Com objetivo de sensibilizar os moradores da zona rural do município a contribuir com o planejamento para os próximos quatro anos do município, a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror), realizou entre os dias 3 e 5 de agosto reuniões com associações e cooperativas de seis comunidades.

Durante os encontros foram levantadas as necessidades de cada comunidade e reforçada a divulgação da pesquisa online para a elaboração do Plano Plurianual (PPA) - instrumento de planejamento da gestão pública - que definirá obras e serviços para os próximos quatro anos.

“Entre as sugestões que colhemos durante as reuniões estão mais investimentos em tecnologia, para ampliar a produção, e a criação de linhas de financiamento por meio do Banco do Povo, voltadas ao produtor rural. A participação da população é fundamental para construirmos um planejamento que atenda o que realmente a comunidade precisa”, pontua Ângelo Jordy, economista da Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz), que participou de todos os encontros e está diretamente envolvido com a elaboração do PPA.

Este ano, em função da pandemia, a prefeitura não terá com fazer as audiências públicas do PPA em diversas localidades do município, mas a comunidade pode contribuir com esse importante processo de forma online, basta acessar o site da prefeitura e preencher o formulário de pesquisa do PPA. (clique aqui)

“Sabemos da dificuldade que o homem do campo tem com as questões de internet, por isso a Sempror, em parceria com a Sefaz, promoveu esses encontros com representantes da comunidade rural para que eles tenham a oportunidade de colaborar com suas ideias e sugestões, ajudando a fazer o nosso planejamento de forma coletiva e democrática”, destaca Milton Zimmer, secretário de Produção Rural.

“Essa reunião é de muito interesse da comunidade e nos trouxe muita informação, estamos prontos para contribuir”, disse Isaías Carneiro, produtor rural na Palmares Sul.

Plano de Desenvolvimento Rural Sustentável  

Durante os encontros, a equipe do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) conduziu atividades que integram o processo de elaboração do Plano de Desenvolvimento Rural Sustentável de Parauapebas, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror).

 

Texto: Karine Gomes

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

 

Entre os dias 3 e 5 de agosto, a Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror) realizará encontros presenciais com representantes das entidades da zona rural com o objetivo de colher a opinião desse público para o Plano Plurianual do município de Parauapebas, instrumento de planejamento válido para os próximos quatro anos (2022-2025).

Além disso, os encontros também serão importantes para o levantamento de informações e engajamento da comunidade rural na elaboração do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (PMDRS). Estão programadas seis reuniões, em localidades estratégicas da zona rural. A ação conta com apoio da Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz) e do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Importante ressaltar que as audiências on-line não alcançam as comunidades rurais e para que o processo seja democrático a Sempror promove os encontros presenciais com representantes da comunidade.

Programação

Os encontros ocorrerão segundo o cronograma abaixo:

  • Terça-feira (03/08)

           Cedere I, às 8h.

           Palmares Sul, às 14h.

  • Quarta-feira (04/08)

           Palmares II, às 8h.

           Vila Carlos Fonseca, às 14h.

  • Quinta-feira (05/08)

           Vila Sanção, às 8h.

           Vila Paulo Fonteles, às 14h.

 

Assessoria de Comunicação (Ascom)

Adriana Braga é uma das produtoras rurais que recebem apoio da Sempror, ela já alcança bons resultados com o Programa Ciclo Curto, que fomenta a produção agrícola de grãos e horticultura em Parauapebas, produtos com intervalo de tempo pequeno entre o plantio e a colheita.

Ela tem uma horta onde planta abóbora, maxixe, cheiro-verde, beterraba, entre outros produtos. “Eu já comecei a vender e a renda está ajudando a minha família, antes a gente só tinha o dinheiro do Bolsa Família. Eu sou muito agradecida por todo o apoio que estamos recebendo”, pontua Adriana.

De acordo com os dados da coordenação do programa, 75 produtores foram beneficiados com mecanização agrícola; 299 visitas técnicas foram realizadas; dois produtores atendidos já colheram 95 toneladas de melancia e outros 16 colheram 174,4 toneladas de milho. A Sempror disponibiliza assistência técnica, apoio com insumos e mecanização agrícola.

“A dona Adriana nos procurou, nossa equipe veio até à propriedade dela, avaliou o perfil de produção e analisou a terra, viu que era viável para a implantação da horta, deu o suporte e agora ela está colhendo os resultados do trabalho dela e da família, com o apoio da nossa secretaria”, destaca o técnico agrícola Anderson Silva.

Os interessados em aderir ao programa Ciclo Curto devem procurar a sede da Sempror, localizada na avenida Faruk Salmen, quadra especial, ou podem entrar em contato pelos telefones 3346-8220/8221.  

  

Texto: Karine Gomes

Assessoria de Comunicação/PMP

Os produtores rurais que não conseguem trabalhar com a criação de bovino, por conta do custo ou do tamanho e condições geográficas de sua propriedade, podem apostar na criação de pequenos animais e contar com o apoio da Prefeitura de Parauapebas para desenvolver essa atividade rentável e demandada no mercado local.

Com o programa Pequenos Animais, da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror), uma equipe multiprofissional dá apoio técnico e disponibiliza insumos para mais de 300 produtores do município. Arenilton Cruz, o seu Mineirinho, da região do Cedere, é um dos beneficiados e destaca a importância do trabalho técnico.

“Pra mim é muito importante o apoio que eles têm dado aqui e todo o incentivo que recebo. Minha terra é cheia de morros, não consigo criar gado. Aprendi a gostar de criar ovinos e caprinos. A equipe da Sempror me orienta sobre o cuidado com os animais, com a adubação do plantio do capim e a irrigação”, destaca Mineirinho.

Eullian Aguiar, zootecnista da Sempror e coordenadora do programa, afirma que a demanda pelo consumo de carnes de aves, suínos, ovinos e caprinos é grande em Parauapebas, mas a produção local não consegue atender a demanda do mercado interno, especialmente nesse período de alta no preço da carne bovina.

“O programa é novo e nosso objetivo é ampliar essa produção do mercado local a partir do suporte dado aos produtores que já desenvolvem a atividade ou aos que têm interesse de começar a criar pequenos animais”, destaca Eullina, acrescentando que os produtores podem solicitar adesão ao programa diretamente na Sempror.   

 

Texto: Karine Gomes 
Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

A Prefeitura Parauapebas está levando ao homem do campo mais uma tecnologia para elevar e incentivar a produção cacaueira no município. Esta semana, a Secretaria de Produção Rural (Sempror) iniciou a aplicação da técnica de enxertia clonal de cacau, que garante plantas altamente produtivas e mais resistentes às pragas e doenças.

As técnicas de manuseio da planta e os procedimentos são executados em forma de treinamento aos agricultores. “A enxertia consiste em ter um porta-enxerto, que é uma variedade que confere resistência à planta e o enxerto, que é uma variedade que traz alta produtividade. Sem a enxertia, o cacau leva em média cinco anos para produzir, mas com esse processo conseguimos diminuir o ciclo dele para dois a três anos, que começa ter uma produção comercial”, explica a engenheira agrônoma Clara Bazzo.

O agricultor Álvaro de Brito, o Baiano, foi o primeiro a ser beneficiado com a introdução da técnica em sua propriedade. Ele já possui quase dois hectares de cacau adulto plantado e em fase produtiva, que anualmente rende até uma tonelada da amêndoa. Recentemente, ampliou o plantio com três mil mudas fornecidas pelo Centro Tecnológico de Agricultura Familiar (Cetaf).

Agora, Baiano recebe a técnica que diminui pela metade o tempo de desenvolvimento da planta e produção do fruto. “Para nós, um apoio como esse, com assistência técnica, estímulo à irrigação, adubação, é fundamental. Estamos ampliando nossa cultura do cacau consignado ao açaí, e com assistência da Sempror estamos vendo um futuro muito promissor, ainda mais porque a enxertia vai nos proporcionar árvores saudáveis, resistentes e produtivas”, pontua o agricultor.

Baiano acredita nos benefícios de investir na cultura cacaueira. “Ter cacau em uma terra é como criar gado, tem suas dificuldades. Mas, se eu estivesse criando gado, eu não teria a lucratividade que eu tenho com os pés de cacau porque ocupa um espaço menor, estou colaborando com a natureza, a rentabilidade é muito melhor e com menos riscos”, enumera.

Na propriedade, a fruta é aproveitada para produzir mel, polpa e as nibs – amêndoas de cacau fermentadas, secas, torradas e trituradas – usadas como matéria-prima para produção do chocolate, achocolatado, mix de frutas, licor e a manteiga de cacau.

Pará lidera ranking da produção da amêndoa

O Pará alcançou o título de maior produtividade de cacau do mundo e hoje produz cinco vezes mais do que a Bahia, que durante muitos anos liderou o ranking da produção cacaueira. Neste ano, a previsão do Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) é que o solo paraense produza 145 mil toneladas de amêndoas em 146.928 hectares de área cultivada.

Em 2019, o Pará produziu 133.489 toneladas de amêndoas, o que rendeu mais de R$ 1,2 bilhão ao Estado. Isso significa dizer que cada agricultor paraense colheu cerca de 920 quilos por hectare plantado. Em todo o Estado, a cadeia produtiva gera quase 61 mil empregos diretos e cerca de 244 mil, indiretos, segundo a Ceplac.

Em Parauapebas, há aproximadamente 40 hectares de cacau em desenvolvimento, que recebem monitoramento e incentivos da Sempror. Inicialmente, seis famílias estão trabalhando com a produção cacaueira no município, mas a previsão é que mais agricultores sejam inseridos no circuito, em novos projetos de fruticultura.

O aumento da produtividade vai gerar renda e emprego, além de atrair mais indústrias para o município. “Temos buscado estimular o produtor rural a aderir à cultura, e em breve lançar Parauapebas na rota cacaueira do Estado. A meta da Sempror é implantar, até o final de 2021, 100 hectares de cacau. Por isso, estamos investindo em tecnologias que agregam valor, qualidade e mais produtividade”, explica o secretário de Produção Rural, Elson Cardoso.

 

Texto: Erika Sarmanho

A Secretaria Municipal de Produção Rural realizou na manhã desta quarta-feira (19) a Conferência do Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDS). O evento foi realizado no Centro Universitário de Parauapebas (Ceup) e teve como objetivo reativar oficialmente o Conselho, que está paralisado desde 2012.

A proposta de reativar o Conselho partiu do governo municipal, que através da Sempror tem intuito de ampliar o debate sobre as políticas agrícolas e regulamentação das mesmas por Lei.

Na visão do Secretário Eurival Martins, estes passos são fundamentais para efetivação dos programas agrícolas do município. As Entidades do Campo se organizam para participar do evento, pois são elas as principais protagonistas da Conferência, garantindo assim a participação popular.

“A gente vem construindo ferramentas e espaços democráticos para debater sobre as necessidades do homem do campo e, como governo, poderemos mitigar estas necessidades, de uma forma participativa, juntamente com trabalhadores”, disse o secretário.

Evaldo Fideles, membro da sociedade civil organizada estava na conferência e disse que é a partir do conselho que partirão as discursões, fiscalização e acompanhamento das políticas públicas no campo. “A participação da sociedade civil organizada é de súmula importância para que o poder público tenha transparência na hora de executar as atividades no campo. O Conselho ele irá fomentar e fortalecer a sociedade civil organizada e dar mais transparências ao dos trabalhos do poder público”, disse Evaldo.

Eurival Martins, Secretário de Produção Rural

Evaldo Fideles, membro da sociedade civil organizada.

Sul e Sudeste do Pará

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