Carajas o Jornal

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Uma pesquisa reuniu dúvidas comuns entre os brasileiros que já receberam ao menos uma dose das vacinas contra a Covid. Com a ajuda de especialistas, esclarece os principais pontos desta nova etapa do enfrentamento da pandemia.

 

Abaixo, veja as 14 perguntas sobre a vacinação e a vida pós-imunização:

 

  1. Depois de tomar a vacina, o que eu posso fazer?
  2. Se meus pais estiverem vacinados, posso encontrar com eles sem máscara?
  3. Posso ter encontros sem máscara com mais pessoas se todos estivermos vacinados?
  4. Depois de vacinado, posso parar de usar máscara?
  5. Se eu já tive coronavírus, preciso tomar a vacina?
  6. Quem já foi vacinado está protegido contra as novas variantes?
  7. Qual o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?
  8. Depois de quanto tempo estou imunizado?
  9. Devo fazer o teste de sorologia para ver se a vacina 'pegou'?
  10. Posso tomar a vacina da gripe junto com a vacina da Covid-19?
  11. Ainda posso pegar/passar o vírus se estiver vacinado?
  12. Quem está com Covid pode se vacinar?
  13. Crianças poderão tomar a vacina?
  14. A pandemia vai acabar um dia?

 

 

1. Depois de tomar a vacina, o que eu posso fazer?

 

No atual cenário do Brasil, os cuidados precisam continuar e nada deve mudar. O comportamento deve ser o mesmo, vacinado ou não. O país segue batendo recordes e a média móvel de mortes nos últimos 7 dias bateu um novo recorde. Mesmo após tomar as duas doses (a imunização completa), a pessoa vacinada deve continuar usando máscaras, deve evitar aglomerações e manter a higiene das mãos.

"Nesse momento de altíssima circulação do vírus, a recomendação é não mudar o comportamento", alerta Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Ele explica que a pessoa vacinada está individualmente protegida da forma grave da Covid-19.

Entretanto, os estudos ainda não apontaram se as vacinas também conseguem interromper a transmissão do vírus, como explicou a vice-diretora da OMS, Mariângela Simão. "As vacinas que temos disponíveis não comprovaram serem eficazes para a transmissão da doença. Elas são eficazes para evitar que a doença progrida para casos graves".

 

2. Se meus pais estiverem vacinados, posso encontrar com eles sem máscara?

 

Não pode. “A vacinação feita nos pais não dá 100% de proteção e estamos em um momento de grande circulação do vírus. Ainda não temos a garantia que as pessoas vacinadas estão absolutamente protegidas”, orienta Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

A máscara continua sendo item obrigatório, assim como o distanciamento social, higiene das mãos e ambientes ventilados. "O fato de estar vacinado não é passaporte para a imunidade. Para encontrar alguém [mesmo vacinado] é preciso continuar mantendo os cuidados mínimos. E claro, se alguém estiver doente, o encontro não deve acontecer", alerta a infectologista do Hospital Emílio Ribas, Rosana Richtmann.

 

3. Posso ter encontros sem máscara com mais pessoas se todos estivermos vacinados?

 

Para o Brasil, ainda não há nenhuma orientação do tipo, e especialistas recomendam seguir usando a máscara mesmo nesses casos.

Em março, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, soltou uma recomendação para quem está completamente imunizado (com as duas doses). Essas pessoas que completaram todo o ciclo podem, segundo o órgão norte-americano, se reunir com outras pessoas na mesma situação sem usar máscaras ou manter o distanciamento social.

A infectologista da Unicamp Raquel Stucchi explica que a realidade no Brasil é outra, a começar pelas vacinas utilizadas nas campanhas, que tem níveis de eficácia diferentes das usadas nos EUA. Além disso, a circulação do coronavírus segue acelerada no país.

 

"Os EUA estão aplicando vacinas que têm mais de 90% de eficácia. Não dá para comparar. Talvez a gente possa realmente voltar a ter um encontro entre vacinados sem máscara quando conseguirmos diminuir muito a circulação do vírus entre nós. E a expectativa é que isso aconteça quando a gente tiver 70%, no mínimo, da população vacinada".

 

4. Depois de vacinado, posso parar de usar máscara?

 

Não. A OMS já alertou que a vacina não é a única ferramenta contra o coronavírus. O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom, reforçou que apenas a vacinação não será capaz de conter a pandemia. Por isso, manter as medidas sanitárias individuais e coletivas é essencial.

"Não se engane, as vacinas são uma ferramenta vital e poderosa, mas não são a única ferramenta. (...) vamos continuar dizendo isso. O distanciamento físico funciona. Máscaras funcionam. A higiene das mãos funciona. Ventilação funciona. Vigilância, teste, rastreamento de contato, isolamento, quarentena de apoio e cuidado compassivo - todos trabalham para impedir novas infecções e salvar vidas", disse o diretor-geral.

 

5. Se eu já tive coronavírus, preciso tomar a vacina?

 

Sim. Especialistas dizem que os dados indicam que a vacina deve ser aplicada em que já teve a doença. A vacina pode oferecer uma imunidade mais duradoura e trazer mais benefícios em relação à nossa imunidade natural.

Em fevereiro, a OMS divulgou novas diretrizes sobre a vacinação para quem teve ou está com a doença. No texto, a entidade reforçou que pessoas com teste positivo para Covid devem esperar a recuperação da "fase aguda da doença e a suspensão do isolamento".

Além disso, quem estiver infectado pode adiar a vacinação por 6 meses. A entidade diz que, quando mais dados estiverem disponíveis sobre a duração da imunidade depois da infecção natural, a duração do adiamento pode ser revisada.

 

6. Quem já foi vacinado está protegido contra as novas variantes?

 

As desenvolvedoras de vacinas seguem estudando o comportamento dos imunizantes frente às novas variantes que estão surgindo. Um estudo feito com mais de 67 mil profissionais de saúde de Manaus apontou que a vacina CoronaVac tem 50% de eficácia contra a variante brasileira P.1. O Instituto Butantan já havia dito que o imunizante é eficaz contra as três variantes do coronavírus em circulação no país - britânica, brasileira e sul-africana.

Estudos também apontam que a vacina de Oxford é eficaz contra as variantes brasileira e britânica.

Pfizer e BioNTech anunciaram que a vacina que desenvolveram contra a Covid-19 conseguiu evitar todos os casos sintomáticos da doença causados pela variante sul-africana do coronavírus, a B.1.351. O imunizante também se mostrou eficaz contra as variantes do Reino Unido e Brasil.

A vacina da Moderna conseguiu combater variantes da África do Sul e do Reino Unido; mesmo assim, uma terceira dose da vacina será testada como reforço contra as variantes, e, ainda, uma nova candidata para dose de reforço.

A Johnson também anunciou que sua vacina teve 57% de eficácia contra a variante da África do Sul, um dos países onde foi testada.

 

7. Qual o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?

 

Cada imunizante tem um tempo diferente de intervalo. No Brasil, as duas vacinas aplicadas são a CoronaVac e a Oxford. Para a CoronaVac, o intervalo ideal é de 28 dias entre as doses. Já a vacina de Oxford permite um espaçamento maior, de três meses.

 

8. Depois de quanto tempo estou imunizado?

 

Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.

"Se uma pessoa que tomou a vacina se infectar antes desse tempo, não quer dizer que a vacina falhou, mas que não deu tempo do sistema imunológico criar a resposta imune", explica o infectologista Renato Kfouri, presidente do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

9. Devo fazer o teste de sorologia para ver se a vacina 'pegou'?

 

Não. Em março, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) soltou uma nota NÃO recomendando a realização de sorologia para avaliar resposta imunológica às vacinas. Segundo a entidade, os resultados destes testes "não traduzem a situação individual de proteção".

"Os estudos de avaliação de eficácia vacinal baseados em testes sorológicos têm demonstrado grandes variações em diferentes cenários epidemiológicos frente às diferentes vacinas, complicando ainda mais a interpretação dos resultados de mensuração de anticorpos neutralizantes [...] Sabemos que a resposta imune desenvolvida pela vacinação não depende apenas de anticorpos neutralizantes", alerta a SBIm.

 

10. Posso tomar a vacina da gripe junto com a vacina da Covid-19?

 

Não. O governo federal recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe. A recomendação é que haja um intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação das duas vacinas.

 

11. Ainda posso pegar/passar o vírus se estiver vacinado?

 

É possível. As vacinas disponíveis são eficazes na prevenção da forma grave da Covid-19, mas ainda não se sabe se elas protegem contra a transmissão. Mesmo que a pessoa vacinada não adoeça, ela ainda pode ser infectada sem apresentar sintomas e contaminar outros indivíduos. Por isso, a recomendação pós-vacinação segue sendo a mesma: continuar com todas as outras medidas não farmacológicas, como máscaras, distanciamento social e lavagem das mãos.

As empresas responsáveis pelas vacinas seguem fazendo testes para analisar a eficácia na prevenção da doença. Um estudo publicado em fevereiro, por exemplo, diz que a vacina de Oxford pode ter capacidade de reduzir em até 67,6% a transmissão do novo coronavírus.

Um outro estudo, feito com a vacina da Pfizer/BioNTech, concluiu que o imunizante reduziu em 75% a transmissão do coronavírus menos de um mês após a aplicação da primeira dose.

 

12. Quem está com Covid pode se vacinar?

 

Quem tem teste PCR positivo não deve ser vacinado, segundo a OMS. O teste PCR é aquele que coleta material com um cotonete e realiza a análise em laboratório para identificar se há presença de vírus ativo no organismo. Quem não tem sintomas ou um resultado PCR positivo deve tomar a vacina normalmente.

"Possivelmente vamos vacinar muitas pessoas assintomáticas. Agora, se você tem o diagnóstico de Covid ou PCR positivo mesmo assintomático, a recomendação é esperar quatro semanas, 28 ou 30 dias para ser vacinado", explica o infectologista Renato Kfouri.

 

13. Crianças poderão tomar a vacina?

 

Ao menos quatro laboratórios já começaram os testes de suas vacinas em crianças e adolescentes: Pfizer/BioNTech, Sinovac Biotech (CoronaVac), Oxford/AstraZeneca e Moderna. No entanto, ainda não há autorização no Brasil para vacinar crianças.

A Pfizer anunciou no final de março que o imunizante demonstrou eficácia de 100% nos adolescentes com idades entre 12 e 15 anos. As farmacêuticas também começaram os estudos em crianças de 6 meses a 11 anos.

No começo de fevereiro, a Universidade de Oxford anunciou o início dos estudos de fase 2 da vacina ChAdOx1 nCoV-19 em crianças e adolescentes. Em março, a presidente da Fiocruz (parceira da Oxford no Brasil), Nísia Trindade, afirmou que a instituição apresentará pedido à Anvisa para realização de estudo da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 em crianças.

A farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, que desenvolve a CoronaVac em parceria com o Instituto Butantan (SP), afirmou que a vacina se mostrou segura e produziu anticorpos em crianças. Os resultados são de estudos preliminares e não foram publicados em nenhuma revista científica.

A farmacêutica americana Moderna começou em março os testes clínicos de sua vacina contra a Covid-19 em crianças. Os ensaios acontecem nos EUA e Canadá com mais de 6,7 mil crianças com idades entre os seis meses e 12 anos.

 

14. A pandemia vai acabar um dia?

 

A definição de pandemia, segundo a Real Academia Espanhola, é “uma doença epidêmica que se estende a muitos países ou que ataca quase todos os indivíduos de uma localidade ou região”. Ou seja, a Covid-19 deixará de ser uma pandemia quando não tiver mais um alcance tão grande como acontece agora.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é prematuro pensar no término da pandemia em 2021. O que podemos fazer é tentar controlar o vírus. Em março, o diretor-executivo de emergências da OMS, Mike Ryan, disse que o objetivo deste ano é “evitar hospitalizações e reduzir a mortalidade no mundo. Ao atingir esse objetivo, teremos o controle da pandemia”.

As vacinas podem contribuir para a imunidade coletiva – quando grande parte da população está imune ao vírus, reduzindo a circulação do coronavírus. Entretanto, ainda faltam estudos que comprovem que os imunizantes interrompem também a transmissão dos vacinados. A princípio, eles evitam casos graves e hospitalizações.

 

 

Fonte: Por Mariana Garcia, G1

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (23/4), a operação Pesca Urbana, para desarticular organização criminosa especializada na prática de furtos em terminais de autoatendimento de agências bancárias da Caixa Econômica Federal em diversos estados do País.

A execução da operação tem o emprego de 60 policiais federais, que cumprem seis mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão, nas cidades de São Paulo (SP) e Vitória da Conquista (BA), além de medidas cautelares para sequestro de bens da organização criminosa. O grupo é investigado pelas unidades da Polícia Federal em Caxias do Sul e Sorocaba e teria praticado ações criminosas em vários estados do Brasil, atuando de forma “nômade”, mas com base no estado de São Paulo.

As investigações em Caxias do Sul iniciaram em janeiro de 2021, a partir da ação da organização criminosa contra nove agências da Caixa Econômica Federal na Serra Gaúcha. Na sequência, o grupo prosseguiu no Rio Grande do Sul com ataques a agências da Caixa Econômica Federal nas regiões da Grande Porto Alegre e do litoral gaúcho, e, posteriormente, em outros estados.

Em Sorocaba, as investigações tiveram início a partir da prisão em flagrante de um homem, em agosto de 2020. Posteriormente, no decorrer da investigação, foram realizadas outras prisões em flagrante de quatro homens e duas mulheres em ataques contra a Caixa Econômica Federal nos municípios paulistas de Americana (21/11/2020), Alumínio (24/12/2021) e Sorocaba (18/03/2021).

Nos meses de março e abril de 2021, com o andamento das investigações, oito homens e três mulheres integrantes da organização foram presos em flagrante em Vitória da Conquista, na Bahia, e nas cidades de Igarassu e Recife, em Pernambuco.

A ação de hoje visa à prisão de membros da organização criminosa e a apreensão de novos elementos de provas, bens adquiridos com o produto dos crimes e outros a serem identificados com a análise do material arrecadado, para cobrir os prejuízos gerados pelas condutas ilícitas.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de furto qualificado (pena de reclusão de 2 a 8 anos, e multa), organização criminosa (pena de reclusão de 3 a 8 anos, e multa) e outros que venham a ser identificados na sequência das investigações.

 

Fonte: https://www.gov.br

 

 

A Polícia Federal deflagrou hoje (23/4) a Operação Argólida, que visa desmantelar grupos criminosos investigado por fraudar o auxílio emergencial. Policiais federais deram cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, em Fortaleza e Maranguape/CE.

A investigação é resultado do trabalho da Estratégia Integrada contra Fraudes ao Auxílio Emergencial, com foco na atuação de grupos, associações ou organização criminosas e na desarticulação de fraudes estruturadas. Além da PF, participam da iniciativa o Ministério Público Federal, o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, a Receita Federal, a Controladoria Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

Foram apreendidos computadores, telefones e outras mídias que serão submetidos a exames periciais no intuito de apurar a prática delitiva. Os mandados foram expedidos pelos Juízos da 11ª e 32ª Varas da Justiça Federal.

Os envolvidos responderão pelos crimes estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará

 

Fonte: https://www.gov.br

O Governo do Estado publicou, na manhã desta sexta-feira (23), uma nova atualização no Decreto Estadual 800/2020, que institui as medidas de enfrentamento à Covid-19 e o sistema de bandeiramento nas regiões de saúde do Pará. Com as novas medidas, anunciadas pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira (22), as regiões Metropolitana 1 e 2, Nordeste, Marajó Oriental e Baixo Tocantins saem da cor vermelha e passam à bandeira laranja, considerada de controle 1.

“Desta forma, nas regiões em bandeira laranja, deixam de vigorar restrições de horário para a circulação de pessoas e para o funcionamento de determinados setores da economia, como shoppings centers e comércio de rua. No entanto, reforçamos mais uma vez que todos os protocolos de prevenção contra a doença seguem obrigatórios. A pandemia não acabou, estamos iniciando a flexibilização de medidas nestas regiões, mas seguimos avaliando diariamente o cenário epidemiológico do Estado”, disse o procurador-geral do Pará, Ricardo Sefer.

As novas medidas permitem o funcionamento de restaurantes, lanchonetes, bares e estabelecimentos afins, desde que seja respeitada a lotação máxima de 50% da capacidade dos ambientes, e a venda de bebidas alcoólicas no período compreendido entre 6h e meia-noite.

A apresentação de músicos ou artistas não pode ter número superior a seis pessoas. “Seguem proibidos, no entanto, boates, casas noturnas, casas de show, assim como a realização de shows e festas abertas ao público”, reforçou o procurador-geral.

Além disso, fica permitido o funcionamento, sem a necessidade de agendamento individual, de academias de ginástica, clínicas de estética, salões de beleza, barbearias e estabelecimentos afins. Também passam a ser autorizados esportes coletivos profissionais e amadores, o funcionamento de clubes recreativos e a abertura de praias, balneários e igarapés e similares, sem limite de dias e horários. 

“As lojas de conveniência, mercados e supermercados seguem funcionando normalmente, mas a venda de bebidas alcoólicas ficam proibida entre 0h e 6h. Também seguem proibidas aglomerações, manifestações e reuniões com mais de 50 pessoas”, finalizou Ricardo.

Com as novas mudanças, seguem em bandeiramento vermelho, considerado de alerta máximo, as regiões do Marajó Ocidental, do Xingu, de Carajás e do Araguaia.

 

Fonte: Por Barbara Brilhante (PGE) 

 

O calendário de pagamento do auxílio emergencial para inscritos no Bolsa Família prossegue nesta sexta-feira, 23.

Para quem tem NIS (Número de Identificação Social) terminado em 5, o pagamento, com valores que variam de R$ 150 a R$ 375, cairá hoje em conta digital da Caixa Econômica Federal. O dinheiro poderá ser sacado ou movimentado por aplicativos e maquininhas.

Na modalidade débito, o valor pode ser movimentado por meio das maquininhas da Rede Tendência, que estão presentes em seis mil pontos comerciais de Mato Grosso do Sul. A opção de uso é diversificada, com terminais disponíveis em mercadinhos, conveniências, farmácias, hortifrúti. 

O cronograma de pagamento no Bolsa Família, de acordo com o número de NIS, segue até a próxima sexta-feira, 30.

Criado em outubro de 2003, o programa de transferência de renda contribui para o combate à pobreza e à desigualdade no Brasil.


O valor da folha de pagamento do auxílio para o público do Bolsa Família em abril é de R$ 2,98 bilhões. De acordo com o Ministério da Cidadania, a maior parte dos beneficiários (mais de 50%) é composta por mulheres chefes de famílias: 5,098 milhões de pessoas que receberão R$ 375 cada.

Em segundo lugar aparecem os beneficiários que receberão o valor padrão. Eles representam 3,34 milhões com direito a R$ 250 (33,4% da folha). Outras 15,7% das famílias são unipessoais: 1,56 milhão de contemplados com R$ 150 cada. 

 

Fonte: Por Aline dos Santos 

O respeito ao próximo é essencial neste momento! Na quinta-feira, 22 de abril, infelizmente registramos quatro óbitos, sendo um deles retroativo. Notificamos ainda mais 137 novos casos de Covid-19.

A taxa de ocupação geral dos leitos está em 71%.

  • Leitos de enfermaria SUS: 88%;
  • Ocupação da UTI SUS: 86%;
  • Taxa de ocupação de enfermarias particular: 47%;
  • Ocupação da UTI particular: 70%.

A taxa de letalidade no período de 11 a 17 de abril é de 0,7%.

A UPA está com atendimento exclusivo para pacientes com o vírus. O serviço é ofertado 24h.

Faça seu exame nas Unidades Básicas de Saúde polo: Minérios, VS-10, Cidade Nova e Liberdade 1.

Histórico de óbito:

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21/04/2021

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Doença renal crônica

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Hospital Ophir Loyola - Belém

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A Prefeitura de Parauapebas vem a público alertar as pequenas empresas, cooperativas e associações de Parauapebas que uma ou mais pessoas vêm se passando como agentes de crédito do Banco do Povo, para oferecer a elas cadastramento para o empréstimo especial disponibilizado pelo Programa Vencer.

Em troca do “cadastramento”, o golpista pede determinada quantia em dinheiro. O golpe chegou ao conhecimento da prefeitura na quinta-feira, 22, por meio de uma vítima, que pagou R$ 700 para o golpista. Quando ele pediu mais R$ 300, sob a justificativa de que faltava documentação, a vítima desconfiou e procurou o Banco do Povo, onde percebeu que havia sido enganada.

Em tom de preocupação com a possibilidade de haver outras vítimas, o secretário adjunto de Desenvolvimento e diretor do Banco do Povo, Claiton Silva, o Tita, reforça o alerta: não existe a figura de agente de crédito municipal autorizado a pedir dinheiro em troca de facilitar serviços. Além disso, o Banco do Povo foi criado para ajudar os pequenos empresários e não para colocá-los em situação de dificuldade. 

“Não temos nenhum agente do Banco do Povo trabalhando na modalidade de cadastramento. Todo o pessoal está trabalhando internamente na análise dos cadastros. Depois disso, vamos entrar em contato com o empresário que solicitou o crédito dentro da plataforma online, para ele levar a documentação até o Banco do Povo e assinar o contrato. Mas isso não envolve nenhum centavo. Ninguém vai pedir R$ 1 pra ninguém. Não tem nenhum procedimento lá que seja cobrado”, enfatiza Tita.

A orientação é para que os empresários vítimas do golpe procurem a Polícia para fazer boletim de ocorrência. Em caso de a oferta do “cadastramento” estiver sendo feita em grupos de whatsApp, é aconselhável fazer o print do anúncio e também entregá-lo às autoridades policiais.

 

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

Trabalhadores informais nascidos em agosto começaram a receber hoje (22) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 4 poderão sacar o benefício.

O pagamento será feito ainda a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

O saque da primeira parcela foi antecipado em 15 dias. O calendário de retiradas, que iria de 4 de maio a 4 de junho, passou para 30 de abril a 17 de maio.

Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo no fim de março e atualizado na semana passada.

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada (veja link do guia de perguntas e respostas no último parágrafo).

 

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.
 

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da primeira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou na sexta-feira (16) e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.
 

Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

 

Edição: Graça Adjuto

 

 

A Apple foi alvo de um ataque de "sequestro de dados". E após roubarem projetos de alguns de seus novos produtos, a fabricante do iPhone está sendo chantageada a pagar US$ 50 milhões pelo resgate das informações. Esse ataque é conhecido como "ransomware" e foi inicialmente revelado pelo site The Record.

O foco do roubo foram os esquemas de engenharia e fabricação de produtos (atuais e futuros) pertencentes à empresa taiwanesa Quanta, que fabrica MacBooks e outros equipamentos para a Apple.

Um grupo de hackers russo, chamado REvil, alegou publicamente que havia invadido a Quanta. Os hackers começaram a postar informações dos projetos da Apple em um site de vazamento na véspera do primeiro evento de lançamento da empresa em 2021, que ocorreu no último dia 20 - na ocasião, a empresa revelou um novo iPad Pro, uma linha de iMacs coloridos e os acessórios AirTags, entre outros produtos.

Em comunicado à agência de notícias Bloomberg, a fabricante Quanta confirmou que seus servidores sofreram violação: "A equipe de segurança de informação da Quanta Computer trabalhou com especialistas de TI externos em resposta a ataques cibernéticos direcionados a um pequeno número de servidores Quanta". A empresa também disse que "não houve impacto material nas operações".

A Quanta, porém, ainda não deu mais detalhes sobre a invasão. Segundo o site The Verge, as imagens publicadas pelos criminosos traziam desenhos do novo iMac, apresentado pela Apple na terça-feira - um sinal de que os documentos obtidos são verdadeiros. As imagens são acompanhadas por um aviso que diz: "Isto é propriedade da Apple e deve ser devolvido".

Os criminosos disseram que estão negociando a venda de grandes quantidades de desenhos confidenciais e gigabytes de dados pessoais com várias marcas importantes. Deram como prazo o dia 1.º de maio para a Apple resgatar os dados. O grupo também afirmou que planeja revelar novos arquivos todos os dias até que a Apple pague a quantia pedida.

Após a divulgação do caso, a Apple não comentou o assunto. 

 

Fonte: Redação, O Estado de S.Paulo

 

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta quinta-feira (22) na Cúpula de Líderes sobre o Clima. Ele prometeu adotar medidas que reduzam as emissões de gases do efeito estufa e pediu "justa remuneração" por serviços ambientais prestados pelo Brasil.

 

Especialistas ouvidos pelo G1 ressaltaram que presidente discursou sobre metas climáticas já estabelecidas anteriormente pelo Brasil e fez promessas importantes, porém:

 

  • Prometeu dobrar investimento em fiscalização, mas o Orçamento atualmente proposto para o Ministério do Meio Ambiente é o menor dos últimos 21 anos
  • Informou dados errados sobre a preservação da Amazônia e as emissões de gases de efeito estufa
  • Discurso de hoje diverge das promessas feitas na ONU no final de 2020
  • Não apresentou ação concreta para alcançar o desmatamento ilegal zero e a neutralidade de carbono

 

O secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, também comenta a promessa de duplicar o orçamento para fiscalização ambiental, mas lembra que o governo federal cortou verbas do Ministério do Meio Ambiente.

 

"É uma mentira. Na verdade, ele mesmo [Bolsonaro] colocou a fiscalização ambiental no orçamento para 2021 como o menor dos últimos 20 anos, então ele simplesmente não tem a menor noção da realidade", disse Marcio Astrini, secretário-executivo do OC.

 

O ambientalista se refere ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) deste ano, em que o governo destinou R$ 1,72 bilhão ao Ministério do Meio Ambiente. A proposta reduz em 27,4% os recursos de 2021 destinados à fiscalização ambiental e ao combate de incêndios florestais.

 

Já o coordenador do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Raoni Rajão, lembra ainda que o Brasil poderia dispor de R$ 2,9 bilhões que estão paralisados no Fundo Amazônia desde janeiro de 2019.

 

"Importante Bolsonaro ter indicado mais recurso para ações de fiscalização. Mas hoje o Fundo Amazônia ainda tem dezenas de milhões de recursos que estão prontos para uso, inclusive para a Força Nacional", disse Rajão.

 

Para o professor da UFMG, o mais urgente é a contratação de fiscais e a substituição do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pelo que ele chama de "um ministro efetivamente comprometido com a agenda ambiental".

 

De 2016 a 2018, o Ibama recebeu recursos do Fundo Amazônia para bancar o aluguel de veículos especiais em operações na Amazônia e implementar pelo menos 466 missões de fiscalização. Em 2019, o ministro Salles tentou mudar as regras do fundo para destinar os recursos captados para indenizar proprietários de terras. Tanto Noruega quanto Alemanha congelaram as doações milionárias ao Fundo por falta de gerência do governo federal.

 

O secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, ainda destaca que, mais uma vez, o presidente brasileiro pediu dinheiro à comunidade internacional para executar as promessas de proteção à Amazônia.

 

"Ele passou a metade do vídeo pedindo dinheiro [...]. É também importante dizer que esse pedido de dinheiro tão insistentemente feito para outros países não faz nenhum sentido", diz Astrini, que também cita a verba paralisada no Fundo Amazônia. "O problema do Brasil não é falta de recursos, é falta de governo e de compromisso."

 

Dados ultrapassados x prática

 

A especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, Suely Araújo, destaca que o presidente apresentou dados ultrapassados do Brasil.

 

"As promessas colidem com a prática. Mostram-se dados passados, anteriores ao governo Bolsonaro, como um cenário de um país que se preocupa com a questão ambiental. O governo atual desconstruiu o que se fazia nesse sentido e demanda dinheiro para corrigir o que eles mesmo pioraram", afirma Suely.

 

Para ela, "mais importante do que financiamento internacional é a reversão do quadro de desmonte completo da política ambiental".

 

O climatologista Carlos Nobre afirma que o discurso foi vago e não apresentou ações concretas.

 

"Foi um discurso defensivo e não proativo. Se esperava que apresentassem propostas concretas de como zerar os desmatamentos, degradação e queimadas na Amazônia, fator principal que tornou o país um grande vilão ambiental, nacional e globalmente", declarou Carlos Nobre.

 

Promessas mais ambiciosas

 

A coordenadora de Clima e Justiça do Greenpeace, Fabiana Alves, explica que, diferente de discursos anteriores, Bolsonaro fez agora promessas mais ambiciosas, mas não apresentou medidas concretas de como conquistará a neutralidade de carbono até 2050 - uma década mais cedo do que o prometido anteriormente.

 

“O governo Bolsonaro não possui política pública para a contenção do desmatamento. Em sua fala, ele ressalta o mercado de carbono como solução, dando às empresas de combustíveis fósseis um caminho para ‘compensar’ sua poluição com florestas, em vez de, de fato, reduzi-la”, diz Alves.

 

A Cúpula de Líderes sobre o Clima foi organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e contou com a participação de cerca de 40 líderes de estado de várias partes do mundo.

 

  • Em carta a Biden, Bolsonaro pede apoio aos EUA e promete eliminar desmatamento ilegal até 2030
  • 'Bolsonaro estimula agentes da devastação', diz carta de ex-ministros enviada à Cúpula do Clima

 

Emissões de gases

 

Sobre os dados apresentados por Bolsonaro, a especialista do Observatório do Clima Suely Araújo destaca que o discurso trouxe apenas dados em porcentagens, e não em números absolutos, o que ajudou a maquiar a situação do país quanto à emissão de gases de efeito estufa (GEE).

 

"Ele diz que o Brasil participou com menos de 1% das emissões históricas desses gases, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo. Mas a realidade hoje é que o Brasil é o sexto maior emissor de GEE no mundo atualmente", explica Araújo.

 

O climatologista Carlos Nobre esclarece que até mesmo as porcentagens apresentadas por Bolsonaro nesta manhã estavam incorretas.

 

"O Brasil emite entre 4 e 5% das emissões globais de todos os gases de efeito estufa", diz Nobre, rebatendo a fala do presidente de que o país emite menos de 3% das emissões globais anuais.

 

Bolsonaro também afirmou que o Brasil tem "orgulho de conservar 84% de nosso bioma amazônico", mas Nobre ressalta que o número, mais uma vez, não está correto.

 

"Já desmatamos por corte raso cerca de 20% da floresta amazônica, e há uma área estimada entre 10% e 20% adicionais em diferentes graus de degradação. Em 2020, as emissões diminuíram na maioria dos países devido à pandemia. No Brasil, aumentaram devido o aumento dos desmatamentos da floresta Amazônica" , disse o climatologista.

Discurso divergente do feito na ONU

 

O secretário-executivo do Observatório do Clima destacou divergências entre as promessas feitas por Bolsonaro nesta quinta e as promessas feitas anteriormente à Organização das Nações Unidas (ONU). Um exemplo foi quando ele afirmou nesta quinta que o Brasil vai zerar até 2030 o desmatamento ilegal.

 

"Essa proposta já tinha sido apresentada na ONU, na submissão do Brasil de promessas de clima em 2015. E o governo Bolsonaro, quando fez a releitura da submissão em 2030, retirou esse compromisso. E agora ele está falando novamente de desmatamento ilegal zero até 2030. Então a gente tem que saber para quem ele está falando a verdade: para a ONU ou (para Biden) nesse vídeo?", Márcio Astrini, secretário-executivo do OC.

 

Astrini destaca outra divergência entre os discursos, desta vez sobre a promessa de o país zerar as emissões de carbono.

 

"Hoje Bolsonaro fala em neutralidade de carbono para o Brasil em 2050. Na proposta oficial encaminhada para ONU em dezembro, está lá que a meta é 2060".

 

Bolsonaro discursou na Assembleia da ONU em setembro do ano passado. Na ocasião, ele afirmou que o Brasil é "vítima" de uma campanha "brutal" de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

 

"De maneira geral, o governo sai da Cúpula do Clima do mesmo jeito que entrou: desacreditado. Um governo que está há 28 meses prestando serviços para o crime ambiental, destruindo o meio ambiente no Brasil. Não vai ser um vídeo de cinco minutos que vai reverter essa situação", conclui Astrini.

 

As promessas na Cúpula

 

Bolsonaro participou da cúpula acompanhado de alguns ministros, entre os quais o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, alvo de críticas de ambientalistas e de diversos setores da sociedade.

 

Entre outros pontos, Bolsonaro disse no discurso que o Brasil se compromete a:

 
  • zerar até 2030 o desmatamento ilegal;
  • reduzir as emissões de gases;
  • buscar 'neutralidade climática' até 2050, antecipando em dez anos;
  • 'fortalecer' os órgãos ambientais, 'duplicando' recursos para fiscalização.

 

"À luz de nossas responsabilidades comuns, porém diferenciadas, continuamos a colaborar com os esforços mundiais contra a mudança do clima. Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar e a refirmar a NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões, inclusive para 2025, de 37%, e de 40% até 2030", afirmou o presidente na cúpula.

 

"Coincidimos, senhor presidente, com seu chamado ao estabelecimento de compromissos ambiciosos. Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em dez anos a sinalização anterior", completou.

 

Em outro trecho, Bolsonaro declarou: "É preciso haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados por nossos biomas ao planeta como forma de reconhecer o caráter econômico das atividades de conservação."

 

Fonte: Por Laís Modelli e Mariana Garcia, G1 — São Paulo

Sul e Sudeste do Pará

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