Após ser veiculada em vários veículos matérias sobre o problema do lixo nas ruas de Parauapebas, o Secretário Municipal de Urbanismo, André Rosa de Aguiar afirmou que o principal problema não é o exatamente o lixo, mas a conduta da comunidade que não o dispõe de uma forma correta.

André admitiu que a secretaria errou ao não comunicar o dia e a hora das coletas; ele especifica particularmente o bairro Rio Verde dizendo que o prédio do Mercado Municipal está sempre limpo, mas o problema é o amontoado de lixo. “Quando a limpeza é feita, é colocado resíduos de materiais da feira que não é material em decomposição, esses são depositados no contêiner”, diz André, denunciando que a população em volta e de outros bairros traz animais mortos e outros materiais que não querem aguardar que sejam coletados em suas portas e é isso que, segundo ele, causa todo o mal cheiro e transtorno no local que já se transformou em depósito de lixo.

Como solução ele diz que já está sendo providenciado contêineres em maior quantidade e com tampa, material que ele diz já estar licitado; e após disponibilizado estes recipientes os caminhões de coleta estará sempre removendo o material neles depositados. Assumindo ainda a falha na relação com a comunidade, André Rosa diz que através da ASCOM passará a informar à população os dias de coleta pesada: entulhos, galhadas e limpeza de quintais; que é feita a cada 30 dias. Ele dá ainda a notícia que o Mercado do Rio Verde sofrerá uma reforma geral, podendo ser destinado para outros fins ou após modificações ser realocado para outros usuários que realmente atue como feirante e não o use apenas com depósito, realidade que ocorre no momento. “Será feito uma seletiva para definir quem é feirante e quem é ambulante para destina-los cada um a seu respectivo local”, planeja André, contando que há uma local para a construção de uma avenida urbanizada para receber pele menos 1.500 ambulantes. Mas ele garante que não irá acabar com as feiras itinerantes.

Para resolver o problema resíduos diferenciados como, por exemplo, moveis, eletrodomésticos e outros objetos grandes, serão implantados, segundo André Rosa, pelo menos seis ECOPONTOS onde poderá ser descartado objetos que não podem ser mantidos em casa.

Porém construir locais ou reformular os já existentes vai em desencontro com o dito pelo prefeito Valmir Mariano na mesa de negociação com os servidores públicos, quando ele afirmou que “muitas das obras já iniciadas não seriam continuadas por causa da queda na arrecadação”, ele disse que trata se apenas de uma urbanização de uma via adequada para camelôs e não a construção de prédio.

Coleta de Lixo – A pergunta óbvia sobre coleta de lixo em Parauapebas foi se já existe uma empresa contratada para tal serviço. André Rosa disse que não há. E alegou não ser uma culpa só do governo, mas também do Ministério Público que exigiu que o processo fosse feito dividido em vários outros serviços e não mais de forma global. A atual realidade da limpeza urbana no município ele detalha que está sendo feito por empresas que dividem as obrigações em: locação de equipamentos de coleta domiciliar, outra para equipamentos de raspagem e entulho, e a mão de obra é feita por funcionários do município.

Sobre as reclamações de populares que citam a demora no recolhimento dos resíduos domiciliar, ele explica ser difícil gerenciar isso, exatamente por ser três várias empresas envolvidas, e diz defender a unificação do prestador de serviço o que, em sua opinião, melhorará a qualidade e pontualidade.

Iluminação pública – Outro grande problema sofrido pela população é a falta de iluminação pública, devido às constantes queimas de lâmpadas em todos os bairros. Problema que, segundo André Rosa, é ocasionado pela baixa carga que a energia é oferecida pela concessionária. “Tivemos um grave problema e acho que foi falha nossa; não planejamos a substituição e manutenção das lâmpadas no período útil de vida que a lâmpada tem”, admite ele, mensurando que 12 mil pontos passaram por troca e manutenção. Já a expansão de rede está descartada, segundo garantia de André, explicando que a rede de responsabilidade do município foi dividida em seis zonas, tendo o projeto de georefenciar todos os postes para através de uma central administrar a manutenção.

Desobstrução das Calçadas – Desobstruir as calçadas é um objetivo de André Rosa, que afirma estar reformulando a fiscalização para resolver definitivamente o problema que persiste há muitos anos. Outras áreas públicas estão na mira da SEMURB, trata-se do uso de material publicitário que deixará de existir nestes locais, exceto para fins de informações com interesse do poder público. “Área pública é estritamente proibido a exposição de publicidade. Quem quiser autorização aguarde Projeto de Lei ser apresentado e aprovado na Câmara”, afirma André.  

Sobre a humanização das calçadas, ele diz que o governo municipal tem uma parceria com o Ministério das Cidades para fazer 70 quilômetros de calçadas com acessibilidade que deverão ser construídas nas principais vias. “Quem for construir daqui para a frente precisa pensar na acessibilidade em suas calçadas. Não será mais liberado alvará de construção sem a garantia de acessibilidade para todos”, cita André, garantindo que as ciclovias também passam a fazer parte dos projetos das novas vias que surgirem; a exemplo da duplicação da Estrada Faruk Salmem. 

francesco costa

Uma nova sede da agência do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) foi iniciada ainda no início de 2013, na avenida Canadá, no bairro Beira Rio, o que gerou expectativa de melhora o exercício das funções da instituição junto à população. A data de inauguração do novo espaço foi prevista para o final do mesmo ano, mas excedido o prazo em 17 meses o que se vê no local é um grande capinzal e o abandono de um valor que aproxima dos R$ 2,5 milhões. Enquanto isto os usuários das Unidade continuam sendo mal atendidos na velha estrutura.

Foi em outubro de 2009 que o então Ministro da Previdência, José Pimentel, garantiu a modernização da agência do INSS em Parauapebas, mas de lá para cá a situação da agência no município não mudou nada. A precariedade e a falta de estrutura da agência do INSS localizada no bairro Rio Verde, onde apenas quatro funcionários e um perito se alternam para tentar atender os segurados, continua visível.

Na época, Pimentel justificou o número insuficiente de servidores peritos médicos na unidade, alegando que a Justiça Federal do Pará acatou um pedido da categoria e deferiu a transferência dos profissionais para Belém, deixando as cidades do interior com um contingente reduzido; e disse que iria precisar da ajuda da então deputada federal Bel Mesquita para conseguir, através da prefeitura municipal, um terreno para construir uma nova agência. Pedido atendido. Área cedida. Iniciou-se a construção logo depois.

Situação atual - A unidade do INSS em Parauapebas também sofre com problemas na área de informática, que sem manutenção sempre tem alguns fora de funcionamento, o que dificulta ainda mais o atendimento ao público.

Implantada há 11 em Parauapebas, a estrutura física não tem acompanhado o acelerado crescimento da demanda no município, que atende também os municípios do entorno do Projeto Carajás, incluindo Canaã dos Carajás e Eldorado. É o que informa Ana Leandro, gerente de Agência da Previdência Social local, afirmando que apesar do esforço para que o atendimento seja realizado de maneira eficaz, a pequena quantidade de profissionais e o grande fluxo de pensionistas agravam a demora na prestação do serviço.

O posto do INSS de Parauapebas atende, em média, 80 pessoas por dia, no entanto, esse número salta para 150 no período de maior procura pela unidade, entre os dias 1º e 20 de cada mês. A unidade sofre com o inchaço de segurados provenientes de municípios vizinhos.

Francesco Costa

Parauapebas completará 27 anos de emancipação político-administrativa, no próximo dia 10, e a Prefeitura está oferecendo vários shows da música nacional, regional e local. Os shows serão realizados no Loteamento Paraíso, a partir das 20h.

Confira as atrações:

- Dia 08/05:

Show gospel nacional com Juliano Son do Ministério Livres e participação regional da banda de forró, Ello. A programação também contará com a apresentação do Teatro Espetáculo Luzes; o cantor Casa Grande, que agora é evangélico, também animará o público.

- Dia 09/05:

A programação do sábado ficará por conta do som da banda nacional Detonautas Roque Clube e da banda regional de forró, Saia Rodada. Os cantores locais Léo Bruno, Som de Bar e Legionários terão participação, juntamente com o Grupo Ciranda Brasil. Uma grande atração de queima de fogos também fará parte da programação da noite.

 - Dia 10/05:

No dia do aniversário da nossa cidade, quem também vai receber homenagem serão as mães. Para isso, a programação do domingo, 10 de maio, terá uma missa para as mães, com a presença de Dom Vital Corbellini, Bispo da Diocese de Marabá. A participação musical será com o grupo local Forró do Povo de Deus e da cantora católica nacional Joanna.

 

Ascom/PMP

No auditório do Centro de Inclusão Produtiva, cerca de 60 alunos participaram da cerimônia de entrega de certificados de conclusão dos cursos Excelência no Atendimento ao público; Corte e Escova; Armador de Ferragem e Carpinteiro de Obras, do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) – Acessuas. 

 

A proposta da Prefeitura de Parauapebas é promover a inserção de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica no mercado de trabalho e de atingir o melhor aproveitamento dos alunos nos cursos, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e do Centro de Inclusão Produtiva. “O nosso objetivo é capacitar o público de baixa renda para o mercado de trabalho”, disse a gerente de qualificação do Centro de Inclusão Produtiva, Roberta Araújo.

 

Para o formando Eduardo Campos, 18 anos, foi um desafio ter concluído esse curso. “De agora em diante, estou me sentindo mais confiante, pois agora tenho o certificado em Armador de Ferragem”, declarou.

 

“Estou me sentindo muito feliz. Este momento para mim é muito gratificante. É um orgulho estar com meu certificado agora”, finalizou a formanda Weidi Silva, 17 anos.

 

Os cursos são gratuitos e ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

 

  Por: Janaina Rvanelli 

 

Assessoria de Comunicação | PMP 

 

 

A reunião ocorreu na quarta-feira, as 10 horas, quando se teve a confirmação que nenhum dos pontos da pauta dos trabalhadores seriam atendidos, o que motivou, segundo o presidente do Metabase Carajás, Raimundo Amorim, o popular “Macarrão”, a manutenção do estado de greve podendo parar todas as minas da Vale na região a qualquer momento.

Macarrão conta ainda que viu na sede da mineradora, no Rio de Janeiro, manifestações diversas, entre elas dos atingidos pela mineração que acamparam na porta da sede da Vale para pedir atendimento de suas pautas.  Outro grupo que também está preocupado, e já se reuniu na sede da empresa, é dos acionistas da Vale que já pressionam a mineradora por causa da queda no valor das ações.

Nenhuma das reivindicações constantes na carta de encaminhamento protocolada pelo Sindicato Metabase Carajás na administração da Vale no Rio de Janeiro, foram atendidas. A carta foi entregue para a diretoria de recursos humanos da mineradora que ficou de examinar e marcou outra reunião na diretoria regional, em Carajás.

Na carta protocolada na sexta-feira, 17, na sede da Vale no Rio de Janeiro, o sindicato Metabase Carajás pedia:

1 – A imediata suspensão de quaisquer processos de desligamentos dos trabalhadores;

2 – A readmissão de todos os empregados desligados neste ano;

3 – A apresentação de nova proposta para a renovação do acordo específico que garanta manutenção e a evolução dos benefícios atuais;

4 – A solução imediata dos problemas de deslocamentos e tempo de permanência dos trabalhadores para o registro de pontos.

Macarrão contou que a contraproposta da Vale não atende aos anseios da categoria e assegurou que não abrirá mão destes pontos. Na contraproposta da mineradora ela sugere um reajuste de 5% para compensar o corte dos 14º e 15º salários, percentual que ele diz não compensar a perda; dos trabalhadores de alto escalão que moram de aluguel foi cortada a ajuda de custos que consistia no pagamento da locação de imóveis para estes morar, em compensação foi proposto um reajuste de 2,5% no salário, mas Macarrão diz que este percentual também não cobre o valor do aluguel. Sobre o problema de deslocamentos e tempo de permanência dos trabalhadores para o registro de pontos a Vale propôs a redução na jornada de trabalho em tempo igual ao gasto para o registro do ponto; coisa que Macarrão diz não acreditar. “O corte destes benefícios bem como as demissões atinge toda a região que já sente a crise. Cabe à Vale achar caminhos para afetar menos quem não tem nada com o problema internacional que ela enfrenta”, diz Macarrão, ele conta que a situação da Vale não é como divulgada pela sua presidência que noticia coisas boas, mas sim como é sentida pelo trabalhador, o que ele qualifica como “massacre”.

Em nota a vale esclareceu que mantém uma taxa de rotatividade bem abaixo da média da indústria brasileira de mineração e siderurgia, que é de 15%. A empresa reforça que, para se adaptar ao atual cenário da mineração, tem focado suas atenções no rigor na alocação de recursos, na otimização e simplificação de processos e no desenvolvimento de ativos de classe mundial, em busca de mais produtividade e para garantir o retorno desejado para seus acionistas.

 

Por: Francesco Costa 

Após longo período no PR (Partido da República), onde fez articulações como vice presidente da legenda, Gaspar Ordemiro Carvalho, o “Gaspar Panela Cheia” deixou o partido e agora espera o andar das negociações para decidir para qual legenda irá.    No último dia 16 de Abril, Gaspar anunciou sua desfiliação e deverá ficar afastado até o mês de Julho, quando filiará em um novo partido que ainda está em análise; mas mantem sigilo, e declara que vai ser candidato a vereador de Parauapebas em 2016 na nova legenda que escolher.  

Segundo Gaspar, os motivos que o levaram à decisão da sua saída do PR foi por não concordar com a nova forma de política do partido; insatisfeito o mesmo optou pela desfiliação. “Resolvi me desfiliar para não atrapalhar os novos projetos do partido, porque não concordo com eles; senti que dentro do PR iria atrapalhar a direção, e agora tenho até o mês de setembro para me filiar a um novo partido, mas ainda prefiro guardar em sigilo, quero esperar as coisas acontecerem e passar essa nova reforma política para tomar novos rumos”, explicou ele, dizendo sair com a sensação de dever cumprido, e diz ter contado com o incentivo dos eleitores e amigos para seguir em uma nova jornada política em 2016 ano das eleições para vereador.

Ele diz entender que política é igual roda gigante, hoje se está em cima amanhã embaixo, e garante ter condições e caráter para se tornar um vereador; diz entender que seu nome é limpo, e sempre procurou tratar as coisas com eficiência principalmente tratando de política.

Ao ser questionado sobre o que a população pode esperar do mesmo como candidato à câmara ele disse: “Tenho esse projeto para ser candidato, tenho certeza que meu passado marca muito; é só estudar quem é Gaspar Panela Cheia dentro dessa cidade onde moro há 30 anos”. Gaspar se definiu como um poder atuante na comunidade, e vai usar isso como o ponto forte para a próxima eleição. E reitera que o eleitor tem que saber em quem votar; e diz se ver primeiramente como parte dessa sociedade, não tendo medo de cobrar de quem é de direito, pois, ainda segundo ele, o dever de um vereador é ir onde as pessoas precisam e levar melhorias para elas. “A política é para todos, mas devemos vê-la com um interesse da sociedade e não como pessoal”, conclui Gaspar.

Sobre Gaspar - Gaspar Ordemiro Carvalho (Panela Cheia), nasceu em Goiás; chegou em Parauapebas em 1975 onde desde então construiu uma vida política e social na cidade. Na carreira Política Gaspar foi candidato a vereador em 1992, pelo PSL hoje conhecido como Democratas, logo em seguido afiliou com o PR, por cuja legenda foi candidato a vereador em 2012.

 

Por: Williane Souza

 

Aconteceu durante toda a manhã de hoje nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Parauapebas reunião com os pais de alunos para tratar do desempenho dos estudantes e interagir com a comunidade acerca do modelo de ensino no município. Para motivar a participação dos pais é apresentado atrações pelos alunos que participam do Programa e demonstram o que aprenderam.

Auricélia Barros, coordenador do Programa + Educação na Secretaria Municipal de Educação de Parauapebas, conta que é grande o interesse dos alunos em participar do Programa + Educação que envolve o aluno, além do tempo regular de 4 horas diárias letivas, por mais 3 horas, período em que envolve habilidades em oficinas de artes marciais e música; atividades esportivas, culturais e pedagógicas. “O Programa + educação já revelou talentos em nosso município, tendo levado alunos a participar em campeonatos mundiais trazendo de lá importantes títulos”, comemora Auricélia, contando que o Programa foi implantado em Parauapebas em 2011 tendo como pioneiras as escolas Eunice Moreira, Carlos Drumond de Andrade e Carlos Henrique já tendo hoje nas 37 escolas que compõem a Rede Municipal de Ensino onde, ainda segundo ela, a cada ano vem ganhando notoriedade e espaço dentro das escolas. Ela conta que isso é possível graças à parcerias com entidades que dispõe de voluntários para auxiliar a educação pública.

Para participar do Programa + Educação é preciso se observar alguns critérios entre eles a vulnerabilidade social, cadastrados no Programa Bolsa Família, crianças que os pais precisam deixar mais tempo na escola em virtude de precisarem trabalhar. “O número de interessados em participar é maior do que a capacidade de atendimento, por isso atendemos no mínimo 100 e no máximo 150 alunos por escola, totalizando 4.200 alunos”, mensura a coordenadora, dando conta de que existe uma extensa lista de espera o que prova, ainda segundo ela, o interesse de alunos em participar do programa.

Sobre o Programa + Educação - O Programa Mais Educação, instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007 e regulamentado pelo Decreto 7.083/10, constitui-se como estratégia do Ministério da Educação para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular na perspectiva da Educação Integral.

As escolas das redes públicas de ensino estaduais, municipais e do Distrito Federal fazem a adesão ao Programa e, de acordo com o projeto educativo em curso, optam por desenvolver atividades nos macrocampos de acompanhamento pedagógico; educação ambiental; esporte e lazer; direitos humanos em educação; cultura e artes; cultura digital; promoção da saúde; comunicação e uso de mídias; investigação no campo das ciências da natureza e educação econômica.

 

Por: Francesco Costa

28 de fevereiro, 20 de março e 23 de abril são datas das quais os moradores do Projeto de Assentamento Santo Antônio não tem boas lembranças. Segundo eles, nestas datas a mineradora Vale marcou, e não cumpriu, de pagar o valor negociado pelos impactos causados pela construção do Ramal da Estrada de Ferro Carajás (REFC) que em seus 101 quilômetros de extensão passa dentro de suas propriedades.

Trata-se de 32 famílias que juntas receberão aproximadamente R$ 1 milhão, valor que segundo eles está atrasado desde o dia 28 de fevereiro, primeira data marcada para a Vale efetuar o pagamento.  

A vice-presidente da Associação dos Moradores do PA Santo Antônio, Maria Adalgisa dos Santos, relata que não é de hoje esse impasse entre a mineradora e os trabalhadores rurais daquele PA, e conta que desde o início alegou que a área era de sua propriedade, porém provado ser da União os colonos puderam permanecer no local assentados pelo INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Ainda segundo relatos da trabalhadora rural, a Vale conseguiu reintegração de posse sob a promessa que em 40 dias teria outra área para os colonos, promessa não cumprida, os colonos voltaram para suas terras onde agora por necessidade de construir o REFC a mineradora negociou com eles o direito de passar em suas propriedades.

“O valor negociado não faz sentido diante do que temos na área, pois estão pagando R$ 2 por um pé de maracujá”, reclama Adalgisa, dizendo que as marcas de destruição são visíveis no local onde se nota pomares arrancados e casas removidas.

Diante de todo esse impasse, os moradores pararam as obras de construção do REFC ontem pela manhã e permanecem no local à espera da resposta da mineradora. No local se via trabalhadores e máquinas parados e a Vale foi ao local para negociar o fim da manifestação.

Posicionamento da Vale - A mineradora enviou nota por e-mail esclarecendo que “A manifestação já havia sido encerrada e esclareceu que iniciou, no ano passado, de forma participativa com as famílias, Incra e Comissão Pastoral da Terra (CPT), o processo de negociação com moradores do assentamento Santo Antônio, que se encontravam em propriedade da empresa. Desde então, a Vale vem mantendo diálogo permanente com os moradores, com objetivo de informar o cronograma das atividades e o processo para indenização, tendo comunicado previamente, inclusive, a reprogramação dos pagamentos. Cabe ressaltar que todo processo vem seguindo as boas práticas de realocação, avaliando-se a justa compensação e assegurando a melhoria do padrão de vida dos moradores.”

Porém questionada sobre a manutenção da interdição ela enviou mais uma nota informando que, ontem, segunda-feira, 27, e nesta dá conta de que “Moradores do assentamento Santo Antônio voltaram a interditar as obras do Ramal Ferroviário na manhã desta segunda-feira (27). Após reunião entre representantes da empresa e dos moradores, na qual foi redefinida a programação de pagamento das indenizações, os manifestantes liberaram parte da área interditada. Outro canteiro permanece paralisado até que seja feito o primeiro pagamento.

A Vale esclarece que iniciou, no ano passado, de forma participativa com as famílias, Incra e Comissão Pastoral da Terra (CPT), o processo de negociação com moradores do assentamento Santo Antônio, que se encontravam em propriedade da empresa.

Do outro lado - Já os colonos da comunidade Santo Antônio contou com mais detalhes que o pagamento ficou acertado para ser iniciado no dia 5 de maio, devendo ser atendidas pelo menos 6 famílias por dia, num total de 32 famílias, durante todo o restante do mês.

Os manifestantes detalham ainda que “a obra foi liberada parcialmente, no trecho que compreende do Posto 32, na fazenda juazeiro, ponte sobre o rio verde; sendo que o restante, próximo a ponte sobre do rio Caboclo só poderá ser sequenciado após o término do pagamento à ultima família”.

 

Por: Francesco Costa

O criminoso, Marcos Santos Silva, foi visto assassinar a golpes de faca e por motivo torpe, uma pessoa no Mercado Municipal do Bairro Rio Verde, na noite de quarta-feira, 15. O crime foi visto por pessoas que trabalham no comércio de lanches naquele local.

Não satisfeito com a façanha criminosa, Marcos voltou ao local onde passou a ameaçar suas "possíveis" testemunhas de acusação arremessando pedras contra eles,  mas teve o azar de uma viatura da PM passar pelo local.

Marcos ainda tentou fugir do local, se embrenhando no matagal que fica entre a PA 275 e o prédio da Prefeitura Municipal, mas foi imobilizado por policiais.

Na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil,  onde foi apresentado para abertura do inquérito policial,  ele disse à nossa equipe de reportagem que mora em Parauapebas há poucos dias,  onde trabalha na profissão de pedreiro. Antes,  segundo ele,  morava em Curionópolis.

 

Por: Francesco Costa 

Com a criação da Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão (Semsi), a Prefeitura de Parauapebas conseguiu implantar no município o Instituto Médico Legal (IML). O órgão é vinculado ao Centro de Perícia Científica Renato Chaves e oferece à população exames de necropsia, lesão corporal e sexológico.  

Antes, todos os exames eram feitos a 170 km de Parauapebas, na cidade de Marabá. “Foi um grande avanço trazer a necropsia para cá, porque antes era um transtorno muito grande para as famílias se deslocarem até o município vizinho”, destacou Leila Maria de Almeida Costa, coordenadora do IML.

Para acionar algum tipo de serviço do órgão, como em casos de acidentes de trânsito, mortes, lesão ou danos, é necessário um documento formal dos delegados da Polícia Civil, é o que explica Leila Maria de Almeida Costa. “Temos parceria com as polícias e só podemos fazer remoção do local do crime com a autorização das mesmas”, declara.

Ainda segundo a coordenadora é importante que a comunidade conheça o funcionamento do órgão. “Tanto as autoridades quanto a população precisam dos serviços do Centro de Perícia, é um trabalho de parceria que estamos tentando melhorar a cada dia”, finalizou.   

O Centro de Perícia Renato Chaves funciona desde agosto de 2011, já o IML está funcionando desde o dia 9 de fevereiro de 2015, com atividades de necropsia que foram possíveis por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

O instituto conta com uma equipe de 38 profissionais como médicos peritos, técnicos de enfermagem, auxiliares administrativos, motoristas e vigilantes, que se revezam em plantões de segunda a sexta-feira, feriados e aos finais de semana. Todos os atendimentos são realizados no prédio administrativo na Rua C, 317, na Cidade Nova e as necropsias são realizadas no anexo localizado na Rodovia Faruk Salmen (no cemitério). 

O órgão é vinculado ao Governo do Estado, por meio do Centro de Perícia Científica Renato Chaves. No município, o instituto recebe apoio de estrutura física, servidores, manutenção e limpeza do prédio, por meio da Semsi.

Apoio de Marabá e Belém

Os exames complementares são colhidos em Parauapebas e encaminhados para Marabá ou Belém, como é o caso do exame colhido em cadáveres. No caso de danos em veículos, quando não há um perito de veículos de plantão na cidade, a unidade local aciona uma equipe de Marabá e marca o dia e horário para que a perícia seja feita, enquanto o veículo fica apreendido na delegacia. Nos casos de local de crime, quando acionada, a equipe de Marabá segue de imediato para Parauapebas.

Atendimentos

Além do município de Parauapebas, o IML atende as cidades de Curionópolis, Eldorado e Canaã dos Carajás. Por conta da demanda regional, grande parte dos atendimentos é de necropsias, depois danos e roubo de veículos, locais de crime (homicídios) e também lesão corporal.  A gama de serviços é dividida com atendimento no IML: exames de necropsia, lesão corporal e sexológico, além das perícias do Instituto Criminalista (IC) que são exames de entorpecentes, além de perícias de armas, veículos e danos.

Por: Sara Nascimento

 

 

Sul e Sudeste do Pará

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