Nos dias 18 e 19 de novembro deste ano, cerca de 144 municípios paraenses participarão da avaliação do Sistema Paraense de Avaliação Educacional 2015 (SisPAE). Parauapebas, vencedor de quatro certificações em 2014, também se prepara para mais uma avaliação.

 

Na sexta-feira, 6, gestores das redes de ensino municipal e estadual estiveram reunidos com a Técnica de Referência do SisPAE no município, Valdelice Cardoso, para discutirem a organização da aplicação das avaliações do SisPAE.

 

Os resultados do SisPAE integram as ações do Pacto pela Educação que tem o objetivo de melhorar a qualidade do ensino em todos os níveis no estado do Pará, aumentando o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 30% até 2017.

 

Parauapebas representa um dos municípios que fazem parte do Pacto pela Educação.

 

Por: Texto e fotos: Sara Dias

 Ascom-/PMP 

 

A partir do dia 16 até dia 04 de dezembro, estão abertas as inscrições para o 8º Festival de Música de Parauapebas (Fempa).

Podem participar compositores e/ou intérpretes que residam há no mínimo 02 (dois) anos na cidade. Cada candidato poderá inscrever até duas músicas, mas somente uma será classificada.

As canções inscritas deverão ser gravadas em arquivo mp3, no mesmo tom em que serão apresentadas e acompanhadas de pelo menos um instrumento de harmonia, precedida do nome da canção, citada em voz clara e pausada.

As músicas devem ser inéditas e originais, ou seja, que nunca tenham sido inscritas ou premiadas em outros festivais, editadas, gravadas e/ou comercializadas em qualquer formato de mídia e que não contenham plágios, adaptações ou citações poéticas e musicais de outras já existentes.

A ficha de inscrição está disponível no site da Prefeitura Municipal de Parauapebas (www.parauapebas.pa.gov.br) e na Secretaria Municipal de Cultura (Secult). Deverá ser preenchida e enviada para o email //bmail.uol.com.br/compose?to= Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank" style="cursor:pointer;text-decoration:underline;color:blue"> Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou entregue na Secult, rua E nº 505, Bairro Cidade Nova, prédio da antiga Câmara Municipal, de segunda à sexta das 8h às 14h.

O candidato interessado deve confirmar sua participação por email até o dia 04 de dezembro. A divulgação dos classificados está prevista para dia 08 de dezembro, data em que também será divulgado local e horário para os ensaios.

Este ano, o Festival traz como premiação troféu e 1º lugar, R$ 7 mil; 2º lugar, R$ 5 mil e 3º lugar: R$ 3 mil e melhores Letra e Intérprete, levarão R$ 2,5 mil cada.

O Festival premiará ainda na categoria Voz do Povo, a qual concorrem apenas os candidatos classificados para a final. O vencedor levará como prêmio R$ 2,5 mil e troféu.

Festival - A oitava edição do Fempa acontecerá nos dias 18 e 19 de dezembro, no Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC).

O evento realizado pela Prefeitura, por meio da Secult, já faz parte do calendário cultural da cidade, com o objetivo de fortalecer o intercâmbio cultural, valorizar e incentivar a criação musical da região e oportunizar visibilidade a novos talentos, além de despertar o interesse da população por músicas, artistas regionais e destacar a importância da música como fonte de renda, cultura e lazer.

CALENDÁRIO do evento:

Período de inscrição– de 16/11 a 04/12

Divulgação dos classificados – 08/12 Ensaios – 16/12 e 17/12

Eliminatórias – 18/12

Final – 19/12

 

Local: CDC

 

Por: Francesco Costa 

Agentes da SEMURB (Secretaria Municipal de Urbanismo) estiveram durante todo o dia 16, segunda-feira, na Praça Dos Metais, localidade também conhecida como Pé Inchado no intuito de realizar a remoção dos feirantes instalados ali há muitos anos.

De acordo com Marcia Araújo, Secretária Municipal Adjunta da SEMURB), a saída ainda é voluntária até o dia 26 deste mês, novembro. "Eles podem escolher, individualmente, para onde querem ser removidos ou optar por continuar aqui e assim será feito", afirmou Marcia, dando como opção o Mercado do Rio Verde e o (CAP Centro de Abastecimento de Parauapebas).

Porém os feirantes não estão tão confiantes e temem uma remoção involuntária. E ao contrário do discutido na reunião ocorrida no Plenarinho doa Câmara Municipal quando estiveram presentes o Poder Judiciário, Ministério Público, Comissão Parlamentar composta por vereadores que defende os feirantes, presidentes de associações dos feirantes além de vários feirantes, a determinação é que depois do dia 26 deste mês, novembro, a área deverá ser desocupada, porém será preciso, segundo os feirantes, uma determinação judicial.

Nenhum feirante foi removido ainda e a rua que margeia o local está interditada o que deixa no ar especulação e suspense.

 

Por: Francesco Costa 

Ingrid Laiane Silva Pereira está desaparecida desde terça-feira, 17, quando, de acordo com informações de amigos de escola se despediu de todos na porta da Escola Paulo Fonteles e disse que viria para Parauapebas.

Portanto seus pais, Francisco das Chagas Silva Pereira e Edna Fátima da Silva, dizem que não tinham conhecimento de nenhuma viagem da filha que tinha bom comportamento em casa de onde não demonstrava nenhum desejo de sair.

As únicas informações deixadas é que entrou em um carro de cor verde dirigido por um homem moreno acompanhado de uma mulher loira. Ingrid Laiane usava blusa branca, calça e botas pretas.  

Os familiares estão preocupados e procuram pela jovem que tem apenas 18 anos.

Seus pais moram na localidade conhecida como “Santa Cruz” via de acesso ao Salobo, onde tem um restaurante. Informações do paradeiro de Ingrid Laiane Silva Pereira devem serem passadas pelos celulares: 94-99108-2297 / 99141-7835 / 99666-8346.

 

Por: Francesco Costa 

O prefeito Valmir Mariano deu as boas-vindas aos pacientes, apresentando a eles os equipamentos. “O que vocês estão vendo é um grande avanço. Porque a hemodiálise é uma das grandes preocupações deste governo. Os equipamentos são de fabricação alemã, é o que tem de melhor no mundo. Estamos trabalhando arduamente para que daqui a três meses estejam funcionando”, explicou o gestor municipal, na manhã desta terça-feira, 10, quando apresentou o espaço de hemodiálise do novo hospital municipal e o andamento da instalação dos equipamentos aos pacientes do município que fazem o tratamento em Marabá.

Para o prefeito Valmir Mariano, a grande preocupação do Governo Municipal é eliminar a dificuldade dos pacientes. “O transtorno é muito grande para quem faz hemodiálise. O desconforto, nas viagens para Marabá, correndo risco de acidente, é quase desumano. Nós vamos começar a abertura desse hospital futuramente, mas nós estamos dando uma prioridade toda especial a esse centro de hemodiálise que realmente é uma grande necessidade dos nossos pacientes”, informou.

Estiveram também na visita, o vereador Bruno Soares, líder do governo na Câmara, o Conselho Municipal de Saúde, secretários municipais e servidores do hospital.

Sobre o evento - Cerca de 20 pessoas participaram da visita, entre pacientes e familiares, como a dona Francisca Rodrigues, que é esposa do senhor Manoel da Silva, de 60, que faz tratamento de hemodiálise há 5 anos. “Meu esposo tem lesão no cérebro e muitas dificuldades. Essa viagem é muito cansativa, tanto para o paciente que já está debilitado devido ao problema da enfermidade quanto para o acompanhante, como é o meu caso, que também não tenho uma boa saúde, mas estou lutando ao lado dele e indo para Marabá. Com a hemodiálise aqui vai ficar muito mais fácil, eu nem vejo a hora”, disse Francisca, entusiasmada.

A paciente Cléa Ribeiro Santos, de 66 anos, também aprovou a visita. “Estou na maior expectativa que inicie o mais rápido possível, para que possamos ficar na cidade, mais perto de casa; com certeza, o tratamento aqui vai oferecer mais bem-estar, já que a viagem em si é muito desgastante”, declarou.

Quando estiver em funcionamento, o centro de hemodiálise do novo hospital terá capacidade para atender 30 pacientes por dia.

 

Por: Francesco Costa 

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) iniciou no domingo, 1º de novembro, mais uma etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa, que abrange todo o território paraense, com exceção do arquipélago do Marajó e dos municípios de Faro e Terra Santa. O objetivo é a manutenção do Estado como área livre da febre aftosa, para que, assim, a produção paraense alcance mais mercados nacionais e internacionais. O Governo do Estado, por meio da Adepará, é responsável pela campanha, que tem importância estratégica para a balança comercial do Pará. Servidores da agência em todo o Estado acompanharão o trabalho para garantir que todo o processo de vacinação atenda às metas da agência, que é alcançar o mais alto índice vacinal. A estimativa é que esta etapa da vacinação abranja, no mínimo, 108.102 propriedades cadastradas pela Adepará em 138 municípios paraenses. “O importante é a proteção do rebanho. A vacina é a única forma de evitar a febre aftosa e também de manter o Estado livre da doença”, explica o gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa da Adepará, George Santos. O produtor rural é o responsável pela vacinação do rebanho, devendo adquirir a vacina, dentro do prazo da etapa, em uma revenda cadastrada pela Adepará, tendo até o dia 15 de dezembro para ir ao escritório da agência de controle de sua propriedade para comprovar a vacina. O diretor geral da Adepará, Luciano Guedes, ressalta a importância estratégica que a vacinação tem tido para a balança comercial do Estado. “O Pará é um Estado que produz muito mais carne bovina do que consome. Os paraenses consomem apenas 25% do que produzem. Assim, o Estado precisa garantir mercados para a produção, para o que é processado nos frigoríficos”, diz. “A vacinação e a comprovação dela é uma exigência não só dos Estados compradores como de outros países. Existe um acordo internacional que exige isso. O Pará é livre de aftosa com vacinação, e para manter esse status precisamos ter a vacinação”, informa. Ter o rebanho paraense livre da febre aftosa é de fundamental importância para a economia do Pará, já que um melhor status valoriza a qualidade do produto, aumentando a possibilidade de abertura de novos mercados, gerando mais emprego e renda ao Estado. O calendário de vacinação ocorre de 1º a 30 de novembro.

 

 

(Fonte: Agência Pará)

 

“Vamos falar da responsabilidade social para todos os funcionários públicos e empresas privadas para sensibilizá-los a doar 10, 20, 30 reais, o quanto eles quiserem no desconto em folha”, explica Vanilda Queiroz, presidente da APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais de Parauapebas) contando sobre dois projetos de campanhas com o objetivo de arrecadar fundos para manter a associação de portas abertas oferecendo tratamento de reabilitação a 110 crianças com deficiência da cidade.

A primeira campanha, intitulada “APAE Responsabilidade nas Empresas” consiste em fazer um trabalho de incentivo a doação em empresas.

A segunda campanha é intitulada APAE Energia, será promovida nos bairros com o objetivo de envolver a comunidade nas ações da associação.

“Formamos uma equipe e sairemos às ruas de casa em casa explicando o que é a APAE, qual trabalho a gente faz e com isso sensibilizar também para a doação de desconto no talão de energia. A pessoa vai doar o valor que achar necessário, o dinheiro cai na conta da APAE e se transformará em atividades para nossos usuários”, detalha a presidente.

Vanilda explica ainda as parcerias realizadas com a Prefeitura e com a Celpa para que a campanha seja realizada.

“A Prefeitura foi muito acessível, autorizou e facilitou todas as nossas entradas. Nos recebeu de portas abertas para explicarmos a importância dos trabalhos realizados aqui e da responsabilidade que cada cidadão tem com a sociedade em que vive”, destaca.

Já com a Celpa a parceria também é sólida, os valor escolhido pelo doador cai diretamente da conta da associação. “É uma parceria tranquila, legal e eficiente”, diz Vanilda.

Esta não é a primeira vez que a APAE trabalha com este tipo de campanha, mas eram numa dimensão menor.

A diretoria da APAE resolveu investir mais nestes tipos de captação por causa da necessidade financeira e aproveitar o momento para alcançar metas.

É uma forma cômoda da pessoa doar sem sair de casa. “Vamos ficar dando retorno e prestando contas para a comunidade todo mês o valor que entrou e com que foi gasto, assim a pessoa não precisa enfrentar uma fila no banco ou vir até à instituição”, ressalta.

De acordo com a presidente, os tratamentos de reabilitação disponibilizados na APAE são caros e a instituição se mantem de parcerias com a Prefeitura e empresas privadas.

“Quero que todos recebam estas campanhas de braços abertos, que se sensibilizem com a nossa causa”, disse.                                                                                                                                

A APAE foi fundada em agosto de 1996 por um grupo de pais e professores para oferecer reabilitação às crianças com deficiência. Uma das frentes de trabalho da APAE é promover campanhas para alertar a população para a prevenção e tratamento de deficiências.

É pautada por trabalhar com valores como amor, ética, respeito, compromisso, transparência e honestidade.

Também foi lançado o site oficial (parauapebas.apaebrasil.org.br) fundamental para que as pessoas possam acompanhar o que está sendo feito com o dinheiro doado.

 

Por: Stéfani Ribeiro 

 

 

 

Pioneira em Parauapebas, tendo profundo conhecimento dos problemas da população, Francisquinha de Almeida Vieira, assumiu a diretoria operacional do SAAEP (Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Parauapebas) e já encontrou um grave problema.

Trata-se do racionamento de água no Complexo Tropical que envolve os bairros Tropical I, Tropical II, Ipiranga e arredores. O caso se deu por causa da seca da represa responsável pelo abastecimento daqueles logradouros. Porém, segundo ela, a equipe de engenharia foi acionada para fazer algo emergencial e atender a população.

A medida paliativa foi a disponibilização de mais caminhões pipas para o abastecimento das caixas residenciais. “Não tem como disponibilizar quantidade suficiente de caminhões para resolver em definitivo o problema, pois trata-se de apenas 10 mil litros por caminhão”, afirma Francisquinha alegando também a distância da fonte de abastecimento para os bairros.  

Outros problemas existentes nesta modalidade de abastecimento é o caso de muitas pessoas não estar em casa na hora em que se disponibiliza o abastecimento além da constante tentativa de corrupção dos motoristas que cobram dos moradores para entregar água. “Tivemos que tirar servidores de administrativo para fiscalizar os motoristas o que desfalcou o atendimento na autarquia”, reclama Francisquinha, assegurando que o SAAEP está trabalhando em cima de medida emergencial.

Em detalhes ela contou que existe uma rede de 150 milímetros vinda do bairro Betânia que foi alongada por mais 1.200 metros o que permite o abastecimento de 25% da área afetada pela seca, mas o restante continua sendo atendido pelos caminhões pipas.

Outra ação que faz parte das medidas paliativas são os poços artesianos, um total de três, que tem ajudado a abastecer parte dos bairros. A maneira usada foi, segundo ela, primeiro mapear os bairros Tropical, Ipiranga e Linhão depois criado planejamento para o atendimento das aproximadamente 16 mil pessoas que ali moram. Mas a conta não é tão simples quando se multiplica 150 litros diários por pessoa o que significa 2,4 milhões de litros de água por dia.    

Mas há outro agravante neste modelo de abastecimento, é o caso de que as pessoas acostumadas com a água da rede não possuírem reservatórios na frente das casas. Isso compromete o serviço, pois os carros pipas possuem mangueiras de apenas 10 metros. “É preciso que a população entre neste esforço e disponibilizem reservatórios”, pede Francisquinha, tranquilizando a população que o gestor municipal, Valmir Mariano, já tem conhecimento do problema e deu a missão à equipe do SAAEP para resolver em definitivo o problema.  

 

Por: Francesco Costa  

A SORRI-PARAUAPEBAS vem desenvolvendo desde julho de 2015, o projeto: “Crianças e adolescentes, após às 23h30, em bares, shows ou similares, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais é violação de direitos”. Este projeto de demanda induzida trata-se de uma parceria entre o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Parauapebas (COMDCAP), e financiamento do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Parauapebas (FUMDCAP).

 

O projeto tem como objetivo orientar proprietários de bares, casas de espetáculos e shows, pais e comunidade em geral, através de ações educativas de sensibilização, sobre a ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente, por estarem em lugares e horários indevidos, mesmo estando em companhia dos pais ou responsável legal segundo a Portaria nº 001/2010, da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Parauapebas, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, com base nos artigos 70 e 71 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8.069/90) e outras regulamentações em vigência, que disciplinam a participação de crianças e adolescentes em espetáculos públicos e seus ensaios, bem como a permanência dos mesmos em bares e casas de shows após as 23h30.

 
Assim a SORRI-APARAUAPEBAS propõe a execução deste projeto, cumprindo uma de suas funções estatutárias (Art. 3º), no que se refere à violação de direitos, especialmente nos casos sociais, compreendidos como situações de vulnerabilidade social.

 

A equipe vem realizando campanhas, palestras, divulgação na mídia em jornais impresso e panfletos informativos em prol da garantia de direitos da criança e do adolescente, identificando crianças e adolescente que estejam frequentando esses lugares e informar ao COMDCAP, ao Conselho Tutelar e demais órgãos competentes, para averiguar o caso e comunicá-lo a família, tendo ainda a responsabilidade de fazer um levantamento sobre o número de crianças e adolescentes que se encontram em ameaça e violação de direito.

 Fonte: Sorri 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De acordo com o site do Tribunal Regional Eleitoral, apenas 52.27% do eleitorado de Parauapebas está a situação regularizada.

65.650 eleitores ainda precisam comparecer ao posto de atendimento para fazer a identificação biométrica.

O prazo para efetuar a biometria eleitoral vai até o dia 19 de dezembro. Quem não comparecer dentro do período estipulado para o município terá o título cancelado e perder benefícios em programas sociais, como o Bolsa Família, por exemplo.

Os eleitores devem comparecer ao posto de atendimento eleitoral com documento oficial com foto, comprovante de residência e do título de eleitor.

Atualmente 24 guichês estão funcionamento atendendo uma média de mil pessoas por dia, mas a partir desta semana serão adicionados mais dez, totalizando 24 guichês para agilizar o processo biométrico.

Segundo a chefe de cartório, Érica Edimilia, serão feitas ações itinerantes para atender os bairros mais afastados do centro da cidade.

“No período de 4 a 6 de novembro acontecerá a itinerância na Palmares Sul e em seguida, de 9 a 11 na Palmares II”, informa a chefe de cartório.

A inclusão da biometria na identificação do eleitor é considerada a etapa final de modernização do Sistema Brasileiro de Votação Eletrônica, que coíbe qualquer tentativa de falsidade ideológica ou duplicidade. Parauapebas estará entre os 22 municípios paraenses aptos a votação biométrica nas eleições municipais em 2016.

O posto de atendimento do Cartório Eleitoral fica localizado na Rua Rio Azul, Bairro Beira Rio I, funciona de segunda a sexta-feira, das 8 h às 16 h e aos sábados até meio dia. Mesmo com a implantação do agendamento pela internet para o recadastramento eleitoral biométrico, a procura dos eleitores pelo serviço ainda é pequena.

“Isso é preocupante porque a pessoa agenda o dia e horário e não comparece sendo que está ocupando a vaga de outro eleitor que poderia vir”, diz.

De acordo com Érica, o número de apenas 52,27% de eleitores identificados representa preocupação. “Não deixe para última hora porque senão a gente não consegue atender tantos eleitores. O recadastramento é obrigatório”, recomenda.

 

Por: Stéfani Ribeiro

Sul e Sudeste do Pará

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