Carajas o Jornal

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Na próxima quinta-feira, 6, às 16 horas, pesquisadores do Instituto Tecnológico Vale (ITV) realizam palestra sobre o rio Parauapebas para técnicos da prefeitura e comunidade local. A iniciativa é fruto de parceria com o Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Para participar, é importante que os interessados façam, previamente, inscrição por meio do link http://bit.ly/PalestraProsapITV.

Com o tema: Hidrometeorologia, recursos hídricos e segurança química no rio Parauapebas, a palestra será on-line, com transmissão pelo Youtube, no canal que será informado exclusivamente aos inscritos no evento. Responsável pelo Programa de Educação Ambiental e Sanitária (Peas/Prosap), a geóloga Lana Nunes informa que a exposição será aberta para estudantes, professores e profissionais que tenham interesse em conhecer um pouco mais sobre o rio Parauapebas.

“Os palestrantes, Roberto Dall'Agnol e Renato Silva Júnior, são pesquisadores renomados do Grupo de Geologia Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Tecnológico Vale, com vasta atuação e experiência em pesquisas interdisciplinares voltados para a caracterização do meio físico, com enfoque geológico. Os principais projetos desenvolvidos são focados na Bacia do Rio Itacaiúnas, grande laboratório natural. Os resultados destas pesquisas visam contribuir com os órgãos públicos, comunidade científica e população da região. É uma satisfação tê-los com a gente”, acrescenta Lana, que também reforça o convite a todos os interessados em acompanhar o encontro.

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Sobre os palestrantes

Roberto Dall'Agnol é geólogo, doutor em Petrologia com ênfase em granitos na Universidade Paul Sabatier (Toulouse, França, 1980). Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências desde 2002; pesquisador 1A do CNPq; Professor aposentado da Universidade Federal do Pará, onde exerceu o cargo de Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação de julho de 2005 a julho de 2009. Coordena desde março de 2009, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Geociências da Amazônia; é membro do Grupo de Petrologia de Granitoides do Instituto de Geociências da UFPA; líder para a América do Sul do projeto IGCP-SIDA 599 The Early Changing Earth (IUGS-UNESCO, 2011-2014), dentre outras importantes atuações.

Renato Silva Júnior é geólogo, doutor em Ciências Ambientais, Mestrado em Geologia e Geoquímica, e Especialização em Hidrogeologia Aplicada pelo Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará (IG-UFPA). Atualmente é pesquisador assistente do Instituto Tecnológico Vale, onde é responsável pela Coordenação Técnica do Projeto Itacaiúnas – Monitoramento dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio Itacaiúnas – Região Sudeste do Estado do Pará. Tem mais de 13 anos de experiência na área de Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

 

Texto: Jéssica Borges

Assessoria de Comunicação - Ascom

Bill Gates e Melinda Gates anunciaram seu divórcio na segunda-feira (3) após 27 anos juntos. O casal publicou um comunicado conjunto em suas respectivas contas no Twitter sobre a separação.

relação começou em 1994 e eles tiveram três filhos: Jennifer Katharine Gates, hoje com 25 anos, Rory John Gates, com 21 anos, Phoebe Adele Gates, com 18 anos.

"Depois de muita reflexão e muito esforço em nosso relacionamento, tomamos a decisão de terminar o nosso casamento", disse o comunicado.

Bill Gates fundou a Microsoft em 1975, ao lado de Paul Allen.

Bill e Melinda se conheceram pouco depois que ela foi contratada pela companhia para ser gerente de produtos, em 1987.

Na época, ele era o presidente-executivo da empresa, cargo que exerceu até 2000, quando passou o bastão para Steve Ballmer. Atualmente, a Microsoft é liderada por Satya Nadella.

Em 2013, ele deixou o conselho da empresa para se dedicar mais tempo a atividades de filantropia.

Doações bilionárias

Além de formarem uma família, eles criaram a Fundação Bill e Melinda Gates em 2000, a partir da fusão da Fundação William H. Gates com a Fundação Gates Learning.

"Continuamos a compartilhar a crença nessa missão e vamos continuar trabalhando juntos na fundação, mas não acreditamos mais que possamos crescer juntos como um casal nesta próxima fase de nossas vidas", disseram Bill e Melinda, na nota.

Segundo o site da fundação, a entidade já gastou US$ 53,8 bilhões em iniciativas relacionadas à medicina, educação, entre outros projetos.

Em dezembro de 2020, eles comprometeram a investir US$ 1,75 bilhão na resposta à pandemia de Covid-19.

Bill tem fortuna de US$ 130,5 bilhões

Bill Gates, de 65 anos, é a 4ª pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da revista Forbes, com uma fortuna atualmente estimada em US$ 130,5 bilhões. Melinda tem 56 anos e não aparece na lista.

Fonte: Por G1

A brasileira Tatiana Weston-Webb assegurou a classificação para as quartas de final da quarta etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL), que está sendo disputada em Margaret River, na Austrália. Na noite de segunda-feira, 3, a gaúcha criada no Havaí superou a americana Sage Erickson por 13,27 (8,50 + 4,77) a 9 (5,10 + 3,90).

Atual número 3 do mundo, Tati vai enfrentar agora a bicampeão mundial e 4ª do ranking, Tyler Wright (AUS), que venceu Brisa Hennessy (CRI) por 11,83 a 11,13.

- Eu falei com meu técnico antes da bateria e ele me disse para ficar ligada com o vento, para não surfar no topo da onda, mas logo na primeira que peguei já fui com tudo, soltei a rabeta lá no alto e pensei: será que não exagerei? Só que acabei ganhando minha maior nota nessa onda (8,50), então fiquei amarradona. Achei que faltou uma segunda onda boa, mas estou feliz com meu desempenho. Eu procurei onda que abrisse mais parede para fazer duas manobras fortes, mas você nunca sabe como vai ser nessa condição de mar. Então, não dá para desperdiçar nenhuma chance, precisa ir na fé - explicou Tati.

Na primeira bateria do dia, a americana Caroline Marks, vice-líder do ranking, foi eliminada pela local Bronte Macaulay por 15,43 a 14, deixando o caminho livre para Tati ultrapassá-la, se a brasileira vencer nas quartas. Líder do ranking, a tetracampeão mundial Carissa Moore derrotou a local Macy Callaghan por 16,93 a 16,17.

Os top-5 dos rankings masculino e feminino vão assegurar a classificação para a WSL Finals, que decidirá em setembro, em Trestles, na Califórnia (EUA), os campeões mundiais da temporada 2021 em uma competição inédita com formato mata-mata.

 

Confira os resultados das oitavas:

 

1- Caroline Marks (EUA) 14 x 15,43 Bronte Macaulay (AUS)
2- Johanne Defay (FRA) 10,83 x 5,87 Amuro Tsuzuki (JAP)
3- Tatiana Weston-Webb (BRA) 13,27 x 9 Sage Erickson (EUA)
4- Tyler Wright (AUS) 11,83 x 11,13. Brisa Hennessy (CRI)
5- Carissa Moore (HAV) 16,93 x 16,17 Macy Callaghan (AUS)
6- Isabella Nichols (AUS) 12,83 x 12,63 Keely Andrew (AUS)
7- Stephanie Gilmore (AUS) 12,67 x 11,36 Nikki Van Dijk (AUS)
8- Sally Fitzgibbons (AUS) 13,33 x 12,57 Malia Manuel (HAV)

 

Os confrontos das quartas:

 

1- Johanne Defay (FRA) x Bronte Macaulay (AUS)
2- Tatiana Weston-Webb (BRA) x Tyler Wright (AUS)
3- Carissa Moore (EUA) x Isabella Nichols (AUS)
4- Stephanie Gilmore (AUS) x Sally Fitzgibbons (AUS)

 

Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado, o homem estava armado com um facão e atingiu alunos e professores. Dois adultos e três crianças morreram.

Ainda segundo a polícia, o criminoso também deu facadas contra o próprio pescoço, abdome e tórax. Ele foi socorrido e encaminhado, em estado gravíssimo, para um hospital da região.

Não há informações sobre outros feridos.

As investigações policiais apontam que o criminoso chegou à Escola Municipal Infantil Pró-Infância Aquarela, de bicicleta, por volta das 10h. Ele atingiu duas professoras e alguns alunos usando a arma branca.

Segundo testemunhas, o homem entrou na sala de aula e começou a dar golpes nos estudantes e professoras. As vítimas gritaram por socorro, quando pessoas que estavam na rua entraram na escola e detiveram o criminoso.

Ainda segundo o depoimento à polícia de pessoas que presenciaram a agressão, o jovem disse ter sofrido bullying, mas que não tinha estudado na creche.

Uma professora e duas crianças morreram antes mesmo de serem socorridas.

Segundo a polícia, o agressor não tem antecedentes criminais e já tinha sido imobilizado quando os agentes chegaram para atender a ocorrência.

A cidade de Saudades tem pouco mais de 9 mil habitantes, segundo o último Censo, de 2010. Ela fica a cerca de 60 km de Chapecó, no oeste de Santa Catarina.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e do Instituto de Perícias estão no local para investigar a ocorrência.

 

Fonte: Felipe Souza / Da BBC News Brasil em São Paulo

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou nesta terça-feira (4), na Comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Covid, que o presidente Jair Bolsonaro queria que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterasse a bula da cloroquina para que o medicamento fosse indicado no tratamento da Covid-19 (veja mais no vídeo acima).

A cloroquina, de acordo com estudos científicos, é ineficaz contra a doença. Segundo Mandetta, o pedido para alterar a bula foi negado pelo presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.

O ex-ministro foi à CPI na condição de testemunha, quando há o compromisso de dizer a verdade sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho. O Brasil já tem mais de 408 mil mortes por Covid-19.

 

“Eu estive dentro do Palácio do Planalto quando fui informado, após uma reunião, que era para eu subir para o terceiro andar porque tinha lá uma reunião com vários ministros e médicos que iam propor esse negócio de cloroquina, que eu nunca tinha conhecido. Quer dizer, ele tinha esse assessoramento paralelo", disse Mandetta.

 

"Nesse dia, havia sobre a mesa, por exemplo, um papel não timbrado de um decreto presidencial para que fosse sugerido daquela reunião que se mudasse a bula da cloroquina na Anvisa, colocando na bula a indicação da cloroquina para coronavírus. E foi inclusive o próprio presidente da Anvisa, [Antonio] Barra Torres, que disse não."

 

Em seu depoimento, o ex-ministro disse ainda que Bolsonaro defendia o uso da cloroquina para o tratamento precoce, mesmo sem evidência científica, e que o presidente deveria ter outras fontes de informação, pois o uso do medicamento não era recomendado pelo Ministério da Saúde.

 

“Me lembro de o presidente sempre questionar a questão ligada à cloroquina como a válvula de tratamento precoce, embora sem evidência científica. Eu me lembro de o presidente algumas vezes falar que ele adotaria o chamado confinamento vertical, que era também algo que a gente não recomendava", afirmou.

 

Mandetta disse ainda que o Ministério da Saúde seguia a "cartilha da Organização Mundial de Saúde" e que, se ele tivesse adotado a teoria de que o vírus não chegaria no Brasil, teria sido uma "carnificina".

Ele também afirmou que "do Ministério da Saúde nunca houve a recomendação de coisas que não fossem da cartilha da Organização Mundial de Saúde, dessas estruturas todas".

 

"Era o que a gente tinha, não por sermos donos da verdade, não. Pelo contrário, nós éramos donos da dúvida, eu torcia muito para aquelas teorias de que 'ah, o vírus não vai chegar no Brasil'. Agora, se eu adotasse aquela teoria e chegasse, teria sido uma carnificina."

 

Em seu depoimento, o ex-ministro também falou que:

 

  • Bolsonaro queria que a Anvisa mudasse a bula da cloroquina, remédio ineficaz contra a Covid;
  • era "constrangedor" explicar divergências com o presidente sobre medidas de isolamento social;
  • "provavelmente" Bolsonaro se aconselhava sobre a pandemia com fontes de fora do Ministério da Saúde;
  • o governo não quis fazer campanha oficial contra a Covid;
  • a política de testagem em massa foi abandonada depois que ele deixou a pasta;
  • e a falta de unidade na ação do governo confundiu a população e teve impacto na pandemia.

 

Presidente duvidou de estimativa de mortos

 

No depoimento, Mandetta também disse que Bolsonaro teve dúvida quando apresentado, ainda no início da pandemia, a uma estimativa de 180 mil mortos até dezembro de 2020, caso o país não adotasse medidas firmes de combate ao coronavírus. Nesta terça, o Brasil já tem mais de 408 mil mortos.

 

"Eu levei, expliquei. 180 mil óbitos para quem tinha na época menos de mil era um número muito difícil de você fazer uma assertiva dessa. Eu acho que ali ficou dúvida, porque tinha ex-secretários de saúde, parlamentares, que falavam publicamente: 'Olha, essa doença não vai ter 2 mil mortos, essa doença vai durar de quatro a seis semanas'", afirmou o ex-ministro.

 

"Havia uma construção também de pessoas que falavam absolutamente o contrário. Eu acho que, naquele momento, o presidente entendeu que aquelas outras previsões poderiam ser mais apropriadas para aquele momento."

Aconselhamento de fora

Mandetta afirmou que Bolsonaro "provavelmente" tinha uma outra fonte de aconselhamento sobre a pandemia que não era o Ministério da Saúde.

 

“Eu acho que ele tinha uma outra, provavelmente, eu não saberia lhe dizer, mas provavelmente uma outra fonte que dava para ele. Aí, ele teria que dizer, que dava para ele, porque do Ministério da Saúde nunca houve a recomendação de coisas que não fossem da cartilha da Organização Mundial de Saúde", afirmou.

O ministro disse que viu diversas vezes o vereador Carlos Bolsonaro (Republicano-RJ) participando e fazendo anotações em reuniões ministeriais:

“Eu testemunhei várias vezes reuniões de ministros em que o filho do presidente que é vereador do Rio de Janeiro estava sentado atrás tomando as notas da reunião. Eles tinham constantemente reuniões com esses grupos dentro da Presidência.”

Falta de 'unidade' e de 'fala única'

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), fez uma série de perguntas em sequência a Mandetta. Algumas delas foram:

"Na sua avaliação, a postura e as ações do presidente da República contra o isolamento social tiveram impacto no agravamento da pandemia e no aumento do número de mortes? A tragédia brasileira poderia ter sido evitada? O Brasil tinha condições de enfrentar de forma melhor esta pandemia?".

Na resposta, Mandetta disse que faltou ao país ter uma "unidade" no combate à pandemia e uma "fala única" na condução da crise.

 

"Se a postura trouxe impacto? Sim. Você não pode, em tempos de epidemia... Você tem que ter a unidade, você tem que ter a fala única. O raciocínio não é individual. Esse vírus ataca a sociedade como um todo, ele ataca educação, cultura, esporte, lazer. Ele ataca tudo. Economia, emprego, microempresas. Ele ataca o sistema de saúde a ponto de derrubá-lo e aí sim o sistema de saúde não pode atender quem tem apendicite", afirmou o ex-ministro.

Para Mandetta, as falas contrárias à ciência criaram divisões dentro do país e, com isso, parte da população achou que poderia desobedecer medidas de prevenção.

 

"Então você tem, sim, esse impacto. Porque houve uma ruptura. A medicina ficou completamente dividida. O conselho, de uma maneira, não consegue se pronunciar, as pessoas começaram a ver: 'Sim, eu posso fazer isso, eu sou leal, eu faço dessa maneira'. A tragédia, sim. O Brasil podia mais, o SUS podia mais, a gente poderia mais. Poderíamos estar vacinando mais, desde novembro do ano passado”, disse o ex-ministro.

 

Falta de campanha nacional

Mandetta disse também que o governo não quis fazer uma campanha nacional de comunicação contra a Covid-19. O ministro afirmou que, por isso, dava entrevistas diárias para atualizar a população sobre o avanço da pandemia.

 

"Aquelas entrevistas, elas só existiam porque não havia... O normal, quando você tem uma doença infecciosa, é você ter uma campanha institucional, como foi, por exemplo, a Aids. Havia uma campanha onde se falava sobre a Aids, como pega, e orientava as pessoas a usarem preservativo. Era difícil para a sociedade brasileira fazer, mas havia uma campanha oficial. Não havia como fazer uma campanha [contra a Covid], não queriam fazer uma campanha oficial", declarou.

 

Testagem

O ex-ministro também foi questionado sobre a política de testagens no país e disse que o ministério tinha um rumo claro sobre a necessidade de testagem em massa, baseado na ciência, e que foi abandonado após a sua saída da pasta.

“Eu acho que nós tivemos em um determinado momento um caminho traçado pelo Ministério da Saúde para testagem, para utilização da atenção primária [...]. Nós tínhamos um caminho, nós sabíamos para onde nós iríamos. Nós tínhamos claramente que nós iríamos testar, bloquear ao máximo possível os contágios, identificá-los", afirmou.

"E nós iríamos tratar, via atenção primária, e ampliar a nossa rede de atendimento hospitalar. Isso era a maneira como nós focávamos. Nós não tomamos nenhuma medida que não tenha sido pela ciência, e a ciência é essa, é isso que recomendava. Agora, a posteriori, nós vimos pararem muitas coisas e não colocarem outras no lugar. A testagem é uma delas."

Gestão baseada na ciência

Mandetta disse que sua gestão na pandemia procurava se basear em três pontos principais: defesa da vida, fortalecimento da atuação do SUS e valorização da ciência.

"O que só me resta dizer que a tomada de decisão foi em cima de três pilares: a defesa intransigente da vida, que foi o princípio número um, não haveria nenhuma vida que não fosse valorizada; o SUS, como meio para atingir; e a ciência, como elemento de decisão", afirmou.

"Esses foram os três pilares sob os quais nós construímos o eixo de prevenção, de atenção, de testagem, de hospitalização e de monitoramento da doença."

Atraso na sessão

O depoimento de Mandetta estava marcado para começar às 10h desta terça. O atraso de pouco mais de uma hora ocorreu porque, na abertura da sessão, senadores governistas da CPI reivindicaram aprovação de pedidos para chamar à comissão autoridades ligadas aos governos estaduais.

Uma das estratégias da oposição é envolver governadores nas investigações da CPI, para tirar o foco do governo federal.

O presidente da CPI, senador Omaz Aziz (PSD-AM), e o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) reforçaram aos colegas oposicionistas que o repasse de verbas para estados será alvo da CPI. Aziz e Randolfe disseram que essa questão já está esclarecida e que os oposicionistas estão tentando tumultuar os trabalhos da comissão.

"Ô tropa de choque atrapalhada. Vão para o STF [Supremo Tribunal Federal] para tentar obstruir toda vez, parece que tem uma coisa pessoal contra o relator, toda vez, tem uma paixão pelo relator, homem. Toda vez ficam querendo questionar os trabalhos do relator. Está no plano de trabalho aqui: emprego de recursos federais. Só era ler, homem. Só era se dar ao trabalho de ler o plano de trabalho. Minha questão de ordem é para gente trabalhar", afirmou Randolfe, em meio ao debate no início da sessão.

 

Fonte: Por Marcela Mattos, Sara Resende e Beatriz Borges, G1 e TV Globo

Com um único disparo de arma de fogo na nuca, o padeiro Claudio Ferreira da Silva de 42 anos de idade, natural de Barra do Corda-MA, foi assassinado por volta das 16h da tarde de segunda-feira, 03, na invasão da Vila Cedere I zona rural de Parauapebas, distante cerca de 25 quilômetros do centro da cidade.

As informações sobre o crime ainda são poucas, mas, conforme o que estão sendo apuradas pela polícia judiciária o assassinato foi praticado por dois homens em uma motocicletas Fan, prata, os mesmos teriam  chegado na residência procurando pelo padeiro, no momento em que foi atendido pela vítima, e o mesmo ao confirmar ser quem os homens procuravam, a dupla ordenou que a vítima ficasse de frente para a parede e em seguida um dos desconhecidos efetuou dois disparos um atingiu a nuca de Claudio Ferreira que veio a óbito instantaneamente no local.

O mais intrigante da entoaria, é que o assassinato ocorreu pela parte da tarde, por volta das 15h30, porém só por volta das 18h acionaram a PM, que comunicou a Polícia Civil e ao IML, a localidade é de difícil acesso em uma área afastada do centro da Vila. O inquérito policial foi instaurado para apurar o homicídio, que estar cercado de mistérios.

A divisão de homicídios já trabalha com duas hipóteses que possa ter motivado a morte de Cláudio, a primeiro acerto de contas uma vez que a vítima seria usuário de drogas, e a segunda crime passional, já que o ex-companheiro da atual esposa de Cláudio Silva não aceitava o fim do relacionamento ocorrido a cerca de 7 meses, quando a vítima passou a morar com a ex-mulher do suspeito, que por ciúmes não aceitando ter sido abandonado pela mulher estaria ameaçando de morte Cláudio Ferreira.

As informações estão sendo investigadas pela equipe de investigadores do Departamento de Homicídio da 20° Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas (DHPP), caso queira auxiliar nas investigações ligue para 181, sua identidade será mantida no mais absoluto sigilo.

 

Fonte: Neide Folha

Durante o programa ao vivo da segunda-feira (3), véspera da final do “BBB21“, o apresentador Tiago Leifert decidiu presentear os três finalistas, Camilla de LucasFiuk e Juliette, com recados em áudio de suas respectivas famílias.

Pai e mãe de cada um dos três deixaram recados de apoio aos filhos, e a grande expectativa, claro, estava no áudio enviado pelo cantor Fábio Jr., pai de Fiuk. Tiago, já sabendo que seria um grande momento, guardou o recado do cantor para o final, após os recados dos pais de Camilla e Juliette, e da mãe de Fiuk

O cantor abriu seu áudio cantando um trecho da nova música de Fiuk, que virou um dos hits do programa.

“Você é o amor da minha vida. [Cantando] Ê, filhote! Caramba, parabéns pra vocês. Não é fácil, não. Eu também agradeço por ter compartilhado essa experiência com vocês. Brigadu!”

Fábio Jr. ainda aproveitou a oportunidade e, cheio de simpatia, deixou um recado para as duas finalistas Juliette e Camilla de Lucas: “Beijão, Juliette! Beijão, Camilla! Fiquem com Deus!”

As sisters não conseguiram esconder a surpresa e a felicidade por receberem um recado do cantor: “Oi! Ele falou o meu nome?”, gritou Juliette. “Tô passada! O Fábio Jr. me conhece!”, disse Camilla.

Tiago Leifert se divertiu com o recado do cantor e disse: “Por isso que eu deixei ele por último. Ele sabe da condição dele de ídolo. Ele falou de todos, entendeu? É diferente!”

 

Fonte: https://istoe.com.br

 

A Caixa Econômica Federal (Caixa) libera nesta terça-feira (4) os saques e transferências da primeira parcela do Auxílio Emergencial aos beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em março, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 11 de abril.

O pagamento da primeira parcela do auxílio para este público terminou em 29 de abril. Para quem faz parte do Bolsa Família, os pagamentos foram até 30 de abril.

Os pagamentos da segunda parcela do benefício começam em 18 de maio para o público do Bolsa Família, e em 16 de maio para os demais beneficiários (veja nos calendários mais abaixo).

VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA TERÇA:

  • trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em março

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/

 

Calendários de pagamento:

 

Veja abaixo os calendários de pagamento.

 

   BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA

Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família — Foto: Economia G1

 

    BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA

Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família — Foto: Economia G1

 

Fonte: Por G1

A Justiça Federal no Distrito Federal determinou, em decisão liminar (temporária), a suspensão das provas objetivas e discursivas do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), marcadas para o próximo domingo (9). O motivo é o risco apresentado pela realização dos exames presenciais em meio à pandemia de Covid-19.

As inscrições para a seleção foram abertas em janeiro e o edital prevê o preenchimento de 1,5 mil vagas. Ao todo, 304.330 pessoas se inscreveram para o concurso em todo o país. As provas deveriam ter sido realizadas em março, mas já haviam sido adiadas por conta da pandemia.

Cabe recurso da decisão. O G1 questionou a PRF e a Advocacia-Geral da União (AGU) sobre a determinação mas, até a última atualização desta reportagem, os órgãos não haviam se manifestado.

 

Decisão

A determinação é da juíza substituta Liviane Kelly Soares Vasconcelos, e atende a um pedido em uma ação popular ajuizada por Pedro Henrick Costa Nascimento. No processo, o autor argumenta que, em meio à manutenção da situação grave por conta do coronavírus, a prova representa perigo.

“O Estado promoverá, ao arrepio do artigo 196 da CF e artigo 2º da Lei 8.080/1990, o aumento do risco da proliferação da Covid-19, vez que obrigará 304.330 a se exporem ao contágio e, reflexamente, a população inteira a se contaminar”, diz na ação.

Ao analisar o processo, a juíza entendeu que, com a manutenção da situação sanitária da pandemia, os motivos para adiamento da prova se mantêm. "A presumida legalidade do adiamento já realizado em decorrência da pandemia de Covid-19 pressupõe que realização das provas demandaria substancial melhora no quadro de saúde pública, uma vez que, inexistente a mencionada melhora, persistiriam os mesmos motivos que implicaram o primeiro adiamento."

"Assim, o que se verifica é que, de acordo com os dados oficiais, não houve melhora significativa na situação da saúde pública de modo a justificar que uma prova adiada em 12 de março de 2021 seja aplicada em 9 de maio de 2021", diz na decisão.

A magistrada também cita um trecho do edital que permite a realização da prova, mesmo por pessoas que apresentam temperatura corporal acima do esperado em medição feita no dia do exame.

O edital diz que "se a temperatura corporal do candidato, aferida no momento de sua chegada ao local de aplicação, for superior a 37,5 °C, será imediatamente realizada uma segunda aferição; se a segunda aferição confirmar que o candidato se encontra com temperatura corporal superior a 37,5 °C, o candidato poderá ser encaminhado para realizar as provas em sala especial".

Para a juíza, "colocar em uma mesma sala diversos candidatos que apresentem sinais de febre pode colocar em risco candidatos que não estejam infectados, além de colocar em risco os funcionários responsáveis pela aplicação das provas".

"Não se mostra aceitável que as autoridades federais, a quem caberia zelar pela saúde pública, acabem por implementar medidas que tenham potencial de agravar a já delicada situação atual do país em virtude da pandemia da Covid-19", diz a juíza.

 

Concurso

As provas são para o cargo de policial rodoviário federal, com nível superior. As vagas estão divididas da seguinte forma:

 

  • Ampla concorrência: 1.125 vagas
  • Reservadas para candidatos negros: 300
  • Pessoas com deficiência: 75

 

O concurso da Polícia Rodoviária Federal conta com duas etapas:

1ª Etapa

 

  • Prova escrita objetiva, de caráter eliminatório e classificatório
  • Prova escrita discursiva, de caráter eliminatório
  • Exame de Avaliação Física, de caráter eliminatório
  • Avaliação Psicológica, de caráter eliminatório
  • Apresentação de documentos, de caráter eliminatório
  • Avaliação Médica, de caráter eliminatório
  • Avaliação de Títulos, de caráter classificatório

 

2ª Etapa

 

  • Curso de Formação, de caráter eliminatório

 

Veja o peso de cada fase para a aprovação dos candidatos:

 

  • Prova objetiva (120,0 pontos)
  • Prova discursiva (20,0 pontos)
  • Avaliação de títulos (10,0 pontos)
  • Curso de Formação Profissional (50,0 pontos)

 

Por Gabriel Luiz, TV Globo

A CPI da Covid abre nesta terça-feira (4) a agenda de convocações, com os depoimentos de Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, os dois primeiros ministros da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. Eles serão ouvidos na condição de testemunha, quando há o compromisso de dizer a verdade sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Primeiro titular da Saúde do governo, Mandetta esteve à frente da pasta entre janeiro de 2019 e abril de 2020. Já Teich, seu sucessor, comandou o Ministério da Saúde por menos de um mês, entre 17 de abril e 15 de maio do ano passado. Ambos deixaram o cargo após divergências com o presidente Jair Bolsonaro relativas às políticas de contenção do coronavírus.

O depoimento de Mandetta está previsto para as 10h, e o de Teich, para as 14h.

As convocações de Mandetta e Teich foram aprovadas na semana passada, assim como a do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a do antecessor dele, Eduardo Pazuello.

Queiroga e Pazuello serão ouvidos ainda nesta semana, assim como o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres.

Os depoimentos

A audiência de Mandetta está prevista para começar às 10h. O ex-ministro foi demitido em abril de 2020, após ele e o presidente da República terem discordado sobre medidas de controle da doença, como a necessidade do isolamento social.

Bolsonaro e Mandetta também divergiram sobre a adoção da cloroquina. Enquanto o presidente era um entusiasta do medicamento, comprovadamente ineficaz contra a Covid, o então ministro alertava que não havia estudos científicos sobre o tema.

“Como é notório, o presidente da República sempre trabalhou contra quaisquer medidas de isolamento e de combate à doença e propaga, desde o início da pandemia, remédios e tratamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid e cujo uso indiscriminado representa sérios riscos. Portanto, o senhor Luiz Henrique Mandetta foi exonerado do cargo de ministro da Saúde justamente por defender as medidas de combate à doença recomendadas pela ciência”, afirmou o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Mandetta também deverá ser questionado sobre a falta de material de proteção hospitalar e de respiradores mecânicos do início da pandemia. Senadores também querem indagá-lo sobre a orientação do Ministério da Saúde, no início da pandemia, de que os pacientes com sintomas leves não buscassem atendimento médico.

Um governista avaliou ao G1 que Mandetta "mudou muito de postura" quando estava à frente do MS. Para esse senador, o protocolo adotado à época, que recomendava ao paciente ir ao hospital "em último caso", quando estivesse com falta de ar, fez com que "mais pessoas fossem intubadas e morressem". O congressista defende que essa orientação será usada "contra" Mandetta nesta terça.

Outro ponto que deve ser explorado pelos integrantes da CPI é a não adoção, pelo governo brasileiro, de barreiras sanitárias no início da pandemia. Presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM) tem levantado essa questão durante reuniões e entrevistas à imprensa.

À GloboNews, no mês passado, Aziz disse que o Brasil errou ao não estabelecer as barreiras nas fronteiras e nos aeroportos para tentar evitar a entrada e a disseminação do coronavírus no território nacional.

Testagem

Assim como Mandetta, o ex-ministro Nelson Teich também deve ser questionado sobre a recomendação de cloroquina aos pacientes infectados com a Covid-19.

Teich deixou a pasta três dias após ter feito um alerta, em sua rede social, sobre riscos de efeito colateral da cloroquina no tratamento da doença.

Teich ainda deve ser alvo de questionamento sobre um amplo programa de testes que ele anunciou tão logo assumiu a pasta. A proposta, porém, acabou sendo logo abandonada.

“Temos de perguntar ao ministro Teich sobre o tema da testagem. Ele chegou a apresentar uma proposta, mas ela não teve desdobramento. Qual o motivo disso?”, afirma o senador Humberto Costa (PT-PE).

Funcionamento

A reunião da CPI está prevista para as 10h, com o depoimento de Mandetta. A audiência com Nelson Teich está agendada para as 14h. Presidente da comissão, o senador Omar Aziz (PSD-AM) quer encerrar a sessão até as 16h, quando está previsto o início de uma sessão do Congresso Nacional.

A CPI pode votar ainda as convocações do ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wanjgarten e do ministro da Justiça, Anderson Torres.

Omar Aziz avalia como "necessário" convocar Torres em razão de declarações recentes do ministro. À revista "Veja", o auxiliar de Bolsonaro disse que vai requisitar à Polícia Federal informações sobre os inquéritos que envolvem governadores em desvios de recursos da saúde.

Um senador governista ouvido pelo G1 afirmou que a eventual convocação de Torres é uma tentativa da oposição de "politizar a CPI".

Na formulação de perguntas aos ex-ministros, Aziz dará prioridade aos integrantes (titulares e suplentes) da CPI. Cada um deles, segundo a assessoria do senador, terá cinco minutos para fazer perguntas aos depoentes, que terão o mesmo tempo para respostas. Os parlamentares, então, terão direito a réplica de três minutos e os ex-ministros o mesmo prazo para tréplica.

O primeiro senador a fazer questionamentos aos ex-ministros será Renan Calheiros, relator da CPI.

Antes das perguntas, Mandetta e Teich devem fazer uma exposição inicial sobre os seus períodos à frente do Ministério da Saúde.

Onyx na articulação

De acordo com o colunista do G1 Valdo Cruz, o presidente Jair Bolsonaro escalou o ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência) para ser o interlocutor do Palácio do Planalto com os senadores da CPI.

Entretanto, entre próprios governistas, há desconfiança sobre a capacidade de negociação do ministro com os parlamentares.

Um aliado do Planalto disse que Onyx “não tem articulação nenhuma” e ficará como a "rainha da Inglaterra" na relação com os senadores.

 

Fonte: Por Marcela Mattos, Gustavo Garcia e Sara Resende, G1 e TV Globo — Brasília

Sul e Sudeste do Pará

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