Carajas o Jornal

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A França vai suspender todos os voos entre o país e o Brasil devido às preocupações com a variante brasileira do coronavírus, anunciou nesta terça-feira (13) o primeiro-ministro do Jean Castex, na Assembleia Nacional.

"Constatamos que a situação se agrava e decidimos, portanto, suspender até um novo aviso todos os voos entre Brasil e França", disse ele.

Os franceses temem a ameaça das variantes brasileiras, como a P1, descoberta em Manaus, associada a maior transmissibilidade e letalidade.

Na França, a presença da variante brasileira do coronavírus é minoritária. Os profissionais de saúde alertam há dias que há propagação desse vírus, e os políticos de oposição exigiam que o governo proibisse os voos.

Em entrevista ao "Le Parisien", o epidemiologista Antoine Flahaut afirmou que a variante brasileira "a princípio pode parecer inofensiva, mas logo pode crescer muito rapidamente".

Há um mês, o ministro de Saúde do país, Olivier Veran, disse que cerca de 6% dos casos de Covid-19 na França eram das variantes detectadas inicialmente no Brasil e na África do Sul.

Mesmo antes da suspensão, as viagens já eram restritas. Os viajantes que partiam do Brasil já precisavam mostrar um teste negativo ao chegar à França. Além disso, eram também obrigados a ficar em quarentena durante 10 dias.

 

Covid-19 na França

 

A França teve 5,1 milhões de casos de coronavírus desde o começo da pandemia. Morreram 99 mil pessoas no país.

Há uma onda recente de infecções e internações em Paris e outras cidades.

 

Fonte: Por G1

A família de Gilberto tem se demonstrado muito feliz com sua participação no "Big Brother Brasil 21". Para expressar o contentamento, a irmã do participante, Janielly Nogueira, fez uma tatuagem com o rosto do economista em seu braço esquerdo.

Ela mostrou a homenagem através de fotos postadas nos stories de seu perfil do Instagram.

"É só uma das milhões de expressões de amor e admiração que tenho por você, meu querido e amado irmão, eu te amo demais, vigor!", escreveu.

Nas redes sociais, os internautas não gostaram muito da arte. "Gil vai usar uma parte do 1,5M que ganhar pra apagar a tatuagem da irmã", disse um espectador do programa. "Deixou ele desfigurado", comentou outro. "Horrenda", criticou mais um.

Com a repercussão negativa, Janielly precisou ir aos seus stories se justificar, alegando não se tratar de uma arte realista.

"Trata-se de uma caricatura e não de um realismo! Aprendam a diferenciar. Que saco ter que se explicar em tudo", comentou.

Através de um vídeo já excluído de seu perfil, a irmã do participante ressaltou que não pediu que as pessoas opinassem, e que está feliz com a homenagem.

"É muito mimimi… Não tem perfeição não, eu gostei e está tudo certo pra mim. Quem não gostou não posso fazer nada… A tatuagem foi em mim, eu não pedi opinião antes de fazer”, disse.

 

Fonte: Extra

 

 

Bernardinho será o novo treinador da França após as Olimpíadas de Tóquio. O técnico brasileiro vai substituir Laurent Tillie no comando da equipe com a missão de levar a seleção masculina europeia ao ouro nos Jogos de Paris, em 2024. O jornal francês “L’Equipe” foi o primeiro a publicar a informação, nesta segunda-feira, confirmada pelo repórter Alê Oliveira. Pouco depois, a própria federação de vôlei do país confirmou a contratação com uma declaração do técnico.

- Estou muito honrado que a Federação tenha aceitado minha candidatura. Esta decisão não foi fácil porque requer alguns sacrifícios pessoais. Mas quando olho para a seleção da França e sua evolução hoje, fico muito entusiasmado com a ideia de poder trazer minha experiência a ela, a fim de avançar em direção a um único objetivo comum: a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris. É um verdadeiro desafio que nos espera - disse Bernardinho.

A Federação Francesa procurou Bernardinho na última semana. O treinador, em entrevista ao portal “Web Vôlei”, porém, negou o acerto e afirmou que havia apenas recebido uma sondagem. Com o acordo, o treinador deixará o comando do Sesc-Flamengo. A estreia à frente da seleção europeia deverá ser em setembro, no Campeonato Europeu.

- Essa equipe tem potencial e gostaria de destacar o trabalho admirável que Laurent Tillie tem feito com os seus jogadores ao longo dos últimos nove anos. Quero continuar este trabalho, ultrapassar os limites e as capacidades de cada um, continuar a fazê-los crescer como atletas e como seres humanos. É uma etapa necessária. Mas, por enquanto, só pode haver um objetivo: as Olimpíadas de Tóquio. Então, vou deixar Laurent, sua equipe e seus jogadores trabalharem para ter o melhor desempenho em Tóquio. Eles têm a capacidade e o talento - afirmou o treinador.

Um dos mais vitoriosos técnicos do país, Bernardinho vai comandar pela primeira vez uma seleção estrangeira. O treinador chegou ao time masculino do Brasil em 2001, às vésperas da Liga Mundial daquele ano – da qual sairia campeão. Estreou no dia 4 de maio, contra a Noruega, em amistoso disputado em Portugal, como parte da preparação para o torneio. Em 15 anos, somou mais de 30 conquistas à frente da equipe. Foram dois ouros olímpicos (2004 e 2016), duas pratas (2008 e 2012) e três títulos mundiais (2002, 2006 e 2010), além de oito Ligas Mundiais. Antes, com a seleção feminina, conquistou dois bronzes olímpicos, nos Jogos de Atlanta, em 1996, e de Sydney, em 2000. Foram seis medalhas olímpicas em sequência.

O técnico deixou a seleção brasileira após a conquista do ouro nas Olimpíadas do Rio. Queria ficar mais perto da família após duas décadas se dividindo entre equipe e seleção. Agora, porém, assume uma nova missão para o próximo ciclo olímpico.

Antes do convite da seleção francesa, Bernardinho estava à frente da montagem do elenco do Sesc-Flamengo para a próxima temporada da Superliga. Na última edição da competição nacional, o treinador levou o clube à quinta posição, sendo eliminado nas quartas de final para o Sesi-Bauru.

 

Fonte: Por Redação do ge — Rio de Janeiro

A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (12) que foi alterado o prazo final de entrega da Declaração de Imposto de Renda das Pessoas Física (IRPF) de 2021, referente ao ano calendário 2020, do dia 30 de abril para o dia 31 de maio de 2021. A mudança foi implementada por meio da instrução normativa 2.020, publicada no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (12).

Na semana passada, o Senado Federal aprovou um projeto que prorroga o prazo de entrega até 31 de julho deste ano. O texto já foi aprovado pela Câmara, mas, por ter sido modificado, precisa ser novamente analisado pelos deputados. Caso seja aprovado, a proposta seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a Receita Federal, também foram prorrogados para 31 de maio de 2021 os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como o vencimento do pagamento do imposto relativo às declarações.

Segundo o órgão, a extensão dos prazos de entrega aconteceu para suavizar as dificuldades impostas pela pandemia do Coronavírus (Covid-19).

"A medida visa proteger a sociedade, evitando que sejam formadas aglomerações nas unidades de atendimento e demais estabelecimentos procurados pelos cidadãos para obter documentos ou ajuda profissional. Assim, a Receita Federal contribui com os esforços do Governo Federal na manutenção do distanciamento social e diminuição da propagação da doença", informou.

Em 2020, também por conta da pandemia do novo coronavírus, o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda foi postergado, mas para o dia 30 de junho.

A Receita Federal também informou que cronograma de restituição do Imposto de Renda foi mantido. Deste modo, o primeiro lote será pago no dia 31 de maio, e o último em 30 de setembro.

Pagamento das cotas do IR

De acordo com a Receita Federal, o vencimento das cotas do Imposto de Renda também foi alterado. Para quem tem imposto a pagar, a primeira cota, ou a cota única do IR, que antes venceria em abril, poderá ser paga até o dia 10 de maio.

Por conta disso, o órgão informou que o cidadão que quiser pagar o imposto devido via débito automático deverá fazer a solicitação até 10 de maio.

"Quem enviar a declaração após esta data deverá pagar a 1ª cota por meio de DARF, gerado pelo próprio programa, sem prejuízo do débito automático das demais cotas", informou o órgão.

No caso das demais cotas, segundo o Fisco, também houve mudança. A segunda cota, que deveria ser paga até o fim de maio, teve prazo prorrogado até o último dia útil de junho. A terceira, que venceria no fim de junho, passou para o final de julho, e as demais para o fechamento dos meses subsequentes. Assim, a oitava cota, que antes venceria no fim de novembro, passou para o último dia útil de dezembro.

As cotas do IR são acrescidas da taxa Selic e de mais 1% sobre o valor da cota. O órgão lembra que nenhuma cota deve ser inferior a R$ 50,00, e que o imposto de valor inferior a R$ 100 deve ser pago em cota única.

Um grupo de senadores articula um pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para apurar, além dos atos do governo federal, a responsabilidade de governadores e prefeitos na crise provocada pela pandemia da Covid-19.

Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso determinou em uma decisão liminar (provisória) a instalação de uma CPI no Senado para investigar ações e omissões do governo federal na pandemia. Senadores governistas e o presidente, Jair Bolsonaro, defenderam que prefeitos e governadores também deveriam ser alvo da comissão.

Bolsonaro chegou a telefonar para o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) durante o final de semana e pedir a ampliação da CPI. Ele foi gravado pelo parlamentar, que divulgou a conversa nas redes sociais.

O requerimento que pede a abertura da CPI para apurar a atuação de governadores e prefeitos é de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e alcançou 34 assinaturas na manhã desta segunda-feira (12), mais do que as 27 necessárias para a abertura das investigações. O pedido deve ser protocolado nesta terça-feira (13).

Girão justificou o pedido de instalação da CPI afirmando que o governo federal repassou bilhões de reais aos entes federados e faltou transparência nos contratos firmados pelos gestores públicos.

“Diversos foram os atores e alvos dessas apurações de corrupção – de norte a sul do país. Governadores e secretários de saúde foram afastados – e presos –, casas de assessores foram revistadas e diversos nomes passaram a figurar entre os investigados”, justificou.

Líder da minoria, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) disse não se opor à ampliação do escopo da CPI para investigar também governadores e prefeitos, mas defendeu a competência das assembleias legislativas estaduais e câmara municipais nas investigações.

“As assembleias estaduais e as câmaras municipais podem muito bem fazer este papel. E a CPI vai investigar as ações do governo federal no enfrentamento da Covid”, afirmou o líder.

 

Assinaturas

 

Segundo a assessoria do senador Eduardo Girão, o requerimento para instalação da CPI recebeu 34 assinaturas, são elas:

 

  1. Eduardo Girão
  2. Allvaro Dias
  3. Jorge Kajuru
  4. Flávio Arns
  5. Alessandro Vierira
  6. Styvenson Valentim
  7. Oriovisto Guimarães
  8. Reguffe
  9. Lasier Martins
  10. Paulo Paim
  11. Plínio Valério
  12. Rose de Freitas
  13. Izalci Lucas
  14. Soraya Thronicke
  15. Marcos do Val
  16. Luis Carlos Heinze
  17. Esperidião Amin
  18. Fernando Bezerra Coelho
  19. Eduardo Gomes
  20. Elmano Férrer
  21. Carlos Viana
  22. Vanderlan Cardoso
  23. Chico Rodrigues
  24. Zequinha Marinho
  25. Eduardo Braga
  26. Marcos Rogério
  27. Carlos Fávaro
  28. Mecias de Jesus
  29. Luis do Carmo
  30. Ciro Nogueira
  31. Roberto Rocha
  32. Flávio Bolsonaro
  33. Marcio Bittar
  34. Rodrigo Cunha

 

 

Comissão mista

 

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) também se movimenta para apresentar um terceiro requerimento ligado à inclusão de estados e municípios nas investigações.

Rocha colhe assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) – quando há a participação de deputados e senadores.

No requerimento, que ainda não foi protocolado, o senador afirma que a comissão visa a "apurar eventual malversação do emprego de recursos financeiros da União transferidos para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, destinados ao enfrentamento dos efeitos da epidemia da covid-19 no país, em especial dispensas de licitação indevidas, superfaturamento na aquisição de bens e serviços, e utilização dos recursos em finalidades alheias às que justificaram os repasses".

Roberto Rocha argumenta ainda que há denúncias de mau uso das verbas federais por gestores em todos os níveis federativos, que “utilizam esses recursos para finalidade estranha à sua destinação e, ainda mais grave, para enriquecimento próprio e de terceiros”.

Para a criação de uma CPMI, são necessárias as assinaturas de 171 deputados e 27 senadores.

Na justificativa da proposição, o legislador explica que o referido bairro é um dos maiores e mais antigos da cidade, com quase 30 mil moradores, estrutura significativa de comércio e instituições de ensino, mas não conta com nenhum espaço público de lazer, onde a comunidade possa interagir e desfrutar de mais qualidade de vida.

“É Importante mencionar que atualmente o local citado para a construção da praça está servindo de depósito de lixos e entulhos, facilitando a propagação de doenças, animais peçonhentos, entre outros”, detalha Rafael Ribeiro.

O vereador acrescenta que o atendimento da presente indicação vai ao encontro do anseio da referida comunidade, que necessita do espaço para a prática de esportes, cultura, lazer e, consequentemente, melhoria da saúde com a prática de atividades físicas e desportistas.

A matéria foi aprovada em plenário pelos demais vereadores e agora será encaminhada para passar por análise de viabilidade técnico-orçamentária junto ao governo municipal.

 

Texto: Waldyr Silva 

Oito diferentes grupos empresariais apresentaram propostas de compra, fusão ou parceria ao Hospital Santa Catarina, de Blumenau. A União Paroquial Luterana, mantenedora da instituição, fará assembleia na quinta-feira (15) para avaliar e deliberar sobre as ofertas. A venda do hospital ainda não é uma certeza. Segundo informações dentre os interessados estão a carioca Rede D’Or São Luiz, a paranaense Clinipam, a Unimed Blumenau e o Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre.

Desde o início do ano, como o Santa noticiou, a União Paroquial Luterana, que congrega oito paróquias de Blumenau e Gaspar, havia aberto debate interno sobre sondagens de investidores. Após uma série de reuniões, a ordem foi ouvir o que os interessados tinham a propôr para que a comunidade pudesse avaliar caso a caso. Envolvidos na negociação disseram que não haverá manifestação oficial no momento.

O gaúcho Moinhos de Vento propôs uma espécie de fusão com o Santa Catarina. Também há uma segunda oferta sem previsão de aporte financeiro, apenas parceria. Os outros seis potenciais investidores pretendem adquirir a instituição, que completou 100 anos em 2020. Os valores apresentados não foram divulgados.

Os interessados

Nos bastidores, corre a informação de que a proposta financeira mais alta veio da paranaense Clinipam, que acaba de ser incorporada pela Notre Dame Intermédica, um dos maiores grupos de saúde privada do país. A Notre Dame, por sua vez, anunciou em fevereiro a fusão com a Hapvida, outra protagonista do setor. A Clinipam administra o Hospital Ônix, em Curitiba, e o Hospital do Coração, em Londrina, além de 19 centros clínicos no Paraná e em Santa Catarina. Em Blumenau, o grupo possui um centro de consultas e exames eletivos na Rua Luiz de Freitas Melro, no Centro.

A Rede D’Or São Luiz é outra gigante da saúde suplementar brasileira. Possui 51 hospitais próprios e atua nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná e no Distrito Federal. Em 2020, abriu capital e a oferta inicial de ações (IPO) na Bolsa de Valores foi a maior do ano, levantando mais de R$ 11 bilhões. Sinal de quão aquecido está o mercado.

A Unimed, maior cooperativa médica do país, também demonstrou interesse por meio da Unimed Blumenau. Dona de um hospital para cirurgias eletivas no Neumarkt e de um ambulatório no bairro Vila Nova, a organização médica iniciou a construção de um hospital, também na Vila Nova, mas a obra está parada há cinco anos. Ao colega Pedro Machado, a Unimed Blumenau informou, em março, que não tem prazo para retomar os trabalhos, mas o hospital próprio permanece nos planos.​

A Unimed Blumenau foi procurada pela coluna, mas ainda não respondeu à solicitação de entrevista. Como as empresas que controlam Clinipam e Rede D’Or São Luiz têm capital aberto, os dois grupos informaram que não comentam negociações em andamento. Não foi possível contatar o Hospital Moinhos de Vento até o momento.

 

Fonte: Por Evandro de Assis

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos na sexta, acompanhando a disparando do dólar e a reação dos prêmios, segundo a Safras & Mercado. Em dia de relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) baixista, a movimentação foi escassa, com os produtores focando na colheita.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 167. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 166. No porto de Rio Grande, o preço subiu de R$ 173 para R$ 174.

Em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 164 para R$ 166 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 172 para R$ 173.

Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 164 para R$ 165. Em Dourados (MS), a cotação aumentou de R$ 155 para R$ 157. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 161.

Soja na Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam a sexta-feira com preços em baixa, reduzindo e quase zerando a alta semanal. O mercado acentuou as perdas após o relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou um cenário de maior oferta global da oleaginosa.

O USDA manteve a estimativa para os estoques americanos em 2020/21, enquanto o mercado apostava em corte. Também repetiu a estimativa para a safra da Argentina, contrariando o sentimento de queda. Além disso, elevou a previsão para a safra do Brasil a um patamar acima do esperado.

Os estoques finais americanos estão estimados em 120 milhões de bushels ou 3,26 milhões de toneladas, sem alteração. O mercado apostava em carryover de 119 milhões ou 3,24 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 12,25 centavos de dólar por libra-peso ou 0,86% a US$ 14,03 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 13,98 por bushel, com perda de 11,50 centavos ou 0,81%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo recuou US$ 5,60 ou 1,37% a US$ 401,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 52,85 centavos de dólar, perda de 0,53 centavo ou 0,99%.

 

Fonte: Por Agência Safras

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou na sexta-feira que, apesar de ser contrário à instalação da CPI da Pandemia neste momento, "não vai trabalhar um milímetro para mitigar a CPI nem para que não seja instalada nem para que não funcione". Ele ressaltou que decisão judicial deve ser cumprida.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o presidente do Senado também disse que o presidente Jair Bolsonaro "não contribui" com seu discurso negacionista. "Quando ele [Bolsonaro] prega qualquer tipo de negacionismo, eu vou criticar o negacionismo e consequentemente estou criticando a fala dele."

Ontem, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a instalação da CPI da Covid-19 no Senado. A oposição conseguiu as assinaturas necessárias para que a comissão funcionasse, mas Pacheco vinha resistindo em instalá-la.

Após ser comunicado, na quinta-feira, Pacheco disse que vai cumprir a decisão, mas criticou o seu teor. O presidente do Senado afirmou que o momento é "inapropriado" e o colegiado pode representar "o coroamento do insucesso nacional do enfrentamento da pandemia". Embora não esteja previsto nas regras da Casa, ele alegou que adotou um "juízo de conveniência e oportunidade" para não instalar a CPI.

Pacheco adotou postura semelhante ao se manifestar perante o processo no Supremo. Em documento enviado, ele alegou que o momento adequado para instalar uma CPI cabe ao presidente do Senado e que sua criação neste momento não ajudaria na busca por soluções.

 

Fonte: Julia Lindner

 

O escritório de advocacia que defende Dr. Jairinho e Monique Medeiros, presos na última quinta-feira (8) dentro das investigações da morte do menino Henry Borel, entrou com um pedido de habeas corpus para libertar o casal na sexta (9).

O advogado André França Barreto endereçou o pedido de soltura ao presidente do Tribunal de Justiça do RJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira.

No documento, França Barreto alega que os clientes "se encontram submetidos a manifesto constrangimento ilegal" e afirma que não havia necessidade de prendê-los.

 

“A autoridade coatora [a juíza Elizabeth Machado Louro] está, nitidamente, justificando os arbitrários meios pelos deturpados fins, impulsionada pela tradicional voz das ruas, cujo coro insiste em ecoar pela história das civilizações, perseguindo os hereges de cada era”, escreveu a defesa.

 

A defesa afirma também ter sido “surpreendida” ao pedir uma cópia do mandado de prisão na 2ª Vara Criminal do Tribunal do Júri. “Os serventuários (...) informaram que os autos da medida cautelar, que tramitam no meio físico, não se encontravam no cartório”, detalhou.

Os advogados acrescentam que até então não tiveram acesso aos autos.

Outra “ilegalidade” cometida pela Justiça, segundo a defesa, foi a obtenção ilegal de provas. No cumprimento dos mandados de busca no dia 26 de março, “os agentes conduzem o material apreendido em mãos, sem o devido acondicionamento e lacre”.

Juíza critica atuação do advogado

A juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri, criticou, na decisão que levou à prisão o vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Almeida Medeiros, a atuação do advogado. O G1 teve acesso à decisão, em que a magistrada também relata que Monique "omitiu ou falta com a verdade" sobre o caso.

De acordo com a juíza Elizabeth Louro, o defensor participou de todos os depoimentos prestados à polícia por testemunhas que não são defendidas por ele, como a babá de Henry Borel, Thaina de Oliveira Ferreira; ou da doméstica Leila Rosângela de Souza, a Rose.

"De se notar, ainda o insólito procedimento de ter o patrono dos investigados presenciado todos os depoimentos prestados pelas mesmas testemunhas a eles ligadas... o que está a indicar a aparente intenção de controlar e fiscalizar o que por elas era dito à autoridade policial", afirmou a magistrada.

Em depoimentos à polícia, tanto Thaina como Rose admitem que, em 18 de março, foram levadas até o escritório do advogado. Quem cuidou dessa ação foi Thalita, irmã de Jairinho.

À Thaina, Thalita disse que o advogado queria fazer perguntas a ela. A babá de Henry contou que foi até a casa da irmã de Jairinho e de lá foi levada, junto com Rose, até o escritório de André Barreto, chegando lá às 17h.

No escritório, Thaina disse que o advogado fez algumas perguntas e orientou, segundo ela, a apenas dizer a verdade quando intimada a depor, perguntando se ela estaria disposta a dar uma entrevista, o que foi aceito por ela.

Em nota, a defesa do casal Dr. Jairinho e Monique Medeiros afirmou que "sempre pautou a sua atuação sob a égide da ética, da técnica e do profissionalismo".

E ressaltou que o escritório tem compromisso com a Constituição, "com o devido processo legal, e com o Código de Ética da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil]".

Primeira noite presos

Na quinta pela manhã, o casal foi preso em uma casa em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Mais tarde, passaram a primeira noite presos, em cadeias diferentes.

Monique faz uso de remédios controlados. Mesmo assim, segundo o G1 apurou, passou a madrugada muito nervosa e chorando boa parte do período.

Após receber um pacote com sandálias, camisa, calça, toalha e kit higiene, a mãe de Henry foi encaminhada à cela onde passou a noite.

G1 apurou que Monique pode ficar mais tempo afastada de outras detentas, além do isolamento em uma cela pela quarentena que precisa fazer por causa da Covid. O motivo é que ela corre risco de ser agredida pelas outras presas.

Em sua primeira noite, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, o Dr. Jairinho também chorou e aparentava muito nervosismo.

Durante o dia, ele chegou a ser levado à uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no interior do complexo. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) não informou o estado de saúde dele.

 

Fonte: Por Arthur Guimarães, Felipe Freire, Leslie Leitão e Marco Antônio Martins, TV Globo e G1 Rio

Sul e Sudeste do Pará

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