueiro admitiu que a estreia de Cuca pelo Santos teve um saldo positivo e enalteceu o novo treinador do Peixe.

– A gente merecia ter saído com a vitória, não sei sei se foi azar, a má sorte, ele acertou um belo chute e acabou saindo o gol nessas duas palhaçadas da arbitragem. A gente poderia ter matado a partida, tem tudo para crescer na temporada e é nítida a melhora – concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Internacional na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio, pela segunda rodada do Brasileirão.

 

Fonte: Por Redação do ge — Santos, SP

Os jogadores do Santos não gostaram da postura da arbitragem no empate por 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

No gol do Bragantino, aos 47 minutos da segunda etapa, os jogadores do Santos reclamaram da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, que não teria permitido uma substituição de Peixe antes da bola parada do rival. No fim, Luan Peres rebateu, e Claudinho marcou.

– A gente treina bola parada a semana toda, conseguimos tirar todas até aqui... Cuca fez uma estratégia de 90 minutos, quisemos colocar um homem mais alto para tirar a bola, e o árbitro não autorizou, e por que? Era estratégia do time para ajudar na bola parada. Foram dois lances capitais, ele não deixou substituir, e ai o quarto árbitro levantou a placa, e o nosso homem do rebote tava saindo já – disse Luan após o término da partida.

Cuca e vários atletas também foram conversar com o árbitro após o apito final. Luiz Felipe falou assim: "Ele precisa admitir o erro. Isso compromete o campeonato".

Mesmo com o empate, o zagueiro admitiu que a estreia de Cuca pelo Santos teve um saldo positivo e enalteceu o novo treinador do Peixe.

– A gente merecia ter saído com a vitória, não sei sei se foi azar, a má sorte, ele acertou um belo chute e acabou saindo o gol nessas duas palhaçadas da arbitragem. A gente poderia ter matado a partida, tem tudo para crescer na temporada e é nítida a melhora – concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Internacional na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio, pela segunda rodada do Brasileirão.

 

Fonte: Por Redação do ge — Santos, SP

A primeira final do Campeonato Paulista entre Palmeiras e Corinthians terminou empatada sem gols na noite desta quarta-feira. Na visão do técnico Vanderlei Luxemburgo, o comprometimento da sua equipe em Itaquera merece elogios.

Quem também mereceu destaque, na avaliação de Luxa, foi Weverton. Na primeira etapa, o goleiro, que vestiu a braçadeira de capitão, evitou o gol dos donos da casa em finalizações de Ramiro e de Matheus Vital.

– Goleiro de time grande é aquele que defende aquela única bola do jogo. Goleiro de time aparece nos momentos difíceis. No primeiro tempo, ele fez duas defesas muito boas e evitou o gol. É um goleiro de nível, está crescendo bastante com o trabalho que estamos fazendo de saída de bola, de bola parada. Está evoluindo bastante – disse Luxemburgo, que voltou a se direcionar aos torcedores do Verdão, em entrevista conduzida pela TV do clube.

– Queria mandar um recado para o torcedor. O torcedor pode questionar a qualidade, se quiser questionar, a qualidade do jogo, mas não pode questionar a dignidade e o comprometimento que os jogadores estão tendo com o Palmeiras. A gente sabe que o torcedor é exigente, mas esses jogadores estão correspondendo, estão querendo, a gente vê no dia a dia. Vai ser um jogo difícil, mas estamos esperançosos, porque os jogadores estão comprometidos – completou.

Sobre o desempenho palmeirense em Itaquera, Luxa explicou a estratégia de buscar uma bola mais longa no ataque, principalmente nas tentativas com o atacante Rony pelo lado direito.

– Foram dois tempos distintos. No primeiro tempo, o Corinthians teve superioridade dentro do jogo, o Weverton fez duas defesas muito boas, e parou por aí. Depois, começamos a encaixar, começamos a ter jogo também. Eles tinham uma proposta de jogo que eu tinha que ter a bola mais longa, porque eles marcavam muito bem meu meio-campo. Eles jogam com cinco jogadores no meio, conseguiam marcar meus volantes e meus meias. Apertavam meus zagueiros, e eu tinha que jogar a bola no Rony.

No próximo sábado, Palmeiras e Corinthians voltam a se enfrentar pela final do Campeonato Paulista. Depois do 0 a 0 desta quarta-feira, quem vencer na arena do Verdão fica com o título. Se o jogo terminar empatado mais uma vez, a decisão será nas cobranças de pênaltis.

Sobre o jogo:

– Tentei evitar a saída com o Menino e o Patrick, porque eles receberiam de costas. Até falei no intervalo, "eles estão marcando vocês para ter a bola longa, se vocês tentarem sair quebrando linha, pode ser perigoso". Aí começamos a encaixar o jogo, o Weverton não teve mais nenhuma defesa importante, e começamos a jogar o Corinthians para trás. Comecei a abrir um pouco mais a equipe.

– Aquela bola do Ramiro, eu falei que o Jô puxa o zagueiro, e o Ramiro entra nas costas. Bobeamos ali, e na palestra eu até mostrei para eles. Mas, no segundo tempo, conseguimos encaixar, fui liberando a equipe. O Ramires saiu, o Bruno entrou, fazendo boas trocas com o Gabriel Menino e o Patrick de Paula. Aí botei Scarpa, Raphael Veiga, começamos a ter um pouco mais de jogo, eles estavam descansados. Foram dois tempos distintos, o Corinthians superior em momentos do primeiro tempo, e no segundo acho que fomos melhores do que o Corinthians.

Sobre estreia de Angulo:

– O Angulo é ainda muito menino, estreou numa decisão, meio que se assustou, mas é normal. Eu queria manter a velocidade, o Rony cansou, e eu não queria colocar o time para trás, queria prender o Fagner. Ficamos com qualidade e velocidade.

Mais um jogo com Patrick e Gabriel Menino como titulares:

– O Patrick e o Gabriel Menino têm ainda algum defeito de posicionamento, falta um pouco de discernimento tático, a gente vai ajeitando eles. Mas são jogadores que vão crescer, vão jogar no Palmeiras por bastante tempo e vão evoluir bastante.

 Sobre Luan, zagueiro que entrou no lugar de Felipe Melo:

– Gostei muito também da presença do Luan, ele teve uma participação sóbria, sem causar susto. O Gustavo (Gómez) também, é difícil marcar o Jô, o Jô incomoda. O Gustavo subiu com ele e tirou bolas. O Viña estava voltando também, sentiu um pouco.

Sobre as substituições:

– Estamos negociando uma decisão de campeonato. Hoje não terminou o campeonato, o campeonato termina sábado. Tem que ter muito discernimento, expondo a equipe, mas não ficando vulnerável. Fui negociando as substituições. Antes do jogo, ontem, já tinha meio que treinado com as substituições que eu ia fazer. Os caras entraram bem no jogo, e eu fui pegando a equipe mais leve a partir do momento que o Corinthians foi cedendo espaço. Scarpa e Veiga entraram bem, o Bruno entrou muito bem, dando toque de bola. Acho que funcionou bem.

 

   Fonte: Por Redação do ge — São Paulo

O Palmeiras começa a decidir o Campeonato Paulista de 2020 nesta quarta-feira, às 21h30, contra o Corinthians, em Itaquera. Para ficar com o título, o Verdão terá de interromper um retrospecto que tem sido favorável ao rival. De 2018 para cá, o Dérbi foi disputado nove vezes. Foram duas vitórias palmeirenses, dois empates e cinco derrotas no período.

Mas o que o Palmeiras precisa fazer em campo para vencer e acabar com o histórico recente do Dérbi? Veja abaixo:

Dono da melhor campanha, o time de Vanderlei Luxemburgo terá a vantagem de decidir o torneio em casa no próximo sábado, às 16h30.

Atenção com a bola parada

O Corinthians tem levado a vantagem e até decidido alguns Dérbis recentes nas disputas pelo alto. Foi assim que o time alvinegro venceu o clássico nesta temporada e também no ano passado.

Foi por meio de lances de bola parada que o time corintiano marcou o único gol da vitória alvinegra no dia 22 de julho, com Gil, e no empate em 1 a 1 no Brasileirão de 2019, com Manoel, e também na vitória por 1 a 0 na primeira fase do Paulistão da temporada passada, com Danilo Avelar aproveitando rebote dentro da área palmeirense depois de cabeçada de Gustavo.

Para esta quarta-feira, Vanderlei Luxemburgo não terá Felipe Melo, machucado. O zagueiro tem bom aproveitamento pelo alto e até marcou contra o Corinthians no empate em 1 a 1 no Brasileiro de 2019.

Sem o camisa 30, o Verdão deve ter uma zaga com Luan e Gustavo Gómez. O lateral-esquerdo Matías Viña também pode voltar ao time.

Furar a boa defesa do Corinthians

Tem sido comum um Dérbi ter um goleiro corintiano como destaque. Cássio e até Walter foram decisivos pelo lado alvinegro em partidas recentes contra o Palmeiras.

O Verdão, por exemplo, finalizou mais do que o rival nos últimos quatro jogos (um de 2020 e três de 2019) e também teve mais posse de bola. O aproveitamento, porém, ficou longe de ser satisfatório: foram dois empates e duas derrotas.

De 2018 para cá, o Verdão tem média de 14 finalizações por jogo contra o Corinthians, com quase 30% de acerto. Os alvinegros têm média de oito chutes ao gol, com 50% de acerto no fundamento.

O Corinthians abriu o placar antes dos 15 minutos em quatro dos últimos nove clássicos contra o Palmeiras: no Paulistão de 2020, no primeiro turno do Brasileirão de 2019, na primeira fase do Paulistão de 2019 e na segunda final do Paulistão de 2018.

Isso também tem feito o Verdão sair mais para o jogo, e também encontrar mais dificuldade diante de um bom sistema defensivo. Os palmeirenses têm trabalhado para encontrar alternativas contra adversários mais fechados.

Mais tranquilidade

O Palmeiras teve um atleta expulso em três dos últimos nove clássicos contra o Corinthians: Jailson (2018), Felipe Melo (2018) e Deyverson (2019). No total, o time alviverde recebeu 26 cartões amarelos. O rival recebeu 23 amarelos e teve apenas um atleta com vermelho (Clayson, em 2018).

Quatro destes clássicos foram marcados por confusões. Na primeira fase do Paulistão de 2018, os palmeirenses reclamaram da marcação de um pênalti e expulsão do goleiro Jailson.

Na primeira decisão do torneio estadual, uma briga generalizada pouco antes do intervalo resultou na expulsão de um atleta de cada time.

No Paulistão do ano passado, Deyverson foi expulso após cuspir em direção ao volante Richard. Um ano antes, na vitória do Verdão pelo segundo turno do Brasileirão, o atacante palmeirense provocou os corintianos ao piscar em direção aos reservas alvinegros quando foi substituído.

Encontrar um fator de desequilíbrio

As duas vitórias do Palmeiras contra o Corinthians nos últimos nove clássicos tiveram dois centroavantes como destaque: Borja, na primeira final do Paulistão de 2018, e Deyverson, no segundo turno do Brasileirão do mesmo ano.

Os dois jogadores ainda têm contrato com o Verdão, mas nenhum deles está sendo aproveitado. Borja está emprestado para o Junior Barranquilla, da Colômbia, até o fim do ano, e Deyverson está treinando em horários alternativos na Academia depois de atuar pelo Getafe, da Espanha.

Sem Dudu, negociado com o Al Duhail, do Catar, o Palmeiras perdeu sua principal referência ofensiva e tem sofrido para concluir. Desde a retomada do calendário, o time marcou cinco gols em quatro jogos: Ramires, Luiz Adriano, Felipe Melo, Marcos Rocha e Patrick de Paula. O atacante Willian é o maior goleador do elenco, com oito gols em 2020.

 

Fonte: Por Felipe Zito — São Paulo

O Cruzeiro projeta a necessidade de despender mais R$ 30 milhões, até o final do ano, somente com dívidas em processos em que é réu na Fifa. O número pode variar, segundo o presidente do clube, Sérgio Santos Rodrigues, mas é uma projeção feita neste momento.

O Cruzeiro, segundo balanço do presidente do clube, já pagou ou acertou uma forma de pagamento de outros R$ 30 milhões, sobrando cerca de R$ 40 milhões, neste momento, a serem quitados. A previsibilidade também do pagamento é uma incógnita, segundo Sérgio Rodrigues.

- Quando a gente fala de se encaixar dentro do que a gente vai receber, dentro do fluxo... A maioria delas (dívidas) a gente não consegue falar quando vai vencer. Ela está consolidada, mas a gente pode receber a carta (ordem de pagamento) para pagar daqui 30 dias ou para pagar daqui 90 dias.

Não foi revelado para qual destino vão esses R$ 30 milhões, mas o Cruzeiro ainda tem o débito a pagar pelo empréstimo do atacante Pedro Rocha com o Spartak (Rússia) e que vence na próxima quinta (R$ 2,3 milhões), pela compra do meia Arrascaeta com o Defensor (Uruguai), por cerca de R$ 5 milhões, cujo o clube espera uma ordem de pagamento.

Ainda há a discussão na Fifa pela compra do atacante Riascos, pela cobrança em relação ao meia Thiago Neves, da cobrança do técnico Paulo Bento e seus auxiliares também. O clube ainda deve enfrentar dois novos processos: Sampdoria (Dodô) e Pyramids (Rodriguinho).

Sérgio Santos Rodrigues deixou claro que o valor da projeção cruzeirense pode variar para mais ou menos, dependendo das composições que o Cruzeiro for conseguindo com cada credor.

- Este valor, pode variar? A gente estava até conversando com o pessoal. (...) Ele pode variar. Podemos conseguir um parcelamento, como a gente conseguiu com o Independiente del Valle, eles acreditaram na credibilidade, viu que estamos pagando. Mas é correto contarmos com isso? Acho que não. Se pudermos adequar receita ao nosso fluxo, para evitar punições esportivas, é melhor.

 

Fonte: https://globoesporte.globo.com

 
 

Está dada a largada para a era Domènec Torrent no Flamengo. O espanhol desembarcou no Rio de Janeiro no início da manhã e já dará treinamento nesta segunda-feira. O avião pousou por volta das 5h40, como previsto, e cerca de 30 torcedores aguardavam o sucessor de Jorge Jesus no local. Acompanhado dos dirigentes Marcos Braz e Bruno Spindel, e de seus três auxiliares, o novo treinador segue para o Ninho do Urubu para conhecer as instalações, dar entrevista coletiva (às 12h30) e ter o primeiro contato com o elenco.

Ao chegar, Dome, como gosta de ser chamado, afirmou:

- Acho que já posso falar portugês perfeitamente. No Flamengo, a gente tem que ganhar, ganhar e ganhar. Porque o Flamengo é um dos grandes clubes do mundo. Então, acho que estamos preparados, prontos para tentar ganhar títulos e jogar bonito. Estou muito feliz por fazer parte desse grande clube, dessa grande nação. Acho que estou pronto para tentar ganhar títulos com essa grande torcida.

O espanhol afirmou ainda que pretende "respeitar" o trabalho do seu antecessor:

- O mais importante agora é respeitar o trabalho do Jorge Jesus porque é um time ganhador. E aí, pouco a pouco, vou mudar um pouco as coisas. Mas a intenção é ficar no Brasil muitos anos. Quando estou feliz no clube, e o clube está feliz comigo, quero ficar quatro, cinco anos... Quero poder dizer que ganhamos e que o clube está muito feliz comigo.

Sobre o nome, ele brincou:

- É muito mais fácil (me chamar) de Dome (risos). Para os jogadores, para a torcida, para os dirigentes. É mais fácil para todo mundo.

O vice-presidente de futebol, Marcos Braz, foi o primeiro a falar no desembarque. Explicou porque o nome do espanhol foi o escolhido após vários outros terem sido analisados e disse que a viagem foi tranquila.

- Foi tudo tranquilo, viagem boa, um pouco cansado, todo mundo, mas o objetivo foi alcançado e vamos esperar que tudo corra bem nessa nova fase. A opção foi pelo histórico dele em relação ao trabalho que fez em um grupo do Guardiola que participou, passou por esses últimos 10 anos entre os 10 maiores clubes do mundo, então acho que todo esse contexto. Sensibilidade é a palavra. Se vai dar certo ou não é outra situação - disse Braz.

Sobre a personalidade do novo treinador, apesar da ainda breve convivência, Braz afirmou:

- É uma pessoa calma, tranquila, não é muito de se estourar. Acho, não, tenho certeza que é o que a gente está precisando. Vamos torcer que dê tudo certo - disse o dirigente à Fla TV.

Dome, como habitualmente é chamado por seus atletas, pisa no Brasil exatamente duas semanas após a partida de Jorge Jesus para Portugal. Curiosamente, o voo que trouxe os espanhóis partiu de Lisboa, onde mora o Mister. O Flamengo será o segundo trabalho de Torrent como treinador após mais de uma década como auxiliar de Pep Guardiola.

O novo comandante rubro-negro estava livre no mercado desde o fim de 2019, quando deixou o New York City, na Major League Soccecr. Domènec Torrent chega ao Flamengo acompanhado de Jordi Guerrón, auxiliar técnico, Jordi Gris, analista de desempenho e do preparador físico Julián Jimenez. Saíram sete portugueses, chegaram quatro espanhóis.

Domènec Torrent já fez contatos com membros da comissão técnica brasileira para ficar ciente dos trabalhos realizados nos últimos dez dias por Maurício Souza. O técnico do sub-20, inclusive, está de sobreaviso para qualquer necessidade de participação no processo de transição. Debate-se até mesmo a manutenção entre os profissionais.

- Quando se quer, chega perto, pergunta, sempre se aprende. Tenho certeza que alguns profissionais do Flamengo aprenderam com o Jesus, tenho certeza que vão aprender agora também, mesmo se fosse um brasileiro - comentou Braz no desembarque.

O diretor executivo do futebol, Bruno Spindel, explicou que a principal preocupação foi em manter a filosofia ofensiva.

- O objetivo é sempre continuar ganhando títulos e buscado vitórias. O principal ponto foi manter a filosofia de um futebol ofensivo e agressivo. Temos total confiança no Dome pela história, pelas ideias dele e por tudo que ele já fez na carreira. Também temos total confiança no grupo, que é vencedor, que conquistou títulos. Vamos continuar nesse caminho de vitórias e títulos. O futebol ofensivo e agressivo está no DNA do clube, dos atletas e do Dome.

Se o espanhol Domènec Torrent falou, explicou, detalhou seus conceitos de futebol, a ponto de convencer o vice Marcos Braz e o diretor Bruno Spindel, ele também ouviu.

E soube sua enorme responsabilidade.

A de seguir os passos de Jorge Jesus.

Não, táticos.

O Flamengo pode trocar a intensa movimentação do meio para a frente, para atletas mais posicionados, donos do seu espaço, como Guardiola gosta.

Não interessa os meios.

Braz e Spidel deixaram bem claro a Torrent que o objetivo é manter a hegemonia no futebol não só do país, como da América Latina. E lutar pelo Mundial.

Ou seja, o tradicional período de adaptação a qualquer treinador, com direito a inevitáveis derrotas, eliminações, não será admitido.

O irônico é que Domènec Torrent jamais venceu um título como treinador. Teve 23 conquistas como auxiliar de Guardiola.

Com a orientação do presidente Rodolfo Landim, os dirigentes flamenguistas usaram a técnica de contratação de um executivo de alto escalão. 

Traçaram mais que metas.

Brasileiro, Libertadores, Mundial. A exigência está amarrada aos bônus pelas conquistas.

Os fatores principais alegados pelo vice e pelo diretor, no jantar em Madrid, que encaminhou a assinatura de contrato, que deve acontecer hoje, e o compromisso duração até dezembro de 2021, são três.

O primeiro, a força do elenco.

É disparado o melhor da América Latina. Recheado com jogadores talentosos, no time principal como no reserva.

O segundo, a infraestrutura, Centro de Treinamento, departamentos médicos, de fisiologia, fisioterapia. Incluindo a facilidade do fretamento de jatos para os jogos importantes ou locais de difícil acesso por voos comerciais.

O terceiro: quando a pandemia for controlado, a torcida. O apoio intenso da maior torcida do país. Não só no Maracanã, mas por todo o Brasil.

Ou seja, Domènec Torrent percebeu que não faltará nada a ele.

Landim mandou avisar que deseja que o trabalho comece o mais rápido possível.

Que o espanhol queime as etapas de adaptação que puder.

E Torrent terá como auxiliar informal, o lateral direito Rafinha.

Os dois já trabalharam juntos no Bayern de Munique.

Têm ótimo relacionamento.

Aliás, Rafinha foi um dos defensores da sua contratação.

O lateral já começou a detalhar aos companheiros de Flamengo como Domènec quer o time organizado.

"O Dome, eu falo até assim porque eu tenho uma intimidade legal com ele. Foram três anos que trabalhamos juntos no Bayern, depois ele foi para o City com o Pep.

"É aquela história, ele é da escola do (Johan) Cruyff, né? É um cara que sabe tudo e mais um pouco de bola. No Bayern, os treinamentos quem dava era ele, o Guardiola ficava só corrigindo e tal", antecipou Rafinha à ESPN/Brasil.

Quando ele detalha da 'escola do Cryff, é a liberdade dos atletas em trocarem de posição, principalmente do meio para a frente, mas com os espaços preenchido. Com Jorge Jesus, o Flamengo atacava em bloco, muitas vezes de um lado só. Cruyff, Guardiola e Torrent, optam pelo time sempre respeitando a distribuição tática equilibrada.

Mas a filosofia do espanhol combina com a vocação ofensiva  do Flamengo.

Defensivamente, pode haver uma adaptação, já que ele gosta de usar três zagueiros, quatro atletas no meio de campo e quatro no ataque. O que se não for muito bem treinado, deixa o time aberto a contragolpes de times defensivos.

Domènec sabe muito bem o desafio que terá pela frente.

Deverá assinar ainda hoje o contrato até dezembro de 2021.

O Flamengo não aceitará nada menos do que a manutenção do status de melhor time do país e da América do Sul.

Sem meias palavras: o objetivo é manter os títulos brasileiro e da Libertadores. Correr atrás das premiações milionárias da Copa do Brasil.

E fazer o 'máximo' para ganhar o Mundial.

As cartas foram colocadas na mesa.

Domènec Torrent aceitou.

"Ele está absolutamente preparado para qualquer país.

"Ele fez a melhor temporada da história do New York City na última temporada. Ele é incrivelmente bem preparado, tem muita experiência. Não tenho nenhuma dúvida sobre sua capacidade"

“Eu aprendi muito com ele", palavras de Pep Guardiola.

Melhor aval, impossível...

 

Fonte: https://esportes.r7.com

Sul e Sudeste do Pará

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