Carajas o Jornal

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Marina Ruy Barbosa e Alexandre Negrão se separaram após três anos de casados. Na tarde desta terça-feira (12), a assessoria de imprensa da atriz confirmou o término através de um comunicado, no qual explicou:

"O trabalho e a distância física foram fatores decisivos para chegarem a essa situação. Os dois estavam vivendo realidades muito distintas e vinham há meses tentando achar uma solução para resolver essa questão."

"A decisão ainda é muito recente e, por eles, nada disso seria divulgado neste momento. Mas em respeito ao público e à imprensa - que sempre acompanhou a vida do casal com carinho e apoio -, resolveram anunciar que estão separados", completa o comunicado.

"O casal tentava achar uma forma para reverter o que estava enfrentando, mas Xande e Marina tiveram uma conversa e definiram que trilhariam caminhos separados, que isso seria o melhor para os dois por enquanto. Ainda é cedo para saber o que acontecerá no futuro. Por agora, os dois seguem na tentativa de se reorganizarem intimamente e, apesar de todo o amor, iniciarem separadamente um novo capítulo em suas vidas."

Marina Ruy Barbosa e Alexandre Negrão se casaram em outubro de 2017, durante uma cerimônia realizada na casa da família do piloto em Campinas, São Paulo. O casal assumiu o romance em janeiro de 2016.

Fonte: Por G1

A diretoria executiva do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM) se reuniu na segunda-feira (11) com os atuais dirigentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) para tratar sobre as obras que o governo do Estado, por meio do NGTM, está executando na capital paraense. O encontro marcou o início do diálogo entre representantes do Estado e a nova gestão da Prefeitura de Belém que visa melhorar os sistemas de mobilidade urbana.

Os gestores explicaram a finalidade da criação do NGTM, uma unidade estadual independente e com fins específicos para execução do Projeto Via Metrópole – voltado para a mobilidade urbana e infraestrutura viária na Região Metropolitana de Belém. Também foram apresentadas as obras já entregues pela atual gestão estadual, como a conclusão do prolongamento da Avenida João Paulo II e a Rodovia Tapanã - destacando que a via será repassada para as devidas manutenções e fiscalizações para o poder público municipal - e os trabalhos na Rua Padre Bruno Secchi.

Integração - Outra importante obra do governo estadual é a requalificação da Nova BR, com a implantação do sistema BRT Metropolitano, que será integrado ao BRT Belém. Os diretores apresentaram a concepção do sistema integrado de transporte e as intervenções necessárias na Avenida Almirante Barroso para o efetivo funcionamento da integração e o planejamento da gestão do sistema.

“Essa reunião está dentro de um contexto maior, em busca de entendimento e soluções técnicas diante da necessidade da integração entre órgãos estaduais e municipais visando, principalmente, à questão operacional do BRT Metropolitano com o municipal. O objetivo final é proporcionar o melhor serviço aos futuros usuários do sistema que está sendo implantado. Esses entendimentos são imprescindíveis para que as coisas caminhem bem e a sociedade tenha o melhor retorno dos investimentos que o Estado e a Prefeitura estão fazendo”, destacou o engenheiro Eduardo Ribeiro, diretor-geral do NGTM. Entre as intervenções do BRT Metropolitano dentro do território de Belém, ele citou as duas primeiras estações na Rodovia BR-316. “O cronograma de conclusão de obras é para este ano”, reforçou.

Qualidade - Para a superintendente da Semob, Ana Valéria Borges, o primeiro contato “foi interessante, pois há necessidade de discutir alguns pontos entre Estado e Prefeitura para visualizar, de forma célere e ajustada, o projeto que implica na cooperação e integração entre as duas equipes”. “Todos só têm a ganhar, porque nessa discussão técnica buscamos a melhoria da qualidade do serviço ao usuário através de uma melhor prestação desse serviço. Entendo que é a primeira reunião de várias, e todo mundo está focado no interesse da sociedade”, afirmou.

Também participaram da reunião, pelo NGTM, o diretor de Planejamento, Cláudio Conde; o diretor de Obras, Alberto Matta, e o assessor do Governo, Paulo Ribeiro, além de José Roberto Pereira de Oliveira, diretor-geral da Semob.

 

Fonte: Por Michelle Daniel (NGTM)

O Hospital Regional do Tapajós (HRT), no município de Itaituba (sudoeste do Pará), realizou no sábado (09) a primeira neurocirurgia emergencial em paciente com traumatismo craniano. O paciente foi uma criança de apenas seis meses de idade, que havia caído de uma rede e estava internada há dois dias no Hospital Municipal de Itaituba.

Apesar da forma inusitada como tudo ocorreu, já que o HRT está atendendo pacientes de Covid-19, o resultado foi muito positivo, o que incentivou a equipe médica e de enfermagem da unidade hospitalar, cujo setor de Politrauma atenderá a população no regime de “porta aberta”, ofertando serviços de Neurocirurgia, Cirurgia Geral e Cirurgia Ortopédica a partir de 18 de janeiro (próxima segunda-feira).

A cirurgia foi realizada pelo neurocirurgião Erik Simões, e contou com a participação do anestesista Marcos Leite; do coordenador de Enfermagem do HRT, Herickson Lee Mendes Ferreira; dos enfermeiros Diogo Brasil, Sara Dione e Dalachyele Pires, e equipe de técnicos de enfermagem.

Segundo a diretora-geral do HRT, Karla Cajaiba, os médicos Erik Simões, Marcos Leite e Felipe Flores permaneceram no município para acompanhar a evolução da criança, que está internada na Clínica Médica, acompanhada pela mãe. “O estado de saúde dela, no momento, é estável e evoluindo muito bem, com previsão de alta em três dias”, informou a diretora-geral.

Para o secretário de Estado de Saúde Pública em exercício, Ariel Sampaio, esse é um exemplo de como o Sistema Único de Saúde (SUS) deve funcionar. “Além da disposição dos profissionais de saúde, é fundamental que haja um trabalho integrado entre as unidades de gestão estadual e as gestões municipais em prol da saúde da população paraense, especialmente em casos de emergência, como dessa criança”, ressaltou o gestor.

Logística - Ao tomar conhecimento do caso, o enfermeiro e coordenador da Enfermagem do HRT, Herickson Lee, acionou a enfermagem da Neurocirurgia, mas o caso já havia chegado ao conhecimento do neurocirurgião Erik Jennings Simões.

Erik Simões se dispôs a fazer a cirurgia de craniotomia, para descompressão de hematoma subdural. No entanto, precisaria de um anestesista e não havia nenhum naquele momento no município.

O médico intensivista Felipe Flores entrou em contato com o anestesista Marcos Leite, que também vai trabalhar no HRT, e havia acabado de voltar para Santarém. Ele também se dispôs a ajudar, mas precisaria de uma aeronave para retornar a Itaituba.

Assim, por solicitação do HRT, a Prefeitura Municipal de Itaituba autorizou que o avião usado para transferir um paciente para Santarém fosse usado para trazer o anestesista de volta.

O enfermeiro Herickson Lee contou que a criança chegou ao Hospital às 17h30 do domingo (10), entrando por um acesso específico até o primeiro andar, distante dos pacientes de Covid-19, que ficam no quinto pavimento. “Enquanto aguardava pelo momento da cirurgia, o paciente ficou sob os cuidados das equipes de cirurgia e de enfermagem”, acrescentou.

Para realizar o procedimento, o HRT contou, ainda, com o apoio de três unidades hospitalares de Itaituba, que cederam equipamentos e os insumos necessários para a cirurgia. “Nosso centro cirúrgico tem uma estrutura física boa, mas ainda não estava com a estrutura de material e medicamento. Então, nós precisamos de ajuda, e todos ajudaram para salvar a vida da criança”, reiterou o enfermeiro.

A cirurgia começou às 19h30 e terminou às 20h50. “Havia um hematoma grande e sangrante. Para honra e glória de Deus, foi possível salvá-la”, declarou Herickson Lee, informando ainda que a realização do procedimento contou com a participação de cerca de 30 pessoas, entre diretoria e equipes das áreas administrativa, médica e de enfermagem. “Nossa equipe está preparada para receber os casos de trauma e motivada por conta dessa situação”, afirmou.

Estrutura hospitalar – O HRT – que integra a rede de hospitais públicos mantida pelo Governo do Pará - oferece serviços de urgência e emergência nas áreas de Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Clínica Pediátrica e Clínica Obstétrica. Tem capacidade para atender pacientes oriundos de Itaituba e de mais cinco municípios da Região de Integração Tapajós (Novo Progresso, Trairão, Jacareacanga, Aveiro e Rurópolis).

O Hospital também dispõe de um ambulatório com nove consultórios, para atendimento em Clínica Geral, Traumatologia, Ortopedia, Cardiologia, Infectologia e Urologia; serviços de Enfermagem, coleta de exames, farmácia, eletrocardiograma, Psicologia, Terapia Ocupacional e Serviço Social, e ainda de Centro Cirúrgico com oito salas, sendo duas para Obstetrícia.

Um dos procedimentos mais importantes oferecido em nível ambulatorial é a Terapia Renal Substitutiva, com 22 máquinas de hemodiálise – o que evitará o deslocamento de pacientes renais para outras regiões do Estado.

Como suporte ao atendimento médico, o HRT conta com um centro de diagnóstico com serviços de laboratório de análises clínicas, raios-X, raios-X telecomandado, mamografia, ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética, ecocardiograma, eletrocardiograma, eletroencefalograma, Holter, mapa, teste ergométrico, endoscopia e colonoscopia.

 

Fonte: Por Roberta Vilanova (SESPA)

Às vésperas de completar 405 anos de fundação, Belém ganha o primeiro espaço dedicado exclusivamente à promoção, valorização e difusão da cultura material e imaterial dos povos indígenas no Pará: o memorial Verônica Tembé, na área da antiga Casa da Mata, no Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna. A solenidade de inauguração ocorreu na manhã de segunda-feira (11) e contou com a presença do Governador do Estado, Helder Barbalho, o vice-governador, Lúcio Vale, da Secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal e o diretor do Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIMM) do Pará, Armando Sobral, além de representantes da câmara dos vereadores e da presidente do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio), Karla Bengtson.

“Este momento ele deve servir para que não apenas que possamos nos provocar a discussão de políticas públicas que permitam com que os povos indígenas brasileiros, e claro, do nosso Estado, possam ter a certeza de que os governos e as instituições reconhecem os direitos e devem trabalhar para a preservação de todos os povos indígenas. Aqui no Parque do Utinga você pode viver a experiência da nossa região, poder ter contato com a fauna, poder ter contato com a história, com a memória dos povos indígenas e este é o nosso objetivo. É fazer com que as pessoas possam ter conhecimento para valorizá-lo, e garantir com que a memória daqueles que construíram a nossa chegada até os dias de hoje, possa estar sempre viva e, claro, reafirmando o compromisso do estado do Pará, em respeitar as diferenças, em valorizar a memória do nosso estado e a todas as etnias existentes em território paraense, a certeza de que o Governo do Estado deseja construir com que estes possam viver harmonicamente e, claro, ter acesso a políticas públicas de inclusão, preservando memórias, preservando suas culturas, mas ao mesmo tempo, ofertando saúde, ofertando educação, ofertando direitos e, claro, harmonizando entre todos nós”, destacou o Governador Helder Barbalho, na ocasião.

Durante a solenidade de inauguração, a Secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal, destacou a origem do acervo que compõe a primeira mostra do espaço. “Essa terra tem milhares de anos de história, de cultura, de ancestralidade, de práticas de saberes e fazeres. Nós ainda precisamos mergulhar muito na história do Brasil pra entendermos a matéria simbólica, histórica emotiva, afetiva da qual somos feitos. Esse memorial aqui é também um resgate da história das pessoas, que estão construindo esses momentos e esses espaços de valorização da nossa história. O acervo que nós temos, nós queremos repatriar para a cidade de Santarém, para a Vila de Alter do Chão, porque é de lá que ele vem, foi um americano que fez a juntada por meio do seu amor e do seu respeito pelos povos indígenas de todo esse acervo que está sobre a salvaguarda do estado, esta exposição não é uma exposição permanente, é uma exposição temporária, até que nós possamos devolver à população de Santarém num espaço adequado, com uma reserva técnica adequada, com todo cuidado para preservação desse acervo de mais de 1700 peças, pra que ele volte pra o seu lugar de origem e para que nós possamos ao longo dos anos receber também o acervo e outras populações indígenas da nossa Amazônia tão rica”, aponta Ursula.

Segundo a presidente do Ideflor, Karla Bengtson, "das 26 Unidades de Conservação do Estado do Pará, essa é a primeira a receber esse espaço extraordinário de sensibilização e valorização dos povos indígenas. Um trabalho feito em parceria com a Secult, que nos estimula a ir além. Compreendemos isso como um momento histórico para o Estado, oportunizando à sociedade ter acesso a um acervo tão maravilhoso, que conta a história do nosso povo. Merecida homenagem à Verônica Tembé".

Memorial Verônica Tembé

A Casa da Mata foi projetada em 1994 pelo arquiteto Milton Monte durante a gestão do então governador e atual senador, Jader Barbalho. Agora, requalificado, o espaço entra para a história como o primeiro dedicado exclusivamente à promoção, valorização e difusão da cultura material e imaterial dos povos indígenas, no Pará. O nome do espaço é uma homenagem à Verônica Tembé - Hai Rong Tuihaw é dedicado à primeira cacica dentre os Tembé-Tenetehara, que atuou como notável articuladora política e lhe rendeu o reconhecimento como uma das mais importantes lideranças indígenas da Amazônia paraense, contribuindo diretamente para a consolidação de outras lideranças femininas.

Nascida na aldeia do Cocal, região do Gurupi, em 1917, foi responsável por reunir os Tembé, então dispersos pela região, em torno de um novo assentamento, a aldeia Teko Haw, a partir da qual atuou de maneira incansável pela preservação da identidade Tenetehara. Grande conhecedora da medicina tradicional e da história de seu povo, durante décadas foi responsável pela organização das festas e pelo aprendizado dos mais jovens, ensinando a cosmologia e a língua. Sua militância foi essencial para a homologação da Terra Indígena do Alto Rio Guamá (TIARG), em 1993.

Como primeira mostra, o espaço apresenta peças pertencentes ao acervo do antigo “Centro de Valorização do Saber Indígena, Museu do Índio” – que existiu em Santarém -, atualmente sob a salvaguarda do Sistema Integrado de Museus. A coleção, hoje constituída de mais de 1800 itens, foi catalogada e vem sendo restaurada pelo SIMM. Nas oito vitrines do memorial, 168 objetos refletem os hábitos, costumes e saberes de diversas etnias que residem na região amazônica. 

"O Memorial é um espaço voltado para difusão e fortalecimento da cultura indígena do estado do Pará e da Amazônia, de maneira geral. Que abrange a região Norte e Centro-Oeste. São 168 itens de um acervo de 1700 peças que constituem o acervo do índio, que hoje está sob a guarda do sistema integrado de museus. E como projeto, ele é um projeto pioneiro e que vem a ser um trabalho que se pretende aí difundir pelo Estado como uma política também de salvaguarda e de fortalecimento eh da cultura indígena aqui no Estado do Pará”, explica Armando Sobral, Diretor do SIMM e curador da exposição.

 

Fonte: Por Josie Soeiro (SECULT)

Acredite, sua contribuição é essencial para controlar a transmissão do coronavírus em Parauapebas. Todos os dias, o número de casos aumenta e nesta segunda-feira, 11 de janeiro, registramos 218 novos casos e mais um óbito.

Já estamos sem vagas disponíveis nos leitos de UTI SUS.

A taxa geral de ocupação de leitos em Parauapebas está em 57%. As vagas nos hospitais estão distribuídas da seguinte forma:

- Ocupação de leitos de enfermaria SUS: 71%

- Ocupação de leitos rede particular: 30%

- Ocupação leitos de UTI público: 100%

- Ocupação leitos de UTI particular: 41%

Procure as Unidades de Saúde polo: VS-10, Minérios, Liberdade 1 e Cidade Nova.

Registro de óbito:

Mulher de 85 anos, sem comorbidade. Óbito em 11 de janeiro.

Histórico dos pacientes:

1             .              Mulher                 de          85           anos.     Óbito.   PCR

2             .              Mulher                 de          68           anos.     Internada.          PCR

3             .              Homem               de          63           anos.     Internado.          PCR

4             .              Mulher                 de          70           anos.     Internada.          PCR

5             .              Homem               de          84           anos.     Internado.          PCR

6             .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

7             .              Mulher                 de          42           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

8             .              Mulher                 de          56           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

9             .              Homem               de          69           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

10           .              Homem               de          48           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

11           .              Homem               de          49           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

12           .              Mulher                 de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

13           .              Homem               de          84           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

14           .              Mulher                 de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

15           .              Homem               de          16           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

16           .              Mulher                 de          42           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

17           .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

18           .              Mulher                 de          40           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

19           .              Mulher                 de          20           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

20           .              Homem               de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

21           .              Mulher                 de          54           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

22           .              Homem               de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

23           .              Mulher                 de          80           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

24           .              Homem               de          19           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

25           .              Mulher                 de          54           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

26           .              Mulher                 de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

27           .              Homem               de          17           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

28           .              Criança                 de          11           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

29           .              Mulher                 de          64           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

30           .              Mulher                 de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

31           .              Homem               de          19           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

32           .              Mulher                 de          78           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

33           .              Homem               de          14           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

34           .              Mulher                 de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

35           .              Criança                 de          9             anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

36           .              Homem               de          41           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

37           .              Criança                 de          12           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

38           .              Homem               de          54           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

39           .              Mulher                 de          75           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

40           .              Mulher                 de          50           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

41           .              Mulher                 de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

42           .              Mulher                 de          70           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

43           .              Mulher                 de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

44           .              Homem               de          51           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

45           .              Criança                 de          12           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

46           .              Mulher                 de          85           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

47           .              Homem               de          39           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

48           .              Homem               de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

49           .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

50           .              Mulher                 de          41           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

51           .              Mulher                 de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

52           .              Homem               de          46           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

53           .              Mulher                 de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

54           .              Mulher                 de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

55           .              Mulher                 de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

56           .              Mulher                 de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

57           .              Mulher                 de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

58           .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

59           .              Mulher                 de          24           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

60           .              Homem               de          29           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

61           .              Mulher                 de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

62           .              Homem               de          17           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

63           .              Mulher                 de          20           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

64           .              Mulher                 de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

65           .              Mulher                 de          65           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

66           .              Homem               de          41           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

67           .              Homem               de          72           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

68           .              Mulher                 de          60           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

69           .              Homem               de          72           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

70           .              Homem               de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

71           .              Mulher                 de          79           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

72           .              Homem               de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

73           .              Homem               de          41           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

74           .              Mulher                 de          15           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

75           .              Homem               de          68           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

76           .              Homem               de          29           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

77           .              Mulher                 de          16           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

78           .              Mulher                 de          20           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

79           .              Homem               de          16           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

80           .              Mulher                 de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

81           .              Mulher                 de          37           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

82           .              Mulher                 de          22           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

83           .              Mulher                 de          29           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

84           .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

85           .              Homem               de          16           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

86           .              Mulher                 de          44           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

87           .              Mulher                 de          55           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

88           .              Mulher                 de          31           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

89           .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

90           .              Homem               de          48           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

91           .              Homem               de          48           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

92           .              Mulher                 de          58           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

93           .              Homem               de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

94           .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

95           .              Mulher                 de          51           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

96           .              Mulher                 de          12           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

97           .              Mulher                 de          60           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

98           .              Mulher                 de          43           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

99           .              Homem               de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

100         .              Mulher                 de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

101         .              Homem               de          42           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

102         .              Homem               de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

103         .              Homem               de          70           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

104         .              Homem               de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

105         .              Homem               de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

106         .              Mulher                 de          24           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

107         .              Homem               de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

108         .              Mulher                 de          64           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

109         .              Mulher                 de          27           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

110         .              Homem               de          62           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

111         .              Mulher                 de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

112         .              Mulher                 de          22           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

113         .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

114         .              Homem               de          57           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

115         .              Mulher                 de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

116         .              Mulher                 de          47           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

117         .              Homem               de          29           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

118         .              Homem               de          66           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

119         .              Mulher                 de          81           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

120         .              Mulher                 de          15           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

121         .              Mulher                 de          68           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

122         .              Mulher                 de          22           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

123         .              Homem               de          65           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

124         .              Homem               de          69           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

125         .              Homem               de          39           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

126         .              Mulher                 de          42           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

127         .              Mulher                 de          35           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

128         .              Mulher                 de          49           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

129         .              Homem               de          49           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

130         .              Homem               de          27           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

131         .              Homem               de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

132         .              Mulher                 de          54           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

133         .              Mulher                 de          14           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

134         .              Mulher                 de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

135         .              Mulher                 de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

136         .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

137         .              Homem               de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

138         .              Homem               de          53           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

139         .              Homem               de          47           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

140         .              Homem               de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

141         .              Mulher                 de          27           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

142         .              Homem               de          37           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

143         .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

144         .              Homem               de          64           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

145         .              Homem               de          13           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

146         .              Mulher                 de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

147         .              Homem               de          49           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

148         .              Homem               de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

149         .              Mulher                 de          22           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

150         .              Homem               de          43           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

151         .              Mulher                 de          45           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

152         .              Mulher                 de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

153         .              Homem               de          44           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

154         .              Mulher                 de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

155         .              Mulher                 de          42           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

156         .              Homem               de          24           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

157         .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

158         .              Homem               de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

159         .              Homem               de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

160         .              Mulher                 de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

161         .              Mulher                 de          37           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

162         .              Mulher                 de          16           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

163         .              Homem               de          39           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

164         .              Mulher                 de          19           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

165         .              Mulher                 de          19           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

166         .              Homem               de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

167         .              Homem               de          57           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

168         .              Homem               de          54           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

169         .              Homem               de          53           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

170         .              Homem               de          70           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

171         .              Mulher                 de          22           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

172         .              Homem               de          40           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

173         .              Mulher                 de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

174         .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

175         .              Homem               de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

176         .              Homem               de          68           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

177         .              Mulher                 de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

178         .              Homem               de          39           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

179         .              Homem               de          43           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

180         .              Mulher                 de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

181         .              Mulher                 de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

182         .              Mulher                 de          57           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

183         .              Mulher                 de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

184         .              Mulher                 de          41           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

185         .              Homem               de          13           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

186         .              Mulher                 de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

187         .              Homem               de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

188         .              Mulher                 de          64           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

189         .              Homem               de          63           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

190         .              Homem               de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

191         .              Mulher                 de          35           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

192         .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

193         .              Homem               de          60           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

194         .              Homem               de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

195         .              Homem               de          54           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

196         .              Homem               de          0             anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

197         .              Homem               de          56           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

198         .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

199         .              Mulher                 de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

200         .              Mulher                 de          19           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

201         .              Homem               de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

202         .              Homem               de          50           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

203         .              Mulher                 de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

204         .              Mulher                 de          56           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

205         .              Homem               de          40           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

206         .              Mulher                 de          31           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

207         .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

208         .              Homem               de          20           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

209         .              Mulher                 de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

210         .              Homem               de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

211         .              Homem               de          84           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

212         .              Mulher                 de          43           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

213         .              Homem               de          16           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

214         .              Mulher                 de          39           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

215         .              Homem               de          15           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

216         .              Homem               de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

217         .              Mulher                 de          19           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

218         .              Mulher                 de          46           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

A polícia militar realizava rondas pelo bairro da Paz, mais precisamente na rua Araguaia, Parauapebas, quando de acordo com o cabo PM S. Barros, a guarnição observou uma movimentação suspeita em um salão de corte de cabelo masculino. Ao parar em frente ao estabelecimento o suspeito até então não identificado deixou o local correndo pelos fundos e pulando o muro da residência.

Na fuga ainda segundo o policial o suspeito teria deixado cair três pacotes de uma substância embalada em papel plástico, ao verificar o conteúdo os policiais detectaram se tratar de maconha, totalizando aproximadamente 6 gramas. Além de dois papelotes de cocaína de aproximadamente 15 gramas. O policial contou ainda que mediante os fatos a polícia seguiu em busca de capturar o suspeito que em ato continuo invadiu uma residência.

Na casa invadida ele teria feito três pessoas reféns, a proprietária da residência e duas crianças teria sido  colocadas dentro do banheiro Barros ressalta que ao entrar na residência os PMs ouviram choros de crianças e a mãe delas gritando pedindo socorro, e que o suspeito horas depois  identificado por Maurício Mateus Bezerra dos Reis de 23 anos de idade, o "Mateuzinho" que estaria de posse de uma arma de fogo caseira calibre 38, teria  apontando para a  guarnição e tentado atirar porém a arma não disparou, momento em que foi revidado para resguardar a integridade física dos PMs e das vítimas.  Mateus foi atingido.

O Corpo de Bombeiros e também o SAMU foi acionado, porem as ambulâncias estavam atendendo outras ocorrências, então foi pedido apoio para socorrer o baleado que foi levado em uma das VTRs. Mateus chegou ao hospital ainda com vida, mas veio a óbito minutos depois.

A vítima dona da residência invadida contou o terror que passou junto com seus filhos. “Segundo a mesma, ela estava na frente de casa e as crianças estavam na sala assistindo TV quando Mateus invadiu com a arma em punho obrigando eles a entrarem em casa instante em que ele teria corrido para o quarto de sua filha, sendo surpreendido com a chegada dos PMs”.

Ao apresentar a arma na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas os policiais verificaram que uma das munições estava picotada, ou seja não disparou quando o mesmo teria tentado atirar nos PMs.

 

Fonte: Neide Folha 

 

 

 

Um acidente de trânsito envolvendo três motocicletas terminou com a morte de Gizelia Rosario Vieira de 30 anos de idade, natural de São Domingos do Araguaia (PA), deixando outras quatro pessoas feridas. O acidente aconteceu por volta das 19h00 de domingo 10, na estrada de acesso a Vila Palmares II.

Gizelia Rosario não resistiu a colisão e veio a óbito 

Na hora da colisão Gizelia Rosario e Cleonilson Pavao Ferreira de 24 anos ocupavam uma motocicleta Biz de cor vermelha, informações que estão sendo apuradas pela polícia relatam que o casal trafegava realizando o sentido palmares II vindo do balneário Zé Praça na Palmares II quando ao fazerem uma curva acabaram colidindo com a motocicleta que vinha no sentido contrário, uma Fan 125 de cor preta ocupada por Rodrigo Moraes Da Silva que se encontra hospitalizado em estado estável.

Devido a colisão das 2 duas motocicletas, outra moto que vinha atrás da Fan Preta, juntamente com uma moto Titan Vermelha acabaram sendo atingidas também pelo impacto da colisão, tendo como vítimas de lesões leves Bianca Santos de Sousa e Taison. Acionados o Corpo de Bombeiros e SAMU estiveram no local onde socorreram as vítimas lesionadas e constataram a morte de Gizelia.

Os investigadores Lucas e Fátima que estavam no plantão da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas foram acionados via Centro de Controle Operacional (CCO) ao receberem a informação da tragédia, em instante se dirigiram ao local onde confirmaram a veracidade dos fatos encontrado no meio da pista o corpo de Gizelia sem vida. Segundo informações, as outras vítimas foram levadas para o hospital HGP em estado estável.

Depois dos levantamentos de praxe realizado pela Polícia Civil o corpo da vítima foi removido pela equipe do IML e as motos recolhidas pelos agentes do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT).

 

Fonte: Neide Folha 

 

 

Em vídeo divulgado na tarde de sexta-feira (8), em redes sociais, o governador Helder Barbalho confirmou que o Estado irá contribuir financeiramente com o programa de renda mínima "Bora Belém", cuja criação foi aprovada em projeto de lei também hoje, pela Câmara Municipal da capital. A contrapartida por parte do tesouro estadual corresponderá a metade do valor total de custeio.

Na gravação, o chefe do Executivo Estadual faz o anúncio ao lado de René de Oliveira e Sousa Júnior, secretário de Estado da Fazenda (Sefa); do presidente do Banco do Estado do Pará (Banpará), Braselino Assunção; da secretária de Estado de Planejamento e Administração (Seplad), Hana Ghassan; e do titular da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), Inocencio Gasparim .

"Estamos juntos aqui para tratar sobre a parceria do Governo com a Prefeitura de Belém e transformar em realidade o 'Bora Belém'. Iremos viabilizar 50% do total de recursos para garantir esta renda mínima às famílias beneficiadas", confirmou. Em seguida, Helder explicou que tem se reunido com prefeitos de cada um dos 144 municípios no intento de colaborar com as prioridades mais urgentes de cada administração.

"O Banpará será o operador financeiro do programa, para que as pessoas possam receber o benefício nas agências do banco em nossa capital", complementou o governador. O "Bora Belém" deve garantir um auxílio de até R$ 450 a famílias que vivam em situação de vulnerabilidade social e que tiveram as condições de sobrevivências agravadas pelos impactos financeiros da pandemia da Covid-19.

 

Fonte: Por Carol Menezes (SECOM)

O acesso à água de qualidade é essencial para a manutenção da vida. A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), orienta que todos os países e partes interessadas devem assegurar a gestão sustentável da água e do saneamento, a fim de garantir esse direito universal.

Ao priorizar essa diretriz humanitária, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), assinou contrato de repasse de R$ 23.972.000,00 na manhã desta sexta-feira (8), na sede da Caixa Econômica Federal, em Belém. O valor do recurso, oriundo do Ministério da Cidadania, possibilitará a construção de cisternas para garantir água em escolas públicas rurais de 49 municípios paraenses. O documento foi assinado pelo titular da Seaster, Inocencio Gasparim; pela gerente de Governo da Caixa no Pará, Josiane Araújo, e pela supervisora Ludmilla Mattos dos Santos.

Segurança hídrica - A iniciativa prevê que o sistema de captação e armazenamento de água proporcione melhores condições ao ensino e à aprendizagem de crianças e adolescentes de áreas rurais, além de ampliar a segurança hídrica, alimentar e nutricional da comunidade.

“A equipe da Seaster está realizando um trabalho muito importante de captação de recursos, para iniciar o processo de melhoria da água potável nessas escolas. Todos nós sabemos dos problemas que são enfrentados diariamente. Nós estamos executando um trabalho articulado com o Ministério da Cidadania, que está sendo representado pela Caixa Econômica. Vamos implantar mais de 820 cisternas em escolas de 49 municípios do Estado. Essa é uma primeira etapa, e vamos continuar trabalhando para que esse projeto avance para outras cidades do Pará”, informou o secretário de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda, Inocencio Gasparim.

Água acessível - Para a diretora de Segurança Alimentar e Nutricional da Seaster, Nazaré Costa, é fundamental que o cardápio dos alunos esteja acompanhado por uma água acessível e de qualidade. “Um dos eixos da segurança alimentar é a garantia de uma alimentação saudável com quantidade necessária, além da água de qualidade, que é uma problemática séria na Região Norte. Nós temos grandes rios e bacias, mas precisamos também promover o acesso. A geografia do Pará é extensa, e grande parte das escolas rurais tem dificuldade de acesso à água. Não queremos levar somente o alimento; queremos levar também a água para esses alunos, que é um bem imprescindível nas nossas vidas”, acentuou.

A equipe técnica da Seaster estará à frente da execução do projeto, que conta com o acompanhamento da Caixa Econômica Federal. “O próximo passo será dialogar com os municípios, para realizarmos a implantação desses equipamentos de forma célere e simples, fazendo a água chegar de forma rápida e eficaz aos estudantes dessas localidades”, reiterou o secretário.

 

Fonte: Por Rodrigo Souza (SEASTER)

Um dos principais conceitos de acessibilidade é a garantia do acesso de ir e vir para todas as pessoas, sejam elas com limitações ou não. Partindo dessa premissa, o projeto da Nova BR, executado pelo Governo do Pará por meio do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), ao longo dos primeiros 10.8 km da rodovia BR-316, busca promover condições de acesso e a integração entre pedestres, usuários do transporte público e ciclistas de forma mais segura.

“A infraestrutura que estamos implantando prevê calçadas com piso tátil, rampas de acessibilidade nas passarelas e o ingresso do usuário dos ônibus do sistema que se dará em nível, pois o usuário vai entrar nas estações onde os ônibus estarão com a porta nivelada a essas plataformas. Toda essa estrutura melhora muito a micro acessibilidade na região à medida em que todo o corredor da BR está seguindo as normas brasileiras de acessibilidade”, explica Paulo Ribeiro, arquiteto e urbanista, assessor do Governo.

O especialista lembra que hoje o projeto é executado em uma via com o conceito de rodovia, “onde não se identifica calçada adequada, ciclovia apenas em pequeno trecho, as condições de travessias são difíceis e todo o sistema de transporte que circula na BR-316 não está hoje adequado a essas normas, nem às necessidades”.

Em vigor desde 2012, a Lei 12.587/12 institui diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) priorizando o transporte público e coletivo em detrimento do individual e privado, além de estabelecer questões essenciais de acessibilidade como infraestrutura urbana adequada, incluindo as calçadas. As regras também buscam regularizar as calçadas, retirar postes da faixa de domínio da obra, arborização para proteção e conforto dos pedestres, espaço para os ciclistas e etc.

Um exemplo de integração de bicicletas ao transporte público que tem funcionado muito bem é visto em cidades chinesas, como forma de buscar alternativas sustentáveis e de diminuição do número de carros nas ruas. No último levantamento feito em 2019, o país registou redução de congestionamentos em 8% após a integração.

Em relação ao deslocamento cicloviário na BR-316, a população será beneficiada com o espaço destinado a esse tipo de locomoção nos dois sentidos da rodovia. As ciclovias serão segregadas e sombreadas com a arborização que haverá no limite da calçada e ciclovia, proporcionando segurança e conforto para os usuários de bicicleta, criando ainda condições ao usuário fazer a conexão à avenida João Paulo II, por exemplo, sentido Ananindeua-Belém, outro corredor de transporte metropolitano importante na Região Metropolitana de Belém.

“O tráfego cicloviário é gerado fora da via e é atraído para fora dela, ou seja, nenhum ciclista começa uma viagem no centro da via, nem acaba dentro da via. Quando se coloca uma ciclovia no meio da via, você obriga o ciclista a cruzá-la pelo menos duas vezes, entrar e sair. Essa é uma diferença importante em relação à ciclovia existente na avenida Almirante Barroso, pois nela existem diversos cruzamentos semaforizados e com faixas de pedestres que permitem uma realidade distinta ao cenário da BR-316”, explica Paulo a respeito do conceito das ciclovias que serão construídas na rodovia.

Além disso, o arquiteto afirma que existirá a possibilidade da integração do modal cicloviário  com o sistema BRT Metropolitano, uma vez que as passarelas poderão ser acessadas pelos ciclistas rumo as estações de passageiros localizadas no canteiro central da BR e, haverá bicicletário nos terminais de integração (Ananindeua e Marituba), fazendo com que o usuário chegue em um dos terminais de bicicleta, tranque o veículo no espaço adequado, siga no ônibus do BRT e ao retornar, faça o sentido inverso.

A nova estrutura também busca incentivar o uso da bicicleta e quem agradece é o meio ambiente. A exemplo do país asiático, a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos afirma que “o uso de bicicletas compartilhadas poupa o equivalente a 1,4 milhão de toneladas de combustível, representando 1,1% do consumo do país asiático. Mais de 16 milhões de bicicletas estão nas ruas de todo o país”.

“A mobilidade sustentável trabalha o transporte coletivo nas grandes escalas (ou seja, distâncias a serem percorridas) e na escala menor (tanto microacessibilidade, quanto em escalas distâncias menores) que o deslocamento à pé e de bicicleta, patins, etc. Nesse sentido, o Governo está criando um conjunto de instrumentos para facilitar e potencializar o uso da bicicleta provocando um grande benefício em termos ambientais, pois em comparação ao volume de emissão de gases do efeito estufa entre uma pessoa que se desloca de transporte público outra que se desloca de ônibus, essa será bem menor”, reforça Paulo Ribeiro, arquiteto e urbanista do Governo do Pará.

Ao final das obras, o autônomo Luiz Nogueira, de 44 anos, espera melhorias na via “A BR precisa de uma repaginada em vários aspectos. Para atravessar, por exemplo, é um risco muito grande porque o fluxo é enorme, a gente não tem preferência. Gasto uma hora e meia de São Brás até a minha casa, de ônibus. Se esse tempo diminuir, com certeza vai ficar muito melhor”, diz o morador no bairro de Águas Lindas.

 

Fonte: Por Michelle Daniel (NGTM)

Sul e Sudeste do Pará

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