Mais de 160.318 mil doses foram aplicadas nos moradores de Parauapebas, imunizando assim os mesmos contra a Covid-19, neste sábado, 11, das 09h às 17h, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizará mais um mutirão para aplicar a segunda dose do imunizante na população em geral que esteja com a segunda dose atrasada até o dia 12 de setembro e todos aqueles que perderam a segunda dose.

Pontos de vacinação:

Quem for tomar a segunda dose da vacina na zona urbana deve procurar as escolas; Dorothy Stang, no bairro Cidade Jardim, ou Chico Mendes, no Cidade Nova. As Unidades Básicas de Saúde VS-10 e Tropical. Na zona rural serão feitas aplicação nas Unidades Básicas de Saúde; Palmares Sul, Palmares 2, Cedere, Paulo Fonteles e Vila Sanção.

 

Fonte: Redação 

A vacinação contra a covid-19 já alcança adolescentes. Na capital paulista, a partir dessa segunda-feira (6) serão imunizados jovens entre 12 e 14 anos. A escola pode exigir que estudantes apresentem atestado de vacinação?

Para o advogado Leonardo Navarro, Membro Efetivo da Comissão de Direito Médico e da Saúde da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) "é inevitável que a vacinação seja cada vez mais exigida em todos os ambientes da sociedade, embora não seja um assunto fácil."

Nessa idade, é responsabilidade dos pais ou responsáveis legais levar acompanhar os adolescentes para tomar vacina. "A vacina é indispensável, acredito que entre no calendário de vacinação anual assim como da gripe", avalia. "Temos de levar em consideração os danos causados para os jovens nesse período de aula online, tanto com relação ao aprendizado como o impacto emocional, importante que estejam na escola de forma segura."

Na opinião de Navarro, existe a questão das garantias individuais e muitos pais até podem levar em consideração a eficácia dos imunizantes quanto a contaminação da doença, mas caso a escola venha exigir que os estudantes apresentem comprovante de imunização, "provavelmente o judiciário tenderá pela escola, uma vez que já existe decisões a favor de empresas que orientam que seus funcionários se vacinem."

Uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) julgou que, apesar de a vacinação não ser obrigatória, ela poderá implicar em punições para aqueles que se recusarem a se imunizar. A decisão foi tomada no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 6586 e 6587) e de um Recurso Extraordinário com Agravo (ARE 1267879) que tratavam da vacinação contra a covid-19 e do direito de recusar a imunização em razão de convicções pessoais. Na prática, um trabalhador pode ser demitido por justa causa se não tomar a vacina.

 

Fonte: Karla Dunder, do R7

 

Parauapebas inicia nesta quarta-feira, 01, a imunização da 1 ª dose contra a Covid-19 em adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual), assim como disponibiliza a repescagem das gestantes e puérperas.

A vacinação ocorrerá na escola Chico Mendes, (entrada pela rua D), no bairro Cidade Nova, que funcionará nos seguintes dias e horários:

  • Quarta e sexta-feira (01 e 03 de setembro) – 9h às 14h;
  • Quinta-feira (02 de setembro) – Mutirão de vacinação – 16h às 21h;
  • Sábado (04 de setembro) – 9h às 17h.

Poderão se vacinar jovens com:

  • Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas;
  • Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo;
  • Indivíduos com baixa visão ou cegueira; (Considera-se baixa visão ou visão subnormal);
  • Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais.

Documentos necessários:

Para se imunizar é obrigatório que todos apresentem os originais e cópias de um documento de identificação com foto, como documento de identidade (RG) ou carteira nacional de habilitação (CNH), além do cartão do SUS, carteira de vacina e comprovante de residência.

As grávidas e puérperas, de acordo com a Nota Técnica 02/2021 - SECOVID/GAB/SECOVID/MS precisam apresentar a prescrição médica, no qual a paciente esteja autorizada a receber a dose do imunizante, assim como o cartão do pré-natal. As puérperas também precisam apresentar um documento que comprove o parto nos últimos 45 dias, como certidão de nascimento do bebê ou registro de alta hospitalar pós-parto.

Importante ressaltar que também estará disponível a aplicação da segunda dose da vacina para o público elegível. A Secretaria Municipal da Saúde, (Semsa), sinaliza que cerca de 14 mil munícipes estão com a segunda dose da vacina contra a Covid-19 atrasada. A pasta ressalta a importância de completar a imunização para prevenir formas graves da doença e controlar a pandemia.

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoriade Comunicação – Ascom/PMP

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou na quinta-feira, (19), na escola Chico Mendes mais um mutirão de imunização contra a covid-19, no qual pessoas com idade a partir de 18 anos receberam a primeira dose do imunizante,realizado na Escola Chico Mendes de 16h às 21h.

A meta deste mutirão foi alcançar o público economicamente ativo que possui conflitos de horários, no período da manhã, e a Semsa conseguiu atingir a meta de 5.503 doses aplicadas. A imunização iniciou normalmente de 9h às 14h, e às 16h deu início ao mutirão, com término às 21h.

“Uma iniciativa maravilhosa, dessa forma pessoas que não conseguiram se vacinar, assim como eu que estava trabalhando no período da tarde com saída para às 18h, teve a oportunidade receber a sua vacina. Eu estava fora da cidade quando chegou minha faixa etária, depois não consegui chegar do trabalho a tempo e hoje deu certo, o legal é que além dessa oportunidade da primeira dose, quem precisa tomar a segunda dose também pode vir”, comenta Ariela Souza, técnica em mineração.

“Vacinar as pessoas significa salvar suas vidas. Hoje chegamos ao nosso terceiro mutirão e o sentimento com certeza é de que demos mais um passo importante e muito significativo, afinal a vacina é a arma mais poderosa que temos contra Covid-19”, enfatizou Michele Ferreira, diretora de vigilância em saúde.

“Estou muito feliz com o resultado desta quinta-feira, mais uma etapa importante para o nosso plano de imunização em Parauapebas, eu só tenho a agradecer a essa equipe valorosa e empenhada em fazer o bem ao próximo, ao nosso prefeito Darci Lermen e ao secretário de Saúde, Gilberto Laranjeiras pelo empenho diário”, destacou Paulo Vilarinhos, secretário adjunto de saúde.

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoria de Comunicação/PMP

 

Após 39 dias do nascimento da filha, a cozinheira Brenda Keury Vieira, de 26 anos, finalmente teve o primeiro contato corpo a corpo com sua bebê. A pequena Luna Emanuelly veio ao mundo por meio de uma cesariana de emergência, realizada enquanto a mãe estava intubada, lutando contra a Covid-19 no Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém, no interior da Amazônia.

Brenda Keury Vieira, de 26 anos, encontra a filha pessoalmente pela primeira vez

O encontro inesquecível ocorreu no mês de julho após Luna receber alta hospitalar. Bastante emocionada, Brenda recebeu a bebê dos braços da avó. “Agora só quero agradecer a Deus porque é muita felicidade. É uma princesa da mamãe. Agora vou me recuperar e cuidar dessa menina”, declarou a mãe enquanto fazia carinho na filha pela primeira vez. A família, residente do Estado de Rondônia, estava na região à trabalho.

Alta da pequena Luna no Hospital Regional do Baixo Amazonas

A bebê de Brenda deixou o hospital homenageada com um corredor de palmas preparado pelos profissionais do HRBA, hospital público do Governo do Pará gerenciado pela entidade filantrópica Pró-Saúde. Devido as complicações da doença, Brenda só havia visto sua filha, até o momento, por videochamada, realizada graças ao projeto de humanização Visita Virtual, do HRBA.

Mãe em estado gravíssimo

Brenda foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI Covid-19) do HRBA em maio, transferida do município de Novo Progresso. A unidade é referência para atendimentos de alta complexidade em diversas especialidades, para uma população estimada em mais de 1,3 milhão de pessoas, residentes em 30 municípios do oeste do Pará, Baixo Amazonas e Xingu. Grávida de 7 meses, com obesidade, positiva para Covid-19 e com intensa dificuldade respiratória, precisou ser intubada pela equipe médica já no dia seguinte.

Em estado gravíssimo, no mês de junho, Brenda apresentou perda de líquido amniótico e, com 80% do pulmão comprometido e diversas outras complicações, as equipes de obstetrícia e neonatal decidiram interromper a gestação para garantir a segurança da criança e da mãe, com a realização de uma cesariana de emergência.

“Era um caso extremamente grave e, numa reunião entre as equipes médicas, optamos por interromper a gestação. Foi uma das decisões mais difíceis de tomar, pois elas corriam muitos riscos”, explicou a médica intensivista do HRBA, Lívia Corrêa e Castro. “A partir do momento que a Brenda soube que a bebê estava viva, teve ainda mais forças para lutar. É uma verdadeira história de superação”, complementou a profissional.

Luna nasceu prematura, pesando 1,3 kg e medindo 39 cm. A pequena precisou de ventilação mecânica, sendo imediatamente encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal), onde recebeu toda a assistência necessária. Todos os testes de Covid-19 realizados na bebê tiveram resultado negativo, porém, ela permaneceu internada para alcançar o peso e as condições ideais, devido as complicações da prematuridade.

“Como a mãe não podia estar presente na internação da bebê, já que estava com a saúde muito debilitada, nossa equipe fez sessões de vídeochamada para que ela pudesse acompanhar o desenvolvimento e a reação do tratamento da bebê. Isso gerou interação entre o binômio mãe e filha”, contou Valdenira Cunha, médica neonatologista do HRBA. Recuperada e com mais de 2 kg, Luna recebeu alta e, acompanhada da avó, pôde finalmente conhecer a mãe em segurança.

O Hospital Regional do Baixo Amazonas é uma unidade de referência, escolhida pelo Governo do Pará, para atendimento a pacientes graves da Covid-19.

“Convivemos neste mais de um ano de pandemia com muitas perdas. Para nós, profissionais de saúde, histórias como a da Brenda representam superação. A alta da Luna é a celebração da vida, é a simbologia da vitória dos profissionais de saúde sobre a Covid-19. Temos esperança, existe muita luta ainda, mas conseguiremos vencer essa batalha contra a Covid-19”, ressaltou Hebert Moreschi, diretor Hospitalar da Pró-Saúde, que atua no HRBA.

O Regional do Baixo Amazonas é reconhecido como um dos dez melhores hospitais públicos do Brasil e possui a mais alta certificação nacional, ONA 3 – Acreditado com Excelência, que assegura o padrão de segurança e qualidade no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Este ano, em meio ao enfrentamento de uma das mais graves crises sanitárias dos últimos tempos, o HRBA demonstrou sua expertise de gestão e excelência ao conquistar o 1º lugar no 4º Seminário Internacional de Segurança do Paciente e Acreditação em Saúde.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), começará a vacinação contra a Covid-19 em pessoas acima 18 anos de idade aos 25, neste sábado, 14 de agosto, a partir das 9h às 17h.

Para se vacinar este público deve procurar um dos pontos de vacinação disponíveis nas zonas Urbana ou Rural do município.

Para receber o imunizante é necessário a apresentação de um documento com foto, comprovante de residência, cartão do SUS e carteira de vacina.

Pontos de vacinação:

Zona Urbana:

  • Escola Chico Mendes
  • Escola Dorothy Stang
  • UBS Jardim Canadá
  • UBS Casas Populares
  • UBS VS10
  • UBS Liberdade 1
  • UBS Nova Carajás
  • UBS Guanabara
  • UBS Minérios

Zona Rural:

  • UBS Palmares Sul
  • UBS Palmares 2
  • UBS Cedere 1
  • UBS Paulo Fonteles
  • UBS Vila Sanção

 

Fonte: Redação 

Após um ano e meio com as escolas fechadas devido à pandemia do coronavírus, a Prefeitura de Parauapebas busca a melhor forma do retorno das aulas presenciais para os mais de 47 mil alunos da rede municipal de ensino. Em alinhamento com a Comissão Intersetorial de Biossegurança, ficou definida a data de retorno para 4 de outubro. Neste prazo, todos os profissionais da rede já estarão imunizados com a segunda dose da vacina contra a covid-19.

A definição ocorreu com base no plano de ação de retorno às aulas presenciais, elaborado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) e apresentado à comissão, que é formada por representantes das secretarias municipais de Saúde (Semsa), Assistência Social (Semas) e Educação (Semed), Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes de Parauapebas (Comdcap), Conselho Municipal de Educação de Parauapebas (Comepa), Vigilância Sanitária e Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Pará (Sintepp).

Conforme o plano, o retorno ocorrerá de forma gradual para todos os níveis de ensino. Isso porque o processo de reabertura das escolas demanda alguns cuidados e mudanças de rotina, para não impactar na taxa de transmissão do coronavírus. Os cuidados são necessários para avançar no processo das aulas presenciais, sem retroceder no combate à pandemia e, assim, garantir a segurança dos alunos, professores, gestores e demais profissionais da educação.

“Nosso plano de volta às aulas, conta com protocolos e medidas de biossegurança para garantir a tranquilidade referente ao risco de contaminação de profissionais e alunos. A prefeitura tem feito investimentos e planejado estratégias para garantir o melhor retorno aos nossos alunos”, reforçou o secretário de Educação, José Leal.

 

Volta às aulas presenciais

Antes do retorno das aulas, a equipe escolar será preparada para acolher as famílias com informações; em seguida, iniciará retorno dos alunos com escalonamento de 25% até o dia 21 de outubro. Do dia 25 de outubro a 4 de novembro, as salas aulas 50% dos alunos. A partir de 7 de novembro será avaliada a viabilidade da presença de 100% dos alunos, incluindo o público da educação especial.

A Semed destaca que as condições para a retomada e o avanço das etapas propostas dependem dos indicadores de saúde relacionados à pandemia da covid-19 no município.

 

Texto: Liliane Diniz

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), começa a vacinação contra a Covid-19 em pessoas com 28 anos sem comorbidades neste sábado (7), de 9h às 17h.

Para se vacinar este público deve procurar um dos doze pontos de vacinação disponíveis no município (sete na zona urbana e cinco na zona rural).

Para receber o imunizante é necessário a apresentação de um documento com foto, comprovante de residência, cartão do SUS e carteira de vacina.

A Semsa ressalta que os públicos anteriormente contemplados na faixa etária de 30 a 49 anos que, por algum motivo não tenham ido se vacinar, podem buscar um dos pontos de vacinação para receber a 1ª dose do imunizante.

Pontos de vacinação:

Zona Urbana:

  • Escola Chico Mendes – (Bairro: Cidade Nova – entrada pela rua D)
  • Escola Dorothy Stang – (Av. B - Cidade Jardim)
  • UBS – Minérios – (Bairro dos Minérios: Rua 19, próximo à praça)
  • UBS – Liberdade 1 – (Rua Gonçalves Dias, esquina com a Goiás)
  • UBS – Jardim Canadá – (Rua 77, lote 03, Quadra 36)
  • UBS – Nova Carajás – (Rua 70, Quadra 443, Lote 13, 4ª etapa)
  • UBS – VS 10 – (Av. Vs-10, lote 03 e 04 – Residencial Bela Vista)

Zona Rural:

  • UBS – Palmares Sul – (Rua João Pessoa nº 25)
  • UBS – Palmares 2 – (Av. Zumbi dos Palmares, nº 27)
  • UBS – Cedere – (Av. Principal, nº 02)
  • UBS – Paulo Fonteles – (Estrada Paulo Fonteles, S/N)
  • UBS – Vila Sanção – (Av. principal, S/N)

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoria de Comunicação/PMP

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está pedindo uma moratória sobre as doses de reforço da vacina contra a Covid-19 até pelo menos final de setembro, disse o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta quarta-feira (4).

A ideia é permitir que pelo menos 10% da população de cada país seja vacinada, disse Tedros.

O apelo para interromper a distribuição de doses reforço da vacina contra a Covid-19 é o mais forte já feito pela agência da ONU, à medida que a lacuna entre as taxas de imunização em países ricos e pobres aumenta.

As grávidas e puérperas a partir de 18 anos podem ser vacinadas contra Covid-19 a partir desta terça-feira, 03. A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), já realizou a vacinação das grávidas e puérperas (mulheres de pós-parto de até 45 dias) com comorbidades e agora expande a imunização também para aquelas que não têm comorbidades.

Para receber a primeira dose da vacina Pfizer elas devem comparecer a Escola Chico Mendes (entrada pela rua D), no bairro Cidade Nova, das 9h às 14h.

O titular da Semsa, Gilberto Laranjeiras orienta as gestantes e puérperas a tomarem a vacina. “Não precisa ter medo da vacina. É importante deixar claro que a vacina é a única arma segura contra esse vírus. As reações são leves e podem ocorrer com qualquer outra vacina, e nem sempre acontecem. Eu faço um apelo para que todas as gestantes e puérperas, sem comorbidades, procurem o ponto de vacinação, para se imunizar, porque é uma arma segura”, orientou.

A inclusão deste grupo é muito importante, tendo em conta a alta taxa de mortalidade no país em gestantes e puérperas que tiveram a forma mais grave da Covid-19. O Secretário de Saúde, Gilberto Laranjeiras, ressalta a importância da inclusão delas na campanha de imunização “o Brasil é um dos países que, infelizmente, mais teve casos de mortes de gestantes e puérperas contaminadas pela Covid-19. A inclusão deste grupo é uma vontade antiga nossa e é de suma importância para mudarmos este cenário”, aponta Gilberto Laranjeiras.

Documentação necessária

De acordo com a Nota Técnica 02/2021 - SECOVID/GAB/SECOVID/MS as grávidas e puérperas precisam apresentar a prescrição médica, no qual a paciente esteja autorizada a receber a dose do imunizante, assim como o cartão do pré-natal.

As puérperas também precisam apresentar um documento que comprove o parto nos últimos 45 dias, como certidão de nascimento do bebê ou registro de alta hospitalar pós-parto. Todas devem apresentar os originais e cópias de um documento de identificação com foto, como documento de identidade (RG) ou carteira nacional de habilitação (CNH), além do cartão do sus, carteira de vacina e comprovante de residência.

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoria de Comunicação/PMP

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