O Congresso Nacional está estudando a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial até novembro de 2021. Segundo o Governo Federal, há recursos separados, caso seja necessário.

auxílio emergencial foi criado no ano passado, devido a crise sanitária e econômica ocasionada pela pandemia do coronavírus. Nessa nova rodada, o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Cidadania estabeleceram apenas quatro parcelas do benefício, previstas para acabar em julho.

De acordo com o presidente da república, Jair Bolsonaro, após essa data o Bolsa Família deve ser reformulado. A intenção é disponibilizar as 14,6 milhões de famílias inscritas no programa, um valor médio maior de R$ 250. Atualmente a média do benefício é de R$ 192.

Assim, os 10 milhões de segurados do Bolsa Família que estão recebendo o auxílio emergencial não sentirão o fim do benefício, já que a média será a mesma entre os programas.

No entanto, mais de 30 milhões de pessoas que estão recebendo do auxílio, ficarão sem recursos ou ajuda para enfrentar a pandemia após o fim dos pagamentos. Em relação a isso, o Congresso Nacional começou a cogitar a possibilidade de uma extensão do benefício.

Paulo Guedes, ministro da Economia, diz que há a possibilidade de haver uma prorrogação do auxílio emergencial por mais alguns meses. Porém, ele ressalta que o benefício deve ser substituído por um programa social mais reforçado.

Entretanto, a possibilidade da extensão do programa ganha mais defensores na medida em que a vacinação contra a Covid-19 demora no país. Na quinta-feira (6), 18 cidades ficaram sem as doses, tendo que parar com a vacinação na região.

Cada dia mais, o presidente Bolsonaro, é pressionado a resolver todos esses e mais possíveis contratempos relacionados a pandemia. Em questão, a falta de vacinas nas regiões do Brasil.

 

Fonte: Por Ester Farias

Às 5h39 da manhã desta sexta-feira, 7 de maio, o autor do processo que requer a suspensão do concurso PRF (Polícia Rodoviária Federal) peticionou Agravo Interno, com pedido de reconsideração da decisão que permitiu a realização das provas em 9 de maio. Veja:

O pedido é para que o desembargador reveja sua decisão de forma monocrática, ou seja, individualmente. Caso não seja possível, pede-se que à apreciação seja do Conselho Especial. É mais um capítulo dessa extensa novela.

Concurso PRF: liminar cai e provas são mantidas

Em 6 de maio foi deferido o recurso da Advocacia Geral da União (AGU), para que as provas da seleção sejam realizadas no dia 9 de maio, foi aceito pela Justiça Federal. Isso acontece, após decisão liminar que a suspendeu.

A AGU recorreu em caráter de urgência e, dentre as justificativas apresentadas, o recurso usou como exemplo a aplicação das provas do Enem e do IBGE.

Em 7 de maio, o Cebraspe tornou público, no Diário Oficial da União (DOU), que os candidatos inscritos em Brasília e Rondônia devem retornar ao sistema de consulta, para confirmar se houve alteração nesses locais.

O concurso PRF (Polícia Rodoviária Federal) será destinado ao provimento de 1.500 vagas imediatas e possível convocação de mais 500 candidatos em 2022, cujos salários chegam ao valor de até R$ 9,8 mil iniciais.

 

Fonte: Maurício Miranda Sá

Uma operação da Polícia Civil do RJ contra o tráfico de drogas no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, deixou 25 pessoas mortas e provocou um intenso tiroteio no início da manhã desta quinta-feira (6).

O policial civil André Farias foi baleado na cabeça e morreu, segundo a polícia. A corporação afirma ainda que 24 suspeitos foram mortos, mas não esclareceu quem são as vítimas e a situação em que foram atingidas.

Dois passageiros do metrô foram baleados dentro de um vagão da linha 2, na altura da estação Triagem, e sobreviveram. Um morador foi atingido no pé, dentro de casa, e passa bem. Dois policiais civis também se feriram.

Vídeos registraram o som de rajadas, e explosões de bombas foram registradas em diferentes pontos da favela (veja vídeo abaixo).

Moradores contaram que não conseguiam sair de casa — como uma noiva de casamento marcado e uma grávida com cesariana agendada, ambas para esta manhã. Devido ao confronto, a Clínica da Família Anthidio Dias da Silveira precisou ser fechada.

 

Maior nº de mortes, apesar de restrição do STF

Segundo a plataforma digital Fogo Cruzado, que registra dados de violência armada desde julho de 2016, é o maior número de mortes durante uma operação da polícia em uma comunidade desde o início dos levantamentos.

Desde junho do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu operações em favelas durante a pandemia. A decisão permite ações apenas em "hipóteses absolutamente excepcionais".

Para isso, os agentes precisam comunicar ao Ministério Público sobre o motivo da operação. O G1 perguntou à polícia e ao MP qual foi o motivo apresentado, mas ainda não obteve resposta.

Um advogado da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanha o caso.

Aliciamento de crianças e adolescentes

A Operação Exceptis investiga o aliciamento de crianças e adolescentes para ações criminosas, como assassinatos, roubos e até sequestros de trens da Supervia. A polícia afirma que o tráfico da região adota táticas de guerrilha, com armas pesadas e “soldados fardados”.

O Jacarezinho é considerado uma base do Comando Vermelho, a maior facção do tráfico de drogas em atividade no Rio. A comunidade é predominantemente plana, repleta de ruelas e cercada de barricadas instaladas pelo crime — o que dificulta o acesso de blindados, por exemplo.

O Globocop flagrou às 6h45 policiais avançando pelos trilhos da Supervia e do metrô — que cortam o Jacarezinho na superfície — e se abrigando em postes. Helicópteros da polícia, em apoio às equipes em terra, davam rasantes na comunidade (veja vídeo acima).

Às 7h30, criminosos com fuzis foram vistos pulando de laje em laje, em fuga (veja vídeo abaixo). Os homens passavam as armas de mão em mão pelos muros enquanto corriam pelos telhados das casas.

Durante a operação, não havia movimentação de moradores nas ruas e vielas do Jacarezinho.

A troca de tiros afetou a circulação da Linha 2 do metrô e dos ramais de Saracuruna e de Belford Roxo da Supervia — trens da Central não partiam para esses destinos.

 

Escutas identificaram 21 criminosos

Com a quebra dos dados telemáticos autorizada pela Justiça, foram identificados 21 integrantes do grupo criminoso, todos responsáveis por garantir o domínio territorial da região com utilização de armas de fogo.

A polícia identificou uma estrutura típica de guerra provida de centenas de “soldados” munidos com fuzis, pistolas, granadas, coletes balísticos, roupas camufladas e todo tipo de acessórios militares.

 

Fonte: Por Diego Haidar, Elza Gimenez, Filipe Fernandes, Guilherme Peixoto e Henrique Coelho, TV Globo e G1 Rio

O governo federal liberou o Auxílio Emergencial 2021 para mais 206 mil famílias. Os nomes podem ser consultados no site www.cidadania.gov.br/auxilio.

Os novos elegíveis começarão a receber os pagamentos a partir de 16 de maio, junto com o segundo ciclo dos pagamentos – ou seja, receberão a primeira e a segunda parcelas ao mesmo tempo (veja os calendários mais abaixo).

Segundo o Ministério da Cidadania, dos 206.126 novos aprovados, 142.531 têm direito à cota de R$ 150 (pessoas que moram sozinhas), 39.719 receberão R$ 250, enquanto 23.876 são mulheres chefes de família que sustentam a casa sozinhas e receberão a cota de R$ 375.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/.

 

Calendários de pagamento

 

Veja abaixo os calendários de pagamento.

 

BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA

Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família — Foto: Economia G1
 

BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA

Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família — Foto: Economia G1

 

     Fonte: Por G1

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta quinta-feira (22) na Cúpula de Líderes sobre o Clima. Ele prometeu adotar medidas que reduzam as emissões de gases do efeito estufa e pediu "justa remuneração" por serviços ambientais prestados pelo Brasil.

 

Especialistas ouvidos pelo G1 ressaltaram que presidente discursou sobre metas climáticas já estabelecidas anteriormente pelo Brasil e fez promessas importantes, porém:

 

  • Prometeu dobrar investimento em fiscalização, mas o Orçamento atualmente proposto para o Ministério do Meio Ambiente é o menor dos últimos 21 anos
  • Informou dados errados sobre a preservação da Amazônia e as emissões de gases de efeito estufa
  • Discurso de hoje diverge das promessas feitas na ONU no final de 2020
  • Não apresentou ação concreta para alcançar o desmatamento ilegal zero e a neutralidade de carbono

 

O secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, também comenta a promessa de duplicar o orçamento para fiscalização ambiental, mas lembra que o governo federal cortou verbas do Ministério do Meio Ambiente.

 

"É uma mentira. Na verdade, ele mesmo [Bolsonaro] colocou a fiscalização ambiental no orçamento para 2021 como o menor dos últimos 20 anos, então ele simplesmente não tem a menor noção da realidade", disse Marcio Astrini, secretário-executivo do OC.

 

O ambientalista se refere ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) deste ano, em que o governo destinou R$ 1,72 bilhão ao Ministério do Meio Ambiente. A proposta reduz em 27,4% os recursos de 2021 destinados à fiscalização ambiental e ao combate de incêndios florestais.

 

Já o coordenador do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Raoni Rajão, lembra ainda que o Brasil poderia dispor de R$ 2,9 bilhões que estão paralisados no Fundo Amazônia desde janeiro de 2019.

 

"Importante Bolsonaro ter indicado mais recurso para ações de fiscalização. Mas hoje o Fundo Amazônia ainda tem dezenas de milhões de recursos que estão prontos para uso, inclusive para a Força Nacional", disse Rajão.

 

Para o professor da UFMG, o mais urgente é a contratação de fiscais e a substituição do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pelo que ele chama de "um ministro efetivamente comprometido com a agenda ambiental".

 

De 2016 a 2018, o Ibama recebeu recursos do Fundo Amazônia para bancar o aluguel de veículos especiais em operações na Amazônia e implementar pelo menos 466 missões de fiscalização. Em 2019, o ministro Salles tentou mudar as regras do fundo para destinar os recursos captados para indenizar proprietários de terras. Tanto Noruega quanto Alemanha congelaram as doações milionárias ao Fundo por falta de gerência do governo federal.

 

O secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, ainda destaca que, mais uma vez, o presidente brasileiro pediu dinheiro à comunidade internacional para executar as promessas de proteção à Amazônia.

 

"Ele passou a metade do vídeo pedindo dinheiro [...]. É também importante dizer que esse pedido de dinheiro tão insistentemente feito para outros países não faz nenhum sentido", diz Astrini, que também cita a verba paralisada no Fundo Amazônia. "O problema do Brasil não é falta de recursos, é falta de governo e de compromisso."

 

Dados ultrapassados x prática

 

A especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, Suely Araújo, destaca que o presidente apresentou dados ultrapassados do Brasil.

 

"As promessas colidem com a prática. Mostram-se dados passados, anteriores ao governo Bolsonaro, como um cenário de um país que se preocupa com a questão ambiental. O governo atual desconstruiu o que se fazia nesse sentido e demanda dinheiro para corrigir o que eles mesmo pioraram", afirma Suely.

 

Para ela, "mais importante do que financiamento internacional é a reversão do quadro de desmonte completo da política ambiental".

 

O climatologista Carlos Nobre afirma que o discurso foi vago e não apresentou ações concretas.

 

"Foi um discurso defensivo e não proativo. Se esperava que apresentassem propostas concretas de como zerar os desmatamentos, degradação e queimadas na Amazônia, fator principal que tornou o país um grande vilão ambiental, nacional e globalmente", declarou Carlos Nobre.

 

Promessas mais ambiciosas

 

A coordenadora de Clima e Justiça do Greenpeace, Fabiana Alves, explica que, diferente de discursos anteriores, Bolsonaro fez agora promessas mais ambiciosas, mas não apresentou medidas concretas de como conquistará a neutralidade de carbono até 2050 - uma década mais cedo do que o prometido anteriormente.

 

“O governo Bolsonaro não possui política pública para a contenção do desmatamento. Em sua fala, ele ressalta o mercado de carbono como solução, dando às empresas de combustíveis fósseis um caminho para ‘compensar’ sua poluição com florestas, em vez de, de fato, reduzi-la”, diz Alves.

 

A Cúpula de Líderes sobre o Clima foi organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e contou com a participação de cerca de 40 líderes de estado de várias partes do mundo.

 

  • Em carta a Biden, Bolsonaro pede apoio aos EUA e promete eliminar desmatamento ilegal até 2030
  • 'Bolsonaro estimula agentes da devastação', diz carta de ex-ministros enviada à Cúpula do Clima

 

Emissões de gases

 

Sobre os dados apresentados por Bolsonaro, a especialista do Observatório do Clima Suely Araújo destaca que o discurso trouxe apenas dados em porcentagens, e não em números absolutos, o que ajudou a maquiar a situação do país quanto à emissão de gases de efeito estufa (GEE).

 

"Ele diz que o Brasil participou com menos de 1% das emissões históricas desses gases, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo. Mas a realidade hoje é que o Brasil é o sexto maior emissor de GEE no mundo atualmente", explica Araújo.

 

O climatologista Carlos Nobre esclarece que até mesmo as porcentagens apresentadas por Bolsonaro nesta manhã estavam incorretas.

 

"O Brasil emite entre 4 e 5% das emissões globais de todos os gases de efeito estufa", diz Nobre, rebatendo a fala do presidente de que o país emite menos de 3% das emissões globais anuais.

 

Bolsonaro também afirmou que o Brasil tem "orgulho de conservar 84% de nosso bioma amazônico", mas Nobre ressalta que o número, mais uma vez, não está correto.

 

"Já desmatamos por corte raso cerca de 20% da floresta amazônica, e há uma área estimada entre 10% e 20% adicionais em diferentes graus de degradação. Em 2020, as emissões diminuíram na maioria dos países devido à pandemia. No Brasil, aumentaram devido o aumento dos desmatamentos da floresta Amazônica" , disse o climatologista.

Discurso divergente do feito na ONU

 

O secretário-executivo do Observatório do Clima destacou divergências entre as promessas feitas por Bolsonaro nesta quinta e as promessas feitas anteriormente à Organização das Nações Unidas (ONU). Um exemplo foi quando ele afirmou nesta quinta que o Brasil vai zerar até 2030 o desmatamento ilegal.

 

"Essa proposta já tinha sido apresentada na ONU, na submissão do Brasil de promessas de clima em 2015. E o governo Bolsonaro, quando fez a releitura da submissão em 2030, retirou esse compromisso. E agora ele está falando novamente de desmatamento ilegal zero até 2030. Então a gente tem que saber para quem ele está falando a verdade: para a ONU ou (para Biden) nesse vídeo?", Márcio Astrini, secretário-executivo do OC.

 

Astrini destaca outra divergência entre os discursos, desta vez sobre a promessa de o país zerar as emissões de carbono.

 

"Hoje Bolsonaro fala em neutralidade de carbono para o Brasil em 2050. Na proposta oficial encaminhada para ONU em dezembro, está lá que a meta é 2060".

 

Bolsonaro discursou na Assembleia da ONU em setembro do ano passado. Na ocasião, ele afirmou que o Brasil é "vítima" de uma campanha "brutal" de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

 

"De maneira geral, o governo sai da Cúpula do Clima do mesmo jeito que entrou: desacreditado. Um governo que está há 28 meses prestando serviços para o crime ambiental, destruindo o meio ambiente no Brasil. Não vai ser um vídeo de cinco minutos que vai reverter essa situação", conclui Astrini.

 

As promessas na Cúpula

 

Bolsonaro participou da cúpula acompanhado de alguns ministros, entre os quais o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, alvo de críticas de ambientalistas e de diversos setores da sociedade.

 

Entre outros pontos, Bolsonaro disse no discurso que o Brasil se compromete a:

 
  • zerar até 2030 o desmatamento ilegal;
  • reduzir as emissões de gases;
  • buscar 'neutralidade climática' até 2050, antecipando em dez anos;
  • 'fortalecer' os órgãos ambientais, 'duplicando' recursos para fiscalização.

 

"À luz de nossas responsabilidades comuns, porém diferenciadas, continuamos a colaborar com os esforços mundiais contra a mudança do clima. Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar e a refirmar a NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões, inclusive para 2025, de 37%, e de 40% até 2030", afirmou o presidente na cúpula.

 

"Coincidimos, senhor presidente, com seu chamado ao estabelecimento de compromissos ambiciosos. Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em dez anos a sinalização anterior", completou.

 

Em outro trecho, Bolsonaro declarou: "É preciso haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados por nossos biomas ao planeta como forma de reconhecer o caráter econômico das atividades de conservação."

 

Fonte: Por Laís Modelli e Mariana Garcia, G1 — São Paulo

A França vai suspender todos os voos entre o país e o Brasil devido às preocupações com a variante brasileira do coronavírus, anunciou nesta terça-feira (13) o primeiro-ministro do Jean Castex, na Assembleia Nacional.

"Constatamos que a situação se agrava e decidimos, portanto, suspender até um novo aviso todos os voos entre Brasil e França", disse ele.

Os franceses temem a ameaça das variantes brasileiras, como a P1, descoberta em Manaus, associada a maior transmissibilidade e letalidade.

Na França, a presença da variante brasileira do coronavírus é minoritária. Os profissionais de saúde alertam há dias que há propagação desse vírus, e os políticos de oposição exigiam que o governo proibisse os voos.

Em entrevista ao "Le Parisien", o epidemiologista Antoine Flahaut afirmou que a variante brasileira "a princípio pode parecer inofensiva, mas logo pode crescer muito rapidamente".

Há um mês, o ministro de Saúde do país, Olivier Veran, disse que cerca de 6% dos casos de Covid-19 na França eram das variantes detectadas inicialmente no Brasil e na África do Sul.

Mesmo antes da suspensão, as viagens já eram restritas. Os viajantes que partiam do Brasil já precisavam mostrar um teste negativo ao chegar à França. Além disso, eram também obrigados a ficar em quarentena durante 10 dias.

 

Covid-19 na França

 

A França teve 5,1 milhões de casos de coronavírus desde o começo da pandemia. Morreram 99 mil pessoas no país.

Há uma onda recente de infecções e internações em Paris e outras cidades.

 

Fonte: Por G1

Oito diferentes grupos empresariais apresentaram propostas de compra, fusão ou parceria ao Hospital Santa Catarina, de Blumenau. A União Paroquial Luterana, mantenedora da instituição, fará assembleia na quinta-feira (15) para avaliar e deliberar sobre as ofertas. A venda do hospital ainda não é uma certeza. Segundo informações dentre os interessados estão a carioca Rede D’Or São Luiz, a paranaense Clinipam, a Unimed Blumenau e o Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre.

Desde o início do ano, como o Santa noticiou, a União Paroquial Luterana, que congrega oito paróquias de Blumenau e Gaspar, havia aberto debate interno sobre sondagens de investidores. Após uma série de reuniões, a ordem foi ouvir o que os interessados tinham a propôr para que a comunidade pudesse avaliar caso a caso. Envolvidos na negociação disseram que não haverá manifestação oficial no momento.

O gaúcho Moinhos de Vento propôs uma espécie de fusão com o Santa Catarina. Também há uma segunda oferta sem previsão de aporte financeiro, apenas parceria. Os outros seis potenciais investidores pretendem adquirir a instituição, que completou 100 anos em 2020. Os valores apresentados não foram divulgados.

Os interessados

Nos bastidores, corre a informação de que a proposta financeira mais alta veio da paranaense Clinipam, que acaba de ser incorporada pela Notre Dame Intermédica, um dos maiores grupos de saúde privada do país. A Notre Dame, por sua vez, anunciou em fevereiro a fusão com a Hapvida, outra protagonista do setor. A Clinipam administra o Hospital Ônix, em Curitiba, e o Hospital do Coração, em Londrina, além de 19 centros clínicos no Paraná e em Santa Catarina. Em Blumenau, o grupo possui um centro de consultas e exames eletivos na Rua Luiz de Freitas Melro, no Centro.

A Rede D’Or São Luiz é outra gigante da saúde suplementar brasileira. Possui 51 hospitais próprios e atua nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná e no Distrito Federal. Em 2020, abriu capital e a oferta inicial de ações (IPO) na Bolsa de Valores foi a maior do ano, levantando mais de R$ 11 bilhões. Sinal de quão aquecido está o mercado.

A Unimed, maior cooperativa médica do país, também demonstrou interesse por meio da Unimed Blumenau. Dona de um hospital para cirurgias eletivas no Neumarkt e de um ambulatório no bairro Vila Nova, a organização médica iniciou a construção de um hospital, também na Vila Nova, mas a obra está parada há cinco anos. Ao colega Pedro Machado, a Unimed Blumenau informou, em março, que não tem prazo para retomar os trabalhos, mas o hospital próprio permanece nos planos.​

A Unimed Blumenau foi procurada pela coluna, mas ainda não respondeu à solicitação de entrevista. Como as empresas que controlam Clinipam e Rede D’Or São Luiz têm capital aberto, os dois grupos informaram que não comentam negociações em andamento. Não foi possível contatar o Hospital Moinhos de Vento até o momento.

 

Fonte: Por Evandro de Assis

O mundo dos investimentos requer, por parte dos investidores, muito conhecimento sobre o assunto, estratégias para comprar e vender seus investimentos e também um pouquinho de sorte. Esses fatores listados acima com certeza contribuem para o êxito (ou não) de um investidor, podendo ser a diferença entre ganhos e perdas milionários. Desta maneira, vamos apresentar a seguir alguns exemplos de investidores que perderam verdadeiras fortunas no mundo dos investimentos, explicando também sobre os motivos que levaram a essas perdas.

Fernando Paganini: Um dos exemplos mais conhecidos de perdas no Brasil envolvendo a bolsa de valores é o do investidor Fernando Paganini, que aplicou mais de R$ 400 mil nas ações da OGX, do ex bilionário Eike Batista. Aplicando os valores entre 2010 e 2011, anos em que a companhia possuía perspectivas de crescimento consideráveis, Fernando percebeu posteriormente que as projeções da empresa jamais seriam atingidas, além dos atrasos nos pagamentos e dívidas consideradas impagáveis por parte da empresa, o que resultou em uma queda de 99% nas ações em três anos, o que não havia sido previsto por nenhum especialista do mundo dos investimentos.

Mark Zuckerberg: O ano de 2020 foi complicado para a maioria dos investidores e também para alguns bilionários, que viram as ações de algumas de suas empresas despencarem no último ano (ou em alguns momentos do ano, pelo menos). Um dos exemplos é o bilionário Mark Zuckerberg, que chegou a perder US$ 6,8 bilhões em uma única semana, após a desvalorização das suas ações no mercado. Além de Mark, diversos outros bilionários também tiveram perdas significativas, que também são encontradas para os demais acionistas.

Laszlo Hanyecz: Quando o bitcoin foi lançado, em 2009, a principal moeda digital do mundo não possuía um valor elevado, e era muito pouca utilizada. Ainda assim, em maio de 2010, Laszlo publicou num dos principais fóruns de discussão sobre bitcoin que estava disposto a trocar 10 000 bitcoins por duas pizzas grandes. Naquele momento, nenhuma pessoa se mostrou interessada na oferta, que só foi atendida por um usuário 4 dias depois, se tornando a primeira operação de compra de produtos utilizando o bitcoin. Se naquele momento as pizzas valiam mais do que os 10 000 bitcoin, as moedas hoje valeriam mais de R$ 3 bilhões, o que pode ser considerada uma perda gigantesca (ou um valor muito alto para se pagar por duas pizzas!) O dia 22 de maio, que foi quando ocorreu a mais famosa operação com bitcoin, é denominado Pizza Day e celebrado pelos entusiastas das criptomoedas.

Alex Martins: O day trade é uma prática muito conhecida no mundo dos investimentos e que vem ganhando cada vez mais adeptos em todo o mundo. No entanto, um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) constatou que 97% dos investidores que operaram com day trade perderam dinheiro, e os outros 3% tiveram um lucro inferior a R$ 300 por dia. Também em 2010, Alex Martins perdeu em poucas horas cerca de R$ 1 milhão operando em day trade, num evento que ficou conhecido como Flash Crash. O Flash Crash foi ocasionado por um erro de um operador, e estima-se que o mercado de ações dos Estados Unidos tenha perdido US$ 1 trilhão durante o evento e se recuperado rapidamente.

Desta maneira, podemos perceber que o mundo dos investimentos não é tão simples quanto parece, e é necessário muito estudo, conhecimento sobre o assunto e também estar atento ao que acontece no mundo para superar adversidades. Além disso, todos estamos sujeitos à perdas, que podem ser muito grandes se considerarmos as movimentações do mercado. Portanto, a melhor saída é estudar sobre o assunto!

 

Fonte: Redação 

Na madrugada de hoje veio a óbito por conta de complicações do covid-19 o advogado Dr. Sebastião Tadeu Ferreira Reis, Dr. Tadeu Reis, como era mais conhecido, de 65 anos, o mesmo faleceu na cidade de Belo Horizonte/MG. O Dr. Tadeu, era sócio do escritório Valente e Reis na cidade de Parauapebas.

A Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Parauapebas, Estado do Pará, através da sua Diretoria e Conselho Subsecional, serve-se da presente nota para manifestar seu mais profundo pesar pelo falecimento do advogado. Neste momento de tristeza, rogamos a Deus que console e traga conforto para o coração de todos os familiares e amigos.

Recebam nossos sentimentos e o abraço da Advocacia de Parauapebas e Região.

Parauapebas, 09 de abril de 2021.

Maura Regina Paulino


Presidente da OAB Parauapebas-PA.

Guilherme Henrique de Oliveira Mello


Vice Presidente da OAB Parauapebas-PA.

Diretoria da OAB Parauapebas-PA.

 

Fonte: Redação 

Com quatro parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família, o auxílio emergencial começará a ser pago nesta terça-feira (6) a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Como no ano passado, o benefício será depositado nas contas poupança digitais dos trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), onde poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos no programa social podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês. O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do Bolsa Família.

Cerca de R$ 44 bilhões foram destinados ao auxílio emergencial por meio da promulgação da Emenda Constitucional 109/2021, a chamada PEC Emergencial.

A emenda constitucional abriu caminho para que o governo federal ultrapasse o limite do teto de gastos, sem comprometer a meta de resultado fiscal primário e sem afetar a chamada regra de ouro (espécie de teto de endividamento público para financiar gastos correntes).

Segundo o Ministério da Cidadania, do valor total estabelecido pelo Congresso Nacional, R$ 23,4 bilhões serão destinados ao público já inscrito em plataformas digitais da Caixa Econômica Federal, R$ 6,5 bilhões para integrantes do Cadastro Único do Governo Federal e R$ 12,7 bilhões para atendidos pelo Bolsa Família.

Confira as principais dúvidas sobre a nova rodada do auxílio emergencial

1) Qual o valor do auxílio emergencial 2021?
•    Pessoa que mora sozinha: R$ 150
•    Mãe solteira que sustenta a família: R$ 375
•    Demais famílias: R$ 250

2) Qual o número de parcelas?


Quatro parcelas mensais de abril a julho

3) Quem tem direito a receber o auxílio emergencial em 2021?
Todos os trabalhadores informais, inscritos no CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família que já recebiam o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão do auxílio emergencial de R$ 300 em dezembro de 2020.

O beneficiário também deve cumprir as seguintes regras:
•    ter mais de 18 anos (exceto no caso de mães adolescentes de 12 a 17 anos com pelo menos um filho);
•    não ter carteira assinada (vínculo formal ativo);
•    não receber benefício previdenciário, assistencial, trabalhista ou programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família e do abono salarial do PIS/Pasep;
•    não ter renda familiar mensal per capita (renda total dividida pelo número de membros de uma família) acima de meio salário mínimo;
•    não ser membro de família com renda mensal total acima de três salários mínimos;
•    não morar no exterior;
•    não ter recebido, em 2019, rendimentos tributáveis (como salário e aposentadoria) acima de R$ 28.559,70;
•    não possuir patrimônio superior a R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019;
•    não ter recebido rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, acima de R$ 40 mil em 2019;
•    não estar preso em regime fechado nem receber auxílio-reclusão;
•    não ter sido incluído, em 2019, como dependente na declaração do Imposto de Renda na condição de cônjuge, filho ou enteado de até 21 anos (caso geral) ou até 24 anos (matriculado em instituição de ensino superior ou de ensino técnico médio, ou companheiro com o qual o contribuinte tenha filho ou com o qual conviva há mais de cinco anos;
•    não ter indicativo de óbito no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (SIRC) ou no Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi);
•    não ter CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte de qualquer natureza;
•    não estar com o auxílio emergencial ou a extensão do auxílio cancelado no momento da avaliação de elegibilidade da nova rodada de 2021;
•    não ter movimentado os valores do auxílio emergencial depositados na conta poupança digital ou na conta de depósito do Bolsa Família ao longo de 2020;
•    não ser estagiário, residente médico, residente multiprofissional ou beneficiário de bolsas de estudo concedidas em nível municipal, estadual ou federal.

4) Quais os beneficiários do Bolsa Família que receberão o auxílio?
Os atuais beneficiários do programa social têm direito ao auxílio emergencial, desde que o valor do benefício do Bolsa Família seja menor que a parcela do auxílio.

5) Quais são as datas de pagamento?
Como em 2020, a nova rodada do auxílio emergencial será paga com dois calendários distintos: um para o público geral, que segue o mês de nascimento do beneficiário, e outro para o Bolsa Família.

6) É possível pedir o auxílio emergencial?
Trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico que não receberam auxílio emergencial em 2020 não podem pedir o benefício em 2021. Será usado o cadastro encerrado em 3 de julho de 2020. O benefício será pago automaticamente a quem estava recebendo o auxílio de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 em dezembro do ano passado e que cumpra as regras atuais.

7) Como posso saber se vou ser considerado apto a receber o auxílio?
Os trabalhadores podem verificar, desde 2 de abril, se receberão a nova rodada do auxílio emergencial. A consulta pode ser feita no site da Dataprev , estatal responsável por processar o cadastro do benefício, bastando informar nome completo, data de nascimento, CPF e nome da mãe. A verificação também pode ser feita no site auxilio.caixa.gov.br e no telefone 111, da Caixa Econômica Federal.

8) Quantas pessoas da mesma família podem receber o auxílio emergencial?
O benefício só será pago a um membro de cada família na nova rodada, contra até duas pessoas da mesma família na rodada anterior. Os critérios de prioridade para decidir quem receberá seguirão a seguinte ordem.
•    mulher provedora de família monoparental (mãe solteira arrimo de família);
•    data de nascimento mais antiga;
•    do sexo feminino, caso haja empate;
•    ordem alfabética do primeiro nome, se necessário, em caso de empate.

9) Quem recebe seguro-desemprego, auxílio-doença ou Benefício de Prestação Continuada (BPC) tem direito ao auxílio-emergencial?
Não. O benefício não será pago a quem receba outros benefícios sociais, previdenciários, trabalhista ou transferência de renda, à exceção do Bolsa Família e do abono salarial do PIS/Pasep.

10) Quem tem membro da família que receba o BPC pode receber o auxílio emergencial 2021?
O pagamento do auxílio emergencial, nesse caso, dependerá da renda per capita da família. Caso alguém da família receba o BPC, a renda entrará no cálculo. Se o resultado for inferior a meio salário mínimo por pessoa da família e o usuário cumprir os demais critérios, poderá receber o auxílio emergencial.

11) Quem teve o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 canceladas poderá receber o benefício em 2021?
Não. A legislação veda o acesso ao auxílio emergencial a quem teve o benefício cancelado.

12) O CPF precisa estar regularizado?
Sim. O contribuinte precisa estar com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) em dia para ter direito à nova rodada do auxílio emergencial. A situação também deverá estar regularizada com a Receita Federal.

A consulta ao CPF pode ser feita no site da Receita Federal . Caso esteja irregular, o contribuinte deve procurar a Receita Federal, entrando no site, no Centro de Atendimento Virtual da Receita (e-CAC), ou ligando no número 146.

13) Beneficiários do Bolsa Família precisam regularizar o CPF?
Não. Os inscritos no Bolsa Família não precisam comprovar a regularidade fiscal, pois usam o Número de Inscrição Social (NIS) para sacar o benefício.

14) É preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem para receber o benefício?
Desde 14 de março, a Caixa Econômica Federal abriu o aplicativo Caixa Tem para que os beneficiários atualizem os dados cadastrais. O procedimento, no entanto, não é obrigatório. Nenhum beneficiário deixará de receber o auxílio emergencial porque não atualizou as informações.

15) O auxílio poderá ser cancelado após o início do pagamento?
Sim. O governo fará um pente-fino permanente nos cadastros para verificar se o beneficiário cumpre os critérios para receber o auxílio. Em caso de irregularidade ou inconsistências nos dados, o auxílio emergencial será cancelado.

 

Fonte: Agência Brasil

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Sul e Sudeste do Pará

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