O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pré-selecionou 12 propostas para a oferta de crédito por fintechs, maquininhas de cartões ou sites de redes de varejo, em um programa para tentar ampliar as fontes de financiamento a pequenas e médias empresas no país.

O BNDES entrará com até R$ 4 bilhões e os fundos escolhidos têm potencial para emprestar até R$ 6,1 bilhões. Das 12 propostas iniciais, porém, apenas 10 serão selecionadas definitivamente. Não há ainda estimativa de qual o volume final de recursos nem prazo para que o dinheiro chegue ao mercado.

"O objetivo é ter esse dinheiro no mercado o mais rápido possível", disse o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do banco, Bruno Laskowsky, em evento nesta segunda (3) para anunciar o nome dos selecionados.

O banco calcula que já ter liberado mais de R$ 30 bilhões em créditos emergenciais após o início da pandemia, beneficiando 163 mil empresas, mas a dificuldade de acesso aos recursos é uma das principais críticas de empresários às políticas federais de socorro durante a pandemia.

O programa de oferta de crédito por meios alternativos foi anunciado em maio, como uma das medidas de socorro a empresas atingidas pela crise, mas a ideia é que seja mantido após a pandemia, como iniciativa para diversificar as fontes de crédito no país.

Propostas

O banco recebeu 73 propostas, em um sinal, segundo o chefe do departamento de Gestão de Investimentos em Fundos, Filipe Borsato, de que há grande interesse pelos produtos.

O objetivo é criar dois tipos diferentes de fundos. Um deles, chamado de MPE, será administrado por empresas de investimentos e oferecerá empréstimos por platafomas próprias ou em parceria com fintechs. O outro, chamado originador, será gerido por empresas que já tem contato diário com os cientes, por administrarem market places ou meios de pagamento, como as maquininhas de cartões.

Entre os projetos selecionados, estão propostas de fundos feitas por gestoras de investimentos, como a XP, empresas de varejo, como B2W e Magazine Luiza e as operadoras de maquininhas Cielo, PagSeguro, Stone e Sumup.

"As propostas recebidas pelo BNDES foram avaliadas conforme critérios como menores custos e maiores prazos para o tomador final, além da quantidade de clientes beneficiados", disse o banco, em nota. "Com isso, destacaram-se os fundos que apresentaram as melhores condições para o cliente final, maior solidez e melhor perspectiva de retorno para o BNDES."

O BNDES entrará com parte dos recursos e, segundo Laskowsky, os fundos podem se retroalimentar: à medida em que os primeiros beneficiados paguem suas dívidas, o dinheiro pode ser usado para conceder novos financiamentos. O banco ainda não informou, porém, quais serão as condições financeiras dos empréstimos.

Os editais estabeleciam limites para os juros (3,5% ao mês para plataformas de negociação e operadoras de cartões e 4% ao mês para fintechs), mas o BNDES esperava que a competição melhorasse as condições. No lançamento do programa, em maio, Laskowsky disse entender que as condições são competitivas, considerando que o público alvo usa crédito rotativo ou de cartão de crédito.

"A iniciativa tem um componente grande de emergência, mas é estruturante. Se a gente olha a pizza de crédito no país, ela é ainda muito concentrada no ambiente tradicional", disse ele nesta segunda. "Isso é bom, mas a gente tem que estruturar novas alternativas."

 

Fonte: Escrito por 

A elétrica Engie Brasil Energia registrou lucro líquido de R$ 765,8 milhões no segundo trimestre de 2020, avanço de 98,7% em relação a igual período do ano passado, informou a companhia nesta quinta-feira (30).

Segundo comunicado divulgado pela empresa, o resultado foi positivamente impactado pelo aumento da capacidade instalada, do preço médio líquido de venda, maior quantidade de energia vendida, equivalência patrimonial da Transportadora Associada de Gás (TAG) e por efeitos não recorrentes relacionados ao ganho de ações judiciais e indenizações.

Os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizaram R$ 1,43 bilhão no trimestre, alta de 36,1% na comparação anual, disse a companhia, controlada pela francesa Engie.

 

Fonte: Por Reuters

 

O Governo Federal ainda vai depositar mais sete lotes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), na modalidade emergencial, já foram feitos. Os trabalhadores nascidos em junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro vão ter os valores depositados nas contas nos próximos dias.

Os beneficiários terão o valor disponível em conta poupança social da Caixa. Ele poderá ser usado em pagamento de boletos ou compras pelo cartão de débito virtual e QR Code.

O saque em espécie e transferência para outra conta do FGTS de nascidos em janeiro foi liberado no último sábado, 25 de julho. Quem nasceu em fevereiro, o saque em dinheiro poderá ser feito no dia 08 de agosto. Os nascidos em março sacam no dia 22 de agosto. Os nascidos em abril poderão sacar no dia 05 de setembro. Já no dia 19 do mesmo mês, os valores serão liberados para saques em espécie aos nascidos em maio.

Quem não quiser receber o saque emergencial deve avisar com dez dias de antecedência.

O saque emergencial do FGTS foi criado para para ajudar os trabalhadores durante pandemia do novo coronavírus e tem o limite de R$ 1.045, que pode ser de conta ativa ou inativa. Veja o calendário que o valor estará disponível em conta digital e o calendário de saque e transferência abaixo.

Calendário de pagamento

  • 29 de junho: nascidos em janeiro
  • 6 de julho: nascidos em fevereiro
  • 13 de julho: nascidos em março
  • 20 de julho: nascidos em abril
  • 27 de julho: nascidos em maio
  • 3 de agosto: nascidos em junho
  • 10 de agosto: nascidos em julho
  • 24 de agosto: nascidos em agosto
  • 31 de agosto: nascidos em setembro
  • 8 de setembro: nascidos em outubro
  • 14 de setembro: nascidos em setembro
  • 21 de setembro: nascidos em dezembro

Calendário de saque e transferência

  • 25 de julho: nascidos em janeiro
  • 8 de agosto: nascidos em fevereiro
  • 22 de agosto: nascidos em março
  • 5 de setembro: nascidos em abril
  • 19 de setembro: nascidos em maio
  • 3 de outubro: nascidos em junho
  • 17 de outubro: nascidos em julho
  • 17 de outubro: nascidos em agosto
  • 31 de outubro: nascidos em setembro
  • 31 de outubro: nascidos em outubro
  • 14 de novembro: nascidos em novembro
  • 14 de novembro: nascidos em dezembro

Saque emergencial do FGTS de R$1.045

A Caixa liberou o calendário de pagamentos de R$1.045 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os depósitos começaram no dia 29 de junho e seguirão válidos até 21 de setembro, conforme nascimento dos trabalhadores. No entanto, quem receber terá que esperar semanas ou até meses para sacar o dinheiro.

O Governo anunciou em abril que liberaria um saque emergencial do FGTS para apoiar os trabalhadores durante a crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

Têm direito ao dinheiro trabalhadores que possuem contas ativas (do emprego atual) ou inativas (de empregos anteriores) no FGTS. A data em que o valor cai na poupança digital depende do mês de aniversário do trabalhador.

 

Fonte: 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, enviou nesta terça-feira (21) ao Congresso Nacional a primeira parte da proposta de reforma tributária do governo, envolvendo a tributação sobre o consumo.

A proposta prevê a unificação do PIS e do Cofins (incidente sobre a receita, folha de salários e importação), criando um tributo sobre valor agregado, com o nome de Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS).

A alíquota proposta é de 12% para as empresas e de 5,8% para instituições financeiras porque estas últimas, de acordo com o governo, "não apropriam nem permitem a apropriação de créditos".

O projeto é a primeira etapa das mudanças a serem propostas pelo governo para o sistema tributário brasileiro, considerado complexo demais por investidores internacionais.

No início da noite desta terça-feira, o "Diário Oficial da União" publicou mensagem do presidente Jair Bolsonaro na qual ele pede ao Congresso regime de urgência para a tramitação da reforma tributária.

Neste momento, a área econômica ainda não tratou de mudanças em outras bases de tributação, como a renda, o patrimônio e transações digitais — que serão enviadas noutros momentos.

Para não ter de mexer na Constituição Federal, o CBS proposto ficará restrito à arrecadação federal, sem mexer no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, estadual) e no Imposto sobre Serviços (ISS, municipal).

"Em respeito à federação e ao Congresso, não cabe ao ministro da Fazenda e sim ao Congresso, legislar sobre as relações entre os entes federativos. Não posso invadir o território dos prefeitos, falando sobre ISS, e dos governadores, falando sobre ICMS. Apoiamos o acoplamento desses impostos. Pode ser que haja estados que querem acoplar, e estados que não. Mas é sobretudo uma tarefa do Congresso", disse o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Igrejas e sindicatos

De acordo com o Ministério da Economia, a CBS incide sobre a receita de venda de bens e serviços e, portanto, as pessoas jurídicas que não exercem atividade econômica não sofrem incidência sobre suas atividades típicas.

Entre essas pessoas jurídicas, estão igrejas, partidos políticos, sindicatos, fundações, entidades representativas de classe, serviços sociais autônomos, instituições de assistência social.

"Além disso, a Constituição Federal concede imunidade às entidades beneficentes de assistência social, que atualmente devem ser certificadas pelo Ministério competente", acrescentou.

Manutenção da arrecadação

A área econômica informou que a alíquota proposta para o tributo tem por objetivo manter o atual patamar de arrecadação do governo federal sobre o consumo. Com isso, não atende ao pleito de ceder parte da receita desses impostos a estados e municípios.

"As contribuições substituídas respondem por mais de 20% da arrecadação tributária federal, e a instituição da CBS pretende manter a mesma carga tributária total das contribuições substituídas, conquanto inevitavelmente haja variações na carga individual suportada pelos contribuintes", informou o governo.

Em 2018, o PIS-Pasep e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) arrecadaram R$ 310 bilhões, de um total de R$ 1,54 trilhão de todos os tributos federais no período, segundo dados da Receita Federal.

  • Assim como as outras propostas de reforma tributária que já estão sendo debatidas no Congresso Nacional, o texto do governo não reduz a tributação sobre o consumo— o que penaliza a parcela mais pobre da população.
  • Em 2016, no Brasil, 48% da arrecadação incidiu sobre o consumo, contra 33% na média da OCDE, grupo que reúne as nações mais desenvolvidas do planeta e 18% nos Estados Unidos.
  • A consequência da concentração maior da carga tributária brasileira sobre o consumo no Brasil é o alto grau de "regressividade" (se arrecada proporcionalmente mais de quem ganha menos).

Regimes diferenciados

De acordo com o governo, haverá manutenção de alguns regimes diferenciados, ou seja, exceções à regra. São eles:

  • Simples Nacional: não muda. Empresa que adquirir bens e serviços de optante pelo Simples poderá apurar crédito.
  • Manutenção do regime agrícola dá condições iguais de concorrência para pequenos agricultores já que apenas empresas podem apurar e transferir créditos da CBS.
  • Regime monofásico (por unidade de medida) continua para produtos como gasolina, diesel, GLP, gás natural, querosene de aviação, biodiesel, álcool e cigarros.
  • Isenção na venda de imóveis residenciais para pessoas físicas
  • Como tem previsão constitucional, a Zona Franca de Manaus fica mantida, mas com simplificação das regras e procedimentos.
  • As cooperativas têm isenção em operações entre elas e seus associados.
  • Transporte coletivo: isenção para receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte público coletivo.

Setores da economia

Segundo o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nese, a unificação da contribuição ao PIS com a Cofins em uma sistemática não cumulativa, independentemente da alíquota praticada, teria impacto negativo nos setores da agropecuária, da indústria extrativa, da construção civil e dos serviços privados não financeiros, com elevação de suas cargas tributárias.

Por isso, Nese defendeu que também ocorra a substituição da contribuição patronal do INSS, de parte da contribuição dos trabalhadores e do salário-educação por um imposto sobre movimentações financeiras. Na visão dele, isso seria uma "forma eficaz e simples de compensar esses efeitos negativos" da unificação do PIS-Cofins.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, observou que a proposta do governo isenta de tributação as vendas de imóveis residenciais. Para ele, essa é uma vitória para o setor e terá um impacto decisivo sobre os preços dos imóveis e para o mercado imobiliário como um todo.

O G1 entrou em contato com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e, até a última atualização desta reportagem, aguardava um posicionamento sobre a proposta de mudança na tributação sobre o consumo do governo federal.

Reforma difícil

Diferentes governos tentaram, sem sucesso, fazer a reforma tributária nas últimas décadas, focados principalmente na tributação sobre o consumo.

As tentativas esbarraram em resistências regionais, partidárias e de diferentes setores produtivos, todos representados no Congresso Nacional.

A simplificação da cobrança de impostos é considerada por especialistas como fundamental para a retomada do crescimento econômico.

Analistas e investidores reclamam do elevado número de tributos e da complexidade do sistema tributário brasileiro, e avaliam que isso afasta investimentos. No caso do ICMS estadual, por exemplo, há 27 diferentes legislações vigentes no país.

Tramitação no Congresso

A área econômica avalia que uma nova contribuição federal sobre o consumo é compatível com as propostas de emenda à Constituição (PECs) em discussão no Congresso Nacional.

Isso significa que, se houver a posterior unificação com os impostos estaduais e municipais, o imposto sobre valor agregado poderá ser incorporado. Se não, pode seguir separado dos tributos estaduais.

Atualmente, há duas propostas sendo discutidas pelo Congresso Nacional, na comissão especial da reforma tributária, formada por deputados e senadores. A proposta do governo também será enviada para essa comissão.

  1. A primeira, de autoria do economista Bernard Appy, do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), prevê a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um só, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  2. A segunda, tramitando no Senado, do ex-deputado Luiz Carlos Hauly,que prevê a substituição de nove impostos por um e cria um imposto seletivo.

Posição dos estados

Nesta terça-feira, em audiência pública na comissão especial sobre o novo coronavírus, no Congresso Nacional, o presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles, defendeu uma proposta mais ampla para as mudanças na tributação sobre o consumo - envolvendo também os tributos estaduais e federais.

Enviada ao Congresso Nacional no ano passado, a proposta dos secretários de Fazenda dos estados prevê um período de 10 anos até a implantação total do Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS) – tributo sobre consumo a ser cobrado no destino e que substituiria outros cincos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS), segundo Fonteles.

O secretário de Fazenda de São Paulo, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, também defendeu a proposta dos estados.

"Foi a primeira vez em 30 anos que os estados chegaram a um acordo, é muito importante, o projeto é muito equilibrado, contemplando diferentes regiões do país. Colocando tributação no destino e eliminando guerras fiscais. O governo federal quer concentrar impostos federais, perfeitamente. Mas vamos manter o substitutivo dos estados, fazendo uma unificação [dos tributos estaduais e municipais também]", declarou.

 

Fonte: Por Alexandro Martello e Lais Lis, G1 — Brasília

Após chegar a superar os 105 mil pontos nos primeiros minutos de pregão, o Ibovespa encerrou a sessão em leve queda com o peso de uma correção depois das fortes altas recentes. Com isso, o índice se descolou nesta terça-feira (21) das bolsas americanas, que registraram ganhos entre 0,2% e 0,6%. A exceção foi o Nasdaq, de ações de tecnologia, que caiu 0,81%.

Hoje, os papéis que pressionaram a Bolsa foram justamente os que mais apresentaram valorização nas últimas sessões. É o caso da mineradora Vale (VALE3), que responde por 10,5% da carteira teórica do Ibovespa, e da B3 (B3SA3), que compõe 7% do índice. Para mais destaques de ações clique aqui.

O Ibovespa fechou em leve baixa de 0,11% a 104.309 pontos com volume financeiro negociado de R$ 32,957 bilhões.

Já o dólar futuro para agosto tem queda de 2,77% a R$ 5,192 no after-market. O dólar comercial, por sua vez, registrou perdas de 2,44%, a R$ 5,2105 na compra e R$ 5,2115 na venda, seu menor valor desde 23 de junho.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 subiu três pontos-base a 2,95%, o DI para janeiro de 2023 teve alta de um ponto-base a 4,02% e o DI para janeiro de 2025 fechou estável a 5,50%.

Mais cedo, animou os investidores a notícia de que os líderes da União Europeia chegaram a um acordo para a liberação de um pacote de 750 bilhões de euros em estímulos com o objetivo de recuperar a economia por conta dos impactos do coronavírus.

A reunião da cúpula da UE durou quatro dias. Ficou definido que 390 milhões de euros serão destinados aos países mais atingidos pela pandemia do novo coronavírus, como Itália e Espanha, e uma fatia de 360 milhões estará disponível como empréstimo.

Um novo pacote de ajuda financeira também está sendo cogitado nos Estados Unidos, no momento em que algumas regiões precisam retomar as medidas de isolamento social para conter o avanço da Covid-19.

Por aqui, a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac chegou ao aeroporto de Cumbica na madrugada de segunda-feira e 9 mil profissionais da saúde receberão doses da profilaxia na terceira fase dos testes, que deve ser concluída em 90 dias.

Reforma tributária

O governo já mandou ao Congresso Nacional mensagem comunicando o envio do Projeto de Lei que unifica as cobranças do PIS e Cofins instituindo a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS).

A mensagem foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) que circula no início da tarde desta terça-feira, 21.

Vetos na geladeira 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deve evitar colocar para votação os vetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre o novo marco legal do saneamento e o que trata da desoneração da folha de pagamento. Segundo o jornal “Folha de S.Paulo“, o parlamentar quer evitar desgaste no momento em que tenta garantir a sua reeleição para a presidência da Casa.

No marco legal, Bolsonaro vetou a regra que permitia renovação de contratos de estatais por mais 30 anos, o que desagradou parlamentares. Na segunda-feira, o presidente do Senado suspendeu a reunião com os líderes partidários, evitando uma cobrança sobre o tema. Não há data marcada para discutir os vetos.

Ainda no radar político, a Polícia Federal começou a cumprir mandados na manhã desta terça em investigação sobre suposto caixa 2 na campanha de José Serra (PSDB) ao Senado em 2014. A operação é uma nova fase da Lava Jato que apura crimes eleitorais e é feita em conjunto com o Ministério Público Eleitoral (MPE).

Pedro Guimarães no InfoMoney

O InfoMoney recebeu, nesta manhã Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal. Guimarães informou que haverá ampliação da pausa no pagamento do financiamento imobiliário, atualmente em 4 meses.

O executivo ainda falou sobre crédito para pequenas empresas e sobre o foco da instituição financeira, que é financiar as pessoas de baixa renda, visto que o setor bancário privado não cumpre esta função.

Noticiário corporativo

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu um processo administrativo para investigar a divulgação, pela Via Varejo, de mensagens no Twitter que mostraram números fortes das vendas da varejista entre maio e junho. Essa divulgação impulsionou os papéis da empresa negociados na B3.

De acordo com as publicações na conta da Via Varejo no Twitter, as vendas da “games e câmeras, com itens como controles, drones e câmeras semiprofissionais” tiveram um aumento de mais de 2.500% em maio e junho frente ao mesmo período de 2019. No caso dos televisores, a empresa afirmou na postagem que houve aumento de cerca de 1.900%. Essas mensagens foram posteriormente excluídas.

Em fato relevante, a Via Varejo informou que as mensagens no Twitter não foram autorizadas e por essa razão fora retirada do ar assim que a área de relações com investidores tomou conhecimento. A companhia também soltou os dados de desempenho das vendas em maio e junho.

Já a Vale divulgou, após o fechamento do mercado, que atingiu no segundo trimestre uma produção de minério de ferro de 67,6 milhões de toneladas, aumento de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano passado e de 13,4% ante o primeiro trimestre de 2020.

A companhia informou que a extração de minério de ferro em junho ficou acima de 25 milhões de toneladas, “apresentando forte aceleração em relação aos níveis de abril e maio”, e entrando em um período sazonalmente forte, com níveis mais baixos de chuva.

Apesar da alta na produção, a empresa disse que impactos relacionados à Covid-19 somaram 3,5 milhões de toneladas no segundo trimestre.

Também na segunda-feira, a francesa Engie informou a aquisição de fatia acionária remanescente de 10% da Petrobras na Transportadora Associada de Gás (TAG), em um lance de aproximadamente R$ 1 bilhão em conjunto com a Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ).

A Petrobras detalhou que o valor inicial da transação era de R$ 1,1 bilhão, porém foi considerado um desconto de 110 milhões de reais já recebidos em junho a título de dividendos e os demais ajustes previstos em contrato. O valor de R$ 1 bilhão foi quitado na quinta-feira, segundo fato relevante.

Com essa aquisição, a participação acionária total da Engie na TAG aumenta para 65% (dos quais 32,5% pertencem à Engie Brasil Energia), enquanto a CDPQ detém os demais 35%.

 

Fonte: Por Ricardo Bomfim

Nesta quinta-feira, 16 de julho, os saques do abono salarial PIS/PASEP 2020/2021 serão liberados. De acordo com o calendário oficial do benefício, recebem primeiro os nascidos em julho (para o PIS) e os servidores públicos com final “0” no benefício (para o PASEP).

A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento do PIS aos trabalhadores de empresas privadas, enquanto o PASEP é destinado aos servidores públicos e pago pelo Banco do Brasil.

Para ter direito aos valores, o trabalhador deverá atender a alguns requisitos, como por exemplo, ter recebido em média até dois salários mínimos mensais. O valor pago pode chegar a até um salário mínimo (R$ 1.045, em 2020) e varia conforme o tempo de trabalho.

Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do mínimo, hoje no valor de R$87,08. Veja:

  • 1 mês: R$ 88,00
  • 2 meses: R$ 175,00
  • 3 meses: R$ 262,00
  • 4 meses: R$ 349,00
  • 5 meses: R$ 436,00
  • 6 meses: R$ 523,00
  • 7 meses: R$ 610,00
  • 8 meses: R$ 697,00
  • 9 meses: R$ 784,00
  • 10 meses: R$ 871,00
  • 11 meses: R$ 958,00
  • 12 meses: R$ 1.045,00

O calendário de saques abaixo segue o mês de nascimento dos beneficiários do PIS (empregados de empresas privadas) e o número de inscrição no Pasep (servidores públicos).

Calendário PIS/PASEP

Para quem trabalha em empresa privada

  • Nascidos em julho: recebem a partir de 16 de julho de 2020
  • Nascidos em agosto: recebem a partir de 18 de agosto de 2020
  • Nascidos em setembro: recebem a partir de 15 de setembro de 2020
  • Nascidos em outubro: recebem a partir de 14 de outubro de 2020
  • Nascidos em novembro: recebem a partir de 17 de novembro de 2020
  • Nascidos em dezembro: recebem a partir de 15 de dezembro de 2020
  • Nascidos em janeiro: recebem a partir de 19 de janeiro de 2020
  • Nascidos em fevereiro: recebem a partir de 19 de janeiro de 2021
  • Nascidos em março: recebem a partir de 11 de fevereiro de 2021
  • Nascidos em abril: recebem a partir de 11 de fevereiro de 2021
  • Nascidos em maio: recebem a partir de 17 de março de 2021
  • Nascidos em junho: recebem a partir de 17 de março de 2021

Para quem trabalha em setor público

  • Final da inscrição 0: recebem a partir de 16 de julho de 2020
  • Final da inscrição 1: recebem a partir de 18 de agosto de 2020
  • Final da inscrição 2: recebem a partir de 15 de setembro de 2020
  • Final da inscrição 3: recebem a partir de 14 de outubro de 2020
  • Final da inscrição 4:recebem a partir de 17 de novembro de 2020
  • Final da inscrição 5: recebem a partir de 19 de janeiro de 2021
  • Final da inscrição 6 e 7: recebem a partir de 11 de fevereiro de 2021
  • Final da inscrição 8 e 9: recebem a partir de 17 de março de 2021

Atenção: o prazo final para o saque é 30 de junho de 2021 em todos os casos.

Quem tem direito ao saque do abono?

  • o trabalhador que exerceu profissão com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2019;
  • o trabalhador que ganhou, no máximo, dois salários mínimos, em média, por mês;
  • quem está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; e
  • a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente no sistema do governo.

Como saber se tenho direito?

Para saber se tem direito ao abono salarial, será necessário fazer a consulta das seguintes maneiras:

PIS (trabalhador de empresa privada):
no Aplicativo Caixa Trabalhador
no site da caixa (www.caixa.gov.br/PIS), clique em “Consultar pagamento”
pelo telefone de atendimento da Caixa: 0800 726 0207

Pasep (servidor público):


pelos telefones da central de atendimento do Banco do Brasil: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas);
0800 729 0001 (demais cidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos).

Abonos salariais antigos também podem ser sacados

O último calendário de saques do abono salarial, referente a quem trabalhou em 2018, terminou em maio de 2020. Quem tinha direito, mas deixou passar, poderá sacar a partir de agora, seguindo um novo calendário, ou no prazo de cinco anos.

De acordo com o Ministério da Economia, quem perdeu o prazo não precisa entrar na Justiça para sacar o benefício. Os correntistas da Caixa e BB com direito à antecipação terão os créditos em conta disponíveis a partir do dia 30 de junho, enquanto que os demais trabalhadores poderão fazer o saque a partir de 16 de julho, conforme o calendário acima.

 

Fonte: 

O Banco do Brasil já contratou R$ 3,3 bilhões em empréstimos a micro e pequenos empresários em dois dias de operação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O banco se aproxima, assim, da meta de esgotar os recursos da iniciativa, aposta do governo Bolsonaro para destravar o crédito para esse público, ainda nesta semana.

O limite para o BB e os grandes bancos em geral é de R$ 3,7 bilhões – a cifra depende do porte da instituição. Os principais concorrentes privados ainda não começaram a operar a linha. Por ora, além do BB, a Caixa Econômica Federal é o único grande banco que opera o programa e já emprestou quase R$ 1,5 bilhão na modalidade.

O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Alexandre da Costa, disse nesta terça-feira, 7, que os recursos disponibilizados para crédito no Pronampe já foram quase todos tomados.

“Já estamos preocupados, porque recursos do Pronampe vão terminar em breve”, admitiu, durante audiência pública virtual da Comissão Mista do Congresso que acompanha as medidas ligadas à pandemia do novo coronavírus.

O orçamento total do Pronampe é de R$ 18,7 bilhões, a partir de R$ 15,9 bilhões que foram aportados em recursos do Tesouro Nacional no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para serem utilizados como garantias. Administrado pelo BB, o FGO irá cobrir 100% das operações e até 85% de eventuais perdas que os bancos tenham com a linha.

 

Fonte: Por Agência Estado

A produção industrial registou alta, na passagem de abril para maio, em 12 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme dados divulgados nesta quarta-feira (8).

Os maiores avanços foram no Paraná (24,1%), em Pernambuco (20,5%) e no Amazonas (17,3%). Já as quedas foram registradas no Espírito Santo (-7,8%), Ceará (-0,8%) e Pará (-0,8%).

No resultado geral do país, a produção industrial cresceu 7% em maio na comparação com o mês anterior, mostrando recuperação após dois meses seguidos de queda e de um tombo recorde em abril, de 18,8%.

Veja o resultado em cada um dos locais:

  • Amazonas: 17,3%
  • Pará: -0,8%
  • Região Nordeste: 12,7%
  • Ceará: -0,8%
  • Pernambuco: 20,5%
  • Bahia: 7,6%
  • Minas Gerais: 6,3%
  • Espírito Santo: -7,8%
  • Rio de Janeiro: 5,2%
  • São Paulo: 10,6%
  • Paraná: 24,1%
  • Santa Catarina: 5,4%
  • Rio Grande do Sul: 13,3%
  • Mato Grosso: 4,4%
  • Goiás: 3,0%
  • Média Brasil: 7%

Produção de veículos influenciou

Segundo o IBGE, a alta de 10,6% registrada em São Paulo levantou a média nacional, que também foi influenciada pelas altas expressivas no Paraná (24,1%) e Rio Grande do Sul (13,3%). Nos dois primeiros estados, a produção automotiva serviu como alavanca.

O setor de veículos, muito forte em São Paulo e no Paraná, teve atuação importante neste aumento de maio”, aponta em nota Bernardo Almeida, analista da pesquisa. Segundo ele, os setores de alimentos e de derivados do petróleo também exerceram influências positivas no índice.

Comparação com maio de 2019

Se os resultados de maio mostram uma recuperação após as fortes perdas dos meses anteriores, apontam também que a produção industrial segue muito abaixo da registrada no ano passado. Na comparação com maio de 2019, a indústria teve queda de 21,9% - com todos os locais pesquisados, exceto Goiás, apresentando contração na produção.

“Em São Paulo, mesmo com a taxa positiva perante abril, maio apresentou o segundo pior patamar da indústria na série histórica, perdendo exatamente para o mês anterior, abril de 2020", aponta o analista da pesquisa. O início da série histórica da pesquisa foi em janeiro de 2002.

De acordo com o IBGE, além dos efeitos da pandemia e do isolamento social para conter a propagação do vírus, houve também efeito calendário nesse resultado, já que maio de 2020 teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano passado.

Já o resultado de Goiás, com avanço de 1,5%, foi impulsionado em grande parte pelo ramo de produtos alimentícios (açúcar VHP e cristal, óleo de soja refinado e em bruto, extrato, purês e polpas de tomate, leite condensado e tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja).

 

Fonte: Por G1

O mercado brasileiro de soja teve movimentação moderada nesta segunda, 6. De acordo com a consultoria Safras, os negócios, em sua maior parte, se concentraram em operações futuras para 2021. Há pouca oferta e o vendedor segue retraído. Destaque para a alta de Chicago, que sustentou as cotações em algumas praças.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 113,50 para R$ 114,50. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 113 para R$ 114. No porto de Rio Grande, o preço aumentou de R$ 116,50 para R$ 117,50.

Em Cascavel (PR), o preço passou de R$ 108,50 para R$ 109,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 115 para R$ 116.

Em Rondonópolis (MT), a saca baixou de R$ 108 para R$ 107. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 107. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 105.

Contratos futuros

A soja fechou esta segunda-feira, 6, com preços mais altos na Bolsa de Chicago. De acordo com a consultoria Safras, o mercado atingiu os maiores patamares em quatro meses, consolidando-se acima de US$ 9 por bushel.

“A previsão de clima seco e de temperaturas elevadas para o cinturão produtor dos Estados Unidos, podendo comprometer o desenvolvimento das lavouras e o potencial produtivo, impulsionou o mercado”, informa a consultoria. As inspeções de exportação acima do esperado e a nova venda para a China completaram o cenário positivo.

O mercado aguarda agora o relatório de condições das lavouras, que será divulgado no fim da tarde deste segunda-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na sexta, o órgão divulgará o relatório mensal de oferta e demanda.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 7,25 centavos ou 0,81% em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,98 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 9,06 por bushel, com ganho de 9,50 centavos ou 1,05%.

Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,54% a US$ 297,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 28,54 centavos de dólar, alta de 0,45 centavo ou 1,6% na comparação com o fechamento anterior.

 

Fonte: https://www.canalrural.com.br

Nesta quinta-feira (2), o secretário da Fazenda, Waldery Rodrigues, anunciou que o governo está analisando a possibilidade de prorrogar a redução temporária do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre o crédito.

 

O IOF sobre operações de crédito já havia sido reduzido a zero pelo governo para operações contratadas de 3 de abril a 3 de julho. A medida resultou em redução de 7,1 bilhões de reais da receita.

 

Na coletiva de imprensa em que o ministro da Fazenda anunciou a possibilidade de prorrogação da redução, foi explicado que a nova estimativa para os gastos com o Auxílio Emergencial a informais e vulneráveis (254,2 bilhões), corresponde a um “valor impactante”, que representa mais que o dobro de despesa discricionária para este ano todo.

 

Waldery também destacou que no próximo dia 10 a Secretaria de Política Econômica irá revisar sua grade de parâmetros, incluindo a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB). Por enquanto, a estimativa oficial do governo é de retração de 4,7% para a economia neste ano.

 

Redução do IOF 

 

No dia 1º de abril, o secretário da Receita Federal havia anunciado a redução do IOF a zero por 90 dias. Antes dessa medida, o IOF para operações de crédito era de 3% ao ano. Agora, a expectativa é que um novo prazo seja acrescentado nessa redução.

 

Segundo o órgão, a medida foi adotada para diminuir o custo do crédito em um momento em que o governo iniciava um amplo número de linhas de crédito com juros reduzidos para ajudar a enfrentar a crise financeira gerada pela pandemia de Covid-19.

 

Na época, o secretário também anunciou o adiamento do recolhimento das contribuições para o Pis-Pasep, do pagamento da Cofins e também da contribuição patronal das empresas para a Previdência Social.

 

Essas contribuições que ficaram em aberto, foram adiadas para serem pagas nos meses de agosto e outubro.

 

Fonte: Reuters

Sul e Sudeste do Pará

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