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Carajas o Jornal

Carajas o Jornal

Campeã do "BBB21", Juliette soltou a voz inúmeras vezes ao longo do jogo e surpreendeu o público e artistas, que elogiaram o talento vocal da maquiadora. Mas ela contou em entrevista coletiva a jornalistas, um dia após a final, que nunca pensou em ser cantora.

"Sempre gostei muito de música, mas não como profissão, como amor." Juliette contou que não tinha pretensão alguma quando cantava na casa.

 

"Era pra fugir do caos, do que estava sentindo, pra relaxar, lembrar das raízes. Não tinha pretensão, nem acho que sou cantora. Tenho muita a estudar, aprender."

 

"Eu tô me achando. O povo disse que sou cantora, eu tô acreditando. Se for para ser cantora, tô dentro", afirmou a maquiadora, que ainda está analisando todos os planos para o futuro.

"É muita decisão. Sem nem o que eu tô fazendo aqui, que dirá o que quero ser", brincou.

Sim para Luan

Entre as questões de Juliette, uma já tem resposta: o sim para um possível convite para parceria musical com Luan Santana. Ao longo do jogo, o sertanejo enviou uma mensagem para ela.

 

"Claro, 'oxe', na hora, meu Deus. Muito, ele é maravilhoso, um artista maravilhoso. É uma honra. Cantar com ele seria um sonho", diz sobre Luan.

 

Mas Juliette ainda não sabe qual o conteúdo da mensagem do cantor. "Não abri ainda, quero abrir concentrada. Não vi nem minha mãe ainda. Depois de ver minha mãe, vejo o Luan Santana."

 

Favoritismo

Juliette revelou que, ao longo do jogo, até sentiu que poderia ser uma das favoritas por causa dos discursos de Tiago Leifert e das atitudes de algumas pessoas da casa.

Ainda assim, a maquiadora conta que por muitas vezes, chegou a duvidar de sua força.

"Não conseguia me olhar no espelho, tinha vergonha, sentia coisas horríveis. Naquela última prova, só queria um abraço. Por isso que ficava toda hora mentalizando música, meus amigos, para não esquecer de quem eu era. Mas duvidei, sim, até da minha inteligência", conta.

Ela ainda explica o motivo de sempre ter tentado se aproximar de outros participantes, mesmo quando lhe faziam mal, repetindo a atitude que tem fora da casa.

"É muito ruim quando as pessoas não acreditam em você. E como não gosto, tento acreditar sempre nas pessoas. Ali dentro, eu não tinha vaidade mais, me sentia feia, burra, a única coisa que ainda tinha era minha verdade. Se eu perdesse aquilo, eu não seria mais nada, nem lá dentro, nem aqui fora."

"Eu não tinha escolha, tinha que segurar o que tinha. Ficaria muito mais angustiada se eu tentasse mudar. Eu não podia desviar no que acreditava senão ia me perder de mim."

 

Milhões de seguidores

Juliette está com mais de 26 milhões de seguidores no Instagram. Antes de entrar na casa, ela conta que não planejou nada para postagem e apenas deixou a senha com dois grandes amigos.

Ao deixar o jogo, descobriu que 18 pessoas estão trabalhando na equipe de mídias sociais.

"Eles fizeram tudo isso. Quando disseram que a equipe está com 18 pessoas, perguntei quem estava pagando, porque eu não tenho condições de pagar essas pessoas. Ainda estou entendendo como esse povo está sendo remunerado, como está funcionando."

Ela ainda conta que nunca teve intenção de se tornar influenciadora digital quando decidiu entrar no programa. "Não tinha objetivo de ser influencer, famosa. Tinha o de ter segurança financeira. E ter o carinho das pessoas. Só não queria ser cancelada. Meu medo era ser cancelada porque falo muito, falo besteira."

"Mas queria ajudar minha mãe, meus irmãos. Isso era prioridade. O resto é consequência, que eu queria que fosse boa. Se fosse ruim, iria chorar."

 

Fonte: Por Marília Neves, G1

Uma operação da Polícia Civil do RJ contra o tráfico de drogas no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, deixou 25 pessoas mortas e provocou um intenso tiroteio no início da manhã desta quinta-feira (6).

O policial civil André Farias foi baleado na cabeça e morreu, segundo a polícia. A corporação afirma ainda que 24 suspeitos foram mortos, mas não esclareceu quem são as vítimas e a situação em que foram atingidas.

Dois passageiros do metrô foram baleados dentro de um vagão da linha 2, na altura da estação Triagem, e sobreviveram. Um morador foi atingido no pé, dentro de casa, e passa bem. Dois policiais civis também se feriram.

Vídeos registraram o som de rajadas, e explosões de bombas foram registradas em diferentes pontos da favela (veja vídeo abaixo).

Moradores contaram que não conseguiam sair de casa — como uma noiva de casamento marcado e uma grávida com cesariana agendada, ambas para esta manhã. Devido ao confronto, a Clínica da Família Anthidio Dias da Silveira precisou ser fechada.

 

Maior nº de mortes, apesar de restrição do STF

Segundo a plataforma digital Fogo Cruzado, que registra dados de violência armada desde julho de 2016, é o maior número de mortes durante uma operação da polícia em uma comunidade desde o início dos levantamentos.

Desde junho do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu operações em favelas durante a pandemia. A decisão permite ações apenas em "hipóteses absolutamente excepcionais".

Para isso, os agentes precisam comunicar ao Ministério Público sobre o motivo da operação. O G1 perguntou à polícia e ao MP qual foi o motivo apresentado, mas ainda não obteve resposta.

Um advogado da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanha o caso.

Aliciamento de crianças e adolescentes

A Operação Exceptis investiga o aliciamento de crianças e adolescentes para ações criminosas, como assassinatos, roubos e até sequestros de trens da Supervia. A polícia afirma que o tráfico da região adota táticas de guerrilha, com armas pesadas e “soldados fardados”.

O Jacarezinho é considerado uma base do Comando Vermelho, a maior facção do tráfico de drogas em atividade no Rio. A comunidade é predominantemente plana, repleta de ruelas e cercada de barricadas instaladas pelo crime — o que dificulta o acesso de blindados, por exemplo.

O Globocop flagrou às 6h45 policiais avançando pelos trilhos da Supervia e do metrô — que cortam o Jacarezinho na superfície — e se abrigando em postes. Helicópteros da polícia, em apoio às equipes em terra, davam rasantes na comunidade (veja vídeo acima).

Às 7h30, criminosos com fuzis foram vistos pulando de laje em laje, em fuga (veja vídeo abaixo). Os homens passavam as armas de mão em mão pelos muros enquanto corriam pelos telhados das casas.

Durante a operação, não havia movimentação de moradores nas ruas e vielas do Jacarezinho.

A troca de tiros afetou a circulação da Linha 2 do metrô e dos ramais de Saracuruna e de Belford Roxo da Supervia — trens da Central não partiam para esses destinos.

 

Escutas identificaram 21 criminosos

Com a quebra dos dados telemáticos autorizada pela Justiça, foram identificados 21 integrantes do grupo criminoso, todos responsáveis por garantir o domínio territorial da região com utilização de armas de fogo.

A polícia identificou uma estrutura típica de guerra provida de centenas de “soldados” munidos com fuzis, pistolas, granadas, coletes balísticos, roupas camufladas e todo tipo de acessórios militares.

 

Fonte: Por Diego Haidar, Elza Gimenez, Filipe Fernandes, Guilherme Peixoto e Henrique Coelho, TV Globo e G1 Rio

No total, 204 oportunidades de emprego estão sendo oferecidas para os trabalhadores de Parauapebas.

Para soldador de chaparia, são agora 33 vagas, sendo que há empresa querendo contratar profissional com experiência em solda MIG. Tem também 06 vagas para montador de estrutura civil.

O mercado de trabalho ainda procura por pedreiro, carpinteiro, auxiliar de almoxarifado, analista de TI, auxiliar administrativo, técnico em segurança do trabalho, bibliotecária, enfermeiro e muito mais. Veja todas as vagas no painel do Sine. Basta acessar AQUI.

Agende seu atendimento

Muito importante: devido à pandemia, você precisa agendar dia e horário para ser atendido pelo Sine. Compareça com máscara e mantenha o distanciamento social, evitando assim aglomeração e preservando a sua vida e a vida de quem você ama. E quando você for ao Sine, poderá pedir a Carteira de Trabalho digital.

Para agendar o horário, entre em contato por telefone ou pelo whatsApp.

Anote os números:

  • Seguro-desemprego: (94) 99183-2150
  • Vagas de emprego: (94) 99264-8990
  • Atualização de cadastro: (94) 98438-8749 e 99257-2227

Para a cidade não parar, pare de aglomerar!

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

A comunidade Nova Vitória foi a escolhida para o lançamento do programa Mais Horta, realizado na segunda-feira, 3, pela Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror). O programa vai fortalecer a produção de hortaliças na agricultura familiar do município.

“É um programa que viabiliza dar suporte aos produtores, nessa produção de hortaliças, com apoio dado pela prefeitura de mecanização e assistência técnica. Nesta comunidade são 52 famílias beneficiadas. Já fizemos a visita técnica em outras localidades e estamos com 250 famílias inscritas no programa Mais Horta até o momento”, explicou Milton Zimmer, secretário de produção rural.

O seu Francisco da Silva Costa, conhecido como Barbudo, é um dos produtores do Nova Vitória que se enquadra no perfil para ser beneficiado com o programa Mais Horta, ele avalia que a ajuda da prefeitura será fundamental para que a sua família consiga produzir hortaliças de qualidade e com boa aceitação no mercado.

“A gente sabe que é da agricultura que vem o nosso alimento, então nós lançamentos esse programa para que as famílias possam produzir seu próprio alimento e também comercializarem sua produção. É mais sustento às famílias e mais movimentação na economia”, afirma o prefeito de Parauapebas, Darci Lermen

Critérios de participação

O produtor rural deve ter área que comporte o cultivo de hortaliças. Os interessados precisam entrar em contato pelos telefones 3346-8220 ou 3346-8221 da Sempor para o agendamento de cadastro, que deverá ser realizado por apenas um membro da família. Após a inscrição, será realizada triagem e vista técnica respectivamente para avaliar a viabilidade do espaço para implantação do programa mais horta.

 

Texto: Karine Gomes (Ascom)/Márcia Moura (Sempror) 

Assessoria de Comunicação - Ascom

Dando continuidade ao mutirão de limpeza realizado na cidade, as equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb) estão nesta semana nos bairros Tropical I, II e Jardim Ipiranga. 

Antes de iniciar o mutirão nesses locais, a equipe de educação ambiental juntamente com os fiscais de urbanismo desenvolveram uma ação educativa de porta em porta para comunicar aos moradores sobre o mutirão e também falar a respeito do acondicionamento correto do lixo e ainda sobre limpeza dos lotes.

“Muito boa essa ação aqui no bairro. Aproveitei para limpar meu quintal que tinha muita coisa sem utilidade. Se cada um fizer a sua parte e ajudar o poder público a gente consegue manter a nossa cidade limpa”, declarou a dona de casa Maria Madalena, moradora do Tropical.

De acordo com o coordenador de educação urbana da Semurb, Daniel Barros, a ação tem a proposta de intensificar a limpeza geral na cidade, com a colaboração dos moradores. “Estamos nos bairros tropical I e II e Ipiranga. Uma semana antes de iniciar os serviços percorremos os bairros avisando nas residências e também colocamos carro som nas ruas sobre ação”, explicou o coordenador. 

“Também conversamos sobre o lixo domiciliar, pois algumas pessoas ainda colocam pra fora nos dias e horários inadequados, por isso pedimos a colaboração dos moradores para que façam o acondicionamento nos dias e horários corretos. E ainda falamos sobre a limpeza dos lotes”, concluiu Daniel.  

Além da retirada de entulhos e galhadas, as ruas recebem capina e roçagem. O mutirão segue em outros locais do município, conforme cronograma que será divulgado pelo Semurb. 

 

Texto: Liliane Diniz

 

produção industrial brasileira caiu 2,4% em março, na comparação com fevereiro, segundo divulgou nesta quarta-feira (5) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da segunda queda mensal seguida e de um recuo mais intenso do que o observado em fevereiro (-1%), quando houve a interrupção de uma trajetória de 9 meses consecutivos de recuperação.

Na comparação com março de 2020, porém, houve alta de 10,5% – sétima taxa positiva consecutiva nessa base de comparação.

   Indústria registra, em março, segundo queda seguida — Foto: Economia/G1

 

Indústria perde o que ganhou em 9 meses

 

Com o resultado de março, o setor industrial encontra-se 16,5% abaixo do patamar recorde registrado em maio de 2011, voltando para o nível "exatamente igual ao pré-pandemia, ou seja, àquele observado em fevereiro de 2020", destacou o gerente da pesquisa, André Macedo.

 

O pesquisador lembrou que, de maio de 2020 a janeiro de 2021, houve ganho acumulado de 40,1%, o que fez a produção industrial superar o patamar pré-pandemia. "Com as perdas de fevereiro e março deste ano, nós zeramos esse acumulado que tinha até o mês de janeiro", explicou.

 

A interrupção da trajetória de recuperação da indústria acontece em meio à intensificação das medidas para frear o avanço da pandemia de coronavírus.

 

“Esses dois resultados negativos têm como pano de fundo o próprio recrudescimento da pandemia. Isso faz com que haja maior restrição das pessoas, o que provoca a interrupção das jornadas de trabalho, paralisações de plantas industriais e atrapalha toda a cadeia produtiva, levando ao encarecimento e à falta de insumos para o processo produtivo. Isso afeta o processo de produção como um todo”, destacou o gerente da pesquisa.

 

Queda de 0,4% no 1º trimestre e perda de 3,1% em 12 meses

 

Com o resultado, a indústria encerrou o primeiro trimestre do ano com queda de 0,4% na comparação com o 4º trimestre de 2020.

 

“Essa queda interrompe dois trimestres seguidos de crescimento”, enfatizou Macedo.

     Indústria encerra 1º trimestre de 2021 com queda na produção — Foto: Economia/G1

Já na comparação com os 3 primeiros meses de 2020, houve alta de 4,4%. "Esse resultado acentua o crescimento observado no 4º trimestre de 2020, que teve alta de 3,4%. Estes dois trimestres de crescimento interromperam uma sequência de oito trimestres seguidos de taxas negativas nesta base de comparação [trimestre contra trimestre imediatamente anterior]", enfatizou o pesquisador.

Em 12 meses, o setor acumula uma perda de 3,1%, com taxas negativas em 11 das 26 atividades industriais. O IBGE destacou, porém, que a taxa nesta métrica foi a menos intensa desde abril de 2020 (-2,9%).

desempenho da indústria em março, porém, foi melhor do que o esperado. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de queda de 3,5% na variação mensal e de alta de 7,6% na base anual.

 

Produção de veículos recua 8,4%

 

A retração da indústria em março foi disseminado, alcançando 3 das 4 quatro das grandes categorias econômicas e 15 dos 26 ramos pesquisados.

 

    15 dos 26 ramos industriais pesquisados pelo IBGE tiveram queda em março — Foto: Divulgação/IBGE

 

Entre as atividades, a maior pressão negativa veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,4%), terceiro resultado negativo consecutivo nessa comparação, acumulando perda de 15,8% no período.

 

Outras quedas expressivas foram observadas na produção de artigos do vestuário e acessórios (-14,1%), de outros produtos químicos (-4,3%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,4%), de couro, artigos para viagem e calçados (-11,2%), de produtos de borracha e de material plástico (-4,5%), de bebidas (-3,4%), de móveis (-9,3%), e de produtos têxteis (-6,4%).

 

Na outra ponta, as altas com maior impacto no resultado do mês partiram do crescimento na produção, indústrias extrativas (5,5%), outros equipamentos de transporte (35,0%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%).

 

Análise por grandes categorias

 

Entre as grandes categorias econômicas, a queda mais intensa foi em bens de consumo semi e não duráveis (-10,2%), que inclui a produção de alimentos, bebidas, calçados e produtos têxteis e combustíveis.

Os segmentos de bens de consumo duráveis (-7,8%) e bens de capital (-6,9%) também recuaram em março. Já o setor produtor de bens intermediários (0,2%) foi o único a registrar avanço.

Das quatro grandes categorias da indústria, somente as de bens intermediários e bens de capital superaram em março o patamar pré-pandemia – estão, respectivamente, 4,2% e 9% acima do observado em fevereiro do ano passado. Já bens de consumo semiduráveis e não duráveis se encontra e bens de consumo duráveis ficaram com o patamar, respectivamente, 8,6% e 12,1% abaixo do pré-pandemia.

 

Repercussão e perspectivas

 

"Estes dados confirmam mais uma vez que o PIB do 1º trimestre deve recuar de fato, mas lembramos que a perspectiva era já de queda devido, entre outras coisas, a piora da pandemia e as medidas de isolamento social", avaliou o economista-chefe da Necton, André Perfeito.

 

Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), o resultado de março mostrou que "a recuperação em 'V' da indústria durou pouco". "A entrada de 2021, com a piora da pandemia e o fim dos programas emergenciais em um quadro dramático do emprego, inaugurou uma nova fase de retrocesso para o setor. Com isso, tudo aquilo que vinha sendo conquistado em termos de retomada da produção ficou comprometido", avaliou em nota.

 

Apesar da perda de fôlego da economia neste começo de ano, a indústria segue como um dos setores com melhor performance de recuperação. De acordo com Sondagem da FGV, a indústria continua sendo o único setor a registrar níveis elevados de confiança entre os empresários.

Além da demanda fraca e queda da renda das famílias, o também tem sido pressionado pelo aumento de preços de insumos. A inflação da indústria ficou em 4,78% em março e atingiu taxa recorde de 33,52% em 12 meses, indicando que as margens de lucro estão comprimidas e que os empresários não estão conseguindo repassar os custos aos preços.

Os economistas do mercado financeiro estimam atualmente uma taxa de 5,04% para o IPCA (inflação oficial do país) em 2021. Para o PIB (Produto Interno Bruto), a previsão é de crescimento de 3,14% no ano. Para boa parte dos analistas, porém, a economia deve registrar retração no 1º semestre.

 
Fonte: Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1

A Vale abriu processo seletivo com cerca de 200 vagas para profissionais com deficiência. Há oportunidades para diversos cargos, em áreas operacionais e administrativas, incluindo o trabalho remoto. A seleção voltada para profissionais com deficiência faz parte do movimento da empresa de se tornar mais inclusiva e ampliar a diversidade. As oportunidades presenciais (em que não será possível o trabalho remoto) estão distribuídas nos estados do Pará, Maranhão, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em terras paraense, há 95 vagas que abrangem os municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas, Marabá, Curionópolis e Ourilândia do Norte. As inscrições devem ser feitas em www.vale.com/oportunidades ou pelo perfil da empresa no LinkedIn até 14 de maio.

No site da Vale, o candidato poderá verificar qual vaga está mais alinhada ao seu perfil, realizar a inscrição e participar do processo seletivo 100% online. A avaliação de cada candidato acontecerá durante todas as etapas do processo seletivo, conforme modelo global de recrutamento, iniciando pela análise de enquadramento.

"Estamos em uma jornada de transformação e acreditamos que a evolução da Vale exige contribuições de múltiplas perspectivas e experiências. Somos uma empresa feita por pessoas e para pessoas e atrair talentos diversos é fundamental para que possamos inovar e construir uma companhia cada vez mais sustentável", explica Mira Noronha, gerente global de Atração de Talentos da Vale.

Evoluindo juntos

A evolução conjunta, movida pelas pessoas que fazem a Vale, está presente na trajetória de Sarah Lopes, que trabalha em Carajás, na cidade de Parauapebas, sudeste do Pará, mas está em regime de home office devido à pandemia. Formada em Engenharia Civil, ela integra a equipe de Gestão e Contratos do negócio de Metais Básicos desde dezembro de 2019, e sua presença estimulou uma mudança no olhar dos colegas sobre as pessoas com deficiência.

"O sonho de entrar na Vale e fazer parte de uma empresa global sempre existiu. E aos 25 anos isso foi possível. Vivo e desfruto desse sonho a cada dia", conta. Sua presença também tem provocado mudanças comportamentais entre os empregados. "Fui muito bem acolhida pela minha equipe e melhor, fui motivada a ter um olhar crítico, para que pudéssemos levantar todos os pontos de melhorias e com isso contribuir em fazer da Vale um lugar realmente acessível a todos", explica.

Na Vale desde 2014, o psicólogo Rafael Souza é analista de Recursos Humanos e lembra de, no início, ter que explicar para os colegas que precisava levantar com frequência para não sentir dor. Ele sofreu um acidente quando tinha 15 anos e, como sequela, teve um encurtamento na perna esquerda que trouxe dificuldade de locomoção. "Minha presença e o diálogo ajudaram a mudar a visão dos colegas", lembra.

Ele já fez diversas movimentações de carreira, trabalhando em diferentes áreas da Diretoria de Pessoas e, além de estar sempre atento às oportunidades, acredita que o diálogo aberto e transparente com os gestores foi fundamental para seu crescimento. E dá uma dica para os que ainda não se sentem protagonistas das suas carreiras: "Temos que dar a direção que queremos para nossa carreira e podemos crescer demonstrando habilidade, maturidade, comportamento adequado e entregas profissionais".

 

Fonte: Tami Kondo

 Histórico de mortes

 

Histórico de novos casos

A Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão (Semsi), por meio do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), ampliou o horário de funcionamento ao público.

A medida proporciona mais agilidade na emissão de documentos, sem gerar aglomerações, e beneficia a população, que contará com mais tempo para solicitar os serviços.

Assim, as atividades de emissão de carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho, da Junta Militar e para Seguro Desemprego passam a funcionar das 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira.

A coordenadora do SAC, Wangra Lisboa, ressalta que ampliação do atendimento já era prevista, mas com a demanda gerada pela pandemia, os horários foram ampliados para não gerar aglomerações. “Vimos a necessidade de ampliar os horários, devido à grande procura da população pelos serviços oferecidos. Dessa forma, podemos distribuir os atendimentos no decorrer do dia, gerando mais rapidez na emissão dos documentos”, explica.

Novos agendamentos para emissão de RG também já podem ser realizados   pelo site da Polícia Civil: https://agendamento.policiacivil.pa.gov.br/public/. Já os demais documentos serão atendidos durante todo o dia, por ordem de chegada.

O SAC reforça a necessidade dos cidadãos em redobrarem a atenção nos cuidados sanitários ao se deslocarem para o local. Algumas medidas, como o uso obrigatório de máscara, distanciamento social, uso de álcool gel e barreiras de acrílico, foram adotadas para a realização segura das atividades durante o atendimento ao público.

 

Texto: Édila Nunes/Semsi

Assessoria de Comunicação/PMP

O município de Parauapebas participa pela oitava vez da  campanha Maio Amarelo, que neste ano está com o  tema “Respeito e Responsabilidade: pratique no trânsito”. O objetivo é promover a empatia e a redução das estatísticas de acidentes de trânsito. Assim, a campanha promove uma reflexão sobre atitudes que têm faltado nos últimos tempos em diversos ambientes de convivência: o respeito e a responsabilidade.

Durante o mês, a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão (Semsi), em conjunto com demais instituições parceiras, desenvolverá atividades de conscientização e educação no trânsito. Os trabalhos serão realizados respeitando todas as orientações de prevenção contra a Covid-19.

Entre as ações, está a realização de rodas de conversa, em parceria com o Samu, voltadas para mototaxistas, motoristas e motociclistas de delivery por aplicativo; além disso, a programação vai abordar também ações educativas relacionadas ao trânsito, como respeito a faixas de pedestres, uso do celular no trânsito, observância da sinalização e cuidado com os mais vulneráveis no trânsito (pedestres, motociclistas e ciclistas). Devido à pandemia, as atividades serão fortalecidas nas plataformas digitais da prefeitura.

 

O Maio Amarelo

O movimento Maio Amarelo nasceu em 2014 e fomenta uma ação coordenada entre o poder público, iniciativa privada e sociedade civil, para discutir o tema segurança viária e, assim, reduzir os acidentes e mortes no trânsito. Apesar da redução do número de mortes nos últimos anos, o trânsito brasileiro ainda mata milhares de pessoas todos os anos. Em 2019, quando foi divulgado o último levantamento pelo Ministério da Saúde, foram mais de 31.945 vidas perdidas.

 

 

Texto: Édila Nunes/Semsi

Assessoria de Comunicação/PMP

Sul e Sudeste do Pará

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