A etapa de abertura da Fórmula 1 em 2021 no Bahrein fez crescer as expectativas diante de uma potencial melhora da Ferrari, que ocupou o sexto e oitavo lugares com Charles Leclerc e Carlos Sainz. Leclerc vê a paciência como a chave para deixar os problemas de 2020 para trás, mas ainda se mantém cauteloso considerando que ainda restam 22 corridas no calendário.

- É preciso ter paciência. Esse é um dom que desenvolvi ao longo do caminho, mas que na verdade eu não tinha, anos atrás. Quando você tem essa deficiência técnica e sabe que as coisas demoram na Fórmula 1, precisa estar o mais calmo possível durante essa fase, até porque, ficar com raiva e impaciente não é construtivo. Acho que amadureci nesse ponto de vista - disse o monegasco.

A equipe italiana dedicou-se em melhorar a falta de potência do motor e colheu frutos já na pré-temporada, em meados de março, quando obteve um terceiro lugar como melhor resultado com Carlos Sainz, recém-chegado no time.

No GP do Bahrein, a escuderia andou entre os primeiros colocados ao longo do fim de semana, que concluiu com um sexto e oitavo lugares, respectivamente, de Leclerc e Sainz.

Tudo isso, no entanto, ainda não conseguiu afastar os fantasmas de 2020, a pior temporada da Ferrari nos últimos 40 anos, quando Leclerc e Sebastian Vettel, hoje na Aston Martin, tiveram que lidar com um motor limitado e um carro difícil de domar, além da rivalidade acirrada da dupla.

- Acho que foi feito um trabalho muito bom, mas é preciso manter os pés no chão. Estamos convencidos de que não nos poupamos, mas na Fórmula 1, devemos ter sempre muito cuidado porque tudo é relativo. Só veremos o quão bom foi nosso trabalho no confronto com os adversários - alertou Leclerc.

O monegasco garante que o clima "estranho" do último ano já foi superado pela equipe, que com 12 pontos, é a quarta colocada no Mundial de Construtores atrás da McLaren, da vice-líder RBR e da líder Mercedes.

 

Fonte: Por Redação ge — Rio de Janeiro

 

 
 
 

O Inter está no mercado em busca de peças para tornar viável o modelo de jogo do novo técnico Miguel Ángel Ramírez. O treinador diagnosticou como principal carência do grupo colorado a falta de ponteiros e quer, ainda, a contratação de um zagueiro técnico e de um primeiro volante com alta qualidade no passe.

 

Como as equipes de Ramírez costumam ter uma alta posse de bola, o passe é uma virtude importante para todos os atletas. Na defesa, o treinador gosta de contar com zagueiros técnicos. Além disso, a lesão grave de Rodrigo Moledo criou uma carência numérica no setor. Diante disso, um novo defensor será buscado.

No modelo de Ramírez, o camisa 5 é uma espécie de "cérebro" do meio-campo, vital para a armação das jogadas. Para isso, é necessário que o primeiro volante tenha uma boa qualidade, tanto no passe curto como no passe longo. Na avaliação do treinador, não há jogadores com esta característica no grupo.

Atual titular, o volante Rodrigo Dourado tem um bom passe curto, mas não tem como virtude o passe longo. O meio-campista deve receber uma chance, mas, caso não se adapte ao esquema, não está descartado que o camisa 13 seja experimentado como zagueiro.

Contudo, a principal carência é a falta de ponteiros. Como o grupo de 2020 foi montado quando o técnico era Eduardo Coudet, que não utilizava atacantes pelo lado, um dos problemas é a escassez de atletas com esta característica. Os únicos são o garoto Caio Vidal, que foi buscado na base por Abel Braga, e Guilherme Pato, que voltou de empréstimo da Ponte Preta. 

O reforço mais próximo é justamente um ponta direita. O atacante chileno Carlos Palacios, 20 anos, do Unión Española-CHI, depende de poucos detalhes para ser anunciado. Um outro jogador para o lado esquerdo ainda será buscado.

 

Confirma os quatro reforços que são prioridade no Inter: 

 

Zagueiro técnico:


Ramírez quer um zagueiro com boa qualidade no passe, algo vital para o seu esquema em que a posse de bola costuma ser alta. 

 

Camisa 5:


No esquema do espanhol, o primeiro volante precisa ser bom no passe curto e no passe longo, pois é um jogador vital para organizar as jogadas e armar o jogo. 

 

Ponta-direita e ponta-esquerda:


Adepto do 4-3-3, Ramírez joga com atacantes abertos pelas extremidades do campo. No grupo colorado, há uma carência de atletas que atuam nesta função.

 

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br

Antes de contar a história toda, é preciso responder à pergunta que está no título: é provável, mas não podemos cravar. Afinal, a Fifa não sabe. A Conmebol também não sabe. E a CBF não sabe.

O novo Mundial de Clubes não tem data definida para ser realizado pela primeira vez. E, justamente por isso, não tem critérios de classificação definidos. Portanto, é impossível assegurar a presença do Palmeiras (ou do Flamengo, campeão da Libertadores de 2019) em sua primeira edição.

Em março de 2019, a Fifa anunciou a criação de seu novo Mundial de Clubes, a ser disputado a cada quatro anos por 24 times.

A primeira edição seria em junho de 2021, e o novo torneio substituiria outros dois no calendário, que eram considerados fracassos de crítica, público e qualidade técnica: a Copa das Confederações e o velho (atual, na verdade) Mundial de Clubes, este do qual o Palmeiras foi eliminado pelo Tigres.

A ideia da Fifa era organizar o primeiro Novo Mundial de Clubes em junho de 2021, na China. A pandemia do coronavírus destruiu todos os planos.

Primeiro, a Copa América e a Euro, que seriam disputadas em junho/julho de 2020, foram adiadas por um ano. A Fifa cedeu a janela no calendário de 2021 para que as confederações sul-americana e europeia organizassem seus torneios de seleções. Assim, o Novo Mundial de Clubes ficou sem espaço.

Sem lugar em 2021, o Mundial poderia ser empurrado para 2022, mas é difícil que a Fifa tope organizar um Mundial de Clubes no mesmo ano de uma Copa do Mundo. O calendário vai continuar apertado: haverá pouco espaço para jogos entre seleções, a ponto de o sorteio dos grupos da Copa ter que ser realizado antes do fim das repescagens. Além disso, a ECA (Associação dos Clubes Europeus, na sigla em inglês) certamente vai reclamar do excesso de jogos.

O presidente da Fifa já admitiu publicamente que o Novo Mundial de Clubes talvez fique para 2023. Essa indefinição torna muito difícil prever quais serão os critérios de classificação que as confederações continentais vão escolher para definir seus representantes.

Pelo desenho atual do torneio, a Conmebol tem direito a seis vagas. Quem deve ir? Há infinitas combinações possíveis:

  • os quatro campeões mais recentes da Libertadores (2022, 2021, 2020 e 2019), além dos dois campeões mais recentes da Sul-Americana (2022 e 2021)?
  • E se houver campeões repetidos?
  • E se um time ganhar os dois torneios nesse período, quem herdaria as vagas? Os vices?
  • O ranking da Conmebol vai servir para algo?

Não há respostas.

No final de 2019, a Conmebol chegou a trabalhar na ideia de elaborar um campeonato específico que daria duas vagas ao Novo Mundial de Clubes da Fifa. O plano da confederação era enviar diretamente os dois campeões mais recentes da Libertadores e da Sul-Americana (que na época seriam os de 2020 e 2019) e reservar as duas vagas restantes para este novo torneio, que seria disputado por todos os campeões da história da Libertadores, obviamente excluídos os que já tivessem a vaga direta.

A ideia de uma Supercopa dos Campeões da Libertadores gerou reação imediata da CBF e da AFA, porque ocuparia ainda mais o calendário dos clubes. Os critérios de classificação para o Novo Mundial de Clubes da Fifa seriam discutidos para valer nas reuniões do Conselho da Fifa que seriam realizadas em março de 2020 no Paraguai.

A explosão da pandemia, assim como adiou a Euro e a Copa América, adiou para valer essa discussão. Não há como debater os critérios de classificação para um torneio que ainda não tem nem data marcada.

Dentro de toda essa indefinição, ainda existe uma disputa entre Fifa (que organiza o torneio) e Conmebol (que indica seus representantes): a entidade continental quer que a Copa Sul-Americana seja um caminho até o Novo Mundial de Clubes; enquanto a entidade com sede em Zurique prefere que todos os representantes da América do Sul venham da Copa Libertadores, que é o principal torneio, o que reúne mais qualidade técnica e apelo comercial.

ge ouviu fontes de todas as entidades, pessoas que falaram em condição de anonimato porque não há posição oficial a ser divulgada, e ainda há muitos nós a serem desatados até se possa confirmar (ou descartar) a presença do Palmeiras (ou do Flamengo) no Novo Mundial de Fifa.

Existe, por parte dos dirigentes envolvidos, a vontade de que Palmeiras e Flamengo estejam na primeira edição do torneio. Mas só será possível ter essa certeza quando o torneio tiver uma data, e quando Conmebol e Fifa se acertarem sobre os critérios de classificação.

No Palmeiras, o assunto gera uma expectativa natural, mas ainda é tratado com muita cautela. O cenário de indefinição de diversos lados faz o clube aguardar definições sobre a realização do torneio.

Para a edição de 2021 do Mundial de Clubes da Fifa, o formato atual da competição será repetido, com apenas um representante sul-americano, o campeão da Libertadores, e o torneio será disputado no Japão, em dezembro.

 

Fonte: Por Felipe Zito e Martín Fernandez — São Paulo e Rio de Janeiro

Em 2018, Tatiana Weston-Webb decidiu dar um grande passo na carreira. Nascida em Porto Alegre-RS, mas criada no Havaí, a gaúcha resolveu passar a competir pelo Brasil, tornando-se, ao lado de Silvana Lima, as principais referências do surfe feminino no país. As duas, aliás, serão as representantes do país nas Olimpíadas de Tóquio no ano que vem. Até lá, com a não-permanência da cearense na elite, no entanto, Tatiana tem a responsabilidade de ser a única brasileira no Circuito Mundial 2020/21, que começa nesta sexta-feira com a disputa do Maui Pro, no Havaí.

Entre alguns treinos com o noivo - o surfista brasileiro Jessé Mendes - e a preparação para a temporada, Weston-Webb conversou com o ge sobre suas expectativas para o Tour, revelando estar motivada para levar o Brasil ao inédito título. Na entrevista, ela ainda falou sobre a frustração com o adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio e também fez um apelo para que os patrocinadores não abandonem o surfe feminino.

- Não sei se a palavra seria responsabilidade, mas sim é uma motivação maior. Quero muito que o surfe feminino cresça e acredito que eu e a Silvana possamos fazer a diferença. Quem sabe com o titulo mundial e com medalha nas Olimpíadas isso não ajude? Prometo que darei o meu máximo para tentar conseguir.

Aos 24 anos, a gaúcha está na elite desde 2015, tendo dois quarto lugares (2016 e 2018) como melhores colocações no Circuito Mundial. Sua única vitória na CT foi na etapa de Huntington Beach, na Califórnia, em 2016. Confira a entrevista:

GE: Qual a sua expectativa para a temporada que está começando? Está otimista em brigar pelo título?

Tatiana Weston-Webb: A expectativa é grande. Essa semana já começa o campeonato e não vejo a hora de colocar a lycra de competição novamente. Sobre brigar pelo titulo, acho que esse sempre é o objetivo, né? Espero começar bem a temporada e ir pensando campeonato a campeonato.

Nesse momento você é a única brasileira no Circuito Mundial. O que representa isso para você?

Fico triste, porque queria que a Silvana estivesse competindo comigo aqui. Mas sei que ela teve um começo de ano difícil (em 2019) depois da cirurgia e não teve tempo de recuperar os pontos perdidos. Mas pode ter certeza que darei o máximo para representar o Brasil que eu amo e nas Olimpíadas estarei com a Silvana novamente representando juntas a bandeira verde e amarela.

O Brasil tem quatro títulos mundiais no masculino e nenhum no feminino. Você encara isso como uma responsabilidade a mais ou isso é algo que te motiva a conseguir um feito inédito?

Não sei se a palavra seria responsabilidade, mas sim é uma motivação maior. Quero muito que o surfe feminino cresça e acredito que eu e a Silvana possamos fazer a diferença. Quem sabe com o titulo mundial e com medalha nas Olimpíadas isso não ajude? Prometo que darei o meu máximo para tentar conseguir.

Como foram estes meses sem competição? Conseguiu treinar em alto nível?

Foram meses bem longos. Teve quarentena, contusão, treinamento, mas no fundo consegui sim. Treinei bem forte no mar com o meu técnico e o físico com o time do COB e me sinto muito bem. Estou bem forte.

Como você lidou com o adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio? Mexeu muito com a sua cabeça?

Foi triste.... Cheguei a pensar que não teria mais, somente em 2024. Ai quando escutei que poderia ser em 2021, fiquei muito feliz novamente e mais uma vez motivada. Acho que esse primeiro semestre será de muitas emoções, porque terei campeonatos, porém ao mesmo tempo terei que pensar em algum momento nas Olimpíadas também. Mas estou com todo o meu time focado, pensando no meu melhor. Queria agradecer também a todos os meus patrocinadores, que me apoiaram nesse ano tão difícil. Prometo que darei meu máximo para dar um grande retorno a eles em 2021.

Quais são as suas adversárias mais fortes nessa temporada que está começando?

Olha... acredito que todas que estarão competindo têm chances de ganhar. Faz um ano que não competimos uma contra as outras, então não sei como realmente cada uma vai estar, mas espero que eu esteja entre as melhores.

Dentre os ídolos do esporte brasileiro, há alguém que você se inspire? Por quê?

Poxa, eu sempre gostei do mar, né? Minha mãe foi bodyboarder e competia, então vou falar dela e da Glenda (Kozlowski), claro. Também não tem como não falar dos meninos que estão competindo e são campeões do mundo como o Gabriel (Medina), Adriano (de Souza) e Ítalo (Ferreira) e do que vai ser campeão logo, o Filipe (Toledo). Fora do surfe, temos um dos maiores inspiradores: o Senna. E não posso esquecer do Guga, né? Afinal ele surfa muito bem. De mulheres poderia falar de muitas, mas vou citar aqui a Marta e a Maurren Maggi porque sei da importância delas para o esporte brasileiro.

O que falta para o Brasil se tornar uma potência no surfe feminino?

Poxa, temos grandes praias, as surfistas jovens estão aparecendo, acredito que estamos indo no caminho certo. A pandemia com certeza atrapalhou e muito, porque várias empresas cortaram os investimentos de marketing com os atletas e com eventos, e isso afeta tudo. Mas gostaria muito de pedir para eles voltarem, porque o surfe é um esporte maravilhoso, saudável, que exige muito da preparação das atletas e, sem o patrocínio das marcas, as atletas podem acabar desistindo.

Primeira fase da disputa do Maui Pro:

1.a: Lakey Peterson (EUA), Nikki Van Dijk (AUS), Keely Andrew (AUS)

2.a: Caroline Marks (EUA), Isabella Nichols (AUS), Tyler Wright (AUS)

3.a: Carissa Moore (HAV), Bronte Macaulay (AUS), Bettylou Sakura Johnson (HAV)

4.a: Stephanie Gilmore (AUS), Malia Manuel (HAV), Macy Callaghan (AUS)

5.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Johanne Defay (FRA), Brisa Hennessy (CRI)

6.a: Tatiana Weston-Webb (BRA), Courtney Conlogue (EUA), Sage Erickson (EUA)

 

Fonte: Por Flávio Dilascio — Rio de Janeiro

 

A Haas anunciou na manhã desta segunda-feira que Pietro Fittipaldi, piloto reserva da equipe americana, será o substituto de Romain Grosjean na próxima etapa do ano, o GP de Sakhir. O piloto francês não terá condições de pilotar em função dos ferimentos em ambas as mãos, sustentados no incêndio assustador provocado pela batida do seu carro contra a barreira de proteção na primeira volta do GP do Barein, no último domingo.

Pietro é neto do bicampeão Emerson Fittipaldi, atua como piloto reserva do time americano há duas temporadas e será o 32º brasileiro a disputar um Grande Prêmio de Fórmula 1. O último piloto a representar o Brasil na categoria foi Felipe Massa, que se aposentou ao final da temporada de 2017.

O chefe da equipe, Gunther Steiner, explicou que uma vez que ficou decidido que Grosjean não poderia correr a etapa de Sakhir, escolher Fittipaldi para função foi uma tarefa fácil, já que considera o piloto pronto para o desafio.

- Depois que foi decidido que a melhor coisa para Romain era perder pelo menos uma corrida, a escolha de colocar Pietro no carro foi bem fácil. Pietro está familiarizado com o carro pelo fato de estar com a equipe nas últimas duas temporadas como piloto reserva e de testes. É a coisa certa a fazer e é obviamente uma boa oportunidade para ele, que tem sido paciente e sempre esteve preparado. Agora ela chegou. É por isso que o queremos no carro e tenho certeza que ele fará um bom trabalho. É muito complicado ser chamado no último minuto, mas como eu disse, acho que é a coisa certa a fazer pelo time - afirma Steiner.

Fittipaldi acompanhou a Haas na maioria das corridas de 2020 atuando como piloto de testes e tem em seu currículo o título da Fórmula V8 Series, além de ter disputado etapas da Fórmula Indy em 2019. O brasileiro já testou os dois últimos carros da Haas na F1 em sessões de treinos livres e de pré-temporada.

A temporada 2019 foi a que Pietro mais teve contato com o carro da Haas. Apenas no circuito de Abu Dhabi, nas sessões de testes de jovens piloto após ao fim do campeonato, o brasileiro completou 135 voltas, o equivalente a dois GPs e meio. Além disso, o piloto já andou mais de dois mil quilômetros com um carro de F1, totalizando 422 voltas em três circuitos distintos: Yas Marina, Sakhir e Barcelona.

- O mais importante de tudo é que Romain está seguro e bem. Estamos todos felizes que os ferimentos tenham sido leves após um acidente assustador. Claro que não é circunstância ideal para estrear na F1, mas sou extremamente grato ao Gene Haas e Gunther Steiner por me colocarem no carro neste fim de semana. Tenho acompanhado o time durante muito tempo nessa temporada, tanto nas pistas do calendário quanto no simulador, então estou familiarizado com a forma que o time opera durante um Grande Prêmio. Será incrível poder largar pela primeira vez na F1. Darei meu máximo e já estou ansioso para o primeiro treino livre na próxima sexta-feira - afirma o brasileiro.

 

Fonte: Por Redação ge — Sakhir, Barein

 

O histórico geral entre Vasco e Botafogo dá vantagem para o Cruz-Maltino. Quando o assunto entre os rivais é confrontos mata-matas, contudo, a história é vantajosa para o Alvinegro. O clube de General Severiano, que eliminou a equipe de São Januário na Copa do Brasil nesta quarta-feira, tem um histórico melhor.

No que diz respeito a confrontos eliminatórios – seja em jogos de ida ou volta -, Botafogo e Vasco se enfrentaram 18 vezes. O Alvinegro venceu oito vezes, empatou três e teve sete derrotas. Vale ressaltar que a reportagem do LANCE! contou, literalmente, jogos mata-matas – ou seja, confrontos de quadrangulares não entraram por se tratarem, teoricamente, de disputas em pontos corridos.

No que diz respeito aos números de confrontos, o Botafogo superou o Vasco em 13 confrontos mata-matas. O Vasco, por sua vez, tem cinco triunfos nestes moldes sobre o clube de General Severiano. O Alvinegro tem um aproveitamento de 72,2%.

Foi a primeira vez que os rivais se enfrentam nestes moldes em uma competição que não fosse o Campeonato Carioca. Na Copa do Brasil, a história foi feliz ao clube de General Severiano, classificado às oitavas de final com uma vitória por 1 a 0 no jogo de ida e o empate sem gols nesta quarta-feira.
 
O Alvinegro, inclusive, conquistou um título estadual em cima do Cruz-Maltino recentemente. Em 2018, com Joel Carli e Gatito Fernández sendo heróis, a equipe, então comandada por Alberto Valentim, levantou a taça. Vale ressaltar, contudo, que houve dois vice-campeonatos para o Vasco em 2015 e 2016.

A comemoração dos jogadores em São Januário representou um alívio pela classificação e também mais uma adição ao Botafogo na vantagem nestes confrontos mata-matas com o Vasco.

 

Fonte: Terra

Como analisar um time que vai a campo com 11 desfalques - sete deles contaminados por uma doença pandêmica - em meio a uma situação caótica que, horas antes do jogo, não tinha claro se haveria ou não partida?

O Flamengo fez o que tinha que fazer: ganhou do lanterna do grupo, se recuperou na Libertadores e volta para casa com danos minimizados após sofrer uma goleada dolorosa do Independiente del Valle.

No fim das contas, o jogo contra o Barcelona era para isso mesmo. Seria difícil cobrar um desempenho encantador em condições atípicas. Mas a partida também serviu para ilustrar algumas questões que se repetem com a equipe rubro-negra.

Início animador

Muito criticado pela estratégia contra o Del Valle, Domènec Torrent voltou ao 4-2-3-1, até agora o esquema em que o Flamengo mais rendeu sob seu comando. Gerson, sempre coringa, virou ponta-esquerda, com Arrascaeta centralizado e Everton Ribeiro na direita.

A rearrumação foi suficiente para o time ter ótimo início de jogo. A saída de bola com Arão foi sempre limpa, Pedro se movimentava e dava opções, e Gerson fazia uma de suas melhores partidas recentes. Foi do Vapo a jogada e o passe para o gol de Pedro, partindo da esquerda e achando o centroavante livre na área.

O segundo gol veio em nova jogada rápida de ataque. Em poucos toques, Pedro fez o pivô, acionou Everton Ribeiro, e o camisa 7 achou Arrascaeta livre na área. Em que pese o bom futebol do Flamengo, também é preciso ressaltar a extrema fragilidade defensiva do Barcelona.

E, então, os problemas voltaram a acontecer. Já no fim do primeiro tempo, o Barcelona equilibrou o jogo e passou a ameaçar mais a área do Flamengo. A segunda etapa começou da mesma maneira, com um gol de Martínez numa falha até difícil de explicar da zaga, que se partiu ao meio num lançamento longo.

O segundo tempo foi um roteiro que se resume em uma defesa rubro-negra extremamente exposta e um ataque que, apesar dos generosos espaços pelo Barcelona, parecia não saber o que fazer. O time caiu muito de nível fisicamente, e isso ficou perceptível.

Problemas recorrentes

Os problemas apresentados foram os mesmos dos últimos jogos. Dois deles se destacam:

O primeiro problema foi abordado por Dome em entrevista coletiva. Ele voltou a pedir tempo para desenvolver seu estilo e afirmou que treinou com o elenco completo por apenas 10 dias. Por outro lado, concordou que o time precisa manter seu ritmo de performance, mas ressaltou que isso acontecerá conforme o trabalho avançar.

A grande questão é que é muito improvável que o técnico encontre mais tempo para treinar do que o que dispõe no momento, em meio a uma maratona de partidas. A rotina de viagens e trabalhos de regeneração será uma constante. Ele precisará encontrar uma maneira se adaptar a isso, por mais que seja compreensível sua frustração pelo pequeno número de treinos.

A transição defensiva é algo pontual, mas talvez até mais urgente para ser consertado. Se a linha de quatro defensores, em si, não está totalmente encaixada, isso se potencializa quando ela não recebe ajuda.

Por muitas vezes contra o Barcelona, os jogadores de ataque demoravam para recompor, e isso deixava a defesa completamente exposta. No futebol atual, a proteção começa na frente: se a pressão não é bem feita ou se não há auxílio na marcação, tudo estoura atrás.

Este é um problema que aconteceu também contra o Independiente del Valle, com efeitos mais devastadores, e em outros duelos, até mesmo em vitórias do Flamengo, e tem raízes que ultrapassam a parte tática. É o principal ponto fraco do time no momento.

O Flamengo volta ao Rio de Janeiro nesta quarta-feira e terá apenas alguns dias para trabalhar até voltar a campo contra o Palmeiras, no domingo - isso se o jogo não for adiado.

Esta falta de tempo será cada vez mais comum, e caberá a Dome lidar com ela e encontrar maneiras de driblá-la. E também caberá à diretoria e à torcida terem paciência para uma construção de equipe mais lenta do que talvez se imaginasse no início.

 

Fonte: Por Felipe Schmidt — Rio de Janeiro

Que o Fluminense era “azarão” contra o Flamengo na disputa pelo título Carioca, todos sabiam. Mas as boas atuações na final da Taça Rio e, principalmente, no jogo de ida da decisão encheram a torcida de orgulho e deram esperança de que uma até então improvável conquista podia ser alcançada. Expectativa quebrada na noite desta quarta-feira, no Maracanã, com uma exibição abaixo das anteriores, na derrota por 1 a 0 que resultou no vice estadual.

Ao analisar o desempenho da equipe comandada por Odair Hellmann neste último jogo, é preciso ressaltar também que o Flamengo apresentou mais do que vinha apresentando. Se nos dois primeiros jogos, o time de Jorge Jesus nem de longe lembrava a equipe de 2019, neste terceiro jogo, o Rubro-Negro conseguiu controlar a posse (teve quase o dobro - 65% a 35%) e, com marcação alta e intensidade, dificultou a construção ofensiva tricolor.

Mesmo diante de maior dificuldade, o Fluminense ainda teve lampejos no 1º tempo. Se o Rubro-Negro teve mais volume na criação, o Tricolor teve oportunidades mais claras nas raras vezes que subiu ao ataque: duas, ambas desperdiçadas em chutes ruins de esquerda de Marcos Paulo, em boas jogadas de Nenê e Evanilson. Lances, porém, isolados.

Em nada o time lembrava aquele que neutralizou o Flamengo no primeiro jogo com uma marcação compactada e linhas baixas ou o que encurralou o rival em boa parte segunda etapa da partida do domingo passado, com intensidade no meio de campo e marcação sob pressão.

Ao fim do 1º tempo, a impressão que passava é que o Flu, ciente do desgaste físico da sequência de jogos após o pouco período de treinamentos (voltou aos treinos um mês após o Fla), evitou “correr demais” nos primeiros 45 minutos para não “faltar perna” após o intervalo. Se a estratégia foi essa, também não adiantou.

Na 2ª etapa, como o próprio Odair admitiu, a “perna pesou”, o time caiu de rendimento e o Fluminense sequer levou perigo a um Flamengo que, mais inteiro, cozinhava o jogo à espera do apito final.

Para complicar, nenhuma das alterações do técnico tricolor surtiu efeito. Aos 16 minutos, Odair colocou Michel Araújo no lugar de Gilberto, que sentiu, deslocando Hudson para a direita, e Fernando Pacheco na vaga de Marcos Paulo. Os estrangeiros eram opções pertinentes, apesar de não terem conseguido corresponder.

As três mexidas seguintes é que chamaram a atenção e provocaram críticas dos torcedores. Aos 27, o treinador lançou Ganso e Caio Paulista nos lugares de Yago e Evanilson. O momento da partida não sugeria pedir a entrada do camisa 10, cujo estilo cadenciado e experiência seriam mais úteis para segurar um resultado, enquanto o setor ofensivo perdeu qualidade com a saída do camisa 99.

E aos 39, a última cartada de Odair foi colocar Felippe Cardoso, que, além de ainda não ter ido bem quando foi acionado na temporada, sequer havia sido relacionado desde a volta do Carioca, no lugar de Dodi, um dos destaques do time no jogo. Não que o treinador tivesse fartura de opções no banco, - ainda mais diante de um rival cujo elenco é bem mais recheado -, mas com cinco substituições possíveis, poderia ter utilizado Miguel que, apesar de muito jovem, tem personalidade esse tipo de jogo.

Apesar do gostinho ruim no torcedor com a última exibição e o vice-campeonato, o Fluminense sai maior do que entrou nesta sequência de Fla-Flus, mesmo que ainda não tenha vencido desde o retorno do futebol. Fazer três jogos equilibrados contra uma equipe com estilo de jogo consolidado desde 2019 e com um mês de treinos a mais mostra que o time tricolor pode conseguir ser mais competitivo que muitos imaginavam no Brasileirão. O desafio é transformar esta competitividade em resultado, o que acabou não acontecendo na trinca de clássicos.

 

Fonte: Por Felipe Siqueira — Rio de Janeiro

 

 




 

 

 

Menos de uma semana depois de completar 33 anos e 862 jogos depois, Lionel Messi tornou-se o segundo jogador em atividade a alcançar os 700 gols oficiais. Não é tão difícil adivinhar o outro autor de tal façanha que continua em campo: Cristiano Ronaldo.

O português atingiu a incrível marca das sete centenas de bolas na rede em outubro do ano passado, na derrota por 2 a 1 de Portugal para a Ucrânia. Tinha 34 anos. E 976 partidas disputadas. Ou seja: Messi precisou de 114 jogos a menos para marcar a mesma quantidade de gols.

Confira a comparação entre ambos quando chegaram aos 700 gols:

 

Messi

  • 33 anos e seis dias
  • 862 jogos
  • 700 gols
  • 0,81 gol por jogo de média

Cristiano Ronaldo

  • 34 anos, oito meses e nove dias
  • 976 jogos
  • 700 gols
  • 0,71 gol por jogo de média

 

No momento, Cristiano Ronaldo tem 728 gols em 1007 partidas oficiais na sua carreira. A projeção indica que ainda vai levar muito tempo para Messi alcançar o português em seus números gerais, caso ambos continuem com as respectivas médias. Seriam necessárias cerca de 280 partidas.

Cristiano atingiu os 700 com mais gols pela seleção: 95 (agora são 99). Messi tem 70 gols pela Argentina e 630 no Barcelona.

Confira mais algumas curiosidades e comparações dos dois jogadores. Os números considerados de Cristiano são sempre os obtidos pelo atacante da Juventus até os seus 700 gols:

 

Gols de bola parada

  • Cristiano Ronaldo: 167 (54 de falta e 113 de pênalti)
  • Messi: 142 (52 de falta e 90 de pênalti)

Em que campo?

  • Messi
    Visitante: 271
    Neutro: 32
    Mandante: 397
  • Cristiano Ronaldo
    Visitante: 279
    Neutro: 39
    Mandante: 382

O Porto venceu o Paços de Ferreira por 1 a 0 nesta segunda-feira, fora de casa, e abriu seis pontos de vantagem na liderança do Campeonato Português, beneficiado pela derrota do Benfica para o Marítimo.

Faltando cinco rodadas para o fim, o Porto tem 70 pontos, contra 64 do Benfica. Como tem a vantagem no confronto direto, primeiro critério de desempate, o Porto garantirá o título se vencer mais três jogos.

O gol da vitória foi marcado logo aos sete minutos de partida. O goleiro Ricardo Ribeiro cortou mal o escanteio da direita, e a bola sobrou para o chute do zagueiro congolês Chancel Mbemba. O Porto está invicto há quatro partidas.

Após a partida, o técnico do Porto, Sérgio Conceição, admitiu que o time não teve boa atuação mas comemorou os três pontos.

- Não estou extremamente feliz hoje. Queria jogar melhor. Mas não é fácil, porque encontramos, cada vez mais, equipes bem organizadas. A nossa vontade é ganhar e fazer bons espetáculos. Por vezes não dá, vale a entrega e a luta. Tivemos uma determinação muito grande, num jogo difícil perante um bom adversário. É o quarto jogo sem sofrer gols e isso é importante - afirmou Conceição.

 

Fonte: Por GloboEsporte.com — Paços de Ferreira, Portugal 

 

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Sul e Sudeste do Pará

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08 Outubro 2016
MARCHA PARA JESUS: Milhares de jovens nas ruas de Parauapebas
08 Outubro 2016
Corrupção é um problema de todos, você também pode combater!
06 Outubro 2016
Joelma agradece pela presença e participação em seu show na FAP 2016
12 Setembro 2016
Jake Trevisan agradecendo toda população de Parauapebas no Carajás O Jornal
06 Setembro 2016
Cantor Açaí no evento da Imprensa na FAP a pedido de Marola Show, canta para a Rainha, primeira e segunda princesa da FAP 2016.
01 Setembro 2016