Precisamente às 23h03 do dia 18 de janeiro de 2021, o Centro de Operações do Aeroporto Internacional de Belém confirmou o pouso do avião que transportou a primeira remessa da vacina contra Covid-19 de Guarulhos, São Paulo, até a capital paraense. Da carga de 173.240 doses desse primeiro carregamento, 48.680 são destinadas à população indígena. Após a retirada da carga da aeronave, a vacina foi imediatamente encaminhada pelo governo do Estado aos municípios. A vacinação começa nesta terça-feira (19), para grupos prioritários, em todo o Estado.

Em um dia tão aguardado desde o início da pandemia de Covid-19, o governador Helder Barbalho acompanhou o desembarque do imunizante e ressaltou que "esse momento representa uma espera de 11 meses que chega ao fim. É uma vitória da esperança e da vida. Já nesta madrugada a vacina segue para as regiões do Estado, para iniciar a imunização da população. Agora teremos a distribuição com 37 voos, entre helicópteros e aviões, para que o imunizante chegue a todo o Pará".

Sobre o significado desse momento decisivo no combate à doença, o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, o momento é “muito importante e histórico, e representa a fase de renovação e esperança para toda a população”. O secretário disse que, ainda na madrugada, as vacinas seguem para os 13 centros Regionais de Saúde da Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública), para que a vacinação comece logo no início da manhã.

Segundo o assessor da Vigilância em Saúde da Sespa, Marcos Moura, no Pará toda a logística para distribuição da vacina foi antecipada. “A gente já vem trabalhando há alguns meses, mesmo sem saber a data e a quantidade que viria. A gente fez todo o planejamento para a capital e o interior, pensando sempre nos insumos que deveríamos entregar aos municípios e na vacina”, explicou.

Ele acrescentou que, mesmo o Ministério da Saúde tendo enviado agora uma quantidade menor de vacinas do que havia sido estimado inicialmente – 340 mil doses -, devido a problemas com a vacina da AstraZeneca, “todos os 144 municípios vão receber doses para os grupos prioritários”.

Alívio - Passageiros e trabalhadores que estavam no Aeroporto de Belém, aguardando o momento de embarcar, comemoraram a chegada da vacina em solo paraense. "É bom saber que a vacina chegou aqui no Pará. Fico feliz porque ela vai tá disponível pra minha família, que mora em Bragança", disse o motorista Gilberto Pereira Maia.

"Tô feliz e maravilhado. Vai ficar mais tranquilo para todo mundo que trabalha aqui. Eu já tive essa doença; ela é muito forte. Passei 15 dias no hospital, mas graças a Deus estou feliz da vacina ter chegado. Aviso a todos que puderem, que tomem a vacina", declarou Pedro Moraes dos Santos, taxista que trabalha no aeroporto.

Saúde e informação - A vacinação começa na manhã desta terça-feira (19), no Hangar - Centro de Convenções, onde está instalado o Hospital de Campanha de Belém, quando será imunizado um profissional de saúde que atua na linha de frente de combate ao novo coronavírus, durante a coletiva à imprensa realizada pelo governo do Estado para detalhar o plano de vacinação.

O ato será transmitido ao vivo pelo site Agência Pará, pela TV Cultura e pelas redes oficiais do governo do Estado e da Sespa.

Plano de vacinação - O primeiro lote de vacinas será direcionado aos profissionais da saúde que atuam na linha da frente, indígenas aldeados e idosos institucionalizados, que compõem o grupo prioritário da primeira fase da campanha, conforme previsto no Plano Paraense de Vacinação Contra a Covid-19.

O documento, divulgado na segunda-feira (18) pela Sespa, contém informações estratégicas sobre as vacinas, grupos prioritários, período de campanha, precauções e contraindicações da vacina, vigilância de eventos adversos pós-vacina, registro de doses aplicadas e operacionalização da campanha. 

O plano prevê ainda que a campanha de vacinação ocorrerá, simultaneamente, em todos os 144 municípios do Pará, e os grupos serão cumulativos no decorrer das etapas definidas.

Fases da vacinação:

1ª Fase: Trabalhadores de saúde; pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.

2ª Fase: Profissionais da segurança pública na ativa; idosos de 60 a 79 anos de idade; idosos a partir de 80 anos e povos e comunidades tradicionais quilombolas.

3ª Fase: Indivíduos que possuam comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão e obesidade);

4ª Fase: Trabalhadores da educação; Forças Armadas; funcionários do sistema penitenciário; população privada de liberdade e pessoas com deficiência permanente severa.

 

Fonte: Por Ronan Frias (COHAB)

Dos oito pacientes com a Covid-19 em estado grave transferidos para Belém pelo Governo do Estado do Amazonas, que enfrenta problemas no abastecimento de oxigênio na rede hospitalar, dois já ocupam leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital de Campanha, instalado no Hangar, em Belém. Duas mulheres, com uma acompanhante de cada família, chegaram à capital paraense no final da tarde de segunda-feira (18), vindas do município de Parintins, no leste amazonense, em voo providenciado pela Força Aérea Brasileira (FAB). Outros seis pacientes devem chegar a Belém na manhã desta terça-feira (19), para serem tratados na mesma unidade.

Sipriano Ferraz, secretário adjunto de Estado de Saúde Pública, informa que, de acordo com o monitoramento diário de casos e internações, a situação da pandemia na Região Metropolitana de Belém (RMB) é confortável, e a retaguarda de leitos no Hangar permitiu o auxílio aos doentes do Estado vizinho.

Solidariedade - Atualmente, o Pará oferece 20 leitos clínicos e dez de terapia intensiva no Hospital de Campanha, e outros dez de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) Neonatal na Santa Casa do Pará. Havendo necessidade, o Governo do Pará pode avaliar a possibilidade de ampliar essa oferta.

"O governo do Estado se solidariza com o Amazonas, a fim de prestar socorro e auxiliar para que possam sair dessa grave crise assistencial. As oito transferências solicitadas até agora se destinam ao Hangar, onde há uma ala criada para esses pacientes que vêm de lá", explica Sipriano Ferraz.

No último dia 14 de janeiro, em redes sociais, o governador Helder Barbalho anunciou ter feito contato com o governador do Amazonas, Wilson Lima, para oferecer ajuda diante do colapso no sistema de saúde devido ao crescimento de casos da Covid-19. Naquele dia, a média móvel de mortes havia aumentado em 187%. Por conta disso, os hospitais de Manaus estão lotados e sem oxigênio para todos os pacientes internados com a doença.

 

Fonte: Por Carol Menezes (SECOM)

 

O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira (18) que a vacinação contra a Covid-19 será iniciada a partir das 17h em todo o país. O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20), conforme informou a colunista Andréia Sadi.

 

"Acho que podemos começar hoje até o fim do expediente, a partir das 17h", declarou o ministro.

 

Neste domingo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial das vacinas CoronaVac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. Momentos depois, o governo de São Paulo aplicou a primeira vacina da CoronaVac. O governo federal, no entanto, ainda não havia iniciado a distribuição do imunizante pelo país, o que foi programado para esta segunda.

O horário de 17h para o início da vacinação nacional foi proposto, segundo Pazuello, para dar tempo de todos os estados receberem as doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Em cerimônia em São Paulo, Pazuello deu início à distribuição das doses pelo país no início da manhã. As caixas saíram do centro de distribuição de logística do Ministério da Saúde em Guarulhos, na Grande São Paulo.

"A todas as famílias das vítimas, recebam a nossa solidariedade. É muito difícil perder alguém que amamos. Está dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação do mundo", afirmou o ministro.

Das 6 milhões de doses, 4.636.936 serão enviadas pelo governo federal aos estados brasileiros. As outras 1.357.640 serão distribuídas pelo estado de SP.

Veja divisão das doses da CoronaVac para cada estado:

 

Região Norte

 

  • Rondônia - 33.040
  • Acre - 13.840
  • Amazonas - 69.880
  • Roraima - 10.360
  • Pará - 124.560
  • Amapá - 15.000
  • Tocantins - 29.840

 

Total de doses - 296.520

Região Nordeste

 

  • Maranhão - 123.040
  • Piauí - 61.160
  • Ceará - 186.720
  • Rio Grande do Norte - 82.440
  • Paraíba - 92.960
  • Pernambuco - 215.280
  • Alagoas - 71.080
  • Sergipe - 48.360
  • Bahia - 319.520

 

Total de doses - 1.200.560

Região Sudeste

 

  • Minas Gerais - 561.120
  • Espírito Santo - 95.440
  • Rio de Janeiro - 487.520
  • São Paulo - 1.349.200

 

Total de doses - 2.493.280

Região Sul

 

  • Paraná - 242.880
  • Santa Catarina - 126.560
  • Rio Grande do Sul - 311.680

 

Total de doses - 681.120

Região Centro-Oeste

 

  • Mato Grosso do Sul - 61.760
  • Mato Grosso - 65.760
  • Goiás - 182.400
  • Distrito Federal - 105.960

 

Total de doses - 415.880

Antecipação

Após a cerimônia no galpão, Pazuello visitou, ao lado de alguns governadores, a câmara fria onde estão armazenadas as vacinas.

Em seguida, seguiu para a Base Aérea de São Paulo, no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, para acompanhar o carregamento do primeiro voo da FAB que vai distribuir a vacina para os estados.

"O cronograma inicial era a logística hoje, amanhã a logística dos estados para os municípios e na quarta-feira o início. Os governadores solicitaram que assim que chegassem nos estados [vacina] eles tivessem a liberdade de iniciar a vacinação. Nós pactuamos isso com os governadores presentes e com a representação do conselho de governadores e nós deveremos iniciar hoje a partir das 17h. Alguns estados podem iniciar um pouco depois, mas aqueles que começam, começam as 17h", disse o ministro.

Questionado sobre a tropa de farpas com o governador João Doria, ele respondeu. "Ontem é passado, é para historiador. A partir de agora estou discutindo só futuro"

Governadores

O evento desta segunda, que contou com a presença de alguns governadores, não teve a participação do governador João Doria (PSBD). O vice-governador, Rodrigo Garcia, representou o estado de São Paulo.

Em coletivas de imprensa simultâneas, Doria e Pazuello trocaram acusações neste domingo (17). Pazuello disse que o governo de São Paulo fez uma "jogada de marketing" ao iniciar a vacinação simbólica em profissionais da Saúde logo após a aprovação da vacina.

No evento do Ministério da Saúde, o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, disse que o estado de São Paulo deve seguir o mesmo calendário do plano nacional de imunização para a vacinação dos próximos grupos prioritários.

"A decisão agora do plano nacional de imunização é tendo disponibilidade de vacinas é ampliar o público alvo. Ainda não há essa disponibilidade e, portanto, não há essa ampliação do público alvo"

"Teremos muita dificuldade de novas doses, existe uma programação definida pelo Butantan e pela Astrazeneca, agora é aguardar outras alternativas de vacina para que a gente alcance um número maior da população brasileira"

Questionado o motivo da ausência do governador João Doria no evento, Garcia disse que ele já tinha outros compromissos agendados.

"A vacinação já se iniciou em São Paulo, ele tinha outros compromissos. Essa reunião foi agendada ontem à noite e eu vim representando o governo de São Paulo".

Uso emergencial

O uso emergencial das 6 milhões de doses da CoronaVac prontas vindas da China foi aprovado neste domingo (17) pela Anvisa.

Por volta das 5h desta segunda, caminhões de carga refrigerados começaram a deixar o centro de distribuição em Guarulhos escoltados por carros da Polícia Federal. Cem caminhões farão o transporte da vacina.

As doses da CoronaVac também serão distribuídas em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e companhias aéreas que farão o transporte gratuitamente.

De acordo com o governo federal, os estados serão responsáveis pela distribuição aos municípios.

Novo pedido

O Instituto Butantan deve entregar nesta segunda-feira o pedido de uso emergencial para as doses da CoronaVac envasadas no país.

 

Fonte: Por Tatiana Santiago, G1 SP — São Paulo

 

O governador Helder Barbalho se reuniu na quarta-feira (13), no Palácio dos Despachos, em Belém, com os secretários de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, e de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, para discutir a logística e a segurança para a vacinação contra a Covid-19, assim que as vacinas forem fornecidas pelo Ministério da Saúde.

Segundo o secretário Rômulo Rodovalho, o objetivo é estar com todo o planejamento pronto para quando as vacinas chegarem ao Pará. “A partir do momento que o Ministério da Saúde distribuir as vacinas para os estados, nós, prontamente, já estaremos com toda a estratégia de logística, segurança e vacinação montada para que rapidamente as doses disponibilizadas cheguem até os municípios, e os municípios também já estejam preparados para vacinar aquele grupo que for definido pelo Ministério da Saúde como prioritário”, explicou o titular da Sespa.

O secretário disse ainda que os alinhamentos e ajustes devem ser concluídos até a próxima sexta-feira (15), para que tudo esteja preparado na próxima semana, só aguardando a sinalização do Ministério da Saúde sobre a distribuição das vacinas. “Estaremos prontos para recebê-las, distribuir aos municípios e iniciar imediatamente a campanha de vacinação por todo o Pará”, garantiu.

Insumos - O governo já iniciou a distribuição dos insumos necessários à imunização, e dispõe atualmente de seis milhões de seringas e agulhas, número considerado suficiente para a aplicação de duas doses em três milhões de pessoas. Também está em curso um novo processo para aquisição de mais cinco milhões de seringas e agulhas. O quantitativo é o suficiente para realizar a vacinação de grupos prioritários, que estão nas primeiras fases do processo de imunização.

A Sespa é responsável pela distribuição das vacinas, insumos e capacitação de profissionais para inclusão dos dados no sistema do Ministério da Saúde. Porém, a execução da vacinação e a contratação de pessoal são de responsabilidade dos municípios, conforme legislação do SUS (Sistema Único de Saúde).

A reunião contou ainda com as presenças dos secretários adjuntos da Sespa, Ariel Sampaio e Sipriano Ferraz ; do diretor de Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa, e da secretário de Estado de Administração e Planejamento, Hanna Ghassan.

 

Fonte: Por Roberta Vilanova (SESPA)

 

O governador Helder Barbalho acompanhou, na noite de terça-feira (5), a fase final do plano logístico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) para distribuição de seringas e agulhas, em preparação à vacinação contra a Covid-19 em todo o território paraense. A distribuição começa nesta quarta-feira (06) e vai reforçar o estoque das 13 unidades regionais da Sespa. O Estado já acelera as medidas necessárias para iniciar a imunização da população assim que receber, do Governo Federal, as vacinas.

“Estamos dando início à distribuição das seringas, agulhas e isopores para a estratégia de imunização do Pará contra a Covid-19. Queremos tranquilizar a população de nosso Estado, porque já temos em estoque seis milhões de agulhas e seringas, além de 2.200 isopores para acondicionamento da vacina”, garantiu o governador Helder Barbalho, acrescentando que “estamos iniciando a distribuição para nossas 13 regionais de saúde, para que já estejam prontas e preparadas para, quando chegar a vacina, rapidamente iniciarmos o processo de vacinação de nossa população”.

O chefe do Executivo ressaltou, ainda, que aguarda o comprometimento do Ministério da Saúde com a distribuição das vacinas contra a Covid-19, mas ressaltou que o Pará segue atento às oportunidades de aquisição direta de vacinas. “Estamos atentos ao calendário do Governo Federal para o Plano Nacional de Imunização como plano A. Mas ao mesmo tempo, estamos dialogando com o Instituto Butantan e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para, caso seja necessário, o Estado adquira as vacinas para que possamos, ainda em janeiro, iniciar a vacinação da população”, afirmou Helder Barbalho, ao lado do vice-governador Lúcio Vale e de técnicos da Sespa.

Insumos suficientes - O secretário de Estadual de Saúde Pública em exercício, Ariel Sampaio, reforçou que o Pará está preparado para realizar a vacinação e assegurou que não faltarão injeções e seringas. “Neste primeiro momento, serão atendidas 450 mil pessoas. Prevendo as duas doses da vacina, totalizamos a utilização de 900 mil seringas e agulhas. O Estado do Pará tem insumos suficientes para atender plenamente este grupo prioritário de vacinação contra a Covid”, informou.

Ariel Sampaio disse, também, que o governo está adquirindo novos insumos para garantir a vacinação em todo o Estado. “Já estamos com outro processo de aquisição em andamento, para atender a demanda paraense”, disse.

 

Fonte: Por Leonardo Nunes (SECOM)

A autoridade reguladora de medicamentos deu luz verde aos imunizantes desenvolvidos pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford e pela empresa local Bharat Biotech. A vacina da Bharat Biotechfoi aprovada sem dados sobre sua eficácia ou teste de larga escala.

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, disse que se trata de "um ponto de virada decisivo".

A Índia planeja vacinar este ano cerca de 300 milhões de pessoas colocadas em uma lista de prioridade.

O país registrou o segundo maior número de infecções no mundo, com mais de 10,3 milhões de casos confirmados até o momento. Quase 150 mil pessoas morreram.

No sábado, a Índia realizou exercícios em todo o país para preparar mais de 90 mil profissionais de saúde para administrar vacinas em todo o país, que tem uma população de 1,3 bilhão de pessoas.

O Controlador Geral de Medicamentos da Índia disse que ambos os fabricantes enviaram dados mostrando que suas vacinas são seguras para uso.

A vacina Oxford / AstraZeneca está sendo fabricada localmente pelo Serum Institute of India, o maior fabricante mundial de vacinas. A empresa diz estar produzindo mais de 50 milhões de doses por mês.

Adar Poonawalla, o CEO da empresa, disse à BBC em novembro que pretendia aumentar a produção para 100 milhões de doses por mês após receber a aprovação regulatória.

A vacina, que é conhecida como Covishield na Índia, é administrada em duas doses dadas entre quatro e 12 semanas de intervalo. Ela pode ser armazenada com segurança em temperaturas de 2°C a 8°C, quase o mesmo que uma geladeira doméstica, e pode ser entregue em ambientes de saúde existentes, como consultórios médicos.

Isso torna a distribuição mais fácil do que algumas das outras vacinas. O imunizante desenvolvido pela Pfizer / BioNTech, que atualmente está sendo administrado em vários países, deve ser armazenado a -70°C e só pode ser movido um número limitado de vezes — um desafio particular na Índia, onde as temperaturas no verão podem chegar a 50°C.

A vacina local foi aprovada apesar da ausência de dados sobre sua eficácia. Ela ainda não passou por testes em grande escala.

O diretor da autoridade de fármacos do governo indiano Drugs Controller General of India, V.G. Somani, disse que o imunizante da Bharat Biotech é "seguro e fornece uma resposta imunológica robusta".

Somani disse que a vacina foi aprovada "no interesse público como uma precaução abundante, em modo de ensaio clínico, para ter mais opções de vacinação, especialmente no caso de infecção por cepas mutantes".

A Índia, que produz cerca de 60% das vacinas em todo o mundo, planeja imunizar cerca de 300 milhões de pessoas até julho de 2021. Ela priorizará os profissionais de saúde, os serviços de emergência e aqueles que são clinicamente vulneráveis devido à idade ou condições pré-existentes.

O programa de vacinação existente na Índia já atinge cerca de 55 milhões de pessoas por ano, administrando 390 milhões de vacinas gratuitas contra uma dúzia de doenças. Ele armazena e rastreia as vacinas por meio de um sistema eletrônico bem oleado.

A Pfizer, cuja vacina já foi aprovada para uso em jurisdições incluindo o Reino Unido, os EUA e a UE, também está buscando uma autorização de emergência na Índia.

Ao todo, cerca de 30 vacinas candidatas estão sendo desenvolvidas na Índia.

 

Fonte: https://www.bbc.com

O Reino Unido começou nesta terça-feira (8) a vacinar sua população contra a Covid-19 com a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Uma senhora de 90 anos, Margaret Keenan, foi a primeira a receber a dose.

O país europeu é o primeiro a iniciar campanha de vacinação com a vacina desenvolvida pela parceria das duas empresas, o que pode ser um divisor de águas no combate ao novo coronavírus.

"Sinto-me muito privilegiada por ser a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19", disse a senhora Margaret Keenan. "É o melhor presente de aniversário antecipado que eu poderia desejar porque significa que posso finalmente esperar passar um tempo com minha família e amigos no Ano Novo, depois de estar sozinha na maior parte do ano", completou a senhora, que completa 91 anos na próxima semana.

Keenan recebeu a primeira dose em um hospital em Coventry, região central da Inglaterra, na manhã desta terça. A segunda dose será aplicada em 21 dias.

De acordo com a rede britânica BBC, a segunda pessoa a ser vacinada no hospital onde Margaret recebeu a dose foi um senhor de 81 anos chamado William Shakespeare. Ele disse estar "satisfeito" por receber a injeção e declarou que a equipe do hospital foi "maravilhosa".

O cardiologista brasileiro Ricardo Petraco, gaúcho de 40 anos, trabalha em Londres e se prepara para a vacinação contra o coronavírus no Reino Unido. Nesta semana, ele e a equipe do Hammersmith Hospital receberam avisos por e-mail de que, em breve, ainda sem data definida, receberão a vacina da Pfizer e da BioNtech.

Eficácia de 95% e negociações no Brasil

A vacina Pfizer/BioNTech apresentou eficácia de 95% na prevenção à Covid -19, segundo estudos da fase 3 dos testes do imunizante. Os resultados foram apresentados em novembro. Não houve efeitos colaterais graves nos voluntários.

A vacina da Pfizer/BioNTec é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil, que ainda não fez acordo para adquirir o imunizante. Nesta segunda-feira (7), o Ministério da Saúde divulgou uma nota na qual informou que deve assinar nesta semana o memorando de intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina produzida pelas empresas norte-americana e alemã.

Segundo a nota do governo brasileiro, as negociações "avançam" e a vacina deve ser fornecida em 2021. A data, contudo, não foi especificada. Em meados de novembro, o governo brasileiro recebeu executivos da Pfizer para, segundo o Ministério da Saúde, "conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório".

vídeo abaixo mostra como atua a vacina da Pfizer/BioNTech, que usa tecnologia chamada de RNA mensageiro, diferente das demais. A vacina leva para o nosso organismo uma cópia de parte do código genético do vírus, uma espécie de receita para que nosso corpo produza uma proteína do vírus. A presença dessa proteína desencadeia a produção de anticorpos.

Campanha de vacinação no Reino Unido

Maiores de 80 anos, funcionários de saúde na linha de frente e funcionários e moradores de casas de repouso terão prioridade na primeira fase da vacinação da campanha no Reino Unido. A imunização dos britânicos com mais de 50 anos, além dos adultos com alguma doença pré-existente, deve acontecer em 2021.

A imprensa britânica diz que a rainha Elizabeth II e o príncipe Phillip não vão furar fila, mas os dois estão no grupo prioritário. A rainha tem 94 anos, e o príncipe vai completar 100 anos.

O Reino Unido comprou, no total, 40 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech. Como cada pessoa precisa de duas doses, 20 milhões de pessoas serão imunizadas.

Quem for imunizado vai ganhar um cartão comprovando que recebeu as doses.

Reino Unido foi o 1º a aprovar a vacina

Na quarta-feira (2), o Reino Unido se tornou o primeiro país a anunciar a aprovação da vacina da Pfzer/BioNtech. A primeira remessa da vacina chegou ao país na sexta (4).

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA, na sigla em inglês) do Reino Unido disse, em nota na publicada na quarta, que a aprovação da vacina foi feita com base em uma "revisão contínua" dos dados disponíveis que começou em outubro.

No último sábado, a Rússia informou já ter vacinado 100 mil pessoas contra Covid-19 e que pretende chegar a 2 milhões ainda em dezembro. A imunização está sendo feita com a vacina Sputnik V, ainda em testes de última fase. Desenvolvida na Rússia, a vacina foi registrada no país em agosto.

 

Fonte: Por G1

O DJ Alok revelou na terça-feira, 1, que contraiu o novo coronavírus. Em vídeo publicado no Instagram, ele disse que está bem, mas teve que adiar a live especial de fim de ano que aconteceria neste sábado,5, para 19 de dezembro.

"Estou praticamente sem sintomas, mas preciso ter responsabilidade e coerência, jamais colocaria outras pessoas em risco, então, preciso me manter isolado", afirmou.

O DJ também informou que sua mulher, Romana, que está grávida de sete meses de Raika, está bem. O filho mais velho do casal, Ravi, está com a avó. "A gente segue firme aqui. Hora de se cuidar", completou.

A apresentação do dia 19 será transmitida pelo canal do YouTube de Alok e também no Multishow. Este será o primeiro especial de fim de ano feito pelo DJ, que pediu para fãs, colaboradores, fornecedores e parceiros não abandonarem o projeto.

"Por favor, não larguem a minha mão agora, eu preciso de vocês. Eu prometo que a gente vai fazer uma super entrega dia 19 de dezembro, vai ser algo único e muito especial, porque estamos trabalhando há meses nesse projeto", concluiu.

 

Fonte: Diário do nordeste

 

A equipe econômica de Paulo Guedes não considera necessária uma nova prorrogação do Auxilio Emergencial, e dois fatores contaram para esta constatação. A primeira é que o crescimento nos casos de Covid-19, não demostra uma segunda onda da pandemia e também que medidas severas de isolamento são remotas.

Nas últimas semanas, Paulo Guedes e sua equipe vêm afirmando que as chances de novas medidas emergenciais serem tomadas são baixas.

A avaliação tem base em uma análise de dados fornecidos pela Secretaria de Política econômica que mostraram que parte dos estados alcançaram a chamada imunidade de rebanho.

Porém, este monitoramento não é realizado em parceria com o Ministério da Saúde e sim com dados estatísticos.

A percepção política também influencia na análise, já que os interlocutores de Guedes dizem que são baixas as possibilidades de que se estabeleçam novas medidas de isolamento social. Por mais que os governos locais tentem implantar essas medidas, a população dificilmente obedecerá.

A ampliação do microcrédito que também foi uma medida tomada em meio a pandemia está sendo avaliada e a equipe econômica afirma que atualmente a oferta por esta modalidade é bem maior que a demanda.

Em resumo, a equipe econômica pensa que uma prorrogação do auxilio e do microcrédito só seria necessária caso a situação se aproximasse dos acontecimentos do mês de abril, quando a economia praticamente parou.

O Brasil registrou até a última quinta-feira, 26, segundo dados divulgados, 37.672 novos casos de Covid-19 e 698 mortes causadas pela doença.

O avanço ou queda do coronavírus é determinante para que uma nova prorrogação do auxílio emergencial seja feita. Até o momento, os últimos pagamentos da ajuda acontecem em dezembro.

O governo vem tentando implantar seu novo programa social para substituir o Bolsa Família e que vai pagar um valor maior que o atual, em que a transferência é de R$190 em média.

Por conta disso, o que paira é a dúvida sobre a capacidade de arcar com a assistência social caso a segunda onda paralise o comércio mais uma vez ou a atividade econômica não cresça no ano que vem.

 

Fonte: https://fdr.com.br

 

A confiança do consumidor no Brasil apresentou sua segunda queda mensal consecutiva em novembro, com as incertezas relacionadas à pandemia de covid-19 abalando a percepção do setor sobre o momento atual e os próximos meses, disse nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) teve queda de 0,7 ponto em novembro, a 81,7 pontos.

Segundo a FGV, houve piora tanto na percepção sobre a situação atual quanto nas expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 0,6 ponto, a 71,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 0,9 ponto, para 89,3.

"O resultado reflete o aumento da incerteza relacionada à pandemia e seu potencial impacto sobre a economia", disse em nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens.

"Com o provável fim do período de benefícios emergenciais, muitos consumidores que perderam o emprego este ano devem retornar ao mercado de trabalho num momento em que as empresas ainda estarão adiando contratações ou demitindo, principalmente no caso de ocorrência de uma segunda onda de Covid-19", acrescentou.

Nos primeiros meses da pandemia, o governo brasileiro custeou um auxílio no valor de 600 reais mensais para os chamados vulneráveis. A partir de setembro, o valor foi reduzido para 300 reais.

Publicamente, o presidente Jair Bolsonaro sempre tem alertado para o impacto da ajuda nas contas públicas brasileiras, dizendo que um dia esse suporte vai ter que acabar, mas na véspera não descartou nova prorrogação do auxílio emergencial.

 

Fonte: https://www.terra.com.br

 

Sul e Sudeste do Pará

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