Barragem da Vale chamada Xingu, na mina Alegria, em Mariana (MG), corre "grave e iminente risco de ruptura por liquefação", afirmou na quarta-feira a Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais, responsável por interditar atividades da empresa no local.

A barragem, interditada desde março de 2020 pela Agência Nacional de Mineração (ANM), não recebe rejeitos de minério de ferro há mais de 20 anos, mas alguns trabalhadores ainda executam atividades no local, o que motivou a ação dos fiscais trabalhistas.

Um desastre de tal magnitude, segundo a superintendência, poderia causar um soterramento de trabalhadores na cidade já castigada por um rompimento de barragem da Samarco em 2015, com a morte de 19 pessoas.

Ao informar ao mercado impactos da interdição na última sexta-feira, como a paralisação da circulação de trens na região, a Vale não apontou os motivos apresentados pela superintendência. Por outro lado, alegou que não havia "risco iminente de ruptura" da estrutura, paralisada desde 1998.

Na nota desta quarta-feira, a superintendência pontuou que a medida ocorreu após ação fiscal, com pedidos de documentos em 27 de abril e inspeção presencial em 20 de maio. Para suspender a interdição, a empresa deverá adotar diversas medidas técnicas.

"A análise dos documentos apresentados pela própria empresa revela que a barragem Xingu não apresenta condições de estabilidade, com alguns fatores de segurança para situações não drenadas inferiores a 1,0, oferecendo risco significativo e iminente de ruptura", disse a superintendência.

"Trata-se, portanto de situação de extrema gravidade que coloca em risco trabalhadores".

A superintendência disse ainda que técnicos e engenheiros responsáveis pela barragem relataram que o rejeito lançado em Xingu não era drenado e era lançado de forma errática na estrutura.

"Como a disposição de material no reservatório não era controlada é possível que tenha corrido o lançamento de camadas de material mais granular intercalado de camadas de material fino (pouco drenante), criando, o que foi chamado na barragem B1 de Córrego do Feijão, lençóis freáticos empoleirados. Tal situação aumenta a pressão no barramento e pode explicar os elevados níveis piezométricos medidos na estrutura, mesmo com um reservatório seco", afirmou.

A mineradora chegou a solicitar, em 27 de maio, uma suspensão parcial da interdição, o que foi negado.

Vale e demais autoridades

Procurada, a Vale reafirmou nesta quarta-feira que "não existe risco iminente de ruptura da barragem de Xingu e que não houve alteração nas condições ou nível de segurança da barragem, que permanece em nível 2", do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM).

Disse também que a barragem é monitorada e inspecionada continuamente por equipe técnica especializada e está incluída no plano de descaracterização de barragens da companhia, e que a Zona de Autossalvamento (ZAS) permanece evacuada.

"Não obstante, em conformidade com o termo de interdição da Superintendência Regional do Trabalho, a Vale suspendeu o acesso de trabalhadores e a circulação de veículos na zona da inundação da barragem Xingu, sendo permitidos apenas acessos imprescindíveis para estabilização da estrutura, com rigoroso protocolo de segurança", afirmou.

"Em colaboração com a SRT, a Vale está adotando medidas para continuar a garantir a segurança dos trabalhadores, de modo a permitir a retomada das atividades".

Já a Agência Nacional de Mineração reiterou que a barragem entrou em nível 2 de emergência em setembro do ano passado, quando a autarquia vistoriou a estrutura e fez exigências. "A Vale cumpriu algumas e pediu prorrogação de prazo em outras. Desde então, não houve mudanças na estrutura", afirmou.

A ANM disse ainda que está acompanhando a interdição, que foi feita com base em leis trabalhistas.

A Fundação Estadual do Meio Ambiente, vinculada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas, por sua vez, afirmou que participou de vistoria com a ANM em setembro passado, quando foram constatadas informações que levaram à estrutura a ser enquadrada como uma barragem a montante.

No sistema a montante, as paredes da barragem são construídas sobre uma base de resíduos, em vez de em material externo ou em terra firme. Anteriormente, a estrutura era enquadrada como um empilhamento drenado.

A Feam disse ainda que o Ministério Público do Trabalho é uma instituição autônoma, e que o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) tem acompanhando a situação ambiental da estrutura, tendo aplicado medida cautelar que impede a disposição de rejeitos na estrutura, por ausência de estabilidade.

 

Fonte: https://www.valedoitaunas.com.br

A Vale informa que chegaram na noite do dia (1/6), às 22h, mais de 3 milhões de seringas, no Porto de Santos, em São Paulo. A nova leva completa a doação de 50 milhões desses insumos essenciais no planejamento e viabilização dos trabalhos de imunização no país. Toda a quantidade está sendo integralmente destinada ao Ministério da Saúde, que está a cargo da distribuição pelos estados através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os itens, que estão em conformidade com as especificações da Anvisa, foram adquiridos na China, país com o qual a Vale mantém estrutura logística e parceria de quase 50 anos. A operação de importação levou 91 dias, entre a primeira entrega na origem até a última chegada no Brasil, sendo necessários um embarque por via aérea e cinco por via marítima.

"A partir de diálogos com o Ministério da Saúde, nos comprometemos a oferecer este insumo fundamental para vacinar a população e ajudar o país a superar a pandemia", afirma o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo. Ele lembra que esta ação está alinhada ao pilar estratégico da companhia Novo Pacto com a Sociedade. "A nossa determinação é doar integralmente ao Brasil todos insumos para apoiar a população a enfrentar a Covid-19".


A iniciativa faz parte de um novo pacote de ajuda humanitária da Vale no combate à pandemia. A empresa já doou neste ano, por exemplo, 400 mil EPIs para a proteção de profissionais na linha de frente da vacinação, além de apoiar o Instituto Butantan na conclusão das obras de ampliação do Centro de Produção Multipropósito de Vacinas (CPMV), que terá capacidade de produção de até 100 milhões de doses por ano, prestar apoio aos municípios das regiões de atuação para o enfrentamento da pandemia e suporte à saúde de povos indígenas. Através de sua estrutura logística na China, a Vale também organizou a doação de 3,7 milhões de medicamentos para intubação ao Ministério da Saúde, contando com apoio de diversas empresas. (Saiba mais aqui.)

 

Fonte: Nadia Farias 

 

 

 

Empreendimentos criados por associações de agricultores ou produtores com potencial para ampliar a produção de alimentos ou outros arranjos produtivos no sudeste do Pará contarão com apoio da Vale. O objetivo é contribuir com as políticas públicas voltadas para geração de trabalho e renda no campo e fortalecer as capacidades locais de produção nos municípios onde a Vale mantém operações. Ao mesmo tempo, a empresa deve lançar novo programa para capacitação de negócios sociais e estabeleceu convênios com parceiros para estimular o empreendedorismo de forma sustentável no Pará.

Entre os arranjos produtivos que receberão investimentos estão a produção de milho, mel, frutas, cacau e aves, além da horticultura e hortas hidropônicas e a bovinocultura. Os setores foram definidos com base na viabilidade econômica de cultivos já realizados e também negócios que receberam incentivos da Vale e vem apresentando bons resultados. O total de 39 comunidades de Canaã dos Carajás, Parauapebas, Marabá, Curionópolis, Bom Jesus dos Tocantins e Ourilândia do Norte receberão apoio.

Desenvolvimento - "São projetos com potencial para fortalecer arranjos produtivos, favorecer a produção local e viabilizar outras atividades econômicas, além da atividade de mineração", explica o gerente de Relacionamentos da Vale no Pará, Marcos Teixeira Almeida.

Um dos empreendimentos é a Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Acampamento Nova Esperança (Aprane), que se destaca em Parauapebas na produção de milho.  Segundo o presidente da Aprane, Osmair Prado, a produção vem aumentando ano a ano. "Em 2018, eram 38 hectares de área plantada com produção de 4.100 sacas de 50 quilos. Em 2020, a produção expandiu para 54 hectares e 5.400 sacas. Agora a previsão para esse ano de 2021 é produzir 6.700 sacas em área de 67 hectares", conta o presidente. Hoje a associação tem cerca de 40 agricultores.

Um dos fatores para o aumento está no uso da tecnologia da mecanização agrícola. Trator, implementos, a construção de um galpão para armazenar equipamentos e projetos de capacitação e assistência técnica foram doados pela Vale. Como resultado da produção, foi possível também que a associação adquirisse com recursos próprios mais um trator e outros implementos. “Esse método que adotamos para a gente melhorou muito. A relação de que a gente colhia não pagava os custos. Hoje a gente consegue atender de uma forma que a gente venha a ter lucro”, diz Osmair.

Novos programas irão apoiar negócios sociais

Também com o foco no desenvolvimento dos arranjos produtivos no território, a Vale em conjunto com a empresa Impacto Plus realizam, desde janeiro de 2021, trabalho de mapeamento, priorização e fortalecimento em cadeias produtivas da agricultura. A primeira etapa do trabalho, mapeamento, está em fase final de conclusão e na sequência, a ideia é seguir para consultas à produtores, governos e organizações sociais, a fim de contribuir com a definição de cadeias prioritárias.

Além dos arranjos produtivos, um novo programa a ser lançado pela empresa estará voltado para o desenvolvimento de fornecedores sociais. A iniciativa criada em parceria com a REDES/Fiepa objetiva criar um ambiente de incubação para os empreendimentos comunitários e com isso promover capacidades essenciais de gestão, em diversas áreas, para que eles se tornem aptos a fornecer bens e serviços para o mercado local.

Em outra frente, foi firmado convênio com o Instituto Terroá, onde a Vale vai disponibilizar cooperação técnica e financeira com foco no auxílio à captação de recursos para comunidades. Ou seja, o objetivo desse apoio é desenvolver capacidades e apresentar oportunidades para que as organizações locais possam ter acesso a recursos financeiros de fontes nacionais e internacionais e, dessa forma, articulem e gerenciem com independência projetos de inclusão produtiva, combate à pobreza, segurança alimentar e adaptação às mudanças climáticas.

Já a Fundação Vale, também lançou o programa Inova UP, que tem como parceiros o Centro de Empreendedorismo da Amazônia e a Wheaton Precious Metals. O projeto busca colaborar com o desenvolvimento e proporcionar a inclusão produtiva da juventude, com o apoio a mais de 400 jovens empreendedores de Marabá, Canaã dos Carajás e Parauapebas. Também iniciativas que gerem soluções para os principais problemas sociais e ambientais da Amazônia receberão assistência e acompanhamento por meio da AMAZ Aceleradora de impacto, que conta com o apoio do Fundo Vale.

 

Fonte: Tami Kondo 

O Programa de Estágio 2021 da Vale está com inscrições abertas a partir de terça-feira, 1º de junho. São cerca de 900 vagas em diversas cidades de seis estados: Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará e Rio de Janeiro. De forma dinâmica e inspiradora, o programa tem como objetivo oferecer experiências que gerem impacto positivo na vida dos candidatos por meio do desenvolvimento na diversidade e na inclusão de pessoas.

Podem se candidatar ao processo seletivo pessoas que estejam cursando o Ensino Superior e as inscrições ficam abertas até o dia 5 de julho pelo site www.vale.com/estagio. Os candidatos só poderão se inscrever para vagas no estado onde residem, mesmo em locais em que o trabalho seja 100% remoto, e devem ter disponibilidade para trabalhar pelo período de até 6h. No Pará, são 130 vagas para os municípios de Belém, Marabá, Canaã dos Carajás, Parauapebas  e Ourilândia do Norte.

O Programa de Estágio da Vale 2021 vai oferecer oportunidades em cursos como Engenharias, Geologia, Administração, Comunicação, Psicologia, Direito e Economia, entre outros. Por um período de até dois anos, os estagiários terão a oportunidade de vivenciar o dia a dia da profissão por meio de mentorias de carreira, acesso a uma trilha exclusiva de desenvolvimento em temas relevantes, além de experiências práticas na rotina e em projetos da empresa. O estágio possibilita, ainda, que o estudante desenvolva e aprimore habilidades teóricas e comportamentais que serão fundamentais durante sua jornada profissional.

Thaís Milena Corrêa, 22 anos, está no 8° período de Administração na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e desde dezembro de 2019 faz parte da equipe de Recursos Humanos de Carajás, em Parauapebas, como estagiária. Nesses quase 18 meses de atuação, Thaís diz que vive uma experiência única.

"Ser estagiária na Vale têm sido uma experiência única de vida. Aqui eu me sinto valorizada, reconhecida e cuidada por todos da companhia. Tenho a oportunidade de atuar estrategicamente na minha área e no negócio como um todo. Dessa forma, posso ser protagonista da minha carreira, pois temos um ambiente de trabalho que é construção em conjunto! Aqui, no Programa de Estágio, contamos com orientadores para acompanhar o aprendizado e acessamos diversas plataformas que apoiam nosso desenvolvimento e a experiência profissional. Eu sou feliz por estar aqui!", comemora.


Para Mira Noronha, gerente global de Atração de Talentos na Vale, o Programa de Estágio da Vale se adaptou ao novo normal sem deixar de manter viva a atração dos estudantes pelo processo seletivo da empresa. “Dar continuidade a um programa tão importante, agora já inserido à modalidade remota, é de grande importância para seguir aproximando e engajando jovens para o momento de transformação da empresa”, afirma.

Pré-requisitos

Podem se candidatar estudantes cursando ensino superior, com previsão de formatura entre dezembro de 2022 e dezembro de 2023. Os estudantes precisam apresentar a declaração da instituição de ensino autorizando a realização de estágio.

O processo também inclui oportunidades para pessoas com deficiência. A Vale estimula fortemente a inscrição de pessoas com deficiência, de acordo com sua política de promover a inclusão e valorizar a diversidade.

Processo seletivo

O processo seletivo para o Programa de Estágio será online e totalmente às cegas em todas as etapas com o objetivo de evitar que vieses inconscientes influenciem a escolha dos candidatos e para promover uma seleção baseada na avaliação de potencial e capacidade de realização futura. Dessa forma, informações como gênero, etnia, idade, faculdade, endereço, estado civil, deficiências, entre outras, são omitidas durante a seleção.

Ao todo, a seleção acontece em seis etapas, todas eliminatórias, que incluem inscrições e avaliações, painel com gestores e gestoras, exames médicos admissionais e divulgação de resultados. Todas as etapas do processo devem ser acompanhadas pelo site.

Benefícios e carga horária

Os selecionados receberão bolsa-auxílio mensal de até R$ 1.375,14 (valores variam de acordo com a carga horária), vale-transporte e vale-refeição e terão direito a assistência médica, trilha de desenvolvimento de carreira exclusivo para estagiários(as), acesso ao Gympass, programa de assistência ao empregado, seguro de vida e cesta de Natal, além de recesso remunerado de 15 dias a cada 6 meses. A carga horária do estágio varia entre quatro e seis horas diárias, dependendo das atividades a serem desenvolvidas.

 

Fonte: Nadia Farias 

A Rede Voluntária Vale está mobilizando duas ações no Pará. Em Canaã dos Carajás, o comitê realiza doação de cestas básicas e kits de higiene pessoal para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade social na zona rural e na sede do município. Em Curionópolis, os voluntários fizeram ação de entrega de kits de higiene e mantém uma ação contínua de arrecadação de alimentos para doação de cestas básicas para as comunidades vizinhas ao empreendimento Serra Leste, a exemplo de Serra Pelada.

A voluntária do comitê de Canaã dos Carajás, Denise Ferreira comemora a adesão. “Fizemos uma ação nesse mesmo formato ano passado, logo no início da pandemia. Levantamos novamente a bandeira e mobilizamos nossos voluntários em Canaã. Este mês conseguimos arrecadar 291 cestas básicas, 150 famílias de comunidades da zona rural e na sede do município já foram beneficiadas. E vamos seguir com as doações”.

Acássio Silva é morador de Curionópolis e integra e comitê de voluntários de Serra Leste. Ele apoiou a realização de ações voltadas para as comunidades vizinhas ao empreendimento, que doaram 230 kit higiênico e 122 cestas básicas. Para ele “o bom de ser voluntário, é que em cada ação feita de coração, estamos nos ajudando também, nos tornando mais felizes, além do sentimento de contribuir, estamos fazendo o bem ao próximo”, conclui.

A Rede Voluntária Vale, plataforma digital do programa de voluntariado corporativo da empresa, conta com mais de 3.700 voluntários e mobiliza ações de empregados, de seus familiares e de quaisquer pessoas dispostas a fazer a diferença na vida de outra pessoa. Em 2020 foram mais de 230 ações promovidas em 11 estados do Brasil.

Para integrar a Rede Voluntária ou apoiar as ações dos comitês do Pará, acesse https://redevoluntariavale.com.br/acao/doacao-de-cestas-a-familias-carentes-de-canaa-dos-carajas/ e https://redevoluntariavale.com.br/acao/doe-alimentos-e-construa-cestas/

 

 

 

Fonte: Nadia Farias 

Segue até a próxima segunda-feira, 31 de maio, o prazo de inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2021 da Vale. Ao todo, serão cerca de mil vagas distribuídas entre os estados do Pará, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Podem se candidatar ao processo seletivo pessoas de 18 a 22 anos que tenham concluído o Ensino Médio e residentes nos municípios paraenses de Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis. Os candidatos só poderão se inscrever para vagas nas cidades onde residem, mesmo em locais em que o trabalho seja 100% remoto, e ter disponibilidade para trabalhar pelo período de 6h. As inscrições podem ser feitas pelo site www.vale.com/oportunidades.

O programa Jovem Aprendiz é uma das principais portas de entrada para a empresa e tem o objetivo de ampliar as possibilidades de crescimento profissional e inserção qualificada de jovens no mercado de trabalho.

Com duração de até dois anos, o programa prevê o desenvolvimento dos jovens em atividades teóricas e práticas que poderão ser realizadas em instituições de ensino parceiras ou na Vale, contando com acompanhamento de orientadores técnicos da Vale. Ao final, os jovens recebem um certificado de conclusão do programa.

A seleção será dividida em seis etapas, todas eliminatórias e devem ser acompanhadas pelo site. Os selecionados terão direito a bolsa-auxílio, assistência médica, seguro de vida, transporte e programa de assistência ao empregado. Além disso, o programa oferece vale-alimentação e refeição na fase prática.

 

Fonte: Nadia Farias 

Estão abertas, de 17 a 31 de maio, as inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2021 da Vale. Ao todo, serão cerca de mil vagas distribuídas entre os estados do Pará, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. O programa é uma das principais portas de entrada para a empresa e tem o objetivo de ampliar as possibilidades de crescimento profissional e inserção qualificada de jovens no mercado de trabalho.

Podem se candidatar ao processo seletivo pessoas de 18 a 22 anos que tenham concluído o Ensino Médio e residentes nos municípios paraenses de Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis. Os candidatos só poderão se inscrever para vagas nas cidades onde residem, mesmo em locais em que o trabalho seja 100% remoto, e ter disponibilidade para trabalhar pelo período de 6h. As inscrições podem ser feitas pelo site www.vale.com/oportunidades.

O programa tem duração de até dois anos, período em que os selecionados terão acesso à conteúdos de capacitação para atuar nas áreas de eletromecânica industrial, operação de equipamentos e serviços administrativos. O programa prevê o desenvolvimento dos jovens em atividades teóricas e práticas que poderão ser realizadas nas instalações das Instituições de Ensino ou da Vale, contando com acompanhamento de orientadores técnicos da Vale. Ao final, os jovens recebem um certificado de conclusão do programa.

Para a gerente global de Atração de Talentos da Vale, Mira Noronha, programas como esse são extremamente importantes, pois costumam ser a porta de entrada para o jovem ingressar em uma grande empresa. "Sabemos o quanto a primeira oportunidade de trabalho em uma grande empresa, como a Vale, pode marcar positivamente a vida de um jovem, além de trazer uma transformação social, econômica e educacional profunda. Queremos estar ao lado deles neste momento tão importante que é o primeiro emprego", reforça.

Na operação de britagem da mina de Carajás, em Parauapebas, no sudeste do Pará, a analista operacional Silmara Barbosa fala com entusiasmo do programa Jovem Aprendiz, pelo qual ela ingressou há 15 anos, na empresa. "Foi meu primeiro emprego. E foi a oportunidade da minha vida. Entrei no processo em 2005, com 20 anos. Efetivei e passei pelas funções de auxiliar técnico de manutenção, técnico de planejamento e programação até analista operacional, onde estou hoje", comenta.

Atualmente Silmara tem a oportunidade de contribuir com a formação de outros jovens aprendizes, que estão na sua equipe. Um deles é Robert Plant Vieira Souza, de 20 anos. Natural de Parauapebas, ele está participando da fase teórica da formação, que é realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) no município. Ele diz estar conhecendo melhor o processo de mineração. "Está sendo uma experiência muito boa.  No Senai nós temos a oportunidade de realmente aprender, entender mais à fundo os processos da mineração e assim, desenvolver ainda mais interesse pela área", comenta.

 

Processo seletivo

Todo o processo será online e às cegas até a última etapa. Este é um método de seleção no qual informações como gênero, etnia, idade, endereço, estado civil, deficiências, entre outras, são omitidas durante o processo seletivo. O objetivo é evitar que vieses inconscientes influenciem a escolha dos candidatos e promover uma seleção baseada na avaliação de potencial e capacidade de realização futura.

A seleção será dividida em seis etapas, todas eliminatórias. As fases incluem inscrições e avaliações, dinâmica de grupo, painel com gestores e gestoras, exames médicos admissionais e divulgação de resultados. Todas as etapas do processo devem ser acompanhadas pelo site.

O Programa Jovem Aprendiz inclui também oportunidades para pessoas com deficiência e, para eles, não existe limite de idade. A Vale estimula fortemente a inscrição de pessoas com deficiência, de acordo com sua política de promover a inclusão e valorizar a diversidade.

 

Benefícios

Os selecionados terão direito a bolsa-auxílio, assistência médica, seguro de vida, transporte e programa de assistência ao empregado. Além disso, o programa oferece vale-alimentação e refeição na fase prática.

 

Fonte: Tami Kondo

Num reforço à ação solidária de doação de medicamentos para intubação, a Vale contou com apoio de mais empresas para compra desses insumos. Uma quantidade adicional de 300 mil medicamentos será doada para o tratamento de pacientes com Covid-19 internados em UTIs, perfazendo um total de 3,7 milhões analgésicos, sedativos e bloqueadores neuromusculares. Todos os insumos estão sendo entregues ao Ministério da Saúde, responsável pela distribuição pelos Estados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O último lote dessa nova remessa emergencial, adquirida na China, chegou na madrugada do dia 11/5, às 4h20, no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Desta vez, se juntaram à Vale a BR Distribuidora e Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), que está representando, além da BR, a ICONIC, Ipiranga, Petrobras e Petrogal Brasil.

A nova iniciativa se soma a outra doação, de 3,4 milhões de medicamentos para intubação, de outro pool de empresas, formado por ENGIE, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen, TAG e Vale, conforme anunciado no dia 8 de abril. Os itens possuem autorização para importação emitida pela Anvisa, além da certificação da agência sanitária chinesa.

 

Fonte: Tami Kondo

A Vale abriu processo seletivo com cerca de 200 vagas para profissionais com deficiência. Há oportunidades para diversos cargos, em áreas operacionais e administrativas, incluindo o trabalho remoto. A seleção voltada para profissionais com deficiência faz parte do movimento da empresa de se tornar mais inclusiva e ampliar a diversidade. As oportunidades presenciais (em que não será possível o trabalho remoto) estão distribuídas nos estados do Pará, Maranhão, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em terras paraense, há 95 vagas que abrangem os municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas, Marabá, Curionópolis e Ourilândia do Norte. As inscrições devem ser feitas em www.vale.com/oportunidades ou pelo perfil da empresa no LinkedIn até 14 de maio.

No site da Vale, o candidato poderá verificar qual vaga está mais alinhada ao seu perfil, realizar a inscrição e participar do processo seletivo 100% online. A avaliação de cada candidato acontecerá durante todas as etapas do processo seletivo, conforme modelo global de recrutamento, iniciando pela análise de enquadramento.

"Estamos em uma jornada de transformação e acreditamos que a evolução da Vale exige contribuições de múltiplas perspectivas e experiências. Somos uma empresa feita por pessoas e para pessoas e atrair talentos diversos é fundamental para que possamos inovar e construir uma companhia cada vez mais sustentável", explica Mira Noronha, gerente global de Atração de Talentos da Vale.

Evoluindo juntos

A evolução conjunta, movida pelas pessoas que fazem a Vale, está presente na trajetória de Sarah Lopes, que trabalha em Carajás, na cidade de Parauapebas, sudeste do Pará, mas está em regime de home office devido à pandemia. Formada em Engenharia Civil, ela integra a equipe de Gestão e Contratos do negócio de Metais Básicos desde dezembro de 2019, e sua presença estimulou uma mudança no olhar dos colegas sobre as pessoas com deficiência.

"O sonho de entrar na Vale e fazer parte de uma empresa global sempre existiu. E aos 25 anos isso foi possível. Vivo e desfruto desse sonho a cada dia", conta. Sua presença também tem provocado mudanças comportamentais entre os empregados. "Fui muito bem acolhida pela minha equipe e melhor, fui motivada a ter um olhar crítico, para que pudéssemos levantar todos os pontos de melhorias e com isso contribuir em fazer da Vale um lugar realmente acessível a todos", explica.

Na Vale desde 2014, o psicólogo Rafael Souza é analista de Recursos Humanos e lembra de, no início, ter que explicar para os colegas que precisava levantar com frequência para não sentir dor. Ele sofreu um acidente quando tinha 15 anos e, como sequela, teve um encurtamento na perna esquerda que trouxe dificuldade de locomoção. "Minha presença e o diálogo ajudaram a mudar a visão dos colegas", lembra.

Ele já fez diversas movimentações de carreira, trabalhando em diferentes áreas da Diretoria de Pessoas e, além de estar sempre atento às oportunidades, acredita que o diálogo aberto e transparente com os gestores foi fundamental para seu crescimento. E dá uma dica para os que ainda não se sentem protagonistas das suas carreiras: "Temos que dar a direção que queremos para nossa carreira e podemos crescer demonstrando habilidade, maturidade, comportamento adequado e entregas profissionais".

 

Fonte: Tami Kondo

O primeiro lote com 2,3 milhões - de um total de 3,4 milhões, de medicamentos para intubação chega hoje à noite ao aeroporto de Guarulhos, em SP. A iniciativa partiu de um grupo de empresas que se uniu diante do agravamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e da consequente escassez de insumos para o atendimento a pacientes em UTIs. Todos os medicamentos serão doados ao Ministério da Saúde em quantidade suficiente para a gestão de 500 leitos pelo período de um mês e meio. Esta ação solidária, em caráter emergencial, conta com o engajamento e apoio da ENGIE, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a essa mobilização há três semanas.

A expectativa é que até o final deste mês todos os insumos (sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides - itens básicos para realizar e manter pacientes intubados) sejam integralmente doados ao governo federal, que cuidará também da distribuição pelos Estados por meio do SUS-Sistema Único de Saúde. Os itens, que foram adquiridos na China, possuem autorização para importação emitida pela Anvisa, além da certificação da agência chinesa.

Em parceria com a Prefeitura de Parauapebas, foi realizada a testagem em massa na população do município, com a disponibilização de 100 mil testes PCR gratuitos por meio do sistema drive-thru. A testagem da Vale e na sociedade colocou o município no ranking das cidades que mais testam do país e entre os locais com maior nível de recuperados no Estado do Pará.

A Vale segue apoiando a sociedade e acaba de entregar nova ala hospitalar no Hospital Geral de Parauapebas (HGP),  que agora totaliza 68 novos leitos para tratamento especifico de pacientes da Covid-19. Os leitos, implantados em parceria com a prefeitura, são permanentes e vão ajudar ainda mais no tratamento em  Parauapebas e das cidades vizinhas, ampliando a oferta de leitos.  A empresa também renovou contrato com o Instituto ACQUA para a contratação de profissionais de saúde que estão dedicados ao atendimento de pacientes com sintomas do novo coronavírus na Ala Covid do Hospital Geral (HGP).

 

Fonte: Nadia Faria 

 

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Sul e Sudeste do Pará

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