O governador Helder Barbalho se reuniu na quarta-feira (13), no Palácio dos Despachos, em Belém, com os secretários de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, e de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, para discutir a logística e a segurança para a vacinação contra a Covid-19, assim que as vacinas forem fornecidas pelo Ministério da Saúde.

Segundo o secretário Rômulo Rodovalho, o objetivo é estar com todo o planejamento pronto para quando as vacinas chegarem ao Pará. “A partir do momento que o Ministério da Saúde distribuir as vacinas para os estados, nós, prontamente, já estaremos com toda a estratégia de logística, segurança e vacinação montada para que rapidamente as doses disponibilizadas cheguem até os municípios, e os municípios também já estejam preparados para vacinar aquele grupo que for definido pelo Ministério da Saúde como prioritário”, explicou o titular da Sespa.

O secretário disse ainda que os alinhamentos e ajustes devem ser concluídos até a próxima sexta-feira (15), para que tudo esteja preparado na próxima semana, só aguardando a sinalização do Ministério da Saúde sobre a distribuição das vacinas. “Estaremos prontos para recebê-las, distribuir aos municípios e iniciar imediatamente a campanha de vacinação por todo o Pará”, garantiu.

Insumos - O governo já iniciou a distribuição dos insumos necessários à imunização, e dispõe atualmente de seis milhões de seringas e agulhas, número considerado suficiente para a aplicação de duas doses em três milhões de pessoas. Também está em curso um novo processo para aquisição de mais cinco milhões de seringas e agulhas. O quantitativo é o suficiente para realizar a vacinação de grupos prioritários, que estão nas primeiras fases do processo de imunização.

A Sespa é responsável pela distribuição das vacinas, insumos e capacitação de profissionais para inclusão dos dados no sistema do Ministério da Saúde. Porém, a execução da vacinação e a contratação de pessoal são de responsabilidade dos municípios, conforme legislação do SUS (Sistema Único de Saúde).

A reunião contou ainda com as presenças dos secretários adjuntos da Sespa, Ariel Sampaio e Sipriano Ferraz ; do diretor de Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa, e da secretário de Estado de Administração e Planejamento, Hanna Ghassan.

 

Fonte: Por Roberta Vilanova (SESPA)

 

O governador Helder Barbalho acompanhou, na noite de terça-feira (5), a fase final do plano logístico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) para distribuição de seringas e agulhas, em preparação à vacinação contra a Covid-19 em todo o território paraense. A distribuição começa nesta quarta-feira (06) e vai reforçar o estoque das 13 unidades regionais da Sespa. O Estado já acelera as medidas necessárias para iniciar a imunização da população assim que receber, do Governo Federal, as vacinas.

“Estamos dando início à distribuição das seringas, agulhas e isopores para a estratégia de imunização do Pará contra a Covid-19. Queremos tranquilizar a população de nosso Estado, porque já temos em estoque seis milhões de agulhas e seringas, além de 2.200 isopores para acondicionamento da vacina”, garantiu o governador Helder Barbalho, acrescentando que “estamos iniciando a distribuição para nossas 13 regionais de saúde, para que já estejam prontas e preparadas para, quando chegar a vacina, rapidamente iniciarmos o processo de vacinação de nossa população”.

O chefe do Executivo ressaltou, ainda, que aguarda o comprometimento do Ministério da Saúde com a distribuição das vacinas contra a Covid-19, mas ressaltou que o Pará segue atento às oportunidades de aquisição direta de vacinas. “Estamos atentos ao calendário do Governo Federal para o Plano Nacional de Imunização como plano A. Mas ao mesmo tempo, estamos dialogando com o Instituto Butantan e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para, caso seja necessário, o Estado adquira as vacinas para que possamos, ainda em janeiro, iniciar a vacinação da população”, afirmou Helder Barbalho, ao lado do vice-governador Lúcio Vale e de técnicos da Sespa.

Insumos suficientes - O secretário de Estadual de Saúde Pública em exercício, Ariel Sampaio, reforçou que o Pará está preparado para realizar a vacinação e assegurou que não faltarão injeções e seringas. “Neste primeiro momento, serão atendidas 450 mil pessoas. Prevendo as duas doses da vacina, totalizamos a utilização de 900 mil seringas e agulhas. O Estado do Pará tem insumos suficientes para atender plenamente este grupo prioritário de vacinação contra a Covid”, informou.

Ariel Sampaio disse, também, que o governo está adquirindo novos insumos para garantir a vacinação em todo o Estado. “Já estamos com outro processo de aquisição em andamento, para atender a demanda paraense”, disse.

 

Fonte: Por Leonardo Nunes (SECOM)

A autoridade reguladora de medicamentos deu luz verde aos imunizantes desenvolvidos pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford e pela empresa local Bharat Biotech. A vacina da Bharat Biotechfoi aprovada sem dados sobre sua eficácia ou teste de larga escala.

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, disse que se trata de "um ponto de virada decisivo".

A Índia planeja vacinar este ano cerca de 300 milhões de pessoas colocadas em uma lista de prioridade.

O país registrou o segundo maior número de infecções no mundo, com mais de 10,3 milhões de casos confirmados até o momento. Quase 150 mil pessoas morreram.

No sábado, a Índia realizou exercícios em todo o país para preparar mais de 90 mil profissionais de saúde para administrar vacinas em todo o país, que tem uma população de 1,3 bilhão de pessoas.

O Controlador Geral de Medicamentos da Índia disse que ambos os fabricantes enviaram dados mostrando que suas vacinas são seguras para uso.

A vacina Oxford / AstraZeneca está sendo fabricada localmente pelo Serum Institute of India, o maior fabricante mundial de vacinas. A empresa diz estar produzindo mais de 50 milhões de doses por mês.

Adar Poonawalla, o CEO da empresa, disse à BBC em novembro que pretendia aumentar a produção para 100 milhões de doses por mês após receber a aprovação regulatória.

A vacina, que é conhecida como Covishield na Índia, é administrada em duas doses dadas entre quatro e 12 semanas de intervalo. Ela pode ser armazenada com segurança em temperaturas de 2°C a 8°C, quase o mesmo que uma geladeira doméstica, e pode ser entregue em ambientes de saúde existentes, como consultórios médicos.

Isso torna a distribuição mais fácil do que algumas das outras vacinas. O imunizante desenvolvido pela Pfizer / BioNTech, que atualmente está sendo administrado em vários países, deve ser armazenado a -70°C e só pode ser movido um número limitado de vezes — um desafio particular na Índia, onde as temperaturas no verão podem chegar a 50°C.

A vacina local foi aprovada apesar da ausência de dados sobre sua eficácia. Ela ainda não passou por testes em grande escala.

O diretor da autoridade de fármacos do governo indiano Drugs Controller General of India, V.G. Somani, disse que o imunizante da Bharat Biotech é "seguro e fornece uma resposta imunológica robusta".

Somani disse que a vacina foi aprovada "no interesse público como uma precaução abundante, em modo de ensaio clínico, para ter mais opções de vacinação, especialmente no caso de infecção por cepas mutantes".

A Índia, que produz cerca de 60% das vacinas em todo o mundo, planeja imunizar cerca de 300 milhões de pessoas até julho de 2021. Ela priorizará os profissionais de saúde, os serviços de emergência e aqueles que são clinicamente vulneráveis devido à idade ou condições pré-existentes.

O programa de vacinação existente na Índia já atinge cerca de 55 milhões de pessoas por ano, administrando 390 milhões de vacinas gratuitas contra uma dúzia de doenças. Ele armazena e rastreia as vacinas por meio de um sistema eletrônico bem oleado.

A Pfizer, cuja vacina já foi aprovada para uso em jurisdições incluindo o Reino Unido, os EUA e a UE, também está buscando uma autorização de emergência na Índia.

Ao todo, cerca de 30 vacinas candidatas estão sendo desenvolvidas na Índia.

 

Fonte: https://www.bbc.com

O Reino Unido começou nesta terça-feira (8) a vacinar sua população contra a Covid-19 com a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Uma senhora de 90 anos, Margaret Keenan, foi a primeira a receber a dose.

O país europeu é o primeiro a iniciar campanha de vacinação com a vacina desenvolvida pela parceria das duas empresas, o que pode ser um divisor de águas no combate ao novo coronavírus.

"Sinto-me muito privilegiada por ser a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19", disse a senhora Margaret Keenan. "É o melhor presente de aniversário antecipado que eu poderia desejar porque significa que posso finalmente esperar passar um tempo com minha família e amigos no Ano Novo, depois de estar sozinha na maior parte do ano", completou a senhora, que completa 91 anos na próxima semana.

Keenan recebeu a primeira dose em um hospital em Coventry, região central da Inglaterra, na manhã desta terça. A segunda dose será aplicada em 21 dias.

De acordo com a rede britânica BBC, a segunda pessoa a ser vacinada no hospital onde Margaret recebeu a dose foi um senhor de 81 anos chamado William Shakespeare. Ele disse estar "satisfeito" por receber a injeção e declarou que a equipe do hospital foi "maravilhosa".

O cardiologista brasileiro Ricardo Petraco, gaúcho de 40 anos, trabalha em Londres e se prepara para a vacinação contra o coronavírus no Reino Unido. Nesta semana, ele e a equipe do Hammersmith Hospital receberam avisos por e-mail de que, em breve, ainda sem data definida, receberão a vacina da Pfizer e da BioNtech.

Eficácia de 95% e negociações no Brasil

A vacina Pfizer/BioNTech apresentou eficácia de 95% na prevenção à Covid -19, segundo estudos da fase 3 dos testes do imunizante. Os resultados foram apresentados em novembro. Não houve efeitos colaterais graves nos voluntários.

A vacina da Pfizer/BioNTec é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil, que ainda não fez acordo para adquirir o imunizante. Nesta segunda-feira (7), o Ministério da Saúde divulgou uma nota na qual informou que deve assinar nesta semana o memorando de intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina produzida pelas empresas norte-americana e alemã.

Segundo a nota do governo brasileiro, as negociações "avançam" e a vacina deve ser fornecida em 2021. A data, contudo, não foi especificada. Em meados de novembro, o governo brasileiro recebeu executivos da Pfizer para, segundo o Ministério da Saúde, "conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório".

vídeo abaixo mostra como atua a vacina da Pfizer/BioNTech, que usa tecnologia chamada de RNA mensageiro, diferente das demais. A vacina leva para o nosso organismo uma cópia de parte do código genético do vírus, uma espécie de receita para que nosso corpo produza uma proteína do vírus. A presença dessa proteína desencadeia a produção de anticorpos.

Campanha de vacinação no Reino Unido

Maiores de 80 anos, funcionários de saúde na linha de frente e funcionários e moradores de casas de repouso terão prioridade na primeira fase da vacinação da campanha no Reino Unido. A imunização dos britânicos com mais de 50 anos, além dos adultos com alguma doença pré-existente, deve acontecer em 2021.

A imprensa britânica diz que a rainha Elizabeth II e o príncipe Phillip não vão furar fila, mas os dois estão no grupo prioritário. A rainha tem 94 anos, e o príncipe vai completar 100 anos.

O Reino Unido comprou, no total, 40 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech. Como cada pessoa precisa de duas doses, 20 milhões de pessoas serão imunizadas.

Quem for imunizado vai ganhar um cartão comprovando que recebeu as doses.

Reino Unido foi o 1º a aprovar a vacina

Na quarta-feira (2), o Reino Unido se tornou o primeiro país a anunciar a aprovação da vacina da Pfzer/BioNtech. A primeira remessa da vacina chegou ao país na sexta (4).

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA, na sigla em inglês) do Reino Unido disse, em nota na publicada na quarta, que a aprovação da vacina foi feita com base em uma "revisão contínua" dos dados disponíveis que começou em outubro.

No último sábado, a Rússia informou já ter vacinado 100 mil pessoas contra Covid-19 e que pretende chegar a 2 milhões ainda em dezembro. A imunização está sendo feita com a vacina Sputnik V, ainda em testes de última fase. Desenvolvida na Rússia, a vacina foi registrada no país em agosto.

 

Fonte: Por G1

O DJ Alok revelou na terça-feira, 1, que contraiu o novo coronavírus. Em vídeo publicado no Instagram, ele disse que está bem, mas teve que adiar a live especial de fim de ano que aconteceria neste sábado,5, para 19 de dezembro.

"Estou praticamente sem sintomas, mas preciso ter responsabilidade e coerência, jamais colocaria outras pessoas em risco, então, preciso me manter isolado", afirmou.

O DJ também informou que sua mulher, Romana, que está grávida de sete meses de Raika, está bem. O filho mais velho do casal, Ravi, está com a avó. "A gente segue firme aqui. Hora de se cuidar", completou.

A apresentação do dia 19 será transmitida pelo canal do YouTube de Alok e também no Multishow. Este será o primeiro especial de fim de ano feito pelo DJ, que pediu para fãs, colaboradores, fornecedores e parceiros não abandonarem o projeto.

"Por favor, não larguem a minha mão agora, eu preciso de vocês. Eu prometo que a gente vai fazer uma super entrega dia 19 de dezembro, vai ser algo único e muito especial, porque estamos trabalhando há meses nesse projeto", concluiu.

 

Fonte: Diário do nordeste

 

A equipe econômica de Paulo Guedes não considera necessária uma nova prorrogação do Auxilio Emergencial, e dois fatores contaram para esta constatação. A primeira é que o crescimento nos casos de Covid-19, não demostra uma segunda onda da pandemia e também que medidas severas de isolamento são remotas.

Nas últimas semanas, Paulo Guedes e sua equipe vêm afirmando que as chances de novas medidas emergenciais serem tomadas são baixas.

A avaliação tem base em uma análise de dados fornecidos pela Secretaria de Política econômica que mostraram que parte dos estados alcançaram a chamada imunidade de rebanho.

Porém, este monitoramento não é realizado em parceria com o Ministério da Saúde e sim com dados estatísticos.

A percepção política também influencia na análise, já que os interlocutores de Guedes dizem que são baixas as possibilidades de que se estabeleçam novas medidas de isolamento social. Por mais que os governos locais tentem implantar essas medidas, a população dificilmente obedecerá.

A ampliação do microcrédito que também foi uma medida tomada em meio a pandemia está sendo avaliada e a equipe econômica afirma que atualmente a oferta por esta modalidade é bem maior que a demanda.

Em resumo, a equipe econômica pensa que uma prorrogação do auxilio e do microcrédito só seria necessária caso a situação se aproximasse dos acontecimentos do mês de abril, quando a economia praticamente parou.

O Brasil registrou até a última quinta-feira, 26, segundo dados divulgados, 37.672 novos casos de Covid-19 e 698 mortes causadas pela doença.

O avanço ou queda do coronavírus é determinante para que uma nova prorrogação do auxílio emergencial seja feita. Até o momento, os últimos pagamentos da ajuda acontecem em dezembro.

O governo vem tentando implantar seu novo programa social para substituir o Bolsa Família e que vai pagar um valor maior que o atual, em que a transferência é de R$190 em média.

Por conta disso, o que paira é a dúvida sobre a capacidade de arcar com a assistência social caso a segunda onda paralise o comércio mais uma vez ou a atividade econômica não cresça no ano que vem.

 

Fonte: https://fdr.com.br

 

A confiança do consumidor no Brasil apresentou sua segunda queda mensal consecutiva em novembro, com as incertezas relacionadas à pandemia de covid-19 abalando a percepção do setor sobre o momento atual e os próximos meses, disse nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) teve queda de 0,7 ponto em novembro, a 81,7 pontos.

Segundo a FGV, houve piora tanto na percepção sobre a situação atual quanto nas expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 0,6 ponto, a 71,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 0,9 ponto, para 89,3.

"O resultado reflete o aumento da incerteza relacionada à pandemia e seu potencial impacto sobre a economia", disse em nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens.

"Com o provável fim do período de benefícios emergenciais, muitos consumidores que perderam o emprego este ano devem retornar ao mercado de trabalho num momento em que as empresas ainda estarão adiando contratações ou demitindo, principalmente no caso de ocorrência de uma segunda onda de Covid-19", acrescentou.

Nos primeiros meses da pandemia, o governo brasileiro custeou um auxílio no valor de 600 reais mensais para os chamados vulneráveis. A partir de setembro, o valor foi reduzido para 300 reais.

Publicamente, o presidente Jair Bolsonaro sempre tem alertado para o impacto da ajuda nas contas públicas brasileiras, dizendo que um dia esse suporte vai ter que acabar, mas na véspera não descartou nova prorrogação do auxílio emergencial.

 

Fonte: https://www.terra.com.br

 

O presidente Jair Bolsonaro participará nesta terça-feira (17) da cúpula de líderes do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A reunião está prevista para as 8h (horário de Brasília) e, em razão da pandemia do novo coronavírus, será por meio virtual, a exemplo do que aconteceu na Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro.

As autoridades internacionais de saúde recomendam o distanciamento e o isolamento social como formas de prevenção à disseminação do vírus.

O bloco foi fundado em 2006 e à época foi denominado Bric. Em 2011, a África do Sul passou a integrar o grupo, que passou a ser chamado de Brics. Desde 2009, os líderes dos países se reúnem anualmente.

O último encontro do Brics aconteceu em novembro de 2019, em Brasília. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro disse que a política externa do governo "tem os olhos postos no mundo", mas coloca o Brasil "em primeiro lugar" (relembre no vídeo abaixo).

Cenário internacional

De acordo com o governo russo, que chefia atualmente o Brics, os líderes do bloco discutirão na cúpula desta terça a cooperação interna e temas da agenda internacional.

A reunião ocorre em meio à corrida pela vacina contra o novo coronavírus. Há quase um ano, surgiram os primeiros casos do vírus, em Wuhan (China). Em março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia.

No Brasil, até esta segunda-feira, já haviam sido registradas mais de 166 mil mortes pela Covid-19, doença provocada pelo coronavírus. No mundo, a pandemia já provocou mais de 1,3 milhão de mortes, segundo a Universidade Johns Hopkins.

China e Rússia estão entre os países que tentam desenvolver uma vacina contra o vírus. No Brasil, o Instituto Butantan, em São Paulo, desenvolve a vacina Coronavac em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. No Paraná, o governo local e a Rússia assinaram um acordo para desenvolvimento da vacina Sputnik V.

Outro assunto em destaque no cenário internacional é a eleição de Joe Biden como novo presidente dos Estados Unidos.

Entre os países do Brics, a China, a África do Sul e a Índia já parabenizaram Biden. O presidente Jair Bolsonaro e o presidente russo, Vladimir Putin, ainda não.

 

Fonte: Por Guilherme Mazui e Pedro Henrique Gomes, G1 — Brasília

A imagem do palestino Jihad Al-Suwaiti, de 32 anos, sentado na janela de um hospital na Cisjordânia rodou o mundo em julho. Ele escalava o prédio todos os dias para conseguir ver sua mãe, internada com Covid-19.

Depois que Rasmiye Al-Suwaiti, de 73 anos, morreu da doença, em julho, Jihad e seus irmãos tiveram uma atitude ousada -- e ilegal. Eles roubaram o corpo da mulher após serem informados pela equipe do hospital que ele não seria entregue à família. As informações são da rede NBC.

Jihad contou que irmãos, sobrinhos e amigos chegaram em sete carros diferentes para distrair e confundir os motoristas das ambulâncias que os perseguiram depois do roubo do corpo de sua mãe.

O plano deu certo. As ambulâncias não conseguiram identificar em qual carro o corpo estava e os irmãos o levaram de volta para Beit Awwa, no sul da Cisjordânia.

Tarek al Barbarawi, diretor do hospital Alia em Hebron, onde Rasmiye estava sendo tratada, afirmou à NBC que o corpo foi roubado porque seus filhos não queriam que ele fosse embrulhado em plástico.

“Ela disse: ‘Se eu morrer por causa desta doença, não me enterre em um saco plástico! '", confirmou Jihad, o mais novo de seus nove filhos.

“Eu a segurei com minhas próprias mãos, cavei sua sepultura e a enterrei do jeito que ela me pediu”, disse.

tradição muçulmana diz que os mortos devem ser enterrados o mais rápido possível, com o corpo envolto em uma mortalha branca.

Com a pandemia de Covid-19, no entanto, novos decretos foram criados para lidar com os mortos pela doença nos enterros muçulmanos, de acordo com o xeque Muhammad Hussein, Grande Mufti de Jerusalém e Territórios Palestinos.

“Esta é uma regra de necessidade e as necessidades permitem proibições, portanto, o falecido não é lavado, nem coberto e é enterrado em um saco plástico”, disse Hussein à agência Reuters.

A morte de Rasmiye aconteceu em julho e, até agora, Jihad não sofreu punição por infringir a lei e colocar outros em risco.

 

Fonte: Por G1

Os testes da Johnson & Johnson para uma vacina contra a Covid-19 foram interrompidos por uma doença ainda inexplicada em um dos voluntários do estudo, segundo destacou a empresa na noite da última segunda-feira (12). O imunizante havia entrado nos estágios finais (fase 3) de testagem com humanos em 23 de setembro nos Estados Unidos.

A farmacêutica destacou que um comitê independente de profissionais que monitoram dados e segurança analisará o caso. A identidade do paciente e detalhes do ocorrido não foram informados, em respeito à privacidade do participante, acrescentou a empresa.

De acordo com a companhia, a doença do paciente está sendo “analisada e avaliada pelo Conselho de Monitoramento de Segurança de Dados independente ENSEMBLE (DSMB), bem como por nossos médicos clínicos e de segurança internos”.

O sistema online usado para inscrever pacientes no estudo foi fechado e o conselho de monitoramento de dados e segurança foi convocado – o conselho é um órgão independente que zela pela segurança dos pacientes no ensaio clínico.

O estudo prevê a inclusão de até 60 mil voluntários, com idade entre 18 e 60 anos, sendo 7 mil no Brasil – distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte. Para a aprovação dos testes no País, a Anvisa realizou reuniões com a equipe da Janssen, farmacêutica belga da Johnson & Johnson, a fim de alinhar todos os requisitos técnicos necessários para os testes.

O estudo foi projetado para ser duas vezes maior que o desenho inicial de outros testes de fase 3 nos Estados Unidos, embora o estudo da Pfizer também tenha se expandido para abranger 44 mil participantes. Metade dos participantes receberá a vacina e metade receberá o placebo.

A empresa afirmou ainda que esses tipos de ocorrências são comuns em testes de imunizantes, principalmente em estudos em larga escala, e destacou o compromisso com a segurança dos participantes. A vacina testada pela farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford, no Reino Unido, também chegou a ter os testes paralisados duas vezes após manifestações de reações adversas em voluntários da pesquisa.

Dose única

A Johnson & Johnson planeja produzir um milhão de doses no ano que vem. O produto experimental é um dos poucos em estudo no mundo que prevê apenas uma injeção para proteger contra a doença.

Outra vantagem é que vacina da J&J também pode ser armazenada em forma líquida, sob temperaturas de geladeira, por três meses, ao passo que duas das candidatas favoritas precisam ser congeladas ou mantidas sob temperaturas ultracongeladas para o armazenamento , de acordo com informações divulgadas pela farmacêutica.

 

Fonte: Por Equipe InfoMoney

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Sul e Sudeste do Pará

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