Esta semana, no dia 20, foi comemorado o Dia do Maquinista. Uma profissão que há mais de 160 anos, transporta cargas e passageiros por meio das ferrovias brasileiras. No Pará, a marabaense Michele Lima comemora, nesse período festivo, sua primeira viagem operando um trem de cargas entre cidades na ferrovia Carajás operada pela Vale no Pará e Maranhão. Hoje ela é a única maquinista mulher na EFC no comando desse veículo em deslocamentos intermunicipais.  

“Entrei na Vale em 2005 como oficial de pátio, passei para maquinista de pátio e hoje tive o privilégio de ser a primeira mulher a conduzir um dos maiores trens do mundo no Pará”, comemora Michele..

Segundo Michele, operar um veículo com dimensão quilométrica (são mais de 3,3 km de extensão), pode parecer muito desafiador, considerando ainda o fato de ser uma profissão predominantemente masculina, mas não foi para ela. “Foi como andar de bicicleta, depois que você aprende a primeira vez, você vai longe”, conta ela sorrindo.

O trem é considerado um dos meios de transporte mais seguros e mais ecologicamente corretos. A Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Estrada de Ferro Carajás (EFC) ambas administradas pela Vale foram consideradas pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), as ferrovias mais seguras no Brasil no último ano. Ambas atuam no transporte de minério e de cargas em geral como soja e milho.

Sobre o dia do maquinista


A data foi instituída em 2012, pelo Decreto de Lei nº 12.621 em homenagem à fundação da Associação dos Maquinistas e Ferroviários de São Paulo inaugurada em 20 de outubro de 1907. A primeira ferrovia do Brasil foi inaugurada em 1854 com 14,5 km ao fundo da baía da Guanabara, atualmente município de Magé no Rio de Janeiro.

 

Fonte: Tami Kondo 

O total de 29 Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Bom Jesus do Tocantins, Eldorado do Carajás, Marabá e Parauapebas acabam de receber mais de 850 itens, entre equipamentos hospitalares e de infraestrutura, para reforçar a atenção primária de saúde da população local. As entregas foram realizadas esta semana, dias 19 e 20 de outubro, e fazem parte do Ciclo Saúde, iniciativa da Fundação Vale em parceria com o CEDAPS e as Secretarias Municipais de Saúde. O objetivo do Programa é contribuir para o fortalecimento da atenção básica em municípios brasileiros, proporcionando melhorias na qualidade do atendimento às comunidades. 

No Pará, a cidade de Bom Jesus recebeu equipamentos para melhoria das condições físicas de seis UBS. Já em Eldorado, sete unidades beneficiadas. Marabá e Parauapebas tiveram 8 UBS contempladas em cada uma. Os itens doados foram escolhidos pelas Secretarias Municipais de Saúde a partir de uma lista definida pelo programa, que segue as recomendações do Ministério da Saúde. Além de garantir as entregas, o programa atua no apoio à gestão municipal e na capacitação das equipes voltadas ao atendimento.

Entre os equipamentos e mobiliários estão distribuídos em quatro eixos: instrumentos de apoio aos profissionais de saúde para aprimoramento do diagnóstico e do atendimento à comunidade; mobiliários e equipamentos voltados a criar ambientes favoráveis ao desenvolvimento de ações educativas; mobiliários e equipamentos voltados a melhorar a qualidade do ambiente de trabalho; e equipamentos para informatização da UBS.


Para a diretora da Atenção Primária de Parauapebas, Seanne Rodrigues, a Atenção Básica é a porta de entrada para o atendimento ao cidadão e, por isso, um bom atendimento é capaz de trazer benefícios como a redução das filas nos hospitais. “A porta de entrada do SUS é pela atenção primária, pois é lá onde acontece os problemas focais na atenção, prevenção e promoção da saúde. O Ciclo Saúde traz capacitações, oficinas e equipamentos novos para 8 unidades básicas aqui de Parauapebas, com o objetivo de ajudar a fortalecer a saúde primária, evitando que pessoas adoeçam ou que tenham complicações que necessitem de cuidados hospitalares”, explica Seanne.

Qualificação dos profissionais


Outra frente de atuação do Ciclo Saúde é a Promoção e Educação em Saúde. A iniciativa envolve oficinas formativas para a gestão de profissionais da Atenção Básica. Na primeira etapa do programa, 444 profissionais participaram das 25 Oficinas Básicas realizadas nos quatro municípios contemplados. Os encontros trabalharam conteúdos como conceitos de saúde e doença, Determinantes Sociais da Saúde, tecnologias e práticas para educação em saúde, promoção da saúde na pandemia da Covid-19, entre outros.

Ao todo, foram 150 horas de formação on-line, além dos conteúdos oferecidos em ambiente virtual de aprendizagem. A participação nessas oficinas gerou a criação de 36 planos de promoção e educação da saúde pelas equipes da Atenção Básica, que serão implementados nos próximos meses.

Em uma segunda etapa, os profissionais participarão de Oficinas Temáticas sobre a Primeira Infância e sobre as linhas de cuidados escolhidas para serem trabalhadas em seus planos de promoção e educação em saúde.

Sobre o Ciclo Saúde


Criado em 2014, o Ciclo Saúde é um programa de cooperação técnica para fortalecimento da Atenção Básica em municípios brasileiros e tem como objetivo contribuir para a promoção da saúde por meio de um processo integrado com oficinas formativas, apoio à gestão e doação de mobiliários e equipamentos para melhoria das condições de saúde. O Ciclo Saúde é uma iniciativa da Fundação Vale em parceria com a Vale, o Centro de Promoção da Saúde – CEDAPS, e o Programa de Pós-Graduação em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá.

 

Fonte: Nadia Farias

Entre junho e outubro de 2021, mais de 500 mil cestas básicas foram entregues para milhares de famílias em todo o Brasil. A ação é resultado da união de forças entre Vale, Movimento Panela Cheia, Movimento União Rio, Ação da Cidadania e outras entidades parceiras para ajudar no combate à fome no país.

A pandemia da Covid-19 aumentou o número de pessoas em situação de insegurança alimentar grave no Brasil. Atenta a este cenário, a Vale se uniu a organizações que atuam no combate à fome no país. Voluntários da Vale, de empresas parceiras e da sociedade também se juntaram à ajuda humanitária com doações via plataforma do programa de voluntariado da Vale. Até dezembro, a previsão é entregar 1 milhão de cestas para mais de 200 mil famílias em situação de insegurança alimentar grave.

A distribuição das cestas é dividida em três frentes: ONGs parceiras estão distribuindo alimentos para municípios do Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará e Mato Grosso do Sul, por meio de cestas básicas ou cartões-alimentação. Já o Movimento Panela Cheia ficou responsável por distribuir alimentos para os demais estados do país. O Movimento União Rio reforçou a distribuição na cidade do Rio de Janeiro.

A Ação da Cidadania atuou em parceria com a Rede Voluntária Vale, plataforma de voluntariado da empresa, via matching: a cada R$ 1 doado pelo site da Rede Voluntária, a Vale fazia uma doação de R$ 10. A meta de R$ 200 mil em doações de voluntários para garantir R$ 2 milhões em doações da Vale foi alcançada e todo o valor foi revertido em cestas básicas entregues pela Ação da Cidadania para instituições parceiras e outras indicadas pelos voluntários nos estados do Pará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Maranhão e Mato Grosso do Sul.

Sobre a Vale


A Vale é uma mineradora global, líder mundial na produção de minério de ferro e níquel, com sede no Rio de Janeiro e presente nos cinco continentes. Para a Vale, a mineração é essencial para o desenvolvimento do mundo e só servimos à sociedade ao gerar prosperidade para todos e cuidar do planeta.  Acreditamos que existimos para melhorar a vida e transformar o futuro juntos com as pessoas.


Sobre o Movimento Panela Cheia


A CUFA, a Gerando Falcões e a Frente Nacional Antirracista, com o apoio do União SP e cooperação da Unesco, uniram esforços para criar o Movimento Panela Cheia em busca de arrecadar recursos para a compra de cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade. Estas instituições lutam todos os dias contra a dura realidade da fome e trabalham seriamente para fazer chegar alimentos onde se mais precisa: nas mesas de famílias em comunidades de todo país.

Sobre o Movimento União Rio


O União Rio é um movimento voluntário da sociedade civil do Rio de Janeiro que reúne pessoas, empresas e organizações não governamentais. Foi criado em 17 de março de 2020 com o objetivo de combater os impactos da Covid-19 e de preservar vidas. Visa a atuar nas necessidades mais urgentes das pessoas, a partir da captação de doações financeiras, de produtos e de serviços para a execução de ações filantrópicas. Conta com mais de 1.000 voluntários e inspirou a criação de movimentos similares em 20 estados do País. Pauta-se na ética, na transparência na aplicação dos recursos e na prestação de contas à sociedade.

Sobre a Ação da Cidadania


A Ação da Cidadania foi fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, conhecido como Betinho, com o intuito de combater a fome e a desigualdade socioeconômica em nosso país e ajudar os mais de 32 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza naquele ano. Desde sua criação, a ONG deu início a uma série de iniciativas, sendo o Natal Sem Fome a mais célebre delas. Após dez anos sem ser realizada, a campanha voltou em 2017 e, em 2020, ganhou força total para ajudar os agora dezenas de milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza, segundo dados do Cadastro Único do Governo Federal.  

 

Fonte: Tami Kondo

A Vale informa que a Juíza da 3ª Vara de Fazenda da Comarca de Belém determinou, em liminar, o restabelecimento da vigência e validade da licença de operação da mina de Onça Puma e o retorno imediato das atividades de mineração na unidade. Desta forma, a empresa retoma, imediatamente, as operações na mina de Onça Puma, a partir desta quinta-feira, 7 de outubro.

 

Fonte: Nadia Farias 

 

 

Confira o edital em anexo no topo da página 

 

Fonte: Redação 

O Cultura na Praça chega ao Pará. O projeto, que conta com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, vai oferecer oficinas de capacitação e criação audiovisual para quatro turmas de três comunidades do interior do estado.

“A intenção é ensinar os jovens a fazer cinema na prática e a partir de suas próprias histórias”, explica o coordenador do Cultura na Praça, Gilberto Scarpa. Sob orientação do cineasta Cris Azzi, os alunos participam ativamente de todas as etapas de produção, desde a escolha do tema até a montagem final. O resultado de cada oficina é um filme em curta-metragem sobre o patrimônio cultural material e imaterial do lugar.

“O Instituto Cultural Vale tem um compromisso com a cultura e vai onde ela estiver. E por isso patrocinamos o Cultura na Praça que promove encontros pautados na valorização de diversas culturas, de suas raízes e identidades locais, com vistas à transformação social. Com a formação de grupos de jovens e construções coletivas de conteúdos audiovisuais, proporcionamos a troca e aprimoramos a reflexão e a interação com as suas culturas", destaca a gerente do Instituto Cultural Vale, Christiana Saldanha.

A primeira comunidade do Pará a receber o Cultura na Praça foi a Vila São Raimundo, em Bom Jesus do Tocantins. Eloá Santos, de 12 anos, está inscrita na oficina com o objetivo de aprimorar seus conhecimentos técnicos e seguir produzindo audiovisual para as redes sociais. Ela conta que já foi youtuber, mas que agora é tiktoker. “Os vídeos que faço não são exatamente cinema, mas o jeito de fazer é parecido, e tenho certeza que eles vão ficar bem melhores depois dessa experiência”, avalia a estudante.

Já Evelly Lima Costa, de 17 anos, não tem qualquer experiência com produção audiovisual, mas espera que o curso possa ajudá-la a superar a timidez, problema que cresceu devido à pandemia. “Eu quero aprender a me expressar melhor, a ser mais eu. Espero que o cinema possa me ajudar nisso”, explica.

Após as filmagens na Vila São Raimundo, o projeto segue para a Agrovila Nova Jerusalém, em Canaã Dos Carajás, e depois Serra Pelada, em Curionópolis. Famosa pela corrida do ouro na década de 1980, Serra Pelada contará com duas turmas e, consequentemente, serão realizados dois filmes por lá. “Serra Pelada é nacionalmente conhecida pelo seu passado, mas será muito interessante mostrar como está a comunidade hoje, ainda mais através dos olhares de seus jovens moradores”, explica o cineasta e professor Cris Azzi.

Filmagens já terminaram nas comunidades do Maranhão


O projeto circulou também em comunidades do interior do Maranhão. As oficinas ocorreram nas comunidades de Vila Tropical/Verona, em Bom Jesus das Selvas; Francisco Romão e Pequiá de Cima, em Açailândia; São João do Andirobal, em Cidelândia, e na Vila São Raimundo, em São Pedro da Água Branca. Em cada uma dessas comunidades, os alunos conceberam e produziram um filme diferente.

Jaciane Alves, 12 anos, moradora da Vila São Raimundo, em São Pedro da Água Branca, quer declarar, no filme, sua paixão pelo rio Tocantins. “Eu gosto muito de puxar um peixe, de acampar com meus amigos, de andar de canoa, de dar salto na água e mergulhar no rio. E, claro, nós queremos que o rio esteja no nosso filme! Por isso, pensamos em contar uma história de pescador."

Filmes serão exibidos nas comunidades e on-line
A última etapa do projeto será a exibição dos documentários produzidos durante as oficinas, o que ocorrerá tanto na sala de cinema virtual “Cine Babaçu”, plataforma de exibição on-line do Cultura na Praça (culturanapraca.art.br), como em sessões especiais nas comunidades. Apesar da limitação de público imposta pela pandemia de COVID-19, os alunos e poucos convidados terão a oportunidade de assistir ao filme na tela grande de cinema. Jaciane mal pode esperar. “Vai ser mais uma história para contar! E, dessa vez, não vai ser história de pescador”, brinca a estudante.


O projeto Cultura na Praça é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Cultural Vale, apoio do Centro Cultural Tatajuba e realização da Vivas Cultura e Esporte, Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo - Governo Federal.
*Observação: a realização das sessões de cinema presenciais está condicionada à análise dos níveis de transmissão pela Covid-19 no local e ao procedimento determinado por decretos estaduais e municipais, à época da exibição.

 

Fonte: Nadia Farias 

Termina na sexta-feira (24), o prazo para inscrições para os dois Programas de Recém-Graduados 2022 da Vale: o Global Trainee Program e o Programa Trainee Especialista de Engenharia e Geologia. No total, são mais de 40 vagas para recém-formados para os municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas, Marabá e Ourilândia do Norte, no Pará, e cerca de 150 vagas em todo o país. A Vale busca diversidade e candidatos alinhados com o compromisso de construção de um ambiente de trabalho respeitoso e inclusivo. As oportunidades são também para os estados do Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas em www.vale.com/trainee.

De acordo com a gerente global de Atração de Talentos, Mira Noronha, o objetivo dos programas é desenvolver esses profissionais para que, no médio e no longo prazo, eles ocupem cargos estratégicos e contribuam com a transformação cultural da empresa. “Buscamos pessoas alinhadas aos valores da Vale e que estejam dispostas a evoluir conosco. É fundamental que os candidatos estejam conectados com nosso propósito de melhorar a vida das pessoas nas comunidades onde atuamos e de transformar o futuro”, explica.

 

Diversidade

O processo seletivo será online e oculto (também conhecido como às cegas): informações como idade e instituição de formação, por exemplo, são omitidas até a última etapa, buscando evitar a influência de vieses inconscientes no processo. A empresa busca atingir pelo menos 50% de mulheres e priorizar a contratação de profissionais negros. O conhecimento avançado da língua inglesa não será um pré-requisito para o Programa Trainee Especialista, ampliando as chances de candidatos que ainda não tiveram a oportunidade de aprender o idioma neste nível. Além disso, não há limite de idade para se candidatar.

Na última edição, a Vale selecionou 95 profissionais negros. Isso significa que, dos 144 trainees contratados pela empresa, 66% se autodeclararam pretos ou pardos no momento da inscrição. Dentre os 144 contratados, 98 são mulheres, o que equivale a 68% da turma. Eles já estão atuando nas áreas para as quais foram selecionados e começam em breve as mentorias com líderes e treinamentos de competências para início de carreira (early leadership skills).

Programa Trainee Especialista em Engenharia e Geologia

Os candidatos ao Programa Trainee Especialista precisam ter o desejo de se aprofundar tecnicamente em mineração e logística. Também se espera que tenham visão sistêmica e mentalidade digital. No total, são 110 vagas para pessoas formadas em engenharia ou geologia, com graduação concluída entre março de 2019 e março de 2022. O programa tem duração de 18 meses e algumas vagas podem exigir inglês intermediário. A trilha de aprendizado acontecerá por meio de um curso de formação específico para cada área (mina, ferrovia, porto ou pelotização) e aplicação prática na rotina de trabalho.

Global Trainee Program

Serão cerca de 40 vagas para o Global Trainee Program. Neste caso, os candidatos precisam ter visão ampla, sistêmica e estratégica do negócio, além de mentalidade digital. O programa terá duração de 18 meses e os candidatos podem ser formados em qualquer curso e ter finalizado a graduação entre outubro de 2019 e março de 2022. Também é preciso ter conhecimento do idioma inglês avançado ou fluente e disponibilidade para mudanças e viagens. Neste caso, o programa de desenvolvimento será focado em negócios e gestão de projetos e contará também com job rotations, ou seja, oportunidade de atuar em diversas áreas.

Contratação e benefícios

O processo seletivo do Programa de Recém-Graduados 2022 acontece de agosto deste ano até janeiro de 2022. A previsão de contratação é em maio de 2022. Além da oportunidade de desenvolvimento e aprendizado, a empresa oferece salário compatível com o de mercado e os seguintes benefícios: participação nos lucros e resultados (PLR); auxílio mudança; plano de previdência privada; assistência médica e odontológica; vale alimentação; auxílio farmácia; e seguro de vida em grupo.

Mineração Por Elas

A Vale lançou a segunda temporada da websérie Mineração Por Elas, que tem como objetivo mostrar a bem-sucedida presença de mulheres em áreas técnicas, operacionais e de gestão na empresa. Os dois primeiros episódios já estão disponíveis e têm foco no pioneirismo e na trajetória de mulheres negras na empresa. Os episódios seguintes abordarão a diversidade de orientação sexual, além de mostrar histórias de pessoas com deficiência, jovens talentos e lideranças. Saiba mais em www.vale.com/mineracaoporelas.

 

Fonte: Tami Kondo

A Vale marcou presença na programação da 13ª Semana de Luta pelos Direitos da Pessoa com Deficiência de Parauapebas. A empresa, entre outras entidades, participou de ação desportiva e de cidadania voltada para pessoas com deficiência realizada na última semana.

A ação, que teve como tema “Deficiência não é uma opção, respeite a inclusão”, foi uma inciativa do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Gildiney Sales, que possui deficiência visual e é gerente Executivo das Operações da Vale em Carajás, buscou motivar o grupo para entrada no mercado de trabalho contando um pouco de sua trajetória. Ele destacou a importância da parceria público-privada e da sociedade na busca de entender as dificuldades, de ouvir e buscar com as pessoas com deficiência, soluções para criar oportunidades. “Nós entendemos que as pessoas com deficiência precisam de condições de qualificação e formação, além das questões que envolvem acessibilidade, igualdade e condições para se inserir no mercado de trabalho”, destacou Sales.

Na terça-feira, 21/9, no qual é comemorado o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, a empresa também participou de ação realizada na Escola Fernando Pessoa. Além de palestras sobre empoderamento, empreendedorismo, carreira e inovação, também foram fornecidas orientações sobre carreira na Vale para pessoas com deficiência e cadastro desses profissionais no banco de oportunidades da empresa.

A Vale estimula fortemente a participação de pessoas com deficiência nos processos seletivos promovidos pela empresa. Sarah Lopes passou por um deles e atualmente trabalha em Carajás, no município de Parauapebas, na equipe de gestão e contratos do negócio de Metais Básicos desde dezembro de 2019. Ela é formada em Engenharia Civil e integra a equipe de Gestão e Contratos do negócio de Metais Básicos desde dezembro de 2019.

Sarah tinha o sonho de trabalhar em uma grande empresa. “E aos 25 anos isso foi possível. Vivo e desfruto desse sonho a cada dia", conta. “Existem muitos deficientes com vontade de aprender, crescer e ter o seu trabalho. Mas infelizmente muitas vezes esses deficientes deixam de sair de casa e ir em busca dos seus sonhos justamente pelo medo de como serão recebidos pela sociedade, acessibilidade nas ruas e nos estabelecimentos”, destaca Sarah.

Seleção


Este ano, a Vale promoveu processos seletivos exclusivos para talentos com deficiência. Ao todo foram mais de 300 vagas abrangendo diversos cargos, em áreas operacionais e administrativas, incluindo o trabalho remoto, em todo o Brasil. Criar cada vez mais oportunidades para profissionais com deficiência é parte do movimento da Vale de se tornar mais diversa e inclusiva.

“Estamos em uma jornada de transformação e acreditamos que a evolução da Vale exige contribuições de múltiplas perspectivas e experiências. Somos uma empresa feita por pessoas e para pessoas e atrair talentos diversos é fundamental para que possamos inovar e construir uma companhia cada vez mais sustentável”, destaca Mira Noronha, gerente global de Atração de Talentos da Vale.

 

Fonte: Tami Kondo

A Vale iniciou a operação de seis caminhões fora de estrada autônomos no Complexo de Carajás, no Pará. Até o final do ano serão dez veículos operando no local. A inciativa faz parte de um conjunto de ações voltadas para ampliar a segurança dos empregados, tornar a operação mais ambientalmente sustentável e obter ganhos de competitividade. A implantação está sendo acompanhada de um plano de recursos humanos para capacitar os empregados a trabalhar com as novas tecnologias digitais.

Os caminhões autônomos com capacidade para transportar 320 toneladas estavam em teste em uma área isolada de Carajás desde 2019. Esta semana eles iniciaram a fase final de testes na mina N4E e ontem, quarta-feira (2/9), entraram oficialmente em produção. No Complexo de Carajás, os autônomos conviverão com os caminhões convencionais.

“A introdução dos caminhões autônomos em Carajás é mais um passo da Vale rumo à ambição de se tornar referência em segurança na mineração e em direção à meta de reduzir as emissões de carbono em 33% até 2030”, afirma Antônio Padovezi, diretor do Corredor Norte da Vale. “A tecnologia reduz a exposição dos empregados aos riscos inerentes à atividade e traz também benefícios ambientais, reforçando nosso novo pacto com a sociedade”.

Pessoas no centro das decisões


No caminhão autônomo não há operador na cabine. Mas as pessoas seguem tendo papel relevante na operação autônoma. Além da convivência com outros caminhões convencionais na operação, outros equipamentos que circulam pela mina, como motoniveladoras e tratores, continuarão sendo tripulados. Atualmente, em Carajás, são mais de duas centenas de caminhões e equipamentos móveis, que suportam a atividade de lavra e tem interface com os caminhões.

Grupo de operadores desses veículos que irão interagir com os autônomos receberam treinamento. Já foram capacitados 32 operadores e até o final do ano este número chegará a 120. Serão 208 horas de treinamento para cada operador, totalizando quase 25 mil horas.

O operador de esteira e motoniveladora, André Costa Magalhães, 41 anos, está há 11 na Vale e foi um dos operadores treinados para ter interface com o caminhão autônomo. “Minha atividade mudou hoje, atuava na convencional e tive oportunidade de fazer parte da mina autônoma muito bacana, segura e agora faço parte dos primeiros operadores da mina autônoma, estou muito feliz”, conta ele.

Para essa interface com os autônomos, os equipamentos foram adaptados com um painel chamado PTX. O operador de pá escavadeira, pá mecânica e que também operava caminhão, Daniel Pacheco explica como funciona o aparelho. “O PTX é o monitoramento de todos os equipamentos autônomos, a gente define manobra, pré-manobra, bloqueio, tudo a gente interage no ptx. A diferença é que está prático, mais rápido, antes a gente chamava o operador para encostar na máquina, e hoje vamos na tela do ptx e definimos todas as manobras que o caminhão precisa”, explica Daniel.

Nos próximos 12 meses, a operação será assistida pelo fornecedor dos caminhões. A previsão é que, após esse período, a Vale assuma totalmente a operação. Quando isso ocorrer, novos postos de trabalho também serão criados em salas de controle, distante da frente de lavra.

“A implantação dos autônomos na operação está sendo feita com a preocupação de se manter as pessoas no centro das decisões”, explica o gerente do Programa Autônomos, Pedro Bemfica. “A introdução da tecnologia digital impulsiona a evolução das competências profissionais dos empregados e os torna mais preparados para a tendência de transformação digital da indústria”.

Segurança


Os caminhões autônomos são controlados por sistemas de computador, GPS, radares e inteligência artificial, percorrendo a rota entre a frente de lavra e a área de descarga. Ao detectar riscos, os equipamentos paralisam suas operações até que o caminho volte a ser liberado. Os sensores do sistema de segurança são capazes de detectar tanto objetos de maior porte, como grandes rochas e outros caminhões, até seres humanos que estejam nas imediações da via. Com isso, situações de risco, como tombamento e colisão, foram eliminadas.

Meio ambiente e competitividade


A operação autônoma também traz relevantes benefícios ambientais. O desempenho mais constante dos caminhões e o aumento da sua velocidade média permitirá uma redução de cerca de 5% no consumo de combustível, o que resulta em volume mais baixo de emissões de CO2 e particulados. Com base em dados do mercado, espera-se um aumento da vida útil dos equipamentos na ordem de 7%, o que reduz a geração de resíduos como peças e lubrificantes, e um desgaste 25% menor dos pneus, o que também levará a uma menor geração de resíduos desse item.

Além dos caminhões, já estão em operação no Complexo de Carajás quatro perfuratrizes autônomas. Mais três perfuratrizes começarão a operar até o final do ano. A operação autônoma começou a ser implantada pela Vale na mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), em 2016, e hoje abrange todos os 13 caminhões fora de estrada dessa unidade. Desde a implantação em Brucutu, não foi registrado nenhum acidente causado pelos caminhões.

Tecnologia em expansão


O programa de autônomos da Vale continua em expansão, com um investimento total de cerca de US$ 34 milhões em 2021. Até o final do ano estarão em operação em toda a empresa 23 caminhões, 21 perfuratrizes e três pátios (empilhadeiras e recuperadoras) em Pará, Minas Gerais e Rio de Janeiro. No exterior, a operação autônoma já é realidade no Canadá, com perfuratrizes e carregadeiras para minas subterrâneas, e na Malásia, com máquinas de pátio.

 

Fonte: Tami Kondo

Estreou nesta terça-feira, 31 de agosto, o segundo episódio da nova temporada de Mineração Por Elas, websérie que mostra a bem-sucedida presença de mulheres em áreas técnicas, operacionais e de gestão na Vale. A segunda temporada tem como fio condutor a diversidade de forma ampla. O episódio recém-lançado traz a história de três mulheres negras que sentem orgulho por serem exemplo e inspiração para outras mulheres de dentro e de fora da empresa.

No filme, que já está nas redes sociais e plataformas digitais da Vale, o público poderá conhecer Stephanie Almeida, geóloga, e Amanda Lírio, engenheira de minas, que atuam na unidade Carajás Serra Sul (Complexo S11D), em Canaã dos Carajás, no Pará; e Josiany Nunes, técnica em segurança do trabalho na Unidade Tubarão, no Espírito Santo.

Para a marabaense Stephanie Almeida, participar da websérie foi uma experiência fantástica. “Estar nesse projeto e poder incentivar outras mulheres a ocuparem mais espaço na mineração, mostrando com inúmeros estudos de caso que é possível sim, independente do cargo, foi gratificante. Não contive as lágrimas de tanta emoção por representar não só as mulheres como todo, mas principalmente a mulher preta que, segundo as estatísticas ainda ocupam minoria dos grandes cargos”, destaca.

Já Amanda Lírio destaca a importância de ter e ocupar o lugar de fala. “ É muito importante que mais e mais mulheres pretas se sintam encorajadas a ocuparem os espaços que um dia elas pensaram que não poderiam. Essa foi a minha motivação de participar desse episódio. Foi muito especial contribuir para que essas meninas e mulheres enxerguem que a Vale tem um compromisso em criar um ambiente onde elas podem ir lá e fazer o que tiverem vontade de fazer, inclusive trabalhar em uma carreira de alto nível técnico ou de gestão”.

O episódio de estreia da temporada, que foi ao ar no dia 6 de agosto, traz mulheres pioneiras que falam sobre os desafios que viveram ao serem as primeiras na sua área ou função. Os episódios seguintes abordarão diversidade de orientação sexual, além de mostrar histórias de pessoas com deficiência, jovens talentos e lideranças. Cada filme dura cerca de cinco minutos e traz, em formato documental e com protagonismo das personagens, o olhar de empregadas da Vale de várias regiões do Brasil e de outros países sobre a diversidade na mineração.

“Estamos verdadeiramente empenhados em promover a inclusão e valorizar a diversidade. Seguiremos nessa jornada, juntos. Estes são imperativos éticos conectados com o propósito da Vale de melhorar a vida das pessoas e transformar a sociedade para todas as pessoas”, afirma Marina Quental, vice-presidente executiva de Pessoas da Vale. Segundo ela, a websérie mostra para o público a inserção diversificada das mulheres na Vale nos mais variados cargos, profissões e funções, trazendo inspiração para que outras mulheres vejam que é possível e promissor construir uma carreira na indústria da mineração.

Mais de 200 empregadas se inscreveram para participar da websérie
Mais de 200 mulheres compartilharam suas experiências de vida e se inscreveram para participar da 2ª temporada do Mineração Por Elas. Por conta do limite de episódios, muitas histórias incríveis ficaram de fora, demonstrando que a mineração também é, cada vez mais, uma indústria onde mulheres podem construir carreira. Assim como a temporada de estreia, a produção vem seguindo todas as recomendações de prevenção e distanciamento social em virtude da pandemia. Quase todas as imagens tiveram captação remota e, muitas vezes, foram filmadas pelas próprias personagens. A websérie Mineração por Elas é realizada pela equipe de comunicação da Vale em parceria com a 4 Asas Produções. A primeira temporada contou com seis episódios e participação de 25 empregadas da Vale no Brasil e em outros países.

Meta de gênero e avanços


Em 2019, a mineradora anunciou a meta de dobrar a representatividade de mulheres na sua força de trabalho até 2030, passando de 13% para 26%. E de aumentar a presença de mulheres em cargos de liderança sênior de 12% para 20%. Em julho deste ano as mulheres já representavam 18,3% nas posições de liderança sênior e 18,1% do total da força de trabalho da Vale. Entre dezembro 2019 e julho 2021 crescemos em 3.800 o número de mulheres na Vale.
Saiba mais em www.vale.com/mineracaoporelas.

 

Fonte: Tami Kondo 

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Sul e Sudeste do Pará

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