Na sexta-feira, 19, por volta das 19h00, homens do 23° Batalhão da Polícia Militar através da Ronda Ostensiva com apoio de motos (ROCAM), prenderam e apresentaram ao delegado plantonista Dufrae Abade, Eduardo Luís Lisbinski Júnior acusado de tráfico de entorpecentes.  Segundo a polícia o mesmo foi pego em um posto de combustível no bairro União.

O flagrante se deu quando a GU realizava ronda ostensiva pelo bairro União, mais precisamente próximo ao posto de combustível Radar, ao iniciar uma chuva a guarnição se abrigou no posto onde o Eduardo estava.  Ao perceber a presença dos policiais, o mesmo agiu com   nervosismo saindo em seguida para o setor de conveniência do posto, instante em que a GU realizou abordagem pessoal no mesmo, momento em que foram encontrados com ele, 8 comprimidos da droga sintética conhecida popularmente como "bala" ou "ecstasy", Indagado pela polícia sobre a droga o mesmo teria afirmado que estaria  comercializando a substância em bares e festas na cidade e que havia mais da mesma droga em sua residência, localizada no residencial "Mec Ville".

Na casa do acusado foram encontrados mais 1.203 comprimidos da droga sintética conhecida popularmente como "bala" ou "ecstasy"

Em ato continuo o acusado conduziu a guarnição até sua casa onde foram encontrados mais 1.203 comprimidos da mesma droga e uma trouxa da mesma substância, em pó, em seu quarto dentro do guarda-roupas. Na residência do acusado também se encontravam outros dois amigos de Eduardo sendo eles, Herick Ferreira da Silva e Felipe da Rosa Borges, Felipe se identificou como sendo o proprietário da casa, indagado pelos PMs o mesmo afirmou que não tinha conhecimento da existência de droga dentro de casa, já o apresentado Eduardo Luis segundo a polícia assumiu ser o dono da droga, e que Hérick estava apenas ingerindo bebida alcoólica no local no momento da abordagem.

Com apoio da VTR Eduardo Luis foi conduzido para delegacia, ainda segundo os PMs ao saber que seria apresentado a autoridade policial o mesmo teria oferecido para guarnição a quantidade de R$ 15 mil reais para que os PMs não o levassem preso. Mediante a proposta e o flagrante o mesmo foi conduzido para 20° Seccional Urbana de Polícia Civil, e apresentado ao delegado plantonista Dufree Abade, para os procedimentos cabíveis.

 

Fonte: Neide Folha

Uma intervenção policial realizada pelo Grupo Tático Operacional (GTO), do 23° Batalhão da Polícia Militar de Parauapebas, ocorrido por volta das 21h00, de sábado 23, no bairro da Paz, mais precisamente na rua Bom Jardim, terminou na morte do jovem Lucas de Souza de 22 anos de idade morto com dois tiros após reagir com tiros nos PMs.

Na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, a guarnição apresentou um revólver calibre 32 com duas munições e 539 gramas de maconha, uma balança de precisão e dois aparelhos celulares.  De acordo com informações, a guarnição da Ronda Ostensivo com apoio de motos da Rocam realizava patrulhamento pelo bairro da Paz, quando foi acionada pela guarnição do GTO para dá apoio no cerco a um suspeito que estaria em uma residência naquele bairro, momento esse que a guarnição avistou o indivíduo se dirigido para o interior da casa.

No mesmo momento os PMs adentraram no local. Ainda segundo a polícia o Lucas teria disparado contra a guarnição sendo repelido com dois disparos que foram efetuados para proteger e resguardar a vida da Guarnição, ferido, os PMs teriam solicitado apoio do SAMU para socorrer o baleado que ainda estava com vida, mas devido à demora Lucas foi conduzido com a ajuda de uma VTR 2313 até ao Hospital Geral de Parauapebas (HGP), porem o mesmo veio a óbito logo que deu entrada no hospital.

Segundo a polícia, ao verificar o imóvel foi encontrado um revólver calibre 32 com duas munições uma deflagrada e outra intacta, além de 539 gramas de uma substância análoga a maconha. Ainda segundo a polícia, Lucas Souza já tinha várias passagens pela justiça por roubo à mão armada e com histórico de violência nas suas ações criminosa.

 

Fonte: Neide Folha

Por volta das 21h00 de sexta-feira 22, policiais militares apresentaram na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, uma mulher acusada de tráfico de entorpecente. A prisão dela se deu quando uma guarnição da PM realizava ronda de rotina pelo bairro Cidade Jardim, e ao passar pela rua F-12, próximo a escola Terezinha de Jesus avistaram Geovana Silva Neves de 18 anos de idade e Armisson da Luz de Souza.

Os mesos andavam a pé, porém ao perceber a presença da viatura policial os teriam agido estranhamente o que levantou suspeita aos policiais, e para completa ainda um dos PMs viu quando Armisson jogou algo no chão e teria tentado correr, mas foi contido pelos PMs.

Ao aborda-los os policiais encontraram o papelote que o mesmo havia tentado dispersar, foi constatado que se tratava de uma substância branca análoga a cocaína, pesando aproximadamente 3,6 gramas. Indagados pela polícia, Armisson disse que era apenas usuário e Geovana teria dito que estava comercializando o entorpecente.

Geovana Silva de 18 anos de idade foi presa acusada de tráfico de droga 

A mesma levou os PMs em sua casa, onde encontraram mais três trouxas em forma de pedras de cocaína, pesando aproximadamente 20 gramas, juntamente de um papelote de maconha.  Segundo a GU Geovana teria assumido ser dona da droga e Armisson alegou ser apenas usuário e que havia comprada um papelote de droga da mão de Geovana.

Mediante os fatos Geovana Silva Neves e Armisson da Luz de Souza, foram conduzidos à 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas para os procedimentos legais. Ouvidos em depoimento pelo delegado, Armisson da Luz disse que era apenas usuário.

Após ser ouvido na condição de testemunha pelo delegado plantonista Dufree Abade, o mesmo foi liberado, já Geovana Silva foi enquadrada por trafica de entorpecente podendo responder o artigo 33 da lei 11.343/06.

 

Fonte: Neide Folha

Na noite de quarta-feira 13, por volta das 21h, a Ronda Ostensiva com apoio de motos da Rocam do 23° Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, apresentou na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil ao delegado plantonista Gabriel Henrique um casal envolvido com drogas, de acordo com o boletim de ocorrência, a mulher foi pega no cruzamento das ruas Mato Grosso e Chico Mendes no bairro da Paz.

A mulher identificada por Karina Cássia Muniz dos Santos, foi pega primeiro, minutos depois a polícia localizou um suposto dependente químico que acabava de chegar na casa de Karina para comprar droga. De acordo com a Polícia Civil, sua guarnição realizava ronda pelo bairro da Paz quando avistou Karina Muniz em atitude suspeita, a mesma caminhava na rua Mato Grosso com Chico Mendes, abordada, com ela a GU encontrou uma substancia em pó branco semelhante a "cocaína", pesando aproximadamente 2,40 gramas.

Indagada sobre a droga, a mesma teria dito que estava comercializando o entorpecente e que em sua casa teria mais um pouco, conduzida até o local, ainda segundo o B.O os policiais encontraram no interior da residência em uma fresta da janela e no bolso de um short estendido no varal, uma porção de uma substância amarelada, em pedra análoga ao "crack", pesando no total aproximadamente 73,00 gramas.

Ainda segundo a GU Karina teria tentado subornar os policiais oferecendo a quantia de R$ 2 mil reais para que não fosse apresentada na delegacia. Ao se preparar para sair da residência, Genilson do Nascimento Cardoso chegou ao local acompanhado de um mototáxita, no mesmo instante foi realizada uma abordagem e revista pessoal, onde foi encontrado com o passageiro uma peteca de "crack", o mesmo teria relatado aos policiais que tinha ido ao local comprar mais drogas para um amigo que estava lhe esperando em um posto de gasolina, entretanto o mesmo não informou o nome do tal amigo.

Mediante os fatos o casal foi apresentado na delegacia para os procedimentos cabíveis. A mulher foi enquadrada na lei antidrogas 11.343/06 por tráfico de entorpecente podendo responder a uma pena que varia de 8 a 15 anos de cadeia.

 

Fonte: Neide Folha  

Por volta das 19h30 de terça-feira 12, a guarnição Ostensiva com apoio das motos da Rocam prendeu e apresentou na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, Maria Darlene Pinheiro Silva acusada de tráfico de entorpecente.

Maria Darlene Pinheiro Silva acusada de tráfico de entorpecente

Segundo a GU Maria foi pega na rua Amiltom Ribeiro no bairro Novo Brasil, nas proximidades da ponte. Na ocorrência consta que a guarnição estava em policiamento ostensivo quando avistou próximo da ponte o jovem identificado por Silvio Soares de Almeida saindo do local conhecido como ponto de venda de drogas, o que levantou suspeitas aos PMs.

O jovem foi abordado e revistado, nas buscas pessoal foi encontrado na roupa do mesmo uma porção de crack, no instante em que foi perguntado onde ele teria comprado a droga, tal teria respondido que havia comprado da mulher identificada por Maria Darlene velha conhecida da polícia.

O usuário disse ainda que sempre compra a entorpecente com a mesma. Em ato continuo a GU realizou diligência encontrando a mulher próximo ao local da venda, onde se encontrava escondida em um matagal, os policiais pediram para que a mesma retirasse tudo que havia em seus bolsos, os PMs encontram várias petecas da entorpecente contabilizando 12 trouxas de maconha e duas petecas de crack.

Indagada de onde teria mais droga a mesma teria dito aos PMs que ao ver a GU descartou o restante no córrego. Mediante o flagrante a traficante e o usuário foram conduzidos e apresentados ao delegado plantonista Nelson Alves Júnior que procedeu nos rigores da lei.

 

Fonte: Neide Folha

A polícia militar realizava rondas pelo bairro da Paz, mais precisamente na rua Araguaia, Parauapebas, quando de acordo com o cabo PM S. Barros, a guarnição observou uma movimentação suspeita em um salão de corte de cabelo masculino. Ao parar em frente ao estabelecimento o suspeito até então não identificado deixou o local correndo pelos fundos e pulando o muro da residência.

Na fuga ainda segundo o policial o suspeito teria deixado cair três pacotes de uma substância embalada em papel plástico, ao verificar o conteúdo os policiais detectaram se tratar de maconha, totalizando aproximadamente 6 gramas. Além de dois papelotes de cocaína de aproximadamente 15 gramas. O policial contou ainda que mediante os fatos a polícia seguiu em busca de capturar o suspeito que em ato continuo invadiu uma residência.

Na casa invadida ele teria feito três pessoas reféns, a proprietária da residência e duas crianças teria sido  colocadas dentro do banheiro Barros ressalta que ao entrar na residência os PMs ouviram choros de crianças e a mãe delas gritando pedindo socorro, e que o suspeito horas depois  identificado por Maurício Mateus Bezerra dos Reis de 23 anos de idade, o "Mateuzinho" que estaria de posse de uma arma de fogo caseira calibre 38, teria  apontando para a  guarnição e tentado atirar porém a arma não disparou, momento em que foi revidado para resguardar a integridade física dos PMs e das vítimas.  Mateus foi atingido.

O Corpo de Bombeiros e também o SAMU foi acionado, porem as ambulâncias estavam atendendo outras ocorrências, então foi pedido apoio para socorrer o baleado que foi levado em uma das VTRs. Mateus chegou ao hospital ainda com vida, mas veio a óbito minutos depois.

A vítima dona da residência invadida contou o terror que passou junto com seus filhos. “Segundo a mesma, ela estava na frente de casa e as crianças estavam na sala assistindo TV quando Mateus invadiu com a arma em punho obrigando eles a entrarem em casa instante em que ele teria corrido para o quarto de sua filha, sendo surpreendido com a chegada dos PMs”.

Ao apresentar a arma na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas os policiais verificaram que uma das munições estava picotada, ou seja não disparou quando o mesmo teria tentado atirar nos PMs.

 

Fonte: Neide Folha 

 

 

 

Na manhã de sexta-feira,11, os investigadores da Polícia Civil, Odorico Almeida e Dhian Borges prenderam um trio acusado de furto a uma casa. O crime aconteceu na última quarta-feira, 09, no bairro Cidade Jardim em Parauapebas.

De acordo com a vítima, a mesma havia deixado sua residência após ficar sem energia elétrica, ao retornar no dia seguinte se deparou com a porta arrombada. Ela conta que com a ajudada de um vizinho que viu toda a movimentação dos ladrões conseguiu identificar os mesmos, logo em seguida a polícia foi levada até os acusados.

A vítima que não quis se identificar contou que após o furto em sua casa os ladrões colocaram o ventilador da mesma para vender no Facebook. " me deparei com o meu ventilador posto à venda, então entrei em contato com os ladrões me passando por cliente, marquei com eles para comprar e levei a polícia comigo" contou a vítima.

Entre os acusados estão Raimundo Raylan Sousa Rocha de 19 anos e os travestis Lucas Melo Clementino e Leandro Conceição da Silva presos na Cidade Jardim, com o trio os investigadores recuperam parte do produto furtado. Mediante o flagrante Raimundo, Lucas e Leandro, foram conduzidos a delegacia para os procedimentos cabíveis.

 

(Neide Folha)

Por volta das 19h30, de quarta-feira, 09, a guarnição da Rocam apresentou na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas uma mulher acusada de envolvimento com o tráfico de entorpecentes, Beatriz Oliveira dos Santos foi detida em um kit-net na rua Tiradentes no bairro Rio Verde. Segundo informações a guarnição encontrou na casa dela, maconha, cocaína e uma droga sintética conhecida por metanfetamina.

De acordo com a GU da Ronda Ostensiva com apoio de motos da Rocam do 23° Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, Beatriz foi pega quando a guarnição realizava patrulhamento no bairro Rio Verde, a PM foi abordada por um cidadão que os informou sobre uma grande movimentação em um condomínio, onde provavelmente o mesmo seria uma boca de fumo.

O cidadão que abordou os PMs não falou seu nome por medo, mas informou que na kit-net havia uma grande movimentação e que em um dos apartamentos seria um ponto de venda de entorpecentes. Após a informação a PM foi ao local indicado, chegando no ambiente um suspeito foi identificado sendo ele Davi Rodrigues dos Santos esposo da moradora do apartamento, em tentativa de fuga tal deixou cair uma pequena quantidade de maconha.

Mediante o flagrante os policiais realizam buscas no apartamento do casal, encontrando 122.7 gramas de maconha, 1.7 gramas de cocaína, 2.3 gramas de uma substância cristalizada conhecida como metanfetamina, papel filme usado para embalar as entorpecentes e uma balança de precisão. Na abordagem Beatriz Oliveira moradora do kit-net onde foi encontrado todas as substancias, foi identificada como sendo a esposa do homem que saiu em fuga, Davi Rodrigues dos Santos.

Com apoio da viatura que patrulhava tal área, a mulher e o material ilícito foram conduzidos e apresentados na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, para a polícia a Beatriz negou ser a dona das entorpecentes. Após ser ouvida em depoimento pelo delegado plantonista a mesma foi liberada.

 

 Fonte: Neide Folha

 

Em ronda pelo Bairro da Paz na noite de domingo, 07, a polícia militar se deparou com um homem transportando em uma moto outro homem que estava ensanguentado. A guarnição resolveu aborda-lo e o questionou sobre o fato, o mesmo informou que estaria socorrendo o amigo que havia sido esfaqueado.

Mediante a emergência, os militares realizaram o (APH) Atendimento Pré-Hospitalar na vítima, a polícia notando que o mesmo estava em parada cardíaca imediatamente o levaram para a viatura, onde o mesmo foi conduzido ao pronto Socorro do Hospital de Parauapebas.

A caminho da unidade hospitalar os policias tentavam a todo custo reanimar a vítima com uma massagem cardíaca, mas infelizmente ao chegar no hospital foi constatado que o homem identificado por Eliaquim Barbosa Lima de 47 anos não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do pronto Socorro.

Com a morte do mesmo a polícia questionou ao amigo da vítima, identificado por Fernando Mendes Mourão o que havia ocorrido, tal  informou aos militares que Eliaquim Barbosa havia sido espancado após se envolver em uma briga no Bairro Novo Eldorado que fica localizado no complexo VS10. Ainda de acordo com Fernando, o amigo teria se desentendido com uma mulher após ameaçar tocar fogo na casa da mesma.

A briga segundo Fernando ficou ainda mais caloroso na frente da casa da vítima. Mediante as informações a guarnição da Polícia Militar foi até o local para apurar os fatos, onde foram informados por testemunhas e vizinhos que um grupo formado por pelo menos 10 pessoas começaram a espancar Eliaquim, o linchamento iniciou na parte externa da casa seguindo para dentro da residência da vítima. No local as pessoas não souberam informar quem seriam os agressores.

O caso foi registrado na delegacia de Polícia Civil que abriu inquérito policial para investigar o homicídio e chegar até os autores desse crime bárbaro. Segundo informações ele seria irmão do cabo Barbosa da Polícia Militar de Parauapebas.

O corpo da vítima foi encaminhado para exame de necropsia na cidade de Marabá, após o laudo ser concluído e apontar a causa da morte do eletricista o corpo do mesmo será encaminhado para Belém, onde reside os familiares.

 

Fonte: Neide Folha

A Polícia de São Paulo prendeu nesta quarta-feira (17) o sargento da PM Adriano Fernandes de Campos, suspeito da morte do adolescente Guilherme Silva Guedes, de 15 anos, que desapareceu na madrugada do último domingo (14) na Zona Sul de São Paulo.

O jovem foi encontrado morto horas depois, em Diadema, no ABC Paulista, com dois tiros na cabeça e marcas de agressão pelo corpo.

A prisão do sargento foi autorizada pela Justiça paulista durante a tarde e ele estava detido administrativamente na Corregedoria da Polícia Militar, no bairro da Luz, Centro de São Paulo.

De lá, Adriano Fernandes de Campos foi encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ele foi interrogado pelos investigadores do caso, mas preferiu ficar em silêncio, sem responder nenhuma pergunta, seguindo orientações dos advogados dele.

Da sede do DHPP, no Centro, o sargento deve ser encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito e, depois, deve seguir para o Presídio Romão Gomes.

Apesar do silêncio do sargento, os investigadores do caso querem saber quem é o segundo homem que aparece em imagens feitas pela câmera de segurança de uma rua próxima da viela onde o jovem de 15 anos foi visto pela última vez.

"A gente acredita que o companheiro comparsa no caso do crime seria outro policial militar até pelo jeito de portar, até pelo jeito de andar. Nós ouvimos uma testemunha que disse que haviam dois homens armados", afirmou o delegado Fábio Pinheiro, diretor do DHPP.

O sargento da PM Adriano Fernandes de Campos, apontado como suspeito da morte do jovem Guilherme Silva Guedes. — Foto: Reprodução/TV Globo

Identificação do sargento

A identificação do sargento foi divulgada mais cedo pela Polícia Civil, que informou que já tinha suspeitas de que dois policias militares à paisana e de folga, acusados de matar a tiros o jovem Guilherme Silva Guedes.

O sargento, segundo o DHPP, trabalhava no Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) da Polícia Militar em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

“Infelizmente é um policial militar, um sargento do Baep de São Bernardo do Campo”, disse Fábio Pinheiro Lopes, diretor do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), antes da prisão de Adriano.

Guilherme Silva Guedes tinha 15 anos e morava na Zona Sul da capital paulista. Ele desaparece na madrugada do último domingo (14) e foi encontrado morto horas depois. — Foto: Reprodução/Globo

A identificação foi feita a partir da análise de câmeras de segurança que gravaram o adolescente pela última vez numa rua próxima à casa onde morava com a avó e tia maternas, em Americanópolis, na Zona Sul da capital.

Segundo o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Guilherme some das imagens, e na sequência aparecem dois homens.

Um deles, de acordo com a investigação, é o sargento, que aparenta segurar uma arma de fogo. A polícia ainda não identificou o outro homem que, segundo a apuração, também pode ser outro policial militar.

Na sequência passa um carro pela rua, que também foi identificado pelos investigadores do caso.

A principal linha de apuração do DHPP é a de que os dois PMs estavam de folga e fazendo ‘bico’ de segurança numa empresa privada quando suspeitaram que Guilherme pudesse estar envolvido num furto e o mataram.

“Ele [sargento] faz a segurança de uma empresa que tem nas proximidades da casa do garoto e essa empresa estava sendo vítima de constantes furtos. Aí, acho que ele quis dar uma lição na meninada da região e acabou pegando o Guilherme. E junto com o segundo [policial que fazia segurança] que a gente ainda não identificou e acabou cometendo esse crime”, falou o delegado Pinheiro.

Mas segundo os investigadores, o adolescente não tinha nenhuma passagem criminal anterior e dificilmente estaria envolvido em algum delito.

“Parece que teve um furto e os meninos correram em direção aquela viela. Deve ter sido acionado pelo porteiro. Foi procurar e achou quem. Guilherme lá na porta. Pegou o Guilherme na porta da casa dele. Ele morava ali onde foi arrebatado. Não tinha antecedentes. Nunca teve passagens pela polícia”, disse Pinheiro.

E, de acordo com a investigação, mesmo que qualquer outra pessoa tivesse furtado algo na empresa, a atitude correta dos PMs seria a de pedir apoio à polícia, que levaria o suspeito a uma delegacia.

“Independente de ter sido autor ou não do furto, isso não é conduta que ninguém faz”, afirmou o delegado.

Crime

Guilherme foi encontrado morto com dois tiros em outro lugar da Zona Sul de São Paulo. Junto ao corpo dele estava uma tarjeta com a patente e o ‘nome de guerra’ de um policial militar.

Segundo a investigação, a motivação do crime, que não é justificada, está relacionada à desconfiança do sargento em achar que o adolescente pudesse estar envolvido no furto de objetos da empresa para qual ele fazia segurança.

De acordo com a polícia, o sargento é dono de uma empresa de segurança que faz a vigilância de um galpão, onde fica um estabelecimento de manutenção.

Funcionários do estabelecimento disseram à reportagem que o local foi alvo de ladrões, que invadiram o espaço e furtaram carregadores de celulares que estavam dentro de caminhões.

Entre a noite de sábado (13) e o domingo, mais uma vez entraram no depósito. Dessa vez, o segurança percebeu.

Os funcionários contaram que ele ligou para o dono da empresa de segurança, que foi até a empresa. O proprietário seria o sargento preso e o vigilante outro PM.

Os dois policiais militares não estavam trabalhando na corporação no horário que prestavam segurança para a empresa.

Moradores contaram à reportagem que os dois seguranças da empresa foram atrás de quem invadiu a empresa e encontraram Guilherme numa viela próxima, perto do galpão e da casa onde ele morava com a avó e tia.

Por volta das 2h de domingo, câmera de segurança do local gravou o adolescente conversando em frente da viela. Depois ele não aparece mais porque teria entrado na viela.

Cinco minutos depois, aparecem os dois PMs à paisana. Um deles olha para fora e se abaixa, como se estivesse pegando algo do chão.

Depois, outro homem sai e olha a rua. Ele está com as mãos para trás e parece carregar uma arma.

No dia seguinte, a família de Guilherme encontrou o corpo dele no Instituto Médico Legal (IML) Sul. Ele tinha sido abandonado perto de um terreno baldio no bairro da Pedreira, também na Zona Sul da cidade.

Guilherme levou dois tiros que provocaram quatro lesões: duas na mão direita, uma no rosto (indicando que ele tentou se proteger) e uma na parte de trás da cabeça. Ele também tinha sinais de espancamento.

O adolescente era de Tupã, no interior do estado, e estava morando atualmente na capital com a avó materna desde o início da pandemia.

Protestos

Desde que Guilherme foi encontrado morto, uma série de protestos tem se repetido na região. Na segunda-feira (15), sete ônibus foram queimados e depredados. Na terça-feira (16), houve uma passeata pelas ruas do bairro.

Depois que a manifestação pacífica se dispersou, grupos colocaram fogo em lixo pelas ruas. Há relatos de ao menos mais três ônibus depredados e um posto de combustíveis saqueado.

A polícia também investiga se vídeos que estão circulando nas redes sociais e mostram PMs fardados agredindo pessoas em abordagens ocorreram na mesma região que Guilherme foi morto na Zona Sul da capital.

Ao menos 14 policiais militares já foram identificados e afastados por agressões às pessoas. Sendo que oito deles foram presos.

 

Fonte: Por Guilherme Balza e César Galvão, SP2 — São Paulo

Página 1 de 2

Sul e Sudeste do Pará

Loading
https://carajasojornal.com.br/modules/mod_image_show_gk4/cache/Publicidade.2018.Sophos_2019gk-is-100.jpglink
https://carajasojornal.com.br/modules/mod_image_show_gk4/cache/Publicidade.galpogk-is-100.jpglink

Vídeos

FAMAP, a escolha inteligente
08 Julho 2019
Em parauaebas, aluno chamou a atenção dos vereadores, no momento em que fazia uso da tribuna. de Carajás O Jornal
18 Abril 2017
Alunos da Rede Estadual de Ensino, assistem aula no meio da rua em Parauapebas
13 Abril 2017
Novo Ministro do STF3
11 Fevereiro 2017
Tiroteio em Redenção deixa população assustada
01 Dezembro 2016
Nesse domingo os paraenses vivenciam o #CIRIO2016, a maior festividade Religiosa do Brasil
09 Outubro 2016
Dr. Hélio Rubens fala sobre o caso de corrupção na Câmara Municipal de Parauapebas
08 Outubro 2016
MARCHA PARA JESUS: Milhares de jovens nas ruas de Parauapebas
08 Outubro 2016
Corrupção é um problema de todos, você também pode combater!
06 Outubro 2016
Joelma agradece pela presença e participação em seu show na FAP 2016
12 Setembro 2016
Jake Trevisan agradecendo toda população de Parauapebas no Carajás O Jornal
06 Setembro 2016
Cantor Açaí no evento da Imprensa na FAP a pedido de Marola Show, canta para a Rainha, primeira e segunda princesa da FAP 2016.
01 Setembro 2016