O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) – que mede a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos – acumulou alta de 6,30% em 2020, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado de 2020 ficou bem acima do que foi registrado em 2019, quando a inflação sentida pela população de baixa renda acumulou alta de 4,60%.

Já o IPC-Br, que mede a variação de preços para famílias com renda de 1 a 33 salários mínimos mensais, registrou inflação de 5,17% em 2020, acima dos 4,11% de 2019.

Maiores altas no ano:

  • Alimentação: 15,37%
  • Habitação: 6,13%
  • Educação, leitura e recreação: 4,47%
  • Saúde e cuidados pessoais: 3,37%
  • Despesas diversas: 2,34%

Custos com habitação dispararam em dezembro

Em dezembro, a inflação da baixa renda acelerou para alta de 1,39%, contra 1,07% do indicador geral.

Quatro dos oito componentes do índice registraram aumento em suas taxas de variação: Habitação (0,39% para 3,21%), Vestuário (-0,04% para 0,44%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,23% para 0,39%) e Despesas Diversas (0,11% para 0,23%).

Principais influências de alta em dezembro:

  • Tarifa de energia: 11,85%
  • Gasolina: 1,22%
  • Arroz: 3,92%
  • Gás de cozinha: 1,72%
  • Banana prata: 14,28%

 

Fonte: Por G1

O número de pedidos de seguro-desemprego aumentou 1,9% em 2020. Foram 6,784 milhões de solicitações do benefício no ano passado, contra 6,655 milhões em 2019, segundo dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Apesar da alta na comparação anual, o número de pedidos caiu em dezembro pelo terceiro mês consecutivo. O Brasil registrou 425.691 solicitações de seguro-desemprego no último mês de 2000, um recuo de 4,6% frente a novembro, quando foram feitos 446.372 requerimentos.

número de dezembro foi também o menor de todo o ano de 2000 e 2% menor que o registrado em dezembro de 2019.

Em maio, na fase mais aguda da pandemia de coronavírus, foram registrados 960.308 pedidos. Veja gráfico abaixo:

Pedidos de seguro-desemprego — Foto: Economia G1

Pedidos de seguro-desemprego — Foto: Economia G1

 

Recuperação do mercado de trabalho formal

A redução do número de solicitações de seguro-desemprego nos últimos meses do ano acontece em meio a uma recuperação do nível de atividade econômica e do mercado de trabalho. Em novembro, o Brasil gerou 414.556 empregos com carteira assinada, com as aberturas de novos postos superando as demissões pelo quinto mês seguido.

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a criação de empregos formais, principalmente nos setores de serviços e comércio em novembro, mostra a retomada da economia. Os números de dezembro ainda não foram divulgados.

A taxa de desemprego do país, porém, permanece elevada e ficou em 14,3% no trimestre encerrado em outubro, afetando 14,1 milhões de pessoas, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Vale lembrar que apenas trabalhadores do setor formal podem solicitar o seguro-desemprego. De acordo com os dados do IBGE, os empregados com carteira assinada representavam cerca de 36% da população ocupada no país no trimestre encerrado em outubro.

Setor de serviços lidera pedidos

O setor de serviços registrou o maior número de requerimentos de seguro-desemprego em 2020 e concentrou 41% do total, com 2,779 milhões de pedidos. O setor é o que mais tem sofrido com os efeitos da pandemia e das medidas de distanciamento social, além de ser o que mais emprega no país. Em 2019, o setor de serviços concentrou 38,7% do total.

Os trabalhadores do comércio responderam por 26,6% do total de pedidos feitos em 2020, seguidos pelos que atuam na indústria (17,1%) e construção (9,4%). Já a agropecuária concentrou fatia de apenas 4,9%.

Pedidos de seguro-desemprego por setores — Foto: Economia G1

Pedidos de seguro-desemprego por setores — Foto: Economia G1

 

Divisão por gênero e idade

Segundo os dados da secretaria, 59,8% dos pedidos foram feitos por homens e 40,2% por mulheres.

Aproximadamente um terço dos trabalhadores que pediram o benefício (33,1%) estão na faixa dos 30 a 39 anos de idade e 20,6% na faixa entre 40 a 49 anos.

Do total de requerimentos de 2020, 56,9% foram feitos via internet.

Quem tem direito

Tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador que atuou em regime CLT e foi dispensado sem justa causa, inclusive em dispensa indireta - quando há falta grave do empregador sobre o empregado, configurando motivo para o rompimento do vínculo por parte do trabalhador.

Também pode requerer o benefício quem teve o contrato suspenso em virtude de participação em programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, o pescador profissional durante o período defeso e o trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo.

O valor recebido pelo trabalhador demitido depende da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão. Em 2020, o valor máximo das parcelas foi de R$ 1.813,03.

O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas, a depender do tempo trabalhado.

A solicitação do seguro-desemprego pode ser feita no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no portal gov.br e também está disponível para quem buscar atendimento presencial nas unidades de atendimento ao trabalhador.

 

Fonte: Por Darlan Alvarenga, G1

O bitcoin voltou a ser assunto central no universo de investimentos depois de uma valorização recorde nos últimos meses. Em meados de março, uma unidade valia cerca de US$ 5 mil. Em apenas nove meses, chegou nesta semana aos US$ 34 mil, a mais alta cotação da sua história.

As criptomoedas são ativos como real, dólar e euro, mas que circulam apenas em ambiente digital. O bitcoin é o mais importante modelo, mas há tantos outros, como Ethereum, Litecoin e Ripple. Para comprá-las, é necessário abrir uma conta em corretoras especializadas.

Todas têm por natureza uma variação muito intensa das cotações. Nesta segunda-feira (4), por exemplo, o bitcoin chegou a cair 16% após o recorde e se recuperar. Às 18h de ontem, estava cotado a US$ 31 mil, queda de 7,5%.

Se, por um lado, não há uma autoridade que dite regras ao mercado nem outra moeda que referencie seu preço, também não há uma proteção ao patrimônio. A segurança é calcada na tecnologia e na aceitação no mercado. Entra, portanto, na categoria de investimento de alto risco.

Quem surfou a onda de valorização ao longo de 2020 se deu bem. No ano passado, o bitcoin registrou ganhos de 300% enquanto o Ibovespa fechou o ano com alta de 3%.

Sobe e desce

O que faz o bitcoin tão volátil é a busca por seu valor justo no mercado, já que não há lastro nem regulamentação por parte de bancos centrais. As operações são registradas por meio da tecnologia blockchain, que registra todas as quantias transferidas, quem transferiu para quem e qual o valor.

A chance de retorno rápido não é novidade, tal como não seria uma rápida desvalorização destes ganhos. Em 2017, a cotação da moeda digital passou por esse efeito.

A alta recorde até então veio em dezembro daquele ano, passando dos US$ 18 mil. Ao longo de todo o ano seguinte, desenhou-se uma curva de queda intensa, levando o preço do ativo aos US$ 3 mil.

Para Bruno Diniz, consultor em inovação e fundador da Spiralem, o mercado amadureceu de lá para cá e ganhou chancelas de importantes empresas e investidores. É o que, hoje, dá segurança aos entusiastas de que o bitcoin não é uma bolha financeira.

O que mudou

Em 2020, acumularam-se exemplos de grandes empresas dando voto de confiança ao bitcoin. Uma promessa antiga do PayPal se realizou e a empresa passou a aceitar transações com bitcoin e outras criptomoedas nos Estados Unidos.

Além de maior facilidade de circulação da moeda digital, investidores institucionais sérios passaram a olhar as criptomoedas com cuidado.

A Square, empresa de pagamentos de Jack Dorsey, fundador do Twitter, investiu cerca de US$ 50 milhões em bitcoin no último mês de outubro. A empresa afirma que bitcoin é um instrumento de "autonomia econômica" e deve crescer em fluxo no futuro.

Outra gigante, a Fidelity Investments anunciou também em outubro a criação de um fundo para investidores institucionais focado em ativos digitais. A MicroStrategy foi além e montou, em dezembro, uma posição de US$ 1,1 bilhão em bitcoins.

"As emissões de dinheiro pelos bancos centrais e as políticas de afrouxamento monetário em todo o mundo criaram uma preocupação com a inflação. O bitcoin tem um aspecto deflacionário e passou a ser entendido como proteção", afirma Diniz.

Essa lógica teve um carimbo importante, de um dos mais importantes investidores do mundo. Ray Dalio, fundador da gestora de ativos Bridgewater Associates, disse em dezembro que o bitcoin seria uma alternativa "interessante" para o resguardo da carteira dos investidores por ter características de escassez "semelhantes ao ouro".

"O mercado de criptomoedas está se tornando mainstream não só no varejo, mas no atacado, nos fundos de investimento. Isso dá outra dimensão", conclui Diniz.

Segundo João Canhada, CEO da corretora Foxbit, alguma valorização era esperada pelo mercado por conta do halving, evento programado a cada quatro anos e que corta uma parcela de bitcoins emitidos, diminuindo sua oferta.

Mas, como ambiente de trocas financeiras, o especialista lembra que houve um grande avanço na gama de instrumentos financeiros para negociar o ativo. Nos últimos anos, as transações passaram a seguir modelos mais parecidos com o mercado de capitais, afastando desconfianças.

O Banco do Brasil anunciou a venda de 1.404 imóveis com descontos de até 70% que fazem parte do plano de desinvestimentos da instituição. Podem ser comprados terrenos, casas e apartamentos com valores que vão de R$ 15 mil a R$ 21,7 milhões. As ofertas vão até o dia 15 deste mês.

A maior parte dos imóveis está na região Nordeste, com 590 oportunidades, cujos descontos chegam a até 65%. A região Centro-Oeste traz 349 ativos que alcançam descontos de até 70%.

Como pesquisar os imóveis disponíveis?

Para saber mais sobre os imóveis em oferta, é preciso acessar o site Seu Imóvel BB e aplicar os filtros de acordo com o interesse – região, tipo de imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado). A plataforma foi lançada pelo BB em abril de 2020.

O BB diz que garante o pagamento de todas as despesas vinculadas ao imóvel até a transferência da propriedade ao comprador, como impostos, taxas de energia, água e gás e condomínio.

O diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio do Banco do Brasil, Ricardo Forni, afirma que o BB tem investido em tecnologia para facilitar as transações, inclusive quando se trata da oferta de imóveis. “Como prestador de serviços, o BB procura oferecer comodidade ao seu cliente na realização dos negócios. Na venda dos imóveis não é diferente. Por isso, lançou o Seu Imóvel BB, em uma iniciativa que abrange desde a oferta de imóveis até um serviço de pós-venda, tudo de forma online”, afirma.

O banco assegura que todos os imóveis ofertados estão quitados e são de propriedade do BB.

770 imóveis vendidos em 2020

Na ação do BB do ano passado, a instituição vendeu 770 imóveis próprios, liberados do uso e advindos de crédito de contratos descumpridos. Um total de 684 foram vendidos por meio da plataforma da instituição, e o restante por leilão on-line e venda direta. 

Ao longo do ano passado, as regiões que mais chamaram a atenção dos compradores foram o Sudeste e o Sul, que tiveram 389 e 167 imóveis vendidos, respectivamente.

 

Fonte: Magaléa Mazziotti, colaboração para o CNN Brasil Business

1 – Exterior mantém Ibovespa acima de 120 mil pontos

A bolsa paulista beneficiava-se do apetite a risco global no primeiro pregão de 2020, com o Ibovespa renovando recorde intradia nesta segunda-feira, em meio a expectativas atreladas à recuperação da economia mundial.

Na visão da equipe da  SulAmérica (SULA11) Investimentos, os mercados refletem a antecipação de um quadro de retomada das principais economias em um contexto de estímulos fiscais e monetários sem precedentes e o avanço gradual do processo de vacinação.

Em Wall Street, os futuros acionários também apontavam uma abertura recorde para o S&P 500 (SPX) e o Dow Jones (DJI), ampliando o rali desde o ano passado. Entre as commodities, o petróleo também avançava, assim como o minério de ferro.

No Brasil, “o Ibovespa deve continuar buscando se firmar acima dos 120 mil pontos, favorecido pelo ambiente externo mais otimista, a volta dos estrangeiros e sinais de recuperação econômica doméstica”, avalia a equipe da SulAmérica.

2 – Sinais de esgotamento

O desempenho instável do Ibovespa, nesta manhã de segunda-feira (04), é um sinal de alerta para quem esperava uma arrancada do índice neste primeiro pregão de 2021, após a forte aceleração de dezembro e o estabelecimento de um novo recorde.

O mais preocupante, contudo, é que o que se vê hoje pode não ser circunstancial. Segundo Maurício Camargo, analista gráfico da Ágora Investimentos, o Ibovespa encerrou dezembro com sinais de esgotamento da tendência de alta.

Para Camargo, o fato de o Ibovespa encerrar o ano próximo de seu teto histórico de 119.500 pontos acentua essa suspeita. Por isso, o analista alerta que, nos próximos dias, é possível que o índice recue, com o mercado realizando lucros. Nesse caso, o piso de baixa estaria em 155 mil pontos.

3 – Acionistas da Peugeot aprovam fusão com Fiat

Acionistas da PSA, dona da Peugeot, deram luz verde nesta segunda-feira à fusão com a Fiat Chrysler (FCA), um dos últimos passos para a criação da quarta maior montadora de veículos do mundo.

Em uma assembleia especial de acionistas, o acordo para formar a nova empresa chamada Stellantis foi apoiado pelos principais investidores, incluindo a família Peugeot, a chinesa Dongfeng e o Estado francês, via Bpifrance.

Todos os outros acionistas da PSA apoiaram o negócio em uma segunda reunião realizada online com uma taxa de aprovação de 99,85% entre os votos expressos. Os investidores da FCA devem fazer o mesmo em outra reunião ainda nesta segunda-feira.

A companhia atribuiu o resultado ao “forte desempenho das vendas do e-commerce (1P+3P) que apresentaram evolução de 125,2%”

4 – Via Varejo tem alta de 20,2% em vendas no Natal de 2020

Via Varejo (VVAR3) divulgou nesta segunda-feira alta de 20,2% nas vendas no período de 19 a 25 de dezembro frente ao mesmo período do ano anterior, considerando a métrica de Gross Merchandise Volume (GMV), segundo dados preliminares e não auditados.

Em fato relevante, a companhia atribuiu o resultado ao “forte desempenho das vendas do e-commerce (1P+3P) que apresentaram evolução de 125,2%” ano a ano.

A Via Varejo ainda disse que a participação do vendedor online (‘me chama no Zap’) foi de 24% das vendas do comércio eletrônico no período, de 16% no terceiro trimestre de 2020.

5 – Indústria dos Estados Unidos encerra 2020 na máxima em 6 anos

A atividade industrial dos Estados Unidos acelerou no ritmo mais forte em mais de seis anos em dezembro, ampliando a recuperação que elevou os preços de bens ao maior patamar desde 2011, conforme a pandemia de coronavírus afeta as cadeias de oferta.

O IHS Markit informou que seu PMI final de indústria dos EUA subiu a 57,1 em dezembro, de 56,7 em novembro e preliminar de 56,5. Leitura acima de 50 indica expansão.

O índice terminou 2020 no nível mais alto desde setembro de 2014, com o resultado de dezembro marcando o oitavo mês seguido de melhora, após o índice atingir o patamar mais baixo em mais de uma década em abril, diante das medidas de contenção ao coronavírus.

 

Fonte: Por Equipe Money Times

 

A brasileira Andrea Marques de Almeida integra a seleta lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo da revista norte-americana Forbes, divulgada nesta terça-feira, 8,

Andrea é diretora executiva de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras, cargo que assumiu em 2019, ano que estreou na lista das mulheres mais poderosas. Ela manteve a 77ª posição no ranking. As informações são da Agência Brasil.

A lista da Forbes é liderada pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel pelo 10º ano consecutivo. A ativista sueca Greta Thunberg, 16 anos, encerra a lista, que traz também a vice-presidente eleita dos Estados Unidos, Kamala Harris, na terceira posição, atrás da chefe do Banco Central Europeu, a francesa Christine Lagarde.

Formada em Engenharia de Produção, com MBA em Finanças pelo IBMEC-RJ e MBA em gestão pela USP, Andrea Marques atuou por 25 anos na Vale S.A. antes de assumir o cargo de CFO na Petrobras.

Entre 2015 e 2018, atuou como chief financial officer (CFO) da Vale Canada em Toronto, ocupando depois o cargo de gerente executiva de Tesouraria Global da Vale.

Recuperação

Segundo a revista, Andrea Marques de Almeida anunciou, no ano passado, o programa de venda de ativos da Petrobras, que prevê arrecadar em torno de US$ 20 bilhões para a companhia.

Indagada sobre sua ida para a Petrobras, Andrea disse imaginar que encerraria a carreira na Vale, onde ficou 25 anos, quando veio o convite para assumir como CFO da Petrobras. Com sua formação em finanças, Andrea disse acreditar que poderia colaborar para a empresa atingir o objetivo de ser mais competitiva, reduzir a dívida, estar mais preparada para o mercado de óleo e gás e pronta para competir com custo de capital menor. “Tudo que vinha sendo feito na Petrobras era muito sólido. E, de fato, eu já sou apaixonada pela empresa”, afirmou.

As dez mulheres mais poderosas do mundo

Segundo a Forbes, as mulheres que integram a 17ª lista anual das 100 mais poderosas do mundo vêm de 30 países e incluem dez chefes de estado, 38 CEOs e cinco celebridades.

As dez mais poderosas do mundo são, pela ordem:

  1. Angela Merkel, chanceler da Alemanha
  2. Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu
  3. Kamala Harris, vice-presidente eleita dos EUA
  4. Ursula von der Leyen, alemã, presidente da Comissão Europeia
  5. Melinda Gates, americana, copresidente da Fundação Bill e Melinda Gates
  6. Mary Barra, americana, diretora executiva da General Motors
  7. Nancy Pelosi, americana, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA
  8.  Ana Patricia Botín, espanhola, presidente do Conselho de Administração do Santander
  9. Abigail Johnson, americana, diretora executiva da Fidelity Investments
  10. Gail Boudreaux, americana, diretora executiva da empresa de seguros Anthem.

 

Fonte: https://catracalivre.com.br

A indústria automobilística recuperou, no mês passado, os níveis de produção e exportação de novembro de 2019. A quantidade de unidades licenciadas, porém, ficou abaixo da registrada anteriormente, de acordo com balanço divulgado hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O relatório mostra que a demanda do mercado interno diminuiu 7,1%, em comparação com 2019. Foram 225.010 unidades, contra 242 mil.  No ano, 1.814.470 automóveis foram emplacados.

Ao contrário das vendas, a produção apresentou leve aumento, de 0,7%, com um total de 238,2 mil autoveículos. Conforme a Anfavea, o volume foi insuficiente para atender ao mercado.

No acumulado do ano, a produção chegou à marca de 1.804.759 unidades, 35% a menos que a do ano passado. Em novembro, também saíram das esteiras de montadoras 11,5 mil caminhões, 1,7 mil ônibus e 5 mil máquinas agrícolas e rodoviárias.

Em entrevista coletiva, representantes da Anfavea também destacaram números relativos à exportação. Em novembro, 44.007 unidades foram enviadas ao exterior, o que se traduziu no melhor resultado desde agosto de 2018. A alta no índice, explicaram, se deu em virtude do represamento que vem ocorrendo nos últimos meses por causa da pandemia de covid-19. Ao longo de todo o ano, 285.925 unidades foram exportadas, número 28,4% inferior ao de 2019. 

O presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, disse que a produção de dezembro é algo que não se prevê facilmente e destacou alguns desafios que o setor enfrenta. Segundo ele, a falta de matéria-prima é o mais preocupante, porque pode significar a paralisação das montadoras. 

"O risco de paralisação é muito alto", afirmou. "Esse é um desafio muito difícil de se administrar."

Em novembro, as oportunidades de trabalho oferecidas pelo setor também pioraram. Na virada de outubro para o mês passado, o total de vagas passou de 121,4 mil para 120,8 mil. Moraes afirmou que, no período, 1.284 funcionários deixaram as funções por aderir a programas de demissão voluntária (PDVs) ou foram demitidos após contratos temporários serem encerrados. 

 

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

O dólar opera em forte queda nesta quinta-feira (3), abaixo de R$ 5,15, refletindo a fraqueza da moeda norte-americana no exterior em meio a expectativas de mais estímulo econômico nos Estados Unidos e otimismo em relação à distribuição de vacinas para a Covid-19. No Brasil, concentrava a atenção dos investidores a divulgação dos números do PIB (Produto Interno Bruto) do 3º trimestre.

Às 13h54, a moeda norte-americana recuava 2,02%, cotada a R$ 5,1355. Na mínima até o momento, chegou a R$ 5,1216 – menor cotação intradia desde 29 de julho (R$ 5,1160). Veja mais cotações.

Já o dólar turismo era negociado a R$ 5,3515.

O Ibovespa operava em alta, acima dos 113 mil pontos.

Na quarta-feira, o dólar comercial fechou em alta de 0,25%, a R$ 5,2413. Na parcial de dezembro, a moeda norte-americana acumula queda de 1,97%. No ano, o avanço ainda é de 30,71%

O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 16 mil contratos com vencimento em abril e agosto de 2021, destaca a Reuters.

Cenário local e externo

Segundo Luciano Rostagno, estrategista-chefe do banco Mizuho, principalmente fatores externos pressionavam a moeda norte-americana frente ao real nesta quinta-feira.

"Há expectativa de taxas de juros baixas em todo o mundo, esperanças em relação a um pacote de ajuda (fiscal) nos EUA e otimismo em relação a vacinas... Isso acaba contribuindo para o bom humor dos mercados", afirmou à Reuters.

O líder da maioria na Câmara dos EUA, Steny Hoyer, expressou esperança de que um acordo de estímulo fiscal possa ser alcançado "nos próximos dias", e qualquer legislação provavelmente precisará ser complementada com mais ajuda no próximo ano.

As esperanças de mais apoio para empresas e cidadãos da maior economia do mundo se somavam ao otimismo em torno da distribuição de vacinas para a Covid-19, depois que o Reino Unido aprovou nesta semana o imunizante da Pfizer e da BioNTech. A vacina poderá começar a ser aplicada aos mais vulneráveis já na semana que vem.

Na agenda do dia, o IBGE divulgou mais cedo que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,7% no terceiro trimestre - retirando o país da recessão, mas sem recuperar as perdas da pandemia.

Os números do PIB vieram mais fracos do que o esperado. A expectativa do mercado era de um crescimento de 8,8% em relação ao trimestre anterior, segundo a mediana das estimativas levantadas pelo Valor Econômico.

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia avaliou nesta quinta-feira que o crescimento econômico do terceiro trimestre, embora abaixo do esperado pelo mercado, confirma a retomada em V da atividade, quadro que dispensa a necessidade de auxílios do governo para o próximo ano.

Do lado mais estrutural, o foco dos mercados segue voltado para a sustentabilidade fiscal do Brasil e as incertezas sobre a aprovação de medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas.

Na véspera, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que uma "recuperação robusta e inclusiva" da economia brasileira depende do avanço de reformas estruturais" e da sustentabilidade da dívida pública.

No exterior, a atividade empresarial da zona do euro contraiu com força em novembro depois que governos em todo o bloco retomaram as medidas de lockdown para tentar conter uma segunda onda de infecções por coronavírus. O PMI Composto da IHS Markit despencou a 45,3 em novembro de 50,0 em outubro -- a marca de 50 separa crescimento de contração.

A economia do bloco vai contrair de novo neste trimestre, de acordo com pesquisa da Reuters, mas com esperanças de uma vacina e de suporte adicional do Banco Central Europeu, as estimativas de crescimento trimestral para o próximo ano foram melhoradas.

 

Fonte: Por G1

A Petrobras (PETR3;PETR4) está se preparando para trabalhar com menor produção de petróleo nos próximos cinco anos, porém com maior retorno para seus acionistas com projetos resilientes aos preços mais baixos do petróleo previstos para o período, disse nesta segunda-feira, 30, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Carlos Oliveira.

“Estamos promovendo uma gestão ativa e profunda do nosso portfólio”, afirmou Oliveira durante apresentação para analistas do Plano Estratégico 2021-2025 na versão brasileira do Petrobras Day.

Ele informou que em 2025 a região do pré-sal vai contribuir com 80% da produção, hoje em torno dos 70%, o que vai garantir uma produção de menor custo e de baixa emissão de gases de efeito estufa (GEE).

Mesmo com o direcionamento para os projetos com maior retorno do pré-sal, Oliveira ressaltou que a companhia vai injetar US$ 13 bilhões para revitalizar a bacia de Campos, atualmente em declínio, e U$ 1 bilhão na exploração da margem equatorial, onde a companhia tem ativos na Foz do Amazonas. Também a bacia de Sergipe receberá investimentos de US$ 2 bilhões, informou Oliveira.

Ele informou ainda que, em 2021, a produção não deverá ter impacto das paradas programadas para este ano e suspensa pela pandemia do covid-19, já que antecipou a manutenção para o segundo semestre deste ano.

Capex

A diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara, disse a analistas, durante o Petrobras Day, que o plano estratégico para gás e energia inclui agregar mais valor na comercialização do gás natural e na otimização do portfólio termoelétrico da companhia, com foco na geração de valor do gás produzido.

O capex será de US$ 1,1 bilhão, com destaque para a finalização da construção da unidade UTG Itaboraí, que receberá o gás escoado pela rota 3, ampliando a capacidade integrada das rotas do pré-sal para 44 milhões de metros cúbicos por dia. A ideia, segundo ela, é conferir maior segurança para a produção de óleo nos campos do pré-sal.

Durante sua apresentação, Lara disse ainda que estão sendo investidos recursos na melhoria das turbinas a gás para aumentar a potencia e eficiência operacional. “Há tempos temos a estratégia de buscar segregação de valor na comercialização de gás prevendo chegar a 2025 com a ampliação significativa da nossa capacidade por meio da ampliação do terminal da baia de Guanabara”, afirmou, acrescentando que mesmo após a abertura, a Petrobras continua como player relevante em gás.

 

Fonte: Por Agência Estado

Termina nesta segunda-feira (30) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 18 de dezembro.

Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias, contudo, não recebem a primeira parcela agora (pois já receberam), apenas a segunda. A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual dos valores.

Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ser feito até esta segunda.

Os trabalhadores que tiveram a jornada de trabalho reduzida devem receber o 13º de forma integral, com base na remuneração do mês de dezembro, sem influência das reduções temporárias de jornada e salário. O pagamento integral vale mesmo que, em dezembro, o funcionário esteja recebendo remuneração menor em função da jornada reduzida.

Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria. A mesma orientação vale para os trabalhadores com jornada reduzida que não receberem o 13º de forma integral.

Caso o empregador não respeite o prazo do pagamento ou não pague o valor devido, poderá ser autuado por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho no momento em que houver fiscalização, o que gerará uma multa de R$ 170,25 por empregado.

O Imposto de Renda e a contribuição ao INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem na segunda parcela sobre o valor integral do 13º salário. Já o FGTS é pago tanto na primeira como na segunda parcela.

O pagamento do 13° salário deve injetar R$ 215 bilhões na economia, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O número de pessoas com direito ao benefício soma 80 milhões, dos quais 60% são empregados formais (48 milhões de pessoas) e 38,4% (30,8 milhões) são aposentados e pensionistas da Previdência Social (INSS). O valor médio do 13º salário que será pago em 2020 é estimado em R$ 2.458.

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Sul e Sudeste do Pará

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Dr. Hélio Rubens fala sobre o caso de corrupção na Câmara Municipal de Parauapebas
08 Outubro 2016
MARCHA PARA JESUS: Milhares de jovens nas ruas de Parauapebas
08 Outubro 2016
Corrupção é um problema de todos, você também pode combater!
06 Outubro 2016
Joelma agradece pela presença e participação em seu show na FAP 2016
12 Setembro 2016
Jake Trevisan agradecendo toda população de Parauapebas no Carajás O Jornal
06 Setembro 2016
Cantor Açaí no evento da Imprensa na FAP a pedido de Marola Show, canta para a Rainha, primeira e segunda princesa da FAP 2016.
01 Setembro 2016