A prefeitura de Canaã dos Carajás divulgou na terça-feira, 8, um decreto municipal relacionado às medidas de enfrentamento ao Covid-19. Uma das medidas trata-se do retorno gradativo das aulas presenciais.

No dia 14 de setembro, após o laudo da inspeção da Vigilância Sanitária ser emitido, as aulas ou atividades presenciais nos ensinos infantil, fundamental, médio e superior, poderão ser retomadas, seguindo as medidas de distanciamento do Decreto Estadual nº 800, de 31 de maio de 2020, republicado em 27 de agosto de 2020.

O retorno às atividades escolares, serão retomadas gradativamente quando todas as escolas estiverem desinfetadas e prontas para receber os alunos, com 25% dos estudantes retornando no primeiro mês. Apesar da liberação, pais não serão obrigados a mandar os filhos à escola, que poderão continuar tendo acesso aos estudos de casa.

Acesse o anexo do Decreto no topo da página:

 

Fonte: Redação 

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) apresentou um projeto de lei, o PL 4.078/2020, que estende o prazo para que estados e municípios utilizem os recursos recebidos da União para ações de enfrentamento da pandemia. O prazo atual se encerra no final do ano — e os recursos que não forem executados nesse período podem ser devolvidos ao Tesouro Nacional. A proposta de Simone prorroga o prazo até 31 de dezembro de 2021 e impede que a União solicite a devolução dos recursos enquanto o novo prazo estiver vigente (ou seja, o que não for aplicado em 2020 continuaria disponível até o final do próximo ano).

Simone manifesta preocupação com o possível prolongamento da pandemia de coronavírus e a possibilidade de aumento de casos onde houver relaxamento nas restrições de circulação de pessoas. Por isso, argumenta ela, “é prudente prorrogar os prazos estipulados por atos infralegais federais para que os entes subnacionais [estados, municípios e Distrito Federal] gastem os recursos recebidos em ações de saúde e de assistência social necessárias para o enfrentamento e a mitigação dos efeitos da pandemia”.

Além das destinações já previstas, a senadora afirma que esses recursos também poderão ser utilizados "para a compra imediata de vacinas ou de medicamentos eficazes contra a doença, caso disponíveis em um futuro próximo".

 

Fonte: Agência Senado

A comissão mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas do governo federal contra a pandemia de coronavírus fará audiência pública virtual nesta terça-feira (8), às 10h. Serão apresentados e discutidos dados científicos atualizados relacionados à covid-19, informações sobre testes diagnósticos, tratamentos, imunologia e prognóstico da evolução da doença. Também será debatido o tema "Brasil pós-covid-19".

Foram convidados para a audiência:

  • Jacson Venâncio de Barros, diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).
  • Juan Cortéz, representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
  • Sérgio Rezende, ex-ministro de Ciência e Tecnologia, coordenador do Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste.
  • André Tortato Rauen, diretor de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação e Infraestrutura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A comissão mista é composta por seis senadores e seis deputados federais, com igual número de suplentes. Esse colegiado funcionará até o fim do estado de calamidade pública decorrente da pandemia, previsto para 31 de dezembro de 2020.

Presidida pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO), a comissão tem como relator o deputado federal Francisco Júnior (PSD-GO). A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) é a vice-presidente do colegiado. Uma das tarefas do grupo é interpretar e divulgar dados, números e informações técnicas para que a população possa conhecer os impactos da crise provocada pela pandemia.

 

Fonte: Agência Senado

A Embraer anunciou a demissão de 2,5 mil funcionários nas fábricas no Brasil. Segundo a empresa, serão 1,6 mil desligamentos em adesões ao Plano de Demissões Voluntárias, que foi encerrado na quarta-feira (2), e mais 900 cortes para ajuste do quadro de funcionários.

A empresa alega que a medida é consequência dos impactos causados pela pandemia de Covid-19 e pelo cancelamento da parceria com a Boeing.

Ao todo, a Embraer mantinha cerca de 16 mil funcionários no país, sendo 10 mil apenas em São José dos Campos, sede da empresa. O número de desligamentos por unidade não foi informado.

A Embraer havia encerrado na quarta-feira (2) o prazo para inscrição no terceiro Plano de Demissão Voluntária aberto durante a pandemia. A medida era uma tentativa de ajustar o quadro de funcionários frente aos impactos causados pela pandemia.

Foram 1,6 mil adesões aos PDVs, mas como o volume não atingiu a meta necessária, a Embraer anunciou nesta quinta-feira (3) que vai fazer mais 900 cortes. Os desligamentos dos funcionários que aderiram ao PDV serão efetivados nesta sexta (4).

A fabricante alega impacto provocado pela pandemia de coronavírus e o cancelamento da parceria com a Boeing, além da falta de expectativa de recuperação do setor de transporte aéreo no curto e médio prazo.

Segundo a empresa, os cortes foram feitos com o "objetivo de assegurar a sustentabilidade da empresa e sua capacidade de engenharia".

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos afirma que foi pego de surpresa com as demissões.

"Tínhamos uma negociação às 8h30, cancelaram e comunicaram que fariam os desligamentos. Perguntei quantos eram de São José dos Campos e eles disseram que não sabiam", disse o diretor sindical Herbert Claros.

O sindicato afirmou ainda que vai fazer mobilizações nesta quinta para tentar reverter as demissões.

Prejuízo bilionário

A Embraer registrou prejuízo de R$ 2,95 bilhões nos primeiros seis meses de 2020. Somente no segundo trimestre, o prejuízo líquido foi de R$ 1,68 bilhão, pior resultado para um trimestre em 20 anos.

Segundo a Embraer, nos seis primeiros meses de 2020, foram entregues somente quatro aeronaves comerciais e 13 executivas, consequência da pandemia de coronavírus.

No primeiro semestre, o prejuízo líquido acumulado da empresa brasileira foi de R$ 2,95 bilhões, enquanto no primeiro semestre de 2019 a empresa apresentou prejuízo de R$ 134 milhões.

A empresa afirma que não teve nenhum cancelamento na carteira comercial, apenas mudanças no prazo de entregas.

Fracasso com Boeing

No final abril, a Boeing anunciou a rescisão do acordo que daria à gigante norte-americana o controle sobre a divisão de aviação comercial da Embraer, em meio às crises no setor de aviação e na economia global, deixando a Embraer sem um plano B claro.

A Embraer informou no balanço que os custos de separação dos negócios relacionados com a parceria estratégica com a Boeing, agora encerrada, reconhecidos em janeiro, foram de R$ 96,8 milhões.

Na tentativa de diminuir os impactos na companhia, a Embraer assinou contrato em julho com cinco bancos públicos e privados para contrair US$ 300 milhões em empréstimos para financiar o capital de giro para exportações.

 

Fonte: Por G1 Vale do Paraíba e Região

Com o objetivo de “evitar judicializações desnecessárias”, a senadora Leila Barros (PSB-DF) apresentou um projeto propondo que, no caso dos trabalhadores em atividades essenciais, o diagnóstico de covid-19 em fase sintomática seja equiparado a acidente de trabalho.  

O PL 4.284/2020 restringe seus efeitos ao período de calamidade pública decorrente do coronavírus e abrange trabalhadores (incluindo autônomos e servidores públicos federais) com atuação em atividades consideradas essenciais. Para que a situação seja considerada equivalente a acidente de trabalho, será necessária a apresentação de atestado médico apontando quadro sintomático da covid-19, correlacionado com exame que evidencie contato com o vírus no efetivo exercício das atividades do profissional.

Ao justificar o projeto, Leila menciona dados do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal sobre a dificuldade enfrentada pelos trabalhadores, especialmente os do setor de saúde, para reconhecimento das sequelas da covid-19 como acidente de trabalho. Segundo a senadora, o problema tem gerado “o ajuizamento de ações que, na sua quase totalidade, já têm prosperado. Porém, a lacuna legislativa gera custos para os trabalhadores e para o Estado, além do retardamento da aplicação da Justiça”, afirma. 

Leila disse esperar que o projeto aumente a proteção trabalhista e previdenciária durante a pandemia, oferecendo mais segurança aos trabalhadores na saída da crise decorrente do coronavírus.

 

Fonte: Agência Senado

As relações de trabalho foram diretamente influenciadas pela pandemia da Covid-19, que modificou a percepção de colaboradores em relação ao home office e aos benefícios oferecidos pelas empresas. De acordo com pesquisa da Robert Half, 86% dos entrevistados concordam que seria interessante que alguns benefícios mudassem daqui para frente, incluindo ajuda para quem está trabalhando em casa. E 61% dos entrevistados que estão empregados não aceitariam proposta de trabalho que não incluísse o home office parcial ou total ou aceitariam apenas se não tivessem escolha.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 31 de julho com 620 profissionais brasileiros.

A necessidade de promover o distanciamento social acelerou a adoção do trabalho remoto. Com a pandemia, 95% dos entrevistados tiveram a possibilidade de adotá-lo. Antes da pandemia, apenas 35% dos profissionais entrevistados faziam home office.

Assim, os colaboradores afirmaram que passarão a considerar o home office como um modo de trabalho e não mais como um benefício (opinião de 80% dos profissionais empregados e de 77% dos desempregados), e 11% dos entrevistados empregados disseram que não aceitariam uma proposta de trabalho de uma empresa que não oferecesse trabalho remoto de maneira parcial ou integral. Por outro lado, entre os profissionais desempregados, a condição cai para 3%. Veja no quadro abaixo:

Trabalho remoto é valorizado por profissionais empregados, mostra pesquisa — Foto: Robert Half

Trabalho remoto é valorizado por profissionais empregados, mostra pesquisa — Foto: Robert Half

 

Benefícios

O estudo mostra que 67% dos colaboradores acreditam que suas empresas fizeram boa gestão dos benefícios durante a pandemia e estão satisfeitos com os auxílios que recebem atualmente (75%). A maioria dos entrevistados (63%) não teve nenhum benefício suprimido. Já entre aqueles que tiveram algum corte, o vale-transporte aparece no topo da lista (19%).

A pesquisa ainda revela que benefícios tradicionais, como assistência médica, vale-alimentação e vale-refeição seguem sendo os mais valorizados pelos profissionais. Para 77,8% dos entrevistados, o auxílio médico é considerado como o mais importante, sendo também o benefício mais disponibilizado pelos empregadores (85%).

Benefícios como aportes na previdência privada e auxílio financeiro para montar o home office não faziam parte da lista dos mais comuns oferecidos pelas empresas antes da pandemia, mas figuram entre os considerados como mais importantes pelos colaboradores.

Estacionamento e vale-transporte – e outros referentes à locomoção para o trabalho -, no entanto, que estavam entre os mais oferecidos, não aparecem na lista dos mais desejados, conforme mostra a tabela abaixo:

Benefícios mais citados por profissionais antes e pós pandemia — Foto: Robert Half

Benefícios mais citados por profissionais antes e pós pandemia — Foto: Robert Half

Por mais que grande parte dos profissionais (59%) tenha respondido que suas empresas não concederam novos auxílios com o início da pandemia, apoio psicológico lidera a lista de novos benefícios recebidos (14%), seguido por notebooks (11%). O auxílio financeiro para montar home office, antes oferecido a menos de 1% dos profissionais, passou a ser concedido a 8% dos entrevistados após a pandemia.

Futuro

Após a pandemia, cerca de metade dos profissionais empregados (49%) acredita que o modelo de trabalho será “mais vezes em casa, do que no escritório”, seguido por “mais vezes no escritório, do que de casa” (23%). Entre os desempregados, quando perguntados sobre como gostariam que fosse o esquema de trabalho em um próximo emprego, existe uma similaridade entre “mais vezes em casa, do que escritório”, com 42%, e “mais vezes no escritório, do que de casa”, com 40%. Veja abaixo:

Modelos semanais de trabalho citados pelos entrevistados — Foto: Robert Half

Modelos semanais de trabalho citados pelos entrevistados — Foto: Robert Half

Na hora de aceitar uma nova proposta de emprego, 71% dos profissionais empregados dizem levar em consideração os benefícios, e caso os auxílios considerados importantes não sejam ofertados, buscam negociar melhor o salário (entre os profissionais desempregados, o percentual é de 58%).

Para outros 27% (33% entre os desempregados), os benefícios são avaliados, mas sem caráter decisivo, enquanto para o restante (2% entre os empregados e 10% entre os desempregados), a remuneração é o mais importante independente das demais condições do pacote oferecido pela empresa.

 

Fonte: Por G1

Cientistas brasileiros anunciarão nesta quinta-feira (13) em sessão da Academia Nacional de Medicina uma nova descoberta. Cavalos receberam a proteína Spike do Sars CoV-2, responsável por infecção das células humanas, e desenvolveram um anticorpo neutralizante 20 a 50 vezes mais potente contra a Covid-19.

Jerson Lima Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), e Adilson Stolet, médico e presidente do Instituto Vital Brazil (IVB), entraram com o pedido de patente da tecnologia.

"É importante fazer esta etapa de patente. Tudo foi desenvolvido aqui no Brasil e é importante fazer essa proteção intelectual", disse Silva em entrevista ao G1.

O pesquisador da UFRJ disse que o próximo passo será a aprovação dos estudos clínicos, os testes em humanos, para averiguar a segurança de um tratamento sorológico contra a Covid-19. Ele disse que está em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e explicou que a potência 50 vezes maior do anticorpo dos cavalos é um número conservador.

"Encontramos nos experimentos anticorpos até 100 vezes mais potentes. Nós fomos acompanhando cinco cavalos semanalmente e quatro deles tiveram uma resposta até mais alta do que 50".

O estudo:

  • O coronavírus tem uma proteína em forma de coroa, a Spike. É por meio dela que o vírus se liga aos receptores das células humanas para se multiplicar;
  • O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) produziu uma proteína igual à do Sars CoV-2 e participou da pesquisa;
  • Os especialistas do IVB inocularam apenas a proteína nos cavalos – que gera uma resposta imunológica, mas não deixa que o vírus infecte os animais;
  • Foram feitas 6 aplicações nos animais e os pesquisadores acompanharam a produção de anticorpos semanalmente;
  • Foi retirado o sangue dos cavalos e foi purificado até isolar apenas o anticorpo, em um produto pronto para fazer soroterapia em humanos;
  • A pesquisa está em fase de pré-impressão, divulgada em uma plataforma de estudos científicos, mas ainda sem publicação por revistas e revisão dos pares.

Este tipo de terapia com sorologia é usado há décadas em doenças como a raiva, o tétano e picadas de abelhas e cobras. De acordo com Silva, ainda é preciso responder qual é a melhor fase da infecção do coronavírus para a aplicação dos anticorpos neutralizantes em humanos, mas ele acredita que será em pacientes moderados e hospitalizados.

"Qual é a vantagem dos cavalos? Por exemplo, no caso de raiva, um só um cavalo produz 600 ampolas da imunoglobulina para tratamento", disse.

O pesquisador também adianta que os testes clínicos poderão ser feitos em parceria com o Instituto D’Or, que hoje lidera as pesquisas da vacina contra o coronavírus da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Rio de Janeiro.

Plasma x anticorpos isolados

Nesta terça-feira (11), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou que o tratamento com plasma sanguíneo com anticorpos da Covid-19 não tem benefícios comprovados pela ciência. O tipo de tratamento, no entanto, é diferente (veja abaixo a explicação) do que está sendo pensado pela UFRJ, IVB e Fiocruz.

O diretor da Opas, Sylvain Aldighieri, explicou que o tratamento com plasma sanguíneo com anticorpos de um determinado vírus é utilizado para algumas doenças, como o Ebola, na África. No caso do coronavírus, contudo, como ainda não há comprovação científica, e a Opas não recomenda.

"[Tratamento com plasma] não faz parte do tratamento principal para Covid-19 que estamos recomendando na Opas", esclareceu Aldighieri, lembrando que ainda não há nenhum medicamento e tratamento comprovado contra o vírus.

  • Plasma: O plasma é a parte líquida do sangue, onde ficam os anticorpos produzidos pelo organismo para combater as doenças. Essa substância, retirada de pacientes recuperados, pode ser aplicada em alguém que tenha Covid, por exemplo. No entanto, cada amostra terá uma quantidade e uma composição diferente de anticorpos, pois depende do organismo do doador, e pode não ter eficiência.
  • Anticorpos neutralizantes: Os cientistas isolam apenas o anticorpo que consegue neutralizar o coronavírus, especificamente. O produto será um frasquinho apenas com o anticorpo contra a doença, enquanto o plasma contém todos os anticorpos, variando em composição.

Equipe

Também participaram da pesquisa, além de Silva e Stolet: Leda Castilho e Renata Alvim (Coppe/UFRJ); Luís Eduardo Ribeiro da Cunha e Marcelo Strauch (Instituto Vital Brazil); Amilcar Tanuri, Andrea Cheble Oliveira, Andre Gomes, Victor Pereira e Carlos Dumard (UFRJ); Thiago Moreno Lopes (Fiocruz) e Herbert Guedes (UFRJ/Fiocruz).

O estudo foi financiado pela Faperj, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

 

Fonte: Por Carolina Dantas, G1

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), seis vacinas candidatas contra a Covid-19 estão na fase 3, de testes em humanos, a última etapa antes da aprovação: as da Sinovac Biotech (China), do Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm (China), do Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm (China), de Oxford/AstraZeneca (Reino Unido), da BioNTech/Pfizer (Alemanha/EUA) e da Moderna/NIAID (EUA). Três delas são testadas no Brasil, e um quarto teste pode começar no país em breve.

A vacina de Oxford, que segundo a OMS é a que está “mais avançada” no mundo todo, será testada em cinco mil voluntários em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador (BA). Na capital paulista, as primeiras doses já foram aplicadas em profissionais da saúde. O Ministério da Saúde fechou acordo com a AstraZeneca de transferência de tecnologia para a fabricação da vacina no Instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz. Insumos para a produção de 15 milhões de doses devem chegar ao Rio até dezembro, e a expectativa é que este primeiro lote seja liberado em janeiro de 2021.

A vacina da Sinovac é testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan (SP). Foram trazidas para o país 20 mil doses, que serão aplicadas em até 9 mil voluntários em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Distrito Federal. O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que terá inicialmente 30 milhões de doses do imunizante. Ele disse acreditar que a vacina estará disponível em janeiro.

No último dia 5, começaram os testes no Brasil da vacina da Pfizer. A pesquisa vai mobilizar mil voluntários nas cidades de São Paulo e Salvador (BA).

O Instituto de Tecnologia do Paraná fechou acordo com a Sinopharm, em julho, e deve enviar, até o fim desta semana, um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realizar os testes da vacina chinesa com voluntários.

 

Fonte: https://extra.globo.com

 

A produção industrial da zona do euro aumentou em junho, mostraram dados oficiais nesta quarta-feira (12), mas a recuperação após as quedas recordes provocadas pelo coronavírus em março e abril ficou abaixo das expectativas pelo segundo mês seguido e desacelerou em relação a maio.

O aumento foi impulsionado pela alta em bens duráveis, como carros e refrigeradores, no que pode ser considerado um sinal positivo da confiança do consumidor conforme as restrições contra a Covid-19 são aliviadas na região.

Entretanto, a alta na base mensal foi menor do que economistas esperavam, e desacelerou em relação a maio, com a produção permanecendo abaixo dos níveis pré-crise.

A produção industrial no bloco de 19 países aumentou 9,1% em junho sobre maio, informou a agência de estatísticas europeia, Eurostat, após alta de 12,3% em maio.

Economistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 10% em junho sobre o mês anterior.

Em um sinal mais claro de que o setor industrial da zona do euro ainda está longe de ter se recuperado, a produção despencou 12,3% em junho sobre o ano anterior, contra expectativa do mercado de queda de 11,5%.

 

Fonte: Por Reuters

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) anunciou pelas redes sociais, nesta segunda-feira (10), que seu exame para detecção do coronavírus teve resultado positivo. Ele informou que está em isolamento domiciliar e até o momento segue sem sintomas.

“Meus amigos e minhas amigas. Quero compartilhar com vocês que recebi o diagnóstico positivo da covid-19. Apesar de não apresentar nenhum sintoma, estou em isolamento e vou permanecer em quarentena até que os médicos me deem alta. É um momento em que todos devemos nos proteger ao máximo e, principalmente, confiar em Deus. Sigo trabalhando pelo nosso Piauí. Um abraço”, disse no Twitter.

Neste fim de semana o Brasil superou a marca de 100 mil mortes provocadas pela covid-19 e mais de 3 milhões de casos confirmados. No Senado, outros dez senadores já foram diagnosticados com a doença: Leila Barros (PSB-DF), Sérgio Petecão (PSD-AC), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Nelsinho Trad (PSD-MS), Jayme Campos (DEM-MT), Mara Gabrilli (PSDB-SP), Rogério Carvalho (PT-SE), Marcos do Val (Podemos-ES), Carlos Fávaro (PSD-MT) e o então senador Prisco Bezerra (PDT-CE), que já se recuperaram.

 

Fonte: Agência Senado

Sul e Sudeste do Pará

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