Carajas o Jornal

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Nesta sexta-feira (22), a Receita Federal deve abrir a consulta do primeiro lote de restituição do IRPF 2020. O pagamento será realizado no dia 29 de maio, na conta informada pelos beneficiários no preenchimento da declaração. 

Apesar da data ainda não ter sido confirmada pelo órgão, normalmente a Receita costuma liberar essa consulta uma semana antes do pagamento. Por isso, a expectativa é que o processo aconteça no dia 22 de maio. 

Neste ano, a Receita reduziu o número de lotes de restituição que passou de 7 para 5, com isso os contribuintes serão restituídos com mais rapidez. 

Antes, os lotes começavam a ser pagos no mês de junho e eram finalizados em dezembro. Agora, a restituição do IRPF 2020 foi antecipada para maio e será um lote por mês até setembro. Veja o calendário:

  • 1º lote: 29 de maio 
  • 2º lote: 30 de junho 
  • 3º lote: 31 de julho 
  • 4º lote: 31 de agosto 
  • 5º lote: 30 de setembro

Neste primeiro lote, por lei, o dinheiro é pago prioritariamente para os idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência e professores, que têm o magistério como sua maior fonte de renda.

Além disso, são incluídos os contribuintes que enviaram a declaração logo nos primeiros dias.

Para saber se irá receber, será preciso fazer a consulta no site da Receita Federal, no aplicativo Pessoa Física, ou pelo ReceitaFone ligando 146.

O valor pago para o contribuinte sofre correção de acordo com a taxa básica de juros, ou seja, a Selic. Porém, após cair na conta o dinheiro não sofrerá mais nenhuma atualização.

O valor fica disponível pelo período de um ano, caso não seja realizada a retirada nesse período o contribuinte deve fazer um novo pedido de pagamento por meio do formulário eletrônico no site da Receita. 

Vale lembrar que o prazo final para o envio da declaração é até o dia 30 de junho, o período foi adiado por conta da pandemia causada pelo coronavírus.

O formulário e o envio da declaração serão realizados por meio do Programa Gerador da Declaração (PGD), relativo ao exercício de 2020.

No programa o contribuinte vai preencher todas as suas informações, mas preste atenção, pois uma informação incorreta pode fazer com que você caia na malha fina.

E isso pode fazer com que tenha que fazer correções em sua declaração e atrasar mais o recebimento da restituição, se tiver direito.

 

Fonte: Por Jheniffer Freitas

Parauapebas registra hoje, 19 de maio, mais 122 casos confirmados, elevando para 694 o número total de confirmações. 

Além disso, mais 1 óbito por Covid-19 foi contabilizado. Um homem de 70 anos que estava internado na UTI do HGP. Já havia confirmado a doença e veio a óbito hoje. Dentre os casos positivos, 288 pessoas estão em isolamento domiciliar.

Nosso município está em regime de lockdown e com o uso obrigatório de máscaras decretado pela prefeitura. Por isso, fique em casa. Evite saídas desnecessárias e mantenha o isolamento social.

 

1-Mulher de 29 anos. Isolamento domiciliar.

1-Mulher de 29 anos. Isolamento domiciliar.

2-Mulher de 30 anos. Isolamento domiciliar. 

3-Homem de 25 anos. Isolamento domiciliar. 

4-Homem de 32 anos. Isolamento domiciliar. 

5-Homem de 27 anos. Isolamento domiciliar. 

6-Homem de 24 anos. Isolamento domiciliar. 

7-Homem de 29 anos. Isolamento domiciliar. 

8-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

9-Homem de 26 anos. Isolamento domiciliar. 

10-Homem de 41 anos. Isolamento domiciliar. 

11-Homem de 35 anos. Isolamento domiciliar. 

12-Homem de 34 anos. Isolamento domiciliar. 

13-Homem de 40 anos. Isolamento domiciliar. 

14-Homem de 44 anos. Isolamento domiciliar. 

15-Homem de 39 anos. Isolamento domiciliar. 

16-Homem de 46 anos. Isolamento domiciliar. 

17-Homem de 31 anos. Isolamento domiciliar. 

18-Homem de 32 anos. Isolamento domiciliar. 

19-Mulher de 33 anos. Isolamento domiciliar. 

20-Homem de 46 anos. Isolamento domiciliar.

21-Homem de 23 anos. Isolamento domiciliar. 

22-Mulher de 64 anos. Isolamento domiciliar. 

23-Mulher de 42 anos. Isolamento domiciliar. 

24-Mulher de 31 anos. Isolamento domiciliar. 

25-Homem de 42 anos. Isolamento domiciliar. 

26-Mulher de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

27-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

28-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

29-Homem de 30 anos. Isolamento domiciliar. 

30-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

31-Homem de 47 anos. Isolamento domiciliar. 

32-Mulher de 32 anos. Isolamento domiciliar. 

33-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

34-Homem de 40 anos. Isolamento domiciliar. 

35-Homem de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

36-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

37-Homem de 35 anos. Isolamento domiciliar. 

38-Homem de 28 anos. Isolamento domiciliar. 

39-Homem de 32 anos. Isolamento domiciliar. 

40-Mulher de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

41-Homem de 29 anos. Isolamento domiciliar. 

42-Mulher de 38 anos. Isolamento domiciliar.

43-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

44-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

45-Homem de 33 anos. Isolamento domiciliar. 

46-Homem de 34 anos. Isolamento domiciliar. 

47-Homem de 29 anos. Isolamento domiciliar. 

48-Homem de 43 anos. Isolamento domiciliar. 

49-Homem de 22 anos. Isolamento domiciliar. 

50-Mulher de 38 anos. Isolamento domiciliar.

51-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar.

52-Homem de 45 anos. Isolamento domiciliar. 

53-Homem de 42 anos. Isolamento domiciliar. 

54-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

55-Mulher de 40 anos. Isolamento domiciliar. 

56-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

57-Mulher de 35 anos. Isolamento domiciliar. 

58-Homem de 43 anos. Isolamento domiciliar. 

59-Homem de 32 anos. Isolamento domiciliar.

60-Homem de 26 anos. Isolamento domiciliar. 

61-Homem de 25 anos. Isolamento domiciliar. 

62-Homem de 32 anos. Isolamento domiciliar. 

63-Homem de 24 anos. Isolamento domiciliar. 

64-Homem de 34 anos. Isolamento domiciliar. 

65-Criança de 9 anos. Isolamento domiciliar. 

66-Homem de 25 anos. Isolamento domiciliar. 

67-Mulher de 24 anos. Isolamento domiciliar. 

68-Homem de 35 anos. Isolamento domiciliar. 

69-Mulher de 34 anos. Isolamento domiciliar. 

70-Homem de 40 anos. Isolamento domiciliar.

71-Homem de 39 anos. Isolamento domiciliar. 

72-Mulher de 29 anos. Isolamento domiciliar. 

73-Homem de 35 anos. Isolamento domiciliar. 

74-Homem de 39 anos. Isolamento domiciliar. 

75-Homem de 40 anos. Isolamento domiciliar. 

76-Homem de 24 anos. Isolamento domiciliar. 

77-Homem de 35 anos. Isolamento domiciliar. 

78-Homem de 46 anos. Isolamento domiciliar. 

79-Homem de 31 anos. Isolamento domiciliar. 

80-Homem de 31 anos. Isolamento domiciliar. 

81-Homem de 25 anos. Isolamento domiciliar. 

82-Homem de 31 anos. Isolamento domiciliar. 

83-Homem de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

84-Homem de 25 anos. Isolamento domiciliar. 

85-Homem de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

86-Homem de 33 anos. Isolamento domiciliar. 

87-Homem de 27 anos. Isolamento domiciliar. 

88-Homem de 30 anos. Isolamento domiciliar. 

89-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

90-Homem de 29 anos. Isolamento domiciliar. 

91-Homem de 43 anos. Isolamento domiciliar. 

92-Mulher de 26 anos. Isolamento domiciliar.

93-Homem de 24 anos. Isolamento domiciliar. 

94-Homem de 39 anos. Isolamento domiciliar. 

95-Homem de 31 anos. Isolamento domiciliar. 

96-Homem de 33 anos. Isolamento domiciliar. 

97-Homem de 34 anos. Isolamento domiciliar. 

98-Homem de 41 anos. Isolamento domiciliar. 

99-Homem de 45 anos. Isolamento domiciliar. 

100-Homem de 40 anos. Isolamento domiciliar.

101-Homem de 41 anos. Isolamento domiciliar.

101-Homem de 41 anos. Isolamento domiciliar.

102-Homem de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

103-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

104-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

105-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

106-Homem de 25 anos. Isolamento domiciliar. 

107-Homem de 21 anos. Isolamento domiciliar. 

108-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

109-Homem de 30 anos. Isolamento domiciliar. 

110-Homem de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

111-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

112-Homem de 46 anos. Isolamento domiciliar. 

113-Homem de 24 anos. Isolamento domiciliar. 

114-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar. 

115-Homem de 37 anos. Isolamento domiciliar. 

116-Homem de 26 anos. Isolamento domiciliar. 

117-Homem de 33 anos. Isolamento domiciliar. 

118-Mulher de 22 anos. Isolamento domiciliar. 

119-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

120-Homem de 38 anos. Isolamento domiciliar.

121-Homem de 36 anos. Isolamento domiciliar. 

122-Mulher de 23 anos. Isolamento domiciliar.

Canaã dos Carajás confirma mais dez casos positivos de infecção pelo novo coronavírus nesta terça-feira (19). São três homens e sete mulheres, todos em isolamento domiciliar. Com isso, o número total de casos confirmados em Canaã chega a 412, com 120 recuperados e 21 internados.

Infelizmente, nesta terça, foi registrado mais um óbito, de um homem, de 55 anos, que estava internado, era cardiopata, diabético e hipertenso. Com isso, o número de óbitos no município chega a seis.

O Disk Coronavírus e a Unidade de Referência do Novo Horizonte realizaram 291 atendimentos nas últimas 24 horas, com 89 recomendações de isolamento.
Ao todo, a prefeitura de Canaã dos Carajás está monitorando 1.400 pessoas, entre pacientes que testaram positivo e estão em isolamento domiciliar, e pessoas com sintomas gripais, que aguardam para a testagem se for o caso.

A Sespa informa que há 16.295 casos confirmados de Covid-19 no Pará, 10.364 casos recuperados (com 612 novos casos de recuperados), 1.520 óbitos, 135 casos em análise e 4.895 casos descartados.

O juiz Lauro Fontes Júnior, da Comarca da Fazenda Pública de Execução Fiscal de Parauapebas, negou pedido de liminar ao Sindicato dos Servidores Públicos, o Sinseppar, em mandado de segurança coletivo interposto pela categoria, para obrigar a prefeitura a conceder de imediato o reajuste salarial de 5,76%, cujo pagamento foi suspenso provisoriamente devido à queda nas receitas do município, provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Para negar o pedido do Sinseppar, o magistrado se amparou na Lei 12.016/2009 (Lei de Mandado de Segurança), que em seu artigo 7º, parágrafo 2º, impede a concessão de medida liminar que visa “a concessão de aumento ou a extensão de vantagens ou pagamento de qualquer natureza”.

Em seu despacho, Lauro Fontes destacou a jurisprudência que tem negado liminares que tratam de aumento de despesas, com base na Lei de Mandado de Segurança. Com isso, a decisão somente será tomada no julgamento do mérito do processo do Sinseppar. “Indefiro o pedido de liminar, tendo em vista a vedação legal para tanto, devendo tal questão ser analisada no mérito do writ (concessão da ordem)”.

Palavra da prefeitura

O reajuste dos servidores públicos municipais foi aprovado pela Câmara Municipal de Parauapebas no início de maio e, na mesma semana em que o projeto foi sancionado pelo prefeito Darci Lermen, houve o alerta do governador Helder Barbalho para a brusca queda na receita do Estado, em cerca de 50%, devido ao impacto da pandemia da covid-19 sobre a economia de todo o País e, consequentemente, do Pará.

Pelos cálculos da prefeitura, o reajuste somente seria possível pagar até este mês de maio. Para junho e meses seguintes, ainda não há previsão orçamentária, o que obrigou o governo a suspender temporariamente o reajuste a fim de não comprometer as receitas municipais e, o que seria mais grave, ultrapassar os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Reiteradamente, o prefeito Darci Lermen tem informado que o pagamento do reajuste salarial será feito assim que a Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) comprovar que o reequilíbrio das contas do município. “Os servidores podem ficar tranquilos porque não deixaremos de pagar o reajuste. Mas não podemos ser irresponsáveis e faremos isso no momento adequado”, ratifica o prefeito.    

Texto: Hanny Amoras
Foto: Arquivo/Ascom

Veio a óbito no Hospital Geral de Parauapebas (HGP), Joel Pedro Alves Júnior, de 2 anos de idade, filho do vereador de Parauapebas, Joel do Sindicato, em nota a Prefeitura Municipal lamenta profundamente ocorrido e presta solidariedade ao parlamentar.

NOTA DE PESAR / PMP

A Prefeitura de Parauapebas lamenta profundamente o falecimento do filho do vereador Joel do Sindicato, nesta terça-feira, 19.

Joel Pedro Alves Júnior, de 2 anos de idade, tinha hidrocefalia e veio a óbito no Hospital Geral de Parauapebas (HGP), após uma parada cardíaca.

O governo municipal presta total solidariedade ao vereador Joel, familiares e amigos por essa perda irreparável e prematura. Que Deus possa consolar o coração de todos nesse momento de dor.

Assessoria de Comunicação – Ascom

Prefeitura de Parauapebas

Alanis Morissette, Tiê e Teatro Mágico com Ellen Oléria fazem lives nesta terça-feira (19).

Alanis vai fazer uma live beneficente que celebra o disco "Jagged Little Pill" (1995), com participação do elenco do musical inspirado no álbum.

Veja a lista completa com horários das lives abaixo.

Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia.

 

Lives hoje e como assistir às lives:

  • O Teatro Mágico com Ellen Oléria - 11h -  Tiê - 19h (Sesc Ao Vivo) -  Alanis Morissette - 21h - 

 

Fonte: Por Rodrigo Ortega, G1

Alanis Morissette, Tiê e Teatro Mágico com Ellen Oléria fazem lives nesta terça-feira (19).

Alanis vai fazer uma live beneficente que celebra o disco "Jagged Little Pill" (1995), com participação do elenco do musical inspirado no álbum.

Veja a lista completa com horários das lives abaixo.

Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia.

 

Lives hoje e como assistir às lives:

  • O Teatro Mágico com Ellen Oléria - 11h -  Tiê - 19h (Sesc Ao Vivo) -  Alanis Morissette - 21h - 

 

Fonte: Por Rodrigo Ortega, G1

Instagram anunciou nesta segunda-feira (18) o lançamento da função "Guias", que vai permitir agregar em uma mesma aba conteúdos sobre um mesmo assunto, inclusive de autoria de outros usuários.

A novidade foi lançada no Brasil e mais 7 países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Brasil, Canadá, Austrália, India e Indonésia. Inicialmente, cada um dos países fechou parceria com uma instituição de saúde e bem-estar, que vai receber a novidade no perfil.

No Brasil, o perfil escolhido para dar início foi o Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção do Suicídio. O recurso deve ser expandido para outras "organizações sociais e de imprensa" no futuro, segundo a rede social. 

Atualmente, há cinco guias disponíveis no perfil do Vita Alere, com vídeos e posts com assuntos como saúde mental durante a pandemia de coronavírus e ideias para pais e mães manterem seus filhos entretidos.

De acordo com o Instagram, nos próximos dias será adicionada uma nova aba na seção "Explorar", chamada de "Bem-estar", por onde será possível acessar outros guias.

 

Fonte: Por G1

 

 

O país tem quase dois terços (64,93%) das comunidades e ocupações irregulares localizadas a menos de dois quilômetros de distância de hospitais. A maioria dessas localidades (79,53%) também está próxima, a menos de um quilômetro, de unidades básicas de saúde.

Os dados, estimados para o ano de 2019, têm como base o levantamento Aglomerados Subnormais: Classificação preliminar e informações de saúde para o enfrentamento à Covid-19, divulgado hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

Segundo o IBGE, conhecidos como favelas, palafitas, entre outros, os aglomerados subnormais são formas de ocupação irregular de terrenos públicos ou privados, caracterizados por um padrão urbanístico irregular, carência de serviços públicos essenciais e localização em áreas que apresentam restrições à ocupação. As populações dessas comunidades vivem sob condições socioeconômicas, de saneamento e de moradias precárias, diz o instituto.

As informações, produzidas para o próximo Censo Demográfico, adiado para 2021 em função da pandemia, foram cruzadas com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, do Ministério da Saúde, e estão disponíveis para consulta em mapas interativos no site.

“Antecipamos a divulgação desses dados para mostrar qual é a situação dos aglomerados subnormais em municípios e estados, já que nessas localidades a população tem maior suscetibilidade ao contágio pela doença provocada pelo novo coronavírus, devido à grande densidade habitacional”, disse, em nota, o gerente de Regionalização e Classificação Territorial do IBGE, Maikon Novaes.

Números evidenciam realidade

De acordo com a estimativa, em 2019 havia 5.127.747 milhões de domicílios ocupados em 13.151 mil aglomerados subnormais no país. Essas comunidades estavam localizadas em 734 municípios, em todos os estados do país, incluindo o Distrito Federal. Em 2010, havia 3.224.529 domicílios em 6.329 aglomerados subnormais, em 323 cidades, segundo o último Censo Demográfico.

Segundo Novaes, a estimativa visa a subsidiar a operação do próximo Censo. Dessa forma, é necessário aguardar os resultados definitivos para se fazer comparações com 2010. “Estamos oferecendo uma informação sobre ordem de grandeza de cada área, de modo a melhor distribuir o trabalho entre os recenseadores. Somente com o próximo Censo, quando todos os domicílios serão visitados, é que teremos um dado assertivo e comparável”, afirmou.

Conforme o levantamento, dos 13.151 mil aglomerados subnormais do país, somente 827 (6,29%) estavam a mais de cinco quilômetros de unidades de saúde com suporte de observação e internação. O restante fica bem mais próximo de um hospital.

O coordenador de Geografia e Meio Ambiente do IBGE, Cláudio Stenner, destaca, no entanto, que a pesquisa não investigou se as unidades de saúde próximas de aglomerados têm estrutura para atendimentos relacionados à covid-19.

“A grande maioria dos aglomerados subnormais está próxima de unidades de saúde. Ou seja, o problema não é distância das unidades de saúde, mas, talvez, a falta de estrutura nessas unidades. Não sabemos detalhes dessas estruturas”, disse.

Entre os estados, o Amazonas (34,59%) tem a maior proporção de domicílios em ocupações irregulares. Em seguida, figuram o Espírito Santo (26,1%), Amapá (21,58%), Pará (19,68%) e o Rio de Janeiro (12,63%). Em São Paulo, 7,09% dos domicílios estão nessas localidades. O estado mais populoso do país tem pouco mais de 1 milhão de casas em aglomerados subnormais. O estado com a menor proporção é Mato Grosso do Sul (0,74%).

Proliferação de ocupações irregulares

De acordo com o IBGE, embora a proliferação de ocupações irregulares seja associada, geralmente, a cidades maiores, como Rio de Janeiro e São Paulo, o levantamento mostra que essas comunidades estão localizadas em grande proporção em cidades pequenas e capitais do Norte e Nordeste do país.

O município de Vitória do Jari, no Amapá, tem 74% dos domicílios localizados em aglomerados subnormais. Na cidade vivem 15,9 mil pessoas. Belém e Manaus têm mais da metade dos domicílios ocupados em ocupações irregulares, 55,5% e 53,3%, respectivamente. Em seguida, vem Salvador, com 41,8% das habitações em comunidades carentes.

“Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as capitais mais populosas do país, a proporção de domicílios em aglomerados subnormais não passa de 20%, mas a quantidade de imóveis nessas comunidades é a maior entre todas as demais capitais: no Rio são 453.571 domicílios em aglomerados subnormais, e em São Paulo, 529.921. A capital paulista tem quase o dobro da população da capital fluminense”, informa o IBGE.

Comunidade de Paraisópolis.

A Rocinha, no Rio, é o maior aglomerado subnormal do país, com 25.742 domicílios. Em seguida, vêm a comunidade do Sol Nascente, no Distrito Federal, com 25.441 casas; Rio das Pedras, também no Rio, com 22.509; e Paraisópolis, em São Paulo, com 19.262 domicílios em ocupações irregulares.

O gerente-geral de Geografia do IBGE, Cayo Franco, destaca que esse levantamento não apresenta toda a dimensão da vulnerabilidade no país, mas boa parte dela. “Há bairros pobres que não foram classificados como aglomerados subnormais, seja porque os moradores possuem a posse da terra ou alguns serviços de saúde e saneamento. O que apresentamos aqui é uma dimensão da vulnerabilidade, no caso, os mais vulneráveis dos vulneráveis”, afirmou.   

 

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

O alívio no mercado externo após o anúncio de uma pesquisa com resultados promissores para o novo coronavírus, causador da covid-19, animou o mercado financeiro. O dólar caiu para a menor cotação em 12 dias, e a bolsa de valores fechou no nível mais alto em 20 dias.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18) vendido a R$ 5,72, com recuo de R$ 0,119 (-2,03%). A moeda abriu próxima de R$ 5,80, mas caiu ainda durante a manhã após a divulgação da pesquisa sobre uma vacina para o coronavírus. A cotação fechou no menor nível desde 6 de maio (R$ 5,704).

O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho. A moeda norte-americana acumula alta de 42,55% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,258, com recuo de 1,95%. A libra comercial caiu 1,54% e terminou a sessão vendida a R$ 6,979. Essa foi a primeira vez, desde 5 de maio, que a moeda britânica fechou abaixo de R$ 7.

Bolsa de valores:

No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 81.194 pontos, com alta de 4,69%. O indicador está no nível mais alto desde 29 de abril.

O Ibovespa seguiu o mercado externo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou o dia com alta de 3,85%. Além dos avanços nas pesquisas da vacina contra o coronavírus, o mercado financeiro global refletiu o relaxamento das restrições sociais em diversos países da Europa, como a Itália, que reabriu o comércio hoje (18), e a aprovação de um novo pacote de estímulos pelos deputados norte-americanos.

O alívio no mercado externo compensou dados negativos na economia brasileira. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas preveem queda de 5,12% na economia brasileira neste ano.

Petróleo:

A cotação do petróleo, que esteve em crise nos últimos meses, também reagiu ao alívio no mercado externo. O barril do tipo Brent, que serve de referência para o mercado internacional e para a Petrobras, era vendido a US$ 35,65 por volta das 18h, com alta de 9,69%. Nos últimos dias, a cotação estava em torno de US$ 30.

O desempenho do barril de petróleo refletiu-se nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) fechou a segunda-feira com alta de 9,72%. Os papéis preferenciais (com proridade na distribuição de dividendos) encerraram o dia com valorização de 8,1%.

 

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Sul e Sudeste do Pará

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